XIV SEMINÁRIO DE ATUALIZAÇÃO EM SISTEMAS DE COLHEITA DE MADEIRA E TRANSPORTE FLORESTAL Agosto Terceirização. Controle da Qualidade

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1 XIV SEMINÁRIO DE ATUALIZAÇÃO EM SISTEMAS DE COLHEITA DE MADEIRA E TRANSPORTE FLORESTAL Agosto 2006 Terceirização Controle da Qualidade Mario Sant Anna Jr.

2 DEFINIÇÃO DE TERCEIRIZAÇÃO Terceirização: transferência das atividadesmeio de uma empresa para outra (seja física ou jurídica), objetivando a concentração dos esforços em atividades-fim, ou seja, naquilo que as empresas produzem para o mercado, também chamado de produto-chave. Terceirização = outsourcing,

3 Terceirização Evolução do Conceito Anos Atividades de baixa eficiência para a CONTRATANTE

4 Anos Atividades de pouca eficiência; Redução de Custo; Diluição da força a dos sindicatos; Diminuição de responsabilidades trabalhistas.

5 Terceirização Evolução do Conceito Anos Atividades de baixa eficiência para a CONTRATANTE Anos 90 Atividade-meio - não exercem papel fundamental no produto-chave da empresa.

6 Anos 90 Melhor adequação de escala de produção; Racionalização administrativa; Desburocratizar; Melhoria da qualidade na prestação de serviços e fornecedores mais especializados; Controle dos custos fixos, Certificações Gestão de ativos Florestais

7 Terceirização Evolução do Conceito Anos Atividades de baixa eficiência para a CONTRATANTE Anos 90 Atividade-meio - não exercem papel fundamental no produto-chave da empresa. Atual Conceito de Criação de Cadeia Produtiva.

8 MOTIVAÇÕES ATUAIS Crescimento da complexidade empresarial; Administração mais competente da tecnologia e deixando a execução para os mais especializados para desempenhá-la. Conceito de Cadeia Produtiva Visão de empreendimentos sustentáveis

9 LEGISLAÇÃO ATUAL RESTRIÇÕES e FOCO Atividade fim da empresa Pessoalidade Contratações verbais Subordinação jurídica.

10 CONTRATAÇÃO Indicação dos representantes Especificação do serviço, valor e prazos; Obrigatoriedade de comprovação aspectos legais; Garantia de qualidade dos serviços Indicadores de desempenho e itens de controle; Responsabilidade claras das partes Padrões de segurança definidos pela contratante; Sanções contratuais Premiação

11 PRÁTICAS CONDENÁVEIS DEVEMOS COMBATER Banalização / degradação do trabalho. Diferença a acentuada de condições (próprios prios x terceiros). Não atendimento à Legislação Vigente; Que possam causar comprometimento da imagem do Setor.

12

13 GERENCIAMENTO Normas internas para minimizar riscos Esclarecimento com detalhe sobre o comportamento esperado ; Identificação das instalações as empresas. Deixar claro quem são os empregados do Contratante (crachás) - IN Nº 3 MINISTÉRIO DO TRABALHO

14 GERENCIAMENTO (Necessidade de Controle) EPIS obrigatórios para cada atividade; Condições das máquinas e equipamentos utilizados (Inspeção Pré- Uso. Habilitação/Certificação/treinamentos necessários para algumas atividades (motosserristas, operadores de Maquinas,...) Normas de segurança (Instruções de Segurança, Permissões de Trabalho, etc). Comunicação e registros dos acidentes. DSS (Debate Semanal de Segurança) Obrigações Legais de Segurança (SESMT, CIPATR, PPRA, PCMSO,...) Aspectos Legais, etc...

15 GERENCIAMENTO

16 GESTÃO DE RISCOS Avaliação Sistêmica das Empresas ( Indicadores) Numero de Empresas por Classe de Faturamento Numero de Funcionários por Empresa Patrimônio Rotatividade Natureza do Negócio Situação de Crédito, etc...

17 QUALIDADE GARANTIA de CAPACIDADE e QUALIDADE Metas claras e indicadores de desempenho que, inclusive, devem ser estabelecidos no contrato. Compromisso com resultados por parte dos contratados. Itens de controle Avaliação, periódica e formal

18 SWOT Pontos Fortes Mercado de Prestadores de Serviços Especialização Maior Atendimento à Legislação Pontos Fracos Imagem da Terceirização Grande nº Empresas Desqualificadas Representatividade Oportunidades Melhoria Técnica Visão Empresarial Melhoria da Qualidade Conceito de Cadeia Produtiva Ameaças Entendimento da Legislação

19 ONDE TEREMOS QUE CHEGAR Compartilhamento de informações, Maior oferta de empresas prestadoras de serviços Consórcio tecnológico, Associações entre instituições públicas p e privadas, Cadeia produtiva. Qualidade e eficiência nos serviços, A empresa tomadora com atenção voltada na qualidade do seu produto final.

20 OBRIGADO

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