História do Grupo CENOR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "História do Grupo CENOR"

Transcrição

1 . Dezembro 2013

2 História do Grupo CENOR CENOR COLÔMBIA ECG ECGPLAN CENOR PROJECTOS DALAN Timor Leste CENORVIA Roménia CENOR AÇORES SCCONSULT BRASIL CENOR IRAQUE CENORPLAN CENORGEO CENOR ANGOLA ENVISTA Ambiente 2004/2005 início do processo de internacionalização CENORVIA MZ Moçambique Fusão das empresas do Grupo CENOR

3

4

5

6 Associação de 3 empresas que possuem competências complementares com estratégias alinhadas: SEI (10 anos de experiência) Empresa consolidada nas áreas, industrial, mineração, óleo e gás, com experiência no projecto de infraestruturas industriais; EXPANSÃO DA SUA ACTIVIDADE PARA A ÁREA PÚBLICA. CENOR (30 anos de experiência) Empresa Portuguesa de referência na área de engenharia, com forte especialização no projeto e fiscalização de infraestruturas; ENTRADA NO MERCADO BRASILEIRO. CONSULMAR (40 anos de experiência) Líder no mercado Português de engenharia marí\ma e portuária; ENTRADA NO MERCADO BRASILEIRO.

7 PERFIL E EXPERIÊNCIA

8 VENEZUELA Túnel Baralt AÇORES REINO UNIDO Estação de Crossharbour (Metro Ligeiro de Londres) ROMÉNIA PORTUGAL C. Autoestrada Targu Mures (Concurso) Plano de Eletrificação de Scut dos Açores Estações ETAR de de Metro Slatine de Argel (Concurso) Timor Leste (Ali (Ilha de MADEIRA S. Miguel) Boumangel Vacarasti e Place Towers des Martyrs (Concurso) Ed. do Supremo Tribunal e túnel) Via Vitorino Nemésio EMIRADOS ÁRABES da Justiça 18 Viadutos Ferroviários da linha MARROCOS ARGÉLIA UNIDOS Ed. do Ministério da (Ilha Terceira) Túnel da A.E. Marrakesh/Agadir Thenia/BBA Agricultura Planeamento Fábrica de tubos de Infraest. BPAT SENEGAL Ed. Da Embaixada de da abastec. Ilha de Baharani a Ouram MACAU Portugal CABO VERDE Preparação do Ponte de Komoro (E.Prév.) GUINÉ-BISSAU Concurso de Central de Incineração Plano de Desenvolvimento Barragens de: de Macau 30 pontes e Apoio à Exploração de Saquinho Açude da metálicas MALAWI Petróleo na Costa Sul em Salineiro Baixa do BRASIL rodoviárias Suai, Betane e Beaco Faveta Impernal ANGOLA A. H. de Keyelekera Polo Universitário de Hera Banca Furada A.H. Acessos de Luapasso ao Figueira Aeroporto MOÇAMBIQUE e Gorda TIMOR LESTE Internacional Kamarenga Canto de São Cagarra Paulo Abastecimento de água a Chitima Desvio (Guarulhos) dos Rios ChiKapa e a partir de Cahora Bassa Porto Luó de Vitória Estrada de Malema/Cuamba A.H. de Luquixe II Aquacultura do Chokwe Fábrica de cimento do Cacuaco Reforço do abastecimento Zona Económica Especial de Luanda-Bergo de água a Maputo Renovação da Baía de Luanda (Fisc.) Edifícios Luanda Towers (Fisc.)

9 Aeroporto de Guarulhos Brasil PROJETOS BASE E DE EXECUÇÃO Páteo e vias de circulação de aeronaves; Acessos rodoviários.

10 Minas de Salobo - Brasil Projecto Salobo. Obras de Contenção e Estabilização de Taludes. Avaliação Preliminar e Projectos Execu\vos

11 Aproveitamentos Hidroeléctricos do Rio Tatamá Colombia

12 Túnel de Baralt Venezuela

13 Metro de Argel Argélia

14 Barragem do Calueque Angola Coordenação geral dos projectos. Elaboração dos projectos para a construção das seguintes obras: Sistema elevatório norte Sistema elevatório sul Desvio provisório Passadiço Automação e operação manual do descarregador de cheias e das estações de bombagem

15 ANGOLA ENERGIA 2025 Est. Preliminares das 20 Grandes Centrais Hídricas

16 Abastecimento de Água ao Vale de ChiIma Província de Tete - Moçambique - Estrutura de captação de água em jangada ; - 30km de condutas adutoras, de diâmetro 200mm a 500mm; - ETA (150 l/s); - Reservatório de água bruta (1.000 m³); - Reservatório de água tratada (2.500 m³); - Estação elevatória (150 l/s a 400 mca); - 20km de condutas de distribuição de diâmetros 110 mm a 315mm. Valor da obra:

17 Abastecimento de Água a Maputo Moçambique Projecto para a construção de um centro de distribuição de água potável na zona Norte de Maputo que irá abranger e reforçar a rede de distribuição de água

18 Centro de Pesquisa de Aquacultura de Chokwe Moçambique

19 Barragem do Saquinho Ilha de Santiago Cabo Verde

20 Barragem da Faveta Ilha de Santiago Cabo Verde

21 Aproveitamento Hidroeléctrico de Kayelekera Malawi - Barragem de betão gravidade com 35 m de altura. - Tomada de água. - Túnel sub- horizontal com 3,00 m de diâmetro ú\l e 1500 m de extensão. - Chaminé de equilíbrio com 12,0 m de diâmetro e 29 m de altura. - Conduta de aço soldado com 2,2 m de diâmetro e 50 m de extensão. - Central equipada com duas turbinas Francis: - Caudal máximo: 2 x 9 = 18 m³/s - Queda nominal: 73 m - Potência: 2 x 5,6 = 11,2 Mw Valor da obra: USD

22 Plano de Electrificação de Timor Componente hidroeléctrica do Plano de Electrificação de Timor Leste. Iden\ficação, pré dimensionamento, es\ma\va de custo e classificação de todos os aproveitamentos hidroeléctricos tecnicamente viáveis no País com relevância para a sua rede de distribuição de energia. Valor da obra: USD

23 Ampliação do Sistema de Bica Fria Concelho de Vendas Novas - Portugal 30km de condutas, de diâmetro 90mm a 125mm; 3 Reservatórios apoiados (200 m³ e m 3 ); 2 Reservatórios elevados (200 m³ e 500 m³); 3 Estações elevatórias; 3 Furos de captação de água; Reabilitação de 4 reservatórios elevados (200 m³ a 500 m³). Valor da obra:

24 Infra- estruturas em Baixa de Adução e Reserva dos Subsistemas de Abastecimento de Água de Vilar, Lumiares e Balsemão Portugal Subsistema de Vilar 126km de condutas, de diâmetro 90 a 125mm; 9 Reservatórios, com capacidades entre 100m3 e 800m3; 5 Estações elevatórias. Subsistema de Lumiares 20km de condutas, de diâmetro 90 a 125mm; 25 Reservatórios, com capacidades entre 100m3 e 500m3; 1 Estação elevatória. Subsistema de Balsemão 60km de condutas, de diâmetro 90mm a 125mm; 45 Reservatórios, com capacidades entre 100m3 e 800m3; 7 Estações elevatórias.

25 Captação, Estação Elevatória e Reservatório de São Jorge Portugal Captação de Água na Albufeira de Touvedo Estação elevatória P = 2 MW 4 grupos submersíveis Q = 250 l/s sob 175 mca. Conduta elevatória, DN 700 de FFD, 1100 m de extensão. Reservatório de água tratada com m 3

26 Saneamento da Bacia do Guadiana Portugal Projetos de Execução das Estações Elevatórias e Interceptores de Montoito e Redondo. Montoito 5 Estações elevatórias: - Q = 6 a 40 l/s e H = 8 a 11 mca. Interceptores: - L = 550 m e DN = 200 mm a 400 mm. Redondo 2 Estações elevatórias: - Q = 14 e 20 l/s e H = 50 mca. Interceptores: - L = 1250 m e DN = 200 mm a 250 mm. Valor da obra:

27 Plano de Controlo de Caudais Pluviais no Subsistema de Frielas - Portugal Campanha de medição de caudal, com instalação de 20 medidores de caudal no interior dos colectores; Campanha de medição de nível, com instalação de 7 medidores de nível em linhas de água e colectores; Campanha de medição de pluviosidade com instalação de 5 udómetros; Construção, validação e calibração do modelo do Subsistema em sotware SWMM (V ); Avaliação do funcionamento hidráulico do subsistema; Controlo de afluências pluviais e elaboração dos projectos das medidas de aplicar. Valor da obra: TAMPA ESTANQUE CX1 DN BETÃO DE REGULARIZAÇÃO PROTECÇÃO EM BETÃO DE ACORDO COM DESENHO DE PORMENORES A TERRENO NATURAL 1.80 DN VARIÁVEL0.25 VARIÁVEL 0.25 ATERRO CAIXA PARA VOLANTE DA VÁLVULA MURAL DN400 A BETÃO DE REGULARIZAÇÃO VIGA DN DN CX DN400 TERRENO NATURAL Ø1.00 C BETÃO DE REGULARIZAÇÃO VARIÁVEL

28 Área de Desenvolvimento TurísIco 3 Portugal Abastecimento de Água Potável: 2 furos de captação de água, reservatório (3 000 m³), centrais hidropressoras, 10,4 km de rede de distribuição (DN 90 a 315 mm); Abastecimento de Água para Rega: 2 furos de captação, reservatórios de rega principais (200 m³), centrais hidropressoras, 6,3 km de rede de distribuição (DN 90 a 160 mm); Drenagem e Tratamento de Águas Residuais Domésticas: 5,5 km de colectores gravíticos (DN 200 a 630 mm), 6 estações elevatórias, 4,8 km de condutas elevatórias (DN 110 a 315 mm); ETAR: Tratamento ao nível terciário com aproveitamento da água tratada para rega do campo de golfe. Drenagem de Águas Pluviais: 10,3 km de valas e trincheiras drenantes e 34 poços absorventes. Valor da obra: ,00

29 Royal Óbidos, Complexo TurísIco SPA & Golf Portugal Abastecimento de Água Potável: 3,3 km de condutas adutoras (DN 125 a 500 mm); reservatório (4 000 m³) e centrais hidropressoras; 11,0 km de rede (DN 90 a 200 mm); Abastecimento de Água para Rega: reservatório (1.000 m³) e centrais hidropressoras; 5,6 km de rede (DN 63 a 200 mm); Drenagem de Águas Residuais: 12,7 km de colectores graví\cos (DN 200 a 400 mm); 3 estações elevatórias e 1,1 km de condutas elevatórias (DN 125 a 250 mm). Drenagem de Águas Pluviais: 11,6 km de colectores graví\cos (DN 400 a 800 mm). Valor da obra:

30 Barragem das Olgas Portugal Barragem para abastecimento urbano: Betão gravidade clássico; 34,5 m de altura máxima acima da fundação; 123 m de desenvolvimento do coroamento; m³ de volume de betão. Descarregador de Cheias: caudal máximo de 196 m³/s, soleira descarregadora livre (\po Creager), Descarga de fundo (Φ800mm) inserida no corpo da barragem; caudal máximo de 2,43 m³/s. Torre de tomada de água na albufeira: estação de bombagem com 3 orixcios (Φ300mm) para captação de água a diferentes níveis. Valor da obra:

31 Barragem de Pretarouca Portugal Barragem para abastecimento urbano: Betão gravidade clássico; 28,5 m de altura máxima acima da fundação; 305 m de desenvolvimento do coroamento; m³ de volume de betão. Descarregador de Cheias: caudal máximo de 194 m³/s, soleira descarregadora livre (\po Creager), Descarga de fundo (Φ1.300mm) inserida no corpo da barragem; caudal máximo de 8,80 m³/s. 3 tomadas de água na albufeira: (Φ800mm) sobre o paramento da barragem. Valor da obra:

32 Açude Insuflável de Abrantes Portugal Açude móvel, des\nado a criar um espelho de água permanente defronte da cidade de Abrantes, para fins cénicos e lúdicos. 6,5 m de altura máxima acima do leito 250 m de extensão 5 vãos, sendo 1 deles fixo com 40 m de largura e 3 deles móveis com comportas insufláveis de 45 m de largura por 3,2 m de altura Circuito para descarga de caudal ecológico, na margem direita Escada de peixes na margem esquerda para um caudal da ordem de 2 m³/s. Valor da obra:

33 Empreitada da Rede de Rega do Bloco de Cuba Oeste no Aproveitamento Hidroagrícola de Alvito- Pisão Portugal Gestão e Fiscalização O Sistema de Rega de Cuba Oeste é uma obra que faz parte do Aproveitamento Hidroagrícola Alvito- Pisão: cons\tuído por um Reservatório (R1), uma Estação Elevatória EE1 e dois blocos de rega que alimenta uma área de ha. Valor da obra:

34 Barragem de Odelouca Portugal Gestão, fiscalização e coordenação de segurança em obra Barragem de aterro zonado com 7,8 km² de albufeira: Capacidade ú\l de Armazenamento: 134 hm³ Altura máxima: 76 m Desenvolvimento do coroamento: 415 m Largura do coroamento: 11 m Volume Terras: cerca de m3 Descarregador de Cheias Escavação: m3 Betão: m3 Valor da obra:

35 MUITO OBRIGADO PELA VOSSA ATENÇÃO!

Projecto Hidroagricola da Baixa de Óbidos. Localização. Objectivos

Projecto Hidroagricola da Baixa de Óbidos. Localização. Objectivos Projecto Hidroagricola da Baixa de Óbidos Regadio e Aproveitamentos Hidroagrícolas» Aproveitamentos hidroagrícolas em projecto» Projecto Hidroagricola da Baixa de Óbidos Localização A vila de Óbidos situada

Leia mais

Hidráulica e Ambiente

Hidráulica e Ambiente Hidráulica e Ambiente Abastecimento de Água 1./ Obras da Rede de Distribuição de Lisboa Coordenação de Segurança, Saúde e Ambiente - 1996 - Cliente: EPAL, SA Ano: 2011 Valor: --- 2./ Estudo de actualização

Leia mais

OBRAS HIDRÁULICAS, HIDRÁULICA URBANA E ENERGIAS RENOVÁVEIS OBRAS HIDRÁULICAS, HIDRÁULICA URBANA Y ENERGÍAS RENOVABLES

OBRAS HIDRÁULICAS, HIDRÁULICA URBANA E ENERGIAS RENOVÁVEIS OBRAS HIDRÁULICAS, HIDRÁULICA URBANA Y ENERGÍAS RENOVABLES OBRAS HIDRÁULICAS, HIDRÁULICA URBANA E ENERGIAS RENOVÁVEIS OBRAS HIDRÁULICAS, HIDRÁULICA URBANA Y ENERGÍAS RENOVABL OBRAS HIDRÁULICAS, HIDRÁULICA URBANA E ENERGIAS RENOVÁVEIS OBRAS HIDRÁULICAS, HIDRÁULICA

Leia mais

Reforço de Potência Aproveitamento Hidroeléctrico de Vila Nova/Venda Nova. (Venda Nova II) Relatório de Visita de Estudo.

Reforço de Potência Aproveitamento Hidroeléctrico de Vila Nova/Venda Nova. (Venda Nova II) Relatório de Visita de Estudo. ISEL INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E AUTOMAÇÃO Reforço de Potência Aproveitamento Hidroeléctrico de Vila Nova/Venda Nova (Venda Nova II) Relatório

Leia mais

ÁguaGlobal. Mesa Redonda Testemunhos Empresariais CENOR / CONDURIL / EFACEC / FASE / MOINHOS AMBIENTE / PROCESL / SISÁQUA

ÁguaGlobal. Mesa Redonda Testemunhos Empresariais CENOR / CONDURIL / EFACEC / FASE / MOINHOS AMBIENTE / PROCESL / SISÁQUA ÁguaGlobal Mesa Redonda Testemunhos Empresariais CENOR / CONDURIL / EFACEC / FASE / MOINHOS AMBIENTE / PROCESL / SISÁQUA Sessão de encerramento Leça da Palmeira, 27 de Abril, 2014 Desafios e constrangimentos

Leia mais

VALÊNCIAS AMBIENTAIS EM ENGENHARIA (VAE) (2ºano MEAmbi) Mestrado Integrado em Engª do Ambiente (2015/2016) Sala QA1.4

VALÊNCIAS AMBIENTAIS EM ENGENHARIA (VAE) (2ºano MEAmbi) Mestrado Integrado em Engª do Ambiente (2015/2016) Sala QA1.4 DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL, ARQUITETURA E GEORRECURSOS VALÊNCIAS AMBIENTAIS EM ENGENHARIA (VAE) (2ºano MEAmbi) Mestrado Integrado em Engª do Ambiente (2015/2016) Sala QA1.4 SISTEMAS DE ABASTECIMENTO

Leia mais

ATOS DE ENGENHARIA CIVIL

ATOS DE ENGENHARIA CIVIL 1. ENGENHARIA CIVIL ATOS DE ENGENHARIA CIVIL 1 Projeto 1.1 Edificações 1.1.1 Estabilidade e contenção periférica Contenção periférica Plano de escavação Fundações superficiais Fundações profundas Muros

Leia mais

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NA ÁGUAS DO VOUGA

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NA ÁGUAS DO VOUGA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NA ÁGUAS DO VOUGA Tiago PARENTE 1 Fausto OLIVEIRA 2, RESUMO A promoção pela eficiência energética tem sido uma das medidas impostas pelas actuais políticas europeias com o objectivo

Leia mais

Rio Catucá (Barragem de Botafogo), Cumbe, Pilão, Tabatinga, Conga, Arataca/Jardim e ainda os Rios Pitanga e Utinga.

Rio Catucá (Barragem de Botafogo), Cumbe, Pilão, Tabatinga, Conga, Arataca/Jardim e ainda os Rios Pitanga e Utinga. SISTEMA BOTAFOGO INÍCIO DE OPERAÇÃO DO SISTEMA: 1986 (1ª etapa) UNIVERSO DE ATENDIMENTO: Produz, aproximadamente, 17% do volume distribuído na Região Metropolitana do Recife, abrangendo Igarassu (parcialmente),

Leia mais

O COMEÇO DA INTERNACIONALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ENGENHARIA. O exemplo da COBA, Consultores de Engenharia e Ambiente

O COMEÇO DA INTERNACIONALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ENGENHARIA. O exemplo da COBA, Consultores de Engenharia e Ambiente O COMEÇO DA INTERNACIONALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ENGENHARIA. O exemplo da COBA, Consultores de Engenharia e Ambiente Ricardo Oliveira COBA, Consultores de Engenharia e Ambiente UNL/ Faculdade de Ciências

Leia mais

CADEIA DE VALOR DO CLUSTER PORTUGUÊS DA ÁGUA DESAFIOS E POTENCIALIDADES

CADEIA DE VALOR DO CLUSTER PORTUGUÊS DA ÁGUA DESAFIOS E POTENCIALIDADES ÁGUA GLOBAL CADEIA DE VALOR DO CLUSTER PORTUGUÊS DA ÁGUA DESAFIOS E POTENCIALIDADES Maria da Saúde Inácio AEP I. ENQUADRAMENTO GESTÃO DA ÁGUA Pilar Azul da Política de Sustentabilidade Grande Desafio do

Leia mais

OBRAS HIDRÁULICAS E ENERGIAS RENOVÁVEIS Obras hidráulicas y energías renovables

OBRAS HIDRÁULICAS E ENERGIAS RENOVÁVEIS Obras hidráulicas y energías renovables OBRAS HIDRÁULICAS E ENERGIAS RENOVÁVEIS Obras hidráulicas y energías renovables OBRAS HIDRÁULICAS E ENERGIAS RENOVÁVEIS Obras hidráulicas y energías renovables 06 INTRODUÇÃO INTRODUCCIÓN ABASTECIMENTO

Leia mais

ELEMENTOS NECESSÁRIOS À INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE LICENÇA DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS DESCARGA DE ÁGUAS RESIDUAIS

ELEMENTOS NECESSÁRIOS À INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE LICENÇA DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS DESCARGA DE ÁGUAS RESIDUAIS ELEMENTOS NECESSÁRIOS À INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE LICENÇA DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS DESCARGA DE ÁGUAS RESIDUAIS I IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE Nome/Denominação social, identificação fiscal n.º, bilhete

Leia mais

Portfolio. Vias de Comunicação, Obras de Urbanização e outras Infraestruturas

Portfolio. Vias de Comunicação, Obras de Urbanização e outras Infraestruturas Portfolio Vias de Comunicação, Obras de Urbanização Reservatório de Baguim do Monte Águas de Gondomar, S.A. 2009 Duas células, 2 x 2.000,00 m³ Capacidade Total do Reservatório, 4.000,00 m³ Conduta Adutora

Leia mais

PROJECTO DA ESTAÇÃO ELEVATÓRIA PRINCIPAL DE PEDRÓGÃO, NA PERSPECTIVA DOS EQUIPAMENTOS

PROJECTO DA ESTAÇÃO ELEVATÓRIA PRINCIPAL DE PEDRÓGÃO, NA PERSPECTIVA DOS EQUIPAMENTOS PROJECTO DA ESTAÇÃO ELEVATÓRIA PRINCIPAL DE PEDRÓGÃO, NA PERSPECTIVA DOS EQUIPAMENTOS Pedro SANTOS Eng.º Mecânico, COBA, Av. 5 de Outubro, 323, 1649-011 Lisboa, +351210125000, pgs@coba.pt Luís GUSMÃO Eng.º

Leia mais

REVISÃO DO DL 73/73 DIPLOMA II Anexo II ANEXO II

REVISÃO DO DL 73/73 DIPLOMA II Anexo II ANEXO II ANEXO II CLASSIFICAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS SEGUNDO A SUA COMPLEXIDADE I a IV PROPOSTA DE REAJUSTAMENTO DO ANEXO 1 DA PROPOSTA DE DECRETO-LEI APRESENTADO PELO GRUPO DE TRABALHO CONSTITUÍDO PELA APPC, OE,

Leia mais

APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE AGILDE

APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE AGILDE APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE AGILDE Ribeira de Santa Natália Concelho de Celorico de Basto Acesso rodoviário Açude Canal e conduta forçada Câmara de carga Central hidroeléctrica O aproveitamento hidroeléctrico

Leia mais

APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE EL BORJ (MARROCOS) Concepção, dimensionamento e optimização do aproveitamento

APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE EL BORJ (MARROCOS) Concepção, dimensionamento e optimização do aproveitamento APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE EL BORJ (MARROCOS) Concepção, dimensionamento e optimização do aproveitamento António PEREIRA DA SILVA Engº Civil, MSc Hidráulica e Recursos Hídricos, Director Adjunto

Leia mais

IGA Investimentos e Gestão da Água, S.A.

IGA Investimentos e Gestão da Água, S.A. Levantamento e Cadastro de Infra-estruturas associadas aos Sistemas de Abastecimento de Água e de Tratamento e Drenagem de Águas Residuais e Pluviais Ricardo Freitas 3 Objectivos Elaboração do cadastro

Leia mais

AULA 5. PROJECTO DE SANEAMENTO Aula 5 - Sumário RESERVATÓRIOS

AULA 5. PROJECTO DE SANEAMENTO Aula 5 - Sumário RESERVATÓRIOS PROJECTO DE SANEAMENTO Aula 5 - Sumário AULA 5 RESERVATÓRIOS Função dos reservatórios. Tipos de Reservatórios. Localização. Aspectos construtivos. Órgãos e Acessórios e Instrumentação. Dimensionamento

Leia mais

ESTAÇÃO ELEVATÓRIA PEDRÓGÃO-MARGEM ESQUERDA E REFORÇO DE POTÊNCIA DO PEDRÓGÃO. CONCEPÇÃO E PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DAS OBRAS

ESTAÇÃO ELEVATÓRIA PEDRÓGÃO-MARGEM ESQUERDA E REFORÇO DE POTÊNCIA DO PEDRÓGÃO. CONCEPÇÃO E PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DAS OBRAS ESTAÇÃO ELEVATÓRIA PEDRÓGÃO-MARGEM ESQUERDA E REFORÇO DE POTÊNCIA DO PEDRÓGÃO. CONCEPÇÃO E PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DAS OBRAS António PINHEIRO (1) ; António MOISÉS (2) ; Carlos GASPAR (3) (1) CEHIDRO,

Leia mais

5.2 Material da tubagem: AA_PVC de 10kg/cm2; ARD_PVC de 6kg/cm2; AP_Manilhas de betão pré-fabricadas

5.2 Material da tubagem: AA_PVC de 10kg/cm2; ARD_PVC de 6kg/cm2; AP_Manilhas de betão pré-fabricadas A) Abastecimento de Água + Drenagem de Águas Residuais Domésticas + Drenagem de Águas Pluviais 1. Requerimento (*) 2. Termo de responsabilidade (*): 2.1 Independente por especialidade apresentada 2.2 Legislação

Leia mais

A seguir, far-se-á a descrição das unidades operacionais dos referidos sistemas:

A seguir, far-se-á a descrição das unidades operacionais dos referidos sistemas: 3.4 MURIAÉ Projeto Preparatório para o Gerenciamento dos Recursos Hídricos do Paraíba do Sul Os sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário da cidade de Muriaé são operados e mantidos

Leia mais

40 Anos de Internacionalização A Experiência de uma Empresa de Engenharia

40 Anos de Internacionalização A Experiência de uma Empresa de Engenharia A Experiência de uma Empresa de Engenharia Victor Carneiro Presidente da Comissão Executiva da COBA www.coba.pt Fundada em 1962, a COBA, S.A0 é hoje uma das maiores empresas de Consultores de Engenharia

Leia mais

Central Hidroeléctrica da Serra de Água

Central Hidroeléctrica da Serra de Água Central Hidroeléctrica da Serra de Água Descrição Geral A Central da Serra de Água foi inaugurada em 1953, fazendo parte da primeira fase dos aproveitamentos hidroagrícolas realizados na década de cinquenta.

Leia mais

AULA 23 ÓRGÃOS ESPECIAIS EM SISTEMAS DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS. SANEAMENTO Aula 23 - Sumário

AULA 23 ÓRGÃOS ESPECIAIS EM SISTEMAS DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS. SANEAMENTO Aula 23 - Sumário SANEAMENTO Aula 23 - Sumário AULA 23 ÓRGÃOS ESPECIAIS EM SISTEMAS DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS Sifões invertidos, descarregadores e instalações elevatórias. Saneamento [A23.1] SIFÕES INVERTIDOS (Artº

Leia mais

Engenharia, Ambiente e Qualidade de Vida

Engenharia, Ambiente e Qualidade de Vida Engenharia, Ambiente e Qualidade de Vida HISTÓRIA, MISSÃO, VISÃO E VALORES HISTÓRIA A Prospectiva nasceu em 1977 para desenvolver Estudos e Projectos de Engenharia. Iniciou a sua actividade na Hidráulica

Leia mais

C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E

C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E 0 SISTEMAS DE À ZONA NORTE DA ÁREA DO GRANDE PORTO PORTUGAL DESCRIÇÃO: SISTEMA MULTIMUNICIPAL DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA À ZONA NORTE DA REGIÃO DO GRANDE PORTO IPE Águas de Portugal / Águas do Cávado, S.A.

Leia mais

3.9 VISCONDE DE RIO BRANCO

3.9 VISCONDE DE RIO BRANCO 3.9 VISCONDE DE RIO BRANCO Projeto Preparatório para o Gerenciamento dos Recursos Hídricos do Paraíba do Sul Em Visconde de Rio Branco, o sistema público de abastecimento de água é operado e mantido pela

Leia mais

Reabilitação de barragens de aterro. Barragem do Roxo. Anomalias, Diagnóstico e Reabilitação

Reabilitação de barragens de aterro. Barragem do Roxo. Anomalias, Diagnóstico e Reabilitação Reabilitação de barragens de aterro Barragem do Roxo Anomalias, Diagnóstico e Reabilitação Caraterísticas Gerais da Barragem do Roxo > Vale assimétrico Forte inclinação na margem esquerda Suave na margem

Leia mais

ÁGUAS DO CÁVADO, SA A ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA DE AREIAS DE VILAR. Octávio PASCOAL PEREIRA (1)

ÁGUAS DO CÁVADO, SA A ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA DE AREIAS DE VILAR. Octávio PASCOAL PEREIRA (1) ÁGUAS DO CÁVADO, SA A ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA DE AREIAS DE VILAR Octávio PASCOAL PEREIRA (1) RESUMO A Estação de Tratamento de Água (ETA) de Areias de Vilar e as infraestruturas de captação e da

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA. VALÊNCIAS AMBIENTAIS EM ENGENHARIA (VAE) Mestrado Integrado em Engª do Ambiente

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA. VALÊNCIAS AMBIENTAIS EM ENGENHARIA (VAE) Mestrado Integrado em Engª do Ambiente DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA VALÊNCIAS AMBIENTAIS EM ENGENHARIA (VAE) Mestrado Integrado em Engª do Ambiente SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E SANEAMENTO José Saldanha Matos (DECivil)

Leia mais

3.1. JUIZ DE FORA. 3.1.1 Sistema Existente de Abastecimento de Água

3.1. JUIZ DE FORA. 3.1.1 Sistema Existente de Abastecimento de Água A adução é feita por gravidade, partindo da barragem que garante a submergência de duas tubulações que encaminham a água captada a duas estruturas de controle (Foto 2), ambas construídas em concreto armado,

Leia mais

CAUDALÍMETROS ULTRA-SÓNICOS

CAUDALÍMETROS ULTRA-SÓNICOS EQUIPAMENTOS - SERVIÇOS - REFERÊNCIAS TUBAGENS PARCIALMENTE CHEIAS - TUBAGENS CHEIAS - RIOS - CANAIS Rua do Proletariado 15-B - 2795-648 CARNAXIDE tel. 214 203 900 fax 214 203 901 e-mail industria@contimetra.com

Leia mais

VISITA DA ORDEM DOS ENGENHEIROS REGIÃO NORTE

VISITA DA ORDEM DOS ENGENHEIROS REGIÃO NORTE Reforço de Potência de Bemposta VISITA DA ORDEM DOS ENGENHEIROS REGIÃO NORTE BEMPOSTA, 13 de Novembro de 2010 António Freitas da Costa Agenda 1. Objectivo 2. O Aproveitamento Hidroeléctrico do Douro Internacional

Leia mais

AHE SIMPLÍCIO QUEDA ÚNICA* Luiz Antônio Buonomo de PINHO Gerente / Engenheiro Civil Furnas Centrais Elétricas S. A.

AHE SIMPLÍCIO QUEDA ÚNICA* Luiz Antônio Buonomo de PINHO Gerente / Engenheiro Civil Furnas Centrais Elétricas S. A. AHE SIMPLÍCIO QUEDA ÚNICA* Luiz Antônio Buonomo de PINHO Gerente / Engenheiro Civil Furnas Centrais Elétricas S. A. Rogério Sales GÓZ Gerente / Engenheiro Civil Furnas Centrais Elétricas S. A. Brasil RESUMO

Leia mais

A CONSULGAL EXPERIÊNCIA E MODELO DE IMPLANTAÇÃO NO BRASIL

A CONSULGAL EXPERIÊNCIA E MODELO DE IMPLANTAÇÃO NO BRASIL A CONSULGAL EXPERIÊNCIA E MODELO DE IMPLANTAÇÃO NO BRASIL . . . . . . . . ÁREAS DE EXPERIÊNCIA INFRAESTRUTURAS DE TRANSPORTES EDIFÍCIOS E URBANISMO ENERGIA E INDUSTRIA ÁGUA, SANEAMENTO E AMBIENTE I.INFRAESTRUTURAS

Leia mais

C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E CENTRAIS HIDROELÉCTRICAS CENTRAL DE CAMBAMBE 2

C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E CENTRAIS HIDROELÉCTRICAS CENTRAL DE CAMBAMBE 2 CENTRAIS HIDROELÉCTRICAS CENTRAL DE CAMBAMBE 2 ANGOLA REFORÇO DE POTÊNCIA DO HIDROELÉCTRICO DE CAMBAMBE CONSTRUÇÃO CENTRAL 2 Cliente: ENE - Empresa Nacional de Electridade Aprovação de Projectos, Gestão

Leia mais

3.5 SANTOS DUMONT. Quanto ao sistema de esgotamento sanitário, sua operação e manutenção cabe a Prefeitura local, através da Secretaria de Obras.

3.5 SANTOS DUMONT. Quanto ao sistema de esgotamento sanitário, sua operação e manutenção cabe a Prefeitura local, através da Secretaria de Obras. Esta unidade compõe-se de três conjuntos moto-bombas idênticos, dos quais dois operam em paralelo, ficando o terceiro como unidade de reserva e/ou rodízio. Estão associados, cada um, a um motor elétrico

Leia mais

C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E S. A. C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E

C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E S. A. C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E S. A. C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E BREVE HISTÓRIA Fundada em 1962, a COBA é hoje a maior empresa portuguesa de Consultores de Engenharia 250 colaboradores. 400 colaboradores

Leia mais

Engenharia, Ambiente e Qualidade de Vida

Engenharia, Ambiente e Qualidade de Vida Engenharia, Ambiente e Qualidade de Vida www.prospectiva.pt HISTÓRIA, MISSÃO, VISÃO E VALORES HISTÓRIA A PROSPECTIVA nasceu em 1977 para desenvolver Estudos e Projectos de Engenharia. Iniciou a sua actividade

Leia mais

PERDAS DE ÁGUA NA REDE

PERDAS DE ÁGUA NA REDE Seminário Uso Eficiente da Água no Sector Residencial Catarina Canha ambiente@cm-obidos.pt Estrutura da Apresentação 1. Descrição das principais actividades do Município de Óbidos; 2. Definição de objectivos;

Leia mais

-Torre de tomada d água com dispositivos de comportas e tubulações com diâmetro de 1.200mm;

-Torre de tomada d água com dispositivos de comportas e tubulações com diâmetro de 1.200mm; SISTEMA SUAPE INÍCIO DE OPERAÇÃO DO SISTEMA: 1982 (Inicialmente atendia apenas ao Complexo Industrial de Suape, e, a partir de 1983, passou a ter a configuração atual). UNIVERSO DE ATENDIMENTO: Produz,

Leia mais

PCH BARUÍTO PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO PROJETO

PCH BARUÍTO PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO PROJETO PCH BARUÍTO PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO PROJETO CUIABÁ MT OUTUBRO DE 2003 1 PCH BARUITO PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO PROJETO Empreendedor : Global Energia Elétrica S/A Empreendimento:

Leia mais

PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL DA REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA

PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL DA REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL DA REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA Diretoria de Tecnologia, Empreendimentos e Meio Ambiente - T Sistema Produtor de Água Mambu - Branco REUNIÃO DO COMITÊ TÉCNICO

Leia mais

Lista Classificativa de Projectos de Construção que Precisam de se Sujeitar à Avaliação de Impacto Ambiental (experimental)

Lista Classificativa de Projectos de Construção que Precisam de se Sujeitar à Avaliação de Impacto Ambiental (experimental) Lista Classificativa de de Construção que Precisam de se Sujeitar à Avaliação de Impacto Ambiental (experimental) 1. Objectivo Para acelerar as acções referente ao estabelecimento do regime da avaliação

Leia mais

U H E S Ã O S A LVA D O R

U H E S Ã O S A LVA D O R SÃO SALVADOR Estudo de impacto ambiental U H E S Ã O S A LVA D O R Anexos Volume IV Anexo A A-1 Anexo A. Capítulo I Caracterização do empreendimento Anexo A A-2 A1. Fases de Desvio do rio Tocantins para

Leia mais

SISTEMAS PREDIAIS DE ÁGUAS E ESGOTOS EM EDIFÍCIOS ALTOS

SISTEMAS PREDIAIS DE ÁGUAS E ESGOTOS EM EDIFÍCIOS ALTOS VI ENCONTRO TÉCNICO DA ECOSERVIÇOS SISTEMAS PREDIAIS DE ÁGUAS E ESGOTOS EM EDIFÍCIOS ALTOS LÉLIO BARATA FÉLIX PONTA DELGADA, 8 DE MAIO DE 2003 1 INSTALAÇÕES DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA (fria / quente / incêndio)

Leia mais

INÍCIO DE OPERAÇÃO DO SISTEMA: A primeira etapa entrou em operação em 1975 e a segunda, em 1982.

INÍCIO DE OPERAÇÃO DO SISTEMA: A primeira etapa entrou em operação em 1975 e a segunda, em 1982. SISTEMA TAPACURÁ INÍCIO DE OPERAÇÃO DO SISTEMA: A primeira etapa entrou em operação em 1975 e a segunda, em 1982. UNIVERSO DE ATENDIMENTO: Produz, aproximadamente, 36% do volume distribuído na Região Metropolitana

Leia mais

Projetos Internacionais

Projetos Internacionais Projetos Internacionais Projetos Nacionais de Desenvolvimento Nacional de Água (I e II) - Banco Mundial (IDA) Cerca de 130 milhões USD (1998-2007) para a produção de água em zonas rurais e urbanas e para

Leia mais

www.h3p.pt Um parceiro para o Desenvolvimento de Angola

www.h3p.pt Um parceiro para o Desenvolvimento de Angola www.h3p.pt Um parceiro para o Desenvolvimento de Angola A H3P, UM PARCEIRO PARA O DESENVOLVIMENTO EM ANGOLA APRESENTAÇÃO A h3p, Engenharia e Gestão, S.A., é uma empresa de direito angolana, constituída

Leia mais

Obras do Sistema de Esgotamento Sanitário Rondonópolis MT

Obras do Sistema de Esgotamento Sanitário Rondonópolis MT Obras do Sistema de Esgotamento Sanitário Rondonópolis MT Sistema Condominial de Esgotamento Sanitário Elmo Locatelli Ltda PAC/BNDES BACIA D-E Vila Olinda Instalações dos dispositivos de sinalização para

Leia mais

Barragens no Espaço da CPLP Experiências, Soluções e Desafios Maputo, 17-18 de Novembro, 2014

Barragens no Espaço da CPLP Experiências, Soluções e Desafios Maputo, 17-18 de Novembro, 2014 Barragens no Espaço da CPLP Experiências, Soluções e Desafios Maputo, 17-18 de Novembro, 2014 Pequenas Barragens em Moçambique: Motivação, Projecto e Manutenção Prof. Álvaro Carmo Vaz CONSULTEC 1 1 Tópicos

Leia mais

ELEMENTOS NECESSÁRIOS À INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE TÍTULO DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS

ELEMENTOS NECESSÁRIOS À INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE TÍTULO DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS ELEMENTOS NECESSÁRIOS À INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE TÍTULO DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS I. IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE Nome/Denominação social, identificação fiscal n.º, com residência/sede em, código

Leia mais

Projeto Heróis da Água Fase III - 2014/2015

Projeto Heróis da Água Fase III - 2014/2015 O projeto O Projeto Heróis da Água é promovido pela EMAS de Beja e pela Câmara Municipal de Beja, enquadra-se na área da sensibilização e educação ambiental. O projeto mantem-se pelo 3.º ano e continua

Leia mais

Metas de Infraestrutura - Contrato de Programa - Duque de Caxias

Metas de Infraestrutura - Contrato de Programa - Duque de Caxias PRAZO EXECUÇÃO META A SER EXECUTADA DESCRITIVO DA META FÍSICO EXECUTADO 2008 2009 2010 2011 Ampliação e complementação do sistema de produção de água tratada para as localidades de Imbariê e Taquara, na

Leia mais

Obras do Sistema de Esgotamento Sanitário Rondonópolis MT

Obras do Sistema de Esgotamento Sanitário Rondonópolis MT Obras do Sistema de Esgotamento Sanitário Rondonópolis MT Sistema Condominial de Esgotamento Sanitário Elmo Locatelli Ltda PAC/BNDES BACIA D-E Vila Olinda Parque Universitário Sinalização ao longo das

Leia mais

Como chega a água às nossas casas?

Como chega a água às nossas casas? AgdA Águas Públicas do Alentejo, S.A. Como chega a água às nossas casas? Água de Todos para Todos Quem é? Em 13 de Agosto de 2009, foi celebrado um Contrato de Parceria Pública entre o Estado Português

Leia mais

Centrais Elevatórias de Efluentes

Centrais Elevatórias de Efluentes Centrais Elevatórias de Efluentes Série Ambibox A P L I C A Ç Õ E S Elevação para a rede pública de colectores Indústria Povoações Loteamentos habitacionais Parques de Campismo Garagens Caves, etc... C

Leia mais

ÁguaGlobal Cluster da Água

ÁguaGlobal Cluster da Água ÁguaGlobal Cluster da Água Casos de Estudo de Experiências de Internacionalização de Empresas que integram o Cluster da Água Outono de 2013 www.ppa.pt www.aguaglobal.aeportugal.pt 6 CASOS EM DIFERENTES

Leia mais

declaração ambiental 2013 aproveitamentos hidroelétricos da edp produção

declaração ambiental 2013 aproveitamentos hidroelétricos da edp produção declaração ambiental 213 aproveitamentos hidroelétricos da edp produção Centro de Produção Cávado-Lima Alto Lindoso Touvedo Alto Rabagão Vila Nova/Venda Nova Vila Nova/Paradela Frades/Venda Nova Cascata

Leia mais

Sistemas de abastecimento de água do da Cidade do Rio de Janeiro, com ênfase no GUANDU.

Sistemas de abastecimento de água do da Cidade do Rio de Janeiro, com ênfase no GUANDU. Sistemas de abastecimento de água do da Cidade do Rio de Janeiro, com ênfase no GUANDU. 23 SISTEMAS DE ABASTECIMENTO (Grande Rio) Pequenos Mananciais 1 m³/s Sistema Acari 3,8 m³/s Sistema

Leia mais

1 - APRESENTAÇÃO DA COBA 2 - INTRODUÇÃO 3 - METODOLOGIA DE ESTUDO DOS MACIÇOS 4 - CUSTOS DA PROSPECÇÃO GEOTÉCNICA 5 - ALGUMAS ESPECIFICIDADES DOS

1 - APRESENTAÇÃO DA COBA 2 - INTRODUÇÃO 3 - METODOLOGIA DE ESTUDO DOS MACIÇOS 4 - CUSTOS DA PROSPECÇÃO GEOTÉCNICA 5 - ALGUMAS ESPECIFICIDADES DOS 1 - APRESENTAÇÃO DA COBA 2 - INTRODUÇÃO 3 - METODOLOGIA DE ESTUDO DOS MACIÇOS 4 - CUSTOS DA PROSPECÇÃO GEOTÉCNICA 5 - ALGUMAS ESPECIFICIDADES DOS PAÍSES DA CPLP 6 - ALGUNS EXEMPLOS 1 - APRESENTAÇÃO DA

Leia mais

ETAR de Ermesinde e Alfena. Capacidade de Tratamento: Breve descrição do tratamento:

ETAR de Ermesinde e Alfena. Capacidade de Tratamento: Breve descrição do tratamento: ETAR de Ermesinde e Alfena A ETAR de Ermesinde foi projectada para tratar os efluentes urbanos provenientes da zona poente do Concelho de Valongo, abrangendo as freguesias de Ermesinde e Alfena. Esta ETAR

Leia mais

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais:

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais: A elevatória apresenta três conjuntos moto-bombas (Foto 3), dos quais dois operam em paralelo, ficando um de reserva, cada um associado a um motor elétrico de 150 cv de potência e recalcando uma vazão

Leia mais

DECLARAÇÃO AMBIENTAL 2012. Aproveitamentos Hidroelétricos da Direção de Produção Hidráulica

DECLARAÇÃO AMBIENTAL 2012. Aproveitamentos Hidroelétricos da Direção de Produção Hidráulica DECLARAÇÃO AMBIENTAL 2012 Aproveitamentos Hidroelétricos da Direção de Produção Hidráulica Centro de Produção Cávado-Lima Alto Lindoso, Touvedo, Alto Rabagão, Vila Nova/Venda Nova, Vila Nova/Paradela,

Leia mais

Guiade Projectoe Obra ANEXO II PORMENORES CONSTRUTIVOS

Guiade Projectoe Obra ANEXO II PORMENORES CONSTRUTIVOS Guiade Projectoe Obra ANEXO II ES CONSTRUTIVOS GUIADEPROJECTOEOBRA GPO- ANEXO II ES CONSTRUTIVOS Ediçãon.º1 Versãon.º0 Data: Nov/10 ÍNDICE PA1 AbastecimentodeÁgua Caixadecontador PA2 AbastecimentodeÁgua

Leia mais

ÁGUA E SAÚDE PÚBLICA. Estratégia de Desenvolvimento do Sector de Aguas de Moçambique.

ÁGUA E SAÚDE PÚBLICA. Estratégia de Desenvolvimento do Sector de Aguas de Moçambique. Públicas e Habitação 1 CONGRESSO DE ENGENHEIROS DE LÍNGUA PORTUGUESA ÁGUA E SAÚDE PÚBLICA Estratégia de Desenvolvimento do Sector de Aguas de Moçambique. DNA 18 OUTUBRO 2012 Maputo, October Outubro de2011

Leia mais

Termos de referência para o cadastro das infraestruturas de abastecimento de água e de saneamento de águas residuais

Termos de referência para o cadastro das infraestruturas de abastecimento de água e de saneamento de águas residuais Termos de referência para o cadastro das infraestruturas de abastecimento de água e de saneamento de águas residuais Enquadramento A base do conhecimento de qualquer sistema de abastecimento de água e

Leia mais

BARRAGENS DE TERRA E DE ENROCAMENTO AULA 1. Prof. Romero César Gomes - Departamento de Engenharia Civil /UFOP

BARRAGENS DE TERRA E DE ENROCAMENTO AULA 1. Prof. Romero César Gomes - Departamento de Engenharia Civil /UFOP BARRAGENS DE TERRA E DE ENROCAMENTO AULA 1 Prof. Romero César Gomes - Departamento de Engenharia Civil /UFOP Conceitos Gerais As barragens convencionais são estruturas construídas transversalmente aos

Leia mais

SOLUÇÕES CRIATIVAS E CONSISTENTES ADAPTADAS ÀS NECESSIDADES ESPECÍFICAS DE ENGENHARIA

SOLUÇÕES CRIATIVAS E CONSISTENTES ADAPTADAS ÀS NECESSIDADES ESPECÍFICAS DE ENGENHARIA SOLUÇÕES CRIATIVAS E CONSISTENTES ADAPTADAS ÀS NECESSIDADES ESPECÍFICAS DE ENGENHARIA A É UMA EMPRESA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NA ÁREA DA CONSULTORIA DE ENGENHARIA, QUE SE APRESENTA NO MERCADO NACIONAL

Leia mais

DISCIPLINA: SISTEMA SANITÁRIO (2/7)

DISCIPLINA: SISTEMA SANITÁRIO (2/7) DISCIPLINA: SISTEMA SANITÁRIO (2/7) Rede de capitação, tratamento e distribuição de água Rede de drenagem de águas pluviais Rede de coleta e tratamento de esgoto Serviço de coleta e tratamento de resíduos

Leia mais

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Reservatórios e Redes de Distribuição de Água Universidade Federal de Ouro Preto Escola de

Leia mais

MANUAL PROCESSOS PREDIAIS

MANUAL PROCESSOS PREDIAIS MANUAL Página : 3 / 11 ÍNDICE 1 OBJECTIVO...4 2 ÂMBITO...4 3 INSTRUÇÃO DO PROCESSO...4 3.1. Projecto... 4 3.2. Tela Fina.4 4 REGRAS A TER EM CONTA NA ELABORAÇÃO DO PROJECTO E EM OBRA...5 4.1. Ampliações

Leia mais

Jantar / Debate. A ACT e a Coordenação de Segurança interacção e cooperação em empreendimentos de construção

Jantar / Debate. A ACT e a Coordenação de Segurança interacção e cooperação em empreendimentos de construção Especialização em Segurança no Trabalho da Construção Jantar / Debate A ACT e a Coordenação de Segurança interacção e cooperação em empreendimentos de construção Ordem dos Engenheiros (Lisboa) 3 de Fevereiro

Leia mais

Construção à escala mundial

Construção à escala mundial Perfil Português Construção à escala mundial A BAM International é uma empresa do Royal BAM Group. Fundado nos Países Baixos em 1869, o Royal BAM Group é uma das maiores empresas de construção da Europa.

Leia mais

DIÁLOGO LATINOAMERICANO SOBRE LAS MEJORES PRÁCTICAS EN EL DESARROLLO DE GRANDES CENTRALES HIDROELÉCTRICAS. Carlos Nadalutti Filho

DIÁLOGO LATINOAMERICANO SOBRE LAS MEJORES PRÁCTICAS EN EL DESARROLLO DE GRANDES CENTRALES HIDROELÉCTRICAS. Carlos Nadalutti Filho DIÁLOGO LATINOAMERICANO SOBRE LAS MEJORES PRÁCTICAS EN EL DESARROLLO DE GRANDES CENTRALES HIDROELÉCTRICAS 22.11.2011 - Tucuruí,, Brasil Carlos Nadalutti Filho APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE CAPANDA Início:

Leia mais

Case Study Boavista Golf. Sistema de Monitorização e Controlo da Produção de Água para Rega de Campos de Golfe.

Case Study Boavista Golf. Sistema de Monitorização e Controlo da Produção de Água para Rega de Campos de Golfe. Case Study Boavista Golf Sistema de Monitorização e Controlo da Produção de Água para Rega de Campos de Golfe. Introdução Portugal é considerado, por muitos especialistas, um dos melhores lugares para

Leia mais

USINA HIDRELÉTRICA BELO MONTE EMPRESA: CONSÓRCIO NORTE ENERGIA POTÊNCIA INSTALADA: 11.233,1 MW ETAPA: PROJETO BÁSICO DATA: 18/08/10

USINA HIDRELÉTRICA BELO MONTE EMPRESA: CONSÓRCIO NORTE ENERGIA POTÊNCIA INSTALADA: 11.233,1 MW ETAPA: PROJETO BÁSICO DATA: 18/08/10 USINA HIDRELÉTRICA BELO MONTE EMPRESA: CONSÓRCIO NORTE ENERGIA POTÊNCIA INSTALADA: 11.233,1 MW ETA: PROJETO BÁSICO DATA: 18/08/10 CONTATO: TEL.: 1. LOCALIZAÇÃO RIO: XINGU SUB-BACIA: RIO XINGU RIO XINGU

Leia mais

Política da Qualidade da Canoliva:

Política da Qualidade da Canoliva: catálogo geral A CANOLIVA é uma empresa que comercializa todo o tipo de mercadoria para águas residuais, pluviais e potáveis que estejam de acordo com as normas e regulamentos aplicáveis. Política da Qualidade

Leia mais

Instituições Financeiras Internacionais Oportunidades no Setor da Água

Instituições Financeiras Internacionais Oportunidades no Setor da Água Instituições Financeiras Internacionais Oportunidades no Setor da Água QUEM SOMOS O grupo AdP tem por MISSÃO conceber, construir, explorar e gerir sistemas de Abastecimento de Água, de Saneamento de Águas

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE PROJECTO DE ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS PARA REGA. Aplicação à estação elevatória do Alfundão.

CRITÉRIOS GERAIS DE PROJECTO DE ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS PARA REGA. Aplicação à estação elevatória do Alfundão. CRITÉRIOS GERAIS DE PROJECTO DE ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS PARA REGA. Aplicação à estação elevatória do Alfundão. Sofia AZEVEDO; Vitor PAULO Sofia AZEVEDO Ph.D., Agricultural Engineering & Water Resources, Campo

Leia mais

Glossário. Caracterização física e de funcionamento

Glossário. Caracterização física e de funcionamento Glossário Caracterização física e de funcionamento 2011 TERMOS UTILIZADOS NA CARACTERIZAÇÃO FÍSICA E DE FUNCIONAMENTO A Adequabilidade do tratamento face à qualidade da água bruta consoante a sua qualidade,

Leia mais

ETAR de Valongo, Campo e Sobrado. Capacidade de Tratamento: Descrição do Tratamento

ETAR de Valongo, Campo e Sobrado. Capacidade de Tratamento: Descrição do Tratamento ETAR de Valongo, Campo e Sobrado A Estação de Tratamento de Águas Residuais de Valongo, Campo e Sobrado foi projectada para tratar os efluentes da zona nascente do Concelho de Valongo, abrangendo as freguesias

Leia mais

Cadastro Técnico de Sistemas de Abastecimento de Água

Cadastro Técnico de Sistemas de Abastecimento de Água 1 NORMA GT/FE/ Número / versão / ano ENG/CA/049/01/08 Data de aprovação 05 /11 / 2008 Doc. de aprovação Resolução nº 4950/2008 Cadastro Técnico de Sistemas de Abastecimento de Água SUMÁRIO 1 OBJETIVO...

Leia mais

A PROBLEMÁTICA DAS CAPTAÇÕES DIRECTAS EM ALBUFEIRAS

A PROBLEMÁTICA DAS CAPTAÇÕES DIRECTAS EM ALBUFEIRAS A PROBLEMÁTICA DAS CAPTAÇÕES DIRECTAS EM ALBUFEIRAS O CASO DO SISTEMA ALQUEVA-PEDRÓGÃO: CONDICIONANTES PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS Ana Ilhéu Margarida Brito David Catita Departamento de Ambiente e Ordenamento

Leia mais

2.4.0 TRANSPORTE, ARMAZENAGEM E SERVIÇOS RELACIONADOS

2.4.0 TRANSPORTE, ARMAZENAGEM E SERVIÇOS RELACIONADOS Listagem Categorias Criticas Portugal Esta é a listagem de categorias de produto/serviço consideradas criticas pelas empresas que compõem a omunidade RePro em Portugal. Caso tenha inscrito ou pretenda

Leia mais

Cambambe I Uma parceria para fornecer energia a Angola

Cambambe I Uma parceria para fornecer energia a Angola Cambambe I Uma parceria para fornecer energia a Angola II A Voith apoia plenamente Angola e o seu povo no processo de reconstrução após três décadas de guerra civil. Temos dado a nossa contribuição nos

Leia mais

Manual de Processos Prediais

Manual de Processos Prediais Índice Índice...1 1. Objectivo...2 2. Âmbito...2 3. Referências...2 4. Definições / Abreviaturas...2 5. Responsabilidades...2 6. Modo de Proceder...2 6.1. Fluxograma...2 6.2. Descrição...2 6.2.1. INSTRUÇÃO

Leia mais

Estação central de coimbra

Estação central de coimbra central de coimbra N o v a i n t e r f a c e i n t e r m o d a l e P l a n o d e u r b a n i z a ç ã o ( e n t r a d a p o e n t e ) Na sua história recente tem sido muito influenciada pela localização

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO 1. INTRODUÇÃO O Plano Municipal de Saneamento de Patos de Minas abrange a sede municipal, os distritos de Areado, Santana de Patos, Pindaíbas, Bom Sucesso de Patos, Major

Leia mais

DESCRITIVO TÉCNICO - EST 1

DESCRITIVO TÉCNICO - EST 1 DESCRITIVO TÉCNICO - EST 1 1 DESCRITIVO TÉCNICO 1.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS Todos os cálculos e detalhamentos estão de acordo com o prescrito nas normas NBR 6118:2014 Projeto de Estruturas de Concreto -

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO 2

MEMORIAL DESCRITIVO 2 R:\Senador Canedo\Produtos 2007\Projeto SAA\PROJETO BÁSICO ÁGUA\HIDRÁULICO\RELATÓRIO\0.doc MEMORIAL DESCRITIVO 2 CONTROLE INTERNO Data JAN/08 Nº Folhas 18 Folhas Rev. Responsável Daniela Verificação Aprovação

Leia mais

MUROS DE TERRA ARMADA - TERRAMESH

MUROS DE TERRA ARMADA - TERRAMESH MUROS DE TERRA ARMADA - TERRAMESH Rodolfo Amaro Junho de 2006 1 INTRODUÇÃO O presente trabalho tem como objectivo o estudo do sistema construtivo de Muros de Terra Armada, designadamente o sistema Terramesh.

Leia mais

A AngoBIM é uma empresa de direito Angolano, sedeada em Talatona, que tem como atividade principal o desenvolvimento de projetos de Arquitectura e de

A AngoBIM é uma empresa de direito Angolano, sedeada em Talatona, que tem como atividade principal o desenvolvimento de projetos de Arquitectura e de A AngoBIM é uma empresa de direito Angolano, sedeada em Talatona, que tem como atividade principal o desenvolvimento de projetos de Arquitectura e de Engenharia, bem como Assistência Técnica e Fiscalização

Leia mais

Soluções para Execução Pouco Intrusiva de Caves. Alexandre Pinto apinto@jetsj.pt

Soluções para Execução Pouco Intrusiva de Caves. Alexandre Pinto apinto@jetsj.pt Soluções para Execução Pouco Intrusiva de Caves Alexandre Pinto apinto@jetsj.pt Tipos de Fundações Técnicas de Reforço Técnicas de Execução de Caves Casos Práticos Considerações Finais Tipos de Fundações

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO REDE DISTRIBUIÇÃO D ÁGUA

MEMORIAL DESCRITIVO REDE DISTRIBUIÇÃO D ÁGUA MEMORIAL DESCRITIVO REDE DISTRIBUIÇÃO D ÁGUA 1.OBJETIVO: O presente memorial visa descrever os serviços e materiais a serem empregados para a execução de abastecimento de água potável a ser implantado

Leia mais

EDP - Gestão da Produção de Energia, S.A. Central Termoelétrica de Sines. Produção de Energia Elétrica e Deposição de resíduos não perigosos em aterro

EDP - Gestão da Produção de Energia, S.A. Central Termoelétrica de Sines. Produção de Energia Elétrica e Deposição de resíduos não perigosos em aterro 2.º ADITAMENTO À LICENÇA AMBIENTAL nº 300/2009 Nos termos da legislação relativa à Prevenção e Controlo Integrados da Poluição (PCIP), é emitido o 2.º Aditamento à Licença Ambiental do operador EDP - Gestão

Leia mais