RAÇÕES PARA PEIXES: FATORES NUTRICIONAIS IMPORTANTES E IMPACTOS NOS RESULTADOS. Silvia Pastore - M.Sc. V Aquishow Agosto/2014

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1 RAÇÕES PARA PEIXES: FATORES NUTRICIONAIS IMPORTANTES E IMPACTOS NOS RESULTADOS Silvia Pastore - M.Sc. V Aquishow Agosto/2014

2 Perguntas frequentes 1. As rações são todas iguais? 2. Como diferenciar as rações sem ter que esperar os resultados da primeira biometria ou final do ciclo produtivo? 3. O que analisar? 4. Como interpretar os resultados de análises?

3 Não temos todas as respostas... Mas podemos ajudar a esclarecer algumas duvidas!

4 O que é uma ração de qualidade? Apresentar bons resultados (adequados a demanda do mercado) Relação Custo/Beneficio positiva Ter constância de resultados

5 Como conhecer a ração? Visitar e conhecer as instalações dos fabricantes de ração Avaliar informações de rótulos Analisar amostras da ração

6 Conhecer a fábrica de ração Escolha de ingredientes Análise e avaliação nutricional dos ingredientes adequadas Formulação da ração (fixa X balanceada) Processo de fabricação adequados.equipamentos Pesagem Moagem Mistura Condicionamento Extrusão Secagem/Resfriamento Aplicação de líquidos Procedimentos Controle de qualidade

7 ...Fábrica de ração Conhecer as pessoas! Observar detalhes: Organização, limpeza, forma de apresentação da fábrica e dos procedimentos.

8 Rótulo Não há necessidade de registro dos produtos junto ao MAPA Os resultados de análises devem estar estritamente fieis aos níveis de garantia com pena de autuação pelo MAPA.

9 Interpretando as informações de rótulos Umidade Proteína Extrato Etéreo Fibra Bruta Matéria Mineral Cálcio Fósforo Vitaminas Micro-minerais Alguns nutrientes são informados valores mínimos e outros valores máximos. Mínimos Máximos Nutrientes + caros Nutrientes + baratos Todos são importantes!!!

10 UMIDADE

11 Interpretando as informações de rótulo UMIDADE Valores máximos! Controle do teor de água livre (Atividade de água) Produto recebe água e vapor no processo de extrusão e em seguida é seco até atingir a umidade média de 10%. Umidade (%) Valor máximo de referencia Valor máximo para que não haja problema de mofo Valor médio desejável Valor médio em que a maioria das empresas trabalha Valores anteconomicos para industria

12 PROTEÍNA

13 Interpretando as informações de rótulo PROTEÍNA Valor mínimo! Nutriente + caro da ração. Análise é feita para detectar nitrogênio (N) Cada 100g de proteína contém 6,25g de N

14 Interpretando as informações de rótulo PROTEÍNA Tilápia não tem requerimento de proteína, mas sim de AA s! Qualidade da proteína é determinada pela composição de aminoácidos (AA s) e a digestibilidade. Fonte: Evonik Fontes de proteína e AA s: Farelo de Soja, Farinha de peixe, Farinha de vísceras, Farinha de sangue...

15 Exemplo perfil de AA s 10 aminoácidos essenciais: Lisina, Metionina, Treonina, Arginina, Isoleucina, Triptofano, Valina, Histidina, Leucina e Fenilalanina. Necessidade de AA s X % Proteina Digestivel % da Proteina Digestvel Fenilalanina + Tirosina Leucina Histdina Valina Triptofano Isoleucina Arginina Treonina Metonina + Cistna Lisina

16 Proteína Ideal Todos os AA s devem ser consumido na proporção certa para que o peixe possa crescer, se reproduzir e manter-se saudável. Suplementação AA s deve ser maior quando o objetivo é melhor rendimento de filé. Fonte: Evonik

17 Deficiência de proteína/ AA s Lisina Reduz crescimento, aumenta a C.A. e reduz rendimento de filé Metionina Reduz crescimento e rendimento de filé. Treonina Compromete ganho de peso e rendimento de filé. Arginina Reduz defesa imunológica

18 Análise Perfil de AA s Perfil de aminoácidos, por que analisar? Verificar se os valores atendem as exigências mínimas para o desenvolvimento do animal. Observar: Lisina, Metionina, Treonina e Arginina. Verificar concentração de Cistina, indicativo da quantidade de farinha de penas utilizada. Verificar se a proporção entre os AA s esta adequada, isso garante melhor aproveitamento do alimento.

19 Fontes de AA s Farelo de Soja Fonte vegetal mais usada em rações para peixes. Boa digestibilidade, rico em lisina e pobre em metionina. Farinha de Vísceras Fonte animal com perfil de AA s mais próximo do requerimento nutricional dos peixes. Excelente substituto para a farinha de peixe. Farinha de Sangue Fonte animal com alta concentração de lisina. Biodisponibilidade da lisina varia conforme o processamento. Farinha de Carne e Ossos Fonte animal com concentração média de AA s, porém pode apresentar baixa biodisponibilidade conforme o processamento. Farinha de Peixe Fonte animal rica em lisina, metionina e treonina. Palatável, porém cara e baixa disponibilidade no mercado. Farinha de Penas Fonte animal, rica em cistina, porém pobre nos demais AA s. Tem baixa biodisponibilidade. Aminoácidos sintéticos DL Metionina, L Lisina, L Treonina, L Triptofano, L Valina, L Glutamina

20 EXTRATO ETÉREO

21 Interpretando as informações de rótulo EXTRATO ETEREO Valor mínimo! Existem 2 fontes de extrato etéreo (gordura): Ingredientes sólidos (principalmente de origem animal) óleos Ração sem adição de óleo possui entre 4 e 6% de EE. Para atingir valores acima de 6% é necessário adicionar óleo.

22 Interpretando as informações de rótulo EXTRATO ETEREO EE é importante porque? Fonte de energia prontamente disponível Importante para absorção de vitaminas lipossolúveis Precursor de hormônios Excesso (>12%) na fase de engorda, irá deprimir consumo, reduzir crescimento, aumentar acúmulo de gordura visceral e prejudicar qualidade da água. Falta (<5%) irá reduzir crescimento.

23 Fontes de EE utilizados nas rações peixes Óleos vegetais e de peixe são comumente utilizados Utiliza-se preferencialmente o óleo de peixe por este ser mais palatável e por questões mercadológicas. Não há evidencias de que a Tilápia necessite de alta suplementação de ácidos graxos ômega 3, portanto tanto óleo de soja como óleo de peixes podem ser usados em rações.

24 Análises Teor de EE, por que analisar? Indicativo do nível de energia da ração Análise de EE deve ser precedida por uma hidrólise ácida, que visa facilitar a extração da gordura utilizando-se éter Peróxido, por que analisar? Mede o grau de rancificação da gordura. Gordura rancificada tem menor valor energético para o peixe e pode comprometer a utilização de outros nutrientes como as vitaminas. Acidez, por que analisar? Indica o grau de deterioração da gordura. Quanto mais alto mais degradada está a gordura e menor seu valor nutricional

25 FIBRA BRUTA

26 Interpretando as informações de rótulo FIBRA BRUTA Valor máximo! Valor esperado em produtos de alta performance deve estar entre 3,5 e 4,0%. Peixes não tem necessidade de fibra. Fibra presente na ração provem de ingredientes vegetais, tais como farelo de soja, farelo de trigo, farelo de arroz, milho e seus derivados, sorgo, etc. Excesso de fibra indica o uso de ingredientes fibrosos sem valor nutricional para os peixes, tais como cascas e outros resíduos.

27 Análises Fibra Bruta, por que analisar? Como níveis de garantia são máximos, os valores indicados no rótulo não são muito elucidativos. Importante conhecer o valor real de fibra.

28 MATÉRIA MINERAL

29 Interpretando as informações de rótulo MATÉRIA MINERAL Valor máximo! Peixes não tem necessidade de matéria mineral, mas sim de alguns macro e micro minerais específicos, tais como: Cálcio, Fósforo, Magnésio, Manganês, Cobre, Ferro, Selênio e Zinco Valor esperado em rações para peixes deve estar entre 8 e 10,0%. Matéria mineral é obtida através da queima da amostra da ração. O que resta são os minerais presentes em todos os componentes da ração. Excesso de matéria mineral indica o uso de ingredientes inertes sem valor nutricional para os peixes, tais como caulim, bentonita, etc.

30 Análises Matéria mineral, por que analisar? Como níveis de garantia são máximos, os valores indicados no rótulo não são muito elucidativos. Importante conhecer o valor real de material mineral. Cálcio e Fósforo, por que analisar? São importantes para formação dos ossos e crescimento dos peixes. Observar a relação Ca: P, deve estar entre 1,5:1 e 2:1. Alto nível de cálcio indica uso excessivo de calcário.

31 VITAMINAS E MICROMINERAIS

32 Interpretando as informações de rótulo VITAMINAS E MICROMINERAIS Valores mínimos! O custo da suplementação vitamínica representa 4 a 5% do custo total do produto. Custo da suplementação de micro minerais representa 0,3 a 0,4% do custo total do produto. Não conhecemos muito bem os requerimentos de vitaminas e micro minerais das tilápias. As rações normalmente apresentam níveis acima do que é preconizado na literatura em termos de vitaminas e micro minerais. O custo da suplementação de vitamina C (350 ppm) representa 25% do custo da suplementação vitamínica.

33 Analises Análises de vitaminas em rações são muito imprecisas e só devem ser realizadas se houver suspeita de problemas graves relacionados a deficiência. Análises de micro minerais são mais simples, baratas e precisas que a análise de vitaminas. Porém detecta o teor total de micro minerais, não é possível determinar a fração que foi suplementada via premix.

34 OUTRAS INFORMAÇÕES E AVALIAÇÕES

35 Outras informações do rótulo Indicação de uso Composição básica do produto: Ingredientes/Matérias Primas que compõem o produto na maioria das vezes em que ele é fabricado. Eventuais substitutivos: Ingredientes que entrarão na formula ocasionalmente. Organismos doadores de genes Data de fabricação Data de validade/ Prazo de validade Numero do lote

36 Avaliações realizadas na propriedade Tamanho Usar paquímetro Padrão esperado: 90% do produto deve estar dentro do tamanho estabelecido pelo fabricante. Densidade Usar recipiente de 1 litro e balança Padrão esperado: Analise imprecisa, pode apresentar até 10% de variação de lote a lote.

37 Avaliações realizadas na propriedade Finos Usar peneira de arroz Padrão esperado: Máximo 2% de fnos Cor/Odor Pouca variação Cor escura X clara

38 Avaliação cozimento Medida indireta do grau de aproveitamento da ração pelo peixe. Material: Recipiente de aproximadamente 1 litro Liquidificador Balança Jarra com medidas volumétricas Agua (+/- 0,5 litro) Colher

39 Avaliação cozimento Procedimento: Moer 100 g da amostra no liquidificador Colocar a amostra no recipiente de 1 litro e vagarosamente adicionar água. Mexer sem parar até que a amostra moída absorva a água. Parar de adicionar água quando ficar uma pequena camada de sobrenadante. Verificar a quantidade de água adicionada

40 Avaliação cozimento Resultado esperado Produto bem cozido deve absorver no mínimo 270 ml/ 100 g de amostra Quanto maior a absorção de água melhor o cozimento

41 ...Mensagem A visita ao fabricante de ração é o primeiro passo para se conhecer a qualidade da ração. Para uma correta avaliação, as informações do rótulo devem ser acompanhadas de análises bromatológicas. Avaliações fsicas na propriedade devem ser feitas de forma sistemátcas

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