AVALIAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO DE UMA EMPRESA DE BISCOITOS E BOLACHAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AVALIAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO DE UMA EMPRESA DE BISCOITOS E BOLACHAS"

Transcrição

1 0 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CAMPUS BENTO GONÇALVES RÉGIS ADOLFO CARON AVALIAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO DE UMA EMPRESA DE BISCOITOS E BOLACHAS Bento Gonçalves 2012

2 1 RÉGIS ADOLFO CARON AVALIAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO DE UMA EMPRESA DE BISCOITOS E BOLACHAS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao curso Superior de Tecnologia em Alimentos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Campus Bento Gonçalves como parte dos requisitos para a conclusão do curso. Orientadora: Profª Ms. Camila Duarte Teles Bento Gonçalves 2012

3 2 RÉGIS ADOLFO CARON AVALIAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO DE UMA EMPRESA DE BISCOITOS E BOLACHAS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao curso Superior de Tecnologia em Alimentos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Campus Bento Gonçalves como parte dos requisitos para a conclusão do curso. COMISSÃO EXAMINADORA Prof. Ms.André Mezzomo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, IFRS Profa. Ms. Camila Duarte Teles Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, IFRS Profa. Dra. Lucia de Moraes Batista Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, IFRS Bento Gonçalves, 2012

4 3 AGRADECIMENTOS Em primeiro lugar a Deus, por ter me dado a vida. Ao meu pai (in memorian), que tenho certeza que está feliz e orgulhoso do meu esforço. A minha mãe que sempre me incentivou, até demais, mas que só tenho a agradecer por tudo o que ela fez por mim até hoje. Aos meus irmãos que sempre torceram por mim. Em especial a minha vó Normelinda, meu avô Lino que era um sonho deles também. Meus tios, primos que sempre me incentivaram. A minha namorada Eliane, que me deu força e me ajudou a vencer esta etapa e as longas semanas sem nos ver. Aos meus amigos que me deram força para que eu fosse às aulas principalmente à noite, enquanto estavam nos bares e nas jantas. A professora e orientadora Camila, pela força, paciência e amizade. A todos os professores do IFRS, principalmente a Coordenadora e minha segunda mãe, Lúcia, pelos ensinamentos. Aos colegas que estavam juntos comigo nesta batalha. O meu sincero obrigado.

5 4 RESUMO Nos dias atuais, as iniciativas que objetivam garantir a inocuidade dos alimentos são muito importantes e sabe-se que as mesmas devem focar o controle dos perigos potenciais de contaminação e dar maior atenção aos alimentos que apresentam maiores riscos à saúde da população. A produção, industrialização, comercialização e manipulação de alimentos seguros é de grande importância para manter a integridade e capacidade do ser humano e, para tanto, depende da ingestão diária de alimentos quantitativamente e qualitativamente adequados, saudáveis e que não coloquem em risco a saúde. O segmento alimentício ingressou na era da qualidade e as empresas produtoras, industrializadoras, comercializadoras e transportadoras tiveram que se adequar às normas determinadas para oferecer, cada vez mais, produtos qualificados e seguros ao mercado. Preocupados com o assunto, segmentos do governo e do ramo vêm adotando as Boas Práticas de Fabricação e o sistema Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle, como bases para formular suas legislações e adequarem a produção e manipulação de alimentos, buscando garantir a segurança alimentar e oferecer aos consumidores produtos de qualidade, que não ofereçam danos à saúde de quem os consomem. O presente trabalho foi baseado na RDC nº 275 de 21 de outubro de 2002 da ANVISA, onde a lista de verificação serviu como base de informação de toda a produção e também como avaliação dos pontos conformes ou não conformes e o que pode ser feito para melhorar, sempre dentro da legislação em questão. Com base nestes dados, foi colocada a gerência da empresa todos os itens de conformidade e de não conformidade, solicitando assim os ajustes necessários para um melhor andamento das atividades. Ficou a cargo a gerência adotar as mudanças propostas, como calçar o acesso a entrada, construir novos banheiros e vestiários, trocar o forro do teto para PVC, fazer divisórias para cada setor, instalar arcondicionado central, adquirir uma caixa d água, treinamentos sobre higienização dos equipamentos, utensílios e principalmente hábitos higiênicos. Palavras-chave: Boas Práticas de Fabricação; Qualidade; Segurança alimentar.

6 5 ABSTRACT Nowadays, initiatives that aim to ensure food safety are very important and we know that they should focus on the control of the potential dangers of contamination and give greater attention to foods that pose a greater risk to public health. The production, manufacturing and marketing safe food handling is of great importance to maintain the integrity and ability of human beings and, therefore, depends on the daily food intake quantitatively and qualitatively adequate, healthy and do not endanger health. The food industry entered the era of quality and manufacturing enterprises, industrializadoras, traders and carriers had to conform to certain standards to offer increasingly qualified products and the insurance market. Concerned about the subject, segments of government and the industry have adopted the Good Manufacturing Practices and System Hazard Analysis and Critical Control as bases for formulating laws and adapt their production and handling of food, seeking to ensure food security and offer consumers quality products that offer no harm to health of those who consume them. This work was based on RDC No. 275, October 21, 2002 ANVISA, where the checklist was the basis of information throughout the production as well as evaluation of points complying or not complying and what can be done to improve always within the law in question. Based on these data, we placed the company's management all items of conformity and compliance, thus prompting the necessary adjustments for a better progress of activities. Was made by the management to adopt the proposed changes, like putting the access entry, build new bathrooms and locker rooms, changing the lining of the roof to PVC to make partitions for each sector, installing central air, buy a water tank, training on cleaning equipment, utensils and especially hygiene. Keywords: Good Manufacturing Practices, Quality, Food Safety.

7 6 LISTA DE FIGURAS Quadro 1 - Itens de verificação referentes à edificação e instalações Quadro 2 - Itens de verificação referentes aos equipamentos, móveis e utensílios Quadro 3 - Itens de verificação referentes aos manipuladores Quadro 4 - Itens de verificação referentes à produção e transporte Quadro 5 - Itens de verificação referentes à documentação Quadro 6 - Resumo das não conformidades e soluções propostas Quadro 7 - Layout da fábrica...24

8 7 SUMÁRIO RESUMO... 4 ABSTRACT... 5 LISTA DE FIGURAS INTRODUÇÃO REFERENCIAL TEÓRICO METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO Área externa Acesso Área Interna Piso Teto Paredes e Divisórias Portas Janelas e Outras Aberturas Escadas, elevadores de serviço, montacargas e estruturas auxiliares Instalações Sanitárias e Vestiários para os Manipuladores Instalações Sanitárias para Visitantes Lavatórios na Área de Produção Iluminação e Instalação Elétrica Ventilação e Climatização Higienização das Instalações Controle Integrado de Vetores e Pragas Urbanas Abastecimento de Água Manejo de Resíduos Esgotamento Sanitário Leiaute Equipamentos, móveis e utensílios Higienização dos Equipamentos e Maquinários, e dos Móveis e Utensílios Manipuladores Matérias-primas, Ingredientes e Embalagens Fluxo de Produção Rotulagem e Armazenamento do Produto Final Controle de Qualidade do Produto Final Transporte do Produto Final CONCLUSÕES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS A... 36

9 8 1 INTRODUÇÃO Na primeira metade da década de 90, o setor moageiro e dos produtos derivados da farinha de trigo no Brasil passaram por grandes transformações. Nunca, na história do setor, transformações tão importantes ocorreram em espaço de tempo extremamente curto. De acordo com Jacobsen (2001) em 1990 o país abria o mercado para produtos importados, com taxa de importação muito abaixo das quais o mercado nacional praticava até então. Produtos de diversas nacionalidades invadiram o país. No setor de biscoitos, os produtos vinham principalmente da Argentina, uma vez que este país tinha tradição na produção dos mesmos. A indústria encontrava-se em um mercado em que a concorrência internacional aumentava com a abertura de mercado, por outro lado, abria-se a possibilidade de melhorar sua performance, com a compra de farinha de trigo que melhor se adaptava a seu processo, a preço regido pelo mercado. Em 1994, o plano Real é colocado em prática, e há um aumento significativo da parcela da população Brasileira com poder de compra para o mercado de biscoitos. Neste novo cenário, empresas nacionais e multinacionais aqui instaladas investiram algumas centenas de milhões de dólares na modernização e ampliação de seus parques industriais. Empresas que ainda não produziam no país também passaram a adquirir fábricas para participar deste mercado que, nos primeiros três anos do plano Real, teve um crescimento total próximo a 50% em volume de produção, e muitas indústrias só não vendiam quantidades maiores por falta de capacidade de produção instalada. O biscoito é um produto composto principalmente por farinha de trigo, gordura e açúcar, com teor de umidade bastante baixo o que lhe proporciona uma longa vida de prateleira, se acondicionado em embalagem com eficiente proteção à entrada de umidade (MONTEIRO,1996). Mesmo antes de a indústria ter algum tipo de reação à entrada dos produtos importados, ainda em 1990, o governo desregulamentou o mercado nacional do trigo. Até aquele momento este grão só podia ser comercializado por intermédio do Banco do Brasil, o qual controlava desta forma, o preço do produto retardando o processo de melhoria de qualidade dos grãos. Tanto que, durante o monopólio, o Brasil produzia 75% do trigo consumido, poucos anos após a queda do monopólio o país produzia apenas 25% do total que consumia. Isto devido, principalmente, a várias décadas de um mercado fechado, controlado por uma empresa estatal, que priorizava o volume de produção nacional e deixava de lado a

10 9 produtividade agrícola e a qualidade do produto. Atualmente, a produção nacional está próxima a um terço do consumo. Com estas mudanças, as empresas aqui instaladas puderam conhecer melhor a principal matéria-prima da fabricação dos biscoitos, e, aos poucos, exigir dos moinhos produtos adequados aos seus processos de fabricação. Dentro deste contexto uma das formas para se atingir um alto padrão de qualidade é a implantação das Boas Práticas de Fabricação (BPF). As boas práticas integram-se a filosofia do sistema de gestão da qualidade como uma ferramenta que consiste em estabelecer diretrizes que normalizem e definam procedimentos e métodos que direcionem a fabricação de um produto ou a execução de um serviço. A razão da existência do BPF está em ser uma ferramenta para combater, minimizar e sanar as contaminações diversas. Logo, pode-se definir as Boas Práticas como procedimentos necessários para garantir a qualidade sanitária dos alimentos, oriundas de normas legais que têm o papel de auxiliar e principalmente orientar a garantia de qualidade de todos os processos da produção ou industrialização dos alimentos (BRASIL, 2004). A adoção das Boas Práticas de Fabricação (BPF) e do sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) pelos estabelecimentos é indispensável para assegurar a qualidade e a segurança dos produtos e permitir a competitividade no mercado. É necessário que o APPCC esteja apoiado em Boas Práticas de Fabricação para minimizar a ocorrência de perigos no produto e no ambiente de produção e garantir a eficiência do sistema (SENAI,2000). O objetivo foi avaliar a aplicação das BPF em um estabelecimento industrializador de biscoitos, baseando-se na lista de verificação apresentada na RDC nº275 de 21 de outubro de 2002 da ANVISA.

11 10 2 REFERENCIAL TEÓRICO A preocupação com a qualidade e segurança dos alimentos tem evoluído desde o aparecimento do homem. Ao longo de sua evolução o homem teve que aprender a sobreviver, e isso envolvia a ingestão de alimentos mais diversos somente para satisfazer suas necessidades. O estilo de vida atual alterou radicalmente os hábitos alimentares da população, isso acarretou uma evolução no conceito de qualidade e segurança e continua evoluindo. Enquanto numa visão primitiva a segurança dos alimentos significava somente a disponibilidade de alimentos, uma perspectiva mais recente leva à necessidade que os alimentos sejam controlados ao longo de toda cadeia produtiva, desde a produção primária, passando pela produção, distribuição e venda dos produtos alimentícios até chegar à mesa do consumidor de modo que atendam a suas expectativas a não representar risco à saúde. É nele que devemos focar todos os esforços relativos à qualidade e segurança dos alimentos. Esse consumidor tem cada vez mais acesso à informação e os meios de comunicação contribuem difundir conceitos relacionados a qualidade, informações nutricionais e perigos associados ao produto (DIAS, 2010). Além disso, a segurança dos alimentos é uma questão de saúde pública regida por regulamentações cada vez mais exigentes e em constante mudança, uma vez que estão relacionadas aos perigos que um alimento pode acarretar à saúde dos consumidores. Todos esses fatores levam a uma maior responsabilização de todo pessoal envolvido, empresários, responsáveis técnicos e manipuladores de alimentos. O cumprimento correto das boas práticas de fabricação e produção e a formação profissional do pessoal responsável auxilia no gerenciamento dos riscos envolvidos. Uns dos componentes fundamentais da segurança de alimentos que devem ser de conhecimento destes profissionais é os agentes biológicos, químicos, físicos ou condição do alimento que possam causar efeito adverso à saúde (DIAS, 2010). Perigos microbiológicos são doenças transmitidas por alimentos cujo dano à saúde depende do tipo de microrganismo, do número de microrganismos ingeridos (nível de contaminação do alimento), velocidade de sua multiplicação no organismo, quantidade de toxina produzida no alimento ou no organismo e da sensibilidade do hospedeiro (idade, estado de saúde) (BERTOLINO, 2010).

12 11 A contaminação química pode ocorrer em qualquer etapa de produção dos alimentos, podendo ser benéficos ou maléficos dependendo de sua presença intencional ou não nos alimentos. Uma ocorrência natural podem ser com derivados de plantas, animais ou microrganismos que apesar de terem toxinas biológicas são considerados perigos químicos Quando são adicionados intencionalmente os produtos químicos são seguros por estarem dentro dos limites de segurança estabelecidos, mas podem ser perigosos se estes níveis são excedidos (nitritos, sulfitos). Contaminações acidentais podem estar presentes na matéria prima, contaminantes, formados durante o processamento, materiais e embalagens bem como restos de lubrificantes, solventes desinfetantes que podem estar presentes no maquinário. Os perigos físicos incluem qualquer material estranho não encontrado normalmente nos alimentos que possam causar injúria (perfuração nas mucosas, gengivas, dentes, tubo digestivo). São os casos mais comuns de reclamação, pois sua presença pode gerar um efeito geralmente grave e até mesmo à morte. Os sistemas de gestão da qualidade e de segurança dos alimentos são muito importantes para a consolidação dos clientes, pois tornam a comprar o produto que gostaram. Portanto, a satisfação dos clientes é uma função direta da qualidade do produto. Cada organização possui um processo de produção que se repetem diariamente, por isso conhecer, analisar e planejar o melhor funcionamento desses fluxos resulta em processos mais estáveis e seguros. Gerenciar a rotina pode ser feito por cada empregado, assumindo suas responsabilidades e obrigações conferidas a ele. Gestão da Qualidade é um conjunto de elementos inter-relacionados no qual se estabelece políticas e objetivos a serem alcançados, visando a satisfação de determinados requisitos. É uma maneira de dirigir e controlar uma organização, no que diz respeito à qualidade, considerando vários departamentos da empresa (BERTOLINO,2010). As organizações pertencentes à cadeia produtiva de alimentos estão sujeitas à incidência e ao aumento de problemas de qualidade e de riscos à segurança de alimentos. Isto pode ser de fatores internos provenientes da própria organização ou externos. O estabelecimento e operação de um sistema de gestão da qualidade e segurança de alimentos não irão resultar, por si só, em redução imediata em riscos de segurança de alimentos, mas levará a um melhor gerenciamento destes riscos (DIAS,2010). Princípios básicos servem como base das normas de sistema de gestão qualidade e segurança de alimentos existentes e que são baseados na utilização do APPCC aliados a princípios de gestão como ISO 9001 e ISO (ANVISA,2002).

13 12 Através do Sistema de Avaliação dos Perigos em Pontos Críticos de Controle (APPCC), avaliar a eficácia e efetividade dos processos, meios e instalações, assim como dos controles utilizados na produção, armazenamento, transporte, distribuição, comercialização e consumo de alimentos de forma a proteger a saúde o consumidor. Um POP se diferencia de uma rotina convencional, pois deve apresentar uma estrutura mínima, composta por: objetivo, responsabilidade, procedimento técnico, material necessário, ação corretiva e cuidados especiais. É a descrição sistematizada e padronizada de uma atividade técnica-assistencial, com o intuito de garantir/atingir o resultado esperado por ocasião de sua realização, livre de variações indesejáveis. Outra ferramenta de gestão da qualidade é o 5S que busca promover, através da consciência e responsabilidade de todos, disciplina, segurança e produtividade no ambiente de trabalho. Cada uma das cinco palavras representa uma etapa do programa de implantação do 5 S, ou então, como também podem ser chamados os cinco sensos (ANVISA, 2002): - SEITON: significa deixar tudo em ordem, ou o senso de organização. É literalmente arrumar tudo, deixar as coisas arrumadas e em seu devido lugar para que seja possível encontrá-las facilmente sempre que necessário. Assim, evita-se o desperdício de tempo e energia; - SEIRI: se refere a evitar o que for desnecessário, ou o senso de utilização. Ao separar aquilo que é realmente necessário ao trabalho daquilo que é supérfluo, ou desnecessário, passando-o para outros que possam fazer uso dele ou simplesmente descartando, conseguimos melhorar a arrumação e dar lugar ao novo; - SEISO: significa manter limpo, ou o senso de limpeza. Agora que você já tirou tudo que era desnecessário e deixou tudo em ordem, é preciso manter assim; - SEIKETSU: zelar pela saúde e higiene, ou senso de saúde e higiene. Não adianta nada mantermos o local de trabalho limpo se não cuidarmos de nossa higiene pessoal também; - SHITSUKE: disciplina. Este conceito é um pouco mais abrangente do que o significado ao qual estamos acostumados de seguir as normas. Ele se refere também ao caráter do indivíduo que deve ser honrado, educado e manter bons hábitos. As Boas Práticas de Fabricação (BPF) abrangem um conjunto de medidas que devem ser adotadas pelas indústrias de alimentos a fim de garantir a qualidade sanitária e a conformidade dos produtos alimentícios com os regulamentos técnicos.

14 13 Essas medidas são aplicáveis a todo o tipo de indústria de alimentos voltadas às indústrias que processam determinadas categorias de alimentos (BRASIL,2003). O Codex estabelece recomendações de normas de identidade e qualidade para alimentos, através dos trabalhos dos seus comitês específicos (rotulagem, aditivos químicos, higiene, leite e derivados, alimentos para dietas especiais, restos de pesticidas ou contaminantes, dentre outros), de modo a defender o direito do consumidor a obter um produto saudável e nutritivo (OMC,2011). A ISO é uma norma internacional que define os requisitos de um sistema de gestão de segurança alimentar, abrangendo todas as organizações da cadeia de fornecimento de alimentos. A ISO é uma norma verdadeiramente internacional adequada para qualquer negócio em toda a cadeia de fornecimento de alimentos, incluindo organizações inter-relacionadas, tais como fabricantes de equipamentos, materiais de embalagem, agentes de limpeza, aditivos e ingredientes. A ISO também se aplica às organizações que buscam integrar seu sistema de gestão da qualidade, por exemplo, a ISO 9001 e seu sistema de gestão de segurança alimentar (ANVISA, 2002). No Brasil, os regulamentos relacionados à qualidade e segurança dos alimentos são estabelecidos por normas federais, estaduais e municipais. No âmbito federal existem determinações relacionadas às BPF publicadas tanto no Ministério da Saúde como no Ministério de Agricultura Pecuária e Abastecimento. A legislação referente às Boas Práticas de Fabricação abrange a portaria SVS/MS nº 326, de 30 de julho de 1997, que estabelece a necessidade do constante aperfeiçoamento das ações de controle sanitário na área de alimentos visando a proteção da saúde da população. Resolução nº 275, de 21 de outubro de 2002, dispõe sobre o Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados aos Estabelecimentos Produtores e Industrializadores de Alimentos e a Lista de Verificação das Boas Práticas de Fabricação em Estabelecimentos Produtores e Industrializadores de Alimentos. Os Procedimentos Operacionais Padronizados (POP), exigidos pela RDC nº 275 de 2002 são: a) higienização das instalações, equipamentos, móveis e utensílios; b) controle da potabilidade da água; c) higiene e saúde dos manipuladores; d) manejo dos resíduos; e) manutenção preventiva e calibração de equipamentos; f) controle integrado de vetores e pragas urbanas;

15 14 g) seleção das matérias-primas, ingredientes e embalagens; h) programa de recolhimento de alimentos. A fabricação deste ramo alimentício se enquadra, conforme a Resolução RDC nº 278, de 22 de Setembro de 2005, para alimentos e embalagem dispensados da obrigatoriedade de registro.

16 15 3 METODOLOGIA O trabalho foi realizado na empresa Ferrara Chocolates Artesanais Ltda que se situa no município de Garibaldi - RS. A fábrica possui uma área de 200 m², onde são produzidos salgadinhos tipo palito de queijo, bacon e orégano, que são comercializados em supermercados, bares e lancherias da região. Para um melhor desenvolvimento do trabalho, a direção da empresa disponibilizou o espaço e os documentos para que fossem estudados os procedimentos operacionais estabelecidos na empresa e comparados a legislação referente. A avaliação da aplicação das BPF foi baseada na lista de verificação apresentada na RDC 275 de 21 de outubro de 2002 da ANVISA, conforme os Quadros de 1 a 5. Para tanto, primeiramente, conheceu-se todos os setores da fábrica. Com isso, pode-se acompanhar com a lista de verificação de boas práticas de fabricação como cada setor, máquina, utensílio eram utilizados pelos seus colaboradores e avaliar a conformidade ou não do trabalho executado. Cabe-se salientar que cada setor foi avaliado minuciosamente a partir da entrada do colaborador, além do manuseio dos produtos, utensílios e maquinário. Ao final de todo processo, também se verificou a lavagem e higienização de todo equipamento utilizado, bem como do piso e paredes.

17 AVALIAÇÃO SIM NÃO NA 1 1. EDIFICAÇÃO E INSTALAÇÕES 1.1 ÁREA EXTERNA Área externa livre de focos de insalubridade, de objetos em desuso ou estranhos ao ambiente, de vetores e outros animais no pátio e vizinhança; de focos de poeira; de acúmulo de lixo nas imediações, de água estagnada, dentre outros Vias de acesso interno com superfície dura ou pavimentada, adequada ao trânsito sobre rodas, escoamento adequado e limpas 1.2 ACESSO Direto, não comum a outros usos ( habitação). 1.3 ÁREA INTERNA Área interna livre de objetos em desuso ou estranhos ao ambiente. 1.4 PISO Material que permite fácil e apropriada higienização (liso, resistente, drenados com declive, impermeável e outros) Em adequado estado de conservação (livre de defeitos, rachaduras, trincas, buracos e outros) Sistema de drenagem dimensionado adequadamente, sem acúmulo de resíduos. Drenos, ralos sifonados e grelhas colocados em locais adequados de forma a facilitar o escoamento e proteger contra a entrada de baratas, roedores etc. 1.5 TETOS Acabamento liso, em cor clara, impermeável, de fácil limpeza e, quando for o caso, desinfecção Em adequado estado de conservação (livre de trincas, rachaduras, umidade, bolor, descascamentos e outros). 1.6 PAREDES E DIVISÓRIAS Acabamento liso, impermeável e de fácil higienização até uma altura adequada para todas as operações. De cor clara Em adequado estado de conservação (livres de falhas, rachaduras, umidade, descascamento e outros) Existência de ângulos abaulados entre as paredes e o piso e entre as paredes e o teto. 1.7 PORTAS Com superfície lisa, de fácil higienização, ajustadas aos batentes, sem falhas de revestimento Portas externas com fechamento automático (mola, sistema eletrônico ou outro) e com barreiras adequadas para impedir entrada de vetores e outros animais (telas milimétricas ou outro sistema) Em adequado estado de conservação (livres de falhas, rachaduras, umidade, descascamento e outros). 1.8 JANELAS E OUTRAS ABERTURAS Com superfície lisa, de fácil higienização, ajustadas aos batentes, sem falhas de revestimento Existência de proteção contra insetos e roedores (telas milimétricas ou outro sistema) Em adequado estado de conservação (livres de falhas, rachaduras, umidade, descascamento e outros). 1.9 ESCADAS, ELEVADORES DE SERVIÇO, MONTACARGAS E ESTRUTURAS AUXILIARES Construídos, localizados e utilizados de forma a não serem fontes de contaminação De material apropriado, resistente, liso e impermeável, em adequado estado de conservação INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E VESTIÁRIOS PARA OS MANIPULADORES Quando localizados isolados da área de produção, acesso realizado por passagens cobertas e calçadas Independentes para cada sexo (conforme legislação específica), identificados e de uso exclusivo para manipuladores de alimentos. continua 16

18 17 continuação AVALIAÇÃO SIM NÃO NA 1 1. EDIFICAÇÃO E INSTALAÇÕES 1.10 INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E VESTIÁRIOS PARA OS MANIPULADORES Instalações sanitárias com vasos sanitários; mictórios e lavatórios íntegros e em proporção adequada ao número de empregados (conforme legislação específica) Instalações sanitárias servidas de água corrente, dotadas preferencialmente de torneira com acionamento automático e conectadas à rede de esgoto ou fossa séptica Ausência de comunicação direta (incluindo sistema de exaustão) com a área de trabalho e de refeições Portas com fechamento automático (mola, sistema eletrônico ou outro) Pisos e paredes adequadas e apresentando satisfatório estado de conservação Iluminação e ventilação adequadas Instalações sanitárias dotadas de produtos destinados à higiene pessoal: papel higiênico, sabonete líquido inodoro anti-séptico ou sabonete líquido inodoro e antiséptico, toalhas de papel não reciclado para as mãos ou outro sistema higiênico e seguro para secagem Presença de lixeiras com tampas e com acionamento não manual Coleta freqüente do lixo Presença de avisos com os procedimentos para lavagem das mãos Vestiários com área compatível e armários individuais para todos os manipuladores Duchas ou chuveiros em número suficiente (conforme legislação específica), com água fria ou com água quente e fria Apresentam-se organizados e em adequado estado de conservação INSTALAÇÕES SANITÁRIAS PARA VISITANTES E OUTROS Instaladas totalmente independentes da área de produção e higienizados LAVATÓRIOS NA ÁREA DE PRODUÇÃO Existência de lavatórios na área de manipulação com água corrente, dotados preferencialmente de torneira com acionamento automático, em posições adequadas em relação ao fluxo de produção e serviço, e em número suficiente de modo a atender toda a área de produção Lavatórios em condições de higiene, dotados de sabonete líquido inodoro antiséptico ou sabonete líquido inodoro e anti-séptico, toalhas de papel não reciclado ou outro sistema higiênico e seguro de secagem e coletor de papel acionados sem contato manual ILUMINAÇÃO E INSTALAÇÃO ELÉTRICA Natural ou artificial adequada à atividade desenvolvida, sem ofuscamento, reflexos fortes, sombras e contrastes excessivos Luminárias com proteção adequada contra quebras e em adequado estado de conservação Instalações elétricas embutidas ou quando exteriores revestidas por tubulações isolantes e presas a paredes e tetos VENTILAÇÃO E CLIMATIZAÇÃO Ventilação e circulação de ar capazes de garantir o conforto térmico e o ambiente livre de fungos, gases, fumaça, pós, partículas em suspensão e condensação de vapores sem causar danos à produção Ventilação artificial por meio de equipamento(s) higienizado(s) e com manutenção adequada ao tipo de equipamento Ambientes climatizados artificialmente com filtros adequados Existência de registro periódico dos procedimentos de limpeza e manutenção dos componentes do sistema de climatização (conforme legislação específica) afixado em local visível Sistema de exaustão e ou insuflamento com troca de ar capaz de prevenir contaminações Sistema de exaustão e ou insuflamento dotados de filtros adequados Captação e direção da corrente de ar não seguem a direção da área contaminada para área limpa. continua

19 continuação AVALIAÇÃO SIM NÃO NA 1 1. EDIFICAÇÃO E INSTALAÇÕES 1.15 HIGIENIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES Existência de um responsável pela operação de higienização comprovadamente capacitado Frequência de higienização das instalações adequada Existência de registro da higienização Produtos de higienização regularizados pelo Ministério da Saúde Disponibilidade dos produtos de higienização necessários à realização da operação A diluição dos produtos de higienização, tempo de contato e modo de uso/aplicação obedecem às instruções recomendadas pelo fabricante Produtos de higienização identificados e guardados em local adequado Disponibilidade e adequação dos utensílios (escovas, esponjas etc.) necessários à realização da operação. Em bom estado de conservação Higienização adequada CONTROLE INTEGRADO DE VETORES E PRAGAS URBANAS Ausência de vetores e pragas urbanas ou qualquer evidência de sua presença como fezes, ninhos e outros Adoção de medidas preventivas e corretivas com o objetivo de impedir a atração, o abrigo, o acesso e ou proliferação de vetores e pragas urbanas Em caso de adoção de controle químico, existência de comprovante de execução do serviço expedido por empresa especializada ABASTECIMENTO DE ÁGUA Sistema de abastecimento ligado à rede pública Sistema de captação própria, protegido, revestido e distante de fonte de contaminação Reservatório de água acessível com instalação hidráulica com volume, pressão e temperatura adequados, dotado de tampas, em satisfatória condição de uso, livre de vazamentos, infiltrações e descascamentos Existência de responsável comprovadamente capacitado para a higienização do reservatório da água Apropriada frequência de higienização do reservatório de água Existência de registro da higienização do reservatório de água ou comprovante de execução de serviço em caso de terceirização Encanamento em estado satisfatório e ausência de infiltrações e interconexões, evitando conexão cruzada entre água potável e não potável Existência de planilha de registro da troca periódica do elemento filtrante Potabilidade da água atestada por meio de laudos laboratoriais, com adequada periodicidade, assinados por técnico responsável pela análise ou expedidos por empresa terceirizada Disponibilidade de reagentes e equipamentos necessários à análise da potabilidade de água realizadas no estabelecimento Controle de potabilidade realizado por técnico comprovadamente capacitado Gelo produzido com água potável, fabricado, manipulado e estocado sob condições sanitárias satisfatórias, quando destinado a entrar em contato com alimento ou superfície que entre em contato com alimento Vapor gerado a partir de água potável quando utilizado em contato com o alimento ou superfície que entre em contato com o alimento MANEJO DOS RESÍDUOS Recipientes para coleta de resíduos no interior do estabelecimento de fácil higienização e transporte, devidamente identificados e higienizados constantemente; uso de sacos de lixo apropriados. Quando necessário, recipientes tampados com acionamento não manual Retirada frequente dos resíduos da área de processamento, evitando focos de contaminação Existência de área adequada para estocagem dos resíduos. continua 18

20 19 continuação AVALIAÇÃO SIM NÃO NA 1 1. EDIFICAÇÃO E INSTALAÇÕES 1.19 ESGOTAMENTO SANITÁRIO Fossas, esgoto conectado à rede pública, caixas de gordura em adequado estado de conservação e funcionamento LEIAUTE Leiaute adequado ao processo produtivo: número, capacidade e distribuição das dependências de acordo com o ramo de atividade, volume de produção e expedição Áreas para recepção e depósito de matéria-prima, ingredientes e embalagens distintas das áreas de produção, armazenamento e expedição de produto final. Quadro 1 - Itens de verificação referentes à edificação e instalações AVALIAÇÃO SIM NÃO NA 1 2. EQUIPAMENTOS, MÓVEIS E UTENSÍLIOS 2.1 EQUIPAMENTOS Equipamentos da linha de produção com desenho e número adequado ao ramo Dispostos de forma a permitir fácil acesso e higienização adequada Superfícies em contato com alimentos lisas, íntegras, impermeáveis, resistentes à corrosão, de fácil higienização e de material não contaminante Em adequado estado de conservação e funcionamento Equipamentos de conservação dos alimentos (refrigeradores, congeladores, câmaras frigoríficas e outros), bem como os destinados ao processamento térmico, com medidor de temperatura localizado em local apropriado e em adequado funcionamento Existência de planilhas de registro da temperatura, conservadas durante período adequado Existência de registros que comprovem que os equipamentos e maquinários passam por manutenção preventiva Existência de registros que comprovem a calibração dos instrumentos e equipamentos de medição ou comprovante da execução do serviço quando a calibração for realizada por empresas terceirizadas. 2.2 MÓVEIS: (mesas, bancadas, vitrines, estantes) Em número suficiente, de material apropriado, resistentes, impermeáveis; em adequado estado de conservação, com superfícies íntegras Com desenho que permita uma fácil higienização (lisos, sem rugosidades e frestas). 2.3 UTENSÍLIOS Material não contaminante, resistentes à corrosão, de tamanho e forma que permitam fácil higienização: em adequado estado de conservação e em número suficiente e apropriado ao tipo de operação utilizada Armazenados em local apropriado, de forma organizada e protegidos contra a contaminação. 2.4 HIGIENIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS E MAQUINÁRIOS, E DOS MÓVEIS E UTENSÍLIOS Existência de um responsável pela operação de higienização comprovadamente capacitado Frequência de higienização adequada Existência de registro da higienização Produtos de higienização regularizados pelo Ministério da Saúde Disponibilidade dos produtos de higienização necessários à realização da operação Diluição dos produtos de higienização, tempo de contato e modo de uso/aplicação obedecem às instruções recomendadas pelo fabricante Produtos de higienização identificados e guardados em local adequado Disponibilidade e adequação dos utensílios necessários à realização da operação. Em bom estado de conservação Adequada higienização. Quadro 2 - Itens de verificação referentes aos equipamentos, móveis e utensílios

LISTA DE VERIFICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM COZINHAS MILITARES E SERVIÇO DE APROVISIONAMENTO

LISTA DE VERIFICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM COZINHAS MILITARES E SERVIÇO DE APROVISIONAMENTO ANEXO II LISTA DE VERIFICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM COZINHAS MILITARES E SERVIÇO DE APROVISIONAMENTO A - IDENTIFICAÇÃO DA OM 1-NOME 2- TELEFONE: 3- ENDEREÇO : 4- E- MAIL: 5- BAIRRO : 6- CIDADE

Leia mais

ANVISA Resolução - RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002

ANVISA Resolução - RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002 http://wwwanvisagovbr/legis/resol/2002/275_02rdchtm ANVISA Resolução - RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002 DOU de 23/10/2002 Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados

Leia mais

considerando que a Lista de Verificação restringe-se especificamente às Boas Práticas de Fabricação de Alimentos;

considerando que a Lista de Verificação restringe-se especificamente às Boas Práticas de Fabricação de Alimentos; RESOLUÇÃO - RDC Nº 275, DE 21 DE OUTUBRO DE 2002 Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados aos Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos

Leia mais

A - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

A - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA ANEXO II REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DE INSUMOS PECUÁRIOS ROTEIRO DE INSPEÇÃO DAS BOAS

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇÃO DAS BOAS PRATICAS DE FABRICAÇÃO PARA ESTABELECIMENTOS PRODUTOS/INDUSTRIALIZADORES DE FRUTAS E OU HORTALIÇAS EM CONSERVAS

LISTA DE VERIFICAÇÃO DAS BOAS PRATICAS DE FABRICAÇÃO PARA ESTABELECIMENTOS PRODUTOS/INDUSTRIALIZADORES DE FRUTAS E OU HORTALIÇAS EM CONSERVAS ANEXO II LISTA DE VERIFICAÇÃO DAS BOAS PRATICAS DE FABRICAÇÃO PARA ESTABELECIMENTOS PRODUTOS/INDUSTRIALIZADORES DE FRUTAS E OU HORTALIÇAS EM CONSERVAS NUMERO: /ANO A- IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 1- RAZÃO

Leia mais

Resolução - RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002(*) Republicada no D.O.U de 06/11/2002

Resolução - RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002(*) Republicada no D.O.U de 06/11/2002 Resolução - RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002(*) Republicada no DOU de 06/11/2002 Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados aos Estabelecimentos Produtores/Industrializadores

Leia mais

Para verificar a atualização desta norma, como revogações ou alterações, acesse o Visalegis.

Para verificar a atualização desta norma, como revogações ou alterações, acesse o Visalegis. Legislação Para verificar a atualização desta norma, como revogações ou alterações, acesse o Visalegis. Resolução - RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002(*) Republicada no D.O.U de 06/11/2002 Dispõe sobre

Leia mais

Legislação em Vigilância Sanitária

Legislação em Vigilância Sanitária Página 1 de 16 Legislação em Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO - RDC Nº 275, DE 21 DE OUTUBRO DE 2002 Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados aos Estabelecimentos

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO. BASEADO NA RESOLUÇÃO RDC N o 216 / MS / ANVISA

LISTA DE VERIFICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO. BASEADO NA RESOLUÇÃO RDC N o 216 / MS / ANVISA LISTA DE VERIFICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO BASEADO NA RESOLUÇÃO RDC N o 216 / MS / ANVISA BOAS PRÁTICAS PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO SIM NÃO NA(*) 4.1 EDIFICAÇÃO, INSTALAÇÕES,

Leia mais

PORTARIA ESTADUAL SES/RS Nº 542/06 D.O.E. 19 de outubro de 2006

PORTARIA ESTADUAL SES/RS Nº 542/06 D.O.E. 19 de outubro de 2006 PORTARIA ESTADUAL SES/RS Nº 542/06 D.O.E. 19 de outubro de 2006 Aprova a Lista de Verificação em Boas Práticas para Serviços de Alimentação, aprova Normas para Cursos de Capacitação em Boas Práticas para

Leia mais

FORMULÁRIO DE AUTO-INSPEÇÃO PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO

FORMULÁRIO DE AUTO-INSPEÇÃO PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO FORMULÁRIO DE AUTO-INSPEÇÃO PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO Neste formulário estão as exigências mínimas para a instalação e funcionamento de uma Cozinha Industrial. Devem ser observados demais critérios

Leia mais

atos relacionados: Lei nº 6437, de 20 de agosto de 1977 revoga: item 7.1 da Portaria nº 379, de 26 de abril de 1999

atos relacionados: Lei nº 6437, de 20 de agosto de 1977 revoga: item 7.1 da Portaria nº 379, de 26 de abril de 1999 título: Resolução RDC nº 267, de 25 de setembro de 2003 ementa: Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Industrializadores de Gelados Comestíveis e a Lista

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO FÁBRICA DE PALMITO EM CONSERVA Resolução RDC 18/99, RDCn 81/03, Res. 07/00. Port.n 04/99 Res. 326/99

ROTEIRO DE INSPEÇÃO FÁBRICA DE PALMITO EM CONSERVA Resolução RDC 18/99, RDCn 81/03, Res. 07/00. Port.n 04/99 Res. 326/99 SECETAA MUCPAL SAUDE Coordenação de Vigilância em Saúde Gerência de Produtos e Serviços de nteresse da Saúde Subgerência de Alimentos OTEO DE SPEÇÃO FÁBCA DE PALMTO EM COSEVA esolução DC 18/99, DCn 81/03,

Leia mais

Resolução da Diretoria Colegiada RDC nº 352, de 23 de dezembro de 2002. Publicada no D.O.U de 08/01/2003

Resolução da Diretoria Colegiada RDC nº 352, de 23 de dezembro de 2002. Publicada no D.O.U de 08/01/2003 Resolução da Diretoria Colegiada RDC nº 352, de 23 de dezembro de 2002. Publicada no D.O.U de 08/01/2003 Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Produtores/Industrializadores

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇÃO - Itens 1. IDENTIFICAÇÃO

LISTA DE VERIFICAÇÃO - Itens 1. IDENTIFICAÇÃO REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ANEXO XIII LISTA DE VERIFICAÇÃO DE AUTO-INSPEÇÃO 1.1. Nome da embarcação: 1.2. IMO: 1.3. Nome e assinatura do

Leia mais

WebSite da Vigilância Sanitária

WebSite da Vigilância Sanitária Página 1 de 5 SERVIÇOS MAIS ACESSADOS: Selecione um Serviço Página Principal Quem somos Regularize sua Empresa Roteiros Denúncias e Reclamações Vigilância e Fiscalização Sanitária em Indústrias de Alimentos

Leia mais

ROTEIRO PARA CLASSIFICAÇÃO DE AÇOUGUES 2015 IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO

ROTEIRO PARA CLASSIFICAÇÃO DE AÇOUGUES 2015 IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO ROTERO PARA CLASSFCAÇÃO DE AÇOUGUES 2015 DETFCAÇÃO DO ESTABELECMETO Razão Social: ome Fantasia: Endereço Completo (Rua, º, Bairro): CPJ: Licença de Localização: nscrição Municipal: Alvará Sanitário: Proprietário(s)

Leia mais

6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS

6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS Universidade de Passo Fundo Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária Curso de Medicina Veterinária 6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS Médico Veterinário Profº Dr. Elci Lotar

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM HOTEIS E MOTEIS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM HOTEIS E MOTEIS SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ - SESA SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA. Nota Técnica nº 08/13 DVVSA/CEVS/SESA 29 de agosto 2013.

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ - SESA SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA. Nota Técnica nº 08/13 DVVSA/CEVS/SESA 29 de agosto 2013. SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ - SESA SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA Nota Técnica nº 08/13 DVVSA/CEVS/SESA 29 de agosto 2013. BOAS PRÁTICAS PARA COMÉRCIO AMBULANTE DE ALIMENTOS A Secretaria do

Leia mais

Roteiro de Inspeção LACTÁRIO. Realiza Programa de Saúde do Trabalhador com controle periódico, admissional e demissional

Roteiro de Inspeção LACTÁRIO. Realiza Programa de Saúde do Trabalhador com controle periódico, admissional e demissional GOVERO DO ETADO DO RIO DE JAEIRO ECRETARIA DE ETADO DE AÚDE COORDEAÇÃO DE FICALIZAÇÃO AITÁRIA CARACTERIZAÇÃO Roteiro de Inspeção LACTÁRIO úmero de funcionários úmero de nutricionistas Responsável técnico:

Leia mais

CONDIÇÃO HIGIÊNICO-SANITÁRIO EM PADARIAS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS E INTERVENÇÃO ATRAVÉS DE TREINAMENTO DE MANIPULADORES

CONDIÇÃO HIGIÊNICO-SANITÁRIO EM PADARIAS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS E INTERVENÇÃO ATRAVÉS DE TREINAMENTO DE MANIPULADORES CONDIÇÃO HIGIÊNICO-SANITÁRIO EM PADARIAS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS E INTERVENÇÃO ATRAVÉS DE TREINAMENTO DE MANIPULADORES Alessandro José da Silva Liv Almeida Mello de Oliveira Universidade do Vale do Paraiba

Leia mais

*RESOLUÇÃO SMSDC Nº 1.424 DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009

*RESOLUÇÃO SMSDC Nº 1.424 DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009 *RESOLUÇÃO SMSDC Nº 1.424 DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009 O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor, e CONSIDERANDO o Decreto Municipal

Leia mais

CELSO ISAO KUBATAMAIA CLÁUDIA CATHERINE MAFRA BEZERRA INÊ NASCIMENTO TAVEIRA JORGE LUIZ MAIA CARNEIRO LENITA BARBOSA DE MORAES

CELSO ISAO KUBATAMAIA CLÁUDIA CATHERINE MAFRA BEZERRA INÊ NASCIMENTO TAVEIRA JORGE LUIZ MAIA CARNEIRO LENITA BARBOSA DE MORAES CELSO ISAO KUBATAMAIA CLÁUDIA CATHERINE MAFRA BEZERRA INÊ NASCIMENTO TAVEIRA JORGE LUIZ MAIA CARNEIRO LENITA BARBOSA DE MORAES MANUEL JOSÉ PEREIRA SOUZA NÁDIA MARIA SOARES BEZERRA REGINA CÉLIA SILVA LEMOS

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br

Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Resolução - RDC nº 267, de 25 de setembro de 2003 D.O.U de 26/09/2003 Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos

Leia mais

Enquadramento legal Item 4.5.1 da RDC ANVISA Nº 216/04. N Recipientes para coleta de resíduos Item 4.5.2 da RDC

Enquadramento legal Item 4.5.1 da RDC ANVISA Nº 216/04. N Recipientes para coleta de resíduos Item 4.5.2 da RDC AEXO ROTERO PARA FSCALZAÇÃO/SPEÇÃO SATÁRA, E AUTOSPEÇÃO EM MMERCADOS, MERCADOS, SUPERMERCADOS, HPERMERCADOS E AFS. 1. DADOS DO ESTABELECMETO. RAZÃO SOCAL: OME FATASA: CPJ: EDEREÇO: TELEFOE: REPRESETATE

Leia mais

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 173, DE 13 DE SETEMBRO DE

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 173, DE 13 DE SETEMBRO DE título: Resolução RDC nº 173, de 13 de setembro de 2006 ementa: Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Boas Práticas para Industrialização e Comercialização de Água Mineral Natural e de Água Natural e a

Leia mais

Manual de Boas Práticas de Fabricação para Indústria Fracionadora de Alimentos

Manual de Boas Práticas de Fabricação para Indústria Fracionadora de Alimentos Manual de Boas Práticas de Fabricação para Indústria Fracionadora de Alimentos Guide to Good Manufacturing Practices for Food Cutting Company Laís Aparecida da Silva Engenheira de alimentos laisaps2@ig.com.br

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO PUBLICADO NO DOMP Nº 578 DE: 1º/08/2012 PÁG: 1 PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS DECRETO Nº 293, DE 31 DE JULHO DE 2012 Dispõe sobre as normas sanitárias para o funcionamento das lavanderias em geral, de

Leia mais

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES ROTERO Fabricação de Águas Envasadas 1. DETFCAÇÃO FORMAÇÃO DE DETFCAÇÃO Demanda/Processo: Razão Social: ome Fantasia: nscrição Estadual/Municipal: Atividade (CAE): ( ) 1121-6/00-00 - Fabricação de águas

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO SOBRE

REGULAMENTO TÉCNICO SOBRE ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO SOBRE AS CONDIÇÕES HIGIÊNICO- SANITÁRIAS E DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO PARA ESTABELECIMENTOS FABRICANTES DE PRODUTOS DESTINADOS À ALIMENTAÇÃO ANIMAL 1. OBJETIVO Definir os

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO

LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO APÊNDICE A LISTA DE VERIFICAÇÃO DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO- SANITÁRIAS UTILIZADA NA COLETA DE DADOS, BASEADA NA RDC nº 275/2002 E NA RDC nº 216/2004, DA ANVISA LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Divisão de Produtos Relacionados à Saúde

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Divisão de Produtos Relacionados à Saúde SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Divisão de Produtos Relacionados à Saúde Portaria CVS 5, de 09 de abril de 2013 DOE de 19/04/2013 - nº.

Leia mais

Relatório de Estágio Supervisionado: Otimize Consultoria

Relatório de Estágio Supervisionado: Otimize Consultoria UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO ENGENHARIA QUÍMICA E ALIMENTOS EQA 5611: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE ALIMENTOS PROFESSOR ORIENTADOR: JOSÉ ANTÔNIO RIBEIRO

Leia mais

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 173, DE 13 DE SETEMBRO DE 2006.

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 173, DE 13 DE SETEMBRO DE 2006. RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 173, DE 13 DE SETEMBRO DE 2006. Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Boas Práticas para Industrialização e Comercialização de Água Mineral Natural e de Água

Leia mais

RESOLUÇÃO-RDC N 216, DE 15 DE SETEMBRO DE 2004. Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação.

RESOLUÇÃO-RDC N 216, DE 15 DE SETEMBRO DE 2004. Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. RESOLUÇÃO-RDC N 216, DE 15 DE SETEMBRO DE 2004 Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO/PADRÃO SANITÁRIO RESTAURANTE 2014

CLASSIFICAÇÃO/PADRÃO SANITÁRIO RESTAURANTE 2014 CLASSFCAÇÃO/PADRÃO SATÁRO RESTAURATE 2014 Razão social: ome Fantasia: Endereço Completo (Rua, º.): Bairro: Referência: CPJ: nscrição municipal: Licença de localização: Alvará Sanitário: Classificação/Padrão

Leia mais

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA O TRANSPORTE DE ALIMENTOS, MATÉRIA- PRIMA, INGREDIENTES E EMBALAGENS.

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA O TRANSPORTE DE ALIMENTOS, MATÉRIA- PRIMA, INGREDIENTES E EMBALAGENS. RESOLUÇÃO.../SESA/PR O Secretário Estadual de Saúde, no uso de suas atribuições legais e: CONSIDERANDO a Portaria nº 326/1997/SVS/MS, a Resolução RDC nº275/2002, a Resolução RDC nº 216/2004, da ANVISA,

Leia mais

PROJETO CRN-1 ALIMENTA SAÚDE CERTIFICADO CRN-1 ALIMENTA SAÚDE Check List para Avaliação da Unidade de Produção de Refeições Saudáveis

PROJETO CRN-1 ALIMENTA SAÚDE CERTIFICADO CRN-1 ALIMENTA SAÚDE Check List para Avaliação da Unidade de Produção de Refeições Saudáveis PROJETO CRN-1 ALIMENTA SAÚDE CERTIFICADO CRN-1 ALIMENTA SAÚDE Check List para Avaliação da Unidade de Produção de Refeições Saudáveis Empresa Requerente: Unidade: Avaliador: Nutricionista RT: Data da 1ª

Leia mais

Lista de Verificação de Cantinas Escolares

Lista de Verificação de Cantinas Escolares Lista de Verificação de Cantinas Escolares Nome do estabelecimento: Identificação das entidades responsáveis pelo estabelecimento e NIF Morada do estabelecimento: Identificação das entidades responsáveis

Leia mais

RESOLUÇÃO-RDC N 216, DE 15 DE SETEMBRO DE 2004 Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação.

RESOLUÇÃO-RDC N 216, DE 15 DE SETEMBRO DE 2004 Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. título: Resolução RDC nº 216, de 15 de setembro de 2004 ementa: Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. publicação: D.O.U. - Diário Oficial da União; Poder Executivo,

Leia mais

[SELO ALIMENTO SEGURO]

[SELO ALIMENTO SEGURO] 1 Lista de Verificação Selo Alimento Seguro Lista de Verificação com a finalidade de examinar todos os aspectos relacionados com as instalações, equipamentos, ferramentas, instrumentos utilizados pelas

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM CLUBES E PISCINAS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM CLUBES E PISCINAS SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação:

adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação: Resolução - RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002(*) Republicada no D.O.U de 06/11/2002 Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados aos Estabelecimentos Produtores/Industrializadores

Leia mais

1 Documentação 1.1 S N NA

1 Documentação 1.1 S N NA PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE COORDEDORIA GERAL DE VIGILÂNCIA DA SAÚDE EQUIPE DE CONTROLE E VIGILÂNCIA DE SERVIÇOS DE SAÚDE versão Maio/2011 ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE IDENTIFICAÇÃO DAS PRINCIPAIS CONDIÇÕES DAS ÁREAS DE VIVÊNCIA DOS CANTEIROS DE OBRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NO ESTADO DA BAHIA.

QUESTIONÁRIO DE IDENTIFICAÇÃO DAS PRINCIPAIS CONDIÇÕES DAS ÁREAS DE VIVÊNCIA DOS CANTEIROS DE OBRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. QUESTIONÁRIO DE IDENTIFICAÇÃO DAS PRINCIPAIS CONDIÇÕES DAS ÁREAS DE VIVÊNCIA DOS CANTEIROS DE OBRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. O presente trabalho é resultado de um consenso estabelecido

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Agência Nacional de Vigilância Sanitária Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública nº 67, de 27 de outubro de 2004. D.O.U de 28/10/2004 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso

Leia mais

RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13)

RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13) RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13) O SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE, usando da atribuição que lhe confere o Art. 45, Inciso XIV, da Lei Estadual nº 8.485

Leia mais

Resolução - RDC nº 216, 15 de setembro de 2004

Resolução - RDC nº 216, 15 de setembro de 2004 Resolução - RDC nº 216, 15 de setembro de 2004 DISPÕE SOBRE REGULAMENTO TÉCNICO DE BOAS PRÁTICAS PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso

Leia mais

PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE

PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE PORTARIA SVS/MS Nº 326, DE 30 DE JULHO DE 1997 A Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições legais e considerando: a necessidade do constante aperfeiçoamento

Leia mais

ROTEIRO COMÉRCIO VAREJISTA - LANCHONETE E SIMILARES Portaria SMS-G N 1210/06

ROTEIRO COMÉRCIO VAREJISTA - LANCHONETE E SIMILARES Portaria SMS-G N 1210/06 SECRETARIA MUICIPAL SAUDE Coordenação de Vigilância em Saúde Gerência de Produtos e Serviços de Interesse da Saúde Subgerência de Alimentos ROTEIRO COMÉRCIO VAREJISTA - LACHOETE E SIMILARES Portaria SMS-G

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO Ref.: MBPF-001/09-0 Revisão: 00 Emissão: Setembro Qtde. Pág.: 12 Introdução Cabe ao fornecedor elaborar e implementar

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO - COMÉRCIO VAREJISTA PADARIA E SIMILARES

ROTEIRO DE INSPEÇÃO - COMÉRCIO VAREJISTA PADARIA E SIMILARES PREFETURA DE SÃO PAULO SECRETARA MUCPAL DA SAÚDE COORDEAÇÃO DE VGLÂCA EM SAÚDE GERÊCA DE PRODUTOS E SERVÇOS DE TERESSE DA SAÚDE SUBGERÊCA DE ALMETOS ROTERO DE SPEÇÃO - COMÉRCO VAREJSTA PADARA E SMLARES

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA AVALIAÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA DAS INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA AVALIAÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA DAS INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS I IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Nome: Endereço: AP: Nome Fantasia: Inscrição Municipal: Nº do Processo: CNPJ: Tipo de Serviço: ( ) Municipal ( ) Filantrópico ( ) Conveniado SUS RJ ( ) Privado ( ) Estadual

Leia mais

INSTITUIÇÃO: DATA: RESPONSÁVEL PELA INSPEÇÃO: NOME DO RESP. PELO SERVIÇO;

INSTITUIÇÃO: DATA: RESPONSÁVEL PELA INSPEÇÃO: NOME DO RESP. PELO SERVIÇO; INSTITUIÇÃO: DATA: RESPONSÁVEL PELA INSPEÇÃO: NOME DO RESP. PELO SERVIÇO; Tipo do Serviço: ( ) Próprio ( )terceirizado Nome; Possui Licença sanitária? ( ) SIM ( ) NÃO N /ANO: Há um encarregado do setor

Leia mais

Art. 1º Aprovar o Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação.

Art. 1º Aprovar o Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. RESOLUÇÃO - RDC N 216, DE 15 DE SETEMBRO DE 2004. Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO CRECHES, BERÇÁRIOS E SIMILARES.

ROTEIRO DE INSPEÇÃO CRECHES, BERÇÁRIOS E SIMILARES. SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

ROTEIRO PARA SALÕES DE BELEZAS, INSTITUTO DE BELEZA, ESTETICA, BARBEARIAS E SIMILARES.

ROTEIRO PARA SALÕES DE BELEZAS, INSTITUTO DE BELEZA, ESTETICA, BARBEARIAS E SIMILARES. SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

Diário Oficial Poder Executivo - Seção I sábado, 20 de junho de 2009 São Paulo, 119 (114) págs. 53/55

Diário Oficial Poder Executivo - Seção I sábado, 20 de junho de 2009 São Paulo, 119 (114) págs. 53/55 Diário Oficial Poder Executivo - Seção I sábado, 20 de junho de 2009 São Paulo, 119 (114) págs. 53/55 Resolução SAA - 42, de 19-6-2009 Recomenda Norma Técnica para produtos hortifrutícolas minimamente

Leia mais

ESTRUTURA FÍSICA DA ÁREA DE PRODUÇÃO DE UMA UNIDADE DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO (UAN) LOCALIZADA EM FORTALEZA-CE

ESTRUTURA FÍSICA DA ÁREA DE PRODUÇÃO DE UMA UNIDADE DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO (UAN) LOCALIZADA EM FORTALEZA-CE 1 ESTRUTURA FÍSICA DA ÁREA DE PRODUÇÃO DE UMA UNIDADE DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO (UAN) LOCALIZADA EM FORTALEZA-CE RESUMO Karla Braga Lobo Liberato 1 Maria Consuelo Landim 2 Eveline de Alencar Costa 3 A

Leia mais

ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES -

ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES - ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES - 1. LEGISLAÇÃO SANITÁRIA ESPECÍFICA - Lei Federal 6.360/76 e Decreto Estadual (DE) 23.430 de 24/10/1974 (http://www.al.rs.gov.br/legis/);

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PARA GRANJAS AVÍCOLAS:

NORMAS TÉCNICAS DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PARA GRANJAS AVÍCOLAS: Sant Ana do Livramento-RS Cidade Símbolo de Integração Brasileira com os Países do Mercosul" Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária, Abastecimento- SMAPA- SIM- Serviço de Inspeção Municipal NORMAS

Leia mais

ROTEIRO PARA AUTO INSPEÇÃO

ROTEIRO PARA AUTO INSPEÇÃO Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Vigilância em Saúde Gerência de Produtos e Serviços de Interesse da Saúde Subgerência de Produtos Para a Saúde, Saneantes Domissanitários e Cosméticos Roteiro

Leia mais

Formalização do Funcionamento de. Nutrição. Profª. Mônica de Caldas Rosa dos Anjos

Formalização do Funcionamento de. Nutrição. Profª. Mônica de Caldas Rosa dos Anjos Formalização do Funcionamento de Unidades de Alimentação e Nutrição Profª. Mônica de Caldas Rosa dos Anjos A sobrevivência de agrupamentos humanos está diretamente relacionada à existência de objetivos

Leia mais

Anais da 3ª Jornada Científica da UEMS/Naviraí

Anais da 3ª Jornada Científica da UEMS/Naviraí Anais da 3ª Jornada Científica da UEMS/Naviraí 22 a 26 de Outubro de 2013 Naviraí/MS - Brasil www.uems.br/navirai Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - Unidade de Naviraí 97 Avaliação das Condições

Leia mais

ANEXO IV LAUDO DE CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE HIGIENE

ANEXO IV LAUDO DE CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE HIGIENE ANEXO IV LAUDO DE CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE HIGIENE 119 LAUDO TÉCNICO PREVISTO NO DECRETO Nº 6.795 DE 16 DE MARÇO DE 2009 LAUDO DE CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE HIGIENE 1. IDENTIFICAÇÃO DO ESTÁDIO 1.1. Nome

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 31 DE MARÇO DE 2000.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 31 DE MARÇO DE 2000. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, DE 31 DE MARÇO DE 2000. O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO

Leia mais

RESOLUÇÃO - RDC No- 218, DE 29 DE JULHO DE 2005 (*)

RESOLUÇÃO - RDC No- 218, DE 29 DE JULHO DE 2005 (*) RESOLUÇÃO - RDC No- 218, DE 29 DE JULHO DE 2005 (*) DOU 01-08-2005 Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Procedimentos Higiênico-Sanitários para Manipulação de Alimentos e Bebidas Preparados com Vegetais.

Leia mais

Legislação em Vigilância Sanitária

Legislação em Vigilância Sanitária Página 1 de 9 Legislação em Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO-RDC N 216, DE 15 DE SETEMBRO DE 2004 Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. A Diretoria Colegiada da

Leia mais

NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO

NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO 18.4 Áreas de Vivência 18.4.1. Os canteiros de obras devem dispor de: a) instalações sanitárias; b) vestiário; c) alojamento; d)

Leia mais

18.4. Áreas de vivência

18.4. Áreas de vivência 18.4. Áreas de vivência 18.4.1. Os canteiros de obras devem dispor de: a) instalações sanitárias; (118.015-0 / I4) b) vestiário; (118.016-9 / I4) c) alojamento; (118.017-7 / I4) d) local de refeições;

Leia mais

Boas práticas na cadeia produtiva de bebidas não alcoólicas

Boas práticas na cadeia produtiva de bebidas não alcoólicas Boas práticas na cadeia produtiva de bebidas não alcoólicas Agosto de 2010 Curso Teórico-Prático de Análises Microbiológicas de Àgua e Bebidas não Alcoólicas Palestrante Juliane Dias Gonçalves Eng de Alimentos,

Leia mais

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários.

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Nº PROCESSO REQUERIMENTO RAZÃO SOCIAL IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO NOME DE FANTASIA NÚMERO DO CNPJ NÚMERO ÚLTIMO

Leia mais

VIGILÂNCIA SANITÁRIA AS EXIGÊNCIAS PARA ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM ALIMENTOS

VIGILÂNCIA SANITÁRIA AS EXIGÊNCIAS PARA ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM ALIMENTOS 1 VIGILÂNCIA SANITÁRIA AS EXIGÊNCIAS PARA ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM ALIMENTOS O sr. Generoso é proprietário de um estabelecimento há mais de 15 anos que dentre outras atividades também manipula alimentos.

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PARA FÁBRICAS DE CONSERVAS DE OVOS

NORMAS TÉCNICAS DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PARA FÁBRICAS DE CONSERVAS DE OVOS SECRETARIA DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO ANIMAL COORDENADORIA DE INSPEÇÃO SANITÁRIA DOS PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL - C I S P O A - NORMAS TÉCNICAS

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO - SANITÁRIAS DA COZINHA DE UMA CRECHE NO MUNICIPIO DE SEROPÉDICA/RJ - BRASIL: UM ESTUDO DE CASO

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO - SANITÁRIAS DA COZINHA DE UMA CRECHE NO MUNICIPIO DE SEROPÉDICA/RJ - BRASIL: UM ESTUDO DE CASO AVALAÇÃO DA CONDÇÕE HGÊNCO - ANTÁRA DA COZNHA DE UMA CRECHE NO MUNCPO DE EROPÉDCA/RJ - BRAL: UM ETUDO DE CAO Rosinere Evaristo Bittencourt 1 Maria Lúcia Almeida Martins 2 Hellen de Almeida Góes 3 REUMO

Leia mais

Ficha Técnica de Fiscalização

Ficha Técnica de Fiscalização FTF: 64//07 IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Nome/Designação Social: Morada: IDENTIFICAÇÃO DA BRIGADA Brigada: Direcção Regional: Data de Controlo: / / Hora: h m LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Licenciamento: o

Leia mais

DISTRIBUIDORA DE COSMÉTICOS

DISTRIBUIDORA DE COSMÉTICOS 1. Identificação do Estabelecimento Razão Social: Nome Fantasia: CNPJ: Endereço: Bairro: Município: CEP: Fone: Fax: E-mail: Responsável Legal: CPF: Responsável Técnico: CPF: CR : 2. Inspeção Data: Objetivo:

Leia mais

CHECK LIST ABMAPRO - Não Alimentar Descrição

CHECK LIST ABMAPRO - Não Alimentar Descrição 1. SISTEMA DA QUALIDADE 1.1.1 Existe uma declaração da Política da Qualidade claramente definida, documentada e aprovada? 1.1 Política da qualidade 1 1 X X Verificar a existência de Política Documentada

Leia mais

PORTARIA N 40, DE 20 DE JANEIRO DE 1997

PORTARIA N 40, DE 20 DE JANEIRO DE 1997 PORTARIA N 40, DE 20 DE JANEIRO DE 1997 Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação DOU de 21/01/1997 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO, no uso da

Leia mais

30/8/2010 BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO. BPF_ BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO Parte 1

30/8/2010 BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO. BPF_ BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO Parte 1 São conjunto de princípios e regras que ajudam a reduzir, prevenir e evitar os perigos dos alimentos. BPF_ BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO Parte 1 Condutas para o Controle Higiênico-Sanitário de Alimentos

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO. Portaria Nº 40, de 20 de janeiro de 1997

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO. Portaria Nº 40, de 20 de janeiro de 1997 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO Portaria Nº 40, de 20 de janeiro de 1997 DOU de 21/01/1997 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA INDAIATUBA/SP

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA INDAIATUBA/SP SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA INDAIATUBA/SP GUIA DE ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO MANUAL DE BOAS PRÁTICAS (MBP) E PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRONIZADOS (POPs) PARA

Leia mais

ROTEIRO EMPRESA DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS

ROTEIRO EMPRESA DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS ROTEIRO EMPRESA DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS ROTEIRO DE INSPEÇÃO PRESTADORA DE SERVIÇOS / DEDETIZADORAS Data: A - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA: 1-Razão Social: 2-Nome de Fantasia: 3-Alvará/Licença Sanitária:

Leia mais

Ficha Técnica de Fiscalização. Restauração e Bebidas

Ficha Técnica de Fiscalização. Restauração e Bebidas Legislação aplicável: Licenciamento: o Decreto-Lei n.º 168/97 de 04 de Julho, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 57/2002 de 11 de Março, que aprova o regime jurídico da instalação e funcionamento

Leia mais

BOAS PRÁTICAS EM SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO: Segurança ao Cliente, Sucesso ao seu Negócio!

BOAS PRÁTICAS EM SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO: Segurança ao Cliente, Sucesso ao seu Negócio! BOAS PRÁTICAS EM SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO: Segurança ao Cliente, Sucesso ao seu Negócio! Dra. Marlise Potrick Stefani, MSc Nutricionista Especialista e Mestre em Qualidade, Especialista em Alimentação Coletiva

Leia mais

CÓPIA CONTROLADA POP - PRIMATO 001 / REV. 00

CÓPIA CONTROLADA POP - PRIMATO 001 / REV. 00 Procedimento Operacional Padrão Sistema de Gestão Higiene e Saúde do Pessoal POP - PRIMATO 001 / REV. 00 HIGIENE E SAÚDE DO PESSOAL Toda e qualquer forma de manipulação de ingredientes que na sua junção

Leia mais

INTRODUÇÃO ÀS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO (BPF)

INTRODUÇÃO ÀS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO (BPF) UFSC Universidade Federal de Santa Catarina Depto. de Eng. Química e de Eng. de Alimentos EQA 5221 - Turma 945 Higiene e Legislação de Alimentos INTRODUÇÃO ÀS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO (BPF) As BPF têm

Leia mais

Ana Lúcia de Freitas Saccol. Santa Maria, julho de 2007

Ana Lúcia de Freitas Saccol. Santa Maria, julho de 2007 Ana Lúcia de Freitas Saccol Santa Maria, julho de 2007 Ingestão de alimentos ou água contaminados Estão independente de toda a tecnologia OMS + de 60% das DTA são provocadas por agentes microbiológicos

Leia mais

Vigilância Sanitária de Serviços de Alimentação em Shoppings de Brasília-DF

Vigilância Sanitária de Serviços de Alimentação em Shoppings de Brasília-DF Vigilância Sanitária de Serviços de Alimentação em Shoppings de Brasília-DF Monitoramento da Qualidade de Alimentos no DF produtos analisados e motivos da condenação no Distrito Federal, 2014 85% 15% Sem

Leia mais

Uma arte que deve andar lado a lado com a saúde. Secretaria de Saúde de Vila Velha Vigilância Sanitária

Uma arte que deve andar lado a lado com a saúde. Secretaria de Saúde de Vila Velha Vigilância Sanitária Uma arte que deve andar lado a lado com a saúde. Secretaria de Saúde de Vila Velha Vigilância Sanitária objetivo Este manual estabelece os critérios de higiene e de boas práticas operacionais para o controle

Leia mais

RESOLUÇÃO - RDC N 216, DE 15 DE SETEMBRO DE 2004 REGULAMENTO TÉCNICO DE BOAS PRÁTICAS PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO

RESOLUÇÃO - RDC N 216, DE 15 DE SETEMBRO DE 2004 REGULAMENTO TÉCNICO DE BOAS PRÁTICAS PARA SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO RESOLUÇÃO - RDC N 216, DE 15 DE SETEMBRO DE 2004 Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso

Leia mais

ORIENTAÇÕES TÉCNICO-SANITÁRIAS EM EVENTOS NO MUNICÍPIO DO RJ

ORIENTAÇÕES TÉCNICO-SANITÁRIAS EM EVENTOS NO MUNICÍPIO DO RJ ORIENTAÇÕES TÉCNICO-SANITÁRIAS EM EVENTOS NO MUNICÍPIO DO RJ A Vigilância Sanitária Municipal é responsável pela fiscalização de todos os stands, espaços, barracas, postos e/ou pontos de venda da área

Leia mais

NR 18 NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção (118.000-2)

NR 18 NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção (118.000-2) NR 18 NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção (118.000-2) Resumo da NR 18 para áreas de vivência 18.1. Objetivo e campo de aplicação. 18.1.1. Esta Norma Regulamentadora NR

Leia mais

AVALIAÇÕES DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS DA PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO EM UM EVENTO COMERCIAL

AVALIAÇÕES DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS DA PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO EM UM EVENTO COMERCIAL V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 AVALIAÇÕES DAS CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS DA PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO EM UM EVENTO COMERCIAL Deijiane de Oliveira

Leia mais

CHECK LIST ABMAPRO - Alimentar Critério de Cumprimento

CHECK LIST ABMAPRO - Alimentar Critério de Cumprimento I II III C/NC Classificação Cr/Ma/Me 1. SISTEMA DA QUALIDADE 1.1 Política da Qualidade 1.1.1 Existe uma declaração da Política da Qualidade claramente definida, documentada e aprovada? 1 1 Verificar se

Leia mais

HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S. Introdução. Para que serve?

HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S. Introdução. Para que serve? HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S Introdução Basicamente consiste na determinação de organizar o local de trabalho, mantêlo arrumado e em ordem, limpo, mantendo as condições padronizadas e a disciplina necessárias

Leia mais

REQUISITOS GERAIS HÍGIO SANITÁRIOS E TECNICO-FUNCIONAIS PARA A OFERTA E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES NA FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA (FIL)

REQUISITOS GERAIS HÍGIO SANITÁRIOS E TECNICO-FUNCIONAIS PARA A OFERTA E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES NA FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA (FIL) MANUAL REQUISITOS GERAIS HÍGIO SANITÁRIOS E TECNICO-FUNCIONAIS PARA A OFERTA E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTARES NA FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA (FIL) O objectivo deste manual é fornecer informação

Leia mais