Edição Data Alterações em relação à edição anterior. 2ª 03/07/2006 Exigência de prontuário item 4.61 conforme requisitos da NR 10.

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1 Projeto de Rede de Distribuição Subterrânea de MT e BT Processo Planejamento, Ampliação e Melhoria da Rede Elétrica Atividade Obras de Distribuição Código Edição Data VR ª Folha 1 DE /09/2011 HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES Edição Data Alterações em relação à edição anterior 1ª 26/03/3 Edição inicial. 2ª 03/07/6 Exigência de prontuário item 4.61 conforme requisitos da NR 10. 3ª 09/04/8 Alteração no título e Adequação ao novo sistema normativo - SGN. 4ª 05/07/2011 Revisão Geral, Inclusão dos itens: (4.170, e 4.172), Inclusões de novos códigos na tabela 10, 12 e 14: itens: (07, 08, 09, 10, 11, 12, 13, 14 e 15), (11, 12, 13, 14, 15, 16 e 17) e (04 e 05), Inclusões dos ANEXOS (XII e XIII), Alterado o item e Atualizada as tabelas (04 e 05). 5ª 09/09/2011 Alterada a tabela 05. GRUPOS DE ACESSO Nome dos grupos Diretor-Presidente, Superintendentes, Gerentes, Gestores, Funcionários e Prestadores de Serviços. NORMATIVOS ASSOCIADOS Nome dos normativos

2 ÍNDICE Página 1. OBJETIVO RESPONSABILIDADES DEFINIÇÕES CRITÉRIOS REFERÊNCIAS APROVAÇÃO...20 ANEXO I. TABELAS DIVERSAS...21 ANEXO II. ESTRUTURAS PADRONIZADAS...24 ANEXO III. BANCO DE DUTOS...30 ANEXO IV. POÇO DE INSPEÇÃO...33 ANEXO V. CENTRO DE TRANSFORMAÇÃO...45 ANEXO VI. VALAS...72 ANEXO VII. ESPAÇADORES...73 ANEXO VIII. TRAVESSIA...74 ANEXO IX. SINALIZAÇÃO...75 ANEXO X. AFASTAMENTO...77 ANEXO XI. SIMBOLOGIA...78 ANEXO XII. DESCRIÇÒES DETALHADA DOS ABRIGOS...82 ANEXO XIII. DESENHOS DOS CENTROS DE TRANSFORMAÇÃO PREFABRICADOS...83 ANEXO XIV. ATIVIDADES BÁSICAS DE OBRAS CIVIS...84 VR ª Edição 09/09/ de 101

3 OBJETIVO Definir critérios e estruturas a serem utilizados na elaboração de projetos e na montagem dos equipamentos e componentes da Rede de Distribuição Subterrânea de MT e BT. 1.RESPONSABILIDADES Compete aos órgãos de engenharia, planejamento, suprimento, expansão, manutenção e operação cumprir e fazer cumprir este instrumento normativo. 2.DEFINIÇÕES 2.1Arranjo Primário Radial Simples Sistema ou parte de sistema de potência no qual, em condições normais de operação, só pode haver fluxo de energia em único sentido. 2.2Arranjo Primário Radial com Recursos Sistema ou parte de sistema de potência no qual, dependendo de interligações e chaveamento, o fluxo de energia pode ser invertido. 2.3Arranjo Primário em Anel Sistema elétrico subterrâneo, constituído por dois alimentadores, interligados por chave normalmente aberta, onde todas as cargas possuem chaves reversivas manuais ou automáticas que permitem optar pela fonte de suprimento. 2.4Arranjo de Poço Desenho em escala das faces internas do poço rebatido em relação a cada aresta da base, mostrando em verdadeira grandeza na vista lateral de cada face e na vista superior do fundo do poço, os eletrodutos, condutores, emendas, materiais e disposição dos equipamentos existentes no interior do poço. 2.5Banco de Dutos Conjunto de eletrodutos montados em formas regulares, paralelamente, em uma ou mais camadas, envoltos em concreto simples. 2.6Base para Subida em Poste Estrutura formada por eletrodutos e concreto simples, destinada à proteção mecânica dos condutores de interligação entre as redes aérea e subterrânea. 2.7BT Baixa tensão. 2.8Carga Instalada Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora, em condições de entrar em funcionamento, expressa em quilowatts. 2.9Centro Geral de Proteção CGP Conjunto de dispositivos elétricos (chaves, barramentos, isoladores entre outros), montados em caixa metálica ou de material polimérico, destinados a operação (manobra e proteção) de circuitos secundários. 2.10Centro de Transformação em Edifício CTE Câmara construída na estrutura do edifício, com fácil acesso para a via pública, provida de iluminação artificial, ventilação natural, não inundável, destinada à instalação de equipamentos de transformação, proteção e manobras do sistema elétrico de distribuição. 2.11Centro de Transformação Subterrâneo CTR Câmara subterrânea, construída em concreto armado, situada em via pública, provida de tampas para inspeção em ferro fundido, tampas para acesso de equipamentos em ferro fundido ou concreto, janelas para VR ª Edição 09/09/ de 101

4 ventilação forçada, circuito interno exclusivo para iluminação, não inundável, destinada a comportar equipamentos de transformação, seccionamento e proteção de média e baixa tensão do sistema elétrico de distribuição. 2.12Centro de Transformação de Superfície CTS Câmara construída ao nível do solo, provida de acesso para equipamentos, ventilação natural ou forçada, iluminação artificial, com fácil acesso para a via pública, destinada a instalação de equipamentos de transformação, proteção e seccionamento do sistema elétrico de distribuição. 2.13Centro de Transformação Semi Enterrado - CTL Câmara construída em concreto armado, parcialmente enterrada, provida de iluminação ventilação natural ou forçada, não inundável, destinada a comportar equipamentos de transformação, seccionamento e proteção do sistema elétrico de distribuição. 2.14Condutor Isolado Condutor de cobre tempera mole coberto por composto termoplástico à base de cloreto de polivinila (PVC), com isolação de composto termofixo à base de borracha de etileno propileno (EPR) ou polietileno reticulado (XLPE), recomendado para utilização em redes subterrâneas em locais secos ou úmidos. 2.15Consumidor Pessoa física ou jurídica, ou comunhão de fato ou de direito, legalmente representada, que solicita a CELPE o fornecimento de energia elétrica e assume a responsabilidade pelo pagamento das faturas e pelas demais obrigações fixadas em normas e regulamentos da ANEEL, assim vinculando-se aos contratos de fornecimento ou de adesão. 2.16Cubículos blindados Conjunto de equipamentos montados em armários de aço, em modelos compactos, destinados à interligação, operação e proteção de redes subterrâneas. 2.17Demanda Média das potências elétricas instantâneas solicitadas ao sistema elétrico durante um período de tempo especificado. 2.18Demanda Máxima Maior demanda verificada durante um intervalo de tempo especificado. 2.19Demanda Média Razão entre a quantidade de energia elétrica consumida durante um intervalo de tempo especificado e esse intervalo. 2.20Demanda Diversificada Quociente entre a demanda das unidades consumidoras de uma classe, calculada por agrupamento de suas cargas, e o número de unidades consumidoras dessa mesma classe. 2.21Dutos Diretamente Enterrados Conjunto de eletrodutos instalados em valas, sinalizados e protegidos contra impactos por placas de concreto, envoltos em camadas de areia granulada e pó de pedra. 2.22Fator de Carga Relação entre a demanda média e a demanda máxima verificada no mesmo intervalo de tempo. 2.23Fator de Coincidência Também chamado de fator de simultaneidade, é a razão da demanda simultânea máxima de um conjunto de equipamentos ou instalações elétricas, para a soma das demandas máximas individuais, ocorridas no mesmo intervalo de tempo especificado. É o inverso do fator de diversidade. 2.24Fator de Correção Sazonal Fator de correção da demanda diversificada dos consumidores residenciais e comerciais, com o objetivo de excluir a possibilidade de que a demanda medida não corresponda à máxima anual. VR ª Edição 09/09/ de 101

5 2.25Fator de Demanda Relação entre a demanda máxima e a carga instalada correspondente. 2.26Fator de Diversidade Relação entre a soma das demandas máximas individuais de um determinado grupo de consumidores e a demanda máxima real de todo o grupo. O fator de diversidade é sempre um número maior que 1 (um), devido a não simultaneidade de ocorrências das demandas máximas individuais. 2.27Fator de Utilização Quociente entre a demanda máxima e a potência nominal do equipamento. 2.28Horizonte de Projeto Período de tempo futuro em que, com as informações atuais, o sistema foi simulado. 2.29MT Média tensão. 2.30Ponto Significativo Qualquer ponto da rede que cause Descontinuidade Elétrica (postes, mudança de bitola, seccionamento, conexões, cargas). 2.31Rede de Distribuição Subterrânea RDS Rede elétrica em que os condutores estão enterrados no solo, instalados em eletrodutos, agrupados em bancos de dutos envelopados em concreto ou diretamente enterrados. 2.32Rede Diretamente Enterrada Condutores isolados instalados em valas, em contato direto com o solo, envoltos em camada de areia granulada e pó de pedra devidamente sinalizados e protegidos por placas de concreto. 2.33Sistema Primário Seletivo Sistema elétrico subterrâneo onde cada unidade consumidora possui duas fontes de suprimento sendo uma de reserva. A carga pode ser comutada através de chaves manuais ou automáticas. 2.34Sub-Anel Configuração para atendimento a cargas através de um sistema em anel, derivado de outro arranjo em anel dito principal. 2.35Unidade Consumidora Conjunto de instalações e equipamentos elétricos caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega, com medição individualizada e correspondente a um único consumidor. 3.CRITÉRIOS 3.1A rede de distribuição subterrânea deve ser utilizada nas saídas de subestação e em áreas onde: a) A densidade de carga seja superior a 30 MVA/km²; b) Estudos técnicos econômicos indiquem sua utilização; c) Órgãos públicos municipais, estaduais, federais ou consumidores solicitem e negociem sua utilização; d) Haja impedimentos físicos ou legais para utilização da rede aérea. 3.2Devem ser consultados os órgãos de patrimônio artístico e cultural, e de preservação ambiental, sempre que as interferências propostas no projeto estejam inseridas, respectivamente, em área tombada ou de preservação ambiental. VR ª Edição 09/09/ de 101

6 3.3Devem ser consultados os órgãos de patrimônio artístico e cultural, e de preservação ambiental, sempre que as interferências propostas no projeto estejam inseridas, respectivamente, em área tombada ou de preservação ambiental. Arranjos 3.4O arranjo primário radial simples com cabo reserva só deve ser utilizado quando, derivado de um sistema de distribuição aéreo, destinar-se ao suprimento de única câmara transformadora particular ou da CELPE. Nesse caso, deve ser previsto um eletroduto reserva não só para ações operativas como também para viabilizar futura conversão da rede aérea para rede subterrânea 3.5O arranjo primário radial com recursos deve ser utilizado sempre que, em área servida por rede aérea com baixa densidade de carga, haja solicitação do cliente por questões estéticas para conversão do sistema aéreo em subterrâneo. 3.6O arranjo primário em anel deve ser utilizado, de maneira geral, para atendimento às cargas primárias normais dos centros urbanos. 3.7No arranjo primário em anel, as cargas devem ser atendidas através de cubículos modulares de linha ou proteção com disjunção a gás. 3.8O sistema primário seletivo pode ser utilizado para o suprimento de cargas que necessitem de alta confiabilidade, desde que o interessado assuma o custo do circuito reserva. 3.9O arranjo secundário radial deve ser utilizado, de maneira geral, para suprimento às cargas de baixa tensão dos centros urbanos de distribuição. 3.10O circuito secundário duplo de um mesmo transformador pode ser utilizado em prédios de uso coletivo ou cargas de porte quando um único circuito não for suficiente para atender a demanda. 3.11O arranjo da RDS a ser projetada é função da densidade de carga da área, e deve ser escolhido a partir da comparação entre a demanda diversificada das unidades consumidoras, dos modelos propostos no ANEXO XI e dos parâmetros abaixo: a) Demanda Diversificada Média 3 kva Região com baixa densidade de carga; b) Demanda Diversificada Média > 3 kva e 9 kva Região com media densidade de carga; c) Demanda Diversificada Média > 9 kva Região com alta densidade de carga. 3.12Deve ser evitado o uso de transformadores em paralelo em RDS. Planejamento do Arranjo Primário 3.13No planejamento de alimentadores do sistema subterrâneo, devem ser analisadas várias alternativas para o fornecimento. 3.14As alternativas devem ser formuladas com base nos arranjos previstos nesta norma e, quando aplicáveis, nas demais opções previstas em outros documentos. 3.15O alimentador em cabo 300 mm² de cobre, isolado para 12/20 kv, deve ser o mais expresso possível. 3.16Podem ser utilizados até quatro sub-anéis originados em subestações ou centros de operação, visando manter a continuidade do alimentador. 3.17A carga instalada em um sub-anel não deve superar kva, no horizonte de projeto. 3.18Deve ser projetado sub-anel utilizando cabo 120 mm² sempre que haja mais de 08 centros de transformação a ser atendidos pelo anel principal em cabo 300 mm². VR ª Edição 09/09/ de 101

7 3.19Em área com densidade uniforme de carga, havendo necessidade de vários sub-anéis, as subestações ou centros de operação para conexão dos sub-anéis devem situar-se nos terços de comprimento do alimentador. Anteprojeto 3.20Sempre que o atendimento envolver extensão em MT deve ser elaborado um anteprojeto. 3.21O anteprojeto deve ser discutido com os órgãos de planejamento, operação, expansão e manutenção. Projeto 3.22A RDS não deve ser projetada em áreas não urbanizadas, sujeitas as erosões eólicas e pluviais. 3.23A seção dos condutores de baixa tensão utilizados em derivações do circuito tronco deve ser, no mínimo, uma seção abaixo daquela do circuito tronco, conforme tabela Os condutores dos circuitos tronco dos centros de transformação devem ser dimensionados pelos critérios da corrente admissível e máxima queda de tensão permitida, visando atingir os limites estabelecidos pela legislação no horizonte de projeto. 3.25No dimensionamento da RDS deve ser atribuído aos lotes não ocupados, demanda diversificada semelhante à demanda média das unidades consumidoras situadas na área em estudo, e previstos dutos e poços de inspeção necessários ao futuro atendimento. Tabela 01 Dimensionamento de condutores de BT Compatibilização de Condutores Densidade de Carga Condutor Principal Condutor da Derivação [mm2] [mm2] Alta Média Baixa Em caso de intervenções que provoquem modificações na topologia da rede secundária, as cargas dos pontos significativos devem ser corrigidas quanto à menor diversificação, sazonalidade e projetadas até o horizonte de estudo com aplicação da taxa de crescimento estabelecida pela unidade de planejamento da distribuição. 3.27Os fatores de correção acima não se aplicam às cargas de iluminação pública. 3.28As cargas comerciais trifásicas devem ser alvos de estudos personalizados de mercado, para avaliação do seu crescimento ao longo do processo. 3.29Na elaboração do cálculo da queda de tensão em RDS de baixa tensão, devem ser utilizados os coeficientes conforme tabela A queda de tensão máxima percentual no ponto mais desfavorável da rede secundária não pode superar 5%. 3.31A corrente máxima no condutor, após aplicação dos fatores de correção, não pode ser maior que os limites recomendados pelos fabricantes. 3.32Os condutores devem ser identificados através de fitas adesivas apropriadas nas cores: Fase A = vermelha; Fase B = branca; Fase C = marrom; Neutro = azul claro. VR ª Edição 09/09/ de 101

8 3.33Na medida do possível, devem ser minimizadas as travessias de ruas exclusivamente com circuitos secundários. 3.34No dimensionamento dos condutores, devem ser aplicados os fatores de correção recomendados pelos fabricantes em função dos agrupamentos e maneiras de instalar. 3.35Devem ser previstos até 08 (oito) circuitos troncos, trifásicos de baixa tensão, para cada centro de transformação de 500 kva. 3.36Os circuitos troncos devem estar conectados a um Centro Geral de Proteção CGP, localizado no centro de transformação, ou a uma distância de até 3 m deste. 3.37Os CGP padronizados constam da tabela 13 do ANEXO I. 3.38A quantidade de circuitos por transformador, limitado em oito, deve ser calculada em função da carga a ser atendida, dos limites de tensão definidos pela ANEEL, da capacidade de condução de corrente dos cabos, das perdas técnicas e da taxa de crescimento da área dentro do horizonte de projeto. 3.39Os ramais de ligação devem ser conectados diretamente na rede secundária existente no poço de inspeção construído para este fim, através de conectores, compatíveis com as seções dos condutores. 3.40O fator de utilização de transformadores de distribuição em RDS, calculado no momento da ponta máxima, quando da execução de projetos, deve obedecer a tabela 02. Tabela 02 Fator de utilização de transformadores de distribuição Fator de Utilização Aplicação 1,10 a 0,90 Áreas sem potencial de expansão 1,00 a 0,80 Áreas com potencial de expansão dentro da média 0,90 a 0,70 Áreas com potencial de expansão acima da média 3.41Os condutores da RDS de média tensão devem ser lançados no interior de eletrodutos, diretamente enterrados ou envelopados em concreto. 3.42Os condutores da RDS de baixa tensão devem ser lançados no interior de eletrodutos, diretamente enterrados ou envelopados em concreto. 3.43Em situações especiais, os condutores de MT podem ser lançados diretamente no solo, desde que devidamente sinalizados. 3.44Nos arranjos em anel, os condutores das duas fontes de suprimento não devem ser instalados no mesmo banco de dutos. 3.45Em locais sujeitos a tráfego de veículos leves ou pesados, os condutores devem ser lançados em banco de dutos devidamente concretados. 3.46Em locais sujeitos a tráfego de veículos, só podem ser usados poços de inspeção tipo R. 3.47A quantidade de emendas deve ser reduzida ao mínimo, limitando-as aos pontos de instalação de equipamentos e à distância máxima para puxamento dos condutores permitida pelos fabricantes. 3.48A RDS deve ser projetada com horizonte de 20 anos, dimensionada com base em levantamento das cargas atuais e as cargas futuras estimadas em função da taxa de ocupação e uso do solo. 3.49Devem ser instalados pára-raios em estruturas de transição de redes aéreas para RDS de média tensão. VR ª Edição 09/09/ de 101

9 3.50O eletroduto para descida deve ser de ferro galvanizado, com 6 m de altura, diâmetro de 100 mm para cabos com seção até 150 mm², ou diâmetro igual a 150 mm para cabos até 300 mm². 3.51Deve ser prevista base de concreto para assento das curvas longas e um poço de inspeção de emenda a 3 m da base do poste, para puxamento dos cabos. 3.52O condutor neutro deve ser interligado na rede aérea e aterrado no poço de inspeção existente na base do poste. A isolação do condutor deve ser recomposta com fitas de auto-fusão e plástica. 3.53Os transformadores para RDS devem possuir terminais de MT apropriados para ligação com produtos desconectáveis, e terminais de BT também isolados com coberturas adequadas, eliminando-se exposição de partes vivas ao ambiente, em conformidade com a norma VR Especificação de transformadores de distribuição. 3.54As potências padronizadas para os transformadores são 75 kva, 112,5 kva, 150 kva, 225 kva e 500 kva. 3.55Os projetos de CTS devem ser encaminhados para análise do órgão responsável pelo uso do solo nas Prefeituras Municipais, antes da negociação do orçamento com o consumidor. 3.56O projeto de RDS deve conter os seguintes documentos: a) Documento de origem; b) Memorial descritivo; c) Projeto elétrico da rede de média tensão; d) Projeto elétrico da rede de baixa tensão; e) Projeto civil básico; f) Orçamento e relação de materiais; g) Cálculo do limite de investimento e participação financeira do cliente quando aplicável. 3.57O memorial descritivo do projeto de RDS deve apresentar: a) Área e localização do empreendimento; b) Descrição básica do empreendimento; c) Planta do loteamento com levantamento altimétrico com indicações de condições específicas dos locais e de outros serviços que podem interferir na execução da rede; d) Cronograma previsto para início e conclusão das obras; e) Características básicas das edificações; f) Características das obras previstas para as áreas comuns; g) Outros serviços (água, esgoto, telefone, TV a cabo, etc.); h) Previsão de cargas; i) Cálculo de queda de tensão da rede secundária; j) Especificação das características relativas à proteção contra choques elétricos, queimaduras e outros riscos adicionais; k) Indicação de posição dos dispositivos de manobra dos circuitos elétricos: (verde D, desligado e vermelho L, ligado); l) Descrição do sistema de identificação de circuitos elétricos e equipamentos, incluindo dispositivos de manobra, de controle, de proteção, de intertravamento, dos condutores e os próprios equipamentos e estruturas, definindo como tais indicações devem ser aplicadas fisicamente nos componentes das instalações; m) Recomendações de restrições e advertências quanto ao acesso de pessoas aos componentes das instalações; n) Precauções aplicáveis em face das influências externas; o) O princípio funcional dos dispositivos de proteção, constantes do projeto, destinados à segurança das pessoas; p) Descrição da compatibilidade dos dispositivos de proteção com a instalação elétrica. VR ª Edição 09/09/ de 101

10 3.58Os projetos elétrico e civil devem ser elaborados considerando: a) Plantas básicas nas escalas 1:250, 1:500 e 1:1000; b) Plantas exclusivas para cada um dos projetos básicos baixa tensão, média tensão e civil; c) Projetos elaborados sobre uma mesma planta; d) Simbologia padronizada; e) Amarrações a coordenadas UTM através de GPS. 3.59O projeto elétrico da rede de baixa tensão deve indicar: a) Ramais de entrada secundários quantidade e seção dos condutores; b) Circuitos secundários quantidade e localização dos condutores e acessórios (derivações, emendas.); c) Centros de distribuição subterrânea modelo, quantidade, capacidade das chaves, capacidade dos fusíveis e diagramas unifilares; d) Transformadores de distribuição tipo, localização e potências nominais. 3.60O projeto elétrico da rede de média tensão deve indicar: a) Transformadores de distribuição tipo, localização, potências nominais e acessórios desconectáveis para conexão; b) Circuitos e ramais de entrada primários seção e localização dos condutores, identificação e localização dos acessórios (desconectáveis, emendas, terminais, indicadores de defeitos, pára-raios.); c) Chaves de proteção e manobras localização, tipo, características operativas; d) Postes de transição características dos terminais e dos dispositivos de manobras; e) Proteção identificação, características básicas e localização dos dispositivos projetados; f) Estruturas padronizadas e ferragens. 3.61O projeto básico civil deve indicar: a) Postes de transição; b) Banco de dutos localização, tipo/formação, diâmetro, profundidade; c) Eletrodutos diâmetro, taxa e conteúdo de ocupação; d) Poços de inspeção tipo e dimensões; e) Bases de transformadores de distribuição e centros de distribuição subterrânea tipo e dimensões. 3.62O projeto de RDS deve atender aos que dispõem as normas regulamentadoras de saúde e segurança no trabalho - NR10, as regulamentações técnicas oficiais, e ser assinado por profissional técnico habilitado, contendo, nome, número de registro do CREA e assinatura do responsável pelo projeto da instalação elétrica, civil e devidamente habilitado pelo CREA, bem como a assinatura do proprietário da obra. 3.63As empresas que realizam trabalhos em proximidade ou que operam as instalações ou equipamentos integrantes do sistema elétrico de potência devem constituir prontuário contemplando os itens abaixo e guardá-lo em local de fácil acesso ao pessoal de manutenção, operação do sistema elétrico e a fiscalização do Ministério do Trabalho: a) Conjunto de procedimentos e instruções técnicas e administrativas de segurança e saúde, implantadas e relacionadas a NR10 e descrição das MEDIDAS DE CONTROLE existentes; b) Especificação dos equipamentos de proteção coletiva e individual e o ferramental, aplicáveis conforme determina a NR10; c) Documentação comprobatória da qualificação, habilitação, capacitação dos trabalhadores e dos treinamentos realizados; d) Resultados dos testes de isolação elétrica realizada em equipamentos de proteção individual e coletiva; e) Descrição dos procedimentos para emergências; f) Certificações dos equipamentos de proteção coletiva e individual; g) Relatório técnico das inspeções atualizadas com recomendações, cronogramas de adequações, contemplando as alíneas de a a f ; VR ª Edição 09/09/ de 101

11 h) Manter esquemas unifilares atualizados das instalações elétricas dos seus estabelecimentos com as especificações do sistema de aterramento e demais equipamentos e dispositivos de proteção. 3.64Após a execução do projeto, este deve ser encaminhado aos órgãos de manutenção, operação e proteção para comissionamento da RDS construída e implantação dos ajustes da proteção. Condutores 3.65As seções padronizadas de condutores em cobre, isolados em EPR ou XLPE para 12/20 kv, para RDS primária são 50 mm², 120 mm² e 300 mm². 3.66A escolha de condutores para média tensão deve atender à tabela 03. Tabela 03 Seção de condutor MT CONFIGURAÇÃO BÁSICA SISTEMA SEÇÃO [mm2] Radial Simples Radial com Recursos Anel Simples Anel com Centro de Manobra Tronco 50 Ramal 50 Tronco 300 Ramal 50 Anel Principal 300 Sub-anel 120 Ramal 50 Anel Principal 120 ou 300 Sub-anel 120 Ramal As principais características dos cabos de cobre isolados para 12/20 kv estão indicadas na tabela 04. Código do Almoxarifado Tabela 04 Características de condutores de cobre de MT Dados Construtivos dos Cabos de Cobre Isolados com EPR 12/20 kv Condutores redondos e compactos Seção Nominal [mm2] Formação Nº de fios Diâmetro Nominal [mm] Espessura da Isolação [mm] Espessura da Cobertura [mm] Diâmetro Externo [mm] Peso [kg/km] ,00 5,50 1,60 27, ,05 5,50 1,60 28, ,70 5,50 1,60 30, ,45 5,50 1,70 32, ,80 5,50 1,80 34, ,30 5,50 1,90 40, ,60 5,50 2,00 43, As seções padronizadas de condutores em cobre para baixa tensão são 50 mm², 70 mm², 95 mm² e 150 mm². 3.69Os condutores de baixa tensão podem ser instalados diretamente enterrados, em banco de dutos ou em fachadas. 3.70As seções padronizadas de condutores em cobre para ramais de ligação, circuitos exclusivos para iluminação pública ou semáforos são 10 mm²; 16 mm²; 25 mm² e 35 mm². VR ª Edição 09/09/ de 101

12 3.71As principais características dos cabos de cobre isolados para 1 kv estão indicadas na tabela 05. Código SAP R/3 Seção Nominal [mm2] Tabela 05 Características de condutores de cobre de BT Dados Construtivos dos Cabos de Cobre Isolados 1 kv (*) Condutores redondos e compactos Diâmetro Nominal [mm] Diâmetro Externo [mm] Peso [kg/m] Ω/km Corrente [A] V-380 V ,80 5,90 0,115 1, ,330* ,80 6,90 0,170 1, ,457* ,00 8,50 0,265 0, ,709* ,95 11,70 0,404 0, ,692* ,04 13,40 0,355 0, ,297* ,67 16,50 0,748 0, ,904* ,41 19,00 1,032 0, ,609* ,25 22,80 1,571 0, ,353* ,15 28,40 2,532 0, ,124* (*) Valores aproximados % V em VA x 100M. 3.72O cabo de 240 mm² pode ser utilizado na interligação entre os transformadores de 500 kva e os quadros de proteção de baixa tensão. 3.73As demandas máximas, mínimas e o número de alimentadores, como conseqüência, devem ser determinados pelos critérios de tensão, condições de contingência, distribuição espacial de carga, capacidade dos equipamentos, valor do investimento e custos das perdas ao final da análise econômica. 3.74Os ramais subterrâneos derivados da rede aérea, quando radiais, devem ser compostos por 4 condutores com seção mínima 50 mm² em cobre, sendo 01 condutor, destinado a reserva. O banco de dutos é na formação 2 X 1, diâmetro mínimo de 100 mm, sendo um eletroduto destinado a reserva. 3.75Os ramais subterrâneos, derivados de RDS, devem ter o arranjo físico e a ampacidade projetados em função do tipo do sistema existente no local. 3.76No arranjo primário em anel, cada alimentador deve suportar toda a carga do anel em contingência. 3.77No arranjo em anel com centro de manobra, o percentual de carregamento dos alimentadores deve permitir a total transferência da carga de um deles, em caso de falha, para os demais alimentadores interligados ao centro de manobra. Proteção 3.78Na interligação de redes aéreas e subterrâneas, devem ser previstos pararaios e equipamentos compatíveis com a carga, para secionamento do sistema, conforme figura 02 do ANEXO II. 3.79Os cubículos blindados de MT devem ser instalados na interligação de alimentadores, na conexão de sub-anéis e em cargas ligadas diretamente ao circuito principal. 3.80Os cubículos padronizados podem ser consultados na tabela 12 do ANEXO I. 3.81No sistema principal, seja radial seja em anel, não devem existir equipamentos de proteção em série com os cubículos, além do disjuntor de saída do alimentador na subestação. 3.82Não deve haver partes vivas desde a interligação com a rede aérea até o primeiro dispositivo de proteção do sistema, seja em MT ou BT. VR ª Edição 09/09/ de 101

13 3.83A proteção do sistema primário para clientes com carga até 225 kva devem ser através de chaves porta fusíveis de alta capacidade de ruptura. 3.84A proteção do sistema primário para clientes com carga superior a 225 kva deve ser através de cubículos blindados seccionadores da CELPE, conjugado com disjuntor de média tensão ou disjuntor blindado com disjunção a vácuo ou a gás, de propriedade do cliente. 3.85As cargas até 500 kva devem ter a proteção de MT com fusíveis de alta capacidade de ruptura. Acima desta potência, devem ser usados disjuntores comandados por relés secundários. 3.86Os transformadores de distribuição devem dispor de proteção em baixa tensão através de fusíveis ou disjuntores. 3.87Os transformadores com potência igual ou inferior a 75 kva devem ser protegidos em baixa tensão por disjuntores. Acima desta potência, a proteção deve ser através de fusíveis. 3.88As redes de distribuição aéreas instaladas em fachadas devem ser interligadas à RDS através de caixa de proteção instalada também na fachada, com disjuntores ou fusíveis adequados aos condutores. 3.89As cargas até 150 kva, derivadas de rede aérea, devem ter a proteção de MT a cargo da chave fusível instalada no poste da mufla. 3.90Deve ser prevista, nas saídas das células ou emendas desconectáveis, a instalação de dispositivo indicador da ocorrência de curto-circuito no trecho. 3.91Os fusíveis ou disjuntores para proteção dos circuitos secundários de baixa tensão devem ser dimensionados em função do condutor e da carga futura do circuito. 3.92O dimensionamento da proteção dos circuitos com única mudança de bitola para a imediatamente inferior, instalada conforme recomendação desta norma, deve obedecer a tabela 06 ou considerar as limitações elétricas dos condutores utilizados nas derivações sem as devidas proteções intermediárias. Tabela 06 Dimensionamento de fusíveis de proteção Dimensionamento da Proteção Condutor [mm2] Fusível Máximo [A] Os equipamentos de seccionamento e manobra devem ser projetados e construídos de forma a permitir, a qualquer hora, livre acesso a prepostos da CELPE. 3.94Deve ser dada preferência a centro de transformação em edifício CTE, devido ao menor custo, exceto em áreas sujeitas a inundação. 3.95Os detalhes do CTE são vistos na norma SM Fornecimento de energia elétrica a edificações de uso coletivo. 3.96Os centros de transformação de superfície CTS e semi-enterrado CTL são indicados para conjuntos habitacionais, praças e outros logradouros públicos não sujeitos a vandalismo. 3.97Os detalhes do CTS são vistos nas figuras 20, 21, 22, 23, 24 e 25 do ANEXO V. 3.98Os detalhes do CTL são vistos nas figuras 26, 27, 28, 29, 30 e 31 do ANEXO V. 3.99O centro de transformação subterrâneo CTR deve ser evitado, na medida do possível, em virtude de necessitar de equipamentos especiais submersíveis. VR ª Edição 09/09/ de 101

14 3.100Os detalhes do CTR são vistos nas figuras 32, 33, 34 e 35 do ANEXO V A potência instalada em centros de transformação, exceto em CTE, não deve superar 1000 kva O centro de transformação deve situar-se o mais próximo possível do centro de carga, de forma a minimizar o transporte de energia e, conseqüentemente as perdas técnicas A localização do centro de transformação deve ser a mais discreta possível, visando minimizar impactos ambientais, vandalismo e acidentes com veículos Em áreas comerciais deve-se optar preferencialmente por centros de transformação com potência de 500 kva, com um único transformador de distribuição Em loteamentos e áreas residenciais de pequeno ou médio porte, deve-se optar preferencialmente por CTS compacto, situado em canteiros ou praças, com potência até 225 kva, em função das reduzidas dimensões e pequeno custo, em conformidade com a figura 38 do ANEXO V. Bancos de Dutos 3.106A construção de valas para RDS é disposta preferencialmente em passeios, distantes 50 cm do meio fio. O espaço de 50 cm é previsto para instalação de redes de iluminação pública subterrânea nos locais onde a CELPE não tenha a responsabilidade de sua manutenção Os condutores padronizados são unipolares e devem ser agrupados na configuração em trifólio dentro de eletrodutos Os eletrodutos diretamente enterrados são corrugados de PEAD, enquanto os envelopados em concreto são de PVC Os eletrodutos devem ser lançados com espaçadores, nas formações padronizadas nas figuras 41 do ANEXO VII Os espaçadores de concreto pré-moldado podem ser vistos na figura 41 do ANEXO V II O espaçamento máximo entre poços de inspeção deve atender a tabela 07. Tabela 07 Espaçamento entre poços de inspeção Espaçamento entre poços de inspeção de RDS Tipo do Poço Tipo S1 Tipo S2 e S4 Tipo PP Tipo PE Tipo R Dimensões Internas [m] Φ=0,60 0,80 x 0,80 1,0 x 1,0 1,2 x 1,5 Variável Espaçamento [m] Os bancos de dutos previstos nesta norma são sempre identificados pelo número de suas linhas horizontais seguido do número de colunas verticais A formação mínima recomendada para redes de baixa tensão sob passeios, em áreas comerciais, deve ser 2 x 2 (duas linhas e duas colunas), com 04 dutos de PVC, de φ = 100 mm Para a ligação de cliente ou edificação de uso coletivo em baixa tensão, a formação mínima da rede de dutos deve ser 1 x 2 (uma linha e duas colunas), com 2 eletrodutos de PVC, de φ = 100 mm Para a ligação de cliente ou edificação de uso coletivo em média tensão com condutor máximo de 150 mm², a formação mínima da rede de dutos deve ser 2 x 2, com eletrodutos de PVC, de φ = 100 mm Para ligação de cliente ou edificação de uso coletivo em média tensão com condutores de seção superior a 150 mm², a formação mínima é de 2 x 2, sendo 02 eletrodutos de 150 mm para o primário e 02 VR ª Edição 09/09/ de 101

15 eletrodutos de 100 mm para os circuitos de telecomando, comunicação ou baixa tensão, quando necessários A formação do banco de dutos ou dutos diretamente enterrados em loteamentos residenciais deve prever a reserva de um duto de φ = 100 mm para o secundário e outro para o primário se existente Com conseqüência do item anterior, a formação mínima para o banco de dutos ou dutos diretamente enterrados em loteamentos residenciais é de 1 x 2 com eletrodutos de φ = 100 mm se existir apenas um circuito secundário, ou 2 x 2 com de φ = 100 mm se existir apenas um circuito primário Quando coexistirem no mesmo banco de dutos redes de MT e BT, os condutores de MT devem ocupar os eletrodutos inferiores Os circuitos e respectivas fases devem ser identificados no interior dos poços de inspeção e centros de transformação através de fitas coloridas ou anilhas adequadas Sendo os eletrodutos não metálicos, o condutor neutro não deve ser instalado no mesmo eletroduto das fases O banco de dutos formados por eletrodutos com diâmetro de 150 mm somente devem ser utilizados em área com a previsão de instalação de alimentadores com cabos de 300 mm² A RDS de baixa tensão deve ser instalada em eletrodutos que mantenham no mínimo a profundidade de 70 cm entre a parede superior do eletroduto e a parte inferior da pavimentação A RDS de média tensão deve ser instalada em eletrodutos que mantenham no mínimo a profundidade de 100 cm entre a parede superior do eletroduto e a parte inferior da pavimentação O lance de dutos entre dois poços de inspeção deve ser preferivelmente retilíneo e possuir declividade mínima de 1% para evitar o acúmulo de água no interior dos eletrodutos Entre dois poços de inspeção consecutivos, é permitida uma única curva em qualquer plano não superior a No caso de poços de inspeção retangulares, os eletrodutos devem situar-se em janelas construídas nas paredes laterais do poço, no mínimo a 20 cm de qualquer aresta Para o puxamento dos condutores, devem ser obedecidos os limites de tração definidos pelos fabricantes dos condutores Devem ser colocados eletrodutos de PVC de ½ pol, rosqueados, nos dutos, com uma corda de um poço de inspeção para outro, a fim de possibilitar a passagem de um mandril O mandril acima referido deve ser passado de um poço de inspeção para outro, para verificar se existe obstrução no interior do eletroduto As dimensões internas dos eletrodutos devem permitir instalar e retirar facilmente os cabos, após a instalação dos eletrodutos. Para isso é necessário que a taxa de ocupação em relação à área da seção transversal dos eletrodutos não seja superior à: a) 53% no caso de um cabo; b) 31% no caso de dois cabos; ou c) 40% no caso de mais cabos. Poços de Inspeção 3.132O poço tipo S1 é utilizado para ligação de consumidores de baixa tensão. VR ª Edição 09/09/ de 101

16 3.133O poço tipo S1 é subterrâneo, cilíndrico, com 0,6 m de diâmetro por 0,6 m de profundidade, com tampa e aro em ferro fundido, com logotipo da CELPE, conforme figura 06 do ANEXO IV Os poços tipo S2 e S4 são utilizados para passagem ou emendas de condutores de baixa tensão O poço tipo S2 é subterrâneo, retangular, com as dimensões 0,8 m x 0,8 m x 1,1 m, com tampão e aro circular em ferro fundido, com logotipo da CELPE, diâmetro 0,6 m, conforme figura 06 do ANEXO IV O poço tipo S4 é subterrâneo, retangular, com as dimensões 0,8 m x 0,8 m x 1,25 m, com tampão circular e aro em ferro fundido, com logotipo da CELPE, diâmetro 0,6 m, com dois níveis de eletrodutos, conforme figura 09 do ANEXO IV O poço tipo PP é utilizado para facilitar o puxamento de condutores de baixa tensão e média tensão até 50 mm O poço tipo PP é subterrâneo, com as dimensões 1,0 m x 1,0 m x 1,40 m, tampão e aro circular em ferro fundido, com logotipo da CELPE, diâmetro 0,8 m, conforme figura 10 do ANEXO IV O poço tipo PE é utilizado para confecção de emendas em condutores de baixa tensão e média tensão até 50 mm O poço tipo PE é subterrâneo, com as dimensões 1,2 m x 1,5 m x 1,40 m, tampão e aro circular em ferro fundido, logotipo da CELPE, diâmetro de 0,8 m, conforme figura 10 do ANEXO IV Os poços de inspeção tipo S1, S2, S4, PP e PE são construídos em alvenaria, concreto ou prémoldado, permitindo a entrada da inspeção sem necessidade de utilização de escadas Os poços de inspeção tipo S1, S2, S4, PP e PE são instalados apenas em terrenos ou vias não carroçáveis A tabela 08 resume as características dos poços de inspeção para áreas não carroçáveis. Tabela 08 Características de poço de inspeção para área não carroçável Poços de Inspeção em áreas não carroçável Tipo do Poço Dimensões Internas [m] Utilização S1 Φ = 0,60 Ligação de consumidor em BT S2 0,80 x 0,80 x 1,10 Um nível de circuito de BT S4 0,80 x 0,80 x 1,25 Dois níveis de circuitos de BT PP 1,00 x 1,00 x 1,40 Passagem (02 níveis: BT e 50 mm² MT) PE 1,50 x 1,20 x 1,40 Emenda (02 níveis: BT e 50 mm² MT) 3.144O poço tipo R é utilizado para instalação de equipamentos submersíveis ou manuseio de cabos de média e baixa tensão O poço tipo R pode ser denominado R1, R2, R3, R4 ou R5 conforme as dimensões que apresente Os detalhes do poço tipo R1 podem ser vistos nas figuras 12, 13, 14 e 15 do ANEXO IV Os detalhes do poço tipo R2 podem ser vistos nas figuras 16 e 17 do ANEXO IV Os detalhes do poço R3 podem ser vistos nas figuras 18 do ANEXO IV Os detalhes do poço R5 podem ser vistos na figura 19 do ANEXO IV O poço tipo R é subterrâneo, com tampa circular de ferro fundido de 0,8 m de diâmetro, com logotipo da CELPE, dimensionado para instalação em vias carroçáveis, provido de janelas longitudinais para VR ª Edição 09/09/ de 101

17 eletrodutos e olhais para puxamento de condutores, malha de terra, cava para drenagem, e deve permitir o acesso através da instalação de escadas O poço de inspeção tipo R é construído em concreto e é utilizado em terrenos e vias sujeitos ao tráfego de veículos, devendo ser projetado o mais próximo possível dos passeios A tabela 09 resume as características dos poços de inspeção para áreas carroçáveis. Tabela 09 Características de poço de inspeção para área carroçável Poços de Inspeção em áreas carroçáveis Tipo do Poço Dimensões Internas [m] Recomendações para Utilização R1 1,5 x 1,5 x 1,2 Circuitos Tangente de MT e BT R2 1,9 x 1,5 x 2,0 Emendas em Tangente de MT/BT R3 2,8 x 2,0 x 2,2 Ângulos e Emendas de MT e BT R4 3,0 x 2,4 x 2,2 Instalação de Equipamentos R5 3,5 x 2,7 x 2,2 Instalação de Equipamentos 3.153Quando houver impossibilidade de atender ao cliente a partir de poço de inspeção da rede secundária (S2 ou S4), existente, deve ser projetado um poço do tipo S1, no passeio, situado normalmente na divisa de lotes, onde se define o ponto de entrega, para interligação do ramal de entrada da unidade consumidora com o ramal de ligação da CELPE Não devem ser efetuadas ligações de unidades consumidoras de baixa tensão diretamente de poços de inspeção do tipo R. Neste caso, devem ser previstos poços de inspeção tipo S na divisa dos lotes O poço de inspeção tipo S1 deve destinar-se exclusivamente à ligação de consumidores, portanto não deve ser utilizado no lançamento da rede secundária Não devem ser permitidas emendas de condutores de MT ou BT no interior de eletrodutos. Quando a emenda for necessária deve ser previsto um poço para tal fim Devem ser tomados cuidados especiais para a perfeita vedação das conexões e emendas dos condutores elétricos situados em poço de inspeção Deve ser considerado que os condutores e emendas situados em poços de inspeção possam trabalhar submersíveis em função da não estanqueidade dos poços. Análise Econômica em Projetos de Alimentadores 3.159A comparação econômica entre as alternativas deve ser feita sempre através do método do valor presente As alternativas devem explicitar objetivamente as vantagens e desvantagens técnicas relativas a confiabilidade e continuidade de cada opção viável Após a escolha da melhor alternativa, esta deve passar por uma análise de viabilidade econômica a fim de constar no programa de obras da CELPE. Aterramento 3.162A RDS deve ser projetada a quatro fios, sendo o fio terra em cobre nu na seção 50 mm² para os alimentadores, com cabo até 120mm² e de 120mm² para os alimentadores com cabo de 300mm². VR ª Edição 09/09/ de 101

18 3.163Todas as emendas devem situar-se em poços de inspeção, as blindagens devem ser conectadas à haste de terra e ao cabo neutro que acompanha o circuito de média tensão Todos os componentes metálicos do sistema devem ser conectados à malha de terra através de condutor de cobre nu com seção mínima de 35 mm² Os poços de inspeção e operação devem possuir malha de terra com, no mínimo, uma haste de 16 mm X 2400 mm para aterramento das emendas e carcaças dos equipamentos Os centros de transformação devem possuir malha de aterramento padrão com 4 hastes dispostas em retângulo, interligadas ao neutro comum que acompanha a rede de distribuição O condutor utilizado na interligação da malha de terra deve ser de cobre, na bitola mínima de 35 mm², e conexões com a haste conforme padrão de conexões. Simbologia 3.168A fácil interpretação de uma planta, mapa, está condicionada entre outros fatores, a clareza de suas informações Para uma uniformização da convenção a ser utilizada nos projetos de RDS, é estabelecida a simbologia apropriada à RDS apresentada nas figuras 46, 47, 48 e 49 do ANEXO XI, como também os tamanhos das letras, figuras, espessura das linhas A convenção para representação da RDS deve ser, como regra geral, que o material ou estrutura a ser instalado na rede deve ser apresentado no interior de um retângulo, o que for ser retirado, deve ser cortado com uma cruz e o que for ser reaproveitado, deve ser cortado com dois traços paralelos A representação da transição da rede aérea para RDS deve ser feita com mudança de bitolas e da substituição da estrutura, com ou sem aproveitamento de material, sendo simbolizada com descritivo das bitolas, quantidade dos condutores, esforço e altura do poste e tipo de estrutura do poste da rede aérea e da própria RDS Centro de Transformação Pré-fabricados 3.172Caracteristicas construtivas mínimas. PFU-3 a) Largura Interna: mm; b) Altura mm; c) Comprimento mm; d) Peso KG. PFU-4 a) Largura Interna: mm; b) Altura mm; c) Comprimento mm; d) Peso KG. PFU-5 a) Largura Interna: mm; b) Altura mm; c) Comprimento mm; d) Peso KG. VR ª Edição 09/09/ de 101

19 MINIBLOK a) Largura Interna: mm; b) Altura mm; c) Comprimento mm; d) Peso KG Escavação para instalação dos centros de transformações. PFU-3 a) Altura...460mm; b) Largura mm; c) Comprimento mm; d) Volume mínimo de escavação...7,5 m3. PFU-4 a) Altura...560mm; b) Largura mm; c) Comprimento mm; d) Volume mínimo de escavação...9,8 m3. PFU-5 a) Altura...560mm; b) Largura mm; c) Comprimento mm; d) Volume mínimo de escavação...12,8 m3. MINIBLOK a) Altura...560mm; b) Largura mm; c) Comprimento mm; d) Volume mínimo de escavação...3,83 m Composição interna dos centros de transformações. PFU-3 a) 01 Transformador até 1000KVA; b) 02 Seccionadoras fusíveis; c) 02 Seccionadoras; d) 01 QGBT. PFU-4 a) 01 Transformador até 1000KVA; b) 03 Seccionadoras Fusíveis; c) 03 Seccionadoras; d) 01 QGBT. PFU-5 a) 02 Transformadores até 1000KVA; b) 04 Seccionadoras Fusíveis; c) 04 Seccionadoras; d) 02 QGBT. VR ª Edição 09/09/ de 101

20 MINIBLOK a) 01 Transformador até 500KVA; b) 01 Seccionadora Fusível; c) 02 Seccionadoras; d) 01 QGBT 4.REFERÊNCIAS Os equipamentos e as instalações devem atender às exigências da última revisão das normas da ABNT, e resoluções dos órgãos regulamentadores oficiais, em especial as listadas a seguir: -NBR ISO 9001-Sistemas de Gestão da Qualidade; -NR 10 Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade. Na ausência de normas específicas da ABNT ou em casos de omissão das mesmas, devem ser observados os requisitos das últimas edições das normas e recomendações das seguintes instituições: -ANSI - American National Standard Institute, inclusive o National electric Safety Code (NESC); -NEMA - National Electrical Manufacturers Association; -NEC - National Electrical Code; -IEEE - Institute of Electrical and Electronics Engineers; -IEC - Internacional Electrotechnical Commission. 5.APROVAÇÃO BRUNO DA SILVEIRA LOBO Departamento de Planejamento de Investimentos - EPI VR ª Edição 09/09/ de 101

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