Uma Janela para o Mundo O Desafio da Inclusão Digital em Áreas Rurais. Clovis Faleiro Fabrício Cruz

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1 Uma Janela para o Mundo O Desafio da Inclusão Digital em Áreas Rurais (A Window on the World The Challenge of Digital Inclusion in Rural Areas) Clovis Faleiro Fabrício Cruz

2 1 Prefácio Uma Janela para o Mundo O Desafio da Inclusão Digital em Áreas Rurais (A Window on the World The Challenge of Digital Inclusion in Rural Areas)

3 2 Uma Janela para o Mundo

4 3 Prefácio Salvador, 2011 Uma Janela para o Mundo O Desafio da Inclusão Digital em Áreas Rurais (A Window on the World The Challenge of Digital Inclusion in Rural Areas) Clovis Faleiro Fabrício Cruz

5 EQUIPE DE COLABORADORES Projeto Caia na Rede Baixo Sul Coordenação Frede Luís dos Santos Bonfim (Coordenação Local) Débora Santana (Assistente Administrativo) Monitores Aline da Silva Barbosa André Carlos Vieira Santos Elânio Menezes Souza Elenildo Santos Pinheiro Júnior Jonh Anderson Macedo Santos Michele Rainan da Silva Carvalho Pedro Conceição Moura Júnior Rosana dos Santos Coutinho Wesley Santos Freitas Fundação Odebrecht Décio Souza de Carvalho (Apoio administrativo) Diego Costa Fernandes (Fotografia/Capa) Fabrício Nascimento da Cruz (Sistematização) Pessoa Física Augusto Leal (Capa) Edileno Capistrano Filho (Projeto Gráfico e Diagramação) Jane do Carmo (Tradutora) 4 Uma Janela para o Mundo Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Faleiro, Clovis Uma janela para o mundo = A window on the world : the challenge of digital inclusion in rural areas : o desafio da inclusão digital em áreas rurais /Clovis Faleiro Jr., Fabrício Cruz ; [tradução para o inglês Jane do Carmo]. -- São Paulo : Fundação Odebrecht, Edição bilíngue: português/inglês. ISBN Áreas rurais 2. Centros comunitários 3. Inclusão digital 4. Internet - Aspectos sociais 5. Sociologia rural 6. Trabalhadores rurais 7. Usuários da Internet I. Cruz, Fabrício. II. Título. III. Título: A window on the world : the challenge of digital inclusion in rural area CDD Índices para catálogo sistemático: 1. Inclusão digital em áreas rurais : Sociologia

6 5 Prefácio À José Cláudio Grossi, Mauro Rehm, Olindina Domingues e Evandro Rangel por terem concebido e implantado o Projeto Caia na Rede, em 2005, na Construtora Norberto Odebrecht. À João Cumerlato por ter, a partir de 2009, ampliado o alcance do Caia na Rede, no Brasil e exterior, construindo uma rede de relacionamentos empresariais que nos fez chegar até aqui.

7 6 Uma Janela para o Mundo

8 Nossos Parceiros Levar a Inclusão Digital a uma grande região rural do nordeste brasileiro, é um desafio de enorme proporção. Uma única empresa não conseguiria dar conta dessa complexidade, que envolve não apenas a falta de infraestrutura, mas também a pouca ou nenhuma intimidade das pessoas com a tecnologia. 7 Prefácio Aqui destacamos, de modo especial, a importância estratégica dos parceiros desta jornada. A todos que acreditaram e se comprometeram com o Caia na Rede, o nosso muito obrigado.

9 8 Uma Janela para o Mundo

10 SUMÁRIO Prefácio 11 Apresentação 15 Bill Gates e o Baixo Sul da Bahia 19 Introdução - Inclusão Digital e Educação 23 Capítulo I Do Fracasso ao Sucesso Alfabetização Digital Dificuldades Enfrentadas no Baixo Sul Corrigindo o Rumo Mudança do Cenário 33 Capítulo II Consolidando o Caia na Rede Diretrizes Pedagógicas Investimento nas Pessoas Foco nos Resultados 37 Capítulo III Expansão do Projeto Ganhos Crescentes Tecnologia à Serviço do Agricultor A Era do Conhecimento 47 Capítulo IV Parcerias e Alianças Estratégicas Microsoft, Dell, Oi, Odebrecht e Fundação Odebrecht Telebrás Semp Toshiba O que Pensam os Líderes 59 Capítulo V O Caia na Rede e a Odebrecht Como Tudo Começou 63 2.Experiências no Brasil Rompendo Fronteiras O Apoio da Fundação Odebrecht às empresas 67 9 Prefácio Homenagem 69 Anexos 75 Fotos 85 Tributo ao Futuro 99

11 PREFÁCIO POR ROBERTO RODRIGUES Há muitos anos escrevi um artigo comparando a internet à roda: sempre que alguém quer dizer que não está criando nada de extraordinariamente novo, afirma: ninguém inventa a roda duas vezes. De fato, a roda foi uma das mais fantásticas invenções da humanidade. Com ela foi possível aumentar enormemente as distâncias das viagens terrestres, permitindo a explosão do comércio interno e a mobilidade dos cidadãos em todas as Nações. As consequências disso foram extraordinárias. Lembro-me então de ter dito que apesar destes grandes resultados que mudaram a face do planeta, especialmente quando acoplados à navegação, a roda pode ser um instrumento de exclusão: um indivíduo com roda vai de São Paulo ao Rio de Janeiro, por exemplo, em 4 horas; um outro sem roda demorará mais de um mês para ir de uma cidade à outra a pé, ou pelo menos uma semana, se for a cavalo. Esta diferença de utilização do tempo é fatal para a desigualdade social, especialmente na modernidade, em que tempo é dinheiro. Pois bem, a internet pode ser comparada à roda no quesito exclusão social: um indivíduo com internet se conecta com o Japão em alguns segundos; outro sem internet jamais se conectará: portanto, a inclusão digital é um elemento essencial para a democratização daquilo que é hoje o símbolo do progresso: informação, conhecimento, relacionamento. Nos últimos meses, as redes sociais abrigadas pela internet passaram a exercer um papel crescente também nas ações coletivas. Quem poderia imaginar, há um ano, a ocupação da Wall Street e seus congêneres anarquistas da Itália e da Inglaterra? Quem preveria as enormes e brutais mobilizações da Primavera Árabe? Isto só acontece por causa da internet e quem estiver conectado participará, quem não estiver ficará de fora. É por essas e outras que a inclusão digital é uma premissa para a democracia moderna, mesmo para os mais liberais: a base do liberalismo é a igualdade de oportunidades, e a internet precisa ser igualmente oportunizada a todos. A Fundação Odebrecht, como já demonstrou em diversas outras iniciativas, tem esta visão de incluir a todos, alicerce da justiça social e da democracia legítima. 11 Prefácio

12 Consciente dos números alarmantes da exclusão digital no nordeste do país, fator que inibe o progresso e abre ainda mais o abismo social com as regiões desenvolvidas, criou o Caia na Rede, através do qual abre espaço para que jovens segregados em áreas rurais mais distantes fiquem ao par, em tempo real, das novas tecnologias disponíveis para seu avanço social, econômico e cultural. Incorporando novas tecnologias, passam a competir em melhores condições e se juntam ao imenso contingente de internautas com acesso ao conhecimento e à informação. Ganham roda para voar, e com a velocidade da luz! É um belo programa que deve encher de orgulho a Odebrecht e seus dirigentes e parceiros. Roberto Rodrigues Foi Ministro da Agricultura (governo Lula); coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas; Presidente do Conselho Superior do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo; foi Presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras, da Organização Mundial das Cooperativas Agrícolas e da Aliança Cooperativa Internacional; é Professor de Economia Rural da UNESP/Jaboticabal. 12 Uma Janela para o Mundo

13 PREFÁCIO POR RAYMUNDO PEIXOTO Companhias de sucesso e inovadoras tendem a ser inspiradas por um grande propósito que está por trás de tudo que fazem. Na Dell, sempre acreditamos que a tecnologia deveria desenvolver o potencial humano. Essa crença embasou nossa cultura durante os 27 anos de existência da empresa, e, hoje, nós definimos o propósito da Dell ao redor dessa ideia singular: oferecer soluções de tecnologia que permitam que pessoas de todo o mundo cresçam e prosperem. Temos a responsabilidade de trazer nosso propósito a vida junto a nossos clientes, colaboradores e acionistas. E essa responsabilidade se estende às comunidades em que atuamos e ao planeta que habitamos. Em minhas visitas aos clientes, é com grande satisfação que testemunho como nossas soluções tecnológicas e iniciativas corporativas estão permitindo que as pessoas, em todo o lugar, alcancem seus sonhos e objetivos. Jovens ao redor do planeta estão desenvolvendo as habilidades que necessitam para ingressarem no mercado de trabalho e se tornarem os líderes de amanhã, com soluções tecnológicas como a Sala de Aula Conectada e o projeto Dell Youth Connect, ou ainda com projetos como o Caia na Rede, da Fundação Odebrecht. Hospitais estão realizando melhorias importantes no atendimento aos pacientes e aumentando ganhos em eficiência com as soluções de registro médicos eletrônicos, virtualização de desktops e outras soluções de tecnologia. Empreendedores e donos de pequenos negócios que têm um papel fundamental no crescimento de nossa economia global continuam a nos inspirar a desenvolver a tecnologia Dell de maneira inédita, para que eles possam competir com negócios maiores e já estabelecidos. Ajudar as pessoas a crescerem e alcançarem seus sonhos é um resultado direto de nosso negócio, e também um fator inspirador para os programas de Responsabilidade Social desenvolvido por diversas empresas. Solucionar os desafios que enfrentamos hoje nas áreas de educação, saúde, economia e meio ambiente requer uma combinação de estratégia de negócio das corporações, de iniciativas de cidadania globais e da forte atuação dos Governos. É nesse contexto que os projetos de inclusão digital, como o Caia na Rede, são de extrema importância. Foi com grande satisfação que aceitamos o convite da Fundação Odebrecht e de 13 Prefácio

14 seus parceiros para participar dessa iniciativa, que iniciou em maio de 2009, com objetivo de levar Internet e os benefícios do acesso à tecnologia para as zonas rurais do Baixo Sul. E foi com orgulho que acompanhei como a Fundação agiu para enfrentar as dificuldades e fazer deste um projeto vencedor. Na Dell, acreditamos que oferecer tecnologia na sala de aula não é, por si só, a solução dos problemas da educação. É necessário um profundo entendimento da realidade dos alunos e o desenvolvimento de conteúdo interativo e alinhado com as necessidades apresentadas em sala de aula, num processo onde tanto os alunos, quanto os professores e as organizações envolvidas trocam ideias, aprendem mutuamente e crescem em entendimento e desempenho ao longo desse processo. E foi exatamente seguindo esses conceitos que o Caia na Rede alcançou seus resultados extremamente positivos. Projetos como esse dão vida ao propósito da Dell. Só temos que agradecer por fazermos parte de uma iniciativa tão nobre, comprometida e transformadora! Raymundo Peixoto Diretor Geral da Dell Brasil. 14 Uma Janela para o Mundo

15 APRESENTAÇÃO O Desafio de levar a Inclusão Digital ao interior do Brasil Ao nos debruçarmos sobre os dados da exclusão digital no Brasil, nos deparamos com os seguintes indicadores: De acordo com a Pesquisa TIC Centro de Estudos sobre a Tecnologia da Informação e da Comunicação - 47% da população brasileira nunca usou um computador e 59% nunca acessou a internet. Entre as pessoas que estudaram somente até o ginásio, 83% não tem acesso a computador e 89% não acessa a Internet (Fonte: Mapa da Exclusão Digital, Instituto Brasileiro de Economia). 15 Apresentação Olhando para os números do Norte e Nordeste do país, identificamos que a exclusão digital ganha contornos regionais, e os dados vão piorando a medida que nos afastamos das capitais e grandes centros urbanos: No Norte e Nordeste, 91% das famílias não têm acesso à internet nas residências, ou seja, somente em 9% dos domicílios há acesso à rede mundial de computadores. Esta é a proporção mais desigual se consideradas às demais regiões do país. Na Região Nordeste, 48% dos domicílios com acesso a internet não têm banda larga (infraestrutura para internet em alta velocidade). Desse total, 31% não têm como pagar pelo serviço e 23% não contam com a tecnologia disponível na área. Se formos analisar apenas as comunidades rurais, o número de domicílios sem acesso à internet chega a 100%. Essa é a fotografia, por exemplo, da exclusão digital no Baixo Sul da Bahia. Dentre os motivos identificados para a falta de internet nos domicílios, temos: A falta de infraestrutura adequada. A privatização das telecomunicações não assegurou os

16 investimentos nos municípios de baixo desenvolvimento econômico e social, mantendo assim a exclusão digital nessas regiões. O preço da banda larga no Brasil é um dos mais caros do mundo. O País possui mais de dez milhões de acessos fixos à internet rápida, que pagam, em média, R$ 162,00 pelo serviço. O valor é 9,6 vezes maior que no Japão e 24 vezes mais alto em relação aos EUA, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Para fazer frente a este enorme fosso, o Governo Federal vem, desde 2010, estruturando o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que pretende levar o acesso a internet a 90 milhões de brasileiros, em regiões que hoje se encontram completamente à margem do processo de inclusão digital, por conta da falta de viabilidade econômica para implantação de projetos. A iniciativa dever contar com a utilização dos recursos do FUST - Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações, cujos recursos, que somam mais de 06 bilhões de reais, nunca foram utilizados, pois são usados para compor as metas de superávit primário. O PNBL embora represente uma esperança, vem tendo suas metas prorrogadas a cada semestre e a Telebrás, empresa gestora do programa, tem sofrido constantes cortes em seu orçamento, o que inviabiliza o cumprimento do seu cronograma e a expansão do Plano de Banda Larga. 16 Uma Janela para o Mundo Um Objetivo Nobre, Superior e Comum Enfrentar este problema foi o que nos motivou. Em janeiro de 2009, começamos a mapear importantes parceiros estratégicos. Nosso objetivo era criar uma rede de tecnologia que pudesse apoiar os projetos promovidos pela Fundação Odebrecht, no Baixo Sul da Bahia, transformando a região numa referência para o Brasil. Nos dois primeiros meses do ano, estivemos com a direção de importantes empresas, tais como: Cisco, Oi, Dell, IBM, Oracle e Microsoft. Buscamos apresentar o trabalho realizado pela Fundação Odebrecht e identificar, junto a essas organizações, potenciais pontos de sinergia e alavancagem, que permitissem criar condições de transferência e geração de conhecimento de ponta para o Baixo Sul, contribuindo assim, para gerar mais e melhores resultados. Começamos a exercitar a possibilidade de utilizar o projeto de Alfabetização Digital criado, em 2005, pela Construtora Norberto Odebrecht, batizado com o nome Caia na Rede, cujo objetivo era capacitar em informática os trabalhadores e as comunidades próximas à obra, ampliando, a partir de parcerias com as organizações procuradas, seu escopo e alcance. Consolidamos em março os primeiros entendimentos entre Odebrecht, Microsoft, Fundação Odebrecht, Dell e Oi, firmando um Acordo de Cooperação para implantar o Caia na Rede em 43 obras da Odebrecht, no Brasil, e nos Projetos Educacionais apoiados pela Fundação Odebrecht, no Baixo Sul da Bahia, abrangendo também outras Instituições parceiras. Conscientes do grave problema de exclusão digital no Brasil, procuramos combinar esforços para construir uma oportunidade efetiva de servir e contribuir, de forma decisiva, com o desenvolvimento de pessoas e regiões. O Caia na Rede tem como objetivo explorar a vontade dos indivíduos para desenvolver suas potencialidades, tornando-os pessoas de conhecimento, que,

17 conseguem, por meio da tecnologia, abrir uma janela para o mundo, acessando informações e conteúdos relevantes, de modo a estruturar seus negócios e contribuir com o desenvolvimento social e econômico das suas comunidades. Entendemos que na era da informação, a alfabetização digital é elemento de progresso e, a falta dela, de exclusão social. O acesso a tecnologia, com orientação qualificada e disciplina, pode ser um importante acelerador do processo de mudança na educação. O ensino e a aprendizagem podem ser efetivos, não em virtude do uso da tecnologia, mas por saber aliar as metodologias inovadoras que podem garantir uma formação de qualidade, e encurtar distâncias ao encontrar a combinação adequada entre programas, conteúdos e parcerias. Assinado o Acordo de Cooperação, iniciamos o projeto em junho de Os resultados já alcançados nos mostram, de forma particular, que, no caso do Baixo Sul da Bahia, é necessário ter uma maior participação das empresas provedoras de internet, pois a conectividade, quando ocorre, é ruim (funcionando por rádio ou satélite). Além do mais, poucas áreas possuem sinal e conexão. Neste sentido, comprometemos a Telebrás, por meio do Plano Nacional de Banda Larga. Sem uma política pública que priorize essa questão, não será possível pôr fim a exclusão digital nas comunidades rurais do Baixo Sul e do Norte e Nordeste brasileiro como um todo. Do ponto de vista humano, o desafio é melhor qualificar as pessoas (monitores/educadores) para que saibam potencializar o uso da tecnologia, explorando suas diversas possibilidades para melhorar a construção dos seus planos de aulas, tornando o conhecimento mais acessível aos jovens da região. Quase todas as escolas públicas já possuem computadores, mas estão sem uso, ou porque as escolas não têm estrutura adequada, ou porque os professores não possuem nenhuma intimidade com a tecnologia. Nesse contexto, a participação da Microsoft tem sido estratégica, em razão dos cursos que desenvolveu (Alfabetização Digital, Aprender em Parceria e Aluno Monitor), e que permitem uma melhoria significativa do uso da informática nas escolas. Com o funcionamento dos laboratórios do Caia na Rede estamos conseguindo resultados expressivos. A tecnologia combinada a educação vem permitindo: um maior e mais rápido acesso a informação; uma pesquisa mais qualificada de conteúdos, que pode fazer a diferença para o jovem da zona rural, sobretudo com o acesso aos temas relacionados ao agronegócio; um maior intercâmbio de informações e experiências, que pode resultar na solução de problemas e na construção de oportunidades; o uso racional de ferramentas (planilhas eletrônicas, análises gráficas, etc.) que contribuem com o planejamento e o acompanhamento da produtividade e rentabilidade dos empreendimentos rurais. Ao ensinarmos os jovens das regiões rurais, a utilizar a tecnologia para melhorar a eficácia e eficiência dos seus negócios, estaremos construindo uma nova realidade. Um mundo rural alicerçado pela tecnologia pode parecer um sonho, sobretudo se falamos do Norte e Nordeste do Brasil, que em seu interior, nas comunidades rurais, ainda ostenta um elevado padrão de subdesenvolvimento. No entanto, este sonho é possível, desde que existam líderes e organizações dispostas a empreender esforços visando transformar uma realidade social de exclusão e atraso, criando as condições necessárias, possíveis e desejáveis ao desenvolvimento. 17 Apresentação Clovis Faleiro Jr. - Relações Institucionais da Fundação Odebrecht e Líder do Programa Tributo ao Futuro.

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19 BILL GATES E O BAIXO SUL DA BAHIA Em maio de 2010, tínhamos nos lançado ao desafio de provar que era possível levar a inclusão digital ao mundo rural brasileiro, em especial ao Baixo Sul da Bahia, área de atuação da Fundação Odebrecht, e onde decidimos priorizar a implantação do Caia na Rede. Desde o início a Microsoft nos mostrou que o sonho era possível e que sua participação era pra valer. Nessa mesma época, Bill Gates, criador da Microsoft e Presidente da Fundação Bill e Melinda Gates, estava lançando o seu site oficial The Gates Notes (www.thegatesnotes.com). Por conta da parceria com a Fundação Odebrecht, a Casa Familiar Rural, de Presidente Tancredo Neves, foi a única escola do Brasil e da América Latina, selecionada para possibilitar aos seus alunos a oportunidade de fazer perguntas a Bill Gates, que ele responderia e postaria em seu site, cujo lançamento despertou a atenção da imprensa mundial e foi acompanhado em mais de 170 países. Nunca havíamos imaginado que seria possível conectar jovens do mundo rural a Bill Gates. E repentinamente estávamos diante de uma oportunidade única, que nos mostrou que nada era impossível. Segue abaixo a reprodução da histórica entrevista dos jovens agricultores de Presidente Tancredo Neves, Bahia, com ninguém menos que Bill Gates. 19 Bill Gates e o Baixo Sul da Bahia The Curious Classroom featuring questions from students in Bahia, Brazil was posted today on The Gates Notes - Questions for Bill Gates from Bahia (Postado em 05/05/2010) A Casa Familiar Rural criou uma escola possível para jovens que vivem em fazendas distantes, espalhados em uma região rural da Bahia, no Brasil. Os jovens vivem uma semana na escola, e em seguida, retornam para suas famílias, onde ficam duas semanas, onde são visitados pelos monitores/educadores da escola, quando compartilham o que aprenderam.

20 Conversation Geiane Macedo, 19 O que o motivou a deixar a Microsoft para se dedicar à filantropia? Bill Gates Eu tive sorte que minhas ações na Microsoft tornaram-se extremamente valiosas. Isso criou tanto uma oportunidade como uma grande responsabilidade para mim, que passei a estar pessoalmente envolvido em voltar a minha riqueza para o mundo de maneira mais benéfica. Por um longo tempo, eu sabia que acabaria por mudar, para me dedicar integralmente à Fundação que criei, quando estivesse com meus cinquenta anos. Na verdade, eu tinha 53 anos, quando escolhi fazer essa mudança. Tenho sorte de ter feito meu trabalho na Microsoft, de forma divertida, aprendendo coisas novas, trabalhando com pessoas inteligentes. E posso ainda desfrutar do meu trabalho de filantropia. Maricélia Soares, 20 Qual é o seu maior sonho, e qual é a sua maior alegria na vida? 20 Uma Janela para o Mundo Bill Gates Ter uma família jovem é a minha maior alegria. Meus filhos têm 13, 10 e 7 anos agora. Adoro fazer coisas novas com eles, observando como aprendem. A maior alegria para a minha esposa, Melinda, e para mim é estar com nossos filhos. Eu também digo que meu trabalho me traz muita alegria, por conta do progresso que estamos fazendo. Podemos sair e encontrar agricultores e suas culturas bem sucedidas, visitar a aldeia onde a taxa de malaria caiu pela metade. Nós nos encontramos com pesquisadores, que são capazes de realizar um trabalho relevante com o nosso apoio. Recebi, recentemente, uma carta de Robert Glass, um cientista que trabalhava em uma vacina para rotavírus. É fantástico saber que podemos ajudá-lo a lutar contra uma doença que mata meio milhão de crianças a cada ano. Meu maior sonho é um mundo onde todos possam receber uma educação de qualidade e onde atender as necessidades básicas não é um desafio diário. Maurílio de Jesus, 20 O que o ajudou a se tornar um grande empreendedor? Bill Gates É muito importante ter a confiança de que você pode realizar alguma coisa, ainda que seja bastante difícil ao tentar. É fácil você ficar desanimado. Quando você começa um negócio, há muitas questões financeiras por descobrir, com um monte de terminologias específicas. Mas, se você tem habilidades matemáticas razoáveis, e procurar as pessoas

21 que podem lhe explicar essas coisas, verá que não é realmente tão complicado assim. Você precisa estar disposto a perguntar: Ei, o que significam todas essas coisas? Os verdadeiros especialistas são os únicos que podem lhe explicar. Por exemplo, um grande conceito no mundo dos negócios é o valor do dinheiro no tempo. Esse é um tema complexo, mas Warren Buffett explica como é mais importante ter um pássaro na mão, do que dois a voar. Um provérbio simples explica o princípio fundamental dos negócios. Desfrutando das aprendizagens, encontrando as pessoas que podem ajudá-lo, e sendo perseverante quando algo parecer muito complicado tudo isso foi muito útil para mim. Marilan Souza, 18 Quais foram as principais crises que você enfrentou e como conseguiu passar por elas? Bill Gates Eu tive muita sorte na vida, por não ter passado por um monte de coisas terríveis. Meus pais eram abastados economicamente, nós tivemos uma vida boa. Minha trajetória escolar foi ótima. Minha carreira profissional tem sido maravilhosa. A coisa mais negativa na minha trajetória foi uma série de problemas legais que a Microsoft teve que enfrentar. Fui ajudado pelos conselhos, que tenho tido ao longo do caminho, do meu pai, de Warren Buffett, Melinda e Steve Ballmer. Eu tenho uma parceria comercial forte com Steve, e ele me ajudou a manter as coisas em perspectiva. Isso foi muito útil. A Educação na Região A Casa Familiar Rural é uma escola, localizada em Presidente Tancredo Neves, uma cidade de 20 mil habitantes, na Bahia, Brasil. A escola atende alunos de toda uma região de pequenos produtores rurais, com pouco acesso à tecnologia e onde poucos conseguem concluir a escola. Inaugurada em 2003, com o apoio da Fundação Odebrecht, a Casa Familiar Rural utiliza um método conhecido como Pedagogia da Alternância, na qual os alunos passam uma semana na escola e duas semanas em sua propriedade. Os alunos estão na faixa etária de 15 a 21 anos. Durante 03 anos estudam no currículo escolar padrão (matemática, biologia, português, etc.) e também aprendem novas técnicas agrícolas. Na propriedade rural, compartilham seu aprendizado com suas famílias e comunidades, contribuindo para melhorar a educação e as práticas agrícolas em áreas rurais remotas. 21 Bill Gates e o Baixo Sul da Bahia

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23 INTRODUÇÃO INCLUSÃO DIGITAL E EDUCAÇÃO 1. A Natureza da Inclusão Digital Considero como Inclusão Digital o processo mediante o qual as pessoas obtêm acesso à tecnologia digital e se capacitam para utilizá-la de modo a promover seus interesses e desenvolver competências que resultem na melhoria da qualidade de sua vida. Estudos recentes na área de Inclusão Digital e tenho em mente especialmente o livro Bridging the Digital Divide: Technology, Community and Public Policy, de Lisa J. Servon (Série The Information Age, Editora Blackwell Publishing, Oxford, UK, 2008) têm enfatizado o fato de que a Inclusão Digital envolve basicamente três componentes, todos contemplados na definição que acabo de fornecer: Acesso à tecnologia digital; Capacidade de manejar essa tecnologia do ponto de vista técnico; Capacidade de integrar essa tecnologia nos afazeres diários. Isso significa que a velha visão da Inclusão Digital, segundo a qual, para promovê-la, bastava dar aos digitalmente excluídos acesso à tecnologia, fornecendo-lhes computadores, software e conexão com a internet, não é mais adequada, se é que um dia foi (embora acesso, clara e evidentemente, continue a ser uma condição necessária para a Inclusão Digital). Também não basta complementar o acesso com treinamento técnico em Windows, Office e Internet (ou softwares equivalentes) para que as pessoas aprendam a manejar tecnicamente a tecnologia (embora esse domínio técnico da tecnologia também seja uma condição necessária para a Inclusão Digital). Esses dois componentes, acesso e manejo técnico da tecnologia, são, como assinalei, condições necessárias para a Inclusão Digital mas nem mesmo conjuntamente se tornam condições suficientes. Para que as pessoas não sejam excluídas dos benefícios da tecnologia digital, é preciso, além 23 Introdução - Inclusão Digital e Educação

24 desses dois componentes, que elas adquiram a capacidade de efetivamente integrar a tecnologia em sua vida e em seus afazeres diários (profissionais e pessoais), de modo a desenvolver competências que resultem na melhoria da qualidade de sua vida (o terceiro componente). E é exatamente esta a proposição da Fundação Odebrecht quando da implementação e execução do Programa Caia na Rede, no Baixo Sul da Bahia. De forma, organizada, programática e ativa, promove, não somente a inclusão digital oferecendo capacitação, mas também promovendo uma transformação na vida de cada um dos seus partícipes. 2. A Inclusão Digital e a Educação 24 Uma Janela para o Mundo A expressão Inclusão Digital foi inventada a partir da expressão Inclusão Social. Socialmente incluído é o indivíduo capaz de participar plenamente da vida social, em todos os seus múltiplos aspectos. A expressão aparentemente surgiu em relação aos deficientes, que, dependendo da natureza e intensidade da deficiência, em geral são excluídos de muitos aspectos da vida social. Hoje em dia, porém, aplica-se predominantemente aos pobres, que, em virtude de sua pobreza, em geral são excluídos da participação na maioria dos aspectos, digamos, mais interessantes e atraentes da vida. Inclusão Digital, em analogia, seria a condição do indivíduo capaz de utilizar plena e competentemente, em seus afazeres profissionais e pessoais, a tecnologia digital isto é, especialmente computadores e a internet. Com a convergência, para o computador, das tecnologias de comunicação, em especial a telefonia celular, a Inclusão Digital provavelmente vá envolver também essas tecnologias dependentes do computador. A expressão Inclusão Digital, portanto, se refere à capacidade de utilização plena de uma tecnologia. Duas observações são pertinentes neste contexto que podem parecer nos levar muito para fora do foco de discussão, mas que, asseguro, são relevantes. A. A Escrita como Tecnologia Hoje há uma concordância quase absoluta em torno da tese de que, no seu sentido mais amplo, tecnologia é tudo aquilo que o ser humano inventa para tornar sua vida mais fácil ou agradável. Tecnologia não é algo que se encontra pronto na natureza, que nasce em árvores ou de animais. Tecnologia é artefato, é coisa que surge primeiro, como ideia e projeto, na mente do ser humano e, depois, é produzida por ele. Entendida dessa forma, a tecnologia não consiste somente de ferramentas, instrumentos, implementos. Ela consiste também de métodos, procedimentos, técnicas, algoritmos, linguagens, notações, sistemas, etc. Ou seja, existe uma tecnologia hard, que consiste de entidades tangíveis, e uma tecnologia soft, que consiste de entidades intangíveis. O fato de as entidades intangíveis que constituem a tecnologia soft precisarem ser, muitas vezes, armazenadas e transmitidas em objetos físicos (papel, livro, discos, fitas, fios, cabos, etc.) não invalida a distinção.

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