Percepção de rios por estudantes do 5º ano do bairro Cajuru - Curitiba, Paraná

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1 Percepção de rios por estudantes do 5º ano do bairro Cajuru - Curitiba, Paraná Claudia Daniela Cavichiolo 1, Tales Felgueiras das Neves 2, Araci Asinelli da Luz 3, Marlene Schussler D'Aroz 4 1 Acadêmica do curso de Ciências Biológicas, Departamento de Prática em Ensino, UFPR: 2 Acadêmico do curso de Ciências Biológicas, Departamento de Prática em Ensino, UFPR: 3 Professor(a) associado da Universidade Federal do Paraná - Departamento de Prática em Ensino, UFPR: 4 Coordenadora pedagógica na ITCP, UFPR: Comunicação cientifica Resumo: O bairro Cajuru é um dos três mais populosos de Curitiba, tendo densa ocupação durante as décadas de 70 e 90, com implantação de conjuntos habitacionais e ocupações irregulares principalmente em áreas sujeitas à inundação. Pelo Cajuru passam 2 rios e 5 córregos. O presente trabalho foi realizado para saber quais são as representações sociais, segundo a teoria de Moscovici, de rios e córregos no bairro Cajuru, analisando desenhos de 234 crianças estudantes do 5º ano de 9 colégios e escolas do bairro. Os desenhos representavam a realidade dos rios e córregos da região e também de como as crianças desejariam que eles estivessem. Foram abordadas diversas questões quanto ao reconhecimento de rios no local, sua importância, o que está relacionado com eles, entre outras coisas. Analisando estes materiais concluímos que as crianças não reconhecem os rios e córregos da região como estruturas naturais, principalmente pelo estado degradado que estão. As crianças também demonstraram o desejo de que estes locais deixassem de ser destinados a esgoto, lixo e criminalidade e passassem a ser locais conservados, com beleza natural e possibilidades de lazer, o que se assemelha aos relatos de infância dos adultos participantes. Palavras chave: representação social, questionários, rios, córregos, Cajuru, crianças. Introdução: A educação ambiental é apresentada pelos Parâmetros Curriculares Nacionais como um tema transversal de educação, tornando-se fundamental, à medida que, devido ao aumento da população e da capacidade de intervenção do ser humano sobre a natureza, são gerados conflitos quanto ao uso do espaço e dos recursos (PCN, 1998). Os PCN também refletem a expansão populacional e seus impactos em demandas de recursos, além da produção de excedentes. É esta postura que intensifica a degradação do meio e desequilibra as relações ecológicas. Os PCN ainda apresentam a questão social da educação ambiental como citado em:

2 Além disso, a degradação dos ambientes intensamente urbanizados nos quais se insere a maior parte da população brasileira também é razão de ser deste tema. A fome, a miséria, a injustiça social, a violência e a baixa qualidade de vida de grande parte da população brasileira são fatores fortemente relacionados ao modelo de desenvolvimento e suas implicações. (PCN, 1998) A educação ambiental é discutida por diversos autores como Sorrentino (2005) que a apresenta como uma política pública, que envolve meio ambiente e cultura, enfatizando uma educação crítica e emancipatória. Reigota (1991) apresenta a educação ambiental popular como um papel importante para atingirmos uma melhor qualidade de democracia, cidadania e vida, em que camadas populares devem estar envolvidas em projetos educativos para que não fiquem alheias em decisões que afetem sua vida e seu cotidiano. Em 1995, Reigota afirma que a educação ambiental deve estabelecer uma nova aliança entre a humanidade e a natureza que estimule a ética nas relações econômicas, políticas e sociais. Bacci (2008), em seu artigo Educação para a água, apresenta a educação ambiental como uma abordagem espacial e temporal, e busca uma visão integrada e contextualizada para que a educação se torne efetiva. O uso da água deixou de ser visto como um recurso natural e passou a ser considerado um recurso hídrico, passando a ser utilizada de maneira excessiva, tendo consequências sobre a qualidade e quantidade de água disponível, para o uso humano e para o ambiente. Utilizando este ponto de vista e o relacionando com a realidade da cidade de Curitiba, selecionamos o bairro Cajuru para discutir a educação ambiental, partindo da relação que os estudantes tem com os rios e córregos da região, visando a uma educação crítica conscientizadora para a atuação socioambiental do aluno. O bairro Cajuru está localizado na cidade de Curitiba, e compreende uma população de habitantes, sendo considerado um dos três bairros mais populosos da cidade de Curitiba, segundo dados de 2010 do IBGE divulgados pelo IPPUC. O bairro teve inicio de ocupação urbana na década de 30 com a instalação da rede ferroviária, contudo mantinha características agrícolas. Na década de 60 houve intensificação da ocupação com a abertura da rodovia BR- 277, ligando o município de Paranaguá a Curitiba e também facilitando o acesso a áreas urbanizadas da cidade. Durante a década de 70 o Cajuru foi foco de programas de habitação social da prefeitura, mudando a paisagem do bairro. Também sofreu uma segunda onda de ocupação na década de 90, concomitante a invasões e surgimento de favelas. O Cajuru apresenta população de classe média e classe baixa. Através de análise sobre mapas do bairro (IPPUC, 2007 e 2009), conseguimos identificar alguns rios e córregos que percorrem o bairro, sendo eles: córrego Jardim Mercúrio, que está totalmente canalizado, córrego Jardim Acrópole, córrego Jardim Natália, córrego Capão da Imbuia, córrego da Rua Teófilo Otoni, e rio Iguaçu, rio Atuba. Estes rios e córregos fazem parte da subbacia do rio Atuba, localizada nas porções leste e nordeste do município de Curitiba. A bacia do rio Atuba apresenta cerca de 63,7 km² de área, representando 15% das bacias hidrográficas em Curitiba. O plano municipal de regularização fundiária em áreas de preservação permanente (IPPUC, 2007) relata que mesmo que a bacia do rio Atuba esteja

3 dentro da bacia do Alto Iguaçu, não é possível a captação de água devido ao seu alto grau de degradação, o que seria uma opção bastante econômica. O bairro Cajuru apresenta uma estação de tratamento de esgoto (ETE) denominada Atuba Sul, atendendo as bacias dos rios Atuba, Bacacheri e parte do Iguaçu. Esta ETE apresenta a maior capacidade de tratamento de litros por segundo do município de Curitiba, representando aproximadamente 34% da capacidade total do município, porém a porcentagem de utilização desta ETE é de apenas 51,79%. A sub-bacia do rio Atuba-Bacacheri é a segunda que apresenta maior número de ocupações em áreas sujeitas a inundações. Segundo o IPPUC, em 2006, a sub-bacia do rio Atuba-Bacacheri apresentava 93 ocupações irregulares e assentamentos, sendo 38 delas sujeitas à inundação. A bacia do rio Atuba está em uma área em que há ocupação urbana intensa, e o crescimento populacional ao longo desta bacia fez com que o solo fosse impermeabilizado, acarretando em maior risco de inundação. Há poucas publicações de órgãos municipais e estaduais responsáveis pelo controle de qualidade de água, abastecimento e tratamento de esgoto, referentes à hidrografia do bairro, o que acarretou em dificuldade de obter informações sobre nomes e características de rios e córregos da região. Há inúmeras noticias sobre casos de enchentes afetando principalmente moradias irregulares junto à margem de rios e córregos locais. Há também informações de ligações de esgoto, mau cheiro e proliferação de baratas, ratos e insetos. Zanella (2006) apresenta dados de estações meteorológicas e do Jornal Gazeta do Povo sobre inundações, em que são apresentados dados da década de 80 até o ano de 2002, sendo que as estações marcam 145 eventos de índices pluviométricos elevados, enquanto o jornal noticia 85 eventos. Ainda é ressaltado que, de acordo com estes dados, o bairro Cajuru é o segundo mais afetado por inundações em Curitiba. Zanella ressalta que estes dados são apenas referentes a notícias que utilizaram o termo Cajuru, e que há outras notícias que destacam apenas subdivisões do bairro, como vilas Centenário, Camargo, Oficinas, Autódromo, Solitude, Acrópole, Agrícola, Jardim Mercúrio e Jardim Natália, representando quase 50% de matérias relacionadas a inundações em Curitiba. A intensificação de ocupação do bairro e implantação de moradias irregulares fizeram com que os rios e córregos da região sofressem impactos, recebendo lixo e esgoto, retirada da mata ciliar e construção de moradia em terrenos ribeirinhos. Com isso, surgiram os primeiros problemas relacionados aos rios e córregos da região, como enchentes, proliferação de pragas, e odor desagradável. Como apresentado por Bacci (2008), a escola, por estar inserida no contexto, deve apresentar a educação ambiental segundo a realidade local, visando à formação ética para viver de forma pertinente à sociedade. Partindo da hidrografia da região, o educador pode contextualizar o tema e apresentar a história ambiental dela, unindo o crescimento populacional do bairro, juntamente com a ocupação de áreas ribeirinhas, e poluição de córregos e rios, integrando a visão entre os fatores ambientais e antrópicos atuantes neste local. O presente trabalho foi realizado em classes do 5º ano de colégios que ofertam ensino fundamental, utilizando a teoria das representações sociais a partir de desenhos e questionários. A teoria das representações foi inicialmente fundamentada por Moscovici, em 1961, para designar fenômenos e processos referentes ao conhecimento do

4 senso comum e do conhecimento científico. A teoria das representações busca entender como o indivíduo e os conhecimentos estão enraizados na consciência de indivíduos e grupos. A análise da representação social é dada por formas de expressão culturais, sua organização e sua função mediadora entre indivíduo e sociedade (ALMEIDA, 2000). Almeida ainda apresenta a teoria das representações sociais, que fornece subsídios para a interpretação de diferentes realidades. As representações apresentam as práticas sociais, permitindo que as relações que os indivíduos tem com o ambiente sejam esclarecidas (POLLI e KUHNEN, 2011). Polli e Kuhnen (2011) afirmam que o processo de simbolização é um aspecto importante para conhecer a relação pessoa-ambiente, pois aproximam o sujeito ao objeto ausente. A representação social de natureza foi realizada em um trabalho qualitativo de elementos desenhados por alunos do 5º ano do ensino fundamental, analisando conteúdos componentes do rio, elementos de interação social com este ecossistema e sua utilidade. O objetivo deste trabalho foi analisar se os alunos tem consciência de que há rios e córregos no bairro Cajuru e, através de representações sociais de ambiente, analisar qual a importância, função e utilidade que os rios e córregos tem, assim como quais são as relações sociais envolvidas com este ecossistema. O objetivo também engloba a possibilidade da educação ambiental abranger um nível popular, sendo democrática e que possibilite o desenvolvimento da percepção crítica do ambiente e de atitudes tomadas. Metodologia: A abordagem foi realizada com 234 alunos do 5º ano do ensino fundamental, com amostragem partindo de questionários e desenhos de alunos dos nove colégios do bairro que se interessaram em participar da pesquisa, dentro de uma perspectiva de representação social. Para a realização dos desenhos foi solicitado ao aluno que representasse livremente o que há no bairro Cajuru, referente a rios, córregos, valetas, canaletas de esgoto. Posteriormente pedimos que o aluno representasse como, ao seu gosto, deveria estar este local por ele desenhado. O objetivo da análise de desenhos está na procura por elementos gráficos que representem a percepção do aluno sobre a existência de rios e córregos no local, a condição que estes se apresentam e as atividades desenvolvidas em suas proximidades (utilidade), além de perceber qual é o impacto dessa situação no cotidiano do estudante. A análise destes materiais foi dada tabulando classes de elementos representados, como ligação de esgoto, poluição, despejo de lixo, lazer entre outros. Juntamente com a folha de desenho foi entregue um questionário com perguntas objetivas e descritivas, questionando se há rios e córregos no bairro, quais nomes de rio o aluno conhece, qual o nome dado para cursos de água, e o que está relacionado com os rios e córregos da região. A análise do material enfoca a noção de existência de rios no local, quais são as denominações utilizadas pelas crianças para rios e córregos da região, a percepção de qualidade da água e de impactos socioambientais de rios e córregos poluídos. Também procuramos entender qual é a relação que o aluno tem com o rio, se ele é bem visto ou não, além de sua importância.

5 Resultados: Das crianças participantes da pesquisa, 224 desenharam o estado atual de um rio ou córrego, sendo que 180 representaram rios e córregos do bairro Cajuru e 44 de fora do bairro. Deste total de desenhos, 27 representavam lagos, e poucos desenhos trouxeram elementos comuns à fauna marinha, o que demonstra a falta de conhecimento sobre conceitos de formações hídricas. Utilizamos as categorias de Reigota (1995) para representação social de ambiente para classificar tipos de informações trazidas nos desenhos. Estas categorias são denominadas globalizantes, naturalistas e antropocêntricas. A representação social globalizante demonstra as interações entre o homem e o ambiente quanto a questões sociais e ambientais. A naturalista apresenta elementos naturais e ecológicos, englobando aspectos físico-químicos. Já a categoria antropocêntrica apresenta a presença de recursos naturais ligados à sobrevivência e utilidade para humanos. Destes desenhos, sete foram classificados na categoria antropocêntrica, trazendo elementos de abastecimento de água e pesca. Vinte e um desenhos foram classificados na categoria naturalista, e vinte e dois em naturalista ocorrentes fora do bairro Cajuru. Para esta categoria, os elementos mais frequentes foram representação de água limpa, vegetação ao redor, possivelmente com diversidade de fauna. 157 desenhos foram categorizados como representações globalizantes e 18 como globalizantes fora do bairro Cajuru. Os desenhos desta categoria apresentavam elementos de poluição (esgoto e lixo), presença de pragas, como ratos, baratas e insetos. A maioria dos desenhos representando a realidade dos rios e córregos locais foi encaixada na categoria globalizante, apresentando despejo de esgoto, lixo e criminalidade. As representações demonstram a degradação ambiental, principalmente dos efeitos da ocupação realizada de maneira desorganizada. Os desenhos denunciam a ausência de tratamento de esgoto e coleta de lixo. Os registros de tristeza e criminalidade refletem a função social que o rio tomou. Recebe dejetos, deixou de ser um lugar para lazer e assumiu papel associado à criminalidade. 227 crianças desenharam como desejariam que os rios estivessem. Destes desenhos, 168 foram categorizados como naturalistas, 49 como antropocêntricos, 5 como globalizantes e 5 não identificados. Comparando os desenhos que representam a realidade dos rios com os que demonstram o desejo das crianças, temos um ideal de melhora das condições ambientais ou sociais relacionadas aos rios para 168 crianças, exemplificado pela figura 1. Os demais desenhos foram considerados neutros ou não identificados. Uma criança fez uma representação da estação de tratamento de esgoto da Sanepar com a água poluída, o que se assemelhou muito com a foto da condição do local. Segundo denúncia do IBAMA, em conjunto com a Polícia Federal, a Sanepar é a principal responsável pela poluição do rio Iguaçu, que é considerado o segundo mais sujo do país, atrás apenas do rio Tietê, segundo dados do IBGE disponibilizados em jornais como Gazeta do Povo e Paraná Online, no ano de 2012 Em uma análise geral das representações, o rio, para a maioria das crianças, está relacionado com esgoto, lixo e criminalidade, porem o desejo delas

6 é de que fosse mais conservado e também que houvesse a possibilidade de lazer neles. FIGURA 1: desenho superior representando como estão os rios do bairro Cajuru, com despejo de esgoto, lixo e mau cheiro. Desenho inferior apresenta como a criança desejaria que o rio estivesse: limpo, com diversidade de fauna.. Em uma análise geral das representações, o rio, para a maioria das crianças, está relacionado com esgoto, lixo e criminalidade, porem o desejo delas é de que fosse mais conservado e também que houvesse a possibilidade de lazer neles. Foram analisados 234 questionários de crianças que estudam em 9 colégios do bairro Cajuru. Quatro escolas eram municipais e as demais particulares. Das crianças moradoras do bairro Cajuru, 21,76% afirmaram que há rios e córregos no bairro, 39,41% afirmaram que não há rios no bairro e 38,82% não sabiam dizer. A análise de informações sobre se há rios próximos à escola foi feita com todos os alunos participantes, pois as escolas são do bairro Cajuru. 10,04% dos alunos afirmaram que há rios próximos a suas escolas, 42,36% afirmaram que não, e 47,60% dos entrevistados não souberam dizer. Com essas informações, podemos ver que a maior parte das crianças não sabe ou acha que não há rios no bairro nem perto de suas escolas, mesmo com a proximidade dos mesmos. Perguntados que nomes davam para lugares onde passa água (suja ou limpa) em seu bairro, a maioria das crianças respondeu valeta/valetão (35,18%).

7 O segundo nome mais citado foi esgoto (28,46%) e somente em terceiro lugar, com 12,65% das respostas, apareceu o nome rio. Entre todos os questionários analisados, apenas 28 crianças citaram o nome de um rio do bairro (Iguaçu), porém apenas 5 crianças o localizaram em Curitiba ou região metropolitana, as demais não sabiam ou o associavam com Foz do Iguaçu. Uma questão foi destinada a marcar itens que poderiam estar relacionados com os rios da região do bairro Cajuru. A maior parte das respostas apareceu ligada à poluição e destruição (27,50%), em seguida a utilidades (18,60%) e doenças e pragas (18,20%). Também apareceram várias respostas ligadas a criminalidade (5,81%). Em uma análise geral das informações obtidas nos questionários, pudemos perceber que muitas crianças que moram ou estudam no bairro Cajuru não tem mais a noção da existência de rios e córregos da região, porém conhecem estas estruturas como valetas e canais de esgoto. O ideal de melhora do local foi amplamente apresentado, priorizando atitudes que enfatizam a limpeza e a conservação. A presença da Educação Ambiental é percebida nos desenhos pelo objetivo que as crianças tem de recuperação ambiental e reaproximação da comunidade com o rio, principalmente como área de lazer. Porém o que percebemos é que a noção de hidrografia local é escassa, fato devido principalmente à dificuldade de acesso a informação referente aos rios e córregos do bairro e até mesmo de todo o município de Curitiba. Outra questão que dificulta o ensino de rios é o fato de que a partir do momento em que rios e córregos não são reconhecidos como naturais, e sim como esgoto, dificulta a união de informações aprendidas na escola contextualizando-as com a realidade. Com isso, podemos perceber que a falta de contextualização não permite um ensino efetivo, como citado por Bacci (2008). Não permite que o estudante busque negociar soluções para a situação (REIGOTA, 1995). Segundo Serres (1991 apud REIGOTA, 1995), a educação deve ensinar a produzir e não apenas a reproduzir conhecimentos. O que vimos em nosso trabalho é que há ausência de contextualização no ensino, fazendo com que a criança reproduza conhecimentos de livros didáticos, citando nomes de rios importantes historicamente ou famosos, de maneira distanciada da realidade da criança ao ponto dela não conseguir ao menos saber nomes ou a localização de rios e córregos que fazem parte do cotidiano delas. Considerações finais: Através da análise do conjunto de relatos, questionários e desenhos, concluímos que: A falta de informações, assim como a condição de marginalização referente aos rios e córregos da região, leva ao afastamento da contextualização no ensino, não permitindo às crianças que apliquem os conhecimentos aprendidos em sala de aula à sua realidade. As crianças não reconhecem mais córregos e rios como estruturas naturais, e em geral não conhecem ao menos o nome dos cinco córregos e dois rios que estão no bairro. A perda de diversidade de fauna e flora, além da qualidade de água dos rios, ocorreu de maneira intensa, juntamente com poluição devido ao crescimento desordenado, gerando situações de incômodo para moradores da região como o mau cheiro, proliferação de pragas,

8 impermeabilização do solo e enchentes, e também a perda dos espaços de lazer e interação com a natureza, por vezes sendo relacionado com criminalidade. Mesmo acreditando que rios e córregos locais sejam valetas e lugares destinados ao despejo de esgoto e lixo, as crianças demonstram o desejo que eles fossem limpos, com diversidade de fauna e flora e redução de criminalidade. O desejo das crianças demonstra a carência de espaços para admiração da natureza e lazer no bairro, representado o ideal de retomada da qualidade local.

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