EDER PAULO GOMES DE ASSIS.

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1 EDER PAULO GOMES DE ASSIS. LlNDOMAR BORGES. SISTEMA AUTOMATICO DE VERIFICA<;:iiO DE "PICHA<;:OES" EM paginas WEB ATRAVES DO USO DE HASH DIGITAL CURITIBA 2003

2 EDER PAULO GOMES DE ASSIS. LlNDOMAR BORGES. SISTEMA AUTOMATICO DE VERIFICA9Ao DE "PICHA9QES" EM paginas WEB ATRAVES DO usa DE HASH DIGITAL TraballlO de Qr.ldu~yAo apre~enlado -' disciplin:il Proj t de Gmdll.1f;aO do CU~O de Tecnologia em Proce5S(lmento (Ie Oados da Uni ersidade TuiLlli do Parana Orieflt;tdor: Pro" Alvaro Rogerio CanOeri. CURITIBA 2003

3 EDER PAULO GOMES DE ASSIS LlNDOMAR BORGES SISTEMA AUTOMATICO DE VERIFICA9Ao DE "PICHA90ES" EM paginas WEB ATRAVES DO USO DE HASH DIGITAL Monografia aprovada como requisito parcial a conclusao do Cursa de T ecnologia em Processamento de Dados da Universidade Tuiuti do Parana, pel a comissao formada pelos professores: Orientador: Professor Alvaro Rogerio Cantleri Universidade TuiuO do Parana Professora Elaini Simoni Angelotti Universidade Tuiuti do Parana Professor Diogenes Cogo Furlan Universidade Tuiuti do Parana Professor Roberto Nsia Amaral Universidade Tuiuti do Parana Curitiba, 13 de novembro de 2003

4 AGRADECIMENTOS A Alvaro Rogerio Cantieri, pela diferente orientaif:to e incentivo GiuUiana Martins de Souza Vicentin, pela contribui9~o a busca de uma orienta~ao. Roberto Neia Amaral, que soube entender e cornpr ender a imporl~ncia desle Irabalho As nossas iamilias, que apoiaram enos incentivaram em todos os momentos e dificuldades

5 SUMARIO LlSTA DE FIGURAS LlSTA DE SIGLAS RESUMO.... VI VII 1 INTRODUc;:AO 1.1 Justificativa 1.2 Objetlvo Geral 1.3 ObJatlvos Especificos 1.3 Descri,2o Gera!.. 2 REVISAo DA L1TERATURA 21 0 que e LIma pagina Web.. 22 Protocolo http Linguagem HTML 2.4 Servidores Servidor Apache 24.2 Publlcayao de LIma Pagina no Servidor Apache 24.3 Servidor Backup. 2.5 Linguagem de Programayao C.. 2.6Tecnologlas de Criptografia ProJato OpenSSL Fun es de HASH. 29 Algontmo MOS Cron 2.11 Shell SCript 2.12NFS 3 OESENVOLVIMENTO DO SISTEMA B Me1odologla de Oesenvolvimento Diagramas de FILlxo de Sistema Verifica,ao de Funcionamento e Implantayao das Bibliotecas OpenSSL Desenvolvimento do Modulo de hash e Testes start do Sistema com a Ferrarnenta Cron Configura"ao do Apache Jun"ao dos modulos TESTES FINAlS CONCLUsAo 34 6 REFERENCIAS BIBLIOGRAFIA ANEXOS 38

6 LIST A DE FIGURAS FIGURA ESTRUTURA DO HTML... 7 FIGURA 22 - CODIGO HTML DE UMA pagina... 8 FIGURA CODIGOS HTML FORMATADOS 9 FIGURA 24 - ESQUEMA GERAL DE ENCRIPTAR E DESENCRIPTAR FIGURA DESCRICAO GERAL - FASE 1 20 FIGURA 32 - DESCRICAO GERAL - FASE FIGURA DESCRICAO GERAL - FASE 3 21 FIGURA 34 - DESCRICAO GERAL - FASE FIGURA GERANDO 0 HASH INICIAL 22 FIGURA DIAGRAMA DE FLUXO DO SISTEMA.. 23

7 LIST A DE SIGLAS CHMOD CRON DSS FTP HTML HTTP HTTPD IP II'1D-5 NFS NNTP OpenLDAP PCs RFC SMTP SSL TCP TLS WVVW Comando do linux para alterar permissoes F erramenta capaz de e.xecutar programas automaticamente Digital Signature Standard File Transfer Protocol Hyper Text Markup Language Hyper Te~t Transfer Protocol Arquivo de configurayao do servidor Apache Internet Protocol Message Digest 5 Network File System Network News Trasnfer Protocol lightweight Directory Access Protocol Computadores Pessoais Request For Comments Simple Mail Transfer Protocol Secure Sockets Layer Transport Conlral Protocol Transport Layer Security World Wide Web

8 RESUMO Este documento descreve 0 desenvolvimento e implementa980 de urn prot6tipo de sistema automatico de verific8980 de picha es em web sites base ado em algoritmo de hash digital. ESle t8m com objetivo proporcionar urna maior facilidade seguran"" na detecc;ao das picha,oes em paginas Web, utilizando-se como padr~o paginas dispostas em servidores Apache implementados em sistemas Linux. 0 sistema realiza a verifica980 da integridade desta atrav8s do uso de um hash digital de 128 bits e realizando a republicac;ao automatica das paginas alteradas, proporcionando urn ganho de tempo para 0 administrador Sao realizados testes em ambiente de laboratorio no sistema implementado e a analise dos resultados e realizada, com a devida analise e conclus6es \'ii

9 1 - INTRODUC;;AO Nos ultimos anos, tern ocorrido uma grande revolw;:ao nos meios de cornunic8c;ao e em especial na Internet, com as sistemas se comunicando de forma cada vez mais ri:ipida e com as tecnologias de servi<;os cada vez mais avanc.;adas. Com e5sa crescente utilizac;ao dos meios de comunicar;ao atraves da Internet, crescem tambem a numera de problemas, como invas~es causadas par crackers a sites de empresas, denegrindo a imagem destas. Essas invasoes pod em gerar altos custos para as empresas afetadas, e serios problemas para 0 administrador de sistemas ap6s 0 ataque [1). Segundo 0 levantamento da empresa israelense de segurant;a, m;2g.com foram registrados nove mil invasiies em Web sites em setembro(2002), 0 que representa urn aumento de 54% em rela<tbo ao mes anterior. a Brasil e urn dos parses de maior ocorr~ncia de casos com 835 casas registrados, seguido pelo Reino Unido (356), Alemanha e india(285) [1). Atualmente, a forma utilizada para resolver as casos de invasoes por picha'10es, e manual, 0 que dificulta e demora na manutenc;:ao do sistema, muitas vezes causando prejuizos. Neste trabalho estara sendo proposto a criac;:ao de urn prot6tipo de sistema de verificac;:ao automatica de "pichac;:6es" em paginas Web atraves do uso de hash digital. 0 /1asl1 digital e um resumo de mensagens, unico para cad a arquivo e utilizada para garanur sua integridade. Cam a utilizac;aa deste sistema deve-se garantir mais agilidade na verificac;ao de possiveis pichac;6es e abter-se uma maior garantia de preservac;:ao das informac;oes, uma vez que 0 proprio sistema ira retirar do ar 0 site pichado e republica,,; automalicamente 0 site original, quando da ocorr~ncia do problema.

10 1.1-JUSTIFICATIVA Entre todas as inv8si5es de crackers divulgadas pela midia umas das mais, cnde frequentes e visiveis sao as chamadas ~picha0es" ou H "defacements 0 atacante modilica paginas Web de uma empresa de lonna a dilama-ia. Consequentemente, este 13a tipo de invasao mais divulgado, principal mente porque a empresa tern muitas vezes dificuldades de agir no senti do de corrigir 0 problema antes Que os usuarlos possam nota-io. 0 numero de paginas vandalizadas na Internet bateu recorde em Segundo 0 site A/das.de de inlorma<;oes, servi<;o especializado em registrarinvasoes de sites em todo 0 mundo, as pichac;08s virtuais saltaram de 4,4 mil em 2000 para 22,4 mil no ano de 2001 [2). Juntamente com este consideravel aumento. 0 prejuizd moral e financeiro das organiza~oes tern sido cad a vez mais grandioso e inevitavel. Mesmo com toda a seguran<;a aplicada, 0 administrador de sistemas e que tern a responsabilidade de preslar manuten9~o desses sites, mas nem sempre consegue identificar 0 problema rapidamente devido ao grande numero de sites hospedados. A existencia de urn sistema que automatize 0 processo de verifica<{8o dessas ocorrencias e minimize a exposi<{80 de paginas pichadas e muito utii neste tipo de preven<{8o, aurnentando a eficiencia na resposta ao incidente e proporcionando urn menor prejuizo para organizac;8o OBJETIVO GERAL Esse projeto tern como objetivo pesquisar e desenvolver urn prot6tipo de urn sistema automatico de verifica<;ao de "picha<;6es em peginas Web, atraves de uma lerramenta de /1as/l digital.

11 1.3 - OBJETIVOS ESPECiFICOS Automatizar a verifica9~0 de picha90es" em paginas hospedadas em urn servidor local Realizar verifica~~o dos c6digos com eficiemcia e seguranc;ci utilizando 0 algoritmo de hash Preservar as logs do sistema invadido copiando-as para uma area temporana do servidor backup e mantendo-as intactas para facilitar a investiga9ao seguintes: Os produtos a serem gerados durante a desenvolvimento do sistema sao os Modulo de gera,ao de hash sobre c6digo html Modulo de verifica9ao de picha<;1ies Prot6tipo de um produto de verifica91io automatica de pichayiies em paginas Web Diagrarnas diversos conforme a ll1etodologia utilizada, a fim de mostrar em diagramas a forma de atuac;ao do sistema Manual do sistema DESCRI<;:Ao GERAL o sistema consiste em urn software que sera instalado em urn servidor secundario, interligado ao servidor Web e nomeado de servidor backup. Este servidor possuira uma c6pla das paginas disponibilizadas no servidor Web. que poderao ser utilizadas para recuperac;:ao.no inicio do processo, 0 administrador recebera uma pagina a ser publiceda e gerar. para esta um hash MD5 que ficara armazenado em um arquivo de hash do servidor backup. Oepois das paginas publicadas. 0 sistema sera colocado em funcionalllento automatico, onde realizara de tempos em tempos a verifica~ao das paqinas. Para is50, 0 mesma inicialmente copia as arquivos publicados para 0 servidor backup e gera para cad a um deles um

12 novo hash. Este e comparado com 0 hash armazenado correspondente ao arquivo em questao. Caso seja encontrada diferen<;a, 0 sistema automaticamente republica a pagina original guardada no servidor backup e copia do servidor Web as logs, para analise futura. 0 sistema funciona de forma dclica, ou seja, todo 0 processo recome<;ara ap6s a tempo de execu(;ao pre-estabelecido.

13 2 - REVISAO DA LlTERATURA QUE E UMA PAGINA WEB Uma pagina Web, ou Home Page como e mais conhecida, e na verdade um documento composto basicamente de texles e c6digos especiais que possibilitam a exibiyao do documento na WWW (World Wide Web). Alem da informayao textual, este documento pade conter imagens, som, animac;oes e ate mesmo video. Esta pagina pode conter links ou ligac;oes para outras paginas armazenadas em meu micro ou em qualquer local de Web [3]. Geralmente essas paginas Web s~o acessadas via Internet e fiearn hospedadas ou armazenadas em servidores, que podem ser de acesso restrito como uma Intranet ou acesso publico como uma pagina Web qualquer. Podem ser utilizadas para os mais diversos fins, desde a divulgac;iio de informayoes em geral ate a disponibilizattao de serviyos como os de home banking e 0 e-commerce (comercio eletronioo). o acesso a uma pagina Web e feito por urn tipo especial de programa chamado Browser. E atraves do Browser que e feita a comunica'180 entre clientes e servidores no mundo Web. E 0 Browser 0 responsbvel pela interpretac;ao dos c6digos em HTML (Hyper Text Markup Language), em paginas Web de simples leitura. Existem varios programas desta categoria disponiveis no mercado, como por exemplo,o Opera, Netscape, Internet Explorer, Enigma Browser, etc. Para exibir os mais diversos tipos de arquivos, 0 Browser pode utilizar um programa especial chamado de plug-in. 0 plug-in e um pequeno programa usado pelo Browser para rodar programas em codigos diferentes do HTML comum, que executam fun'1~esdiversas como ver videos, ouvir musicas no formato MIDI, ver apresentayees do Power Point entre outras [4].

14 2.2 - PROTOCOLO HTIP A tecnologia existente na Web e viabilizada par meio de protocolos que se interagem proporcionando uma comunica<;3o entre 0 ~mundo" e 0 u5uario. 0 protocolo utilizado para Que exista esta comunic8c;8o e a HTTP (Protocolo de transfere!ncia de hipertexto). Todos os clientes e servidores Web precisam "fala~ HTTP para poderem enviar e reeeber documentos. Par e5sa razao, servidores Web sao tambem chamados de servidores HTTP. Urn servidor Web tem como unico proposito servir documentos para seus clientes quando requerido [5]. o HTTP e urn dos protocolos mais importantes para 0 funcionamento da Internet, pois e 0 responsavel pela transfer~ncia de hipertexto, base da World Wide Web. 0 HTTP se encontra localizado na eamada de aplica<;ao do modele TCP/IP. Geralmente conhecido per se encontrar junto ao um enderec;o WWW, 0 prefixo HTTP funciona como 0 protocolo de acesso a urn endere<;o Web. Alam do mecanismq de acesso simples, 0 HTTP invoca outros de autenticay130 e seguranga. Entre eles esta coptegrafia utilizando a SSL (Secure Sockets Layer) [6]. Apesar da habilidade do HTIP em negociar formatos, 0 WWW possui uma linguagem basica para intercambio de hipertextos, que oj denominada HTML (Hyper Text Markup Language) [7] LlNGUAGEM HTML A linguagem padrao que a Web usa para criar e reconhecer documentos de hipermidia e 0 HTML (Hyper Text Markup Language) uma linguagem que e utilizada para formata~o de documentos. Urn programa HTML nada rnai5 e do que urn arquivo de texto que contem os comandos da linguagem. Esse arquivo deve possuir a extensa.o html ou htm. Para criar e testar uma horne page, 0 usuario precisa ter apenas um navegador instalado em sua maquina. Os principals elementos dentro de uma pagina HTML sao basicamente 0 titulo da pagina, as textos, paragrafos, imagens, e links. A parte textual da home page e composta pelo texto acomodado ern paragrafos, cabe<;alhos e linhas divis6rias. As imagens sao fotos au figuras gravadas nos f~rmatas graficos. Os

15 hiperlinks sao um tipo especial de texto que, ao ser clieado, instrui 0 navegador para abrir outra pagina ou imagem [3]. TOdDS as elementos sao poslcionados na pagina atraves de comandos especificos do HTML. Dentro da pagina Web as comandos devem ter Urlla estrutura basica para que 0 Browser possa interpretar corretamente as c6digos. as comandos devem ser inicializados entre tags «INieIO» e devem tenninar com barra para identificar a finaliza<;ao «/FIM» [8]. FIGURA 2.1 ESTRUTURA DO HTML 1 Ea1lU1ur8 PrIncIpII 1 -Cab~!ho ~.,{ I 2-Corpo I A parte um em c;nza escuro da figura 2.1 demonstra toda a estrutura do c6digo HTML, que deve ao iniciar com a tag <HTML> e finalizar com a tag «/HTML». A primeira parte clara da figura 2.1 define que 0 cabe~alho deve se iniciar com <HEAD> e finalizar com </HEAD>. Sao opcionais, mas devem ser incluidos, pois sao usados para especificar varias caracteristicas da pagina. A segunda parte clara da figura 2.1 detenmina 0 espa~ onde estara 0 conteudo do documenta, como as arquivos, textos. sons, que deverao iniciar ap6s <BODY> e terminar com </BODY>. Ap6s 0 termino de uma pagina Web, os arquivos HTML sao enviados atraves do protocolo HTIP, para entao serem intenpretados pelo Browser. que convertera os comandos em linguagem de simples entendimento (paginas com textos e imagens). A figura 2.2 mostra de forma geral como 0 Browser recebe e interpreta os c6digos HTML antes de dis'ponibilizar formatado para 0 usuiuio.

16 FIGURA 2.2 COOIGO HTML DE UMA pagina. -e:hrad>.. TITLE:, Cl:ian{10 Tabela:o d?!(;sqmid.ire= "gada. ",id";,.. /HF.AD>.:/TITLS,. Y BGColor= "Silvt:r";. 1'1:; l,:-q.i.h- <I!Jcr ipt,. < Inoser ipt)- <tlcript laugudye= "jav~!lcript "><! -- v r u,:,..rulilm: '" "llborgea"; ",,,r C,"lt = "J!iO~"; Il _><!t'lcript;,. <!:Icript l'!l9uaq~="j~\'",:;cript" rc= ''http://'ww''l. hpg:. i9.com. brh1ublic:id&!.e/pliblicidlt.d,:~popllp_j I:C. hi')" r:ype= ~toextlja",{uj(:rii1t ",.-<I_e?"i t>, lit i '~J,l <Hit WIDTl-! "loo,""". <1'l.1.rq1Je~dir5C:ti(m,,-"llight.">.;I>db.cFcnt Gi::t~" Color -'O,"GreC!n" F<ilee","Timelt"> P"'l'11ue llacio'll<l.l do Su~ra9ui./r)o.-./lh. /font></m,u:qll(;(')o <I-m l'jidth="loo,"")o cc<!'ntcn.c:iv1gsre "logo.9if" wi(\t!\ " 150 lio;:19th=loo></center> <Hit UIDTH="1CiOt"", <Narquee dij:et:tiull="left">c:i'iio",jb <F fll :si;;e,e& Color "--"Green" F'.ace="Time$":O P,.ral3.o Ilatural d.o P'.prl\!l~ :></B»«/ fcint::.</rnarque;e-:. <II chr IHO'l'H="lOO''';> <A HREP","frame.htm" >..:I:o<t:ellter:o Cliq!!e Aq\li para..,ntrar</::l:.-;ent;er><!a><br> llli,i. -, 1.,;. -li.j j ~ ":It!..,' 1- h; -: «'img IU'c:::''http://tOOls.hpg.C<lm.br/~ibin/CQunt.cgi?ft"OIod ".ADl!df=llbor es. t">!-- Filii ~,.:!ijo d ~o1';-,.jh~t' l.r'l </EOOY,. </HTHL,. Apos a requisi(fao por lim usuario, 0 Browser recebe os c6digos HTML, e as disponibiliza de forma clara para os usuarios. A figura 2.3 mostra de forma geral como 0 Browser disponibiliza os c6digos HTML mostrados na figura 2.2.

17 FIGURA 2.3 CODIGOS HTML FORMATADOS..,J;!J1!.l =':'::2::=:::::=":""::"::7;-:-"-.=-"--""----"=-=----'-----::l ;.-~~~ 3 PlIra;", :YlItural do P"~(/I/(i --C~...M.Hi..N;,..;ln.,"'r _.- -.-~--- 1! SERVIDORES Servidor e lim serviqo disponibilizado a clientes em uma rede de computadores, como serviyo de correio-eletr6nico, armazenamento de arquivos, disponibilizac;ao de sites, entre outros. Em seu meio fisico, e urn computador de grande capacidade e uma arquitetura diferenciada dos demais PC's, pois necessita ser mais robusto, com grande performance e desempenho, e uma grande unidade de armazenamento, com 0 software de serviyo instalado neste. o servidor que disponibiliza as paginas na Internet e chamado de servidor Web. Existem disponiveis atualmente varios servidores Web, alguns gratuitos, que podem ser utilizados para a disponibilidade de sites. Os mais conhecidos sao 0 115e o Apache.

18 SERVIDOR APACHE o servidor Apache tem a fun,ao de servir peginas HTML para Intranet ou Internet. E urn dos servidores Web mais conhecldos e utilizactos atualmente, e esla lideranya S8 deve ao fata de ser um servidor generico, ter urn excelente desempenho, alto nivel de personaliza9iio, confiabilidade, portabilidade, vasta documenta~o disponivel, alem de ser open souree e gratuito. As principais caracteristicas tecnicas do Apache sao[11]: A grande capacidade multiplataformas, 0 que permite ser executado em diferentes sistemas operacionais. como 0 Windows, Linux, FreeBSD e Quiros; 0 c6digo fonte e open source e esla em constante desenvolvimento para a inclusao dos protocolos mais atualizados e alualiza90es de versoes, no case de aparecimento de falhas 0 c6digo-fonte e disponibilizado par completo e nao possui licenc;as com limite de uso ou qualquer tipo de restri<;ao Permite a programa,ao de scripts e c6digos que facilitam a personaliza~ao dos serviyos E composto de modulos, cada urn implementando urna caracteristica diferente e aumentando a funcionalidade do servidor Apos ser instalado, servidor Web Apache deve ser configurado da melhor maneira passive I de acorda com sua necessidade. 0 principal arquivo de configura<;ao do e 0 httpd.conf normalmente encontrado no arquivo letciapache/httpd.conf do linux. 0 arquivo de configura,ao do Apache e bastante extenso e par isso permite diversas configura<;6es, tornando 0 apache mais flexivel de acordo com a necessidade.

19 II PUBLlCA9AO DE UMA pagina NO SERVIDOR APACHE Para publicar uma pagina no servidor Apache basla gravar todos os arquivos de uma pagina Web dentro do diret6rio padrao Ivar/www/html. Feito isso 0 acesso via Browser ja estara disponivel bastando apenas digitar 0 endere90 IP da rnaquina antes, como par exemplo: /var/www/html/index.html Por padrao 0 Apache achara e abrira a pagina inicial index.htm!. No casa de sar publicado mais de urn site no Apache e necessaria apenas criar novos diretorios dentro do caminho Ivarlwww/html como, par exemplo: I var/www/html/site1 I var/www/html/site2 I var/www/hlml/site3 Para poder acessar cada urn desses sites e preciso apenas acrescentar 0 nome do diret6rio aonde encontra-se 0 site a acessar como no examplo abaixo /varlwwwlhtmllsite1Iindex.html /varlwwwlhtrnllsite2/index.hlml Ivarlwwwlhtmllsile3/index.hlml SERVIDOR BACKUP o servidor backup e urn servidor fisicamente colocado em Dutro local, que tern 0 mesmo conteudo que 0 servidor original, au seja, uma c6pia. 0 objetivo do backup e procurar fazer com que, no caso do servidor padrao parar de funcionar, 0 usui:lrio possa ter a possibilidade de acessar outro servidor de forma transparente. Assim sendo, servidores backup, sao servidores que possuem basicamente a mesma informa~ao que 0 original, que os substltuem em caso de problemas. Essa substitui930 pode ser manual ou automatica.

20 LlNGUAGEM DE PROGRAMAyAO C A linguagem C e uma linguagem de nivel media que combina as elementos de linguagens de alto nivel com a funcionalidade da linguagem assembly (baixo nivel). Por ser uma linguagem de medio nivel. 0 C penmite a manipula~ao de bits, bytes e endereyos de memoria, 0 que traz vantagens a programadores experientes [17J. A linguagem C foi escolhida por dar ao programador mais liberdade na programat;20, per oferecer confiabilidade em seu codigo, uma vez que 0 programador possui uma visao completa e profunda do programa que esta desenvolvendo. o compilador utilizado e 0 gee. 0 gee suporta todos os pad6es do C utilizados atualmente, como a padrao ANSI C, assim como muitas extensoes especlficas para 0 proprio gee. Ele fornece recursos para torna-ie compatlvel com os compiladores C e estilos mais antigos da programa~aoc.[25j TECNOLOGIAS DE CRIPTOGRAFIA Nos dias atuais, com a constante utilizay80 de meios de comunicayao computacional, a criptografia S8 torna a melhor forma encontrada para a implementac;80de uma serie de elementos necessarios a cria9ao de urn sistema mais segura. Encripta~ao e 0 processo pelo qual uma mensagem clara, chamada plaintext, e transformada em outra mensagem nao inteligivel, chamada Ciphertext, usando uma fun~ao matematica e uma senha de encripta~ao chamada chave. 0 processo inverso e chamado desencriptayao [12]. A figura 2.4 demonstra de forma geral como e realizada a encripta~~o e a desencripta~ao de urn texto. No primeiro momento a mensagem clara de simples leitura antes de ser criptografada e no segundo instante a mensagem criptografada que nao pode ser lida ou entendida pela sua codifica~ao, e no ultimo momenta a mensagem ja restaurada com a chave de desencriptagao.

21 13 FIGURA 2.4 ESQUEMA GERAL DE ENCRIPTAR E DESENCRIPTAR. Existem duas classes de algoritmos criptografioos. as simetricos ou de chave-secreta e as assimetricos ou de chave-publica. Os ajgoritmos simelricos utilizam uma me sma chave tanto para encriptar como para desencriptar 0 texlo. Os algoritmos assimelricos utilizam duas chaves diferentes, uma para encriptar e Dutra para desencriptar. Dessa forma estes permitem que a chave de encriptagao possa ser torn ada publica, par exemplo, disponibilizando-a em um local de acesso publico e por isso denominada chave-publica. Geralmente as algoritmos simetricos sao mais eficientes computacionalmente que as assimetricos, podendo ser bastante rapidos em sua execu<;ao. Alguns beneficios que a criptografia pode nos proporcionar sao. ProteQao dos conte lidos das informa908s armazenadas em seu computador para acessos nao autorizados Proter;ao dos conteudos das informa<;6es enquanto transitam na cede de um computador para outro Detecc;ao e prevenc;ao de acidentais ou intencionais alterac;oes em seus dados Identificagao digital do autor de um documento au texto recebido

22 PROJETO OPENSSL o projeto OpenSSL tem como principal objetivos, desenvolver um kit de ferramentas de implementayao do protocclo SSL(Secure Sockets Layer) e TLS(Transport Layer Security, em c6digo aberto. Todas as ferramentas do OpenSSL sao testadas, pela comunidade mundial, 0 que garante uma maior confiabilidade para as mesmas, com rela<;ao a seguran~. Projetos como Apache (servidor Web), OpenSSH(secure shell protocolo de criptografia), OpenLDAP(Ughtweight Directory Access Protoco0 fazem uso de bibliotecas do OpenSSL. As bibliotecas OpenSSL s~o disponibilizadas gratuitamente pela comunidade participante do projeto e suas atualizayiies sao constantes de acordo com a necessidade FUNC;:OESDE HASH As fun90es de hash sao fun90es criptograficas que geram uma saida de tamanho fixe correspondente a uma mensagem qualquer, que deve ser unico para cada lexto, reproduzivel apenas com as mesmas dados iniciais e que nad possa ser forjado. Este tipo de algoritmo pode ser utilizado para verifica9ao e altera9ao de conteudo de urn texlc, uma vez que a alteractao de uma pequena fra9~o desle, gera uma consideravel altera(fao no valor do resumo gerado [1]. As utilizayoes mais comuns das fun<;6es de hash sao as validac;6es da integridade dos dados. As fun90es de hash sao tambem utilizadas nos softwares de detecyao de virus e na distribui9ao de software [13]. A fun9ao de hash deve possuir as seguintes caracteristicas: a) Rapidez na ccmputa9ao do has" da mensagem b) Impraticabilidadede S8 determinar a entrada a partir de seu hash c) Impraticabilidade de se determinar uma Dutra entrada que resulte no mesmo hash d) as valores de hash possiveis sao estatisticamente impossiveis de serem reproduzidos matematicamente

23 15 Existem muitas func;5es criptograficas de hash. A func;ao MD5 e uma das fun~c5es mais utilizadas. Esta gera uma saida de 128 bits em forma de trinta e dais caracteres hexadecimais ALGORITMO MD-5 o MD5 (Message Digest 5) foi primeiramente proposto em 1991, depois de alguns alaques de criptoanalise descobertos contra a fun980 de hash de uma 56 via utilizada na versao anterior. 0 algoritmo foi projetado obter para velocidade, simplicidade e seguranc;a (14). Os detalhes do algoritmo sao publicos, e este foi analisado pcr uma variedade de criptografos, 0 que garante sua qualidade. E padronizado segundo a Request for Coment RFC 1321 para ser utilizado no padriio DSS (Digital Signature Standard), com a func;ao de gerar urn resumo de mensagem de tamanho fixd, que seja unico e inviolave1. A partir de uma mensagem de urn tamanho qualquer, ele gera um valor hash de 128 bits CRON Muitas vezes desejamos executar automaticamente em uma maquina, cerics procedimentos em determinados horarios de determinados dias sem interven~ao humana. Estes procedimentos podem envolver atualizar;l3es de paginas, remor;ao de dados an1;g05, envios de relat6rios e outras tarefas de can3ter repetitiv~. Urn servi90 deste tipo e 0 eran. 0 eran recebe urn arquivo de eonfigura9~0 eontendo a especifieac;ao de quais eomandos devern ser exeeutados, a data e hora, e automaticamente agenda a execuc;ao da forma que se deseja (181- A configurac;ao do eran e feita atraves de urna linha de cornando para cad a programa que se deseje executar, da seguinte maneira: <minuto> <hora> <dia> <mes> <dia-semana> <comando> Todos os dados, exceto 0 comando, sao numericos. 0 minuto deve ser especificado de 0 a 59, a hora de ver ser de 0 a 23, 0 dia do m~s de 1 a 31, 0 dia da semana vai de 0 (domingo) a 7 (domingo), 0 m~s vai de 1 a 12 ou tambem pode ser

24 16 jan, lev, etc. Cada campo tambem pode ter uma lista de valores separados par virgulas (sem espa~os) au urn ' *, (asterisco) para indicar todos os valores. As linhas que come{fam com H # H indicam comentarios. A seguir serao apresentados alguns exemplos Exemplos: para um melhor entendimento. # executa todos os dias II rneia-noite e cinco (00:05) 5 0 /cornando.pl Minuto = 5 Hora = 0 Dia mes =. M~s =. Dia da semana = '" Nome do comando = comando.pl # executa todos os dias do primeiro ao decimo quinto dia cada m~s /cornando_mensal.sh Minuto = 0 Hora=15 Oia m~s = de 1 a 15 Mes =. Dia da semana = * Nome do comando = comando_mensal.sh # executa no minuto 0,15,30 e 45 de cada hora todos as dias e tados as meses 0,15,30,45'"., */quinzeminutos.pl SHELL SCRIPT Os interpretaciores de col11andos sao programas feitos para intermediar 0 usuario e seu sistema. Atrdves destes interpretadores, 0 usuario manda urn

25 17 comando, e 0 interpretador a executa no sistema. Esses sao normalmente chamados de sl1ell5. o shell script do linux e considerado uma linguagem de programa.,ao capaz de disponibilizar diversos recursos como, efetuar backup auto matico regularmente, procurar textos, criar formata~oes, e muito mais [19]. Uma das vantagens destes shell scripts e que eles nao precisam ser compilados, au seja, basta apenas criar um arquivo texto, e inserindo comandos neste, chamando-q ap6s para execuc;:.ao. Para dar a este arquivo a definiyao de "shell scripf', teremos que incluir uma linha no come90 do arquivo (#!/bin/bash) e torna-io "executavel". o exemplo abaixo procura dois arquivos, se eles existirem e impressa uma mensagem no terminal "Achei Informac;:ao e Errada" senaa mostra Dutra mensagem. #!/bin/bash # ARQUIVO: scan if Is Informa~o && Is Errada #se arqu;vos ex;stem then echo "Achei Informat;:ao e Errada" #imprime mensagem no terminal else echo "Nao pode aehar um dcs arquivos de dados - caindo fora" exit 1 # sa; do script Ii #final do if NFS o NFS (Nel>vork File System) foi lan9ado pela Sun Microsystem em 1985 e originalmente foi implementado como um sistema de arquivos substitute para clientes de disco. 0 protocolo provou ser bem projetado e muito util como uma 50lu980 geral de ccmpartilhamento de arquivqs [23]. Atraves do NFS (Network File

26 " System) e possivel fazer um compartilhamento de arquivos pela rede. Na troca de arquivos entre maquinas linux esses arquivos poderao ser acessados diretamente como se estivessem armazenados na maquina local atraves de urn mapeamento. Para que possamo ter acesso ao servic;o NFS no linux, primeiro, deve ser verificado 0 portmap e 0 nfs (nome do servi~) estao rodando no servidor. para isso deve-se digitar: letclrc.d/init.d/portmap status letclrc.d/init.d/nfs status Se nao estiverem ativds, deve-se ativa-ios com a opyao start ao no lugar de status. No cliente, basta 0 portmap estar rodando. Isso Ii muito importante, visto que o NFS roda sobre 0 portmap (rpc). Edite 0 arquivo letclexports no servidor e adicione par exemplo, a seguinte linha: Itmp.foo.br(rw) Esta linha dira ad nfs que 0 diret6rio Itmp sera exportado com perrnissao de leitura/escrita para todas as maquinas do dominic foo.br, sendo assim, a maquina cliente1.foo.br esta habilitada a montar a volume e)(portado. Se quiser, pode ser definido um (lnico cliente, tipo: Itmp cliente1.foo.br(rw) Apos isso basta digitar: >exportfs -a Para recarregar todos os pontos de montagem no kernel e montar 0 diretorio na maquina cliente. Crie um diretorio para 0 ponto de montagem no cliente: mkdir Imntlservidor Depois e 56 montar normalmente com 0 coman do: mount -t nfs servidor:/tmp Imntlservidor

27 DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA METODOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO o desenvolvimento do projeto segue a metodologia de desenvolvimento do professor Denis Alcides Rezende [21], onde.erao seguidas tr~s das cinco fases, 0 estudo prelirllinar, 0 projeto 16gico e 0 projeto fisied descritos a seguir ESTUDO PRELIMINAR o estudo preliminar foi desenvolvido atraves dos seguintes passos: 1. Oefiniyao das necessidades as quais 0 sistema deveria dar soluc;ao 2. Projeto logied geral de funcionamento do sistema 3. Procura pela existencia de sistemas com a mesma funcionalidade do sistema proposto, au corn funcionalidades, verificando sua disponibilidade e custo 4. Verific8'1c30e estudo das tecnologias a serem utilizadas no desenvolvimento. com testes iniciais de utiliza<;ao PROJETO LOGICO De acordo com 0 estudo preliminar, fai realizado 0 projeto funcional do sistema, descrito de forma gerallogo abaixo. Inicialmente 0 administrador recebe os arquivos contendo as sites do usuario, e gera 0 hash inieial, da seguinte maneira: 0 administrador deve gerar 0 hash inietal manualmente. e gerar um arquivo de hash's que e utilizado pelo modulo de verifica<{ao. 0 sistema de verifica<{8o de pichac;oes em paginas Web efetuara de tempos em tempos uma verifica<;:jo recalculando os valores do c6digo, comparando-os com os hash's originais e verificando seu resultado. Ao encontrar um valor diferente do valor original 0 sistema ira copiar os arquivos do site danificado para uma area temporaria e republicar 0 site

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