NORMA TÉCNICA N o 2 TERMINOLOGIAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO

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1 ANEXO II AO DECRETO N o 3.950, de 25 de janeiro de NORMA TÉCNICA N o 2 TERMINOLOGIAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 1. OBJETIVO Esta Norma Técnica padroniza os termos e definições utilizados no CBMTO. 2. APLICAÇÃO Esta Norma Técnica se aplica a todas as atividades de Segurança Contra Incêndio do CBMTO. 3. REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Para compreensão desta Norma Técnica, é necessário consultar as seguintes normas, levando em consideração todas as suas atualizações e outras que vierem substituí-las: 3.1 Lei Complementar 45, de 3 de abril de 2006, que dispõe sobre a Organização Básica do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Tocantins e adota outras providências; 3.2 Lei 1.787, de 15 de maio de 2007, que dispõe sobre a prevenção contra incêndio e pânico em edificações e áreas de risco no Estado do Tocantins; 3.3 NBR /97 - Glossário de termos relacionados com a segurança contra incêndio; 3.4 ISO General Terms and phenomena of fire; 3.5 ISO Strutural fire protection; 3.6 ISO Fire detection and alarm; 3.7 ISO Fire extinction equipment; 3.8 ISO Smoke control; 3.9 ISO Evacuation and means of escape; 3.10 ISO Explosion detection and suppression means; 3.11 ISO Terms specific to fire-fighting, rescue services and handling hazardous materials;

2 4. DEFINIÇÕES Para efeitos desta Norma Técnica, aplicam-se os seguintes termos e definições: 4.1 Abafamento: Método de extinção de incêndio destinado a impedir o contato do ar atmosférico com o combustível e a liberação de gases ou vapores inflamáveis; 4.2 Abandono de edificação: Evacuação da edificação, correspondente à retirada organizada e segura da população usuária de uma edificação conduzida à via pública ou espaço aberto exterior à edificação, ficando em local seguro; 4.3 Abertura desprotegida: Porta, janela ou qualquer outra abertura não dotada de vedação com o exigido índice de proteção ao fogo, ou qualquer parte da parede externa da edificação com índice de resistência ao fogo menor que o exigido para a face exposta da edificação; 4.4 Abrigo de mangueiras: Compartimento, embutido ou aparente, dotado de porta trinco e visor transparente, destinado a armazenar mangueiras, esguichos, carretéis e outros equipamentos de combate a incêndio, capaz de proteger contra intempéries e danos diversos; 4.5 Acesso: Caminho a ser percorrido pelos usuários do pavimento ou do setor, constituindo a rota de saída horizontal (rota de fuga), para alcançar a escada ou rampa, área de refúgio ou descarga para saída do recinto do evento. Os acessos podem ser constituídos por corredores, passagens, vestíbulos, balcões, varandas e terraços; 4.6 Acesso de Bombeiros: Área da edificação ou terreno que proporcione facilidade de acesso, em caso de emergência para o bombeiro; 4.7 Acesso para viaturas e emergência: Vias trafegáveis com prioridade para a aproximação dos veículos e equipamentos de emergência juntos às edificações e instalações; 4.8 Acionador manual: dispositivo a dar partida a um sistema ou equipamento de segurança contra incêndio e pânico, pela interferência do elemento humano; 4.9 Acompanhante do vistoriador: Pessoa com conhecimentos da operacionalidade dos sistemas e equipamentos de proteção contra incêndios e pânico instalados na edificação, que acompanha o vistoriador, executando os testes necessários na vistoria; 4.10 Adutora: Canalização, geralmente de grande diâmetro, que tem como finalidade conduzir a água da Estação de Tratamento de Águas (ETA), até as redes de distribuição; 4.11 Afastamento horizontal entre aberturas: Distância mínima entre as aberturas nas fachadas (parede externa) dos setores compartimentados; 4.12 Agente extintor: Produto utilizado para extinguir o fogo; 4.13 Alambrado: Tela de arame ou outro material similar, com resistências mecânicas de N / m;

3 4.14 Alarme de incêndio: Dispositivo de acionamento automático ou manual e desligamento manual, que emite aviso sonoro e/ou luminoso, destinado a alertar as pessoas sobre a existência de um incêndio numa área determinada da edificação; 4.15 Alívio de emergência: aquele capaz de aliviar a pressão interna quando submetido ao calor irradiado que resulta de incêndio ao seu redor; 4.16 Altura ascendente ou altura do subsolo da edificação: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga, sob a projeção do paramento externo da parede da edificação, ao ponto mais baixo do nível do piso do pavimento mais baixo da edificação (subsolo); 4.17 Altura da edificação ou altura descendente: Medida em metros entre o ponto que caracteriza a saída ao nível de descarga (nível térreo, 2º piso, ou pilotis, desde que haja acesso dos usuários ao exterior da edificação), sob a projeção do paramento externo da parede da edificação, ao piso do último pavimento, excluindo o ático, casa de máquinas, barriletes, reservatórios d água, pavimento superior da cobertura (duplex) e assemelhados; 4.18 Altura de sucção: Altura entre o nível de água de um reservatório e a linha de centro da sucção da bomba; 4.19 Ampliação: Aumento da área construída da edificação; 4.20 Análise: Ato formal de verificação das exigências das medidas de segurança contra incêndio em edificações e áreas de risco, no processo de segurança contra incêndio e pânico; 4.21 Análise preliminar de risco: Estudo prévio sobre a existência de riscos, elaborado durante a concepção e o desenvolvimento de um projeto ou sistema; 4.22 Andar: Volume compreendido entre dois pavimentos consecutivos, ou entre o nível do piso e o nível imediatamente superior; 4.23 Anemômetro: Instrumento que realiza a medição da velocidade de gases; 4.24 Anemômetro de fio quente ou termo anemômetro: Tipo de anemômetro que opera associando o efeito de troca de calor convectiva no elemento sensor (fio quente) com a velocidade do ar que passa pelo mesmo. Possibilita realizar medições de valores baixos de velocidade, em geral com valores em torno de 0,1 m/s; 4.25 Antecâmara: Recinto que antecede a caixa da escada, com ventilação natural garantida por janela para o exterior, por dutos de entrada e saída de ar ou por ventilação forçada (pressurização); 4.26 Aplicação por espuma: a) tipo I: utiliza aplicador que deposita a espuma suavemente na superfície do líquido, provocando o mínimo de submergência;

4 b) tipo II: Utiliza aplicadores que não depositam a espuma suavemente na superfície do líquido, mas que são projetados para reduzir a submergência e agitar a superfície do líquido; c) tipo III: Utiliza equipamentos que aplicam a espuma por meio de jatos que atingem a superfície do líquido em queda livre; 4.27 Área a construir: Somatória da área em metros quadrados a serem construídas da edificação; 4.28 Área construída: Somatória das áreas em metros quadrados cobertas de uma edificação; 4.29 Área da edificação: Somatória da área a construir e da área construída de uma edificação; 4.30 Área de aberturas na fachada de uma edificação: Superfície aberta nas fachadas (janelas, portas, elementos vazados cobogó, treliça, etc), paredes, parapeitos e vergas que não apresentam resistência ao fogo, e pelas quais se podem irradiar o incêndio; 4.31 Área de armazenagem: Local destinado à estocagem de fogos de artifício industrializado; 4.32 Área de armazenamento: Aquela destinada à guarda de materiais, podendo ser edificada ou aberta, sobre piso, com ou sem acabamento ou em terreno natural. Esta área poderá estar inclusa na área de risco ou na área edificada, conforme o caso; 4.33 Área de armazenamento de GLP: local contínuo destinado ao armazenamento de recipientes transportáveis de gases liquefeito de petróleo, cheios, parcialmente utilizados, e vazios, incluindo os corredores de inspeção quando existirem; 4.34 Área de estacionamento: Local destinado ao estacionamento de veículos automotores; 4.35 Área de estacionamento de helicópteros: Local destinado ao estacionamento de helicópteros, localizado dentro dos limites do heliporto ou heliponto; 4.36 Área do pavimento: Área em metro quadrado (m 2 ), calculada a partir das paredes externas; 4.37 Área de pouso e decolagem de emergência para helicópteros: Local construído sobre edificações, cadastrado no Comando Aéreo Regional respectivo, que poderá ser utilizado para pousos e decolagens de helicópteros, exclusivamente em casos de emergência ou de calamidade; 4.38 Área de pouso e decolagem: Local do heliponto ou heliporto, com dimensões definidas, onde o helicóptero pousa e decola; 4.39 Área de pouso e decolagem ocasional (APDO): Local de dimensões definidas, que pode ser usado, em caráter temporário, para pousos e

5 decolagens de helicópteros mediante autorização prévia, específica e por prazo limitado, do órgão regional do Comando Aéreo Regional; 4.40 Área de refúgio para helipontos: Local ventilado, previamente delimitado, com acesso à escada de emergência, separado desta por porta corta-fogo e situado em helipontos ou heliportos elevados, próximo ao local de resgate de vítimas com uso de helicópteros para casos de impossibilidade de abandono da edificação pelas rotas de fuga previamente dimensionadas; 4.41 Área de refúgio: Local seguro utilizado temporariamente pelo usuário, acessado através das saídas de emergência de um setor ou setores, ficando entre este(s) e o logradouro público ou área externa com acesso aos setores; 4.42 Área de risco: É o ambiente externo à edificação onde são armazenados produtos inflamáveis combustíveis ou onde existam instalações elétricas e/ou gás ou ainda, locais onde há eventos e concentrações de público; 4.43 Área de toque: Parte da área de pouso e decolagem, com dimensões definidas, na qual é recomendado o toque do helicóptero ao pousar; 4.44 Área de venda: Local destinado à permanência de pessoas para escolha e compra de produtos; 4.45 Área do maior pavimento: Área do maior pavimento da edificação, excluindose o de descarga; 4.46 Áreas de produção: Locais onde se localizam poços de petróleo; 4.47 Área edificada: Toda a área que possuir piso e teto construídos, pertencentes ao imóvel. Inclui-se nesta definição toldos e coberturas; 4.48 Área imprópria ao uso: São áreas que por sua característica geológica ou topográfica impossibilitam a sua exploração. Exemplifica esta definição os taludes em aclive acentuado, barrancos em pedra, lagos (mesmo os artificiais), riachos e poços, dentre outros; 4.49 Área protegida: Área dotada de medidas ativa e passiva para proteção contra incêndio e pânico; 4.50 Área total da edificação: Somatória da área a construir e da área construída da edificação; 4.51 Área utilizável: é toda aquela que de alguma forma pode ser utilizada para manobra de veículos, ações de carga e descarga, movimentação de pessoas e/ou materiais sem parte edificada. Excetua-se desta as áreas destinadas a jardinagens, passeios públicos e áreas impróprias ao uso; 4.52 Armazém de líquidos inflamáveis: Construção destinada, exclusivamente a armazenagem de recipientes de líquidos inflamáveis; 4.53 Armazém de produtos acondicionados: Área coberta ou não, onde são acondicionados recipientes (tais como tambores, tonéis, latas, baldes, etc.) que contenham produtos ou materiais combustíveis ou produtos inflamáveis;

6 4.54 Aspersor: Dispositivo utilizado nos chuveiros automáticos ou sob comando, para aplicação de agente extintor; 4.55 Aterramento: Processo de conexão a terra, de um ou mais objetos condutores visando a proteção do operador ou equipamento contra descarga atmosférica, acúmulo de cargas estáticas e falhas entre condutores vivos; 4.56 Atestado de brigada contra incêndio: Documento que atesta que os ocupantes da edificação receberam treinamentos teórico e prático de prevenção e combate a incêndio e pânico; 4.57 Ático: Parte do volume superior de uma edificação, destinada a abrigar máquinas e equipamentos, casa de máquinas de elevadores, placas e equipamentos de aquecimento solar, aquecedores de água a gás ou elétricos localizados na cobertura do edifício, caixas de água e circulação vertical; 4.58 Átrio (Atrium): Espaço amplo criado por um andar aberto ou conjuntos de andares abertos, conectando dois ou mais pavimentos cobertos, com fechamento na cobertura, excetuando-se os locais destinados à escada, escada rolante e shafts de hidráulica, eletricidade, ar condicionado e cabos de comunicação; 4.59 Autonomia do sistema: Tempo mínimo em que o sistema se mantém em funcionamento, garantindo sua eficiência; 4.60 Avisador: Dispositivo previsto para chamar a atenção de todas as pessoas dentro de uma área de perigo, controlado pela central; 4.61 Avisador sonoro: Dispositivo que emite sinais audíveis de alerta; 4.62 Avisador sonoro e visual: Dispositivo que emite sinais audíveis e visíveis de alerta combinados; 4.63 Avisador visual: Dispositivo que emite sinais visuais de alerta; 4.64 Bacia de contenção de óleo isolante: Dispositivo constituído por grelha, duto de coleta e dreno, preenchido com pedra britada, com a finalidade de coletar vazamentos de óleo isolante; 4.65 Bacia de contenção: Região delimitada por uma depressão do terreno ou diques destinada a conter integralmente o vazamento de produtos líquidos dos tanques; 4.66 Balcão ou sacada: Parte do pavimento da edificação em balanço em relação à parede externa do prédio, tendo, pelo menos, uma face aberta para o espaço livre exterior; 4.67 Banzo: Parte lateral das escadas de incêndio onde se fixam os degraus; 4.68 Barra antipânico: dispositivo de destravamento da folha de uma porta, na posição de fechamento, acionado mediante pressão exercida no sentido de abertura, em uma barra horizontal fixada na face das folhas; 4.69 Barreiras de fumaça (smoke barriers): Membrana, tanto vertical quanto horizontal, tal como uma parede, andar ou teto, que é projetada e construída

7 para restringir o movimento da fumaça podendo ter aberturas que são protegidas por dispositivos de fechamento automático ou por dutos de ar, adequados para controlar o movimento da fumaça; 4.70 Barreiras de proteção: Dispositivos que evitam a passagem de gases, chamas ou calor de um local ou instalação para outro contíguo; 4.71 Bocel ou nariz do degrau: Borda saliente do degrau sobre o espelho, arredondada inferiormente ou não; Nota: Se o degrau não possui bocel, a linha de concorrência dos planos do degrau e do espelho, neste caso, obrigatoriamente, inclinada, chama-se quina do degrau; a saliência do bocel ou da quina sobre o degrau imediatamente inferior não pode ser menor que 15 mm em projeção horizontal Bomba booster: bomba destinada a suprir deficiência de pressão em uma instalação hidráulica de proteção de incêndio; 4.73 Bomba com motor de combustão interna (motores do ciclo Otto ou Diesel): Equipamento para o combate a incêndio cuja força provém da explosão do combustível misturado com o ar na presença de fonte ígnea ou pela variação de pressão; 4.74 Bomba com motor elétrico: Equipamento para combate a incêndio cuja força provém da eletricidade; 4.75 Bomba de escorva: bomba destinada a remover o ar do interior das bombas de combate a incêndio; 4.76 Bomba de pressurização (jockey): Dispositivo hidráulico centrífugo destinado a manter o sistema pressurizado em uma faixa preestabelecida; 4.77 Bomba de reforço: Dispositivo hidráulico destinado a fornecer água aos hidrantes ou mangotinhos mais desfavoráveis hidraulicamente, quando estes não puderem ser abastecidos pelo reservatório elevado; 4.78 Bomba principal: Dispositivo hidráulico centrífugo destinado a recalcar água para os sistemas de combate a incêndio; 4.79 Bombeiro profissional civil, bombeiro particular ou brigadista particular: Pessoa pertencente a uma empresa especializada, ou da própria administração do estabelecimento, com dedicação exclusiva, que presta serviços de prevenção de incêndio e atendimento de emergência em edificações e eventos, e que tenha sido aprovado no curso de formação, de acordo com a norma específica; 4.80 Bombeiro público (militar ou civil): Pessoa pertencente a uma corporação de atendimento às emergências públicas; 4.81 Bombeiro voluntário: Pessoa pertencente a uma organização não governamental que presta serviços de atendimento às emergências públicas; 4.82 Botijão: Recipiente transportável de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), com capacidade nominal de até 13 kg de GLP;

8 4.83 Botijão portátil: Recipiente transportável de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) com capacidade nominal de até 5 kg de GLP; 4.84 Botoeira de alarme: dispositivo destinado a acionar um sistema de segurança contra incêndio e pânico pela interferência do elemento humano; 4.85 Botoeira liga-desliga : Acionador manual, do tipo liga-desliga, para bomba principal; 4.86 Brigada de incêndio: Grupo organizado de pessoas, voluntárias ou não, treinadas e capacitadas para atuar na prevenção, abandono da edificação, combate a um princípio de incêndio e prestar os primeiros socorros, dentro de uma área preestabelecida; 4.87 Camada de fumaça (smoke layer): Espessura acumulada de fumaça abaixo de uma barreira física ou térmica; 4.88 Câmara de espuma: Dispositivo dotado de selo de vapor destinado a conduzir a espuma para o interior do tanque de armazenamento de teto cônico; 4.89 Câmara técnica: Comissão de estudo e análise composta de, no mínimo três membros designados pelo Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Tocantins, formado por Oficiais especializados em segurança contra incêndio e pânico lotados no CBMTO e a ela credenciados, com a finalidade de emitir pareceres em casos de comprometimento estrutural; 4.90 Canal de fuga: Canal que interliga os tanques à bacia de contenção a distância, construída com material incombustível, inerte aos produtos armazenados e com coeficiente de permeabilidade mínima de 10-6 cm/s, referenciado à água a 20ºC; 4.91 Canalização: Rede de tubos, conexões e acessórios, destinada a conduzir água para alimentar o sistema de combate a incêndio; 4.92 Canhão monitor: Equipamento destinado a formar e a orientar jatos de longo alcance para o combate a incêndio; 4.93 Capacidade extintora: Medida do poder de extinção de fogo de um extintor, obtida em ensaio prático normalizado; 4.94 Capacidade volumétrica: Capacidade total em volume que o recipiente pode comportar, medida em metros cúbicos (m 3 ); 4.95 Carga de incêndio: Soma das energias caloríficas possíveis de serem liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis contidos em um espaço, inclusive o revestimento das paredes, divisórias, pisos e tetos; 4.96 Carga de incêndio específica: Valor da carga de incêndio dividido pela área de piso do espaço considerado, expresso em megajoule (MJ) por metro quadrado (m 2 ); 4.97 Carretel axial: Dispositivo rígido destinado ao enrolamento de mangueiras semi-rígidas;

9 4.98 Causa: Origem de caráter humano ou material, relacionada com um acidente; 4.99 CBMTO: Corpo de Bombeiros Militar do Estado Tocantins; Central de alarme: Equipamento destinado a processar os sinais provenientes dos circuitos de detecção, convertê-los em indicações adequadas, comandar e controlar os demais componentes do sistema; Central de gás: Área devidamente delimitada, que contém os recipientes transportáveis ou estacionários e acessórios, destinados ao armazenamento de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) para consumo; Certificado de conformidade: É o documento emitido pelo CBMTO, certificando que a edificação possui as condições de segurança contra incêndio e pânico, previstas em normas técnicas e que estabelece um período de revalidação; Chama: Zona de combustão na fase gasosa, com emissão de luz; Chuveiro automático (sprinkler): Dispositivo destinado a projetar água, em forma de chuva, dotado de elemento sensível à elevação de temperatura; Circulação de uso comum: Passagem que dá acesso à saída de mais de uma unidade autônoma, quarto de hotel ou assemelhado; Classe de incêndio: Classificação didática na qual se definem fogos de diferentes naturezas. Adotada no Brasil em quatro classes: A, B, C e D; Cobertura: Elemento construtivo, localizado no topo da edificação, com a função de protegê-la da ação dos fenômenos naturais (chuva, calor, vento etc.); Combate a incêndio: Conjunto de ações táticas destinadas a extinguir ou isolar o incêndio com uso de equipamentos manuais ou automáticos; Combustibilidade dos elementos de revestimento das fachadas das edificações: Característica de reação ao fogo dos materiais utilizados no revestimento das fachadas dos edifícios, que podem contribuir para a propagação e radiação do fogo, determinados por normas técnicas; Comissão técnica: Grupo de estudos do CBMTO, composto de, no mínimo três membros designados pelo Comandante Geral, com o objetivo de elaborar propostas e apresentar projetos de lei, analisar e emitir pareceres relativos aos casos que necessitem de soluções técnicas mais complexas ou apresentem dúvidas quanto às exigências em lei; Como construído (as built): Documentos, desenhos ou plantas do sistema, que correspondem exatamente ao que foi executado pelo instalador; Compartimentação: Característica construtiva, concebida pelo arquiteto ou engenheiro, na qual se tem a divisão em nível (cômodos) ou vão vertical (pé direito), cujas características básicas são a vedação térmica e a estanqueidade à fumaça, onde o elemento construtivo estrutural e de vedação, possui resistência mecânica à variação térmica no Tempo Requerido de Resistência

10 ao Fogo - TRRF, determinado pela norma correspondente, impedindo a passagem de calor ou fumaça, conferida à edificação em relação às suas divisões internas; Compartimentação horizontal: Medida de proteção, constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo, calor e gases, interna ou externamente ao edifício separando ambientes, de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e evite a sua propagação no plano horizontal; Compartimentação vertical: Medida de proteção, constituída de elementos construtivos resistentes ao fogo, calor e gases, interna ou externamente ao edifício separando pavimentos consecutivos, de tal modo que o incêndio fique contido no local de origem e dificulte a sua propagação no plano vertical; Compartimentar: Separar um ou mais locais do restante da edificação por intermédio de paredes resistentes ao fogo, portas, selos e dampers corta-fogo; Compartimento: Parte de uma edificação, compreendendo um ou mais cômodos, espaços ou andares, construídos para evitar ou minimizar a propagação do incêndio de dentro para fora de seus limites; Compensadores síncronos: Equipamento que compensa reativos do sistema, trabalhando como carga quando o sistema está com a tensão alta, e trabalhando como gerador quando o sistema está com a tensão baixa; Componentes de travamento: componentes da barra antipânico que mantém a(s) folha(s) de porta corta fogo na posição fechada; Comunicação visual: Conjunto de informações visuais aplicadas em uma edificação, com a finalidade de orientar sua população, tais como: localização de ambientes, saídas, prestação de serviços e propagandas, não se tratando especificamente de sinalização de emergência; Contêiner: Grande caixa metálica de dimensões e características padronizadas, para acondicionamento de cargas em geral a transportar, com a finalidade de facilitar o seu embarque, desembarque e transbordo entre diferentes meios de transporte; Cor de contraste: Aquela que contrasta com a cor de segurança a fim de fazer com que a última se sobressaia; Cor de segurança: Aquela para a qual é atribuída uma finalidade ou um significado específico de segurança ou saúde; Corrimão ou mainel: Barra, tubo ou peça similar, com superfície lisa, arredondada e contínua, aplicada em áreas de escadas e rampas destinadas a servir de apoio para as pessoas durante o deslocamento; Dano: Lesões a pessoas, destruição de recursos naturais (água, ar, solo, animais, plantas ou ecossistemas) ou de bens materiais; Deflagração: explosão que se propaga à velocidade subsônica;

11 4.126 Defletor de chuveiro automático: componente do bico destinado a quebrar o jato sólido de modo a distribuir a água segundo o padrão estabelecido; Degrau: Conjunto de elementos de uma escada composta pela face horizontal conhecida como piso, destinado ao pisoteio e o espelho que é a parte vertical do degrau, que lhe define a altura; Densidade populacional (d): Número de pessoas em uma área determinada (pessoas/m 2 ); Descarga: Parte da saída de emergência de uma edificação que fica entre a escada e o logradouro público ou área externa com acesso a este; Deslizador de espuma: Dispositivo destinado a facilitar a aplicação suave da espuma sobre líquidos combustíveis armazenados em tanques; Destravadores eletromagnéticos: Dispositivos de controle de abertura com travamento determinado pelo acionamento magnético, decorrente da passagem de corrente elétrica; Detector automático de incêndio: Dispositivo que, quando sensibilizado por fenômenos físicos e/ou químicos, detecta princípios de incêndio podendo ser ativado, basicamente, por calor, chama ou fumaça; Detonação: explosão que se propaga à velocidade supersônica, caracterizada por uma onda de choque; Dique: maciço de terra, concreto ou outro material quimicamente compatível com os outros produtos armazenados nos tanques, formando uma bacia capaz de conter o volume exigido por norma; Dique intermediário: dique colocado dentro da bacia de contenção com a finalidade de conter pequenos vazamentos; Dispositivo de recalque: Registro para uso do CBMTO, que permite o recalque de água para o sistema, podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido; Dispositivos de descarga: Equipamentos que aplicam a espuma sob forma de neblina e que aplicam o agente numa corrente compacta de baixa velocidade. Podem ser: dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de aspersão e terminam em um defletor ou uma calha que distribui a espuma; dispositivos que descarregam a espuma sob a forma de uma corrente compacta de baixa velocidade; podem ter ou não defletores ou calhas incluídos como partes integrantes do sistema. Estes dispositivos podem ter formas como as de tubos abertos, esguichos de fluxo direcional, ou pequenas câmaras de geração com bocas de saídas abertas; Distância de segurança: Afastamento entre uma face exposta da edificação ou de um local compartimentado à divisão do lote, ao eixo da rua ou a uma linha imaginária entre duas edificações ou áreas compartimentadas do mesmo lote, medida perpendicularmente à face exposta da edificação. Com relação a líquidos combustíveis/inflamáveis e GLP, distância de segurança é a distância

12 mínima livre medida na horizontal, para que, em caso de acidente (incêndio, explosão), os danos sejam minimizados; Distância máxima horizontal de caminhamento: Afastamento máximo a ser percorrido pelo usuário para alcançar um acesso; Distância mínima de segurança: Afastamento mínimo entre a área de armazenamento de recipientes transportáveis de GLP e outra instalação necessária para a segurança do usuário, do manipulador, de edificação e do público em geral, estabelecida a partir do limite de área de armazenamento; Distribuição de GNL a granel: Compreende as atividades de aquisição ou recepção, armazenamento, transvasamento, controle de qualidade e comercialização do Gás Natural Liquefeito (GNL), por meio de transporte próprio ou contratado, podendo também exercer a atividade de liquefação de gás natural, que serão realizadas por pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras, com sede e administração no País; Divisória ou tabique: Parede interna, baixa ou atingindo o teto, sem efeito estrutural e que, portanto, pode ser suprimida facilmente em caso de reforma; Dosador: Equipamento destinado a misturar quantidades determinadas de extrato formador de espuma e água; Duto de entrada de ar (DE): Espaço no interior da edificação, que conduza ar puro, coletado ao nível inferior desta, às escadas, antecâmaras ou acessos, exclusivamente, mantendo-os, com isso, devidamente ventilados e livres de fumaça em caso de incêndio; Duto de saída de ar (DS): Espaço vertical no interior da edificação, que permite a saída, em qualquer pavimento, de gases e fumaça para o ar livre, acima da cobertura da edificação; Duto plenum: Condição de dimensionamento do sistema de pressurização no qual se admite apenas um ponto de pressurização, dispensando-se o duto interno e/ou externo para pressurização; Edificação: Área construída destinada a abrigar atividade humana ou qualquer instalação, equipamento ou material; Edificação aberta lateralmente: Edificação ou parte de edificação que, em cada pavimento: a) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas, providas por aberturas que possam ser consideradas uniformemente distribuídas e que tenham comprimentos em planta que somados atinjam pelo menos 40% do perímetro do edifício e áreas que somadas correspondam a pelo menos 20% da superfície total das fachadas externas; ou b) tenha ventilação permanente em duas ou mais fachadas externas, provida por aberturas cujas áreas somadas correspondam a pelo

13 menos 1/3 da superfície total das fachadas externas, e pelo menos 50% destas áreas abertas situadas em duas fachadas opostas. Observação: Em qualquer caso, as áreas das aberturas nas laterais externas somadas devem possuir ventilação direta para o meio externo e devem corresponder a pelo menos 5% da área do piso no pavimento e as obstruções internas eventualmente existentes devem ter pelo menos 20% de suas áreas abertas, com aberturas dispostas de forma a poderem ser consideradas uniformemente distribuídas, para permitir a ventilação; Edificação destinada ao comércio de fogos de artifício no varejo: Local destinado ao armazenamento e venda de fogos de artifício e estampido industrializados; Edificação em exposição: Construção que recebe a radiação de calor, convecção de gases quentes ou a transmissão direta de chama; Edificação expositora: Construção na qual o incêndio está ocorrendo, responsável pela radiação de calor, convecção de gases quentes e ou transmissão direta de chamas; Edificação importante: edificação considerada crucial em caso de exposição ao fogo. Exemplo: casa de controle, casa combate a incêndio, edificações com permanência de pessoas ou que contenham bens de alto valor, equipamentos ou suprimentos críticos; Edificação principal: Construção que abriga a atividade principal sem a qual as demais edificações não teriam função; Edificação térrea: Edificação de um pavimento podendo possuir mezaninos, sobrelojas e jiraus; Efeito chaminé (stack effect): Fluxo de ar vertical dentro das edificações, causado pela diferença de temperatura interna e externa; Efeito do sistema: Efeito causado pelo erro de projeto e/ou instalação com configurações inadequadas do sistema onde o ventilador está instalado, ocasionando redução do desempenho do ventilador em termos de vazão; Elemento de compartimentação: Elemento de construção que compõe a compartimentação da edificação; Elemento estrutural: Todo e qualquer elemento de construção do qual dependa a resistência e a estabilidade total ou parcial da edificação; Emergência: Situação crítica e fortuita que representa perigo à vida, ao meio ambiente e ao patrimônio, decorrente de atividade humana ou fenômeno da natureza que obriga a uma rápida intervenção operacional; Entrepiso: Conjunto de elementos de construção, com ou sem espaços vazios, compreendidos entre a parte inferior do forro de um pavimento e a parte superior do piso do pavimento imediatamente superior; EPI: Equipamentos de proteção individual;

14 4.162 EPI de nível A : Nível máximo de proteção para todas as possíveis vias de intoxicação, sendo por inalação, ingestão ou absorção cutânea. Utiliza-se roupa encapsulada de proteção química, com proteção respiratória de pressão positiva; EPI de nível B : Nível de proteção intermediário, para exposições de produtos com possibilidade de respingos. Utiliza-se roupa de proteção química conforme especificação da tabela de compatibilidade da roupa; EPI de nível C : Nível mínimo necessário a qualquer tipo de acidente envolvendo produtos químicos; EPR: Equipamentos de proteção respiratória; Escada aberta: Escada não enclausurada por paredes e porta corta-fogo; Escada aberta externa (AE): Escada de emergência precedida de porta corta-fogo (PCF) no seu acesso, cuja projeção esteja fora do corpo principal da edificação, sendo dotada de guarda-corpo ou gradil (barreiras) e corrimãos em toda sua extensão (degraus e patamares), permitindo desta forma eficaz ventilação, propiciando um seguro abandono; Escada à prova de fumaça pressurizada (PFP): Escada à prova de fumaça, cuja condição de estanqueidade à fumaça é obtida por intermédio de pressurização; Escada enclausurada: Escada protegida com paredes resistentes ao fogo e portas corta-fogo; Escada enclausurada à prova de fumaça (EPF): Escada cuja caixa é envolvida por paredes corta-fogo e dotada de portas corta-fogo, cujo acesso é por antecâmara igualmente enclausurada ou local aberto, de modo a evitar fogo e fumaça em caso de incêndio; Escada enclausurada protegida (EP): Escada devidamente ventilada situada em ambiente envolvido por paredes resistentes ao fogo e dotada de portas corta-fogo; Escada não enclausurada ou escada comum (NE): Escada, que embora possa fazer parte de uma rota de saída, comunica-se diretamente com os demais ambientes como corredores, halls e outros, em cada pavimento, não possuindo portas corta-fogo; Escoamento (E): Número máximo de pessoas possíveis de abandonar um recinto dentro do tempo máximo de abandono; Esguicho: Dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras, destinado a dar forma, direção e controle ao jato, podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto; Esguicho regulável: Acessório hidráulico que dá forma ao jato, permitindo o uso d água em forma de chuveiro de alta velocidade;

15 4.176 Esguicho universal: esguicho dotado de válvula destinado a formar jato sólido ou de neblina ou fechamento da água, permitindo ainda acoplar um dispositivo para produção de neblina de baixa velocidade; Espaçamento: é a menor distância livre entre equipamentos, unidades de produção, instalações de armazenamento e transferência, edificações, vias públicas, curso d água e propriedades de terceiros; Espaço confinado: Local onde a presença humana é apenas momentânea para prestação de um serviço de manutenção em máquinas, tubulações e sistemas; Espaço livre exterior: Espaço externo à edificação para o qual abram seus vãos de ventilação e iluminação. Pode ser constituído por logradouro público ou pátio amplo; Espaços comuns (communicating space): Espaços dentro de uma edificação com comunicação com espaços amplos adjacentes, nos quais a fumaça proveniente de um incêndio pode propagar-se livremente. Os espaços comuns podem permitir aberturas diretamente dentro dos espaços amplos ou podem conectar-se por meio de passagens abertas; Espaços comuns e amplos (large volume spaces): Espaço descompartimentado, geralmente com dois ou mais pavimentos que se comunicam internamente, dentro do qual a fumaça proveniente de um incêndio, tanto no espaço amplo como no espaço comum, pode mover-se ou acumularse sem restrições. Os átrios e shoppings cobertos são exemplos de espaços amplos; Espaços separados (separated spaces): Espaços dentro de edificações que são isolados das áreas grandes por barreiras de fumaça, os quais não podem ser utilizados no suprimento de ar, visando restringir o movimento da fumaça; Espuma mecânica: Agente extintor constituído por um aglomerado de bolhas produzidas por agitação da água com Líquido Gerador de Espuma (LGE) e ar; Estação de carregamento: Instalação especialmente construída para carregamento de caminhões-tanques ou de vagões-tanques; Estação fixa de emulsificação: Local onde se situam bombas, dosadores, válvulas e reservatórios de Líquido Gerador de Espuma; Estação móvel de emulsificação: Veículo especificado para transporte de Extrato Formador de Espuma (EFE) e o seu emulsionamento com a água; Estado de flutuação: Condição em que a bateria de acumuladores elétricos recebe uma corrente necessária para a manutenção de sua capacidade nominal; Estado de funcionamento do sistema: Condição na qual a(s) fonte(s) de energia alimenta(m), efetivamente, os dispositivos da iluminação de emergência;

16 4.189 Estado de repouso do sistema: Condição na qual o sistema foi inibido de iluminar propositadamente. Tanto inibido manualmente com religamento automático ou por meio de célula fotoelétrica, para conservar energia e manter a bateria em estado de carga para uso em emergência, quando do escurecimento da noite; Estado de vigília do sistema: Condição em que a fonte de energia alternativa (sistema de iluminação de emergência) está pronta para entrar em funcionamento na falta ou na falha da rede elétrica da concessionária; Estanqueidade: Propriedade de um vaso de não permitir a passagem indesejável do fluido nele contido. Propriedade de um elemento construtivo da vedação de impedir a passagem de gases quentes e/ou chama por um período de tempo; Exaustão: Princípio pelo qual os gases e produtos de combustão são retirados do interior do túnel; Exercício simulado: Atividade prática realizada periodicamente para manter a brigada e os ocupantes das edificações com condições de enfrentar uma situação real de emergência; Exercício simulado parcial: Atividade prática abrangendo apenas uma parte da planta, respeitando-se os turnos de trabalho; Expedidor: Pessoa responsável pela contratação do embarque e transporte de logística envolvendo produtos perigosos expressos em nota fiscal ou conhecimento de transporte internacional. É responsável pela segurança veicular, compatibilidade entre os produtos e a identificação de seus riscos; Explosão: Fenômeno acompanhado de uma rápida expansão de um sistema de gases, seguida de uma rápida elevação na pressão. Seus principais efeitos são o desenvolvimento de uma onda de choque e ruído; Explosivos: Substâncias capazes de rapidamente se transformarem em gases, produzindo calor intenso e pressões elevadas; Extinção ou supressão de incêndio: redução drástica da taxa de liberação de calor de um incêndio e prevenção de seu ressurgimento pela aplicação direta de quantidade suficiente de agente extintor através da coluna de gases ascendentes gerado pelo fogo até atingir a superfície incendiada do material combustível; Extintor de incêndio: Aparelho de acionamento manual, portátil ou sobre rodas, destinado a combater princípios de incêndio; Fachada: Face de uma edificação constituída de vedos e aberturas, que emitirá ou receberá a propagação de um incêndio; Fachada de acesso operacional: Face da edificação localizada ao longo de uma via pública ou privada com largura livre maior ou igual a 6 m, sem obstrução, possibilitando o acesso operacional dos equipamentos de combate

17 e seu posicionamento em relação a ela. A fachada deve possuir pelo menos um meio de acesso ao interior do edifício e não ter obstáculos; Faixa de estacionamento: Trecho das vias de acesso que se destina ao estacionamento e operação das viaturas do Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins; Fator de massividade ( fator de forma ) (m -1 ): Razão entre o perímetro exposto ao incêndio e a área da seção transversal de um perfil estrutural, de acordo com a descrição da NBR 14432; Filtro de partículas: Elemento destinado a realizar retenção de partículas existentes no escoamento de ar e que estão sendo arrastadas por este fluxo; Fluxo (F): Número de pessoas que passam por unidade de tempo (pessoas/min) em um determinado meio de abandono, adotando-se para o cálculo do escoamento, fluxo igual a 88 pessoas por minuto (F=88), contemplando duas unidades de passagem; Fluxo luminoso nominal: Fluxo luminoso medido após dois minutos de funcionamento do sistema; Fluxo luminoso residual: Fluxo luminoso medido após o tempo de autonomia garantida pelo fabricante no funcionamento do sistema; Fogo: Reação química de oxidação (processo de combustão), caracterizada pela emissão de calor, luz e gases tóxicos; Fogos de artifício e estampido: Artefato pirotécnico, que produz ruídos e efeitos luminosos; Fonte de energia alternativa: Dispositivo destinado a fornecer energia elétrica ao(s) ponto(s) de luz de emergência na falta ou falha de alimentação na rede elétrica da concessionária; Fonte de ignição: Fonte de calor (externa) que inicia a combustão; Formulário de segurança contra incêndios: Documento que contém os dados básicos da edificação, signatários, sistemas previstos e trâmite no Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins; Formulário para atendimento técnico (FAT): Instrumento administrativo utilizado pelo interessado para sanar dúvidas, solicitar alterações em Processo e Certificado de Conformidade do Corpo de Bombeiros, solicitar juntada de documentos, solicitar reconsideração de ato em vistoria, entre outros; Fotoluminescência: Efeito alcançável por meio de um pigmento não radioativo, não tóxico, o qual absorve luz do dia ou luz artificial e emite brilho (luz) por no mínimo 10 min. O pigmento armazena fótons claros (como energia) que excita as moléculas de sulfeto, aluminato, silicato, etc. e emite brilho intenso em ambiente escuro de cor amarelo-esverdeado; Fumaça (smoke): Partículas de ar transportadas na forma sólida, líquida e gasosa, decorrente de um material submetido a pirólise ou combustão, que

18 juntamente com a quantidade de ar que é conduzida, ou de qualquer outra forma, misturada formando uma massa; Gás Liquefeito de Petróleo (GLP): Produto constituído de hidrocarbonetos com três ou quatro átomos de carbono (propano, propeno, butano, buteno), podendo apresentar-se em mistura entre si e com pequenas frações de outros hidrocarbonetos; Gás Natural Liquefeito (GNL): Fluido no estado líquido em condições criogênicas, composto predominantemente de metano e que pode conter quantidades mínimas de etano, propano, nitrogênio ou outros componentes normalmente encontrados no gás natural; Gases limpos: Agentes extintores na forma de gás que não degradam a natureza e não afetam a camada de ozônio. São inodoros, incolores, maus condutores de eletricidade e não corrosivos; Gerador de espuma: Equipamento que se destina a facilitar a mistura da solução com o ar para a formação de espuma; Gerenciamento de risco: São os procedimentos a serem tomados em uma edificação ou área de risco, visando ao estudo, planejamento e execução de medidas que venham a garantir a segurança contra incêndio desses locais; Grelha de insuflamento: Dispositivo utilizado nas redes de distribuição de ar, posicionado no final de cada trecho. Este elemento terminal é utilizado para direcionar e/ou distribuir de modo adequado o fluxo de ar em determinado ambiente; Grupo motoventilador: Equipamento composto por motor elétrico e ventilador, com a finalidade de insulflar ar dentro de um corpo de escada de segurança para pressurizá-la e expulsar a possível entrada de fumaça; Grupo motogerador: Equipamento cuja força provém da explosão do combustível misturado ao ar, com a finalidade de gerar energia elétrica; Guarda ou guarda-corpo: Barreira protetora vertical, maciça ou não, delimitando as faces laterais abertas de escadas, rampas, patamares, terraços, balcões, galerias e assemelhados, servindo como proteção contra eventuais quedas de um nível para outro; Habite-se: Documento em que a Prefeitura Municipal local aceita as obras e serviços realizados e autoriza a sua ocupação; Heliponto: Área homologada ou registrada, no nível do solo ou elevada, utilizada para pousos e decolagens de helicópteros; Heliponto civil: Local destinado, em princípio, ao uso de helicópteros civis; Heliponto elevado: Local instalado sobre edificações; Heliponto militar: Local destinado ao uso de helicópteros militares;

19 4.230 Heliponto privado: Local destinado ao uso de helicópteros civis, de seu proprietário ou de pessoas por ele autorizadas, sendo vedada sua utilização em caráter comercial; Heliponto público: Local destinado ao uso de helicópteros em geral; Heliportos: Helipontos públicos dotados de instalações e facilidades para apoio de helicópteros e de embarque e desembarque de pessoas, tais como: pátio de estacionamento, estação de passageiros, locais de abastecimento, equipamentos de manutenção etc; Heliportos elevados: Heliportos localizados sobre edificações; Hidrante: Ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores, tampões, mangueiras de incêndio e demais acessórios; Hidrante de coluna: Aparelho ligado à rede pública de distribuição de água, de uso exclusivo do Corpo de Bombeiros, que permite a adaptação de bombas e/ou mangueiras para o serviço de extinção de incêndios; Hidrante de parede: Ponto de tomada de água instalado na rede particular, embutido em parede, podendo estar no interior de um abrigo de mangueira; Hidrante para sistema de espuma: Equipamento destinado a alimentar com água ou solução de espuma as mangueiras para combate a incêndio; Ignição: Iniciação da combustão; Iluminação auxiliar: Iluminação destinada a permitir a continuação do trabalho, em caso de falha do sistema normal de iluminação. Por exemplo: centros médicos, aeroportos, metrô, etc; Iluminação de ambiente ou aclaramento: Iluminação com intensidade suficiente para garantir a saída segura de todas as pessoas do local em caso de emergência; Iluminação de balizamento: Sistema composto por símbolos iluminados que indicam a rota de fuga em caso de emergência; Iluminação de balizamento ou de sinalização: Iluminação de sinalização com símbolos e/ou letras que indicam a rota de saída que pode ser utilizada em caso de emergência; Iluminação de emergência: Sistema que permite clarear áreas escuras de passagens, horizontais e verticais, incluindo áreas de trabalho e áreas técnicas de controle de restabelecimento de serviços essenciais e normais, na falta de iluminação normal; Iluminação de emergência e de aclaramento: Sistema composto por dispositivos de iluminação de ambientes para permitir a saída fácil e segura das pessoas para o exterior da edificação, bem como proporcionar a execução de intervenção ou garantir a continuação do trabalho em certas áreas, em caso de interrupção da alimentação normal;

20 4.245 Iluminação não permanente: Sistema no qual, as lâmpadas de iluminação de emergência não são alimentadas pela rede elétrica da concessionária e, só em caso de falta da fonte normal, são alimentadas automaticamente pela fonte de alimentação de energia alternativa; Iluminação permanente: Sistema no qual, as lâmpadas de iluminação de emergência são alimentadas pela rede elétrica da concessionária, sendo comutadas automaticamente para a fonte de alimentação de energia alternativa em caso de falta e/ou falha da fonte normal; Incêndio: é o fogo sem controle; Incêndio natural: Variação de temperatura que simula o incêndio real, em função da geometria, ventilação, características térmicas dos elementos de vedação e da carga de incêndio específica; Incêndio-padrão: Elevação padronizada de temperatura em função do tempo, dada pela seguinte expressão: θ g = θ o +345 log (8t + 1) Onde: a) t é o tempo, expresso em minutos; b) θ O é a temperatura do ambiente antes do início do aquecimento em graus Celsius, geralmente tomada igual a º C; e. c) θ g é a temperatura dos gases, em graus Celsius no instante t; Inibidor de vórtice: Acessório de tubulação destinado a eliminar o efeito do vórtice dentro de um reservatório; Instalação: Toda montagem mecânica, hidráulica, elétrica, eletroeletrônica, ou outra, para fins de atividades de produção industrial, geração ou controle de energia, contenção ou distribuição de fluídos líquidos ou gasosos, ocupação de toda espécie, cuja montagem tenha caráter permanente ou temporária, que necessite de proteção contra incêndio previsto na legislação; Instalação de Gás Liquefeito de Petróleo: Sistema constituído de tubulações, acessórios e equipamentos que conduzem e utilizam o GLP para consumo, por meio da queima e/ou outro meio previsto e autorizado na legislação competente; Instalações fixas de aplicação local: Dispositivos com suprimento de gases permanentemente conectados a uma tubulação que alimenta esguichos difusores distribuídos de maneira a descarregar o gás carbônico diretamente sobre o material que queima. Podem ser de comando automático ou manual; Instalações fixas de mangotinhos: Dispositivo com suprimento fixo de gases compreendendo um ou mais cilindros que alimentam um mangotinho

21 acondicionado em um carretel de alimentação axial, equipado na sua extremidade livre com um esguicho difusor com válvula de comando manual de jato. Equipamento de comando manual; Instalações industriais: Conjunto de equipamentos que não se enquadram como depósitos, postos de serviço ou refinarias, onde líquidos inflamáveis são armazenados e processados; Instalação interna de gás: Conjunto de tubulações, medidores, reguladores, registros e aparelhos de utilização de gás, com os necessários complementos, destinado à condução e ao uso do gás no interior da edificação; Instalações sob comando: O agente extintor fica armazenado em depósitos fixos e é conduzido através de tubulações rígidas até pontos táticos, onde existem válvulas terminais (difusores). Destes pontos, por meio da intervenção do homem, as tubulações são complementadas com mangotinhos até o local do foco de incêndio onde o agente é aplicado; Instalações temporárias: Locais que não possuem características construtivas em caráter definitivo podendo ser desmontadas e transferidas para outros locais; Instalador: Pessoa física ou jurídica responsável pela execução da instalação do sistema de proteção contra incêndio em uma edificação; Interface da camada de fumaça (smoke layer interface): Limite teórico entre uma camada de fumaça e a fumaça provinda do ar externo (livre). Na prática, a interface da camada de fumaça é um limite efetivo dentro da zona de diminuição de impacto, que pode ter vários metros de espessura. Abaixo desse limite efetivo, a densidade da fumaça na zona de transição cai a zero; Interligação entre túneis: Abertura entre túneis, sinalizadas, provida de portas de passagens que em caso de incidentes possam ser utilizadas como rotas de fuga; Inundação total: Descarga de gases limpos, por meio de difusores fixos no interior do recinto que contém o equipamento protegido, de modo a permitir uma atmosfera inerte com uma concentração determinada de gás a ser atingida em tempo determinado; Isolamento de risco: Medidas de proteção por meio de compartimentação ou afastamento entre blocos destinado a evitar a propagação do fogo, calor e gases, entre os blocos isolados; Isolante térmico: Material com características de resistir à transmissão do calor, impedindo que as temperaturas na face não exposta ao fogo superem determinados limites; Itinerário: Trajeto a ser percorrido pelas guarnições do Corpo de Bombeiros na ida ou no regresso do atendimento de uma emergência, previamente estabelecido por meio de croqui;

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