Estatística Via Navegável do Douro (VND) 2014

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Estatística Via Navegável do Douro (VND) 2014"

Transcrição

1 Estatística Via Navegável do Douro (VND) Introdução A Delegação do Douro do IMT, I.P., no âmbito das suas atribuições e competências no que concerne à navegabilidade do douro, da responsabilidade como autoridade portuária de águas interiores e da sua contribuição para o desenvolvimento do douro e da sua região, registou no ano de 214 mais de 6. passageiros. Estes passageiros/navegação estão repartidos nos seguintes segmentos: a) Cruzeiros mais de um dia (embarcações hotel) b) Cruzeiros de um dia (que utilizam eclusagens) c) Cruzeiros na mesma albufeira (viagens com duração variável, de meia e uma hora, e que se concentram nas zonas: Porto/Gaia; Entre-os-Rios; Régua; Pinhão, Foz do Sabor e Pocinho) d) Navegação de Recreio e) Navegação Comercial. No que concerne aos cruzeiros de um dia estes estão, na sua quase totalidade, divididos nos seguintes trajetos: Porto/Régua/Porto e Régua/Pinhão/Régua e Régua/Barca D Alva/Régua. Os cruzeiros na mesma albufeira encontram-se na sua esmagadora maioria no denominado cruzeiros entre pontes, localizado no troço Mar-Crestuma, mais precisamente Porto/Gaia tendo vindo a crescer, facto associado ao crescente número de turistas verificado nestas duas cidades. Neste contexto, e analisado o transporte de passageiros em toda a via navegável do douro, verifica-se que os cruzeiros na mesma albufeira representam 64% da totalidade de passageiros na via navegável do douro (vnd), movimentando cerca de 4. no ano de 214. Os cruzeiros que utilizam eclusagens, cruzeiros de 1 dia, ultrapassaram os cerca de 16. passageiros. Um aumento de cerca 6% relativamente ao ano anterior.

2 Um aumento de mais de 3% foi o registado nas embarcações hotel estando no ano de 214 próximos de 55. passageiros. Este aumento não foi alheio a entrada de duas novas embarcações hotel na via navegável do douro. A navegação de recreio sofreu, igualmente, um aumento de 6% relativamente a 213, com mais de 6. passageiros. No entanto o seu registo é mais difícil de contabilizar devido à grande variação e dinâmica deste segmento, sendo apenas contabilizado as embarcações que utilizam eclusas de navegação. DISTRIBUIÇÃO PASSAGEIROS VND 214 Recreio Barcos Hotel 9% Cruzeiros mesma albufeira 64% Cruzeiros 1 dia 26% Gráfico 1. Como se pode verificar a maioria dos passageiros da via navegável do douro encontram-se confinados no Troço Mar-Crestuma, não sendo no entanto desprezável os valores dos restantes segmentos de oferta que representam cerca de 22. passageiros. Página 2 de 21

3 Por ultimo, no que concerne à navegação comercial, dos Portos comerciais de Sardoura e Várzea do Douro, registou-se uma diminuição de cerca de 5%, exportação de granito, relativamente ao ano anterior, tendo ultrapassado as 2. toneladas. 2. Capacidade instalada na via navegável do douro No ano de 214 foram registados aumentos de embarcações Marítimo-Turísticas e da capacidade instalada em atividade no Douro, conforme o quadro seguinte: Capacidade instalada da frota por tipologia de embarcações maritimo-turistica Nº. Embarc ações Capacid ade Total Nº. Embarc ações Capacid ade Total Nº. Embarc ações Capacid ade Total Nº. Embarc ações Capacid ade Total Nº. Embarc ações Capacid ade Total Embarcação Lotação (passageiros) Semirigido/fibra/iate/veleiro House Boat Pequeno Porte Médio porte Grande porte Barco Rabelo Barco hotel Total Semirigido/fibra/iate/veleiro Até 15 House Boat Até 12 Pequeno Porte De 46 a 5 Médio porte De 12 a 23 Grande porte De 24 a 35 Barco Rabelo De 8 a 225 Barco hotel De 8 a 142 Quadro 1. Página 3 de 21

4 O mesmo se verificou no número de empresas a laborar na via navegável do Douro, o que demonstra o esforço e a dinâmica que o destino Douro pode proporcionar, neste momento estão registadas 36 empresas com atividade conhecida na via navegável do Douro (VND) contra as 35 registadas no ano transato: Nº operadores Nº Embarcações Capacidade (Lotação) Quadro Cruzeiros mais de um dia (embarcações hotel) Passageiros BH Tx. Crescimento do turismo BH - 18,38% -6,6% 11,7% 2,15% 6,18% 4, 34,86% Quadro Nº. passageiros Barcos Hotel Passageiros BH Gráfico 2. Página 4 de 21

5 4. Cruzeiros de um dia (que utilizam eclusagens) Passageiros MT Cruzeiro 1 Dia Tx. Crescimento ,59% 1,4 8,76% -11,6-11,33% 1,57% 6,9% Quadro 4. 2 Nº. turistas embarcações MT (Cruzeiros 1 Dia) 15 1 Passageiros MT Cruzeiro 1 Dia Gráfico Cruzeiros na mesma albufeira 5.1 Cruzeiros na mesma albufeira Diurnos 212* Passageiros - Cruzeiros na mesma albufeira Tx. Crescimento - 33,55% 11.7% Quadro 5. Página 5 de 21

6 Passageiros mesma albufeira diurnos Turistas Cruzeiros na mesma albufeira diurnos Gráfico Cruzeiros na mesma albufeira noturnos Passageiros cruzeiros noturnos Tx. Crescimento -32,16% 26,36% 13,48% -3,93% 75,5 4,62% Quadro 6. Nº. Turistas cruzeiros nocturnos Turistas cruzeiros nocturnos Gráfico 5. Página 6 de 21

7 5.3 Cruzeiros na mesma albufeira Total 212* Passageiros Cruzeiros mesma albufeira*+noturnos Tx. Crescimento - 41,24% 13,27% Quadro 7. * Dados da mesma albufeira apenas tratados a partir da 2º quinzena de julho 212, anteriormente só registados as navegações noturnas. Nº. passageiros cruzeiros mesma albuferia Gráfico 6. Passageiros Cruzeiros mesma albufeira+noturnos* Página 7 de 21

8 6. Navegação de Recreio Passageiros Recreio Tx. Crescimento - -4,6% -7,8% -1,55% 5,93% 6,48% Quadro Nº de passageiros embarcações de Recreio 4 3 Recreio Gráfico 7. Página 8 de 21

9 7. Total passageiros registado na via navegável do douro Delegação Douro Segue a totalização de passageiros, em todos os segmentos anteriormente referenciados, registados na via navegável do douro. No ano de 214, comparativamente com o ano anterior, foi registada uma taxa de crescimento de cerca de 12% Passageiros Total Tx. Crescimento - 22,95% 11,77% Quadro Passageiros registados na Via Navegável do Douro Gráfico 8. Passageiros Total Página 9 de 21

10 8. Navegação Comercial Nº. Navios Porto de Sardoura Porto da Várzea do Douro Total Variação homologa - 3,3% -6,35% -18,64% -6,25% -62,22% 64,7-53,57% Quadro 1. Tonelagem Bruta Porto de Sardoura Porto da Várzea do Douro Total Variação homologa - 2,4% -7,2% -12,7% -1,6% -54,3% 39,3% -53,2% Quadro11. Ton/exp Porto de Sardoura Porto da Várzea do Douro Total Variação homologa -,7% -4,2% -13,3% -1,4% -64,9% 72,3% -53, Quadro12. Ton/imp Porto de Sardoura Porto da Várzea do Douro 193 Total Quadro13. Página 1 de 21

11 9. Taxas de Ocupação de embarcações Marítima Turística (MT) Taxa Ocupação/Embarcações 9,% 8,% 7,% 6,% 5,% 4,% 3,% 2,% 1,% Geral Maritimo Turisticas Barcos Hoteis,% TXOcupação TXOcupação TXOcupação TXOcupação TXOcupação TXOcupação TXOcupação Gráfico Operações de Eclusagens Movimentos Eclusas 214 Valeira 16% Pocinho 15% Régua 24% Crestuma 23% Carrapatelo 22% Gráfico 1. Página 11 de 21

12 1.1 Movimento Total (nº. movimentos eclusagem) Operação de Eclusagem Subidas Descidas Subidas Descidas Subidas Descidas Subidas Descidas Subidas Descidas Subidas Descidas Subidas Descidas Crestuma Carrapatelo Régua Valeira Pocinho Gráfico Operações Eclusagem (subida/descida) Crestuma Carrapatelo Régua Valeira Pocinho Gráfico 12. Página 12 de 21

13 1.2 Eclusagens de Preparação Eclusagens de Preparação Via Navegável do Douro Crestuma Carrapatelo Régua Valeira Pocinho Subidas Descidas Subidas Descidas Subidas Descidas Subidas Descidas Subidas Descidas Gráfico 13. Página 13 de 21

14 1.3 Eclusagens por tipo de embarcação Eclusagem/Tipo Embarcação 1,% 9,% 8,% 7,% 6,% 5,% 4,% 3,% 2,% 1,%,% Crestuma Carrapatelo Régua Outros Turismo Transporte Mercadorias Recreio Outros Turismo Transporte Mercadorias Recreio Outros Turismo Transporte Mercadorias Recreio Outros Turismo Transporte Mercadorias Recreio Outros Turismo Transporte Mercadorias Recreio Outros Turismo Transporte Mercadorias Recreio Subida Descida Subida Descida Subida Descida Outros Valeira Pocinho Gráfico 14. Página 14 de 21

15 11. Utilização de Cais VND SANTO XISTO 1,32% CALDAS DE AREGOS 1,5%,8% PORTO ANTIGO,3 BITETOS,39% SRA. DA RIBEIRA,23% FOLGOSA CAIS TURISTICO FLUVIAL PINHÃO 6,18% ENTRE OS RIOS 2,49% LIXA,66% Movimento Cais/Embarcação 214 RÉGUA 16,2% POCINHO,74% BARCA D ALVA,62% AFURADA 5,95% GAIA 32,4% ANGRA DO DOURO 5,95% FREIXO (POLO FLUVIAL DO FREIXO) 8,13% QUEBRANTÕES 5,4 RIBEIRA 8,4% ESTIVA 3,66% Gráfico 15. FOLGOSA CAIS TURISTICO FLUVIAL,25% Movimento Cais/Passageiros 214 POCINHO,9% SRA. DA RIBEIRA,7% SANTO XISTO 1,53% PINHÃO 16,34% BARCA D ALVA 1,63% RÉGUA 31,42% AFURADA,25% GAIA 16,76% ESTIVA 1,2% RIBEIRA 2,96% QUEBRANTÕES 3,26% FREIXO (POLO FLUVIAL DO FREIXO) 3,54% ANGRA DO DOURO,19% LIXA 2,94% ENTRE OS RIOS 5,65% BITETOS 1,9% CALDAS DE AREGOS,76% PORTO ANTIGO,26% Gráfico 16. Página 15 de 21

16 12. Eventos licenciados na VND Eventos Desportivos/Culturais Licenciadas na Via Navegável do douro Nº Eventos Nº. De Participantes Nº. Embarcações envolvidas Gráfico 17. Página 16 de 21

17 13. Nacionalidades No que concerne às nacionalidades de passageiros registados na VND, estes dividemse da seguinte forma: a) Cruzeiros mais de um dia (embarcações hotel) Passageiros/Nacionalidade 214 Barcos Hotel POLÓNIA PORTUGAL NOVA ZELANDIA 2% NORUEGA LUXEMBURGO 2% JAPÃO ITÁLIA IRLANDA FRANÇA 19% SUÉCIA RUSSIA REINO UNIDO 13% SUIÇA AUSTRÁLIA 3% ALEMANHA 1 ESTADOS UNIDOS DA AMERICA 29% AÚSTRIA BÉLGICA BRASIL CANADA 3% CHINA DINAMARCA 2% ESPANHA 2% HOLANDA 2% FINLANDIA 2% Gráfico 18. Página 17 de 21

18 b) Cruzeiros de um dia Passageiros/Nacionalidade 214 Cruzeiros 1 dia BRASIL 1,% CHINA,63% REINO UNIDO,4 ESPANHA,86% HOLANDA,6% AÚSTRIA,35% DINAMARCA,72% ITÁLIA,57% LUXEMBURGO,23% CANADA,18% AUSTRÁLIA,16% POLÓNIA,16% PORTUGAL 93,3 ALEMANHA,14% FRANÇA, SUIÇA,1 NORUEGA,9% RUSSIA, FINLANDIA,7% BÉLGICA,7% JAPÃO,7% ESTADOS UNIDOS DA AMERICA,3% SUÉCIA,2% IRLANDA, NOVA ZELANDIA,% Gráfico 19. Página 18 de 21

19 c) Cruzeiros na mesma albufeira Cruzeiros na mesma albufeira 214 Passageiros Estrangeiros 57% Passageiros Nacionais 43% Gráfico 2. Página 19 de 21

20 14. Nº. de Planos de Viagem e Certificados de Utilização da VND Inseridos e rececionados Planos de Turística Recreio Comercial Pesca Artesanal Embarcações sem motor Instituições Públicas Viagem Foram 79 os certificados de utilização da via navegável do douro emitidos em 214, de acordo com o artigo 1.º do D.L. n.º 344-A/98 de 6 de novembro (Regulamento da via Navegável do Douro). 15. Taxas de Ocupação (%) das Marinas na VND Marinas Taxa Ocupação Anual Freixo 74% Angra do Douro 65% Melres Entre-os- Rios 29% Caldas Arêgos 8% Folgosa 19% Pinhão Pocinho 23% Página 2 de 21

21 16. Nº. de licenças emitidas Gestão Dominial N.º Alvarás de Licença Emitidos Gráfico Geral Passageiros VND 7. Evolução do nº. de passageiros na via navegável do douro (Geral) Barcos Hotel Cruzeiros 1 dia Cruzeiros mesma albufeira Recreio Total Gráfico 21. Página 21 de 21

A Via Navegável do Douro O Presente e o Futuro

A Via Navegável do Douro O Presente e o Futuro A Via Navegável do Douro O Presente e o Futuro 11 de Outubro de 2012 O canal de navegação do Douro é uma via com cerca de 207 quilómetros de extensão. A jurisdição do IPTM DND, I.P. vai desde a Ponte D.

Leia mais

Navegação no rio Douro Infra-estruturas e canal

Navegação no rio Douro Infra-estruturas e canal SOCIEDADE DE GEOGRAFIA DE LISBOA Jornada sobre Navegação no Rio Douro e transporte fluvial do minério de Moncorvo Navegação no rio Douro Infra-estruturas e canal Luis Carvalho Peixeiro Outubro, 2012 Navegação

Leia mais

Barómetro Turismo Alentejo

Barómetro Turismo Alentejo Barómetro Turismo Alentejo Janeiro 2012 METODOLOGIA TOP DORMIDAS JANEIRO 2012 Inicia-se este ano de 2012 com alterações na metodologia do Barómetro, incluindo a sistemática comparação dos dados de 2012

Leia mais

Anuário Estatístico de Turismo - 2012

Anuário Estatístico de Turismo - 2012 Secretaria Nacional de Políticas de Turismo Ministério do Turismo Anuário Estatístico de Turismo - 2012 Volume 39 Ano base 2011 Sumário I Turismo receptivo 1. Chegadas de turistas ao Brasil - 2010-2011

Leia mais

Anuário Estatístico de Turismo - 2015

Anuário Estatístico de Turismo - 2015 Secretaria Nacional de Políticas de Turismo Ministério do Turismo Anuário Estatístico de Turismo - 2015 Volume 42 Ano base 2014 Sumário I Turismo receptivo 1. Chegadas de turistas ao Brasil - 2013-2014

Leia mais

Anuário Estatístico de Turismo - 2013

Anuário Estatístico de Turismo - 2013 Secretaria Nacional de Políticas de Turismo Ministério do Turismo Anuário Estatístico de Turismo - 2013 Volume 40 Ano base 2012 Guia de leitura Guia de leitura O Guia de Leitura tem o propósito de orientar

Leia mais

Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal. 2014 Vida Não Vida Mistas Total. Empresas de seguros de direito português 15 23 6 44

Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal. 2014 Vida Não Vida Mistas Total. Empresas de seguros de direito português 15 23 6 44 Quadro Número de empresas de seguros a operar em Portugal 24 Vida Não Vida Mistas Total Em regime de estabelecimento 2 46 2 78 Empresas de seguros de direito português 5 23 6 44 Empresas de seguros 5 2

Leia mais

'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR

'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 27/09 Turismo 27/09 Taxas de Juro 21/09 Energia 19/09 Taxas de Juro 15/09 Economia 12/09 Economia INE divulgou Viagens turísticas de residentes 2.º Trimestre de 2006 http://www.ine.pt/prodserv/destaque/2006/d060927/d060927.pdf

Leia mais

'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR

'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 22/01 Economia 25/01 Comércio Internacional 26/01 Taxas de Juro 29/01 Economia 31/01 Desemprego 31/01 Investimento Banco de Portugal divulgou Boletim Estatístico Janeiro 2007 http://epp.eurostat.ec.europa.eu/pls/portal/docs/page/pgp_prd_cat_prerel/pge_cat_prerel_year_2007/pge_

Leia mais

Linha do Douro A Importância da Interoperabilidade dos Transportes Ferroviário e Fluvial na Estratégia de Desenvolvimento do Turismo do Vale do Douro

Linha do Douro A Importância da Interoperabilidade dos Transportes Ferroviário e Fluvial na Estratégia de Desenvolvimento do Turismo do Vale do Douro Alberto Aroso - (texto) Dario Silva - (fotos) I I www.transportesemrevista.com I 6 Linha do Douro A Importância da Interoperabilidade dos Transportes Ferroviário e Fluvial na Estratégia de Desenvolvimento

Leia mais

estatísticas rápidas dezembro 2013

estatísticas rápidas dezembro 2013 estatísticas rápidas dezembro 213 Nº 16 Índice A. Resumo B. As energias renováveis na produção de eletricidade 1. Energia e potência por fonte de energia 2. Energia e potência por distrito 3. Comparação

Leia mais

indicadores 1. Hóspedes 1.1. Número total de hóspedes 1.2. Hóspedes por tipologia de alojamento 1.3. Hóspedes por país de origem

indicadores 1. Hóspedes 1.1. Número total de hóspedes 1.2. Hóspedes por tipologia de alojamento 1.3. Hóspedes por país de origem boletim trimestral - n.º 2 - setembro 2013 algarve conjuntura turística indicadores 1. Hóspedes 1.1. Número total de hóspedes 1.2. Hóspedes por tipologia de alojamento 1.3. Hóspedes por país de origem

Leia mais

Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde Estatísticas do Turismo Movimentação de Hospedes 2º Trimestre 2015

Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde Estatísticas do Turismo Movimentação de Hospedes 2º Trimestre 2015 FICHA TÉCNICA Presidente António dos Reis Duarte Editor Instituto Nacional de Estatística Direcção de Contas Nacionais, Estatísticas Económicas e dos Serviços Divisão de Estatísticas do Turismo Av. Amilcar

Leia mais

Vistos de Entrada Para o Catar

Vistos de Entrada Para o Catar Vistos de Entrada Para o Catar Visto para o cidadão brasileiro entrar no Catar poderá ser adquirido no momento da chegada ao país ou antes, dependendo do caso em que se insere o brasileiro. A Embaixada

Leia mais

PÚBLICO ALVO: Promotores de viagens; agentes de viagens; consultores de viagens; operadores de emissivo e receptivo; atendentes.

PÚBLICO ALVO: Promotores de viagens; agentes de viagens; consultores de viagens; operadores de emissivo e receptivo; atendentes. 3. Geografia Turística 3.1 Geografia Turística: Brasil de Ponta a Ponta Proporcionar ao participante melhor compreensão geográfica do país; Apresentar as principais especificidades existentes nos continentes

Leia mais

ESCAPADINHA NO DOURO PROGRAMA 1. Porto/Régua/Porto. Subida de Barco e descida de Comboio

ESCAPADINHA NO DOURO PROGRAMA 1. Porto/Régua/Porto. Subida de Barco e descida de Comboio ESCAPADINHA NO DOURO PROGRAMA 1 Porto/Régua/Porto Subida de Barco e descida de Comboio 09h00 Concentração dos passageiros no Cais do Freixo Shipping at Freixo Quay 09h15 Início do Cruzeiro com destino

Leia mais

Ranking Mundial de Juros Reais Jan/14

Ranking Mundial de Juros Reais Jan/14 Ranking Mundial de Juros Reais Jan/14 O Ranking Mundial de Juros Reais é um comparativo entre as taxas praticadas em 40 países do mundo e os classifica conforme as taxas de juros nominais determinadas

Leia mais

WWW.PORTAL-ENERGIA.COM

WWW.PORTAL-ENERGIA.COM estatísticas rápidas Setembro/Outubro Nº 55/56 1/22 Índice A.Resumo B. As energias renováveis na produção de electricidade 1. Energia e potência por fonte de energia 2. Energia e potência por distrito

Leia mais

Ranking Mundial de Juros Reais Mar/13

Ranking Mundial de Juros Reais Mar/13 Ranking Mundial de Juros Reais Mar/13 O Ranking Mundial de Juros Reais é um comparativo entre as taxas praticadas em 40 países do mundo e os classifica conforme as taxas de juros nominais determinadas

Leia mais

SEMINÁRIO EXPORTAR, EXPORTAR, EXPORTAR. Viana do Castelo, 11de Fevereiro

SEMINÁRIO EXPORTAR, EXPORTAR, EXPORTAR. Viana do Castelo, 11de Fevereiro SEMINÁRIO EXPORTAR, EXPORTAR, EXPORTAR Viana do Castelo, 11de Fevereiro www.cosec.pt COSEC Companhia de Seguro de Créditos, S.A. 2014 Índice Sobre a COSEC Seguro de Créditos Soluções à medida em resumo

Leia mais

INFORMAÇÃO ESTATÍSTICA SERVIÇO DE SERVIÇO DE ACESSO À INTERNET ATRAVÉS DE BANDA LARGA

INFORMAÇÃO ESTATÍSTICA SERVIÇO DE SERVIÇO DE ACESSO À INTERNET ATRAVÉS DE BANDA LARGA http://www.anacom.pt/template12.jsp?categoryid=168982 INFORMAÇÃO ESTATÍSTICA DO SERVIÇO DE SERVIÇO DE ACESSO À INTERNET ATRAVÉS DE BANDA LARGA 3º TRIMESTRE DE 2005 NOTA: O presente documento constitui

Leia mais

INFORMATIVO VISTOS OBRIGATÓRIOS PARA OS EMIRADOS ÁRABES TEMPORADA 2010/2011

INFORMATIVO VISTOS OBRIGATÓRIOS PARA OS EMIRADOS ÁRABES TEMPORADA 2010/2011 INFORMATIVO VISTOS OBRIGATÓRIOS PARA OS EMIRADOS ÁRABES TEMPORADA 2010/2011 Os Emirados Árabes exigem que um determinado número de nacionalidades devem estar de posse de um visto antes da chegada no país.

Leia mais

200 4 Anuário Estatístico

200 4 Anuário Estatístico 2004 Anuário Estatístico REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Presidente MINISTÉRIO DO TURISMO WALFRIDO SILVINO DOS MARES GUIA Ministro INSTITUTO BRASILEIRO DE TURISMO EMBRATUR EDUARDO

Leia mais

Ranking Mundial de Juros Reais SET/14

Ranking Mundial de Juros Reais SET/14 Ranking Mundial de Juros Reais SET/14 O Ranking Mundial de Juros Reais é um comparativo entre as taxas praticadas em 40 países do mundo e os classifica conforme as taxas de juros nominais determinadas

Leia mais

Preçário dos Cartões Telefónicos PT

Preçário dos Cartões Telefónicos PT Preçário dos Cartões Telefónicos PT Cartão Telefónico PT 5 e (Continente)... 2 Cartão Telefónico PT 5 e (Região Autónoma dos Açores)... 6 Cartão Telefónico PT 5 e (Região Autónoma da Madeira)... 10 Cartão

Leia mais

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Este documento faz parte do Repositório Institucional do Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Pagamento para o FSM 2005 Veja aqui o passo a passo para pagar sua inscrição no FSM 2005 1) Indivíduos

Leia mais

G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação_ e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.

G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação_ e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N. Boletim Mensal de Economia Portuguesa N.º 9 setembro 211 Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia e do Emprego G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação_ e Relações Internacionais

Leia mais

Atividade dos Transportes

Atividade dos Transportes 28 de maio de 213 Atividade dos Transportes I. Transporte marítimo, fluvial, aéreo e ferroviário de passageiros e mercadorias (212 - dados provisórios) II. Transporte rodoviário de mercadorias no Continente

Leia mais

NAVEGAÇÃO NO RIO DOURO E TRANSPORTE FLUVIAL DO MINÉRIO DE MONCORVO

NAVEGAÇÃO NO RIO DOURO E TRANSPORTE FLUVIAL DO MINÉRIO DE MONCORVO INTRODUÇÃO E PROGRAMA DA JORNADA MEIOS NECESSÁRIOS PARA A EXPANSÃO DA NAVEGAÇÃO VIABILIDADE DO TRANSPORTE DO MINÉRIO ALGUMAS CONCLUSÕES 1 RIO DOURO VIA NAVEGÁVEL 2 RIO DOURO APROVEITAMENTO HIDROELÉTRICO

Leia mais

Recorde-se que no item Transporte chamou-se a atenção para o crescimento do movimento de vôos internacionais no aeroporto de Fortaleza.

Recorde-se que no item Transporte chamou-se a atenção para o crescimento do movimento de vôos internacionais no aeroporto de Fortaleza. A atividade do setor de no Ceará, tem apresentado um expressivo crescimento ao longo dos últimos anos. De fato, tendo recebido 970.000 turistas em 1997, este fluxo alcançou 1.550.857 em 2003 e 1.784.354

Leia mais

boletim trimestral - edição especial - n.º 0 - abril 2013 algarve conjuntura turística 2. Capacidade de alojamento na hotelaria global

boletim trimestral - edição especial - n.º 0 - abril 2013 algarve conjuntura turística 2. Capacidade de alojamento na hotelaria global boletim trimestral - edição especial - n.º 0 - abril 2013 algarve conjuntura turística indicadores 1. Movimento de passageiros no Aeroporto de Faro 1.1. Movimento total de passageiros 1.2. Movimento mensal

Leia mais

MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES

MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES 05/07/11 02/08/11 30/08/11 27/09/11 25/10/11 22/11/11 20/12/11 17/01/12 14/02/12 13/03/12 10/04/12 08/05/12 05/06/12 03/07/12 31/07/12 28/08/12 25/09/12

Leia mais

TABELA DE VALORES DE BOLSAS NO EXTERIOR

TABELA DE VALORES DE BOLSAS NO EXTERIOR Revogada pela RN 020/06 Resolução Normativa RN-007/2006 Revoga a RN 001/05 TABELA DE VALORES DE BOLSAS NO EXTERIOR O Presidente do CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO - CNPq,

Leia mais

Os Cursos de Especialização Tecnológica Em Portugal Nuno Mangas

Os Cursos de Especialização Tecnológica Em Portugal Nuno Mangas Os Cursos de Especialização Tecnológica Em Portugal Nuno Mangas Fórum novo millenium Nuno Mangas Covilhã, 22 Setembro 2011 Índice 1 Contextualização 2 Os CET em Portugal 3 Considerações Finais 2 Contextualização

Leia mais

Ação Cultural Externa Relatório Anual 2011 - Indicadores DSPDCE - 2012

Ação Cultural Externa Relatório Anual 2011 - Indicadores DSPDCE - 2012 Ação Cultural Externa Relatório Anual 0 Indicadores DSPDCE 0 .Iniciativas apoiadas pelo IC a) Número (total): 0 b) Montante global:.0,0,* Áreas Geográficas África América Ásia Europa Médio Oriente e Magrebe

Leia mais

gabinete de estratégia e estudos

gabinete de estratégia e estudos Gabinete de Estratégia e Estudos Síntese Estatística gabinete de estratégia e estudos INVESTIMENTO DIRECTO Exterior em Portugal e Portugal no Exterior Agosto de 26 Índice Tratamento e análise dos dados

Leia mais

Instituto Nacional de Estatística divulgou A Península Ibérica em Números - 2007

Instituto Nacional de Estatística divulgou A Península Ibérica em Números - 2007 'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 21/12 Economia 20/12 Demografia Instituto Nacional de Estatística divulgou A Península Ibérica em Números - 2007 http://www.ine.pt/portal/page/portal/portal_ine/publicacoes?publicacoespub_boui=10584451&publicacoesm

Leia mais

MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES

MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES 05/11/10 05/12/10 05/01/11 05/02/11 05/03/11 05/04/11 05/05/11 05/06/11 05/07/11 05/08/11 05/09/11 05/10/11 05/11/11 05/12/11 05/01/12 05/02/12 05/03/12

Leia mais

RESUMO GERAL Atualizada até 31/12/2012

RESUMO GERAL Atualizada até 31/12/2012 Gabinete do Ministro - GM Coordenação Geral de Imigração - CGIg Atualizado até 30/09/2011 RESUMO GERAL Atualizada até 31/12/2012 1 Gabinete do Ministro - GM Coordenação Geral de Imigração - CGIg Autorizações

Leia mais

Estatísticas de Seguros

Estatísticas de Seguros Estatísticas de Seguros 2009 Autoridade de Supervisão da Actividade Seguradora e de Fundos de Pensões Autorité de Contrôle des Assurances et des Fonds de Pensions du Portugal Portuguese Insurance and Pension

Leia mais

Taxa de Empréstimo Estatísticas Financeiras Internacionais (FMI - IFS)

Taxa de Empréstimo Estatísticas Financeiras Internacionais (FMI - IFS) Taxa de Empréstimo Estatísticas Financeiras Internacionais (FMI - IFS) África do Sul: Taxa predominante cobrada pelos bancos de contas garantidas prime. Alemanha: Taxa sobre crédito de conta-corrente de

Leia mais

RESUMO GERAL Atualizada até 30/09/2012

RESUMO GERAL Atualizada até 30/09/2012 Gabinete do Ministro - GM Coordenação Geral de Imigração - CGIg Atualizado até 30/09/2011 RESUMO GERAL Atualizada até 30/09/2012 1 Gabinete do Ministro - GM Coordenação Geral de Imigração - CGIg Autorizações

Leia mais

indicadores 1. Hóspedes 2.1. Número total de hóspedes 2.2. Hóspedes por tipologia de alojamento 2.3. Hóspedes por país de origem

indicadores 1. Hóspedes 2.1. Número total de hóspedes 2.2. Hóspedes por tipologia de alojamento 2.3. Hóspedes por país de origem boletim trimestral - n.º 6 - outubro 2014 algarve conjuntura turística indicadores 1. Hóspedes 2.1. Número total de hóspedes 2.2. Hóspedes por tipologia de alojamento 2.3. Hóspedes por país de origem 1.

Leia mais

Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde Estatísticas do Turismo Movimentação de Hóspedes 1º Tr. 2015

Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde Estatísticas do Turismo Movimentação de Hóspedes 1º Tr. 2015 1 FICHA TÉCNICA Presidente António dos Reis Duarte Editor Instituto Nacional de Estatística Direcção de Método e Gestão de Informação Serviço de Conjuntura Direcção de Contas Nacionais, Estatísticas Económicas

Leia mais

Portugal Leaping forward

Portugal Leaping forward Portugal Leaping forward Dr. Pedro Reis Presidente da AICEP Lisboa, 16 de Março 2012 Enquadramento internacional Fonte: EIU (Fev 2012) Nota: PIB a preços de mercado Variação (%) Enquadramento internacional

Leia mais

Workshop Seguros de Pessoas: Desafios e Oportunidades Sincor-MG - 10dez2012 Hélio Marcelino Loreno João Paulo Moreira de Mello

Workshop Seguros de Pessoas: Desafios e Oportunidades Sincor-MG - 10dez2012 Hélio Marcelino Loreno João Paulo Moreira de Mello Elaboração: Maurício Tadeu Barros Morais Workshop Seguros de Pessoas: Desafios e Oportunidades Sincor-MG - 10dez2012 Hélio Marcelino Loreno João Paulo Moreira de Mello Agenda 1. Mercado Brasileiro principais

Leia mais

Despesas em Propaganda no Brasil e sua Interligação com a Economia Internacional. Fábio Pesavento ESPM/SUL André M. Marques UFPB

Despesas em Propaganda no Brasil e sua Interligação com a Economia Internacional. Fábio Pesavento ESPM/SUL André M. Marques UFPB Despesas em Propaganda no Brasil e sua Interligação com a Economia Internacional Fábio Pesavento ESPM/SUL André M. Marques UFPB O NÚCLEO DE ECONOMIA EMPRESARIAL ESPM-SUL PESQUISA E APOIO 1. Despesas em

Leia mais

CARROS A GASÓLEO JÁ REPRESENTAM MAIS DE 60% DO MERCADO PORTUGUÊS

CARROS A GASÓLEO JÁ REPRESENTAM MAIS DE 60% DO MERCADO PORTUGUÊS News Release DATA: 30 de Janeiro CARROS A GASÓLEO JÁ REPRESENTAM MAIS DE 60% DO MERCADO PORTUGUÊS As vendas dos carros novos a gasóleo na Europa continuam a aumentar à medida que os consumidores trocam

Leia mais

O contributo do Sistemas de Informação Geográfica na Gestão da Informação Estatística

O contributo do Sistemas de Informação Geográfica na Gestão da Informação Estatística O contributo do Sistemas de Informação Geográfica na Gestão da Informação Estatística 31 de Maio e 1 de Junho de 2007 Angra do Heroísmo ana.oliveira@ine.pt AGENDA 1. Enquadramento 2. Informação Geográfica

Leia mais

Náutica. Desenvolvimento Económico e Cultura Marítima. Lisboa, 8 de Fevereiro de 2012

Náutica. Desenvolvimento Económico e Cultura Marítima. Lisboa, 8 de Fevereiro de 2012 Náutica Desenvolvimento Económico e Cultura Marítima Lisboa, 8 de Fevereiro de 2012 Aicep Portugal Global é uma agência pública de natureza empresarial, cuja missão é: Atrair investimento estrangeiro para

Leia mais

Entre no Clima, Faça sua parte por. um MUNDO melhor.

Entre no Clima, Faça sua parte por. um MUNDO melhor. Entre no Clima, Faça sua parte por um MUNDO melhor. Aquecimento Global Conheça abaixo os principais gases responsáveis pelo aquecimento global: MUDANÇAS CLIMÁTICAS E O AQUECIMENTO GLOBAL Desde a revolução

Leia mais

Atividade dos Transportes 1º Trimestre de 2015

Atividade dos Transportes 1º Trimestre de 2015 Atividade dos Transportes 1º Trimestre de 215 14 de julho de 215 Transporte de mercadorias mantém crescimento por via marítima e aérea. Continua a diminuir no modo rodoviário Transporte de passageiros

Leia mais

Oferecer oportunidade de estudo e estágio a discentes brasileiros em universidades de excelência;

Oferecer oportunidade de estudo e estágio a discentes brasileiros em universidades de excelência; UM PROGRAMA ESPECIAL DE MOBILIDADE INTERNACIONAL EM CIÊNCIA, TECNOLOGIA e INOVAÇÃO Objetivos do Programa Oferecer oportunidade de estudo e estágio a discentes brasileiros em universidades de excelência;

Leia mais

Golfe e Turismo: indústrias em crescimento

Golfe e Turismo: indústrias em crescimento CAPÍTULO I CAPÍTULO I Golfe e Turismo: indústrias em crescimento O universo do golfe, bem visível hoje em muitos territórios, tem desde logo ao nível de contribuição uma relação de causa consequência com

Leia mais

Espanha continuou a ser o país com maior peso nas transações comerciais de bens com o exterior (23,5% nas exportações e de 32,5% nas importações).

Espanha continuou a ser o país com maior peso nas transações comerciais de bens com o exterior (23,5% nas exportações e de 32,5% nas importações). Estatísticas do Comércio Internacional 214 7 de julho de 215 Resultados preliminares do Comércio Internacional em 214: em termos nominais, as exportações aumentaram 1,8% e as importações aumentaram 3,2%

Leia mais

MINIGUIA DA EUROPA 2011 Comunicar com os Europeus Línguas Na Europa fala-se muitas línguas, cujas principais famílias são a germânica, a românica, a eslava, a báltica e a céltica. As instituições da União

Leia mais

MOVIMENTO DE CARGA E DE NAVIOS NOS PORTOS DO CONTINENTE

MOVIMENTO DE CARGA E DE NAVIOS NOS PORTOS DO CONTINENTE MOVIMENTO DE CARGA E DE NAVIOS NOS PORTOS DO CONTINENTE Página 1 de 35 ÍNDICE Factos mais relevantes do movimento portuário no período janeiro-dezembro de 2014 0. Movimento por Tipo de Carga e por Porto

Leia mais

Transporte de mercadorias aumenta por via rodoviária e marítima

Transporte de mercadorias aumenta por via rodoviária e marítima Atividade dos Transportes 3º Trimestre de 215 14 de janeiro de 216 Transporte de mercadorias aumenta por via rodoviária e marítima Movimento de passageiros nos aeroportos continua a crescer mas com ligeira

Leia mais

Exportação Brasileira de Tangerinas por País de Destino 2010

Exportação Brasileira de Tangerinas por País de Destino 2010 Exportação Brasileira de Laranjas por País de Destino 2010 ESPANHA 5.293.450 12.795.098 PAISES BAIXOS (HOLANDA) 4.669.412 10.464.800 REINO UNIDO 2.015.486 5.479.520 PORTUGAL 1.723.603 3.763.800 ARABIA

Leia mais

Desenvolvimento de educação técnica e científica para a operação de centros de PD&I no Brasil. Carlos Arruda, Erika Barcellos, Cleonir Tumelero

Desenvolvimento de educação técnica e científica para a operação de centros de PD&I no Brasil. Carlos Arruda, Erika Barcellos, Cleonir Tumelero Desenvolvimento de educação técnica e científica para a operação de centros de PD&I no Brasil Carlos Arruda, Erika Barcellos, Cleonir Tumelero Empresas Participantes do CRI Multinacionais Instituições

Leia mais

1.a. Atividades principais concepção, produção, desenvolvimento e distribuição de bens duráveis e produtos profissionais. São três as suas divisões:

1.a. Atividades principais concepção, produção, desenvolvimento e distribuição de bens duráveis e produtos profissionais. São três as suas divisões: Electrolux AB 1. Principais Características Matriz: Electrolux AB Localização: Estocolmo, Suécia Ano de fundação: 1901 Internet: www.electrolux.com Faturamento (2000): US$ 11.537 mi Empregados (2000):

Leia mais

Retrato de Portugal alguns indicadores

Retrato de Portugal alguns indicadores Retrato de Portugal alguns indicadores Apresentação de Joel Felizes Resumo O Índice de Desenvolvimento Humano e o PIB A posição de Portugal vista em diversas dimensões Comparação a nível mundial e da UE

Leia mais

Taxas de câmbio. A condição de paridade não coberta da taxa de juro. O fenómeno do sobreajustamento da taxa de câmbio.

Taxas de câmbio. A condição de paridade não coberta da taxa de juro. O fenómeno do sobreajustamento da taxa de câmbio. De notar que a revalorização de uma moeda em termos de outra é superior à desvalorização desta última em termos da primeira. Veja-se a exemplificação no quadro. Ano 1 0 Tx. Var. Cambial (%) EURO/USD 0.8

Leia mais

boletim trimestral - n.º 1 - junho 2013 algarve conjuntura turística

boletim trimestral - n.º 1 - junho 2013 algarve conjuntura turística boletim trimestral - n.º 1 - junho 2013 algarve conjuntura turística indicadores 1. Movimento de passageiros no aeroporto de Faro 1.1. Movimento total de passageiros 1.2. Passageiros desembarcados por

Leia mais

WORLD INVESTMENT REPORT 2013 Cadeias de Valor Global: Investimento e Comércio para o Desenvolvimento

WORLD INVESTMENT REPORT 2013 Cadeias de Valor Global: Investimento e Comércio para o Desenvolvimento WORLD INVESTMENT REPORT 2013 Cadeias de Valor Global: Investimento e Comércio para o Desenvolvimento Sobeet São Paulo, 26 de junho de 2013 EMBARGO 26 Junho 2013 12:00 horas Horário de Brasília 1 Recuperação

Leia mais

Workshop sobre o Investimento Responsável no Sector Agrário

Workshop sobre o Investimento Responsável no Sector Agrário REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA ECONOMIA E FINANÇAS CENTRO DE PROMOÇÃO DE INVESTIMENTOS Workshop sobre o Investimento Responsável no Sector Agrário Cidade Maputo, 23 de Abril de 2015 CONTEÚDO Papel

Leia mais

Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal. 2010 Vida Não Vida Mistas Total. Empresas de seguros de direito português 15 24 7 46

Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal. 2010 Vida Não Vida Mistas Total. Empresas de seguros de direito português 15 24 7 46 Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal 21 Vida Não Vida Mistas Total Em regime de estabelecimento 21 5 12 83 Empresas de seguros de direito português 15 24 7 46 Empresas de seguros

Leia mais

Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal. 2009 Vida Não Vida Mistas Total. Empresas de seguros de direito português 16 25 6 47

Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal. 2009 Vida Não Vida Mistas Total. Empresas de seguros de direito português 16 25 6 47 Quadro Número de empresas de seguros a operar em Portugal 29 Vida Não Vida Mistas Total Em regime de estabelecimento 22 52 3 87 Empresas de seguros de direito português 6 25 6 47 Empresas de seguros 6

Leia mais

Brasil como maior exportador mundial de carne bovina: conquistas e desafios

Brasil como maior exportador mundial de carne bovina: conquistas e desafios Brasil como maior exportador mundial de carne bovina: conquistas e desafios João Ricardo Albanez Superintendente de Política e Economia Agrícola, Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de

Leia mais

A Competitividade dos Portos Portugueses O Turismo e o Sector dos Cruzeiros

A Competitividade dos Portos Portugueses O Turismo e o Sector dos Cruzeiros O Turismo e o Sector dos Cruzeiros Agenda 1. Portugal e o Mar 2. Os Cruzeiros no PENT 3. O Turismo na Economia Portuguesa 4. O Segmento de Cruzeiros Turísticos 5. Cruzeiros Turísticos em Portugal Terminais

Leia mais

POSTO DE TURISMO DA PRAIA DA BARRA

POSTO DE TURISMO DA PRAIA DA BARRA JUNTA DE FREGUESIA DA GAFANHA DA NAZARÉ POSTO DE TURISMO DA PRAIA DA BARRA RELATÓRIO DE BALANÇO DO VERÃO 2011 Gafanha da Nazaré, Novembro de 2011 1. INTRODUÇÃO O Posto da Barra, é uma infra-estrutura situada

Leia mais

PLC 116/10. Eduardo Levy

PLC 116/10. Eduardo Levy PLC 116/10 Senado Federal Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania Comissão de Assuntos Econômicos Comissão de Educação, Cultura

Leia mais

O papel da AICEP na Internacionalização das Empresas Portuguesas

O papel da AICEP na Internacionalização das Empresas Portuguesas O papel da AICEP na Internacionalização das Empresas Portuguesas Porto, 28 de Janeiro de 2014 Índice 1. Enquadramento 2. A aicep Portugal Global 3. Produtos e serviços AICEP Enquadramento Enquadramento

Leia mais

O transporte de passageiros aumentou por via ferroviária (+3,7%) e por metropolitano (+6,3%).

O transporte de passageiros aumentou por via ferroviária (+3,7%) e por metropolitano (+6,3%). Atividade dos Transportes 3º Trimestre de 214 14 de janeiro de 215 Transporte de passageiros evidenciou crescimento nos aeroportos e ferrovia, mas movimento de mercadorias reduziu-se nos portos e no transporte

Leia mais

Crescimento Econômico. Professor Afonso Henriques Borges Ferreira

Crescimento Econômico. Professor Afonso Henriques Borges Ferreira Crescimento Econômico Professor Afonso Henriques Borges Ferreira PIB do Brasil 1947 / 2006 R$ de 1980 PIB do Brasil tendência linear Y t = Y 0 e rt ln Y t = ln Y 0 + rt 3 2 1 0-1 50 55 60 65 70 75 80 85

Leia mais

3. TURISMO EM AMBIENTES AQUÁTICOS. 3.3 Mercado de turismo náutico no Brasil;

3. TURISMO EM AMBIENTES AQUÁTICOS. 3.3 Mercado de turismo náutico no Brasil; 3. TURISMO EM AMBIENTES AQUÁTICOS 3.3 Mercado de turismo náutico no Brasil; Breve panorama do mercado de turismo náutico (ou das atividades de lazer náutico?) no Brasil O mercado náutico de lazer envolve

Leia mais

Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos Consumo Mundial de Suco de Laranja

Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos Consumo Mundial de Suco de Laranja Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos Consumo Mundial de Suco de Laranja Câmara Setorial da Citricultura Brasília, 6 de setembro de 2011. TRANSPARÊNCIA E INFORMAÇÃO AGO/2010 OUT/2010 NOV-DEZ/2010

Leia mais

Serviços Adicionais. 12400 - Portal de Voz

Serviços Adicionais. 12400 - Portal de Voz Serviços Adicionais 12400 - Portal de Voz Descrição Totoloto, Totobola, Lotarias e Euro Milhões Pode conhecer os números do Euro Milhões meia hora antes do sorteio na TV. Saiba os resultados e o valor

Leia mais

INDICADORES TURÍSTICOS 2013 ANO BASE 2012

INDICADORES TURÍSTICOS 2013 ANO BASE 2012 1 FUNDAÇÃO DE TURISMO DE MATO GROSSO DO SUL FUNDTUR/MS INDICADORES TURÍSTICOS 2013 ANO BASE 2012 A Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul para acompanhar o andamento da atividade e sua contribuição

Leia mais

O Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Porte e Norte de Portugal (ERTPNP)

O Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Porte e Norte de Portugal (ERTPNP) O Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Porte e Norte de Portugal (ERTPNP) e o Aeroporto Sá Carneiro, realizou o estudo do perfil

Leia mais

atividadedas empresas de animação turística e dos operadores marítimo-turísticos

atividadedas empresas de animação turística e dos operadores marítimo-turísticos NÁUTICA DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E CULTURA MARÍTIMA Carla Abreu Registo Nacional de Agentes de Animação Turística - RNAAT- (DL 108/2009 de 15 de Maio) Estabelece as condições de acesso e de exercício

Leia mais

CENTRAIS DE INFORMAÇÕES TURÍSTICAS PARANAGUÁ / ILHA DO MEL

CENTRAIS DE INFORMAÇÕES TURÍSTICAS PARANAGUÁ / ILHA DO MEL CENTRAIS DE INFORMAÇÕES TURÍSTICAS PARANAGUÁ / ILHA DO MEL Observatório do Turismo de Paranaguá Destino Indutor do Paraná ATENDIMENTOS POR CENTRAIS DE INFORMAÇÕES JANEIRO A DEZEMBRO 2014 RODOVIÁRIA - PRAÇA

Leia mais

TRÁFEGO MARÍTIMO DE MERCADORIAS PORTOS DO CONTINENTE 2 0 1 4

TRÁFEGO MARÍTIMO DE MERCADORIAS PORTOS DO CONTINENTE 2 0 1 4 TRÁFEGO MARÍTIMO DE MERCADORIAS PORTOS DO CONTINENTE 2 0 1 4 Setembro de 2015 Índice 0. Factos mais relevantes no tráfego marítimo de mercadorias em 2014... 3 1. Introdução... 5 2. Movimento geral de mercadorias...

Leia mais

UNIÃO EUROPEIA Comércio Exterior Intercâmbio comercial com o Brasil

UNIÃO EUROPEIA Comércio Exterior Intercâmbio comercial com o Brasil Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC UNIÃO EUROPEIA Comércio Exterior Intercâmbio comercial com o Brasil

Leia mais

Barómetro de Conjuntura inverno 2014/15. Agências de Viagens

Barómetro de Conjuntura inverno 2014/15. Agências de Viagens Barómetro de Conjuntura inverno 2014/15 Agências de Viagens ÍNDICE Sumário Executivo 3 da procura - inverno 2014/15 Portugal - NUTS II Portugal - Principais NUTS II Principais 4 5 6 da procura - verão

Leia mais

Soluções de seguro de créditos no apoio à exportação. COSEC - Estamos onde estiver o seu negócio. www.cosec.pt

Soluções de seguro de créditos no apoio à exportação. COSEC - Estamos onde estiver o seu negócio. www.cosec.pt Soluções de seguro de créditos no apoio à exportação. COSEC - Estamos onde estiver o seu negócio. www.cosec.pt COSEC Companhia de Seguro de Créditos 2012 1 2 Sobre a COSEC O que é o Seguro de Créditos

Leia mais

MACRO AMBIENTE DA INOVAÇÃO

MACRO AMBIENTE DA INOVAÇÃO MACRO AMBIENTE DA INOVAÇÃO Ambiente de Inovação em Saúde EVENTO BRITCHAM LUIZ ARNALDO SZUTAN Diretor do Curso de Medicina Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo SOCIEDADES CONHECIMENTO

Leia mais

SEPA - Single Euro Payments Area

SEPA - Single Euro Payments Area SEPA - Single Euro Payments Area Área Única de Pagamentos em euros APOIO PRINCIPAL: APOIO PRINCIPAL: Contexto O que é? Um espaço em que consumidores, empresas e outros agentes económicos poderão efectuar

Leia mais

AÇORES. julho de 2011 a fevereiro de 2012. Análise do estudo entre julho de 2011 e fevereiro de 2012. Introdução. Dormidas

AÇORES. julho de 2011 a fevereiro de 2012. Análise do estudo entre julho de 2011 e fevereiro de 2012. Introdução. Dormidas julho de 2011 a fevereiro de 2012 Análise do estudo entre julho de 2011 e fevereiro de 2012 Introdução O presente relatório tem como objetivo sintetizar o estudo mensal, apresentado sob a forma de Tableau

Leia mais

ESTUDO TURISMODA MADEIRA- DRT RESULTADOS PRELIMINARES ACUMULADO GLOBAL

ESTUDO TURISMODA MADEIRA- DRT RESULTADOS PRELIMINARES ACUMULADO GLOBAL ESTUDO TURISMODA MADEIRA- DRT RESULTADOS PRELIMINARES ACUMULADO GLOBAL sa DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL, MARKETING E PUBLICIDADE, SA Rua do Capitão Pombeiro, 13-15 4250-373 PORTO Tels. 351 22 509 19 43-351

Leia mais

LIGAMOS PEQUENAS EMPRESAS A GRANDES NEGÓCIOS.

LIGAMOS PEQUENAS EMPRESAS A GRANDES NEGÓCIOS. Soluções de Telecomunicações para Empresas LIGAMOS PEQUENAS EMPRESAS A GRANDES NEGÓCIOS. Permanência mínima para todos os serviços de 24 meses. IVA não incluido. Válido até Outubro de 2012 ZON Office ZON

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES

PERGUNTAS FREQUENTES PERGUNTAS FREQUENTES Porque devemos utilizar a empresa Tungsten-Network para enviar as nossas facturas? Para além das vantagens indicadas anteriormente, a facturação electrónica é o método preferido pela

Leia mais

ESTATÍSTICAS DO TURISMO

ESTATÍSTICAS DO TURISMO ESTATÍSTICAS DO TURISMO DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA Resultados Provisórios Julho de 2014 Direção Regional de Estatística da Madeira Uma porta aberta para um universo de informação estatística Catalogação

Leia mais

NOTA INFORMATIVA SINGLE EURO PAYMENTS AREA. 1. O que é a SEPA?

NOTA INFORMATIVA SINGLE EURO PAYMENTS AREA. 1. O que é a SEPA? 1 NOTA INFORMATIVA 1. O que é a SEPA? Para harmonização dos sistemas de pagamento no espaço europeu no sentido de impulsionar o mercado único, foi criada uma Área Única de Pagamentos em Euro (denominada

Leia mais

TURISMO NÁUTICO GERADOR DE RIQUEZA MARTINHO FORTUNATO

TURISMO NÁUTICO GERADOR DE RIQUEZA MARTINHO FORTUNATO TURISMO NÁUTICO GERADOR DE RIQUEZA MARTINHO FORTUNATO Setembro de 2009 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. PENT (Plano Estratégico Nacional do Turismo) 3. TURISMO NÁUTICO NA EUROPA E NO MUNDO 4. O SECTOR EM PORTUGAL

Leia mais

Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.º 11 Novembro 2014. Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia

Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.º 11 Novembro 2014. Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia Boletim Mensal de Economia Portuguesa N.º 11 Novembro Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia GPEARI Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais Ministério

Leia mais

Empresas nacionais de transporte aéreo movimentaram mais 6,3% de passageiros

Empresas nacionais de transporte aéreo movimentaram mais 6,3% de passageiros Transportes aéreos e atividade turística 2013 10 de setembro de 2014 Movimento de passageiros nos aeroportos nacionais aumentou 4,9% O tráfego comercial nas infraestruturas aeroportuárias nacionais em

Leia mais

Cisco Systems Incorporation

Cisco Systems Incorporation Cisco Systems Incorporation 1. Principais Características Matriz: Cisco Systems Inc. Localização: São José, Califórnia, Estados Unidos Ano de fundação: 1984 Internet: www.cisco.com Faturamento (2000):

Leia mais

PT PRIME PREÇÁRIOS DE VOZ EMPRESARIAL 2006. PT Prime Preçário Voz Empresarial 2006

PT PRIME PREÇÁRIOS DE VOZ EMPRESARIAL 2006. PT Prime Preçário Voz Empresarial 2006 PT PRIME PREÇÁRIOS DE VOZ EMPRESARIAL 2006 Versão: 1.0 Pág.: 1/7 1. ACESSO DIRECTO Chamadas DENTRO DO PAÍS Não Corp Corp Local 0,0201 0,0079 Local Alargado 0,0287 0,0105 Nacional 0,0287 0,0105 FIXO MÓVEL

Leia mais

O Projeto do Douro. Raquel Maia, 2016

O Projeto do Douro. Raquel Maia, 2016 Raquel Maia, 2016 A Via Navegável do Douro - Jurisdição 1 de junho de 2015 A jurisdição da Via Navegável do rio Douro é transferida para a APDL. Promover e incentivar a navegação na VND; Atribuições e

Leia mais