O Sigati é composto por dois módulos chamados sigati-admin e sigati-server.

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1 1 Manual de Instalação 1.1 Introdução Na gestão de ambientes de TI, é de fundamental importância a existência de um serviço de diretório que possibilite a administração da infra-estrutura dos recursos disponíveis, tais como usuários, servidores, impressoras, aplicações, etc. No mundo do software livre, o serviço de diretório mais utilizado é o OpenLDAP. Normalmente sua configuração é feita manualmente, via arquivos específicos. Isto gera um grande trabalho para o administrador, principalmente quando se tem diversos servidores OpenLDAP suportando um serviço distribuído. O OpenLDAP não fornece ferramentas gráficas para sua administração. Sua administração é feita via a manipulação de arquivos de configuração providos com o mesmo. Ou, então, o administrador pode utilizar ferramentas disponibilizadas por terceiros. Entretanto, as ferramentas livres disponíveis apenas funcionam como LDAP Browsers, ou seja, fazem a administração apenas das entradas armazenados no diretório. Além disso, muitas delas possuem limitações quando se trata de um diretório distribuído (entradas armazenadas em mais de um servidor). No Entanto, para uma administração efetiva de um serviço de diretório, se faz necessária uma ferramenta que manipule não apenas com as entradas do mesmo, mas também que permita a adminitração do serviço em si, como por exemplo: Iniciar/Parar o serviço Administrar esquemas Criar/Remover partições Adicionar/Remover réplicas às partições Atribuir direitos às entradas para controle de acesso O Sigati (Sistema Gerenciador de Ambiente de TI) tem como motivação maior prover ferramentas gráficas que permitam a administração efetiva de um serviço de diretório distribuído baseado no OpenLDAP, evitando que o administrador tenha que manipular diretamente com arquivos de configuração Sigati Módulos O Sigati é composto por dois módulos chamados sigati-admin e sigati-server. O sigati-admin é instalado no servidor onde está instalado o servidor de aplicações JBoss. É composto por funcionalidades que tratam da interface com o administrador e por uma API de gerência. É esse módulo quem centraliza as operações. Todas as requisições dos administradores são feitas a partir dessa interface, a qual invoca a API em atendimento às requisições realizadas. Tal API faz requisições LDAP aos servidores que compõem as partições, ou invoca o sigati-server. O sigati-server é instalado em todo servidor que tiver instalado o OpenLDAP, Samba e Servidor de Arquivos. É ele quem faz a manipulação dos arquivos de configuração e interage com os

2 daemons do OpenLDAP, sempre em atendimento às requisições feitas pela API. É ele quem efetivamente inicializa serviços, acrescenta servidores num anel de réplica e inclui diretivas de esquemas e de direitos no arquivo de configuração do OpenLDAP Funcionalidades Para atender às necessidades elencadas, as funcionalidades do Sigati estão subdivididas em cinco módulos de administração: Objetos, Partições, Réplicas, ACLs (Access Control Lists ou Listas de Controle de Acesso) e Esquemas. Em cada módulo, há interação entre o Sigati Admin e o Sigati Server localizado em cada servidor. Administração de Objetos - Responsável pela administração dos objetos armazenados no diretório. Permite várias operações sobre os objetos como: inclusão, alteração e remoção, independente da partição em que os objetos estejam localizados e transparentemente do ponto de vista de autenticação do administrador. Desse modo, ao usar o Sigati, o administrador não precisará se autenticar repetidas vezes de acordo com a partição onde os objetos gerenciados estão localizados. Além disso, objetos podem ser copiados ou movidos dentro da árvore, inclusive entre partições. Administração de Partições - Provê operações associadas à gerência de partições do serviço de diretório. Esse sub-módulo permite a criação e fusão de partições, cuidando da distribuição dos objetos entre as mesmas, sem a necessidade de manipulação direta de arquivos de configuração do OpenLDAP. De fato, em nenhum sub-módulo do Sigati o administrador precisa se preocupar com a sintaxe dos arquivos do OpenLDAP. Administração de Réplicas - Permite administrar os servidores que compõem os anéis de réplica (mestre e réplicas) que suportam as partições, sendo possível incluir, remover e visualizar status dos servidores; converter servidores-mestre em réplica e vice-versa; reinicializar os serviços do OpenLDAP; fazer sincronização entre bases do mestre e das réplicas; entre outras atividades. Administração de ACLs - Facilita a administração dos direitos que os usuários têm sobre os objetos contidos no diretório. Tais direitos podem ser aplicados a um objeto específico ou a uma partição inteira, sendo automaticamente propagados para toda a sub-árvore existente, promovendo a herança de direitos na árvore distribuída. Administração de Esquemas - Provê a gerência de esquemas do serviço de diretório, permitindo que estes possam ser incluídos ou modificados. As modificações somente podem ser feitas na partição raiz do diretório e são automaticamente propagadas para as demais, com o objetivo de manter a consistência das informações. O Sigati surge como uma ferramenta capaz de facilitar a administração do OpenLDAP num ambiente distribuído de forma mais produtiva e mais fácil. 1.2 Sigati Server Para a instalação do servidor de diretório (master e slave) são necessárias a instalação e configuração prévia do sistema operacional, além dos pacotes a seguir: Serviço de Diretório - OpenLDAP e BerkeleyDB; Módulos para criptografia e autenticação - OpenSSL e Cyrus. De modo a integrar o servidor de diretório com o Sigati, ainda é preciso instalar o módulo Sigati Server. Nos tópicos subsequentes serão detalhados os processos de instalação e configuração de cada

3 um destes componentes Pré-requisitos Para a instalação do servidor de diretório faz-se necessário: a instalação prévia do Fedora, Red Hat ou Debian; a configuração de alguns parâmetros em tempo de instalação; além da modificação de algumas permissões no firewall deste servidor (preferencialmente sem firewall) Firewall Para o correto funcionamento do Sigati, do OpenLDAP e das aplicações complementares faz-se necessário a liberação de acesso às portas referentes ao OpenLDAP (389) e portmap (111) Configurações de SSH Durante a sua execução, o Sigati necessita fazer cópia de arquivos entre os servidores que compõem o serviço de diretório e entre o servidor onde está instalado o módulo sigati-admin. Sendo assim, é necessário alterar o arquivo ssh_config, retirando o caracter de comentário (#) da diretiva StrictHostKeyChecking e alterando seu valor para no, conforme mostrado a seguir: StrictHostKeyChecking no A cópia de arquivos entre os servidores requer ainda a criação prévia de um usuário em cada servidor. É recomendado que este seja um usuário comum, sem privilégios de super-usuário (root). Entretanto, também é possível a cópia utilizando o usuário root. Neste caso, é necessário alterar o arquivo sshd_config, descomentando a diretiva PermitRootLogin e mudando seu valor para yes, corforme mostrado abaixo: PermitRootLogin yes Configuração do Serviço de Nomes O Sigati necessita que os nomes das máquinas estejam mapeados nos seus respectivos endereços IP. Isto se deve ao fato do uso de criptografia via certificados digitais. Sendo assim, caso as máquinas utilizadas no ambiente não estejam cadastradas em um serviço DNS, é necessário que elas sejam incluídas nos arquivos /etc/hosts de todas as máquinas. Por exemplo, supondo que o ambiente tenha três servidores: Sigati Admin - sigatiadmin.cesmic.ucb.br ( ) Servidor OpenLDAP - master.cesmic.ucb.br ( ) Servidor OpenLDAP - slave.cesmic.ucb.br ( ) então, o arquivo /etc/hosts de cada um destes servidores tem que ter o seguinte conteúdo:

4 localhost.localdomain localhost sigatiadmin.cesmic.ucb.br sigatiadmin master.cesmic.ucb.br master slave.cesmic.ucb.br slave Criação do Usuário para Cópia de Arquivos Para a cópia de arquivos entre os servidores, o Sigati necessita que seja criado um usuário. Por default, o nome deste usuário é sigati. Se quiser utilizar um nome diferente, você precisa alterar a propriedade scp_user contida no arquivo core.properties. Por motivos de segurança, quando for solicitada a senha deste usuário, evite informar senha muito fáceis. Vale salientar que o Sigati não necessita desta senha. Para a criação do usuário, utilize o comando abaixo: # adduser sigati Após a criação do usuário, é necessário gerar um par de chaves (pública e privada) para o mesmo. Estas chaves permitem que a cópia de arquivos seja feita de forma segura e criptografada. Sendo assim, é preciso a execução dos seguintes comandos: # su - sigati # ssh-keygen -t rsa -b 1024 Neste último comando o parâmetro -t indica o tipo da chave a ser criada, enquanto o -b indica a a quantidade de bits utilizada na criação da mesma. Se -b não for informado, será utilizado o valor 2048 (default). Quando surgir o texto: Enter file in which to save the key (/home/sigati/.ssh/id_rsa): pressione a tecla Enter. Da mesma forma, quando for solicitada a senha (passphrase) para o arquivo apenas pressione Enter: Enter passphrase (empty for no passphrase): Enter same passphrase again: Instalação dos Softwares Necessários Verifique se os pacotes abaixo estão instalados, caso não estejam, será necessária a sua instalação antes da instalação do sigati. A instalação deve ser feita conforme o previsto na distribuição. a) OpenLDAP b) Openssl c) Cyrus d) Berkeley e) Java J2SE SDK j2sdk-1_4_2_14-linux-i586.bin (Debian)

5 j2sdk-1_4_2_14-linux-i586-rpm.bin (Red Hat ou Fedora Disponível em: f) sigati-server Preparação a) Crie um diretório temporário onde serão colocados pacotes do servidor Sigati Server # mkdir /temporario b) Efetue o download dos pacotes relacionados acima, colocando-os no diretório /temporario ou faça a instalação dos mesmos a partir de um repositório de software utilizando o aplicativo aptget ou o Synaptic OpenLdap O Sigati está homologado para a versão 2.3 do OpenLDAP. a) Debian # apt-get install slapd # apt-get install ldap-utils b) Fedora e Red Hat # apt-get install openldap # apt-get install openldap-servers # apt-get install openldap-clients Openssl a) Debian # apt-get install openssl b) Fedora e Red Hat # apt-get install openssl Cyrus Para os pacotes abaixo, deve considerar uma versão igual ou maior a a) Debian # apt-get install sasl2-bin # apt-get install libsasl2-modules-gssapi-mit b) Fedora e Red Hat # apt-get install cyrus-sasl # apt-get install cyrus-sasl-md5 # apt-get install cyrus-sasl-plain # apt-get install cyrus-sasl-gssapi

6 Berkeley Para os pacotes abaixo, deve considerar uma versão igual ou maior a a) Debian # apt-get install db4.4-util b) Fedora e Red Hat # apt-get install db Java Antes de instalar o Sigati Admin é preciso instalar o J2SDK 1.4.2_14 a) Debian i. Acesse o diretório temporário cd /temporario ii. Torne o pacote do java executável # chmod 755 j2sdk-1_4_2_14-linux-i586.bin iii. Execute o binário j2sdk-1_4_2_14-linux-i586.bin. Um diretório j2sdk1.4.2_14 será gerado em /temporario. #./j2sdk-1_4_2_14-linux-i586.bin iv. Crie um diretório /usr/java # mkdir -p /usr/java v. Mova o diretório j2sdk1.4.2_14 criado em /temporario para o diretório /usr/java criado no passo anterior # mv j2sdk1.4.2_14 /usr/java b) Fedora e Red Hat i. Acesse o diretório temporário # cd /temporario ii. Torne o pacote do java executável # chmod 755 j2sdk-1_4_2_14-linux-i586-rpm.bin iii. Execute o binário j2sdk-1_4_2_14-linux-i586-rpm.bin. #./j2sdk-1_4_2_14-linux-i586-rpm.bin iv. Um arquivo RPM será gerado. Instale-o utilizando o comando abaixo. # rpm -ivh j2sdk-1_4_2_14-linux-i586-rpm Obs.: Caso existam, remover os arquivos: /usr/bin/java e /usr/bin/javac. Obs: Verificar o diretório onde o Java foi instalado, pois será informado durante a instalação do Sigati. Normalmente é /usr/java/j2sdk1.4.2_14, se a versão do java instalada for a sugerida neste manual Sigati Server Para a instalação do Sigati Server siga os passos a seguir: a) Faça o download do pacote do sigati-server bin e coloque na pasta /temporario

7 b) Acesse a pasta temporario # cd /temporario c) Torne o pacote do sigati executável # chmod 755 sigati-server bin d) Execute o binário do sigati #./sigati-server bin e) Algumas perguntas serão feitas durante a instalação. i. Se o usuário concorda com o termo de uso apresentado. Responda s ou n. Se responder n, a instalação será abortada. ii. Em seguida será interrogado sobre o sistema operacional. Responda 1 para Debian e 2 para Red Hat ou Fedora iii. Por fim, será questionado sobre o uso de TLS. Para não utilizar, responda n. Se responder s é preciso fazer as configurações para uso de TLS, conforme o Manual de Configuracao de TLS para o Sigati Server. iv. Por fim será questionado se o slapd.conf deve ser substituído ou não. Responda s para substituí-lo pelo slapd.conf que contém os parâmetros para o funcionamento do Sigati e n para manter o slapd.conf existente Inicialização do Sigaticore Inicialize o Sigaticore: # cd /usr/local/sigati/bin/ # java -jar sigaticore.jar & Criação do Certificado Digital para o Servidor OpenLDAP Ver seções a do capitulo Configuração do OpenLDAP para utilização de TLS. 1.3 Sigati Admin OBS: Os passos a , e somente são necessários na máquina do Admin se ela também não for utilizada para ser um servidor OpenLDAP Premissas e Pré-requisitos Para a instalação do Sigati Admin faz-se necessário: a instalação prévia do GNU/Linux (Debian, Red Hat ou Fedora Core); a configuração de alguns parâmetros em tempo de instalação; além da modificação de algumas permissões no firewall deste servidor.

8 Firewall Para o correto funcionamento do Sigati Admin, do servidor de aplicações Jboss e demais componentes faz-se necessário a liberação de acesso às portas referentes ao serviço OpenLDAP (389), ao Servidor Jboss (8009, 1098, 1099, 8083, 4444, 8093, 4445) e ao Servidor Web (8080). Vale salientar que as portas acima podem sofrer alterações de acordo com as versões dos softwares instalados Configurações de SSH Durante a sua execução, o Sigati necessita fazer cópia de arquivos entre os servidores que compõem o serviço de diretório e entre o servidor onde está instalado o módulo sigati-admin. Sendo assim, é necessário alterar o arquivo ssh_config, retirando o caracter de comentário (#) da diretiva StrictHostKeyChecking e alterando seu valor para no, conforme mostrado a seguir: StrictHostKeyChecking no A cópia de arquivos entre os servidores requer ainda a criação prévia de um usuário em cada servidor. É recomendado que este seja um usuário comum, sem privilégios de super-usuário (root). Entretanto, também é possível a cópia utilizando o usuário root. Neste caso, é necessário alterar o arquivo sshd_config, descomentando a diretiva PermitRootLogin e mudando seu valor para yes, corforme mostrado abaixo: PermitRootLogin yes Configuração do Serviço de Nomes O Sigati necessita que os nomes das máquinas estejam mapeados nos seus respectivos endereços IP. Isto se deve ao fato do uso de criptografia via certificados digitais. Sendo assim, caso as máquinas utilizadas no ambiente não estejam cadastradas em um serviço DNS, é necessário que elas sejam incluídas nos arquivos /etc/hosts de todas as máquinas. Por exemplo, supondo que o ambiente tenha três servidores: Sigati Admin - sigatiadmin.cesmic.ucb.br ( ) Servidor OpenLDAP - master.cesmic.ucb.br ( ) Servidor OpenLDAP - slave.cesmic.ucb.br ( ) então, o arquivo /etc/hosts de cada um destes servidores tem que ter o seguinte conteúdo: localhost.localdomain localhost sigatiadmin.cesmic.ucb.br sigatiadmin master.cesmic.ucb.br master slave.cesmic.ucb.br slave

9 Criação do Usuário para Cópia de Arquivos Para a cópia de arquivos entre os servidores, o Sigati necessita que seja criado um usuário. Por default, o nome deste usuário é sigati. Se quiser utilizar um nome diferente, você precisa alterar a propriedade scp_user contida no arquivo core.properties. Por motivos de segurança, quando for solicitada a senha deste usuário, evite informar senha muito fáceis. Vale salientar que o Sigati não necessita desta senha. Para a criação do usuário, utilize o comando abaixo: # adduser sigati Após a criação do usuário, é necessário gerar um par de chaves (pública e privada) para o mesmo. Estas chaves permitem que a cópia de arquivos seja feita de forma segura e criptografada. Sendo assim, é preciso a execução dos seguintes comandos: # su - sigati # ssh-keygen -t rsa -b 1024 Neste último comando o parâmetro -t indica o tipo da chave a ser criada, enquanto o -b indica a a quantidade de bits utilizada na criação da mesma. Se -b não for informado, será utilizado o valor 2048 (default). Quando surgir o texto: Enter file in which to save the key (/home/sigati/.ssh/id_rsa): pressione a tecla Enter. Da mesma forma, quando for solicitada a senha (passphrase) para o arquivo apenas pressione Enter: Enter passphrase (empty for no passphrase): Enter same passphrase again: Instalação dos Pacotes de Software Os seguintes softwares são necessários: a) JAVA J2SE SDK j2sdk-1_4_2_14-linux-i586.bin (Debian) j2sdk-1_4_2_14-linux-i586-rpm.bin (Red Hat ou Fedora) Disponível em: b) JBoss Application Server - jboss zip (Independente de Plataforma) Disponível em: ease_id= c) openssl Pacote disponibilizado com a distribuição d) sigati-admin

10 Preparação a) Crie um diretório temporário onde serão colocados os pacotes do servidor Sigati Admin # mkdir /temporario b) Efetue o download dos pacotes relacionados no item colocando-os no diretório /temporario Openssl A instalação deste pacote pode ser feita via o comando apt-get (válido tanto para Debian quanto para Red Hat/Fedora). Neste caso, execute o seguinte comando: # apt-get install openssl Lembre-se que antes de utilizar este comando é preciso configurar o arquivo /etc/apt/sources.list, indicando os repositórios de software a partir dos quais os pacotes deverão ser obtidos Java Antes de instalar o Sigati Admin é preciso instalar o J2SDK 1.4.2_14 a) Debian i. Acesse o diretório temporário cd /temporario ii. Torne o pacote do java executável # chmod 755 j2sdk-1_4_2_14-linux-i586.bin iii. Execute o binário j2sdk-1_4_2_14-linux-i586.bin. Um diretório j2sdk1.4.2_14 será gerado em /temporario. #./j2sdk-1_4_2_14-linux-i586.bin iv. Crie um diretório /usr/java # mkdir -p /usr/java v. Mova o diretório j2sdk1.4.2_14 criado em /temporario para o diretório /usr/java criado no passo anterior # mv j2sdk1.4.2_14 /usr/java b) Fedora e Red Hat i. Acesse o diretório temporário # cd /temporario ii. Torne o pacote do java executável # chmod 755 j2sdk-1_4_2_14-linux-i586-rpm.bin iii. Execute o binário j2sdk-1_4_2_14-linux-i586-rpm.bin. #./j2sdk-1_4_2_14-linux-i586-rpm.bin iv. Um arquivo RPM será gerado. Instale-o utilizando o comando abaixo. # rpm -ivh j2sdk-1_4_2_14-linux-i586-rpm Obs.: Caso existam, remover os arquivos: /usr/bin/java e /usr/bin/javac. Obs: Verificar o diretório onde o Java foi instalado, pois será informado durante a instalação do

11 Sigati. Normalmente é /usr/java/j2sdk1.4.2_14, se a versão do java instalada for a sugerida neste manual JBoss O download do JBoss pode ser feito através do site Será necessário um usuário e senha, caso não queira perder tempo cadastrando, acesse o site e siga as instruções. Para a instalação do JBoss, execute os comandos a seguir: a) Acesse a pasta temporario # cd /temporario b) Descompacte o arquivo jboss zip # unzip jboss zip c) Mova o diretório jboss para /usr/local renomeando a pasta jboss para jboss # mv jboss /usr/local/jboss Sigati Admin Execute o comando ln -sf /bin/bash /bin/sh antes de prosseguir a instalação para ter certeza do uso do shell correto. Em algumas distribuições o /bin/sh estava apontanto para /bin/dash, resultando em erros na instalação do sigati. Para a instalação do Sigati Admin siga os passos a seguir: a) Faça o download do pacote do sigati-admin bin e coloque-o na pasta /temporario b) Acesse a pasta temporario # cd /temporario c) Torne o pacote do sigati executável # chmod 755 sigati-admin bin d) Execute o binário do sigati #./sigati-admin bin e) Algumas perguntas serão feitas durante a instalação: i. Se o usuário concorda com o termo de uso apresentado. Responda s ou n. Se responder n, a instalação será abortada. ii. Se o usuário deseja utilizar TLS. Responda s ou n. Se responder n, o Sigati será instalado sem suporte a TLS. Se responder s, será solicitada a senha que foi utilizada na criação do arquivo sigati.keystore. Se o arquivo ainda não existir, ele pode ser criado após a instalação do Sigati Admin. Porém, a senha informada aqui terá que ser a mesma utilizada na criação do referido arquivo. iii. Em seguida será solicitada a senha do usuário que representa o Sigati no serviço de diretório. Deve ser informada uma senha para o mesmo. Esta senha será armazenada de forma criptografada. iv. Será perguntado ao usuário qual o sistema operacional utilizado. Responda 1 para Debian e 2 para Red Hat ou Fedora. v. Serão solicitados os caminhos onde estão instalados o J2SDK e o Jboss. vi. Por fim, será solicitado que o usuário informe a senha do usuário administrador

12 default. Esta senha será armazenada de forma criptografada Criação do Certificado Digital para Uso de HTTPS no JBoss Ver seções a do capítulo Configurando o JBoss para Utilização de HTTPS Criação do Certificado Digital para Uso de TLS no Sigati Admin Ver seções a do capítulo Criando um arquivo Keystore para o Sigati Admin Inicialização do Sigaticore e do JBoss Após a instalação do Sigati Admin, caso tenham sido criados os certificados digitais conforme especificados nas seções e 1.3.4, é importante lembrar da cópia dos arquivos jboss.keystore e sigati.keystore para o diretório /usr/local/sigati. Inicialize o serviço sigaticore: # cd /usr/local/sigati/bin/ # java -jar sigaticore.jar & Em seguida, inicialize o servidor JBoss: # cd /usr/local/jboss/bin/ #./run.sh & 1.4 Servidor Samba-LDAP Em redes corporativas temos a presença de redes heterogêneas operando num mesmo ambiente, para integrá-las é necessário a presença de um serviço que faça um papel de intermediário entre os dois ambientes. Para obter essa integração necessária usamos o pacote Samba, disponibilizado no servidor Linux, autenticando usuários de ambas as redes, Windows e Linux. Para inserir esse ambiente integrado ao Sigati foi necessário determinar um Servidor Samba operando juntamente com um servidor LDAP, ambos configurados com a intenção de autenticar a mapear pastas compartilhadas na rede. Sendo assim, este tópico do documento de instalação tem por objetivo detalhar os passos necessários para a criação desse servidor integrado e a configuração das estações de ambos os ambientes.

13 Instalação Para o funcionamento do Samba, verifique se os seguintes pacotes estão instalados no servidor: a) Debian i. samba ii. samba-common iii. smbclient iv. smbldap-tools v. libauthen-sasl-cyrus-perl vi. libcrypt-smbhash-perl vii. libdigest-hmac-perl viii.libdigest-sha1-perl ix. libio-socket-ssl-perl x. libnet-ldap-perl xi. libnetssleay-perl b) Fedora e Red Hat i. samba-commom-3.0 ii. samba-3.0 iii. samba-client-3.0 iv. smbldap-tools v. perl-authen-sasl vi. perl-crypt-smbhash vii. perl-digest-hmac viii.perl-digest-sha1 ix. perl-io-socket-ssl x. perl-net-ldap xi. perl-net-ssleay Configuração SAMBA-LDAP A configuração no servidor Samba é feita mediante alguns parâmetros em determinados arquivos e um comando para sincronização de senha. Parte dessas configurações estão automatizadas pelo Sigati, dessa forma, somente alguns parâmetros deverão ser passados à interface ADMIN para configuração personalizada. Os objetos samba são criados a partir dos templates Servidor Samba, Grupo Samba e Usuário Samba. 1.5 Servidor de Arquivos NFS Para que o sigati funcione integrado com o nfs, ou seja, possa criar os objetos do tipo servidores de arquivos e as pastas remotas para usuários e grupos neste servidor de arquivos, é necessário que o nfs esteja previamente instalado. a) Debian nfs-common

14 b) Fedora e Red Hat nfs-utils 1.6 Criação de uma Autoridade Certificadora (CA) OpenSSL Verifique se o pacote do openssl está instalado, caso não esteja, será necessário instalá-lo Criação da CA Debian # mkdir /myca # cd /myca # /usr/lib/ssl/misc/ca.sh newca Fedora/Red Hat # mkdir /myca # cd /myca # /usr/share/ssl/misc/ca newca Vale ressaltar que os dados preenchidos são exemplos. Estes devem ser preenchidos de acordo com a organização. Obs. 1: Quando for solicitado o PEM pass phrase, digite uma senha difícil e que possa memorizar. Ela será utilizada para assinar os certificados do Sigati Admin e dos servidores OpenLDAP. Obs. 2: Quando for solicitado valor para Common Name (eg, YOUR name) informe o nome da máquina na qual está sendo criada esta CA (na Figura 1.1, estamos usando sigatiadmin.cesmic.ucb.br). CA certname (or enter to create) Making CA certificate... Using configuration from /usr/ssl/openssl.cnf Generating a 1024 bit RSA private key writing new private key to./democa/private/cakey.pem Enter PEM pass phrase:********* Verifying password - Enter PEM pass phrase:********* You are about to be asked to enter information that will be incorporated into your certificate

15 request. What you are about to enter is what is called a Distinguished Name or a DN. There are quite a few fields but you can leave some blank For some fields there will be a default value, If you enter the field will be left blank Country Name (2 letter code) [UK]:br State or Province Name (full name) [Some-State]: df Locality Name (eg, city) []: Brasilia Organization Name (eg, company) [Internet Widgits Pty Ltd]: UCB Organizational Unit Name (eg, section) []: CESMIC Common Name (eg, YOUR name) []: sigatiadmin.cesmic.ucb.br Certificate Authority Address []: Figura 1.1 Criação da Autoridade Certificadora O certificado da CA (cacert.pem) está em /myca/democa e sua chave privada (cakey.pem) em /myca/democa/private. 1.7 Configuração do Servidor OpenLDAP para Utilização de TLS Para a configuração do módulo de autenticação TLS siga as orientações das seções abaixo. Vale ressaltar que os dados preenchidos são exemplos. Estes devem ser preenchidos de acordo com a organização. Antes de prosseguir, você deve ter criado a Autoridade Certificadora conforme o Capítulo 1 do Manual de Configuração do Sigati Admin para utilização de HTTPS/TLS Criação de Certificado para o Servidor OpenLDAP Para a criação do certificado, vamos informar o nome (FQDN) do servidor como argumento para o parâmetro -subj (neste exemplo, estamos considerando server.cesmic.ucb.br). # mkdir /certificados # cd /certificados # openssl req -newkey rsa:1024 -nodes -keyout newkey.pem -out newreq.pem -subj /commonname=server.cesmic.ucb.br

16 A saída deste comando pode ser visualizada logo abaixo: Generating a 1024 bit RSA private key writing new private key to 'newkey.pem' Copiar a Requisição para a Máquina da CA # scp /certificados/newreq.pem <nome da maquina>:/myca/ Assinatura do Certificado pela CA Este comando deve ser executado na máquina da CA. Quando solicitado Enter pass phrase for./democa/private/cakey.pem: digite a senha informada na criação da CA. a) Debian # /usr/lib/ssl/misc/ca.sh -sign b) Fedora e Red Hat # /usr/share/ssl/misc/ca -sign Using configuration from /usr/share/ssl/openssl.cnf Enter pass phrase for./democa/private/cakey.pem: Check that the request matches the signature Signature ok Certificate Details: Serial Number: 6 (0x6) Validity Not Before: Jul 29 16:59: GMT Not After : Jul 29 16:59: GMT Subject: commonname = server.cesmic.ucb.br X509v3 extensions: X509v3 Basic Constraints:

17 CA:FALSE Netscape Comment: OpenSSL Generated Certificate X509v3 Subject Key Identifier: B4:EF:BB:41:DE:43:11:3E:98:28:BF:F0:8C:C3:EB:EC:FC:0D:E6:34 X509v3 Authority Key Identifier: keyid:22:ec:14:0c:e6:94:2b:b4:20:a0:39:1d:7e:67:39:a8:9f:ec:7a:d3 DirName:/C=BR/ST=DF/L=BRASILIA/O=UCB/OU=CESMIC/CN=virtual126.cesmic.ucb.br serial:00 Certificate is to be certified until Jul 29 16:59: GMT (365 days) Sign the certificate? [y/n]:y 1 out of 1 certificate requests certified, commit? [y/n]y Write out database with 1 new entries Data Base Updated Certificate: Data: Version: 3 (0x2) Serial Number: 6 (0x6) Signature Algorithm: md5withrsaencryption Issuer: C=BR, ST=DF, L=BRASILIA, O=UCB, OU=CESMIC, CN=sigatiAdmin.cesmic.ucb.br Validity Not Before: Jul 29 16:59: GMT Not After : Jul 29 16:59: GMT Subject: CN=server.cesmic.ucb.br Subject Public Key Info: Public Key Algorithm: rsaencryption RSA Public Key: (1024 bit) Modulus (1024 bit):... Exponent: (0x10001) X509v3 extensions: X509v3 Basic Constraints: CA:FALSE Netscape Comment: OpenSSL Generated Certificate X509v3 Subject Key Identifier: B4:EF:BB:41:DE:43:11:3E:98:28:BF:F0:8C:C3:EB:EC:FC:0D:E6:34 X509v3 Authority Key Identifier: keyid:22:ec:14:0c:e6:94:2b:b4:20:a0:39:1d:7e:67:39:a8:9f:ec:7a:d3 DirName:/C=BR/ST=DF/L=BRASILIA/O=UCB/OU=CESMIC/CN=virtual.cesmic.ucb.br serial:00 Signature Algorithm: md5withrsaencryption BEGIN CERTIFICATE

18 -----END CERTIFICATE----- Signed certificate is in newcert.pem Enviando os Certificados para o Servidor OpenLDAP Agora, copie o certificado da CA e o certificado assinado para o servidor OpenLDAP. Estes comandos devem ser executados na máquina da CA. a) Debian # scp democa/cacert.pem <nome do servidor>:/etc/ldap/cacert.pem # scp newcert.pem <nome do servidor>:/etc/ldap/ldapcrt.pem b) Fedora e Red Hat # scp democa/cacert.pem <nome do servidor>:/etc/openldap/cacert.pem # scp newcert.pem <nome do servidor>:/etc/openldap/ldapcrt.pem Em seguida, copie a chave privada que foi gerada para o servidor OpenLDAP. Este comando deve ser executado na máquina do servidor OpenLDAP. a) Debian # cp /certificados/newkey.pem /etc/ldap/ldapkey.pem b) Fedora e Red Hat # cp /certificados/newkey.pem /etc/openldap/ldapkey.pem Alterando permissões dos certificados (servidor OpenLDAP) Este comando deve ser executado na máquina do OpenLDAP. # chmod 400 /etc/openldap/ldapkey.pem Obs.: Os certificados gerados devem estar nos diretórios citados e com os nomes exatamente como especificados (cacert.pem, ldapcrt.pem, ldapkey.pem).

19 Configurando os Arquivos ldap.conf e.ldaprc Observação: A configuração descrita a seguir somente é necessária caso se queira fazer replicação entre os servidores OpenLDAP de forma de criptografada. No arquivo /etc/ldap/ldap.conf, acrescente as linhas abaixo: TLS_CACERT /etc/ldap/cacert.pem TLS_REQCERT demand Na pasta do usuário que vai inicializar o OpenLDAP (geralmente o root), crie um arquivo chamado.ldaprc e acrescente as linhas abaixo: TLS_CERT /etc/ldap/ldapcrt.pem TLS_KEY /etc/ldap/ldapkey.pem Inicializar o Serviço OpenLDAP # /etc/init.d/slapd start 1.8 Criando um Arquivo keystore para o Sigati Admin Criação de um arquivo keystore Para que o Sigati Admin possa estabelecer uma comunicação criptografada com os servidores OpenLDAP, é preciso criar um arquivo keystore, o qual conterá o certificado digital para o Sigati Preparação Crie uma pasta temporária para o armazenamento dos arquivos a serem gerados nesta seção. Por exemplo:

20 # mkdir /certificados # cd /certificados Geração de um keystore para o Sigati Admin Primeiramente, é preciso gerar um arquivo keystore. Para tal, usaremos a ferramenta keytool (Key and Certificate Management Tool), a qual é fornecida com o JRE do Java. Esta ferramenta gerencia chaves privadas e seus certificados X.509 que autenticam suas correspondentes chaves públicas, além de gerenciarem certificados de entidades válidas. Vamos então criar um arquivo keystore chamado sigati.keystore, o qual usará o algoritmo RSA para a geração das chaves e terá validade de um ano: # keytool -genkey -alias sigati -keyalg RSA -keystore sigati.keystore -validity 365 A saída deste comando pode ser vista na Figura 2.1. Obs. 1: Quando for solicitado valor para What is your first and last name?, informe um nome que identifique a aplicação (neste exemplo estamos usando sigati-admin). Obs. 2: Cuidado ao informar a senha para o arquivo keystore, pois a mesma aparece na tela durante a digitação. Enter keystore password: secret What is your first and last name? [Unknown]: sigati-admin What is the name of your organizational unit? [Unknown]: cesmic What is the name of your organization? [Unknown]: ucb What is the name of your City or Locality? [Unknown]: brasilia What is the name of your State or Province? [Unknown]: df What is the two-letter country code for this unit? [Unknown]: br Is CN=sigatiAdmin.cesmic.ucb.br, OU=cesmic, O=ucb, L=Brasilia, ST=df, C=br correct? [no]: yes Enter key password for <jboss> (RETURN if same as keystore password): Figura 2.1 Criação de um certificado para o Sigti Admin Geração da requisição para assinatura do certificado pela CA # keytool -certreq -alias sigati -keystore sigati.keystore -file newreq.pem

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