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2 Av. Presidente Marques, 59, Bairro Bosque, CEP: , Cuiabá MT Fone/Fax: (65)

3 03 INTRODUÇÃO O presente manual tem por objetivo facilitar ao profissional de enfermagem acessar, de forma rápida, no seu cotidiano profissional, algumas das principais e atuais legislações que normatizam o exercício da enfermagem e alguns outros temas de interesse do trabalhador, atualizado pelo Plenário da gestão Não se trata de um manual pronto e acabado, mas está sujeito a atualizações, sugestões e contribuições dos profissionais de enfermagem de Mato Grosso. Contamos com a sua colaboração e desejamos que este material lhe seja de grande utilidade. Eleonor Raimundo da Silva Coren/MT nº Presidente do Coren/MT Gestão

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5 05 COREN/MT PLENÁRIO COREN/MT GESTÃO 2012/2014 I - CONSELHEIROS EFETIVOS Diretoria Presidente: Dr. Eleonor Raimundo da Silva Secretária: Dr.ª Marilza Helena Rodrigues Viana Tesoureiro: Dr. Leocarlos Cartaxo da Silva Comissão de Tomada de Contas Ronaldo Pio de Souza Dr. Edinaldo Santos de Souza Ivone Oderdenge Benedito Antônio de Campos (Vogal) II - CONSELHEIROS SUPLENTES Drª Ariadne de Melo Pereira Celso Monteiro Aguiar João Vicente Marques de Arruda Drª Jovelina Rita Cardoso Neta Tizot Drª Marivanda Inez Rodrigues Pereira Eilert Neusa Maria de Campos Coren/MT: Um Coren democrático e transparente

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7 07 SUMÁRIO Legislações básicas para o exercício profissional da Enfermagem I - CONHECENDO O COREN/MT II - LEIS E DECRETOS Lei 2.604/ Regula o Exercício da Enfermagem Profissional Decreto Lei / Regulamenta o exercício da enfermagem e suas funções auxiliares no território nacional. Lei 5.905/ Dispõe sobre a criação dos Conselhos Federal e Regionais de Enfermagem e dá outras providências Lei 7.498/ Dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem e dá outras providencias Decreto Lei / Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências III - RESOLUÇÕES DO COFEN 139/ Instituem a obrigatoriedade de comunicação, por escrito, de todos os dados de identificação pessoal de Enfermagem. 159/ Dispõe sobre a consulta de Enfermagem. 172/ Normatiza a criação de Comissão de Ética de Enfermagem nas instituições de saúde

8 08 186/ Dispõe sobre a definição e especificação das atividades elementares de Enfermagem executadas pelo pessoal sem formação específica regulada em Lei. 191/ Dispõe sobre a forma de anotação e o uso do número de inscrição ou da autorização, pelo pessoal de Enfermagem. 195/ Dispõe sobre a solicitação de exames de rotina e complementares por Enfermeiro. 210/ Dispõe sobre a atuação dos profissionais de Enfermagem que trabalham com quimioterápico antineoplásicos. 214/1998 Dispõe sobre a instrumentação cirúrgica 223/ Dispõe sobre a atuação de Enfermeiros na Assistência à Mulher no Ciclo Gravídico Puerperal. 225/ Dispõe sobre cumprimento de Prescrição medicamentosa/terapêutica à distância. 250/ Dispõe sobre atualização dos débitos de qualquer natureza, constituídos no Sistema COFEN/CORENs. 258/2001 Inserção de cateter periférico central pelos Enfermeiros. 267/ Aprova atividades de Enfermagem em Domicílio Home Care. 269/2002 Dispõe sobre o veto ao exercício profissional da Enfermagem pelos portadores do diploma de Tecnólogo em Enfermagem. 270/2002 Aprova a Regulamentação das empresas que

9 09 prestam Serviços de Enfermagem Domiciliar (Home Care). 277/ Dispõe sobre a ministração de Nutrição Parenteral e Enteral. 278/ Dispõe sobre sutura efetuada por profissional de Enfermagem. 280/ Dispõe sobre a proibição de profissional de Enfermagem em auxiliar procedimentos cirúrgicos. 281/ Dispõe sobre a repetição/cumprimento da prescrição medicamentosa por profissional da área de saúde. 283/ Fixa regras sobre a prática da Acupuntura pelo Enfermeiro e dá outras providências. 288/ Dispõe sobre Ações relativas ao atendimento de idosos e outros. 289/ Dispõe sobre a autorização para o Enfermeiro do Trabalho, preencher, emitir e assinar LAUDO DE MONITORIZAÇÃO BIOLÓGICA previsto no Perfil Profissiográfico Previdenciário PPP. 292/ Normatiza a atuação do Enfermeiro na Captação e Transplante de Órgãos e Tecidos. 293/ Fixa e estabelece parâmetros para o dimensionamento do quadro de Profissionais de Enfermagem nas Unidades Assistenciais das Instituições de Saúde e Assemelhados. 294/ Institui o Dia Nacional do Técnico e Auxiliar de Enfermagem

10 10 302/ Baixa normas para ANOTAÇÃO da Responsabilidade Técnica de Enfermeiro(a), em virtude de Chefia de Serviço de Enfermagem, nos estabelecimentos das instituições e empresas públicas, privadas e filantrópicas onde é realizada assistência à Saúde. 303/ Dispõe sobre a autorização para o Enfermeiro assumir a coordenação como Responsável Técnico do Plano de gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) 304/ Dispõe sobre a atuação do Enfermeiro na coleta de sangue do cordão umbilical e placentário 306/ Normatiza a atuação do Enfermeiro em Hemoterapia 311/ Aprova o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem e dá outras providências. 317/2007 Revoga a Resolução COFEN nº. 271/ /2008 Regulamenta no Sistema Cofen/Corens a atividade de acupuntura e dispõe sobre o registro da especialidade. 339/2008 Normatiza a atuação e a responsabilidade civil do Enfermeiro Obstetra nos Centros de Parto Normal e/ou Casas de parto e dá outras providências. 346/2009 Proíbe a prática da auto-hemoterapia por profissionais de enfermagem. 355/ Aprova o Código Eleitoral dos Conselhos de Enfermagem, e dá outras providências 358/2009 Dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes, públicos ou privados, em que ocorre o cuidado

11 11 profissional de Enfermagem, e dá outras providências. 375/ Dispõe sobre a presença do Enfermeiro no Atendimento Pré-Hospitalar e Inter-Hospitalar, em situações de risco conhecido ou desconhecido 376/ Dispõe sobre a participação da equipe de Enfermagem no processo de transporte de pacientes em ambiente interno aos serviços de saúde. 377/ Revoga a Resolução Cofen nº 279/2003, que dispunha sobre a vedação da confecção, colocação e retirada de aparelho de gesso e calha gessada, por profissional de enfermagem. 381/ Normatiza a execução, pelo Enfermeiro, da coleta de material para colpocitologia oncótica pelo método de Papanicolaou. 390/ Normatiza a execução, pelo enfermeiro, da punção arterial tanto para fins de gasometria como para monitorização de pressão arterial invasiva. 422/ Normatiza a atuação dos profissionais de enfermagem nos cuidados ortopédicos e procedimentos de imobilização ortopédica. 427/ Normatiza os procedimentos da enfermagem no emprego de contenção mecânica de pacientes. 429/ Dispõe sobre o registro das ações profissionais no prontuário do paciente, e em outros documentos próprios da enfermagem, independente do meio de suporte - tradicional ou eletrônico. 441/ Dispõe sobre participação do Enfermeiro na

12 12 supervisão de atividade prática e estágio supervisionado de estudantes dos diferentes níveis da formação profissional de Enfermagem. IV - DECISÕES DO COREN-MT 179/ Dispõe sobre a criação de Comissão de Ética de Enfermagem nas Instituições de Saúde no Estado de Mato Grosso. 025/ Dispõe sobre a implantação e / ou implementação da Sistematização da Assistência de Enfermagem SAE nas instituições de saúde, no âmbito do Estado de Mato Grosso. 022/2008 Dispõe sobre a obrigatoriedade do profissional de enfermagem em portar a cédula de identidade expedida pelo Coren/MT nos locais de trabalho. 023/2008 Dispõe sobre a proibição de qualquer profissional de enfermagem promover e acompanhar qualquer estágio de alunos de cursos de cuidador de idoso. 024/2008 Proíbe a lavagem de ouvido por profissional de Enfermagem. 044/2008 Dispõe sobre normatização e definição das Atribuições do Enfermeiro RESPONSÁVEL TÉCNICO nos estabelecimentos de ensino, instituições de saúde públicas, privadas conveniadas e filantrópicas, onde são realizadas atividades de Enfermagem e assistências à saúde

13 13 I - CONHECENDO O COREN-MT 1. O que são Conselhos Profissionais? A fiscalização das diversas profissões é uma função do Estado Brasileiro. Esta fiscalização não é exercida diretamente por ele, e sim através de órgãos que são vinculados ao poder público. Assim, as profissões no Brasil têm órgãos específicos para fiscalização do exercício profissional que são instituídos por lei federal e chamado de Conselhos. Os Conselhos de Fiscalização Profissional são Autarquias porque desenvolvem uma atividade técnica (fiscalização, registro e disciplina dos profissionais), atribuída por lei, descentralizando o poder de polícia da União. O fato de terem autonomia administrativa e financeira não caracteriza a entidade como Autarquia, mas sim a espécie de atividade que desenvolve Objetivos básicos destes Conselhos: I - Fiscalizar o cumprimento da Lei do Exercício Profissional; II - Fiscalizar o cumprimento do Código de Ética da categoria que representam; III - Zelar pelo bom conceito da profissão e dos que a exerçam; IV - Garantir a qualidade da Assistência de Enfermagem O que é o Sistema COFEN/CORENs? Antes dos Conselhos de Enfermagem existirem esta profissão era fiscalizada pelo Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina, que não contava com enfermeiros no seu quadro de pessoal de fiscalização. Assim, a partir da necessidade de termos um órgão específico da Enfermagem para fiscalizar o nosso Exercício, foi promulgado a Lei 5.905, em 1973, criando o Conselho Federal de Enfermagem e os Conselhos Regionais de Enfermagem. Temos os Conselhos Regionais de Enfermagem em cada Estado do Brasil, e o conjunto de todos os Conselhos Regionais é regido pelo Conselho Federal de Enfermagem, resultando no Sistema COFEN/CORENs.

14 COREN-MT Instalado em 03/09/1975, através da Portaria COFEN 001/75 de 04/08/75, com jurisdição em todo o Estado do Mato Grosso Objetivos O Coren/MT tem como objetivo: disciplinar e fiscalizar o Exercício Profissional da Enfermagem no Estado de Mato Grosso, com o intuito básico de elevar a qualidade da assistência à saúde da população 3. Como é dirigido o COREN-MT O COREN - Conselho Regional de Enfermagem é dirigido por um Plenário constituído por 14 (catorze) membros, sendo sete Conselheiros efetivos e sete Conselheiros suplentes. Oito desses Conselheiros fazem parte do Quadro I Enfermeiros e Seis pertencem ao Quadro II Técnico de Enfermagem e do Quadro III Auxiliar de Enfermagem e Parteira. O Plenário é constituído através de eleições por voto pessoal, secreto e obrigatório dos profissionais de enfermagem inscritos no COREN-MT. O mandato dos membros tem a duração de três anos, podendo haver uma reeleição. Os membros eleitos não recebem remuneração pelos serviços prestados. Portanto, ser Conselheiro, é ocupar um cargo honorífico. Todas as decisões tomadas pelo Conselho são votadas em Plenário. Os assuntos específicos são estudados por comissões nomeadas através de Portarias que encaminham à Plenária para apreciação e decisão Como é constituído o recurso do Coren e onde é aplicado O Conselho se mantém através de recursos próprios, obtidos com as anuidades, multas, doações, legados, subvenções oficiais e rendas eventuais. O recurso é aplicado da seguinte forma: 25% da receita é destinada ao COFEN, sendo os 75% restantes destinadas integralmente as despesas com serviços do COREN Mecanismos de controle da gestão financeira O controle e a avaliação dos gastos feitos pelo COREN é realizado por uma Comissão de Tomada de Contas, formada por Conselheiros do Plenário, bem como pelos membros das diversas categorias da

15 15 Enfermagem. Existe o controle externo executado pela Comissão de Tomada de Contas do COFEN e Tribunal de Contas da União Quem se inscreve no Coren/MT Conforme o art.2º da Lei 7.498/86, para o exercício da profissão de Enfermagem, estão obrigados ao registro de títulos no Cofen e inscrição nos Conselhos Regionais: I - Enfermeiros; II - Técnicos de Enfermagem; III - Auxiliares de Enfermagem; Parteira e Atendentes Contatos do COREN-MT SEDE COREN-MT CUIABÁ Avenida Presidente Marques, 59, Bairro Bosque, CEP: , CUIABÁ MT Fone/Fax: (65) / / s: Assessoria Jurídica Comunicação Social Contadoria Dívida Ativa Fiscalização Financeiro Gerência Adm. Informática Inscrição e Cadastro Licitação Ouvidoria Secretaria Site: SUBSEÇÕES

16 SUBSEÇÃO COREN/MT BARRA DO GARÇAS Rua Waldir Rabelo n.º 980, 1.º andar, sala n.º 2, Centro. CEP: Fone/Fax (66) SUBSEÇÃO COREN/MT CÁCERES Rua Antonio Maria nº 96, 1 andar, Sala B, Centro. CEP: Fone/Fax (65) SUBSEÇÃO COREN/MT RONDONÓPOLIS Av. Cuiabá nº 829, Edifício Mikerinos, 4 andar, Sala 43, Centro. CEP: Fone/Fax (66) SUBSEÇÃO COREN/MT SINOP Av. dos Jacarandás, nº 3385, Edifício Cristina, 1 Andar, Sala 08, Centro CEP: Fone/Fax (66) SUBSEÇÃO COREN-MT TANGARÁ DA SERRA Av. Ismael José do Nascimento, 463-w, Centro CEP: Fone/Fax (65) Atendimento de Segunda à Sexta-feira Sede: 08h às 16h: Atendimento ao Público 16h às 18h: Atividade Administrativa Interna Subseções: 08h às 11h e 13h às 17h: Atendimento ao Público 17h às 18h: Atividade Administrativa Interna

17 17 II - DECRETO E LEGISLAÇÕES Lei de 17/09/1955 Regula o Exercício da Enfermagem Profissional. O Presidente da República: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1 - É livre o exercício de enfermagem em todo o território nacional, observadas as disposições da presente lei. Art. 2 - Poderão exercer a enfermagem no país: 1) Na qualidade de enfermeiro: a) os possuidores de diploma expedido no Brasil, por escolas oficiais ou reconhecidas pelo Governo Federal, nos termos da Lei nº 775, de 06 de agosto de 1949; b) os diplomados por escolas estrangeiras, reconhecidas pelas leis de seu país e que revalidaram seus diplomas de acordo com a legislação em vigor; c) os portadores de diploma de enfermeiros, expedidos pelas escolas e cursos de enfermagem das forças armada nacionais e forças militarizadas, que estejam habilitados mediante aprovação, naquelas disciplinas, do currículo estabelecido na Lei nº 775, de 06 de agosto de 1949, que requererem o registro de diploma na Diretoria do Ensino Superior do Ministério da Educação e Cultura. 2) Na qualidade de obstetriz: a) os possuidores de diploma expedido no Brasil, por escolas de obstetrizes, oficiais ou reconhecidas pelo Governo Federal, nos termos da Lei nº 775, de 06 de agosto de 1949; b) os diplomados por escolas de obstetrizes estrangeiras, reconhecidas pelas leis do país de origem e que revalidaram seus diplomas de acordo com a legislação em vigor. 3) Na qualidade de auxiliar de enfermagem, os portadores de certificados de auxiliar de enfermagem, conferidos por escola oficial ou reconhecida, nos termos da Lei nº 775, de 06 de agosto de 1949 e os diplomados pelas escolas e cursos de enfermagem das forças armada nacionais e forças militarizadas que não se acham incluídos na letra "c" do item I do art. 2 da presente lei. 4) Na qualidade de parteira, os portadores de certificado de parteira,

18 18 conferido por escola oficial ou reconhecida pelo Governo Federal, nos termos da Lei nº 775, de 06 de agosto de ) Na qualidade de enfermeiros práticos ou práticos de enfermagem: a) os enfermeiros práticos amparados pelo Decreto nº , de 11 de janeiro de 1934; b) as religiosas de comunidade amparadas pelo Decreto nº , de 26 de dezembro de 1932; c) os portadores de certidão de inscrição, conferida após o exame de que trata o Decreto nº 8.778, de 22 de janeiro de ) Na qualidade de parteiras práticas, os portadores de certidão de inscrição conferida após o exame de que trata o Decreto nº 8.778, de 22 de janeiro de Art. 3 - São atribuições dos enfermeiros, além do exercício de enfermagem: a) direção dos serviços de enfermagem nos estabelecimentos hospitalares e de saúde pública, de acordo com o art. 21 da Lei nº 775, de 06 de agosto de 1949; b) participação do ensino em escolas de enfermagem e de auxiliar de enfermagem; c) direção de escolas de enfermagem e de auxiliar de enfermagem; d) participação nas bancas examinadoras de práticos de enfermagem. Art. 4 - São atribuições das obstetrizes, além do exercício da enfermagem obstétrica: a) direção dos serviços de enfermagem obstétrica nos estabelecimentos hospitalares e de Saúde Pública especializados para a assistência obstétrica; b) participação no ensino em escolas de enfermagem obstétrica ou em escolas de parteiras; c) direção de escolas de parteiras; d) participação nas bancas examinadoras de parteiras práticas. Art. 5 - São atribuições dos auxiliares de enfermagem, enfermeiros práticos e práticos de enfermagem, todas as atividades da profissão, excluídas as constantes nos itens do art. 3, sempre sob orientação médica ou de enfermeiro.

19 19 Art. 6 - São atribuições das parteiras as demais atividades da enfermagem obstétrica não constantes dos itens do art. 4. Art. 7 - Só poderão exercer a enfermagem, em qualquer parte do território nacional, os profissionais cujos títulos tenham sido registrados ou inscritos no Departamento Nacional de Saúde ou na repartição sanitária correspondente nos Estados e Territórios. Art. 8 - O Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio só expedirá carteira profissional aos portadores de diplomas, registros ou títulos de profissionais de enfermagem mediante a apresentação do registro dos mesmos no Departamento Nacional de Saúde ou na repartição sanitária correspondente nos Estados e Territórios. Art. 9 - Ao Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina, órgão integrante do Departamento Nacional de Saúde, cabe fiscalizar, em todo o território nacional, diretamente ou por intermédio das repartições sanitárias correspondentes nos Estados e Territórios, tudo que se relacione com o exercício da enfermagem. Art Vetado. Art Dentro do prazo de 120 (cento e vinte) dias da publicação da presente lei, os hospitais, clínicas, sanatórios, casas de saúde, departamentos de saúde e instituições congêneres deverão remeter ao Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina a relação pormenorizada dos profissionais de enfermagem, da qual conste idade, nacionalidade, preparo técnico, títulos de habilitação profissional, tempo de serviço de enfermagem e função que exercem. Art Todos os profissionais de enfermagem são obrigados a notificar, anualmente, à autoridade respectiva sua residência e sede de serviço onde exercem atividade. Art O prazo de vigência do Decreto nº 8.778, de 22 de janeiro de 1946, é fixado em 1 (um) ano, a partir da publicação da presente lei. Art Ficam expressamente revogados os Decretos ns , de 22 de

20 20 janeiro de 1934, , de 26 de dezembro de 1932, e , de 15 de junho de Art Dentro em 120 (cento e vinte) dias da publicação da presente lei, o Poder Executivo baixará o respectivo regulamento. Art Esta lei entrará em vigor na data da sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Rio de Janeiro, 17 de setembro de 1955, 134º da Independência e 67º da República João Café Filho Candido Motta Filho Napoleão de Alencastro Guimarães DECRETO Nº DE 28/04/1961 Regulamenta o exercício da Enfermagem e suas funções auxiliares no território nacional. O Presidente da República usando da atribuição que lhe confere o art. 87, item I, da Constituição, decreta: Art. 1º - Poderão exercer a Enfermagem e as suas funções auxiliares, em qualquer ponto do território nacional, os portadores de títulos de Enfermeiro, Obstetriz, Auxiliar de Enfermagem, Parteira, Enfermeiro prático, Prático de Enfermagem e Parteira prática devidamente registrados no Ministério da Educação e Cultura, quando couber; e registrados ou inscritos no Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina e Farmácia, do Ministério da Saúde e, cumulativamente, nos órgãos congêneres das Unidades da Federação. Art. 2º - O exercício da Enfermagem e de suas funções auxiliares compreende a execução de atos que nos seus respectivos campos profissionais visem a: a) observação, cuidado e educação sanitária do doente, da gestante ou do acidentado;

21 21 b) administração de medicamentos e tratamentos prescritos por médico; c) educação sanitária do indivíduo, da família e outros grupos sociais para a conservação e recuperação da saúde e prevenção das doenças; d) aplicação de medidas destinadas à prevenção de doenças. Art. 3º - Ao título de enfermeiro têm direito: a) os portadores de diploma expedido no Brasil, por escolas oficiais ou reconhecidas pelo Governo Federal, nos termos da Lei nº 775, de 6 de agosto de 1949 e seu regulamento; b) os diplomados por escolas estrangeiras reconhecidas pelas leis de seus país e de padrão de ensino equivalente ao estabelecido no Brasil, após a revalidação de seus diplomas e registro nos termos do art. 1º; c) os portadores de diploma de Enfermeiro, expedido pelas escolas ou cursos de Enfermagem nas Forças Armadas Nacionais e Forças Militarizadas, depois de aprovadas nas disciplinas e estágios obrigatórios constantes do currículo estabelecido pelo regulamento da Lei nº 775/49 aprovado pelo Decreto nº , de 14 de novembro de 1949, devidamente discriminados por instruções a serem baixadas pelo Ministério da Educação e Cultura; d) as pessoas registradas como tal, nos termos dos artigos 2º e 5º do Decreto nº , de 11 de janeiro de 1932, e, até a promulgação da Lei nº 775, de 6 de agosto de 1949, aquelas a que se refere a art. 33, parágrafo único, do Decreto nº de 10 de março de Parágrafo único - o profissional a que se refere este artigo, quando habilitado para a assistência obstétrica, poderá denominar-se enfermeira obstétrica, além do que dispõe o art. 4º. Art. 4º - Ao título de obstetriz têm direito: a) os possuidores de diploma expedido no Brasil, por escolas de obstetrizes oficiais ou reconhecidas pelo Governo Federal, nos termos da Lei Nº 775, de 6 de agosto de 1949; b) as obstetrizes ou enfermeiras obstétricas diplomadas por escolas estrangeiras, reconhecidas pelas leis de seu país e de padrão de ensino equivalente ao estabelecido no Brasil, após a revalidação de seus diplomas e registro nos termos do artigo primeiro; c) as enfermeiras obstétricas, portadoras de certificados de habilitação, conferido de acordo com os artigos 211 e 214 do Decreto Nº , de 28 de dezembro de 1931;

22 22 d) as enfermeiras obstétrica diplomadas em enfermagem e portadoras de certificado de especialização, de acordo com a Lei Nº 775, de 6 de agosto de 1949 e seu regulamento. Art. 5º - Ao título de auxiliar de enfermagem têm direito: a) os portadores de certificado de auxiliar de enfermagem conferido por escolas oficiais ou reconhecidas pelo Governo Federal, nos termos da Lei Nº 775, de 6 de agosto de 1949 e seu regulamento; b) os portadores de títulos registrados de acordo com a Lei Nº 2.822, de 14 de julho de 1956; c) os portadores de certificados expedido por escolas e cursos de enfermagem das forças armadas nacionais e forças militarizadas que não se acharem incluídos na letra c do art. 3º deste regulamento. Art. 6º - Ao título de parteira têm direito: a) na qualidade de parteira, os portadores de certificado de parteira, conferido por escola oficial ou reconhecida pelo Governo Federal, nos termos da Lei Nº 775, de 6 de agosto de 1949; b) as parteiras portadoras de certificado de habilitação conferido de acordo com o Decreto Nº 1.270, de 10 de janeiro de 1891 e com o Decreto Nº 3.902, de 12 de janeiro de Art. 7º - Ao título de enfermeiro prático têm direito: a) os enfermeiros práticos inscritos mediante o disposto no Decreto Nº , de 22 de janeiro de 1934; b) as religiosas de comunidade amparadas pelo Decreto Nº , de 26 de dezembro de Art. 8º - Ao título de prático de enfermagem e de parteira prática têm direito: Os portadores de certificado obtido segundo o que dispõe o Decreto Lei Nº 8.778, de 22 de janeiro de 1946, revigorado pela Lei Nº 3.640, de 10 de outubro de Art. 9º - São atribuições dos enfermeiros além do exercício da enfermagem em todos os seus ramos e o estabelecido no art. 2º deste regulamento: a) administração dos serviços de enfermagem, nos estabelecimentos hospitalares, para-hospitalares e de saúde pública, conforme o art. 21 da Lei

23 23 Nº 775/49; b) participação no ensino, escolas de enfermagem e de auxiliar de enfermagem e treinamento de pessoal em serviço; c) direção e inspeção de escolas de enfermagem e de auxiliares de enfermagem; d) participação nas bancas examinadoras de práticos de enfermagem e de concurso para seleção e provimento de cargos de enfermeiro e de auxiliar de enfermagem. Art São atribuições dos auxiliares de enfermagem, enfermeiros práticos e práticos de enfermagem, as atividades da profissão, sempre sob a orientação de médico ou de enfermeiro excluídas as relacionadas no art. 9º. Art São atribuições das obstetrizes além do exercício da enfermagem obstétrica e o estabelecido no art. 2º deste regulamento: a) administração dos serviços de enfermagem obstétrica nos estabelecimentos hospitalares, para-hospitalares e de saúde pública especializados para assistência de pré-parto, parto e pós-parto; b) participação no ensino de enfermagem obstétrica e treinamento de pessoal em serviço; c) participação nas bancas examinadoras e parteiras práticas e de concurso para seleção e provimento de cargos de obstetrizes e de parteiras. Parágrafo único - é da responsabilidade da obstetriz e da parteira: a) prestar assistência e enfermagem obstétrica à mulher do ciclo grávidopuerperal, em domicílio ou no hospital; b) acompanhar o parto e o puerpério normais, limitando-se aos cuidados indispensáveis à parturiente e ao recém-nascido; c) solicitar a presença do médico, com urgência em qualquer anormalidade; d) avisar à família a ocorrência de qualquer sintoma anormal, cabendo-lhe, outrossim, a responsabilidade criminal pelos acidentes atribuíveis à imperícia de sua intervenção. Art É permitido às obstetrizes e parteiras: a) em casos urgentes, em que não possa fazer delivramento manual, na ocorrência de hemorragia grave, aplicar injeções de cardiotônico, de soro glicosado ou de soluto fisiológico, providenciar a autorização médica para a transfusão sangüínea e a oxigenação materna, em face de sofrimento materno, ou fetal, praticar manobras respiratórias e a oxigenoterapia,

24 24 visando à reanimação do recém-nascido; b) aplicar injeções que provocam a contração do músculo uterino após o delivramento. Art São atribuições das parteiras práticas as atividades de enfermagem obstétrica, sempre sob a orientação de médico ou de enfermeira obstétrica excluídas as relacionadas no art.11. Art São deveres de todo o pessoal de enfermagem: a) respeitar fielmente as determinações prescritas pelo médico; b) comunicar ao médico as ocorrências do estado do paciente, havidas em sua ausência; c) manter perfeita anotação nas papeletas clínicas de tudo quanto se relacionar com o doente e com a enfermagem; d) prestar aos pacientes serviços pessoais que lhes proporcione higiene e bem estar, mantendo um ambiente psicológico e físico que contribua para a recuperação da saúde; e) cumprir, no que lhes couber, os regimentos, instruções e ordens de serviço específicos da organização em que servirem. Art É vedado a todo o pessoal de enfermagem: a) instalar consultórios para atender clientes; b) administrar medicamentos sem prescrição médica, salvos nos casos de extrema urgência, reclamada pela necessidade de evitar ou combater acidentes graves que comprometem a vida do paciente, da parturiente, do feto ou recém-nascido, até que chegue o médico, cuja presença deve ser imediatamente reclamada; c) indicar, fornecer ou aplicar substâncias anestésicas; d) ministrar entorpecentes sem prescrição médica; e) realizar qualquer intervenção cirúrgica, salvo a episiotomia, quando exigida. Art É vedado especificamente às obstetrizes, parteiras e parteiras práticas: a) prestar assistência profissional fora do período do ciclo grávidopuerperal; b) recolher, na própria residência, parturientes e gestantes para tratamento; c) ter sob sua responsabilidade gestante, parturiente ou puérpera internadas

25 25 em casa de saúde ou qualquer outro nosocômio; d) interromper a gestação por qualquer razão, provocando o aborto; e) praticar a extração digital ou instrumental do ovo; f) aplicar pessários em útero vazio ou cheio; g) praticar, em qualquer caso, curetagem uterina. Art Ao Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina e Farmácia, órgão integrante do Departamento Nacional de Saúde do Ministério da Saúde, cabe fiscalizar em todo território nacional, diretamente ou por intermédio das repartições sanitárias correspondentes dos Estados e Territórios, tudo quanto se relacionar com o exercício da enfermagem. Art Para a fiscalização a que se refere o artigo anterior, o Ministério da Saúde designará servidores enfermeiros e obstetrizes, portadores de diplomas expedidos por escola oficial ou reconhecida pelo Ministério da Educação e Cultura e registrados de acordo com a legislação em vigor. Art As entidades que empregam enfermeiros, obstetrizes, auxiliares de enfermagem, parteiras, enfermeiros práticos e parteiras práticas ficam obrigados a comunicar, por escrito, ao Serviço Nacional de Fiscalização de Medicina e Farmácia todos os dados de identificação de seu pessoal de enfermagem e posteriormente cada ano, as ocorrências abaixo mencionadas: a) admissão e demissão daquele pessoal; b) mudança de nome conseqüente a matrimônio; c) afastamento da profissão e sua causa; d) realização de cursos de aperfeiçoamento ou especialização. Parágrafo único - a obrigação a que se refere este artigo caberá ao próprio quando não estiver exercendo a profissão ou a exercer por conta própria. Art O presente Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Brasília, 28 de março de 1961, 140º da Independência e 73º da República. Jânio Quadros Cattete Pinheiro Castro Neves

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