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1 Nome Número Docente: JA VA Curso: LERCM MEIC MEET MERCM Exame (responda a todas as perguntas pares) / Repetição do 1º teste Nas questões de resposta múltipla (V/F) assinale com uma cruz a resposta correta. V F 1) Qual o fator principal de modo a que a cifra One-Time-Pad seja bem sucedida? 1.1) 1.2) 1.3) Uso de uma sequência pseudo-aleatória Uso de uma sequência aleatória uma única vez Uso de certificados digitais emitidos por uma entidade de certificação reconhecida no mercado 1.4) Uso de uma sequência aleatória uma única vez em cada mensagem, podendo ser repetidas em mensagens distintas 2) As seguintes ameaças são consideradas passivas: 2.1) 2.2) 2.3) 2.4) 2.5) Máscara Reenvio Análise de tráfego Negação de serviço Divulgação do conteúdo das mensagens Modificação do conteúdo das mensagens 3) Estabelecer direitos e restrições de acesso a recursos é um/uma: 3.1) 3.2) 3.3) 3.4) Ameaça à segura Serviço de segurança Política de segurança Mecanismo de segurança 4) O mecanismo de notarização (notarization) está associado ao serviço de: 4.1) 4.2) 4.3) 4.4) 4.5) 4.6) Integridade Autenticação Disponibilidade Não-repudiação Confidencialidade Controlo de acessos 5) A cifra de Vigenère é do tipo: 5.1) 5.2) 5.3) 5.4) 5.5) 6) Um SYN cookie: 6.1) 6.2) 6.3) 6.4) Cifra de fluxo Cifra simétrica Cifra assimétrica Cifras de substituição Cifras de transposição Utiliza o ISN do TCP Utiliza o ISN (número de sequência inicial) do IP Pretende minimizar ataques de negação de serviço As máquinas que pretendem estabelecer comunicação devem partilhar uma chave secreta 1

2 7) A dimensão do espaço de chaves: 7.1) 7.2) 7.3) 7.4) Garante a segurança de uma cifra No 3DES é superior ao do DES No DES é superior no modo Cipher Block Chaining (CBC) do que no Electronic Code Book (ECB) É maior na cifra de Vigenère do que na de César 8) Vantagens do AES face ao DES: 8.1) 8.2) 8.3) 8.4) 8.5) Ser uma cifra de Feistel Número de rounds superior Blocos de dimensão superior Ser uma cifra de fluxo/sequencial Comprimento das chaves de 128, 192, e 256 bits 9) Qual o resultado da operação: <número de aluno> mod 5 = 10) x tem um inverso multiplicativo módulo n sse: 10.1) (n) = x 10.2) gcd(x, n)=1 10.3) x for primo relativo de n 10.4) x e n forem números primos 11) O algoritmo de Euclides serve para determinar: 11.1) Se um número é primo 11.2) Os fatores de um número 11.3) Qual o máximo divisor comum de dois números 11.4) O inverso multiplicativo de dois números módulo n 12) No Diffie-Hellman, em que X = g x mod n e Y = g y mod n os valores que não podem ser transmitidos são: 12.1) X 12.2) Y 12.3) n 12.4) x 12.5) y 12.6) g 13) Escreva a expressão, indicando os valores a usar no seu caso, para o cálculo do número de inteiros positivos que são primos relativos do seu número de aluno 14) A principal função do Diffie-Helman é a: 14.1) Cifra simétrica 14.2) Cifra assimétrica 14.3) Distribuição de chaves 14.4) Integridade dos dados 14.5) Autenticação da origem 15) Se usar o RSA e possuir a chave privada e a chave pública tiver sido publicada via certificado digital quer dizer que poderá: 15.1) Enviar mensagens autenticadas 15.2) Enviar mensagens cifradas seguras 15.3) Decifrar mensagens cifradas com a respetiva chave pública 15.4) Verificar a autenticação de mensagens autenticadas com a chave pública

3 16) Uma função de hash ser livre de colisões implica, sendo x e y textos em claro: 16.1) x<>y implica h(x)<>h(y) 16.2) h(x) h(y) = h(x y), significa concatenado 16.3) Impossível encontrar um x<>y tal que h(x)=h(y) 16.4) x<>y implica que o resultado de h(x) e de h(y) devem ter dimensões distintas (comprimento) 17) Assumindo o uso de MD5 e um computador que conseguisse realizar 2 34 tentativas por segundo, quantos anos levaria a experimentar todas as hipóteses possíveis (inverter o hash)? 18) Indique quais das seguintes afirmações são verdadeiras: 18.1) Uma cifra simétrica serve para assinar uma mensagem 18.2) Uma função de hash, sem chave, serve para assinar uma mensagem 18.3) Uma cifra assimétrica, usando uma chave privada, serve para assinar uma mensagem 18.4) Uma cifra assimétrica, usando uma chave pública, serve para assinar uma mensagem 19) O objetivo do Distinguished Name (DN) é: 19.1) Diferenciar as entidades certificadoras 19.2) Criar uma identificação legal, não ambígua e única dos sujeitos 19.3) Distinguir os certificados emitidos pela mesma entidade certificadora 19.4) Distinguir entre os vários tipos de algoritmos de assinatura digital do certificado 3

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5 Nome Número Docente: JA VA Curso: LERCM MEIC MEET MERCM Exame (responda a todas as perguntas pares) / Repetição do 2º teste Nas questões de resposta múltipla (V/F) assinale com uma cruz a resposta correta. V F 20) No PPP: 20.1) O LCP apenas permite o transporte de pacotes IP 20.2) O LCP permite o estabelecimento, configuração e teste das ligações ao nível 3 (rede) 20.3) Os pacotes IP podem ser fragmentados pelo NCP quando transportados numa ligação PPP 20.4) A autenticação PAP é realizada periodicamente de forma a garantir a autenticação do nó remoto 20.5) Os pacotes NCP apenas podem ser enviados depois do estabelecimento da ligação PPP através do LCP 21) Tendo em consideração o Point-to-Point Protocol(PPP): 21.1) A autenticação do cliente é realizada pelo LCP 21.2) A atribuição de endereço IP e da máscara são realizadas pelo IPCP 21.3) Independentemente da camada inferior ao PPP, as tramas deste são sempre delimitadas pelas flags 21.4) O NCP e o LCP são protocolos alternativos que fazem parte do PPP e são usados conforme se pretenda que o PPP emule nível 2 ou nível 3 do modelo OSI. 22) Tendo em consideração o IEEE 802.1x classifique as seguintes frases: 22.1) O EAPoL-Start possibilita a descoberta do autenticador 22.2) O IEEE 802.1x é uma forma de lidar com o EAP numa LAN 22.3) O IEEE 802.1x define como forma de autenticação o EAP-TLS 22.4) O IEEE 802.1x define como forma de autenticação o HMAC-SHA1 22.5) Em IEEE 802.1x o suplicante usa um endereço MAC de grupo (multicast) para descobrir o autenticador 23) Considere o uso do segredo partilhado em RADIUS: 23.1) O campo Identifier também permite identificar a chave partilhada 23.2) Existe uma chave pré-definida entre cada cliente e o servidor de autenticação RADIUS 23.3) Este segredo é usado para proteger todos os campos das mensagens Access-Request 23.4) O segredo partilhado permite a autenticação e integridade das mensagens Access-Accept 23.5) Existe apenas uma chave partilhada entre todos os clientes e o servidor de autenticação RADIUS 24) Tendo em consideração o RADIUS: 24.1) Todas as mensagens de respostas são autenticadas 24.2) Os pedidos apenas são autenticados se se usar o atributo Message-Authenticator 24.3) O TCP é usado quando se pretende uma maior fiabilidade para as mensagens RADIUS 24.4) O RADIUS garante a confidencialidade de todas as mensagens contendo o atributo EAP_Message 24.5) A confidencialidade do atributo User-Password é garantida recorrendo a um algoritmo de cifra que usa a chave pré-partilhada 25) Considere o protocolo EAP-TLS e EAP-TTLS: 25.1) Em ambos os protocolos o servidor é autenticado 25.2) O EAP-TLS necessita que tanto o suplicante como o servidor possuam certificados 25.3) No EAP-TTLS é estabelecido um túnel TLS entre o cliente e o servidor de autenticação 5

6 25.4) Com o EAP-TTLS é necessário realizar a autenticação do cliente através de outro protocolo 26) Considere o protocolo PPTP: 26.1) O canal de dados do PPP corresponde a um canal GRE sobre IP 26.2) O canal de controlo do PPP utiliza o protocolo de transporte UDP 26.3) Para garantir confidencialidade usa-se os protocolos de cifra do PPP 26.4) O PPTP encapsula tramas PPP substituindo o cabeçalho PPP por um cabeçalho PPTP 26.5) Por cada mensagem PPTP apenas existe um cabeçalho IP, do pacote IP que a transporta 27) No WEP: 27.1) A chave muda obrigatoriamente ao fim de 10Kbytes 27.2) Pode usar até 4 chaves distintas podendo estas ser a 40 ou 104 bit 27.3) O vetor de inicialização é gerado aleatoriamente e enviado cifrado 27.4) A integridade é garantida usando um CRC a 32 bit cifrada com RC4 28) No WPA o MIC permite: 28.1) Fazer fragmentação 28.2) Ajudar a prevenir ataques por repetição 28.3) Garantir a integridade das mensagens trocadas 28.4) Usar AES para garantir a confidencialidade dos MPDU 28.5) Falhas sucessivas no MIC implicam desativação ao AP durante 60 s 29) No WPA2: 29.1) Tem proteção contra ataques por repetição 29.2) A confidencialidade das mensagens é baseada no AES 29.3) Garante a autenticação através do uso em exclusivo do EAP 29.4) O hardware usado com o WAP e WEP serve para o WPA2 sendo necessário atualizar os drivers 30) Em quais dos seguintes modos do IPSec o cabeçalho do pacote IP original (na entrada do IPSec) fica cifrado: 30.1) AH no modo túnel 30.2) ESP no modo túnel 30.3) AH no modo transporte 30.4) ESP no modo transporte 31) Considere que o modo de autenticação AH do IPSec em modo transporte está a ser usado. Qual dos seguintes campos não são usados no campo de autenticação do AH: 31.1) Checksum IP 31.2) Time to Live (TTL) 31.3) Endereço IP de origem 31.4) Endereço IP de destino 31.5) Porto TCP ou UDP de origem 32) Considere o IKEv2: 32.1) Necessita de certificados por parte dos dois participantes na sessão 32.2) Os algoritmos criptográficos usados num SA podem ser negociados 32.3) Os nonces trocados entre entidades são usados no cálculo da chave mestre 32.4) Apenas é necessário um SA IKE para cada ligação IPSec entre duas entidades 32.5) Primeiro é realizado autenticação mútua e só depois é que se define a chave mestre 33) Sobre o SSL record header indique: 33.1) Os dados são cifrados e de seguida calcula-se um MAC 33.2) O SSL record header é cifrado em conjunto com os dados 33.3) Juntamente com os dados é cifrado um número de sequência 33.4) Com uma cifra de fluxo não é necessário realizar padding aos dados

7 33.5) O SSL record header apenas é usado durante o estabelecimento (handshake) da ligação SSL 34) Considere o ClientNonce e ServerNonce no SSL handshake: 34.1) O ClientNonce é cifrado com a chave pública do servidor 34.2) Estes valores permitem dificultar os ataques por repetição 34.3) O ServerNonce deve ser mantido constante para cada pedido de ligação 34.4) Estes valores garantem que as chave master_key seja sempre diferente 34.5) Mesmo quando o cliente não é autenticado este necessita de enviar o ClientNonce 35) Tendo em consideração o SMIME: 35.1) É uma alternativa segura ao SMTP 35.2) Implica a utilização de certificados digitais 35.3) Pode fornecer confidencialidade entre a origem e o destino de um 35.4) Permite garantir que as mensagens proveem do servidor de do domínio de origem 7

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