Acesso as Informações do Sistema Elétrico do Estado do Pará Utilizando a Rede Corporativa da Eletronorte ou a Intranet

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1 Acesso as Informações do Sistema Elétrico do Estado do Pará Utilizando a Rede Corporativa da Eletronorte ou a Intranet Daniel Augusto Martins / Victor Simões Martins Departamento Regional de Produção e Comercialização do Pará Divisão de Operação do Sistema Departamento de Comercialização e Produção do Pará CPA Divisão de Operação do Sistema - CPAO 03/10/05 Manual.doc sugestões: 1

2 1. OBJETIVO BASES DE CONCEPÇÃO HISTÓRICO IMPLANTAÇÃO Relatórios de Máximos e Mínimos Gráfico das Variáveis do Sistema Acesso ao Sistema de Supervisão Diagramas Unifilares Acesso às listas de Alarmes e Eventos do Sistema VANTAGENS DO PRODUTO DISSEMINAÇÃO E CONTINUIDADE DESCRIÇÃO TÉCNICA DOS PROGRAMAS E CONFIGURAÇÕES METODOLOGIA ADOTADA PARA A GESTÃO DO PRODUTO Preparação dos arquivos de dados Apresentação de Novos Usuários Implantação do Acesso à Base de Dados SAGE Configuração do SAMBA Configuração do Servidor Apache Instalação do openssl Instalação do Apache Geração do certificado SSL Criando a Chave Privada Gerando um Certificado Auto-Assinado Lançamento do Servidor Apache em Modo Seguro Configuração de rede Localização dos Arquivos OUTROS SERVIÇOS DO SERVIDOR ABIL Geração Automática de Estatística de Acesso ao abil Exportação dos Arquivos de Alarmes para DCSRV Bibliografia Anexos /10/05 Manual.doc sugestões: 2

3 1. OBJETIVO O objetivo deste documento é descrever os procedimentos de software adotados e os programas desenvolvidos no servidor SAGE abil, servidor integrante da rede SAGE do Centro de Operação Regional de Belém COR-B de forma a torná-lo um provedor de acesso às informações do Sistema Elétrico de Transmissão do Estado do Pará. A visualização dos diagramas unifilares on-line e em tempo real, o acesso às listas de alarmes e eventos produzidos pelo SAGE, gráficos lineares do comportamento das variáveis analógicas do sistema são os serviços ora oferecidos por aquele servidor através da rede corporativa da Eletronorte. Estes serviços se destinam aos especialistas em operação, proteção, controle e supervisão do sistema elétrico, gerentes, superintendentes e empregados da Eletronorte em geral com interesse no comportamento do sistema. Ficaremos muito agradecidos se recebermos indicações de erro, críticas e sugestões sobre este documento e os serviços que ele descreve. Favor enviar correspondência para Daniel Martins em ou através dos telefones ou BASES DE CONCEPÇÃO As ferramentas utilizadas para o desenvolvimento deste produto foram: linguagem ANSI C, linguagem Java, na forma de applets, servlets, o próprio equipamento informático que compõe o sistema de supervisão e controle do Centro de Operação Local de Belém e a tecnologia WEB presente na rede corporativa da Eletronorte. 3. HISTÓRICO Já há algum tempo percebemos a necessidade de oferecer as informações sobre a rede de transmissão do Sistema Elétrico do Pará a outros usuários além dos operadores do sistema elétrico e das pessoas que trabalham nas proximidades do Centro de Operação COR-BE. Os especialistas em operação, proteção e planejamento do sistema elétrico podem estar interessados em ter o acesso eventual as informações do sistema elétrico tais como listas de eventos e alarmes produzidos pelo sistema de supervisão e até a visualização do comportamento do sistema elétrico em tempo real para acompanhamento de manobras ou consulta a valores atualizados das grandezas elétricas do sistema de transmissão. A quebra deste paradigma vem sendo perseguida já a alguns anos nesta Divisão. 4. IMPLANTAÇÃO A solução para este problema está sendo então conseguida através da utilização da tecnologia WEB, principalmente no ambiente Eletronorte que dispõe de uma rede corporativa que abrange toda a sua área de atuação. A figura 1 abaixo esquematiza a arquitetura de hardware e software utilizada para o desenvolvimento deste produto. 03/10/05 Manual.doc sugestões: 3

4 Qualquer cliente, localizado em qualquer ponto da Eletronorte que tenha acesso à rede corporativa, pode obter as informações on-line do sistema elétrico em questão. Para isto, a única ferramenta que ele deve dispor é um navegador (browser) da Internet, ferramenta que todo micro-computador atual já carrega a bordo. O mais comum deles é o Internet Explorer. Outros navegadores, tais como Netscape ou Mozilla, também podem ser utilizados, porém pequenas diferenças de cores ou formatos nas telas poderão ser notadas, mas nada que interfira na qualidade do resultado final, ou na compreensão das telas por parte dos usuários. Figura 1 Para se atingir o objetivo instalou-se uma placa de rede adicional no servidor abil da rede SAGE do COL-BE, transformando-o. Assim, num gateway entre a rede corporativa (INTRANET) e a rede de difusão do SAGE. Neste computador foi instalado o servidor Apache (http://www.apache.org), que é um servidor de páginas WEB (servidor http), que fica responsável por disponibilizar o produto deste trabalho na INTRANET. Ainda neste servidor, foi incluído um serviço adicional a xinetd, também conhecido como o socket dos sockets ou porta de entrada de serviços TCP, na forma de um programa desenvolvido em linguagem ANSI C, denominado Lebd, que atende a solicitações socket de número 4444 (número por nós arbitrado) e que responde a solicitações dos valores das variáveis do banco de dados do SAGE requisitadas por um applet embutido em uma página HTML ou qualquer outra implementação que se comunique via socket. O que se deve fazer para conseguir acesso as informações do sistema elétrico, estando em qualquer computador com um acesso a rede corporativa (INTRANET) é apontar seu navegador preferido para o gateway SAGE abil, por exemplo, preenchendo no campo endereço: do seu navegador o seguinte texto: 03/10/05 Manual.doc sugestões: 4

5 Ele será levado para a página mostrada na figura 2 abaixo. É possível também acessar o servidor abil através da INTERNET. Em qualquer lugar do mundo, em ponto de acesso a INTERNET, preferencialmente sob um serviço tipo banda larga (ADSL) é também possível acessar ao servidor abil apontando para o endereço Não tente usar este último endereço através da INTRANET. O acesso será negado. O desempenho do serviço, isto é, a velocidade de acesso não será confortável para acessos discados. Figura 2 Nesta página de entrada, ou já é oferecido um aperitivo do que vai estar por vir. Na parte inferior da página se pode observar um diagrama simplificado do sistema de transmissão de 500 KV da Eletronorte onde são apresentados em tempo real os principais valores de fluxo de potência ativa e tensões de barra das diversas subestações e usinas. É importante enfatizar que os valores apresentados são valores verdadeiros, em tempo real, atualizados automaticamente a cada 5 segundos aproximadamente. São oferecidos também links de acesso para diferentes serviços segundo a localização do cliente seja na rede corporativa ou na INTRANET. Como algumas informações oferecidas por estes serviços podem ter caráter confidencial, o acesso a eles depende de prévia autorização da Divisão de Operação. A senha de acesso, individual, pode ser conseguida enviando à gerência da CPAO utilizando, por exemplo, link oferecido na própria página. A descrição mais detalhada de alguns destes serviços é descrita em detalhe mais abaixo. 03/10/05 Manual.doc sugestões: 5

6 Se esta página não aparecer da maneira mostrada na figura 2, poderá ser necessário configurar o navegador a habilitar a visualização de applets e/ou não permitir que o servidor Proxy de Brasília tente traduzir nomes simbólicos da rede local. Se o navegador do usuário já acessa páginas que utilizam a mesma tecnologia deste produto (Applets JAVA), como o site do Banco do Brasil e se seu navegador estiver com a caixa Não usar Proxy para endereços locais marcada no caminho: Ferramentas / Opções da Internet / Conexões / Configurações da LAN, então provavelmente esta página será visualizada numa forma semelhante àquela mostrada acima. 5. Relatórios de Máximos e Mínimos Atualmente o único relatório operacional oferecido por este serviço é o relatório de valores máximos e mínimos diários horários ou diários das principais variáveis do sistema elétrico. Pretendemos incluir aqui os balanços energéticos e os relatórios de desempenho do próprio SPCS, de interesse daqueles que trabalham na sua manutenção e atualização. A figura 3 abaixo apresenta a página de entrada deste serviço. A sua utilização é bastante simples. Seleciona-se a Subestação, o tipo de relatório que queremos: diário ou horário e a data. O botão Exibir relatório provoca a confecção, através da consulta à base histórica do SAGE dos valores máximos e mínimos das principais variáveis da subestação selecionada. Figura 3 03/10/05 Manual.doc sugestões: 6

7 6. Gráfico das Variáveis do Sistema Um outro serviço oferecido na página de entrada, mostrada na figura 1, fornece a possibilidade de visualizar formas de onda das variáveis analógicas supervisionadas de cada instalação. Este link, quando selecionado, oferece como entrada o próprio manual de utilização do aplicativo. Por este motivo, este serviço não é descrito em mais detalhes neste documento. A figura 4, abaixo ilustra um exemplo do resultado do gráfico de uma variável do sistema elétrico. Figura 4 03/10/05 Manual.doc sugestões: 7

8 7. Acesso ao Sistema de Supervisão Para acessar as informações em tempo real do sistema elétrico usa-se o link Acesso ao Sistema de Supervisão. Após fornecer nome e senha de acesso a página mostrada na figura 4 é apresentada. A partir daí se pode selecionar a instalação que se quer visualizar clicando no botão correspondente. Os botões no final da página oferecem a possibilidade de atalhos diretos para as principais instalações. Figura 5 A partir desta página são oferecidos dois serviços em tempo real. O acesso a todos os diagramas unifilares. Exatamente aqueles utilizados pelos operadores do COR-B e o acesso aos arquivos de alarmes, eventos (soe) e auditoria produzidas pelo SCADA do COR-B. A seguir são descritos resumidamente estes dois serviços. 03/10/05 Manual.doc sugestões: 8

9 7.1. Diagramas Unifilares Cada botão desta página, por sua vez, conduz a diagramas unifilares específicos de cada instalação. Assim, por exemplo, a figura 6, abaixo, mostra o diagrama unifilar da Subestação de Utinga com valores e estados dos equipamentos em tempo real. Estas telas são praticamente iguais às telas que os operadores do sistema utilizam nas suas tarefas diárias. No exemplo da figura 3, a tela representa o comportamento no instante da visualização das variáveis medidas na subestação de Utinga, além da configuração topológica do arranjo dos disjuntores e chaves daquela subestação. Figura 6 A nomenclatura utilizada nos diagramas unifilares é exatamente aquela descrita no manual do usuário do SAGE. Por exemplo, um disjuntor fechado é representado por um pequeno quadrado, no caso do diagrama da figura 3, na cor vermelha, totalmente preenchida da mesma cor. Um disjuntor aberto é representado vazado. Os valores analógicos são representados dinamicamente por números positivos ou negativos. Valores inválidos no campo são representados na cor amarela, indicando grandezas com defeito no captor ou variáveis de uma instalação sem comunicação com o centro de operação. 03/10/05 Manual.doc sugestões: 9

10 Outras telas podem ser visualizadas utilizando os botões da parte inferior da tela ou, em alguns casos, em áreas sensíveis da mesma. Algumas áreas dos diagramas unifilares são sensíveis ao click do mouse. Por exemplo, clicando sobre um disjuntor, caso seu navegador habilite popup, uma janela deve aparecer com a listagem de todos os pontos associados a este disjuntor. Um exemplo desta janela de popup é mostrada na figura 7 abaixo. Especificamente nos objetos tipo disjuntor, um click sobre ele cria uma janela de pop-up listando todos os eventos, proteções, cartões associados aquele disjuntor, como mostra o exemplo da figura 7, abaixo. Neste pop-up as linhas em vermelho, com a marca à esquerda [ SIM ] indicam que a variável está com o valor 1 no campo, o que pode significar um estado como ligado ou atuado, fechado, anormal, etc. Linhas em verde, com a marca [ NÃO ] indicam que a variável associada está com valor 0 no campo, o que pode indicar um estado desligado, normal, desatuado, aberto, etc. Outras áreas, em geral sombreadas, também podem, eventualmente, ser utilizadas para navegação para outras telas. Figura 7 É importante frisar aqui que mesmo as proteções do tipo fugitivas, isto é, aquelas do tipo pulso e, como tal, não são persistentes, também estão representadas no pop-up. Assim, pelo fato de uma variável estar 03/10/05 Manual.doc sugestões: 10

11 indicada como [ NÃO ] isto apenas significa que ela não está atuada. Contudo ela pode ter atuado e já desapareceu. A melhor maneira de se certificar da atuação ou não de uma proteção fugitiva é examinar o arquivo de eventos utilizando o serviço descrito a seguir. 7.2 Acesso às listas de Alarmes e Eventos do Sistema Este serviço é lançado clicando no botão inferior mais a direita das telas como mostra a figura 7 acima. Este serviço permite a visualização dos arquivos de alarmes, eventos e auditagem, produzidos pelo sistema SAGE. Este serviço foi desenvolvido com a mesma tecnologia do interpretador de telas do SAGE, portanto o computador cliente depende das configurações já citadas anteriormente para este interpretador. A figura 8 abaixo mostra um exemplo de visualização de arquivo de eventos do dia 03 de fevereiro de Figura 8 Os botões Alarmes, Eventos e Auditagem permitem a visualização da lista de Alarmes, de Eventos ou Auditagem, respectivamente, do dia em curso. O Botão Monitorar permite o acompanhamento dinâmico dos eventos em tempo real. Esta função pode ser muito útil para acompanhamento de manobras programadas. Uma parte do arquivo mostrado pode ser selecionada, compactada (através do botão 03/10/05 Manual.doc sugestões: 11

12 Compactar ), copiada, colada em outro aplicativo qualquer ou mesmo impressa. A barra de rolagem oferece a possibilidade de busca por intervalo horário no dia em visualização. O botão Recarregar permite que o arquivo atual seja recarregado, por exemplo, após uma compactação, apresentando-o de forma estática, ou seja, com as informações do momento em que foi a ação foi requisitada. 8. VANTAGENS DO PRODUTO Até onde se tem notícia, esta é primeira implantação, em todo o Setor Elétrico Brasileiro, de acesso on-line e em tempo real a informações da rede elétrica através da rede corporativa, utilizando o sistema SAGE como interface a base de dados. Esta característica confere a este produto a função de pioneirismo e bench-mark, já que não temos como comparar seu desempenho, simplicidade de implantação, segurança dos dados e etc com outros eventuais sistemas. A metodologia adotada evita que seja necessária a instalação de qualquer aplicativo adicional nos computadores dos clientes. Este fato trás consigo uma conseqüência: as atualizações, ampliações ou correções no sistema são levadas automaticamente para todos os clientes sem a necessidade de substituição de software no computador do cliente. Alguns clientes talvez nem percebam imediatamente qualquer alteração. 9. DISSEMINAÇÃO E CONTINUIDADE O uso industrial deste produto exige que o acesso seja feito através de autorização prévia. Outro aspecto nos preocupa é o problema da segurança. O gateway SAGE mostrado na figura 1 é uma porta de entrada à rede de operação e, portanto, precisa sofrer um tratamento de segurança. Este computador foi protegido contra invasão seguindo as recomendações da RedHat, fabricante do sistema operacional utilizado, no seu documento Security Issues. Finalmente, o desenvolvimento deste trabalho nos mostrou outro desafio que tentaremos possivelmente alcançar no futuro. O sistema SAGE do COL-BE já dispõe de uma base de dados histórica que contém as variações cronológicas de todas as variáveis do sistema. Toda a história elétrica do sistema está sendo armazenada em disco e fita magnética desde junho deste ano. Pretendemos assim, modificar o applet desenvolvido para permitir que ele, ao invés de consultar os valores atuais das variáveis, possa também consultar os valores passados das variáveis. Fazê-lo passear pela história do sistema em uma escala de tempo escolhida, e assim poder reproduzir ocorrências como se elas estivessem se passando no instante da consulta. 03/10/05 Manual.doc sugestões: 12

13 10. DESCRIÇÃO TÉCNICA DOS PROGRAMAS E CONFIGURAÇÕES A partir deste parágrafo será descrito, de forma detalhada, todos os procedimentos e programas desenvolvidos no gateway SAGE para colocação em funcionamento dos serviços descritos acima. O público alvo para este segmento final do relatório é o pessoal especialista em programação de computadores e mantenedores do SAGE COR-B. O cliente dos serviços oferecidos pode parar sua leitura por aqui. 11. METODOLOGIA ADOTADA PARA A GESTÃO DO PRODUTO O sistema elétrico sofre evolução constante. O Estado do Pará, em particular, está em plena fase de implantação do RETROFIT, o que resultará na modernização de todo o seu parque de proteção e controle. Este esforço ainda vai durar alguns anos. A entrada de novas linhas e equipamentos que implicam num grande esforço de manutenção da base de dados e telas do SAGE é uma constante no nosso trabalho. Assim sendo, o desenvolvimento deste produto teve a preocupação de exigir o menor esforço possível de manutenção. O reduzido quadro de pessoal de que dispomos não nos permite a utilização exclusiva de um web designer e mantenedor dos serviços oferecidos por este produto. Desta forma a metodologia adotada no seu desenvolvimento foi uma metodologia que permitisse que a manutenção das telas oferecidas com as informações fosse bastante simplificada. Sempre que uma tela SAGE é alterada para refletir uma nova configuração do sistema elétrico, tudo que precisamos fazer é executar uma linha de comando no gateway abil SAGE para atualizar a tela correspondente oferecida por este produto. O processador GeraHtml desenvolvido para este fim, em script linux-shell, utiliza um processador em linguagem C (ParseSage.c) para realizar este trabalho. O processador GeraHtml aceita como parâmetro o nome da tela SAGE que queremos incluir ou modificar no serviço, e então produz ou refaz os arquivos utilizados pelo serviço. O nome da tela informada como parâmetro de GeraHtml deve ser necessariamente o de uma tela armazenada no diretório $TELAS. Para a confecção do produto foram produzidas mais de linhas de código Java e aproximadamente 400 linhas de código em ANSI C. O tempo gasto por duas pessoas para o desenvolvimento do produto não ultrapassou 4 meses. O produto será descrito em duas fases. Em um primeiro ambiente, que vamos denominar de ambiente offline serão descritos os procedimentos utilizados para a preparação dos arquivos de dados e páginas HTML que serão utilizadas dinamicamente pelo produto. Um segundo ambiente, que vamos denominar de ambiente on-line, serão descritos os programas executados dinamicamente e suas interações entre si e com o usuário. A figura 9 abaixo ilustra, em um diagrama de fluxo de dados, os processos necessários para a implantação do serviço, objeto deste relatório. O processamento é dividido em duas fases. Uma primeira, fase off-line, faz a preparação de páginas HTML e arquivos de dados gerados para serem utilizados na segunda fase. Na 03/10/05 Manual.doc sugestões: 13

14 fase on-line, estes arquivos são utilizados, as páginas para navegação do usuário e os arquivos de dados para serem lidos pelo applet embutido nas páginas. Cada etapa dos procedimentos será descrita a seguir. Figura 9 No ambiente off-line o script GeraHtml lê um arquivo tela SAGE cujo nome do arquivo é fornecido como parâmetro e produz dois arquivos: um arquivo tela.html, que é um arquivo HTML normal, e um arquivo tela.dat que irá fornecer as informações ao applet Java para o desenho e a animação da tela SAGE no computador do cliente. No ambiente on-line o cliente aponta seu navegador para, por exemplo: https://abil/tela.html, ou https://abil.eln.gov.br/tela.html se o acesso for feito via INTERNET. A página é carregada trazendo consigo o applet Java VisorSage.class que, por sua vez, vai ler o arquivo tela.dat em abil e com ela animar a imagem SAGE. 03/10/05 Manual.doc sugestões: 14

15 12. Preparação dos arquivos de dados Dois diretórios são importantes para o entendimento dos mecanismos de utilização dos procedimentos. O diretório /var/www/html2 é o diretório raiz informado ao Apache no seu arquivo de configuração. Assim, quando o navegador do cliente aponta para o site (ou o arquivo exibido pelo navegador é o arquivo default index.html localizado naquele diretório raiz. O diretório /var/www/html/sage e todos os subdiretórios deste diretório são os diretórios protegidos pelo Apache contra acesso não autorizados. Eles são acessados quando se utiliza o texto https no lugar de http ao apontar para o servidor abil. As ações descritas a seguir se passam no diretório /var/www/html do servidor Apache. > ls -l /var/www/ total 36 drwxr-xr-x 2 sage users 4096 Set cgi-bin/ drwxr-xr-x 3 sage users 4096 Mai 2 13:36 error/ drwxr-xr-x 3 sage users Set 15 14:30 html/ drwxr-xr-x 3 sage users 4096 Mai 2 13:36 icons/ > Todas as ações realizadas e descritas a seguir deverão ser efetuadas pelo usuário sage e este deve estar localizado no diretório /var/www/html. No diretório /var/www/html está localizado o procedimento para a criação dos arquivos HTML e os arquivos de dados utilizados pelos aplicativos dinâmicos desta função. Os programas desenvolvidos para este fim são GeraHtml e ParseSage. GeraHtml é um script, mostrado abaixo, que aceita como argumento o nome de uma tela SAGE que ele assume estar localizada no diretório $TELAS e, a partir desta tela, com o auxilio de ParseSage, produz dois arquivos resultantes. Por exemplo, executando o programa como: /var/www/html/gerahtml Uni_Guama230 O procedimento cria ou reescreve os arquivos Uni_Guama.html e Uni_Guama.dat. O primeiro é o arquivo HTML que executará o Applet Java quando apontado por um navegador. O segundo é o arquivo que contem a descrição da tela SAGE interpretado pelo Applet Java e utilizado por este para desenhar e animar a tela SAGE no computador do cliente. script GeraHtml O 01 rm -f $1.dat 02./ParseSage $1 > $1.dat 03 echo Gerando $1.dat e $1.html 04 rm -f $1.html 03/10/05 Manual.doc sugestões: 15

16 05 cat head.html > $1.html 06 echo " <p align=\"center\">" >> $1.html 07 echo " <APPLET CODE='VisorSage.class' WIDTH=980 HEIGHT=580 HSPACE=0>" >> $1.html 08 echo " <param name=nomeurl value=\"http://abil/\">" >> $1.html 09 echo " <param name=nomeserv value=\"abil\">" >> $1.html 10 echo " <param name=nomearq value=\"$1.dat\">" >> $1.html 11 echo " </APPLET>" >> $1.html 12 echo " </p>" >> $1.html 13 cat botoes.html >> $1.html O arquivo é mostrado com numeração nas linhas apenas para facilitar a explicação a seguir. Na linha 01 o arquivo passado como parâmetro, acrescido de.dat, é removido do diretório. Na linha 02 ParseSage gera o arquivo de dados a ser utilizado pelo Applet. Na linha 04 o arquivo passado como parâmetro e acrescido de.html também é removido. Na linha 05 o arquivo head.html é copiado para o arquivo HTML resultante. Na linha 06 a 12 são inseridos os códigos com a chamada do appet VisorSage.class. Na linha 13 o arquivo botoes.html é inserido complementando assim o arquivo HTML resultante. Todos os arquivos descritos neste documento são mostrados no Anexo, salvo aqueles muito grandes como, por exemplo, os códigos dos dois applets desenvolvidos, VisorSage.java e VisorAlarmes.java além do código de ParseSage.c. Sempre que uma tela SAGE for modificada no diretório $TELAS, a execução deste utilitário irá corrigir automaticamente a visualização da tela correspondente por todos os clientes deste serviço. Quando não se tiver certeza que telas que sofreram modificações é possível executar o script GeraTudo. GeraTudo chama GeraHtml para todas as telas contidas em $TELAS. Assim, podemos, através de um simples comando atualizar ou criar pela primeira vez todos os arquivos HTML e arquivos de dados necessários ao serviço. O script GeraTudo, por sua vez, pode ser gerado pela linha de comando mostrada abaixo que usa o processador de textos awk, sempre presente nos ambientes linuxes: ls $TELAS awk '{print "GeraHtml " $1}' > GeraTudo Este comando já foi embutido no arquivo GeraGeraTudo que é mais fácil de lembrar. Naturalmente será necessário editar o arquivo GeraTudo, antes de executá-lo, para apagar as linhas que contenham subdiretórios ou arquivos antigos já sem interesse ou outros arquivos que não telas SAGE eventualmente presentes naquele diretório. O programa ParseSage (ParseSage.c), chamado pelo script GeraHtml é o responsável pela geração do arquivo de telas.dat contendo todas as informações gráficas e das variáveis da base de dados SAGE para cada tela SAGE gerada. Ele constrói uma estrutura de dados em formato texto ASCII que vai ser lida pelo Applet VisorSage.class descrito mais adiante. 03/10/05 Manual.doc sugestões: 16

17 13. Apresentação de Novos Usuários Por motivos de segurança, apenas os usuários autorizados podem acessar as telas e relatórios. Assim, foi desenvolvido também um procedimento para bloqueio de acesso utilizando mecanismos já previstos no servidor Apache para proteção de diretórios. Para permitir o bloqueio as seguintes ações foram tomadas: 1. Foram incluídas as seguintes linhas no arquivo de configuração do Apache, localizado em /etc/httpd/conf/httpd.conf: # INSERE PROTEÇÃO PARA O DIRETÓRIO sage <Directory /var/www/html/sage> AllowOverride AuthConfig </Directory> 2. Além disso, criamos o arquivo /var/www/html/sage/.htaccess com o seguinte conteúdo: AuthName "Acesso ao SSC do COL-BE" AuthType Basic AuthUserFile /var/www/html/sage/.htpasswd AuthGroupFile /var/www/html/sage/.htgroup require group SAGE Com isto o diretório /var/www/html/sage e todos os outros diretórios abaixo dele ficam protegidos por senha. Lembramos que este método de proteção de acesso não utiliza SSL. A instalação do SSL é descrita mais abaixo, junto com a instalação do servidor apache. 3. Criamos o arquivo /var/www/html/sage/.htpasswd executando o utilitário, htpaswd que vem incluído na suíte Apache, para apresentação do primeiro usuário: htpasswd -c /var/www/html/sage/.htpasswd daniel 4. Foi criado também, com a ajuda de vi, o arquivo /var/www/html/sage/.htgroup para informar ao Apache o grupo SAGE a que pertencem os usuários. 5. Foi desenvolvido o programa Usuario (/var/www/html/sage/usuario.c) que deve ser usado para apresentação de novos usuários. Sua forma de chamada é simplesmente Usuario com o primeiro u em letra maiúscula. Não se deve esquecer de se localizar previamente no diretório /var/www/html/sage antes de executar este programa. Usuário atualiza de uma só vez tanto o arquivo.htpasswd quanto o arquivo.htgroup. Além disso o programa mantem, automaticamente, uma base de dados no arquivo /var/www/html/sage/.usuarios. Este arquivo contem, em cada linha, o nome de acesso (login) e o nome completo dos usuários autorizados a acessar o serviço. O programa Usuario não faz a retirada de um usuário dos arquivos citados. A retirada de um usuário deve ser feita apagando as linhas correspondentes nos arquivos.htpasswd,.htgroup e.usuarios. 03/10/05 Manual.doc sugestões: 17

18 Assim, para apresentar um novo usuário é necessário solicitar uma senha para a Gerencia da Divisão de Operação, conforme está sugerido na página de entrada do site Uma vez aprovada a solicitação, tudo que temos que fazer é nos localizar no diretório /var/www/html/sage como usuário sage, executar o comando: Usuario O programa Usuario pode também ser usado para alterar a senha de um usuário já catalogado previamente. 14. Implantação do Acesso à Base de Dados SAGE O applet VisorSage.class embutido nas páginas geradas por GeraHtml se comunica através do socket TCP de número 4444 com o programa Lebd (Lebd.c). De forma a poder simplificar a confecção deste último, considerando principalmente que este serviço deve ser capaz de atender solicitações simultâneas de múltiplos clientes, o que obrigaria Lebd ser reentrante (função C fork()), incluímos Lebd como mais um serviço ao servidor genérico de sockets oferecido pelo daemond xinetd, já presente em ambiente linux. É através deste serviço, que conexões múltiplas do tipo telnet, ftp e etc são atendidas. Para implantar Lebd como mais um serviço de xinetd tomamos duas providências. A primeira consistiu em incluir o programa LanLebd (LanLebd.c) no diretório /etc/xinetd.d. O conteúdo deste arquivo é mostrado a seguir: # default: on # description: The telnet server serves telnet sessions; it uses \ # unencrypted username/password pairs for authentication. service LanLebd { flags = REUSE socket_type = stream wait = no user = root server = /export/home/sage/sage/src/lebd/lanlebd log_on_failure += USERID disable = no } Este arquivo foi obtido pela cópia do arquivo telnet, já existente naquele diretório e a única alteração feita nele foi a troca da linha Server =... pela linha mostrada acima que informa a xinetd onde se encontra o arquivo executável do serviço. O programa LanLebd é um pequeno executável que fomos obrigados a utilizar porque Lebd (Lebd.c) não pode ser executado sob o usuário root, que é o usuário sob o qual se executa xinetd no boot do computador já que Lebd necessita das bibliotecas SAGE (shared libraries) e de algumas variáveis de ambiente, convenientemente estabelecidas, para o acesso à base de dados. Portanto Lebd deve ser executado sob o usuário sage. Assim é que LanLebd apenas executa um comando para lançamento de Lebd sob o usuário sage, obrigando ao sistema operacional se comportar como se este usuário estivesse realmente logado no 03/10/05 Manual.doc sugestões: 18

19 sistema, executando assim o arquivo.cshrc de forma a que todas as variáveis de ambiente do usuário sage esteja estabelecidas quando da execução de Lebd. O conteúdo de LanLebd.c, por ser muito pequeno, é apresentado abaixo. O conteúdo de Lebd.c, entretanto, por ser muito grande (cerca de 400 linhas) não está contido neste relatório mas se encontra no diretório $SAGE/src/LEBD do servidor abil. #include <stdlib.h> int main(int argc, char *argv[]) { system("su - sage -c /export/home/sage/sage/src/lebd/lebd"); return 0; } A segunda providência é informar a xinetd o nome do programa que irá atender às solicitações de acesso através da porta socket Para isto incluiu-se a linha, mostrada abaixo, no arquivo /etc/services: LanLebd 4444/tcp # Daniel - Acesso a base de dados SAGE É necessário relançar o daemon xinetd para que as modificações descritas acima sejam levadas em conta pelo serviço. 15. Configuração do SAMBA Para que o servidor abil, sob linux, pudesse ser conhecido na rede corporativa da Eletronorte, que é uma rede Microsoft Windows, foi necessário instalar a suíte SAMBA. As seguintes linhas foram inseridas no seu arquivo de configuração, /etc/samba/smb.conf: #=================== Global Settings ===================================== [global] # workgroup = NT-Domain-Name or Workgroup-Name workgroup = eln # server string is the equivalent of the NT Description field server string = abil Samba Server etc... # WINS Server - Tells the NMBD components of Samba to be a WINS Client # Note: Samba can be either a WINS Server, or a WINS Client, but NOT both wins server = wins server = etc... O arquivo de lançamento do SAMBA está em /etc/rc5.d/s98samba, suas propriedades e seu conteúdo são mostrados abaixo. Propriedades: 03/10/05 Manual.doc sugestões: 19

20 -rwxr-xr-x 1 root root 158 Ago 10 08:22 /etc/rc5.d/s98samba Seu conteúdo é o seguinte: case "$1" in 'start') /usr/local/samba/sbin/smbd -s /etc/samba/smb.conf /usr/local/samba/sbin/nmbd -s /etc/samba/smb.conf ;; 'stop') ;; esac 16. Configuração do Servidor Apache Para que os navegadores dos computadores clientes possam acessar o servidor abil é necessário que este disponha de um servidor de HTTP. Foi instalado o Apache mais recente (versão ) e o módulo SSL mais recente (versão 0.9.8a). Os arquivos originais foram colocados no diretório /export/home/sage/httpd tar e export/home/sage/openssl-0.9.8a.tar. Para descompactá-los nos colocamos (como root) em /tmp e executamos: tar xvf tar -xvf /export/home/sage/httpd tar /export/home/sage/openssl-0.9.8a.tar Foram criados assim o conjunto de subdiretórios /tmp/httpd e /tmp/openssl-0.9.8a 16.1 Instalação do openssl No diretório /tmp/openssl-0.9.8a executamos simplesmente os comandos padronizados de compilação e instalação do openssl:./config./make./make test./make install Estes comandos colocaram o openssl no diretório padrão /usr/local/ssl. Ver o arquivo INSTALL em /tmp/ openssl-0.9.8a. 03/10/05 Manual.doc sugestões: 20

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