AS NOVAS RESOLUÇÕES DO COFEN e suas implicações no exercício da enfermagem.

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1 AS NOVAS RESOLUÇÕES DO COFEN e suas implicações no exercício da enfermagem

2 FORÇA DE TRABALHO NA ENFERMAGEM Na Saúde, 65% da Força de Trabalho é formada por profissionais da Enfermagem , registros definitivos (Cofen, 2010) Os profissionais estão em todos municípios brasileiros, com grande diversidade de realidades

3 Lei nº 7.498/1986 Lei do Exercicio Profissional Art O Enfermeiro exerce todas as atividades de Enfermagem, cabendo-lhe: I Privativamente I I Como integrante da equipe de saúde

4 Resolução Cofen nº 390/2011 Normatiza a execução pelo Enfermeiro, da punção arterial tanto para fins de gasometria como para monitorização de pressão arterial invasiva. CONSIDERANDO a punção arterial para fins de gasometria e monitorização de pressão arterial invasiva como um procedimento complexo, que demanda competência técnica e científica em sua execução

5 Resolução Cofen nº 389/2011 Atualiza, no âmbito do Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem, os procedimentos para registro de titulo de pós-graduação lato e stricto sensu concedido a Enfermeiros, e lista as especialidades. CONSIDERANDO que compete ao Cofen manter atualizado o registro cadastral de seus profissionais inscritos, e, que tais assentamentos devem retratar o perfil da população de Enfermeiros a fim de estabelecer politicas de qualificação do exercício profissional; Art. 1º Ao Enfermeiro detentor de títulos de pós graduação (lato e stricto sensu) é assegurado o direito de registra-los no Conselho Regional de Enfermagem de sua jurisdição, conferindo legalidade

6 Resolução Cofen nº 388/2011 Normatiza a execução, pelo Enfermeiro, do acesso venoso, via cateterismo umbilical. CONSIDERANDO o acesso venoso, via cateterismo umbilical, como um procedimento complexo, que demanda competência técnica e científica em sua execução;

7 Resolução Cofen nº 381/2011 Normatiza a execução, pelo Enfermeiro, da coleta de material para colpocitologia oncótica pelo método de Papanicolaou. CONSIDERANDO o Artigo 11, inciso I, alínea " m ", da Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, segundo o qual o Enfermeiro exerce todas as atividades de Enfermagem, cabendo-lhe, privativamente, a execução de cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam conhecimentos de base científica e capacidade de tomar decisões imediatas; CONSIDERANDO a magnitude epidemiológica, econômica e social do câncer do colo do útero, e a Portaria GM/MS nº 2.439, de 8 de RESOLUÇÃO COFEN Nº 385/2011 vigência adiada dezembro de 2005, que institui a Política Nacional de Atenção para julho/2012 Oncológica;

8 Resolução Cofen nº 376/2011 Dispõe sobre a participação da equipe de Enfermagem no processo de transporte de pacientes em ambiente interno aos serviços de saúde CONSIDERANDO as possíveis intercorrências que põem em risco a integridade do paciente durante o transporte em ambiente interno aos serviços de saúde Art. 1º Os profissionais de Enfermagem participam do processo de transporte do paciente em ambiente interno aos serviços de saúde, obedecidas as recomendações deste normativo:

9 I na etapa de planejamento, deve o Enfermeiro da Unidade de origem: a) avaliar o estado geral do paciente; b) antecipar possíveis instabilidades e complicações no estado geral do paciente; c) prover equipamentos necessários à assistência durante o transporte; d) prever necessidade de vigilância e intervenção terapêutica durante o transporte; e) avaliar distância a percorrer, possíveis obstáculos e tempo a ser despendido até o destino; f) selecionar o meio de transporte que atenda as necessidades de segurança do paciente; g) definir o(s) profissional(is) de Enfermagem que assistirá(ão) o paciente durante o transporte; e h) realizar comunicação entre a Unidade de origem e a Unidade receptora do paciente;

10 II na etapa de transporte, compreendida desde a mobilização do paciente do leito da Unidade de origem para o meio de transporte, até sua retirada do meio de transporte para o leito da Unidade receptora: a) monitorar o nível de consciência e as funções vitais, de acordo com o estado geral do paciente; b) manter a conexão de tubos endotraqueais, sondas vesicais e nasogástricas, drenos torácicos e cateteres endovenosos, garantindo o suporte hemodinâmico, ventilatório e medicamentoso ao paciente; c) utilizar medidas de proteção (grades, cintos de segurança, entre outras) para assegurar a integridade física do paciente; e d) redobrar a vigilância nos casos de transporte de pacientes obesos, idosos, prematuros, politraumatizados e sob sedação; III na etapa de estabilização, primeiros trinta a sessenta minutos póstransporte, deve o Enfermeiro da Unidade receptora: a) atentar para alterações nos parâmetros hemodinâmicos e respiratórios do paciente, especialmente quando em estado crítico. Art. 3º Não compete aos profissionais de Enfermagem a condução do meio (maca ou cadeira de rodas) em que o paciente está sendo transportado. Parágrafo Único. As providências relacionadas a pessoal de apoio (maqueiro) responsável pela atividade a que se refere o caput deste artigo não são de responsabilidade da Enfermagem.

11 Resolução Cofen nº 375/2011 Dispõe sobre a presença do Enfermeiro no Atendimento Pré-Hospitalar e Inter-Hospitalar, em situações de risco conhecido ou desconhecido. Art 1º A assistência de Enfermagem em qualquer tipo de unidade móvel (terrestre, aérea ou marítima) destinada ao Atendimento PréHospitalar e Inter-Hospitalar, em situações de risco conhecido ou desconhecido, somente deve ser desenvolvida na presença do Enfermeiro. 1º A assistência de enfermagem em qualquer serviço PréHospitalar, prestado por Técnicos e Auxiliares de Enfermagem, somente poderá ser realizada sob a supervisão direta do Enfermeiro. RESOLUÇÃO COFEN Nº 375/2011 vigência adiada para janeiro/2012

12 Resolução Cofen nº 358/2009 Dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes, públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem, e dá outras providências. CONSIDERANDO que a Sistematização da Assistência de Enfermagem organiza o trabalho profissional quanto ao método, pessoal e instrumentos, tornando possível a operacionalização do Processo de Enfermagem; CONSIDERANDO que o Processo de Enfermagem é um instrumento metodológico que orienta o cuidado profissional de Enfermagem e a documentação da prática profissional; PRIVATIVO AUTONOMIA - VISIBILIDADE

13 Resolução Cofen nº 306/2006 Normatiza a atuação do Enfermeiro em Hemoterapia. Art. 1º - Fixar as competências e atribuições do Enfermeiro em Hemoterapia, a saber: a) Planejar, executar, coordenar, supervisionar e avaliar os procedimentos de Hemoterapia nas Unidades de Saúde, visando a assegurar a qualidade do sangue, hemocomponentes e hemoderivados. b) Assistir de maneira integral os doadores, receptores e suas famílias, tendo como base o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem e as normas vigentes.... n) Elaborar a prescrição de enfermagem nos processos hemoterápicos. o) Executar e/ou supervisionar a administração e a monitorização da

14 Resolução Cofen nº 293/2004 Fixa e Estabelece Parâmetros para o Dimensionamento do Quadro de Assistenciais Profissionais das de Instituições Enfermagem de Saúde e nas Unidades Assemelhados. CONSIDERANDO que o caráter disciplinador e fiscalizador dos Conselhos de Enfermagem sobre o exercício das atividades nos Serviços de Enfermagem do país, aplica-se também, aos quantitativos de profissionais de Enfermagem nas instituições de saúde; CONSIDERANDO que, para garantir a segurança e a qualidade da assistência ao cliente, o quadro de profissionais de Enfermagem, pela continuidade ininterrupta e a diversidade de atuação depende, para seu dimensionamento, de parâmetros específicos; to

15 Resolução Cofen nº 191/1996 Dispõe sobre a forma de anotação e o uso do número de inscrição ou da autorização, pelo pessoal de Enfermagem CONSIDERANDO que o caráter disciplinador e fiscalizador dos Conselhos de Enfermagem sobre o exercício das atividades nos Serviços de Enfermagem do país, aplica-se também, aos quantitativos de profissionais de Enfermagem nas instituições de saúde; CONSIDERANDO que, para garantir a segurança e a qualidade da assistência ao cliente, o quadro de profissionais de Enfermagem, pela continuidade ininterrupta e a diversidade de atuação depende, para seu dimensionamento, de parâmetros específicos; to

16 EXEMPLO DE COMO NÃO DEVE SER O PRONTUÁRIO 04/12/11

17 EXEMPLO DE COMO NÃO DEVE SER O PRONTUÁRIO 04/12/11

18 PRONTUÁRIO DO PACIENTE 04/12/11

19 Qualquer semelhança...

20 ... É mera coincidência

21 CRIATIVIDADE IMPAR???

22 cenário da insegurança... Cleide Mazuela Canavezi

23 Segurança do Paciente Organização Mundial de Saúde Aliança Mundial para a Segurança do Paciente eventos adversos evitáveis durante a prestação de assistência à saúde. 1 em cada 10 pacientes no mundo é vítima de erros e

24 5th Annual Health Leadership Conference October 22, 2007 Philip Hassen, CEO mortes/ano Perigoso (>1/1000) Regular Ultra seguro (<1/100000) 100,000 Hospitalização 10,000 Total de vidas perdidas/ano 1,000 Aviação aérea ,000 10, ,000 1,000,000 10,000,000 Número de eventos por fatalidade Cleide Mazuela Canavezi

25 Segurança na Saúde Se não falarmos, alguém falará por nós... e sobre nós. Cleide Mazuela Canavezi

26

27 Super Interessante Data: Maio 2001 Edição nº 5 Página: Capa US News & World Data: 10/Setembro/2001 Página: Capa

28 Jornal O Estado de São Paulo Reader s Digest Data : Setembro 2001 Página : Capa Data : 17-outubro-2001 Página : A12

29 ÉPOCA Data: 12/Novembro/2001 Página: Capa VEJA Data: 01/Maio/2002 Página: Capa

30 DCI-Diário do Com/Ind-SP Data: 16/Maio/2002 Página: A7

31 Notificação de eventos

32 Apagar incendio.

33

34 Privativamente: a) direção do órgão de Enfermagem integrante da estrutura básica da instituição de saúde, pública ou privada, e chefia de serviço e de unidade de Enfermagem; b) organização e direção dos serviços de Enfermagem e de suas atividades técnicas e auxiliares nas empresas prestadoras desses serviços; c) planejamento, organização, coordenação, execução e avaliação dos serviços de assistência de Enfermagem; h) consultoria, auditoria e emissão de parecer sobre matéria de Enfermagem; i) consulta de Enfermagem; j) prescrição da assistência de Enfermagem; l) cuidados diretos de Enfermagem a pacientes graves com risco de vida; m) cuidados de Enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam conhecimentos de base científica e capacidade de tomar decisões imediatas;

35 II como integrante da equipe de saúde: a) participação no planejamento, execução e avaliação da programação de saúde; b)prescrição de medicamentos estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde; c)prescrição de medicamentos estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde; d) participação em projetos de construção ou reforma de unidades internação; e) prevenção e controle sistemática de infecção hospitalar e de doenças transmissíveis em geral; f) Enfermagem à gestante, parturiente e puérpera; h) acompanhamento da evolução e do trabalho de parto;

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