PROTAGONISMO DA CONSULTORIA INTERNA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROTAGONISMO DA CONSULTORIA INTERNA"

Transcrição

1 Centro de Convenções Ulysses Guimarães Brasília/DF 25, 26 e 27 de março de 2014 PROTAGONISMO DA CONSULTORIA INTERNA NA GESTÃO DE PESSOAS EM UM HOSPITAL PÚBLICO UNIVERSITÁRIO CARLA WOYCIEKOSKI FRANCIELLE LIMBERGER LENZ DANIELA SANTOS TURK

2 2 Painel 42/125 Avaliando os processos de capacitação PROTAGONISMO DA CONSULTORIA INTERNA NA GESTÃO DE PESSOAS EM UM HOSPITAL PÚBLICO UNIVERSITÁRIO Carla Woyciekoski Francielle Limberger Lenz Daniela Santos Turk RESUMO A Consultoria Interna em Gestão de Pessoas do Hospital de Clínicas de Porto Alegre visa facilitar processos, desenvolver lideranças e equipes. O consultor interno realiza o diagnóstico das áreas clientes, assessora lideranças na tomada de decisões, divulga e implementa políticas e estratégias de Gestão de Pessoas ao acompanhar serviços médicos, administrativos, de enfermagem e de pesquisa, tendo como norteador o negócio da Instituição (assistência, ensino e pesquisa). A consultoria desenvolve-se em dois níveis: 1) conteúdo expresso (projeto, problema técnico, discussão racional) e 2) contexto (relação entre consultor e gestor, percepções e sentimentos decorrentes). As análises e intervenções derivam da escuta de lideranças e equipes e dirigem-se à promoção do protagonismo dos sujeitos, convocando-os à análise do trabalho e à co-responsabilização pela construção de soluções. Como efeito, observa-se incentivo à gestão participativa. Os feedbacks de áreas clientes indicam qualificação da comunicação e trocas mais efetivas com a Coordenadoria de Gestão de Pessoas, contribuindo para o alinhamento das Políticas de Gestão de Pessoas às necessidades das áreas e da Instituição. Palavras-chave: consultoria interna, gestão de pessoas, desenvolvimento de lideranças

3 3 INTRODUÇÃO Este trabalho apresenta, através de um relato de caso, a Consultoria Interna em Gestão de Pessoas, realizada no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), com o objetivo de registrar e fazer circular os conhecimentos e práticas que se articulam desde esse lugar. Inicialmente, apresentamos o HCPA e a Coordenadoria de Gestão de Pessoas (CGP), destacando algumas ações e situando a consultoria. A seguir trazemos uma breve revisão teórica, conceituando consultoria interna, a função do consultor e as competências necessárias a este cargo/função. Diante disso, relatamos como a consultoria se constitui e se desenvolve no HCPA, assim como compartilhamos questionamentos e desafios. O Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) é uma empresa pública de direito privado, tendo sido criado pela Lei Nº 5604, de 2 de setembro de 1970, integrante da rede de hospitais universitários do Ministério da Educação (MEC) e vinculado academicamente à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O HCPA é um hospital público, geral e universitário que oferece assistência integral à saúde, ajuda a formar e qualificar profissionais e está na linha de frente da produção de conhecimentos. Seus norteadores institucionais são: Visão: ser um referencial público de alta confiabilidade em saúde. Missão: prestar assistência de excelência e referência com responsabilidade social, formar recursos humanos e gerar conhecimentos, atuando decisivamente na transformação de realidades e no pleno desenvolvimento da cidadania. Valores: respeito à pessoa; competência técnica; trabalho em equipe; comprometimento institucional; austeridade e responsabilidade social. Como consequência do investimento na qualificação dos processos de cuidado e segurança do paciente, o HCPA é a primeira instituição do Brasil a receber Certificação Internacional como Centro Médico Acadêmico, pela Joint Comission Internacional (JCI), em Na estrutura organizacional, vinculada à Presidência, encontra-se a Coordenadoria de Gestão de Pessoas (CGP), conforme organograma institucional apresentado na Figura 01. Sua missão é: atuar de forma representativa e de

4 4 referência, promovendo a gestão de pessoas através da valorização e do desenvolvimento dos recursos humanos, visando excelência no atendimento ao cliente e o alcance dos resultados, em consonância com as estratégias da Instituição (CGP, 2006). A CGP lidera a proposição de políticas e programas que norteiam a gestão de pessoas, buscando o fortalecimento das lideranças e a valorização dos colaboradores. Atualmente, abrange os Serviços de Administração de Pessoal e de Desenvolvimento Organizacional, conforme organograma apresentado na Figura 02. Figura 01 Organograma Institucional do HCPA Fonte: Seção de Remuneração

5 5 Figura 02 Organograma Coordenadoria de Gestão de Pessoas Fonte: Seção de Remuneração O processo de promoção da cultura participativa, através da valorização das pessoas, é uma das premissas do corpo diretivo da Instituição e vem sendo potencializado com a implantação de novas estratégias e ferramentas de Gestão de Pessoas, bem como com a implementação da visão construída pela instituição ao longo dos anos. O alinhamento é fortalecido através da atuação da Administração Central (AC), do acompanhamento realizado pela CGP junto aos gestores e da constante realização de ações de desenvolvimento. Entre as ações estratégicas da área de Gestão de Pessoas, observa-se a importância do trabalho de consultoria interna de gestão de pessoas, implantado a partir de 2003, que atua na facilitação do desenvolvimento das lideranças e equipes, bem como na consolidação das políticas e programas institucionais relacionados à gestão de pessoas. Em 2006, o processo de Gestão do Desempenho (GD) foi informatizado e expandido para todas as áreas, e iniciou-se o investimento na construção de uma cultura de Gestão do Clima Organizacional. Assim, a cada dois anos, realiza-se a Pesquisa de Clima Organizacional que visa identificar o índice de satisfação do colaborador, bem como mapear pontos de melhorias. A partir de 2009,

6 6 iniciou-se a elaboração de um novo Plano de Cargos e Salários e de Políticas de Crescimento Profissional nas Carreiras, vinculados a um modelo de Gestão do Desempenho por Competências em consonância com o Planejamento Estratégico da Instituição. Assim, o processo de GD vem se solidificando como ferramenta gerencial, e passou a ser vinculado às Políticas de Crescimento e Remuneração da Instituição. Através do alinhamento entre AC e CGP, pretende-se dar continuidade ao desenvolvimento das lideranças enquanto gestores de pessoas, solucionando dúvidas, analisando e reorientando ações, harmonizando a visão das equipes e fazendo um melhor uso das ferramentas de gestão que o HCPA dispõe, no sentido de conseguir melhores resultados com e para as pessoas. CONSULTORIA INTERNA EM GESTÃO DE PESSOAS: UMA BREVE REVISÃO A consultoria interna vem ao encontro das mudanças que têm sido protagonizadas nas organizações, em busca de modelos que visam sistematizar e implantar ações que viabilizem a mudança de paradigmas, sendo o consultor interno um agente importante para atingir este objetivo (Schneider et.al., s/d). Enquanto um modelo de atuação da área de Gestão de Pessoas, através da proximidade com as áreas do negócio, contribui ativamente na construção da estratégia e execução de ações que agregam valor à instituição, ao buscar um alinhamento com a visão institucional (Uchoa, 2009). Orlickas (2008) relata que um dos maiores objetivos da consultoria interna é prover a organização de informações descentralizadas, facilitando o fluxo de comunicação e informações, empregando-as eficientemente. Segundo Menezes, Ecard & Andrade (2013, p.1): Quando o termo consultoria é empregado, tem-se a idéia de que sua utilização é recente, contudo a atividade de consultoria é desenvolvida há algum tempo e vem ganhado espaço tanto através de empresas que se constituem para esse fim, como por profissionais autônomos e, na última década do século passado, conquistou seu espaço nas empresas sendo desenvolvida internamente. A evolução da prática de consultoria passou a ser um modelo encontrado nas organizações em resposta à necessidade de uma maior contribuição de forma mais dinâmica e presencial, principalmente, na gestão de pessoas (Costa Leite et al, 2000; Crocco, 2005).

7 7 Em relação à sua definição, a consultoria é descrita pelos autores de formas distintas, ora como serviço, ora como processo, como método ou modelo. Para Iannini, é fundamentalmente um método de melhoria das práticas de gerenciamento das organizações (1996, p. 20). Em sua visão, complementa que a consultoria é um serviço independente, imparcial, de esforços conjuntos e de aconselhamento (Idem, p. 19). Rosa sugere que trata-se de um serviço, que por natureza baseia-se na prestação de um conselho, num método de diagnosticar um problema ou oportunidade para pensar e agir num modelo de ajuda para delinear alternativas e apoiar decisões (Rosa, 2002 p.186). Foguel e Souza (in Iannini, 1996, p.20) definem a consultoria como um conjunto de atividades que enfatizam e buscam provocar mudanças na variável comportamental das organizações, utilizando uma tecnologia oriunda das ciências comportamentais aplicadas, com preocupação de incorporar valores humanísticos à cultura das organizações. A consultoria em gestão de pessoas é vista como uma intervenção planejada e cuidadosa não somente na organização, mas em processos de mudança que influenciam indivíduos, grupos humanos e a coletividade (Timossi & Dias, 2010). Leite (2005) apresenta como contraponto o entendimento de que o consultor deve atuar em projetos e não em processos, a partir de uma visão de parceria estratégica com a empresa, e não como um prestador de serviços. Similarmente, Schneider et. al. (s/d.), destaca que a consultoria objetiva à inovação e à introdução de melhorias, sejam elas no desenvolvimento de um novo produto ou de um novo processo, na implementação de um plano ou na elaboração de uma nova estrutura. Quanto ao papel do consultor nas organizações, Timossi e Dias (2010) referem que o consultor, seja externo ou interno, deve ser um agente de transformação na empresa em que atua, facilitando a gestão da mudança. É aquele que ajuda a fazer acontecer. Entretanto, o verdadeiro trabalho de consultoria consiste em saber transformar a ajuda em um processo que favoreça gradativamente a autonomia e a aprendizagem (Rosa, 2002).

8 8 Neste sentido, o consultor interno, por fazer parte do quadro de funcionários, possui maior acesso às pessoas, maior conhecimento dos aspectos informais da empresa, participando efetivamente da avaliação e do controle do processo inerente ao trabalho efetuado (Oliveira, 2007). Já as desvantagens do consultor interno em relação ao consultor externo, são: menor aceitação nos escalões superiores da empresa; não manter experiências com outras empresas e menor liberdade de pontuar o que diagnostica junto às áreas, de intervir junto aos seus clientes, uma vez que possui um vínculo institucional que lhe exige maior cautela. Segundo Leite (2005), o papel do consultor abrange dois níveis de atuação: ser um facilitador dos processos de mudança e prestar serviços técnicos (apresentar e implantar conteúdos, processos e tecnologias na esfera da gestão de pessoas), com vistas ao aperfeiçoamento e maturidade dos funcionários. As intervenções, segundo o autor, devem ser fundamentadas em uma postura de apoio realmente transformadora, compreensiva e assertiva. Sendo assim, o consultor tem um papel de catalisador, incentivador de talentos e promotor de interações mais criativas e produtivas entre os diferentes integrantes de uma equipe e entre as equipes. Block (2004) enfatiza que o processo de consultoria desenvolve-se em dois níveis, a saber: 1) conteúdo expresso (projeto, queixa, problema técnico, discussão racional, etc) e 2) contexto em que se dá a consultoria (relação entre consultor e gestor, percepções e sentimentos daí decorrentes). O autor destaca ainda que conhecer a linguagem do negócio é estratégia necessária (Block, 2004) para uma aproximação entre consultor e área cliente, para o estabelecimento de transferência de trabalho e a viabilização de intervenções pertinentes à consultoria. Dessa forma, considerando que as organizações possuem variadas demandas e necessidades, é necessário, por parte do consultor, um olhar sensível e crítico das diversas situações, bem como a busca contínua de uma imparcialidade para que possa fazer seus diagnósticos e aconselhamentos (Leite et al., 2005). A consultoria deve atuar dentro de padrões éticos, com isenção e independência, além de difundir tecnologia e informações (Schneider et.al, s/d).

9 9 Sendo assim, a consultoria envolve um processo no qual o consultor facilita junto aos seus clientes o entendimento de questões relevantes sobre determinado assunto, pesquisando e selecionando opções, avaliando riscos e vantagens, problematizando caminhos a serem tomados ao colocar em perspectiva os possíveis efeitos de uma tomada de decisão. Segundo Rosa (2002), a atuação do consultor pode ser como consultor de processo, quando adota a postura de facilitador, sem impor modelos nem forçar direcionamentos; já quando o consultor domina determinado assunto e ajuda seu cliente no diagnóstico ou na solução de uma necessidade, sua atuação é como consultor de conteúdo. Apesar de haver consultores que tendem mais para um destes tipos de atuação, a maioria atua nas duas formas. De acordo com Leite et al (2005), o vínculo entre consultor e cliente deve se pautar numa qualidade ética, que promova confiança mútua, através de uma curiosidade interessada, mas comedida; com distanciamento crítico e visão estratégica. Segundo Bellman (1993), o principal na relação de trabalho entre o consultor interno e o seu cliente é o estabelecimento de uma parceria, onde cada um dos participantes é importante no processo de trabalho. Conforme esse autor, essa parceria é realmente um contrato psicológico, no qual as oportunidades do cliente coincidem com as habilidades do consultor (p. 106). Orlickas (1998) declara que a busca de um objetivo em comum só é possível se consultor e cliente entenderem a atuação dentro desse conceito de parceria. Diante disto, a capacidade de liderar associada à de influenciar mudanças são fundamentais para que esse consultor interno seja respeitado e seja escutado pelos gestores da organização. Por isso, é desejável que o consultor interno também tenha um background de conhecimentos e competências (Uchoa, 2009), que lhe permita transitar em diferentes níveis e contextos, dialogando com gestores e funcionários de diferentes áreas da instituição.

10 10 CONSULTORIA INTERNA EM GESTÃO DE PESSOAS NO HCPA No HCPA, a consultoria interna foi implantada em Surgiu com a proposta de orientar as chefias nas práticas e tomada de decisões referentes ao dimensionamento de pessoal, capacitação e desenvolvimento de equipes, utilização de ferramentas gerenciais, normas e diretrizes institucionais para a Gestão de Pessoas. Esta proposta estava embasada no entendimento de que era necessário estar junto às áreas para melhor compreender suas demandas e situações do cotidiano do trabalho, orientando a proposição de ações relativas à gestão de pessoas e instrumentalizando os gestores para condução de suas equipes (HCPA, 2003). Neste momento, acontece a contratação da primeira psicóloga para a Coordenadoria de Gestão de Pessoas com atuação voltada para a consultoria interna. Até este momento, a CGP contava com uma psicóloga na equipe e o foco do Serviço de Desenvolvimento Organizacional estava na capacitação gerencial e na implantação de Programas de Qualidade. A partir das capacitações de sala de aula, observou-se que, para além dos conteúdos teóricos, havia carência quanto ao entendimento dos regramentos do Hospital e ao encaminhamento de situações junto aos funcionários. Assim, a área de gestão de pessoas, revisando seus processos de trabalho, em 2001 definiu frentes de atuação sintetizadas na metodologia O Jeito HCPA de Fazer Gestão de Pessoas (Figura 03). Em 2003, estabeleceu parceria com o Serviço de Medicina Ocupacional (SMO) e com o Serviço de Psicologia, disponibilizando horários sistemáticos para as chefias a fim de discutir em conjunto ocorrências pertinentes à gestão de pessoas. Em 2004, intensificou-se a ação junto às áreas, caracterizando a consultoria interna como uma abordagem da Coordenadoria de Gestão de Pessoas. O ano de 2004 encerrou com a consultoria implantada junto a doze serviços (quatro administrativos, sete de enfermagem e um serviço médico). Contava-se com a atuação de duas consultoras internas, as quais, em média, eram referência para 50% do quadro de funcionários da Instituição.

11 11 A aproximação do Serviço de Desenvolvimento Organizacional com os diversos setores foi desencadeada a partir do contato dos consultores no acompanhamento de novos funcionários. Esta aproximação oportunizou um maior conhecimento das áreas e da realidade do Hospital, uma maior uniformização dos critérios e dos processos de gestão de pessoas, bem como seu desenvolvimento e construção de projetos adequados às necessidades da Instituição (HCPA, 2004). Figura 03 Jeito HCPA de Fazer Gestão de Pessoas Fonte: Relatório Coordenadoria de Gestão de Pessoas Ano 2002 Em consonância com as intenções estratégicas da Instituição e alicerçado no Jeito HCPA de Fazer Gestão de Pessoas, o Serviço de Desenvolvimento Organizacional, com o objetivo de qualificar suas entregas, buscou prover a Instituição de informações descentralizadas, promovendo uma maior flexibilidade e rapidez na tomada de decisão, facilitando o contato entre as pessoas, a troca de idéias e o desenvolvimento do trabalho em equipe ao formar parcerias com diversas áreas de trabalho. A Consultoria Interna foi uma das alternativas que se configurou em uma prática capaz de fornecer suporte aos novos gerentes e apoio às áreas na gestão de pessoas (HCPA, 2005).

12 12 Cada vez mais focados nas relações interpessoais e nas necessidades dos clientes internos, cada profissional da área de Gestão de Pessoas se viu desafiado, pela consultoria interna, a ir além da postura técnica e da aplicação de um conhecimento adquirido em sua formação, para estabelecer parceria de trabalho com vistas a um atendimento mais eficiente focado nas reais necessidades de seus clientes (HCPA, 2006). Nos relatórios anuais de atividades da CGP, encontramos que, em 2007, a Consultoria Interna de RH, seguiu mobilizando a CGP e suas áreas clientes, reforçando a parceria. Atuou em quatro grandes processos de gerenciamento e desenvolvimento, a saber: Gestão do Clima Organizacional, Gestão do Desempenho, Desenvolvimento Gerencial e Desenvolvimento de Equipe (HCPA, 2007). Ao longo dos anos, observando-se a importância e os impactos institucionais da atuação das consultoras internas em gestão de pessoas, houve incremento de profissionais nesta atividade. Atualmente, a função de consultoria interna é desenvolvida por uma equipe de sete Analistas de Desenvolvimento de Pessoas, com graduação em psicologia, lotadas na Seção de Desenvolvimento de Pessoas uma das seções que compõem o Serviço de Desenvolvimento Organizacional da CGP. A média de tempo de casa das analistas que compõe esta equipe é de dois anos e sete meses 1. Considerando-se os dados de 2013, cada consultora deste grupo de trabalho é referência para, em média, 14,28% do quadro de funcionários e chefias. O Gráfico 01 apresenta a média de funcionários distribuídos entre as consultoras a cada ano, desde a implantação do modelo de consultoria interna no HCPA. No Gráfico 02, é possível observar, considerando os últimos três anos, a média de chefias formais acompanhadas por consultora. 1 Data Base: 31 de dezembro de 2013

13 Nº Chefias Nº Funcionários 13 Gráfico 01 Média de Funcionários por Consultora / Ano Média de Funcionários por Consultora Fonte: Seção de Desenvolvimento de Pessoas Gráfico 02 Média de Chefias por Consultora / Ano 60 Média de Chefias por Consultora Fonte: Seção de Desenvolvimento de Pessoas Tal movimento também caracteriza a remodelagem, na Coordenadoria de Gestão de Pessoas, do escopo de atuação junto às áreas. No início das ações de consultoria, estas eram prioritariamente direcionadas à capacitação, considerando ações formais de qualificação dos profissionais. Na medida em que houve maior aproximação com as áreas clientes, foi possível a proposição de programas

14 14 institucionais alinhados às demandas destas, ampliando-se a atuação do consultor interno ao ter como eixo o desenvolvimento de pessoas. Trabalhando com a noção de Desenvolvimento, várias ações foram incorporadas ao escopo das responsabilidades destes profissionais e a consultoria interna foi se reconfigurando. A Figura 04 apresenta a Visão Estratégica de Desenvolvimento de Pessoas, explicitando o amadurecimento da CGP quanto aos processos de desenvolvimento. Figura 04 Visão Estratégica de Desenvolvimento de Pessoas Fonte: Relatório de Atividades 2006 Coordenadoria de Gestão de Pessoas Considerando-se que o HCPA é divido em cinco grandes áreas Presidência, Vice-Presidência Médica, Vice-Presidência Administrativa, Grupo de Enfermagem e Grupo de Pesquisa e Pós-Graduação, cada consultora atende serviços destas grandes áreas, os quais são chefiados por professores da UFRGS ou por funcionários contratados pelo HCPA. Essa distribuição foi pensada a fim de manter o alinhamento nos trabalhos desenvolvidos, tendo como norteador o negócio da Instituição (assistência, ensino e pesquisa).

15 15 As vantagens deste modo de organização são: conhecer as linguagens das diferentes áreas do HCPA, suas culturas e modos de funcionamento; desenvolver uma visão sistêmica, facilitando a integração entre as áreas; bem como integrar as necessidades de cada área à concepção de programas institucionais. A dificuldade apontada em alguns momentos diz respeito ao como se aprofundar no universo de cada área cliente sem, com isso, perder a visão sistêmica e a habilidade de transitar e dialogar com as diferentes áreas. Considerando que o HCPA é uma instituição complexa, composta por saberes e fazeres heterogêneos, observa-se que a inserção das consultoras internas ocorre em diferentes níveis, marcada por possibilidades e necessidades distintas. Essas diferenças nas inserções também podem ser pensadas em relação ao nível de maturidade de cada chefia, ao estilo de cada consultor, às competências que estão mais desenvolvidas em cada um destes atores, bem como ao histórico de cada área em relação à gestão de pessoas suas concepções e experiências. Desta forma, há áreas em que os contatos entre consultor e chefia dizem respeito a situações pontuais (demandadas pela própria área ou pela Instituição) e em outras, há ações sistemáticas de acompanhamento. Nestas, torna-se possível junto à chefia a análise da estrutura, dos processos de trabalho, das relações interpessoais, dos estilos de liderança, dos modos de funcionamento, etc. A partir da parceria estabelecida com os gestores, trabalhamos com essas demandas, problematizandoas, permitindo a produção de outros sentidos para o que se apresenta, propondo ações estratégicas em direção ao atingimento das metas contratadas. Diante desta diversidade, o perfil do cargo 2 do Analista de Desenvolvimento de Pessoas, apresenta as premissas norteadoras da prática da consultoria interna na instituição. O perfil do cargo, no HCPA, é composto pela Descrição Sumária da Função, pelas Responsabilidades do Cargo, bem como pelas Competências necessárias ao exercício da função. Estas compreendem Conhecimentos, Habilidades e Atitudes. Por Conhecimentos, referimo-nos aos elementos conceituais ou técnicos que o profissional precisa ter para o exercício de determinada atividade. As Habilidades dizem respeito à capacidade de conversão do conhecimento em ação, enquanto o componente atitudinal relaciona-se a características de personalidade e à 2 Perfil do Cargo Analista (Desenvolvimento) Código 1259 (HCPA, 2013).

16 16 postura pessoal e profissional, incluindo também elementos que revelam o impulso do profissional para a ação (Bergue, 2010). Em relação à função de consultoria interna em gestão de pessoas, temos como descrição sumária de suas atribuições: assessorar as áreas nos processos de Gestão de Pessoas através de consultoria interna, no desenvolvimento de lideranças e de equipes, gestão do clima organizacional, capacitação e desenvolvimento e acompanhamento de indicadores, de forma a integrar as atividades de assistência, ensino e pesquisa junto à equipe multidisciplinar do Hospital de Clínicas (HCPA, 2013). Estas atribuições estão descritas através de dez Responsabilidades que expressam as expectativas institucionais em relação ao cargo. A Tabela 01 apresenta as dez responsabilidades associadas aos eixos de atuação da consultoria e desdobradas nas atribuições correspondentes. Tabela 01 Norteadores do Trabalho de Consultoria Interna no HCPA EIXO RESPONSABILIDADES Executar as ações estabelecidas no planejamento da área, em consonância com os objetivos do Hospital de Clínicas, atingindo os resultados esperados dentro dos prazos e padrões predefinidos Políticas e Programas Institucionais Identificar as necessidades e as perspectivas do cliente interno e externo da Instituição, visando excelência na assistência ao paciente e sua família Assessorar as áreas na promoção e consolidação dos processos de Gestão do Desempenho Atuar na concepção, planejamento, execução e acompanhamento de projetos estratégicos relacionados a melhorias em gestão de pessoas Assessorar chefias e lideranças para a tomada de decisões gerenciais relativas à gestão de pessoas Desenvolvimento de Lideranças Assessorar as áreas no desenvolvimento de lideranças e equipes 3 Orientar as áreas quanto à movimentação de funcionários, à realização de desligamentos e acompanhamentos dos funcionários Implementar ações de consultoria interna junto às áreas designadas 3 Responsabilidade comum aos eixos Desenvolvimento de Lideranças e Desenvolvimento de Equipes.

17 17 Desenvolvimento de Equipes Atuar como facilitador nas atividades de capacitação e desenvolvimento, e no acompanhamento de seus resultados Assessorar as áreas no desenvolvimento de lideranças e equipes 3 Promover o trabalho em equipe da Seção de Desenvolvimento, buscando a integração e o desenvolvimento dessa Fonte: Seção de Desenvolvimento de Pessoas cargo. Na Tabela 02, apresentamos as Competências associadas a este perfil de Tabela 02 Competências necessárias à Consultoria Interna CONHECIMENTOS HABILIDADES ATITUDES Orientações estratégicas do HCPA: missão, visão, valores e planejamento estratégico Ética da Conduta Profissional Cenários político, econômico, social e do setor saúde Dinâmica e funcionamento de grupos Trabalho em Equipe Comunicação Negociação Organização Comprometimento com o Cliente Comprometimento com Resultados Postura Ética Adequada Autodesenvolvimento Ferramentas de qualidade Planejamento Empatia Fundamentos em educação Relacionamento Interpessoal Flexibilidade Microinformática intermediária Visão Estratégica Iniciativa Noções de legislação trabalhista Pró-atividade Noções de planejamento Processos internos de recursos humanos Subsistemas de recursos humanos Técnicas de Entrevista Fonte: Seção de Desenvolvimento de Pessoas

18 18 Destacamos que os conhecimentos necessários a função referem-se principalmente à gestão de pessoas e ao contexto interno (diretrizes e modo de funcionamento) e externo ao HCPA (cenários político, econômico, social e do setor saúde). Em relação às habilidades, sublinhamos a visão estratégica e a assertividade, assim como no campo das atitudes, a postura ética e flexível diante da heterogeneidade. Na Tabela 01, propomos o trabalho de consultoria interna organizado em três níveis de atuação: políticas e programas institucionais, desenvolvimento de lideranças e desenvolvimento de equipes, sendo a capacitação um dos dispositivos e não mais a ação central da consultoria. Em relação ao desenvolvimento de lideranças e desenvolvimento de equipes, a consultoria ocorre através de reuniões sistemáticas com os gestores e da participação da consultora nas reuniões de chefias (Colegiado, Serviço ou Unidade). Além disso, podem ocorrer intervenções da consultora junto às equipes (lideranças e funcionários) por meio de reuniões para análise e proposições de melhorias do processo de trabalho e/ou para realização de ações de capacitação e desenvolvimento. Consideramos que as análises e intervenções da consultoria derivam da escuta das lideranças e das equipes e dirigem-se à promoção do protagonismo dos sujeitos, convocando-os à análise do trabalho (modos, relações e processos instituídos) e à responsabilização pela construção de soluções possíveis. Para isso, faz-se necessário o estabelecimento de uma transferência de trabalho, da suposição de uma troca significativa a partir desta relação, que possa trazer novas perspectivas para os clientes. Já em relação às políticas e programas institucionais, contamos com a participação das consultoras internas em suas diferentes fases: formulação, implantação e implementação. Estas profissionais agregam na concepção dos projetos, tanto por seu conhecimento técnico, quanto pela apropriação do funcionamento e cultura organizacional, trazendo subsídios para a tomada de decisões diante de diferentes possibilidades, permitindo a customização do que é oferecido no mercado às necessidades institucionais. No processo de implantação destes programas e projetos, evidencia-se a atuação da consultora como facilitadora tanto naqueles de sua área específica gestão de pessoas como em demais

19 19 projetos institucionais, ao atuar na aproximação das linguagens, operando uma certa tradução, para os diferentes níveis hierárquicos, quanto ao que está sendo proposto, facilitando assim a construção de sentido. Já em relação à implementação, a circulação da consultora interna em gestão de pessoas, bem como suas diretrizes de trabalho, possibilitam a escuta dos efeitos do que foi implantado em cada área, gerando conhecimento para avaliação e sugestão de reformulações/ redirecionamentos. Os efeitos do trabalho de consultoria são percebidos através dos feedbacks das áreas clientes. Uma das ferramentas que quantifica estes feedbacks é a Pesquisa de Clima Organizacional. Desde 2006 o HCPA realiza a cada biênio a Pesquisa de Clima, avaliando aspectos relacionados à satisfação dos funcionários quanto ao ambiente e organização do trabalho; recompensas não financeiras; comunicação; relação chefe-subordinado; liderança; educação e treinamento; imagem da empresa; processo decisório; salários e benefícios; qualidade e trabalho em equipe. Os resultados das pesquisas têm sido utilizados como norteadores para a definição de ações institucionais e específicas às áreas, destacando-se as relacionadas à gestão de pessoas. Observando-se os dados referentes à evolução da satisfação, ao compararmos os resultados referentes ao primeiro ciclo (2006) com os do último (2011), os itens de maior crescimento foram liderança (6,4 pontos percentuais), relação chefia-subordinado (5,3 pontos percentuais) e educação e treinamento (4,3 pontos percentuais), conforme apresentado no Gráfico 03.

20 Pontos Percentuais 20 Gráfico 03 Variação de Satisfação nos Blocos da Pesquisa de Clima Ciclo 2006 X 2011 Variação Satisfação Pesquisa de Clima ,0 5,0 0,0-5,0-10,0 1,7 2,8 2,1 1,9 5,3 6,4 4,3-0,3 3,0-4,7 1,1 2,9 AMBIENTE DE TRABALHO ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO RECOMPENSAS NÃO-FINANCEIRAS COMUNICAÇÃO RELAÇÃO CHEFE-SUBORDINADO LIDERANÇA EDUCAÇÃO E TREINAMENTO IMAGEM DA EMPRESA PROCESSO DECISÓRIO SALÁRIOS E BENEFÍCIOS QUALIDADE TRABALHO EM EQUIPE Fonte: Seção de Desenvolvimento de Pessoas Ao analisar tais resultados, observa-se que este período foi marcado pela consolidação do Programa de Gestão do Desempenho, que tem como pilares o feedback formal e sistemático e o desenvolvimento profissional, com base nas expectativas de desempenho sintetizadas no perfil do cargo do funcionário. Para a implementação do Programa, houve grande investimento na qualificação e acompanhamento dos gestores e das equipes de trabalho, sendo o consultor interno a referência para estas construções e alinhamentos. Através da consultoria interna, foram descritos os perfis de cargo, houve capacitação das chefias e equipes, instrumentalização das chefias para condução do processo e discussão quanto a casos específicos. Também com a gestão do desempenho, a partir das avaliações, e com base nos resultados das Pesquisas de Clima, puderam ser melhor identificadas as necessidades de desenvolvimento dos funcionários, redirecionando as frentes de qualificação. Como consequência, observa-se o crescimento na satisfação quanto aos treinamentos, no que se refere a atendimento às necessidades, oportunidade de participação e aplicabilidade dos conteúdos.

Desenvolvimento Humano

Desenvolvimento Humano ASSESSORIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Desenvolvimento Humano ADVISORY Os desafios transformam-se em fatores motivacionais quando os profissionais se sentem bem preparados para enfrentá-los. E uma equipe

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas

MBA em Gestão de Pessoas REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Profª. Dra. Ana Ligia Nunes Finamor A Escola de Negócios de Alagoas. A FAN Faculdade de Administração e Negócios foi fundada

Leia mais

Fatores e Indicadores de Desempenho ADP

Fatores e Indicadores de Desempenho ADP Fatores e Indicadores de Desempenho ADP RESPONSABILIDADE / COMPROMETIMENTO COM A INSTITUIÇÃO - Assumir o compromisso na realização das atribuições - Atuar com disposição para mudanças - Buscar qualidade

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS RESOLUÇÃO Nº xx/xxxx CONSELHO UNIVERSITÁRIO EM dd de mês de aaaa Dispõe sobre a criação

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

Pessoas e Negócios em Evolução

Pessoas e Negócios em Evolução Empresa: Atuamos desde 2001 nos diversos segmentos de Gestão de Pessoas, desenvolvendo serviços diferenciados para empresas privadas, associações e cooperativas. Prestamos serviços em mais de 40 cidades

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

Gestão Por Competências nas IFES

Gestão Por Competências nas IFES Goiânia 22 de Novembro de 2012 Gestão Por Competências nas IFES Anielson Barbosa da Silva anielson@uol.com.br A G E N D A 1 Desafios da Gestão de Pessoas nas IFES. 2 3 Bases Legais da Gestão de Pessoas

Leia mais

Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica

Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica por Camila Hatsumi Minamide* Vivemos em um ambiente com transformações constantes: a humanidade sofre diariamente mudanças nos aspectos

Leia mais

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Cursos para Melhoria do desempenho & Gestão de RH TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Administração do Tempo Ampliar a compreensão da importância

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes

Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes 1 SÉRIE DESENVOLVIMENTO HUMANO FORMAÇÃO DE LÍDER EMPREENDEDOR Propiciar aos participantes condições de vivenciarem um encontro com

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS Universidade Federal do Ceará Faculdade de Economia, Administração, Atuária, Contabilidade e Secretariado Curso de Administração de Empresas GESTÃO POR COMPETÊNCIAS MAURICIO FREITAS DANILO FREITAS Disciplina

Leia mais

Remuneração e Avaliação de Desempenho

Remuneração e Avaliação de Desempenho Remuneração e Avaliação de Desempenho Objetivo Apresentar estratégias e etapas para implantação de um Modelo de Avaliação de Desempenho e sua correlação com os programas de remuneração fixa. Programação

Leia mais

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades; POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO COM FOCO EM COMPETÊNCIAS:

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO COM FOCO EM COMPETÊNCIAS: AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO COM FOCO EM COMPETÊNCIAS: Implantação do sistema de Avaliação de Desempenho com Foco em Competências no Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região Belém PA 2013 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Leia mais

Trilhas de aprendizagem UCSebrae um caminho em construção

Trilhas de aprendizagem UCSebrae um caminho em construção Trilhas de aprendizagem UCSebrae um caminho em construção Trilhas de aprendizagem Trilhas de desenvolvimento Foco no desenvolvimento de competências Foco no desenvolvimento de carreiras O Sebrae O Serviço

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA Profº Paulo Barreto Paulo.santosi9@aedu.com www.paulobarretoi9consultoria.com.br 1 Analista da Divisão de Contratos da PRODESP Diretor de Esporte do Prodesp

Leia mais

Gestor-líder: processo dinâmico de criação, habilidade, competência para perceber das limitações do sistema e propor solução rápida;

Gestor-líder: processo dinâmico de criação, habilidade, competência para perceber das limitações do sistema e propor solução rápida; AV1 Estudo Dirigido da Disciplina CURSO: Administração Escolar DISCIPLINA: Gestão de Políticas Participativas ALUNO(A):Mª da Conceição V. da MATRÍCULA: Silva NÚCLEO REGIONAL:Recife DATA:17/09/2013 QUESTÃO

Leia mais

Quais são os objetivos dessa Política?

Quais são os objetivos dessa Política? A Conab possui uma Política de Gestão de Desempenho que define procedimentos e regulamenta a prática de avaliação de desempenho dos seus empregados, baseada num Sistema de Gestão de Competências. Esse

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

PARTE IV Consolidação do Profissional como Consultor. Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

PARTE IV Consolidação do Profissional como Consultor. Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc. FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL...

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL... Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. Baseado na NR 32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Portaria N 1.748 de 30 de Agosto de 2011. HOSPITAL... Validade

Leia mais

CAERN. Descrição de Perfis

CAERN. Descrição de Perfis Nível: Superior Reporte: Coordenador Sumário Participar do planejamento e desenvolvimento das políticas e práticas de Recursos Humanos da empresa. Desenvolver atividades técnicas de avaliação comportamental

Leia mais

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES AVALIAÇÃO DE COLABORADORES RESUMO A preocupação com o desempenho dos colaboradores é um dos fatores que faz parte do dia-a-dia da nossa empresas. A avaliação de desempenho está se tornando parte atuante

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais

1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário. Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar

1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário. Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar 1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar Prof. Dr. Stavros Panagiotis Xanthopoylos stavros@fgv.br Brasília, 27 de novembro de 2009

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Liziane Castilhos de Oliveira Freitas Departamento de Planejamento, Orçamento e Gestão Escritório de Soluções em Comportamento Organizacional

Liziane Castilhos de Oliveira Freitas Departamento de Planejamento, Orçamento e Gestão Escritório de Soluções em Comportamento Organizacional CASO PRÁTICO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL E GESTÃO DE TALENTOS: COMO A GESTÃO DA CULTURA, DO CLIMA E DAS COMPETÊNCIAS CONTRIBUI PARA UM AMBIENTE PROPÍCIO À RETENÇÃO DE TALENTOS CASO PRÁTICO: COMPORTAMENTO

Leia mais

Construindo o Conteúdo da Liderança. José Renato S. Santiago Jr.

Construindo o Conteúdo da Liderança. José Renato S. Santiago Jr. Construindo o Conteúdo da Liderança José Renato S. Santiago Jr. Gestão Estratégica de RH Módulo 1: Alinhando Gestão de Pessoas com a Estratégia da Empresa Módulo 2: Compreendendo e Dinamizando a Cultura

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

O desafio da liderança: Avaliação, Desenvolvimento e Sucessão

O desafio da liderança: Avaliação, Desenvolvimento e Sucessão O desafio da liderança: Avaliação, Desenvolvimento e Sucessão Esse artigo tem como objetivo apresentar estratégias para assegurar uma equipe eficiente em cargos de liderança, mantendo um ciclo virtuoso

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias Coordenação Acadêmica: Maria Elizabeth Pupe Johann 1 OBJETIVOS: Objetivo Geral: - Promover o desenvolvimento

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Pessoas e Liderança

Especialização em Gestão Estratégica de Pessoas e Liderança Especialização em Gestão Estratégica de Pessoas e Liderança Apresentação CAMPUS IGUATEMI Inscrições em Breve Turma 02 --> *Alunos matriculados após o início das aulas poderão cursar as disciplinas já realizadas,

Leia mais

Escola de Políticas Públicas

Escola de Políticas Públicas Escola de Políticas Públicas Política pública na prática A construção de políticas públicas tem desafios em todas as suas etapas. Para resolver essas situações do dia a dia, é necessário ter conhecimentos

Leia mais

Carreira: definição de papéis e comparação de modelos

Carreira: definição de papéis e comparação de modelos 1 Carreira: definição de papéis e comparação de modelos Renato Beschizza Economista e especialista em estruturas organizacionais e carreiras Consultor da AB Consultores Associados Ltda. renato@abconsultores.com.br

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO PSICÓLOGO BRASILEIRO. Dra. Iraní Tomiatto de Oliveira

COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO PSICÓLOGO BRASILEIRO. Dra. Iraní Tomiatto de Oliveira COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO PSICÓLOGO BRASILEIRO Dra. Iraní Tomiatto de Oliveira Sumário Psicologia no Brasil: percurso histórico Psicologia no Brasil nos últimos vinte anos Referências legais e organização

Leia mais

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). Coordenação Sindicato dos Centros de Formação de Condutores

Leia mais

SOLICITAÇÃO PARA APRESENTAÇÃO DE MANIFESTAÇÕES DE INTERESSE Nº 029/2014 PROGRAMA IPEA PESQUISA SELEÇÃO DE CONSULTOR INDIVIDUAL

SOLICITAÇÃO PARA APRESENTAÇÃO DE MANIFESTAÇÕES DE INTERESSE Nº 029/2014 PROGRAMA IPEA PESQUISA SELEÇÃO DE CONSULTOR INDIVIDUAL SOLICITAÇÃO PARA APRESENTAÇÃO DE MANIFESTAÇÕES DE INTERESSE Nº 029/2014 PROGRAMA IPEA PESQUISA SELEÇÃO DE CONSULTOR INDIVIDUAL Contrato de Empréstimo de Cooperação Técnica nº 1841/OC-BR Projeto: Programa

Leia mais

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II Índice Sistemático Capitulo I Da apresentação...02 Capitulo II Dos objetivos da proposta pedagógica...02 Capitulo III Dos fundamentos da proposta pedagógica...02 Capitulo IV Da sinopse histórica...03 Capitulo

Leia mais

FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM)

FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM) FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM) A extensão é o processo educativo, cultural e científico que articula, amplia, desenvolve e reforça o ensino e a pesquisa,

Leia mais

Termo de Referência para contratação de consultor na modalidade Produto

Termo de Referência para contratação de consultor na modalidade Produto TÍTULO DO PROJETO: Fortalecimento da capacidade institucional com vistas a melhoria dos processos de monitoramento e avaliação dos programas de fomento voltados para a Educação Básica e para o Ensino Superior

Leia mais

Planejamento de Recursos Humanos

Planejamento de Recursos Humanos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Planejamento de Recursos Humanos Profa. Marta Valentim Marília 2014 As organizações

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS 1 FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS MAURICIO SEBASTIÃO DE BARROS 1 RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar as atuais

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão de Pessoas tem por objetivo o fornecimento de instrumental que possibilite

Leia mais

O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO

O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO III Congresso Consad de Gestão Pública O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DA SEPLAG Norma Maria Cavalcanti Alcoforado Painel 02/007 Avaliação de desempenho e remuneração variável O NOVO MODELO DE

Leia mais

GESTÃO DE PESSOAS E PRODUTIVIDADE

GESTÃO DE PESSOAS E PRODUTIVIDADE GESTÃO DE PESSOAS E PRODUTIVIDADE 2 Download da Apresentação www.gptw.com.br publicações e eventos palestras Great Place to Work - Missão 3 Construindo um Excelente Ambiente de Trabalho 4 1 2 3 4 O que

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

AÇÕES EFETIVAS DE GERENCIAMENTO DO STRESS OCUPACIONAL: Desafio de Conciliar Embasamento Científico e Planejamento Estratégico

AÇÕES EFETIVAS DE GERENCIAMENTO DO STRESS OCUPACIONAL: Desafio de Conciliar Embasamento Científico e Planejamento Estratégico AÇÕES EFETIVAS DE GERENCIAMENTO DO STRESS OCUPACIONAL: Desafio de Conciliar Embasamento Científico e Planejamento Estratégico Sâmia Simurro Novembro/2011 FATOS SOBRE O STRESS Inevitável Nível positivo?

Leia mais

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 01. Conceitualmente, recrutamento é: (A) Um conjunto de técnicas e procedimentos

Leia mais

NOSSA MISSÃO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES

NOSSA MISSÃO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES Desde 1999 NOSSA MISSÃO AÇÕES DE TREINAMENTO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES MISSÃO Inspirar nossos clientes para a expansão de ideias e formação de relacionamentos saudáveis e duradouros no ambiente

Leia mais

Programa de Capacitação

Programa de Capacitação Programa de Capacitação 1. Introdução As transformações dos processos de trabalho e a rapidez com que surgem novos conhecimentos e informações têm exigido uma capacitação permanente e continuada para propiciar

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu. MBA em Estratégia e Liderança Empresarial

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu. MBA em Estratégia e Liderança Empresarial Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Estratégia e Liderança Empresarial Apresentação O programa de MBA em Estratégia e Liderança Empresarial tem por objetivo preparar profissionais para

Leia mais

Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual

Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual Aula 09 - Remuneração por competências: uma alavanca para o capital intelectual Objetivos da aula: Estudar a remuneração por habilidades; Sistematizar habilidades e contrato de desenvolvimento contínuo.

Leia mais

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso III Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí II Jornada Científica 9 a 23 de Outubro de 200 Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso Sablina

Leia mais

1. Escopo ou finalidade da iniciativa

1. Escopo ou finalidade da iniciativa 1. Escopo ou finalidade da iniciativa O Poder Judiciário tem-se conscientizado, cada vez mais, de que se faz necessária uma resposta para a sociedade que exige uma prestação jurisdicional mais célere e

Leia mais

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT Quadro de Servidores SITUAÇÃO 2008 2009 Abril 2010 CARGOS EFETIVOS (*) 429 752 860 Analista Administrativo 16 40 41 Especialista em Regulação 98 156 169

Leia mais

Liderando Projetos com Gestão de Mudanças Organizacionais

Liderando Projetos com Gestão de Mudanças Organizacionais Jorge Bassalo Strategy Consulting Sócio-Diretor Resumo O artigo destaca a atuação da em um Projeto de Implementação de um sistema ERP, e o papel das diversas lideranças envolvidas no processo de transição

Leia mais

1 LIDERANÇA. Indicador 1: Eficiência da Comunicação Organizacional

1 LIDERANÇA. Indicador 1: Eficiência da Comunicação Organizacional COMPILADO DAS SUGESTÕES DE MELHORIAS PARA O IDGP/2011 por critério e indicador 1 LIDERANÇA O critério Liderança aborda como está estruturado o sistema de liderança da organização, ou seja, o papel da liderança

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

METODOLOGIA HSM Centrada nos participantes com professores com experiência executiva, materiais especialmente desenvolvidos e infraestrutura tecnológica privilegiada. O conteúdo exclusivo dos especialistas

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas

Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas (Produto 1) TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DA BAHIA PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE EXTERNO DOS ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO Indicadores e Diagnóstico para a Inovação Primeiro passo para implantar um sistema de gestão nas empresas é fazer um diagnóstico da organização; Diagnóstico mapa n-dimensional

Leia mais

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO A universidade vivencia, em seu cotidiano, situações de alto grau de complexidade que descortinam possibilidades, mas também limitações para suas

Leia mais

Ano: 2012 MATRIZ DE COMPETÊNCIAS COMPORTAMENTAIS. Realiza Consultoria Empresarial Ltda. www.consultoriarealiza.com.br www.flaviopimentel.com.

Ano: 2012 MATRIZ DE COMPETÊNCIAS COMPORTAMENTAIS. Realiza Consultoria Empresarial Ltda. www.consultoriarealiza.com.br www.flaviopimentel.com. Ano: 2012 MATRIZ DE COMPETÊNCIAS COMPORTAMENTAIS Realiza Consultoria Empresarial Ltda. www.consultoriarealiza.com.br www.flaviopimentel.com.br MATRIZ DE COMPETÊNCIAS COMPORTAMENTAIS Alinhadas às Diretrizes

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

NOSSO OLHAR QUEM SOMOS NOSSA ATUAÇÃO RESULTADOS OBTIDOS NOSSA ABORDAGEM APRESENTAÇÃO CLIENTES E PARCEIROS

NOSSO OLHAR QUEM SOMOS NOSSA ATUAÇÃO RESULTADOS OBTIDOS NOSSA ABORDAGEM APRESENTAÇÃO CLIENTES E PARCEIROS QUEM SOMOS NOSSO OLHAR NOSSA ATUAÇÃO NOSSA ABORDAGEM RESULTADOS OBTIDOS CLIENTES E PARCEIROS APRESENTAÇÃO QUEM SOMOS O trabalho daassssssso consiste em atuar no desenvolvimento de grupos e indivíduos,

Leia mais

A comunicação eficaz é tão estimulante como um café preto e tão difícil quanto dormir depois...

A comunicação eficaz é tão estimulante como um café preto e tão difícil quanto dormir depois... A comunicação eficaz é tão estimulante como um café preto e tão difícil quanto dormir depois... livro Comunicação Interpessoal Empresas investem cada vez mais no desenvolvimento de pessoas e processos

Leia mais

Acreditamos em formas criativas e inovadoras de crescimento e desenvolvimento. Elas agregam valor ao cliente

Acreditamos em formas criativas e inovadoras de crescimento e desenvolvimento. Elas agregam valor ao cliente Portfólio QUEM SOMOS Somos uma empresa de consultoria organizacional que vem desenvolvendo e implementando em diversas clientes projetos nas áreas de Gestão Recursos Humanos e Comercial/Vendas. Silmar

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS FUNCIONÁRIOS NO PROCESSO EDUCATIVO NAS ESCOLAS

A IMPORTÂNCIA DOS FUNCIONÁRIOS NO PROCESSO EDUCATIVO NAS ESCOLAS A IMPORTÂNCIA DOS FUNCIONÁRIOS NO PROCESSO EDUCATIVO NAS ESCOLAS Carine Ferreira Machado Virago 1 Carla Cristiane Costa 2 Resumo: A nova conjuntura educacional, voltada especialmente a uma educação integral

Leia mais

1 SEPAGE Seminário i Paulista de Gestão em Enfermagem. Liderança Coaching e Desenvolvimento de Pessoas

1 SEPAGE Seminário i Paulista de Gestão em Enfermagem. Liderança Coaching e Desenvolvimento de Pessoas 1 SEPAGE Seminário i Paulista de Gestão em Enfermagem Liderança Coaching e Desenvolvimento de Pessoas Maria Lúcia Alves Pereira Cardoso GEPAG UNIFESP abril / 2009 CONTEXTO Características do Trabalho no

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Recursos Humanos Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos 1.

Leia mais

Pós-graduação lato sensu.

Pós-graduação lato sensu. MBA Desenvolvimento e Gestão de Pessoas Pós-graduação lato sensu 1 MBA Desenvolvimento e Gestão de Pessoas Curso de Especialização Pós-Graduação lato sensu PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO

Leia mais

Consultoria em Treinamento & Desenvolvimento de Pessoas

Consultoria em Treinamento & Desenvolvimento de Pessoas Consultoria em Treinamento & Desenvolvimento de Pessoas Evolução PMC têm atuação diferenciada na gestão de pessoas e clima organizacional, gerando na equipe mais agilidade para a mudança e maior capacidade

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS PARA ATUAÇÃO COMO INSTRUTORES NOS CURSOS GESTÃO DA ESTRATÉGIA COM O USO DO

PROCESSO SELETIVO DE SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS PARA ATUAÇÃO COMO INSTRUTORES NOS CURSOS GESTÃO DA ESTRATÉGIA COM O USO DO PROCESSO SELETIVO DE SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS PARA ATUAÇÃO COMO INSTRUTORES NOS CURSOS GESTÃO DA ESTRATÉGIA COM O USO DO BSC E MÓDULO 2 PLANEJAMENTO E GESTÃO ORGANIZACIONAL (PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 Conhecimento em Tecnologia da Informação Alinhamento Estratégico A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 2010 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir seus objetivos necessita

em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir seus objetivos necessita II. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A assessoria pedagógica não consiste em transmitir certezas, mas em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis APRESENTAÇÃO A FGV é uma instituição privada sem fins lucrativos, fundada em

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

COORDENADOR SÊNIOR (CONSULTORIAS) (Candidaturas serão aceitas até o dia 22/2/2013 envie seu CV para asantos@uniethos.org.br)

COORDENADOR SÊNIOR (CONSULTORIAS) (Candidaturas serão aceitas até o dia 22/2/2013 envie seu CV para asantos@uniethos.org.br) COORDENADOR SÊNIOR (CONSULTORIAS) DESCRIÇÃO GERAL: O Coordenador Sênior do Uniethos é responsável pelo desenvolvimento de novos projetos, análise de empresas, elaboração, coordenação, gestão e execução

Leia mais

AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE DE SAÚDE

AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE DE SAÚDE MOVE 2015 AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE DE SAÚDE II CONGRESSO TODOS JUNTOS CONTRA O CANCER MOVE 2015 PRINCIPAIS MENSAGENS 01 AVALIAÇÃO É FUNDAMENTAL PARA GARANTIR A QUALIFICAÇÃO DOS PROCESSOS DE EDUCAÇÃO

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA E POLITICAS PÚBLICAS: UMA APROXIMAÇÃO DO CRPRS COM O MEIO ACADÊMICO

Leia mais