UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II O PROCESSO DE AUDITORIA EM ENFERMAGEM 1 Greco, Rosangela Maria 2 Esta apostila será desenvolvida sob a forma de instrução programada, para isso siga as orientações abaixo: Leia atentamente cada item, pois da compreensão de cada um deles depende o entendimento dos demais. Opte por uma, duas ou mais respostas. Após escolher a alternativa que julgar correta, siga a instrução entre parênteses. A - Objetivos: destacar a importância da auditoria para o Serviço de Enfermagem; explicar e exemplificar as técnicas de auditoria; enumerar os requisitos básicos para a implantação e implementação da Auditoria em Enfermagem. B Como tudo começou... 3 Existem registros que indicam que a auditoria era utilizada desde o ano a.c. como uma técnica de avaliação e controle. Ela surgiu como um recurso da área contábil, sendo que foi apenas a partir do século XII d. C. que esta técnica passou a ser denominada de Auditoria. Na Inglaterra, após a Revolução Industrial no século XVII ocorreu um maior desenvolvimento da auditoria, com o surgimento de novas diretrizes, na busca do atendimento às necessidades das grandes empresas 4. Na área da saúde, ela apareceu pela primeira vez, nos Estados Unidos, em 1918, no trabalho do médico George Gray Ward, que fez uma verificação da qualidade da assistência prestada ao paciente através dos registros do prontuário 4. Na enfermagem, um dos primeiros trabalhos de auditoria foi realizado em 1955, no Hospital Progress, também nos Estados Unidos 4. No Brasil, nos últimos cinqüenta anos, a auditoria em enfermagem vem tomando impulso, necessitando ainda de pesquisas e estudos que melhor adaptem o processo à nossa realidade. Nesse sentido, na Lei do Exercício Profissional no de 25 de junho de 1986 no artigo 11, inciso I, alínea h, consta como atividade privativa do enfermeiro a realização de consultoria, auditoria e a emissão de parecer sobre matéria de enfermagem 5. Além disso, em 1999, foi criada a Sociedade Brasileira de Enfermeiros Auditores em Saúde - SOBEAS, sociedade civil sem fim lucrativo, de natureza científica e cultural, que tem como objetivo estar congregando profissionais Enfermeiros de todo território nacional, interessados e envolvidos com a auditoria na saúde. Em 05/10/2001 o Conselho Federal de Enfermagem através da Resolução 266, definiu e aprovou as atividades do Enfermeiro auditor, sendo competência privativa do Enfermeiro Auditor organizar, dirigir, planejar, coordenar e avaliar, prestar consultoria, auditoria e emissão de parecer sobre os serviços de Auditoria em Enfermagem 6. Nos dias de hoje, tanto no sistema público de assistência à saúde, como no sistema privado de saúde sob a forma de cooperativa, seguradora, medicina de grupo entre outras, vem crescendo a utilização e o investimento na auditoria, com o objetivo de redução de custos e como uma forma de avaliação e controle para melhoria da qualidade. 1. De acordo com o texto que você leu complete a frase: Verificamos assim que a Auditoria... ( ) é um novo processo de avaliação e controle, que na área da saúde visa apenas a redução de custos (vá para o item 4) ( ) é um processo de avaliação e controle, que pode ser utilizada em diversas áreas do conhecimento humano, e visa entre outras coisas o alcance da melhoria da qualidade (vá para o item 5) 1 Este texto foi elaborado como material instrucional para a Disciplina Administração em Enfermagem II, para os acadêmicos do Curso de Graduação em Enfermagem do 7º período da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Juiz de Fora. Pedimos que caso haja o interesse em utilizar este material para outro fim seja citada a referência, outras informações podem ser solicitadas pelo seguinte 2 Enfermeira, Doutora em Saúde Pública, Professor Associado do Departamento de Enfermagem Básica da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Juiz de Fora. 3 Pereira, L.L.; Takahashi, R. T. Auditoria em enfermagem. In: Kurcgant, P. (org.). Administração em Enfermagem. São Paulo, EPU, 1991, p Francisco, M.T. R. Auditoria em Enfermagem. Rio de Janeiro, BRASIL. Leis e Decretos. Decreto nº 94406, de 8 de junho de 1987, que regulamenta a Lei nº 7498, de 25 de junho de Dispõe sobre o exercício da enfermagem. Brasília: Diário Oficial da União, 26 de junho de Conselho Federal de Enfermagem (COFEN). Resolução 266, de 05 de outubro de Aprova as atividades de enfermeiro auditor. Rio de Janeiro: COFEN,

2 C Conceituando alguns termos... A palavra Auditoria tem sua origem no latim audire significa ouvir 7 e em termos gerais Auditoria pode ser conceituada como sendo: O exame científico e sistemático dos livros, contas, comprovantes e outros registros financeiros de uma companhia, com o propósito de determinar a integridade do sistema de controle interno contábil, das demonstrações financeiras, bem como o resultado das operações e assessorar a companhia no aprimoramento dos controles internos, contábeis e administrativos 8. A avaliação sistemática e formal de uma atividade, por alguém não envolvido diretamente na sua execução, para determinar se essa atividade está sendo levada a efeito de acordo com seus objetivos 9. Atividade específica do Sistema de Controle e Avaliação que requer observações comprovadas de atos e fatos, análise de relatórios e registros de procedimentos quer individuais quer coletivos, concomitante ou posterior às ações que possam estar determinando alterações na eficácia dos serviços 10 A Auditoria faz parte do processo de controle, ela é um instrumento do processo de avaliação das organizações, sendo considerada um dos itens essenciais para o controle da qualidade nos serviços de modo geral 11. Dos conceitos acima se pode extrair elementos possíveis de serem adaptados na construção de um conceito de auditoria aplicada à enfermagem, são eles: Exame científico e sistemático de registros; Avaliação comprovada de atos, fatos e registros; Determinação de alterações tendo em vista a eficácia; Avaliação sistemática e formal de uma atividade; Determinar se uma atividade esta sendo levada a efeito de acordo com seus objetivos. Busca da melhoria da qualidade 2. Com as suas palavras, mas tendo por base os elementos acima, elabore um conceito de Auditoria de Enfermagem. 3. Vejamos agora como alguns autores definem Auditoria de Enfermagem: Auditoria em enfermagem é a avaliação sistemática da qualidade da assistência de enfermagem, verificada através das anotações de enfermagem no prontuário do paciente e/ou das próprias condições deste 12. Auditoria de enfermagem é o exame oficial dos registros de enfermagem com o objetivo de avaliar, verificar e melhorar a assistência de enfermagem 13. A auditoria pode ser considerada um elemento essencial para mensurar a qualidade da assistência de Enfermagem, oferecendo subsídios aos profissionais para (re) orientar suas atividades, estimulando a reflexão individual e coletiva e nortear o processo de educação permanente. 14 Agora vá para o item D Objetivos da Auditoria em Enfermagem. 4. Auditoria não é um processo novo, pois já era utilizada na Inglaterra desde o século XII e tem evoluído e se transformado acompanhando o desenvolvimento da sociedade, e se em seu inicio visava o controle dos custos e 7 Riolino, A.N.; Kliukas, G. B. V. Relato de Experiência de Enfermeiras no campo de Auditoria de Prontuário uma ação inovadora. Rev. Nursing, v.65, n.6, p Motta, J. M. Auditoria princípios e técnicas. São Paulo, Atlas, Pereira, L.L.; Takahashi, R. T. Auditoria em enfermagem. In: Kurcgant, P. (org.). Administração em Enfermagem. São Paulo, EPU, 1991, p Souza, V. de; Moura, F. L.; Flores, M. L. Fatores determinantes e conseqüências de falhas registradas na assistência de enfermagem um processo educativo. Rev. Min. Enf., 6(1/2):30-34, jan./dez., Idem, ibidem. 12 Pereira, L.L.; Takahashi, R. T. Op. Cit. 13 Francisco, M.T. R. Auditoria em Enfermagem. Rio de Janeiro, Faraco, M. M.; Albuquerque, G. L. Auditoria do método de assistência de enfermagem. Rev. Brás. Enferm., 57(4): 421-4, jul/ago,

3 ainda hoje é utilizada com esta finalidade, este não é o único propósito desta ação administrativa. Portanto a sua resposta esta Errada. Volte a ler o texto, e depois siga para o tópico C Conceituando alguns termos A auditoria pode ser utilizada não apenas na área das ciências contábeis, como também na enfermagem, medicina, e em outras áreas, é por isso que iremos estudar este procedimento técnico como um instrumento de controle e avaliação da enfermagem para se avaliar o andamento do trabalho, buscando a melhoria da qualidade da assistência. Muito bem. Siga para o tópico C Conceituando alguns termos... D Objetivos da Auditoria em enfermagem Para darmos inicio ao estudo deste tópico, responda a pergunta: Na sua opinião qual o objetivo da auditoria em enfermagem? ( ) melhoria da qualidade da assistência de enfermagem (vá para o item 6); ( ) realização da assistência de enfermagem (vá para o item 7) E O que uma auditoria pode gerar? 15 Frente ao que foi exposto responda quais podem ser os benefícios de um processo de auditoria em enfermagem bem conduzido : para os pacientes (vá para o item 08). para a equipe de enfermagem (vá para o item 09). para a instituição (vá para o item 10). para a profissão (vá para o item 11). 6. Muito Bem! Sua resposta está correta. A Auditoria em Enfermagem tem como objetivo a melhoria da qualidade da assistência de enfermagem e, além disso, ela tem como finalidades: Identificar áreas (unidades) deficientes do serviço de enfermagem, auxiliando, por exemplo, para que as decisões quanto ao remanejamento e aumento de pessoal sejam tomadas com base em dados concretos; Identificar áreas de deficiência em relação à assistência de enfermagem prestada, percebendo-se, por exemplo, defasagem no atendimento da área psicoespiritual; Fornecer dados para melhoria dos programas de enfermagem; Fornecer dados para melhoria da qualidade do cuidado de enfermagem; Obter dados para programação de reciclagem e atualização do pessoal de enfermagem A auditoria pode ou não ser realizada em enfermagem, mas a mensuração da qualidade da assistência de enfermagem realizada através da auditoria pode auxiliar o encaminhamento para uma enfermagem científica, a qual necessita de ações comprovadas que levem à construção de um saber específico 16 (vá para o item E O que uma auditoria pode gerar?) 7. Errado. A Auditoria em Enfermagem não tem como objetivo que a assistência de enfermagem seja apenas realizada, ou que simplesmente ela aconteça, mas sim que ela seja avaliada e modificada na direção de uma assistência de qualidade. Leia novamente a questão, preste mais atenção e tente responder. 8. Os pacientes serão beneficiados com a possibilidade de receber uma assistência de melhor qualidade, a partir de um serviço oferecido de maneira mais segura e eficaz. Portanto você acertou quando assinalou esta resposta, mas este não é o único beneficio da Auditoria, leia também o item Os benefícios para a equipe de enfermagem advindos da utilização da auditoria relacionam-se ao fornecimento de subsídios que, não sendo utilizados como ameaça, estimularão a reflexão profissional. Portanto você acertou quando assinalou esta resposta, mas este não é o único beneficio da Auditoria, leia também o item Para a instituição, os principais benefícios encontram-se no fato de a auditoria ser um meio de verificar o alcance dos seus objetivos, constituindo base para a continuidade da programação e forma de auxílio no controle de custos. Portanto você acertou quando assinalou esta resposta, mas este não é o único beneficio da Auditoria, leia também o item A profissão de enfermagem tem na auditoria a possibilidade de desenvolvimento de indicadores de assistência, estabelecimento de critérios de avaliação e conseqüente geração de novos conhecimentos. 15 Pereira, L.L.; Takahashi, R. T. Op. Cit 16 Ibidem, idem. 3

4 Portanto você acertou quando assinalou esta resposta, mas este não é o único beneficio da Auditoria, leia também o item 8, se você já o leu, vá para o item F Como fazer Auditoria.... F Como fazer Auditoria? Você já deve estar curioso para saber como se pode operacionalizar uma Auditoria em Enfermagem. Mas antes de estudarmos os tipos de auditoria e sua possível classificação, é necessário que tenhamos clareza quanto aos requisitos para a instalação de um processo de auditoria. Vejamos então quais são eles: Filosofia e estrutura administrativa compatível com a proposta da enfermagem, que se constitui em planejar, implementar, coordenar e controlar as atividades com o objetivo de oferecer a melhor assistência ao paciente; Padrão de assistência desejado, estabelecido e conhecido por todo o pessoal do serviço de enfermagem; Recursos humanos com adequado treinamento técnico e capacidade como auditor; Instrumentos contendo os itens, critérios ou indicadores que deverão ser observados no processo de auditoria 17 (vá para o item G Classificações da Auditoria) G Classificações da Auditoria No que diz respeito ao método a Auditoria em Enfermagem pode ser: Retrospectiva, Prospectiva ou Operacional Concorrente ou Concomitante. A palavra retrospectiva significa que se volta para o passado, relativo a coisas passadas, a palavra prospectivo diz respeito ao presente, ao aqui e agora e a palavra concorrente pode significar algo que se realiza ao mesmo tempo em que outra coisa. A partir da definição dessas palavras tente descrever como são feitas as Auditorias: retrospectiva, prospectiva e a concomitante. Agora leia o texto abaixo e veja se você acertou, refazendo sua resposta caso haja necessidade. Auditoria retrospectiva - é a auditoria realizada após a alta do paciente, através do prontuário para avaliação. A desvantagem deste método se deve ao fato dos dados obtidos não beneficiarem este paciente diretamente, mas sim a assistência de maneira global e também ao fato de não permitir saber-se o que foi feito e não foi anotado. O primeiro passo para a realização deste tipo de auditoria consiste no estabelecimento do número de prontuários que deverão ser analisados, o que é feito em função de um padrão. Para isso, pode ser seguida uma regra internacional onde se considera o seguinte: até 50 altas/mês = todos os prontuários; mais de 50 altas/mês = 10% dos prontuários mais todos os prontuários de pacientes que foram a óbito. Mas, o mais importante é que a comissão que ira realizar o processo decida qual é a sua capacidade de trabalho. Além disso, é importante que os prontuários sejam escolhidos por sorteio. Auditoria prospectiva - consiste na avaliação da qualidade da assistência de enfermagem enquanto o paciente está hospitalizado ou em atendimento ambulatorial, e pode ser realizada das seguintes maneiras: exame do paciente e confronto das necessidades levantadas com a prescrição de enfermagem e/ou avaliação dos cuidados in loco (acompanhar o funcionário e confrontar com os parâmetros estabelecidos); entrevista com o próprio funcionário logo após a prestação do cuidado, levando-o à reflexão e servindo como material de auditoria; avaliação feita pelo paciente e sua família, verificando a percepção destes quanto à assistência prestada; nesse caso, é importante que sejam selecionados familiares que tenham realmente acompanhado o paciente; pesquisa junto à equipe médica, verificando o cumprimento da prescrição médica e interferências das condutas de enfermagem na terapêutica médica (trabalho mais difícil e muito mais criterioso, em vista das questões éticas envolvidas). Auditoria concomitante - consiste na utilização simultânea dos métodos prospectivos e retrospectivos, que compreende a verificação do prontuário e entrevista com o paciente para detectar o grau de satisfação em relação ao serviço. 17 Pereira, L.L.; Takahashi, R. T. Op. Cit 18 Ibidem, idem. 19 Francisco, M.T. R. Op.cit. 4

5 Em qualquer um dos tipos, o procedimento básico da auditoria consiste na elaboração de um plano auditorial que propõe a forma de realização da auditoria, ou seja, coleta dos dados que em seguida serão analisados frente ao padrão estabelecido e, por fim, é elaborado um relatório. O plano - indica as ações a serem realizadas, contribuindo para o desenvolvimento do trabalho, acompanhamento das atividades em todas as suas etapas e a manutenção do rumo à meta definida. O relatório é um documento analítico que apresenta parecer de natureza técnica sobre o que foi auditado e sugestões que tem como objetivo o aperfeiçoamento ou mesmo correção de problemas na assistência de enfermagem prestada. Normalmente esse relatório é encaminhado: à chefia do departamento de enfermagem, para subsidiar as diretrizes gerais dos seus programas; às unidades de trabalho, para subsidiar ações de nível local; e ao serviço de educação continuada, para subsidiar propostas educacionais em termos de desenvolvimento de pessoal. A auditoria pode ainda ser classificada segundo: à forma de intervenção; ao tempo; à natureza e ao limite. A este respeito responda a seguinte pergunta: Em relação à forma de intervenção a auditoria pode ser: ( ) descritiva e analítica (vá para o item 12) ( ) interna e externa (vá para o item 13) 12. A descrição e a análise são métodos utilizados em qualquer dos tipos de auditoria, que tanto podem ser utilizados em uma auditoria interna, como em uma auditoria externa. Portanto a sua resposta esta errada. (leia novamente a questão e tente outra alternativa). 13. Quanto à forma de intervenção, a auditoria se classifica em: interna e externa. Auditoria interna - é realizada por elementos da própria instituição; tem como vantagem maior profundidade no trabalho, tanto pelo conhecimento da estrutura administrativa, como das inovações e expectativas dos serviços; a sua vinculação funcional permite sugerir soluções apropriadas; como desvantagem, pode-se citar a dependência administrativa limitando a amplitude das conclusões e das recomendações finais do trabalho; pode haver também envolvimento afetivo do auditor com os elementos realizadores do trabalho, invalidando-os. Auditoria externa - é realizada por elemento não pertencente à instituição, contratado especificamente para a auditoria; tem a vantagem de gozar de independência administrativa e afetiva; tem a desvantagem de o auditor não vivenciar a realidade da instituição, podendo realizar um trabalho superficial, que apresente sugestões pouco adequadas à solução dos problemas existentes. Portanto a sua resposta esta correta. Em relação ao tempo a auditoria se classifica em: ( ) contínua e periódica (vá para o item 15) ( ) contínua e ininterrupta (vá para o item 14) 14. Contínua e ininterrupta deve ser a assistência de enfermagem, porque o cuidado de enfermagem é prestado por uma equipe que se reveza continuamente nas 24 horas do dia. Portanto a sua resposta esta errada. 20 (leia novamente a questão e escolha outra alternativa). 15. Auditoria contínua consiste na avaliação por períodos determinados sendo que, uma revisão sempre se inicia a partir da última. Auditoria periódica consiste também em estar-se realizando avaliações em tempos estabelecidos, porém não se prende à continuidade. Muito bem, você acertou. Em relação à natureza a auditoria se classifica em: ( ) anormal e inespecífica (vá para o item 16) ( ) normal e específica (vá para o item 17) 16. Essa resposta esta errada, não passando de uma invenção (leia novamente a questão e escolha outra alternativa). 17. Auditoria normal - é a que é realizada em períodos determinados com objetivos regulares de comprovação, integrando uma rotina institucional. Auditoria específica - ou especial atende a uma necessidade do momento, esporádica. Você escolheu a resposta correta. E por fim, quanto ao limite a auditoria se classifica em: ( ) total e parcial (vá para o item 18) ( ) ilimitável e imparcial (vá para o item 19) 20 Santos, I. dos. Supervisão em enfermagem. Rio de Janeiro. Cultura Médica,

6 18. Auditoria total como o próprio nome diz abrange todos os setores/unidades da instituição e a parcial restringe-se a alguns serviços (por exemplo: serviço de enfermagem). Você é mesmo fera, acertou mais uma vez. Vá para o item H Limitações do processo de auditoria em enfermagem. 19. Você se deu mal. Esta é outra resposta inventada. (leia novamente a questão e escolha outra alternativa). H Limitações do processo de auditoria em enfermagem A auditoria em enfermagem tem limitações. Frente a esta afirmação complete a frase: Em sua opinião um processo de auditoria em enfermagem serve para... ( ) avaliar a assistência total ao paciente (vá para o item 20) ( ) avaliar o cuidado de enfermagem prestado ao paciente (vá para o item 21). 20. A auditoria em enfermagem não avalia a assistência total ao paciente, pois o cuidado total ao paciente inclui a atuação de outros profissionais que participam desse cuidado. Para a avaliação da assistência total, seria necessária uma auditoria integrada 21 (leia novamente a questão e escolha outra resposta). 21. Correto. A auditoria de enfermagem limita-se à avaliação do cuidado de enfermagem prestado ao paciente (para saber o porquê leia o item 20). Além disso, a auditoria não tem finalidade punitiva, ela verifica o cuidado, detecta erros e os analisa quanto a sua natureza e significado. Fornece possíveis indicadores de padrões ou tendências, assim como subsídios para a modificação de procedimentos e técnicas que são de responsabilidade administrativa; não tem como objetivo primordial a melhoria dos registros de enfermagem, mas sim a melhoria da assistência ao paciente, embora a partir dos resultados possam ser sugeridas ações no sentido de melhorar os registros e não tem por finalidade avaliar o desempenho de um indivíduo ou de um grupo. Muito bem! Você chegou ao final desta instrução. Para terminar leia o texto abaixo e responda a pergunta que segue. I Considerações Finais O enfermeiro interessado em dar início a um processo de auditoria deve ter em mente que mais importante do que os recursos é a crença do grupo na necessidade desse processo, especialmente do pessoal que presta cuidado direto ao paciente. O grupo deve estar esclarecido de que a auditoria não avalia uma pessoa, ma sim o conjunto de atividades desenvolvidas por uma equipe de trabalho. O não-entendimento da forma de realização e dos benefícios do processo poderá levá-lo a perceber a auditoria com restrições, o que provavelmente prejudicará o resultado final. Nesse sentido, é importante o envolvimento de todo pessoal de enfermagem na criação e desenvolvimento do processo de auditoria, principalmente no que diz respeito à determinação dos critérios 22. A principal dificuldade na realização e no desenvolvimento da auditoria se deve ao fato de que são poucos os estudos e trabalhos atuais publicados sobre a auditoria da assistência de enfermagem. A grande ênfase, nos dias de hoje, é em relação à auditoria de contas hospitalares. Não significa que este tipo de auditoria seja mais importante ou menos válido, porém estudos devem ser incentivados no sentidos de se avaliar a assistência e lhe sujeitar a possíveis mudanças com conseqüentes melhorias. 23 Agora que você já sabe que a Auditoria em Enfermagem é um processo no qual se realiza a avaliação sistemática da qualidade da assistência de enfermagem, através da comparação entre a assistência que esta sendo prestada e os padrões pré-determinados. Cite e explique quais podem ser os benefícios de um processo de auditoria em enfermagem bem conduzido dentro de uma instituição. 21 Pereira, L.L.; Takahashi, R. T. Op. Cit. 22 Ibidem, idem 23 Faraco, M. M.; Albuquerque, G. L. Op. Cit. 6

7 Execícios para fixação do conteúdo 1. A Lei do Exercício Profissional nº 7498 de 25 de junho de 1986, no artigo oitavo, defini como atividade privativa do enfermeiro a realização de auditoria em enfermagem. Descreva no que consiste e quais são os objetivos da Auditoria em Enfermagem 2. Um processo de auditoria em enfermagem bem conduzido dentro de uma instituição pode gerar benefícios para os pacientes, para a equipe de enfermagem, para a instituição, para a profissão. Explique o que o enfermeiro interessado em dar início a um processo de auditoria deve considerar ao implantá-la. 7

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO CONCURSO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM TEMA 04: ATIVIDADES DO ENFERMEIRO ATIVIDADES DO ENFERMEIRO SUPERVISÃO GERENCIAMENTO AVALIAÇÃO AUDITORIA

Leia mais

REVISÃO VACINAS 15/02/2013

REVISÃO VACINAS 15/02/2013 REVISÃO VACINAS 1. Conforme a Lei Federal n o 7.498/86, que dispõe sobre o exercício da enfermagem, são atividades privativas do enfermeiro: a) administrar medicamentos e prestar consultoria de b) observar

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM OBJETIVOS DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I MÉTODOS DE TRABALHO - FERRAMENTAS NA ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO DE TRABALHO DA ENFERMAGEM 1.

Leia mais

Enf.ª Danielle Perdigão

Enf.ª Danielle Perdigão Enf.ª Danielle Perdigão ORAÇÃO DO AUDITOR Senhor, Dai-me paciência para orientar os que erram por desconhecimento; Dai-me coragem para enfrentar os que fazem malversação dos recursos da saúde; Mas, sobretudo,

Leia mais

FPB FACULDADE INTERNACIONAL DA PARAÍBA SAE SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM MARTA CRECÊNCIO DA COSTA

FPB FACULDADE INTERNACIONAL DA PARAÍBA SAE SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM MARTA CRECÊNCIO DA COSTA FPB FACULDADE INTERNACIONAL DA PARAÍBA SAE SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM MARTA CRECÊNCIO DA COSTA JOÃO PESSOA, 2015 SUMÁRIO 1. Processo de Enfermagem... 3 1ª Etapa Historico de Enfermagem...

Leia mais

Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências

Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências Decreto Nº 94.406 / 1987 (Regulamentação da Lei nº 7.498 / 1986) Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências O Presidente da

Leia mais

A LEI DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ENFERMAGEM

A LEI DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ENFERMAGEM A LEI DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ENFERMAGEM 1- PRINCIPAIS MARCOS DA HISTÓRIA DA SAÚDE E DA ENFERMAGEM NO BRASIL E A EVOLUÇÃO DA LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEM DA COLONIZAÇÃO À ÉPOCA IMPERIAL Surge a primeira

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 A PRESIDENTE EM EXERCÍCIO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA, no uso de suas atribuições legais e CONSIDERANDO que as entidades da Administração Pública Federal indireta

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 Aprova a NBC T 11.8 Supervisão e Controle de Qualidade. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Considerando que as Normas

Leia mais

Auditoria Interna Como assessoria das entidades

Auditoria Interna Como assessoria das entidades Auditoria Interna Como assessoria das entidades Francieli Hobus 1 Resumo A auditoria interna vem se tornando a cada dia, uma ferramenta indispensável para as entidades. Isso está ocorrendo devido à preocupação

Leia mais

AUDITORIA EM ENFERMAGEM. UNIPAC UBERLÂNDIA CURSO GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA: Administração ll Profa : Amanda Cristina de Oliveira Mendes

AUDITORIA EM ENFERMAGEM. UNIPAC UBERLÂNDIA CURSO GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA: Administração ll Profa : Amanda Cristina de Oliveira Mendes AUDITORIA EM ENFERMAGEM UNIPAC UBERLÂNDIA CURSO GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA: Administração ll Profa : Amanda Cristina de Oliveira Mendes Conceito AUDITORIA é uma avaliação sistemática e formal de

Leia mais

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE:

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE: 1 - INTRODUÇÃO Neste trabalho iremos enfocar a função do controle na administração. Trataremos do controle como a quarta função administrativa, a qual depende do planejamento, da Organização e da Direção

Leia mais

PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL

PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II Departamento de Orientação Profissional - EEUSP PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL VERA LUCIA MIRA GONÇALVES AVALIAÇÃO JUÍZO DE VALOR Avaliação de desempenho

Leia mais

Auditoria do Processo de Contas Hospitalares. Enfª Ms Cristiane Azevedo Supervisora da Auditoria Administrativa e de Enfermagem RAUF

Auditoria do Processo de Contas Hospitalares. Enfª Ms Cristiane Azevedo Supervisora da Auditoria Administrativa e de Enfermagem RAUF Auditoria do Processo de Contas Hospitalares Enfª Ms Cristiane Azevedo Supervisora da Auditoria Administrativa e de Enfermagem RAUF Declaração de potencial conflito de interesses Não possuo vínculo ou

Leia mais

Formulário de Avaliação de Desempenho

Formulário de Avaliação de Desempenho Formulário de Avaliação de Desempenho Objetivos da Avaliação de Desempenho: A avaliação de desempenho será um processo anual e sistemático que, enquanto processo de aferição individual do mérito do funcionário

Leia mais

Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil

Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil O futuro é (deveria ser) o sucesso Como estar preparado? O que você NÃO verá nesta apresentação Voltar

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. Regulamenta as atribuições da Secretaria de Controle Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá outras providências. A PRESIDENTE DO, no uso de

Leia mais

PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE)

PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE) PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE) INSTITUIÇÃO Nome Morada Código Postal CONTEXTO PRÁTICA CLÍNICA ou UNIDADE DE SAÚDE FUNCIONAL Nome CONTATOS Enfermeiro(a) Chefe

Leia mais

LEI Nº 7.498, DE 25 DE JUNHO DE 1986

LEI Nº 7.498, DE 25 DE JUNHO DE 1986 LEI Nº 7.498, DE 25 DE JUNHO DE 1986 Dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono

Leia mais

Parceria de sucesso para sua empresa

Parceria de sucesso para sua empresa Parceria de sucesso para sua empresa A Empresa O Grupo Espaço Solução atua no mercado de assessoria e consultoria empresarial há 14 anos, sempre realizando trabalhos extremamente profissionais, pautados

Leia mais

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º A Auditoria Interna do IF Sudeste de Minas Gerais, está vinculada ao Conselho Superior,

Leia mais

Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP

Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP Centro de História e Filosofia das Ciências da Saúde Valdir Reginato Espiritualidade

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA (EBA) DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA (EBA) DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II custos2009 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA (EBA) DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II Gerência de Custos em Enfermagem GRECO, Rosangela

Leia mais

PARTE III Auditoria Conceitos Introdutórios

PARTE III Auditoria Conceitos Introdutórios FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Auditoria em Sistemas de Informação Prof. Fabio Costa

Leia mais

5 CCN 1 Apostila baseada exclusivamente na Obra de Clovis Luis Padoveze 1

5 CCN 1 Apostila baseada exclusivamente na Obra de Clovis Luis Padoveze 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS PROFESSOR Edmundo Tork APOSTILA 3 TURMA: EMPRESA E SISTEMA 5 CCN 1 Apostila baseada exclusivamente na Obra de Clovis Luis Padoveze 1 2 EMPRESA COMO SISTEMA E SEUS SUBSISTEMAS

Leia mais

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO I. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para atuação privativa do Enfermeiro em Aconselhamento Genético, no âmbito da equipe

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GEFIS Nº 29 / 2010 Abordagem Sindrômica. Participação Legal do Enfermeiro. Programa de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis. Programa de Atenção Integral em Doenças Prevalentes

Leia mais

Regimento Interno da Unidade de Auditoria Interna

Regimento Interno da Unidade de Auditoria Interna CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA - UAUDI Regimento Interno da Unidade de Auditoria Interna Rio de Janeiro 2015 CAPÍTULO I DA MISSÃO E DO ESCOPO

Leia mais

PROF. ENF. HYGOR ELIAS

PROF. ENF. HYGOR ELIAS PROF. ENF. HYGOR ELIAS ADMINISTRAR É... ADMINISTRAÇÃO É O PROCESSO DE PLANEJAR, ORGANIZAR, DIRIGIR E CONTROLAR AS AÇÕES DE UMA EMPRESA/INSTITUIÇÃO/SERVIÇO A FIM DE ALCANÇAR SEUS OBJETIVOS. O enfermeiro

Leia mais

Prefeitura Municipal de Nova Ubiratã Gestão: 2009/2012

Prefeitura Municipal de Nova Ubiratã Gestão: 2009/2012 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 018 /2011/CSCI Versão: 01 Aprovação em: 17 de novembro de 2011 Ato de Aprovação: 018/2011 Unidades Responsáveis: Assessoria de Imprensa e Comunicação Social DISPÕE SOBRE PROCEDIMENTOS

Leia mais

PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421

PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421 PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421 Ementa: Realização de treinamentos, palestras, cursos e aulas por profissionais

Leia mais

a) ser substituída por outra, não podendo retornar a fazer a auditoria da empresa no prazo de dez anos.

a) ser substituída por outra, não podendo retornar a fazer a auditoria da empresa no prazo de dez anos. Comentado pelo professor Ted Jefferson Auditoria 1) (ESAF/AFRFB/2012) A empresa Betume S.A. é uma empresa de interesse público que vem sendo auditada pela empresa Justos Auditores Independentes, pelo mesmo

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO DO SUL (IFMS)

REGIMENTO INTERNO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO DO SUL (IFMS) REGIMENTO INTERNO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO DO SUL (IFMS) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º A Unidade de Auditoria

Leia mais

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL COD: NOR 312 APROVAÇÃO: Resolução DIREX Nº 009/2012 de 30/01/2012 NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO 1/17 ÍNDICE

Leia mais

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS AUDITORIA INTERNA DA ATLAS A auditoria interna serve à administração como meio de identificação de que todos os processos internos e políticas definido pela ATLAS, assim como sistemas contábeis e de controle

Leia mais

O SR. BETO ALBUQUERQUE (PSB-RS. Pronuncia o seguinte discurso.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, hoje, 12 de maio, comemoramos o Dia

O SR. BETO ALBUQUERQUE (PSB-RS. Pronuncia o seguinte discurso.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, hoje, 12 de maio, comemoramos o Dia O SR. BETO ALBUQUERQUE (PSB-RS. Pronuncia o seguinte discurso.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, hoje, 12 de maio, comemoramos o Dia Internacional do Enfermeiro. Na realidade, comemora-se hoje,

Leia mais

FABIANA PRADO DOS SANTOS NOGUEIRA CONSELHEIRA CRMMG DELEGADA REGIONAL UBERABA

FABIANA PRADO DOS SANTOS NOGUEIRA CONSELHEIRA CRMMG DELEGADA REGIONAL UBERABA FABIANA PRADO DOS SANTOS NOGUEIRA CONSELHEIRA CRMMG DELEGADA REGIONAL UBERABA FABIANA PRADO DOS SANTOS NOGUEIRA CONSELHEIRA CRMMG DELEGADA REGIONAL UBERABA Conjunto de normas que definem os aspectos da

Leia mais

Missão, Visão e Valores

Missão, Visão e Valores , Visão e Valores Disciplina: Planejamento Estratégico Página: 1 Aula: 12 Introdução Página: 2 A primeira etapa no Planejamento Estratégico é estabelecer missão, visão e valores para a Organização; As

Leia mais

COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS

COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS O gerenciamento do sistem,a COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS Dandare Manuelle Pereira (1) Historiadora formada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Trabalha desde 2012 na SANASA no cargo

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO PARANÁ

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO PARANÁ PARECER Nº 2488/2015 ASSUNTO: CONVÊNIO DETERMINA FIM DE INTERNAÇÃO DE PACIENTE PSIQUIÁTRICO SEM CONDIÇÕES DE ALTA PARECERISTA: CONS. DR. MARCO ANTONIO S. M. RIBEIRO BESSA EMENTA: Prazo de Internação de

Leia mais

Utilize o roteiro abaixo como mapa para elaboração do projeto. Organizado o conjunto, amplie as partes que requerem detalhamento.

Utilize o roteiro abaixo como mapa para elaboração do projeto. Organizado o conjunto, amplie as partes que requerem detalhamento. Utilize o roteiro abaixo como mapa para elaboração do projeto. Organizado o conjunto, amplie as partes que requerem detalhamento. ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA Título provisório (uma expressão

Leia mais

AUDITORIA PROF. ERIC DUARTE CAMPOS

AUDITORIA PROF. ERIC DUARTE CAMPOS AUDITORIA PROF. ERIC DUARTE CAMPOS ETIMOLOGIA AUDITORIA origina-se do latim audire (ouvir). Inicialmente foi utilizada pelos ingleses auditingpara representar os termos de verificação dos registros contábeis.

Leia mais

1- ORIGEM DA AUDITORIA E CONCEITOS BÁSICOS

1- ORIGEM DA AUDITORIA E CONCEITOS BÁSICOS 1- ORIGEM DA AUDITORIA E CONCEITOS BÁSICOS 1.1- Desenvolvimento Histórico da Auditoria no Mundo e no Brasil Termo auditor origem latina (aquele que ouve), origem inglesa (aquele que examina. O surgimento

Leia mais

PROCESSO DECISÓRIO EM ENFERMAGEM 1.

PROCESSO DECISÓRIO EM ENFERMAGEM 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I PROCESSO DECISÓRIO EM ENFERMAGEM 1. GRECO, ROSANGELA MARIA 2 Objetivo

Leia mais

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ANA LAURA CANASSA BASSETO (UTFPR) alcanassa@hotmail.com Caroline Marqueti Sathler (UTFPR)

Leia mais

Brasileira (UNILAB).

Brasileira (UNILAB). RESOLUÇÃO N 029/2013, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2013. Aprova o Regimento da Unidade de Auditoria Interna da Brasileira (UNILAB). Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro- O VICE-REITOR, PRO

Leia mais

Texto CURSO DE COOPERATIVISMO AUDITORIA EM SAÚDE

Texto CURSO DE COOPERATIVISMO AUDITORIA EM SAÚDE Texto CURSO DE COOPERATIVISMO AUDITORIA EM SAÚDE Etimologia Termo Auditoria deriva: Palavra inglesa audit que significa examinar, corrigir, certificar. Do latim auditore O que ouve; ouvinte. Definição

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE RONDÔNIA REQUERIMENTO PARA CRT (Certidão de Responsabilidade Técnica)

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE RONDÔNIA REQUERIMENTO PARA CRT (Certidão de Responsabilidade Técnica) CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE RONDÔNIA REQUERIMENTO PARA CRT (Certidão de Responsabilidade Técnica) Eu, Enfermeiro (a), inscrito (a) sob n.º COREN-RO, em / / Endereço Residencial: Nº, Bairro:, Cidade:,

Leia mais

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 1 Lei Nº 7.498/86 Dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem e dá outras providências O presidente da República, Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Leia mais

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO Art. 1º - Corpo Clínico é o conjunto de médicos que se propõe a assumir solidariamente a responsabilidade de prestar atendimento aos usuários que

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Instrutora: Aneliese Nascimento

ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Instrutora: Aneliese Nascimento Instrutora: Aneliese Nascimento O QUE É UM PROJETO? 4 Instrumento de comunicação. 4 Instrumento de intervenção em um ambiente ou situação para mudanças. 4 Instrumento para fazer algo inovador. O QUE DEVE

Leia mais

Faculdade de Enfermagem - Departamento de Enfermagem Básica Disciplina: Administração em Enfermagem II Docente: Bernadete Marinho Bara De Martin Gama

Faculdade de Enfermagem - Departamento de Enfermagem Básica Disciplina: Administração em Enfermagem II Docente: Bernadete Marinho Bara De Martin Gama Faculdade de Enfermagem - Departamento de Enfermagem Básica Disciplina: Administração em Enfermagem II Docente: Bernadete Marinho Bara De Martin Gama Assunto: Supervisão em Enfermagem Objetivo: Compreender

Leia mais

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES JANEIRO 2013 ÍNDICE DE CONTEÚDOS Introdução...1 Antes das Três Linhas: Supervisão do Gerenciamento

Leia mais

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP Capítulo I Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico Art. 1º O Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico- NAP/NAPP do Centro de Ensino

Leia mais

Aspectos Legais em APH

Aspectos Legais em APH Aspectos Legais em APH Aspectos Legais em APH Resolução COFEN 375/2011 Dispõe sobre a presença do Enfermeiro no Atendimento Pré-Hospitalar e Inter- Hospitalar, em situações de risco conhecido ou desconhecido.

Leia mais

Dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem e dá outras providências

Dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem e dá outras providências Dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem e dá outras providências O presidente da República. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - É livre

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 986/03

RESOLUÇÃO CFC Nº 986/03 RESOLUÇÃO CFC Nº 986/03 Aprova a NBC T 12 Da Auditoria Interna. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que as Normas Brasileiras de Contabilidade

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

REGIMENTO INTERNO AUDITORIA INTERNA DA UNIFEI. CAPÍTULO I Disposições Preliminares

REGIMENTO INTERNO AUDITORIA INTERNA DA UNIFEI. CAPÍTULO I Disposições Preliminares REGIMENTO INTERNO DA UNIFEI CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º. A Auditoria Interna da Universidade Federal de Itajubá é um órgão técnico de assessoramento da gestão, vinculada ao Conselho de

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Questões sobre o tópico Desenvolvimento e treinamento de pessoal: levantamento de necessidades, programação, execução e avaliação. Olá Pessoal, hoje veremos outro

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL - "QDO" 5. ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE QDO

QUESTIONÁRIO DE DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL - QDO 5. ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE QDO QUESTIONÁRIO DE DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL - "QDO" 1. FOLHA DE RESULTADOS DO QDO 2. PERFIL E INTERPRETAÇÃO DO D.O. 3. FUNDAMENTAÇÃO 4. INTERPRETAÇÃO DO DIAGNÓSTICO 5. ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE QDO 6.

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO

Leia mais

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: A CRIAÇÃO DE UMA FERRAMENTA INFORMATIZADA.

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: A CRIAÇÃO DE UMA FERRAMENTA INFORMATIZADA. SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: A CRIAÇÃO DE UMA FERRAMENTA INFORMATIZADA. ANDRADE 1, Elizandra Faria GRANDO 2, Simone Regina BÖING 3, Jaci Simão VIECELLI 4, Ana Maria SILVA 5, Jeane Barros

Leia mais

IX Encontro de Auditores e Peritos do Espírito Santo Avaliação de Risco na análise dos Controles Internos Vitória, ES. 29/08/2014

IX Encontro de Auditores e Peritos do Espírito Santo Avaliação de Risco na análise dos Controles Internos Vitória, ES. 29/08/2014 IX Encontro de Auditores e Peritos do Espírito Santo Avaliação de Risco na análise dos Controles Internos Vitória, ES. 29/08/2014 Agenda Objetivos Termos de Referência Risco Objetivos do Auditor O Modelo

Leia mais

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL Cristiane de Oliveira 1 Letícia Santos Lima 2 Resumo O objetivo desse estudo consiste em apresentar uma base conceitual em que se fundamenta a Controladoria.

Leia mais

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE PROJETO AVALIAÇÃO INTEGRAL DA CRIANÇA MAFRA 2009 Núcleo de Ciências da Saúde e Meio Ambiente

Leia mais

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 ISO 9001:2000 Esta norma considera de forma inovadora: problemas de compatibilidade com outras normas dificuldades de pequenas organizações tendências

Leia mais

GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM MACEIÓ CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RECOMENDAÇÃO Nº 02, DE 02 DE MARÇO DE 2005

GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM MACEIÓ CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RECOMENDAÇÃO Nº 02, DE 02 DE MARÇO DE 2005 GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM MACEIÓ CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RECOMENDAÇÃO Nº 02, DE 02 DE MARÇO DE 2005 O Plenário do Conselho de Previdência Social em sua 6ª Reunião Ordinária, realizada em 02/03/2005,

Leia mais

PLANO DE ENSINO ANO DO VESTIBULAR: 2004 CURSO: ANO LETIVO: 2007 TURMA: 4º ANO AUDITORIA CONTÁBIL EMENTA

PLANO DE ENSINO ANO DO VESTIBULAR: 2004 CURSO: ANO LETIVO: 2007 TURMA: 4º ANO AUDITORIA CONTÁBIL EMENTA PLANO DE ENSINO ANO DO VESTIBULAR: 2004 DEPARTAMENTO CIÊNCIAS CONTÁBEIS CAMPUS UNIVERSITÁRIO TANGARÁ DA SERRA CURSO: ANO LETIVO: 2007 CIÊNCIAS CONTÁBEIS TURMA: 4º ANO DISCIPLINA: AUDITORIA CONTÁBIL CARGA

Leia mais

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM ANA FLÁVIA FINALLI BALBO

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM ANA FLÁVIA FINALLI BALBO SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM ANA FLÁVIA FINALLI BALBO Sistematização da Assistência de Enfermagem = Processo de Enfermagem Na década de 50, iniciou-se o foco na assistência holística da

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

PERFIL E COMPETÊNCIA DO ENFERMEIRO DE CENTRO CIRÚRGICO. Maria da Conceição Muniz Ribeiro

PERFIL E COMPETÊNCIA DO ENFERMEIRO DE CENTRO CIRÚRGICO. Maria da Conceição Muniz Ribeiro PERFIL E COMPETÊNCIA DO ENFERMEIRO DE CENTRO CIRÚRGICO Maria da Conceição Muniz Ribeiro I - CENTRO CIRÚRGICO CONJUNTO DE ELEMENTOS DESTINADOS AS ATIVIDADES CIRÚRGICAS, BEM COMO À RECUPERAÇÃO PÓS ANESTÉSICA

Leia mais

Recrutamento e seleção

Recrutamento e seleção Universidade de São Paulo Escola de Enfermagem Recrutamento e seleção Fernanda Maria Togeiro Fugulin RECRUTAMENTO Fase que antecede a seleção, de divulgação, em que se deverá atrair candidatos potencialmente

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo Coordenação Geral de Acreditação ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO Documento de caráter orientativo DOQ-CGCRE-002 Revisão 03

Leia mais

DECLARAÇÃO DE POSICIONAMENTO DO IIA: O PAPEL DA AUDITORIA INTERNA

DECLARAÇÃO DE POSICIONAMENTO DO IIA: O PAPEL DA AUDITORIA INTERNA Permissão obtida junto ao proprietário dos direitos autorais, The Institute of Internal Auditors, 247 Maitland Avenue, Altamonte Springs, Florida 32701-4201, USA, para publicar esta tradução, a qual reflete

Leia mais

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO 1. A comunicação durante o processo de enfermagem nem sempre é efetiva como deveria ser para melhorar isto, o enfermeiro precisa desenvolver estratégias de

Leia mais

PARECER CREMEC N.º 06/2014 14/03/2014

PARECER CREMEC N.º 06/2014 14/03/2014 PARECER CREMEC N.º 06/2014 14/03/2014 PROCESSO-CONSULTA PROTOCOLO CREMEC Nº 6566/08 ASSUNTO: RESPONSABILIDADE MÉDICA PARECERISTA: CÂMARA TÉCNICA DE AUDITORIA DO CREMEC EMENTA O ato médico é responsabilidade

Leia mais

Auditoria de Sistemas FATEC 2011

Auditoria de Sistemas FATEC 2011 Auditoria de Sistemas FATEC 2011 Histórico 3.000 a.c. - Antropologistas encontraram registros de atividades de auditoria de origem babilônica ~2.000 a.c - No antigo Egito havia a necessidade de se ratificar

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE NUTRIÇÃO, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 037/2012 CT PRCI n 100.072/2012 Tickets n 279.441, 284.278, 284.556 e 297.

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 037/2012 CT PRCI n 100.072/2012 Tickets n 279.441, 284.278, 284.556 e 297. PARECER COREN-SP 037/2012 CT PRCI n 100.072/2012 Tickets n 279.441, 284.278, 284.556 e 297.459 Ementa: Regulamentação e competência do instituto das abordagens de pré e pósconsultas pela equipe de Enfermagem

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Profa. LUCIANE ALVES FERNANDES. Coordenação de Estágio e Trabalho de Conclusão.

MANUAL DE ESTÁGIO CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Profa. LUCIANE ALVES FERNANDES. Coordenação de Estágio e Trabalho de Conclusão. MANUAL DE ESTÁGIO CIÊNCIAS CONTÁBEIS Profa. LUCIANE ALVES FERNANDES Porto Alegre/RS 2014 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. O ESTÁGIO... 3 3. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DO ESTÁGIO... 3 4. OBJETIVOS DO ESTÁGIO... 3

Leia mais

Dr. Lueiz Amorim Canêdo DIRETOR DE AUDITORIA MÉDICA

Dr. Lueiz Amorim Canêdo DIRETOR DE AUDITORIA MÉDICA Dr. Lueiz Amorim Canêdo DIRETOR DE AUDITORIA MÉDICA DIRETORIA DE AUDITORIA Art. 52 A Diretoria de Auditoria Médica compete, entre outras, as seguintes atribuições: I coordenar as ações do departamento

Leia mais

EMPREENDEDORISMO 2013

EMPREENDEDORISMO 2013 COLÉGIO CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE Rua Professor Pedreira de Freitas, 401/415 Fone 2942-1499 Tatuapé ORIENTAÇÕES AO PROJETO DE EMPREENDEDORISMO EMPREENDEDORISMO 2013 APRESENTAÇÃO Empreendedorismo é o estudo

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Ementa: Regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. O Conselho Federal

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 1 ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (D.O 01 revisão 05, de 22 de março de 2011) 2 SUMÁRIO PARTE I INTRODUÇÃO

Leia mais

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE GEduc 2012 - Novos Rumos para a Gestão Educacional Pág 1 Temas Pressupostos teórico-metodológicos As necessidades

Leia mais

Projeto de Pesquisa Pergunte a um Profissional

Projeto de Pesquisa Pergunte a um Profissional Projeto de Pesquisa Pergunte a um Profissional ATENÇÃO ESTE MATERIAL É UMA TRADUÇÃO DO ORIGINAL EM INGLÊS DISPONIBILIZADO PELA FIRST ESTADOS UNIDOS. SOMENTE AS REGRAS CONTIDAS NESSE ARQUIVO E NO PORTAL

Leia mais

PORTARIA CRN-3 nº 0112/2000

PORTARIA CRN-3 nº 0112/2000 PORTARIA CRN-3 nº 0112/2000 A Presidente do Conselho Regional de Nutricionistas 3ª Região, no uso de suas atribuições legais, que lhe conferem a Lei Federal nº 6583/78 e o Decreto Federal nº 84444/80 e,

Leia mais

PLANEJAMENTO DE ENSINO PROJETO DE PESQUISA EM AÇÃO. Projetos de orientação educacional

PLANEJAMENTO DE ENSINO PROJETO DE PESQUISA EM AÇÃO. Projetos de orientação educacional PROJETO DE PESQUISA EM AÇÃO Projetos de orientação educacional Conforme foi caracterizado, o plano anual de ação estabelece as linhas globais da Orientação Educacional para um dado ano e é caracterizado

Leia mais

1) Considerando os organismos de certificação acreditados pelo INMETRO defina:

1) Considerando os organismos de certificação acreditados pelo INMETRO defina: 1) Considerando os organismos de certificação acreditados pelo INMETRO defina: OCA OCS OCF 2- Considerando a sistemática de uma certificação de sistemas enumere de 1 à 6 a seqüência correta das etapas

Leia mais

AS FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS

AS FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS AS FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS Professor Djair Picchiai Campus São Paulo Março 2010 AS FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS Todo diretor, gerente, chefe e encarregado exercem estas sete funções administrativas, a saber:

Leia mais

A PERCEPÇÃO DOS GESTORES EM RELAÇÃO À IMPLANTAÇÃO DO E-LEARNING: UM ESTUDO EM EMPRESAS EM DIFERENTES ESTÁGIOS DE IMPLANTAÇÃO

A PERCEPÇÃO DOS GESTORES EM RELAÇÃO À IMPLANTAÇÃO DO E-LEARNING: UM ESTUDO EM EMPRESAS EM DIFERENTES ESTÁGIOS DE IMPLANTAÇÃO 1 A PERCEPÇÃO DOS GESTORES EM RELAÇÃO À IMPLANTAÇÃO DO E-LEARNING: UM ESTUDO EM EMPRESAS EM DIFERENTES ESTÁGIOS DE IMPLANTAÇÃO Porto Alegre RS Abril 2010 Bianca Smith Pilla Instituto Federal de Educação,

Leia mais

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo Padrão Nível 1 Uso seguro e racional de medicamentos Dimensões da qualidade Aceitabilidade, adequação e integralidade Assistência Farmacêutica

Leia mais

Quem Contratar como Coach?

Quem Contratar como Coach? Quem Contratar como Coach? por Rodrigo Aranha, PCC & CMC Por diversas razões, você tomou a decisão de buscar auxílio, através de um Coach profissional, para tratar uma ou mais questões, sejam elas de caráter

Leia mais

A EMPRESA PODE EXIGIR CID NO ATESTADO? Factor9.com.br

A EMPRESA PODE EXIGIR CID NO ATESTADO? Factor9.com.br 2014 A EMPRESA PODE EXIGIR CID NO ATESTADO? Factor9.com.br 1 A EMPRESA PODE EXIGIR CID NO ATESTADO? Pergunta: A EMPRESA PODE EXIGIR CID NO ATESTADO? Por Eduardo Varela Consultor da Factor9.com.br Março

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS 2ª Série Processos Gerenciais CST em Gestão Financeira A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem desenvolvido por meio de um conjunto

Leia mais