Tencologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: WEB I Conteúdo: Conectividade Aula 01

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1 Tencologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: WEB I Conteúdo: Conectividade Aula 01

2 Agenda 1. Ementa 2. Bibliografia 3. Sistema de Avaliação 4. Forma de Comunicação 5. Recado 6. Conectividade 6.1. Evolução dos computadores 6.2. Redes de computadores 6.3. A internet e seus serviços 6.4. Intranet e Extranet 6.5. Firewall e Proxy 6.6. Spywares 6.7. Hackers e Crackers 2

3 Ementa Conceitos de Conectividade Servidores Web. Introdução ao HTML. Conceito de arquitetura de sistemas. Conceito de estruturação de dados. Ferramentas de programação para Web. Programação em linguagens script (JavaScript). Criação de folhas de estilo (CSS). Desenvolvimento de Aplicações Web. Testes e depuração de Aplicações Web. 3

4 Bibliografia Bibliografia Básica BOENTE, Alfredo. Programação Web sem Mistérios. Editora Brasport, DEITEL. Harvey M. & DEITEL, Paul J. Internet e World Wide Web: Como Programar. Editora Bookman, MARCONDES, Christian Alfim. HTML 4.0 Fundamental. Editora E ŕica, Bibliografia Complementar ALBUQUERQUE, Fernando. TCP/IP Internet Programação de Sistemas Distribuídos. Editora Axcel Books, BASHAM. Brian, SIERRA Kathy, BATES, Bart. Use a Cabeça! JSP & Servlets. Editora Alta Books, FREEMAN, Elisabeth & FREEMAN, Eric. Use a Cabeça! HTML com CSS e XHTML. Editora Alta Books, INDERJEET, Singh. Projetando Web services com a plataforma J2EE 1.4: tecnologias JAX-RPC, SOAP e XML. Editora Ciência Moderna, SOARES, Walace. AJAX: Asynchronous JavaScript And XML guia prático para Windows. 3a Edição. Editora E ŕica,

5 Sistema de Avaliação Avaliação 1 Serão distribuídos 40 pontos 10 pontos do trabalho interdiciplinar ou simulado ENADE 15 pontos de trabalho referente à disciplina. Fechamento até o final do semestre 15 pontos de prova escrita Avaliações ll e lll Serão distribuídos 30 pontos 15 pontos de trabalho referente à disciplina - 4 pessoas por grupo - Elaborado em forma de apresentação - Apresentado sempre após a prova 15 pontos de prova escrita 5

6 Forma de Comunicação Toda a comunicação se dará através: grupo de discussão Todo o material de aula será disponibilizado neste grupo, ao longo do semestre Listas de exercício serão disponibilizadas também através deste grupo 6

7 Conectividade 7

8 Evolução dos computadores Nas Décadas de 60, 70 e início da década de 80 Este período foi marcado pelo surgimento e utilização dos computadores de grande porte (Mainframes) dentro das grandes empresas. Computadores superpotentes, muito caros. Centralizavam todo o processamento e armazenamento de informações em um único local Os usuários o acessavam através de terminais burros. Os usuários tinham pouco ou nenhum conhecimento de informática, utilizavam apenas as soluções produzidas/compradas pela empresa. 8

9 Evolução dos computadores Na Década de 80 O Surgimento dos Microcomputadores e o processo de Downsizing No início da década de 80 a americana IBM intensificou suas apostas no mercado de microcomputadores. Com o avanço da tecnologia e a redução do tamanho dos componentes, os PC s começaram a possuir grande poder de processamento e armazenamento, chamando a atenção dos empresários. Nesta mesma época, a Microsoft, emplacava o sistema operacional MS-DOS e, em seguida, o Windows. 9

10 Evolução dos computadores Na Década de 80 O Surgimento dos Microcomputadores e o processo de Downsizing Tudo isso acabou tornando o processo de Downsizing (trocar os grandes computadores por pequenos PC) inevitável. As grandes corporações, apostando no talento de seus funcionários, colocou PC s dentro dos departamentos, permitindo que muitas tarefas fossem realizadas por eles e não mais por uma equipe de informática centralizada. Através do pacote Office da própria Microsoft, e de seus similares, isso tornava-se possível! Planilhas, pequenos bancos de dados, documentos e comunicação começaram a surgir de dentro dos departamentos. 10

11 Evolução dos computadores RH Contas Pagar/Receber Contabilidade Financeiro 11

12 Evolução dos computadores Década de 90 aos dias de hoje As redes de computadores passavam a utilizar novas topologias (formas físicas de interligação). A topologia mais utilizada passava a ser a de estrela evoluindo para a topologia barramento, com a presença de concentradores (HUB s ou SWITCH s). Os servidores (máquinas com grande capacidade de processamento e armazenamento que ficavam permanentemente ligadas) passaram a ter funções específicas: Servidores mais comuns: Servidor de Arquivos: Utilizado para armazenar os arquivos mais importantes da rede. Servidor de Banco de Dados: Utilizado para armazenar as informações e cadastros da empresa, podendo ser consultado pelos diversos departamentos. Servidor de Domínio: Utilizado para controlar os usuários e recursos da rede, gerenciando as permissões de acesso para cada usuário. Servidor de Impressão: Utilizado para controlar as filas de impressão para as impressoras da rede. Servidor de Páginas Web: Utilizado para publicar a(s) página(s) Web da empresa no rede e/ou na Internet. 12

13 Redes de computadores As Redes de computadores (Net) se dividem basicamente em: Redes Locais (ou LAN s) Redes alocadas em uma mesma localidade (normalmente, o mesmo endereço físico), utilizando a mesma seqüência de endereçamento. Redes de Longa Distância (ou WAN s) Conexão entre duas ou mais redes locais alocadas, normalmente, em localidades diferentes. Existem basicamente dois tipos de WAN s, as privadas e as públicas: WAN privada Possui dono e privacidade de comunicação entre seus pontos. WAN pública Não possui dono. Várias empresas e usuários utilizam o mesmo canal de comunicação, exigindo maior atenção com a segurança das informações. 13

14 Redes de computadores Topologia Barramento Rede Local 14

15 Redes de computadores Brasil Backbone 15

16 Backbone Backbone Backbone Backbone UNIPAC Redes de computadores Mundo 16

17 Redes de computadores 17

18 Redes de computadores Cabos Submarinos Vez ou outra esses cabos submarinos são rompindos, interrompendo comunicação de dados, transações financeiras... 18

19 A internet e seus serviços A INTERNET é uma WAN pública A INTERNET, conhecida como a rede mundial de computadores, nada mais é do que uma WAN pública, que, apesar de não ter um dono é regida por regras (protocolos) e convenções internacionais. A INTERNET une computadores, LAN s e WAN s de todo o mundo numa via única de comunicação. A gama de informações e serviços que esta união proporciona está mudando as relações sociais, comerciais, educacionais e morais. É inegável que a INTERNET é hoje o grande instrumento do processo inevitável de globalização. Todo o controle de endereçamento é realizado através do protocolo TCP/IP. Com ele, cada computador conectado à rede deve possuir um endereço IP único. Um endereço IP nada mais é do que uma seqüência de 4 números (de 000 a 255), por exemplo:

20 A internet e seus serviços A distribuição dos endereços IP é realizada pelas concessionárias de telecomunicações (Ex: CTBC, Embratel, Telefônica etc) no Brasil e no mundo. Podemos utilizar a INTERNET das seguintes formas: Para navegar (acessar páginas web, mandar e receber s, fazer compras etc) Para publicar ( aparecer ) Para realizar transações - B2B - B2C 20

21 A internet e seus serviços Para se conectar à INTERNET precisamos de um endereço IP. Mas, se quisermos apenas navegar, podemos utilizar os serviços (e o endereço IP) dos provedores. Para isso, precisamos: Fazer uma assinatura em um provedor e pagar a respectiva mensalidade. Com isso, recebemos um usuário e uma senha que nos garantirá o acesso. Escolher a forma de conexão entre nosso computador e o provedor. As opções mais comuns são: Conexão discada Conexão de Banda Larga 21

22 Intranet e Extranet Intranet A INTRANET é uma rede local que utiliza a mesma tecnologia adotada na Internet, permitindo que os usuários internos da empresa (e somente eles) utilizem: Sites internos que só podem ser acessados dentro da empresa s internos Programas de comunicação internos do tipo MSN Messenger Sites de FTP Internos etc Resumidamente, o conceito de intranet pode ser interpretado como "uma versão privada da Internet", ou uma mini-internet confinada a uma organização. O termo foi utilizado pela primeira vez 19 de Abril de 1995, num artigo da autoria técnica de Stephen Lawton, na Digital News & Reviews. 22

23 Intranet e Extranet Montagem da Intranet Basicamente a montagem de uma intranet consiste em usar as estruturas de redes locais existentes na maioria das empresas, e em instalar um servidor Web. Servidor Web - É a máquina que faz o papel de repositório das informações contidas na intranet. É lá que os clientes vão buscar as páginas HTML, mensagens de ou qualquer outro tipo de arquivo. Protocolos - São os diferentes idiomas de comunicação utilizados. O servidor deve abrigar quatro protocolos. HTTP - responsável pela comunicação do browser com o servidor, SMTP - ligado ao envio de mensagens pelo correio eletrônico, FTP - usado na transferência de arquivos. Independentemente das aplicações utilizadas na intranet, todas as máquinas nela ligadas devem falar um idioma comum: o TCP/IP, protocolo da internet. 23

24 Intranet e Extranet Montagem da Intranet Identificação do Servidor e das Estações - Depois de definidos os protocolos, o sistema já sabe onde achar as informações e como requisitá-las. Falta apenas saber o nome de quem pede e de quem solicita. Para isso existem dois programas: DNS que identifica o servidor e o DHCP (Dinamic Host Configuration Protocol) que atribui nome às estações clientes. Estações da Rede - Nas estações da rede, os funcionários acessam as informações colocadas à sua disposição no servidor. Para isso usam o Web browser, software que permite folhear os documentos. 24

25 Intranet e Extranet Montagem da Intranet Processo executado sempre que é plugado na rede IP disponibilizado Servidor DNS informado 25

26 Intranet e Extranet Montagem da Intranet Processo executado sempre que é solicitado acesso à uma página 26

27 Intranet e Extranet Montagem da Intranet 27

28 Intranet e Extranet Características da Intranet Permite o compartilhamento de conhecimento Possibilita o compartilhamento de arquivos; Permite o compartilhamento de impressoras; Permite a transmissão de vídeo; Unifica informações para todos os membros de uma organização. Proporciona facilidade de instalação e administração; Baseia-se numa arquitetura aberta; Baixo custo de implementação com boa relação custo-benefício; Acesso rápido à informação, com melhoria para tomada de decisão; Utiliza múltiplos protocolos; Melhora a comunicação entre os membros de um organização. 28

29 Intranet e Extranet Extranet A rigor uma intranet pode operar apenas como uma rede corporativa dentro dos limites da empresa, porém pode ser vantajoso a ligação da intranet com a internet, neste caso chamada de extranet. O usuário doméstico que acessa a intranet de uma empresa não percebe que está na intranet. A diferença é percebida somente em termos de velocidade pelos funcionários, quando estes saem da intranet e acessam a internet do computador de sua seção. Conectando a intranet à internet - Usa-se um roteador para encaminhar as informações da internet para a rede corporativa e vice-versa. Para obter esta ligação é necessário a contratação de um canal de dados junto a Operadora Local. O próximo passo consiste em registrar um Domínio e obter um endereço IP junto a Embratel Protegendo a Intranet - É necessário proteger a Web corporativa contra a invasão de intrusos. Isso é feito por um computador dedicado que serve de porteiro, que supervisiona o transito das informações entre a intranet e a extranet e vice-versa. Esse computador roda um programa conhecido como firewall. 29

30 Intranet e Extranet Como estão sendo empregadas? Acesso a manuais de procedimento Acesso a produtos e dados de marketing Acesso a informações de funcionários Ofertas internas de emprego Revisão e aprovação de documentos Agenda, calendários, linhas de tempo Acesso a banco de dados Intranets são usadas em uma série de aplicações para vantagens estratégicas: Substituição de papel nas comunicações de rotina Para favorecer comunicação entre grupos de trabalho Como interface (front-end) no acesso a aplicações cliente/servidor Para distribuição de software interno 30

31 Intranet e Extranet Case - Shell O primeiro resultado concreto da intranet da Shell já pode ser medido em dinheiro. Se todos os manuais, pesquisas, formulários e projetos que estão na rede continuassem circulando em papel, a Shell estaria gastando R$ ,00 por ano só com impressão. O segundo ganho é com tempo. Se quiser uma informação sobre o mercado mundial de petróleo, por exemplo, o executivo pode pesquisar na intranet da mesma forma como pesquisa na internet: preenchendo um campo com a solicitação dos dados, e os computadores localizam a informação nos computadores da companhia em minutos. Existem também a conquista da eficiência. Por exemplo, a intranet permite que os 300 assessores de vendas cheguem aos postos de gasolina com seus notebooks recheados com todos os dados dos clientes que atendem. Se o dono do posto está pensando em ampliá-lo ou montar uma loja de conveniência Select, o assessor pode responder na hora como está o seu crédito na Shell. Existe ainda, um projeto da área de RH da Shell mundial, onde todo funcionário da Shell vai poder entrar no site do projeto e se candidatar a vagas oferecidas pelas subsidiárias espalhadas por 30 países. O perfil do cargo estará descrito com detalhes na intranet, e o pretendente poderá enviar seu currículo também pela rede, concorrendo com pessoas de todas as partes do mundo. 31

32 Intranet e Extranet Case - Basf Com apenas um clique do mouse, qualquer funcionário com acesso a intranet pode alcançar a rede mundial e consultar cerca de páginas web mantidas pela Basf americana. Ou fazer download de uns documentos disponíveis na Intranet alemã. Os resultados concretos da Basf Wide Web, ainda não podem ser medidos em valores, mas os primeiros estudos apontam que o fim do papel e ganho de tempo nas consultas das informações on-line devem gerar uma economia inicial de R$ ,00 por ano. Uma das áreas da empresa mais envolvidas com a intranet é o Departamento de Comunicação Social. Informações sempre divulgadas em papel, como edições de jornais e a coletânea diária de notícias sobre a empresa (clipping), chegam hoje aos executivos, de forma mais rápida e econômica. 32

33 Intranet e Extranet Extranet Intranet Firewall Internet 33

34 Firewall e Proxy Firewall O Firewall é um computador (ou um software) que protege a INTRANET (ou rede local) contra ataques de pessoas não autorizadas. O Firewall fecha todas as portas não utilizadas e monitora a entrada e saída de qualquer informação ou usuário que tente acessar os computadores da empresa 34

35 Intranet e Extranet Firewall 35

36 Firewall e Proxy Proxy O Proxy é um software que controla o acesso à páginas web. Com ele, uma empresa consegue definir o que cada usuário pode acessar na INTERNET. O Proxy realiza também uma cópia dos sites mais visitados para tornar a navegação mais rápida. O problema disso é que, às vezes, o usuário recebe informações desatualizadas, necessitando a realizar atualizações periódicas através do botão atualizar existente nos navegadores. 36

37 Firewall e Proxy Proxy 37

38 Spywares Spywares Consiste em um programa automático de computador, que recolhe informações sobre o usuário, sobre os seus costumes na Internet e transmite essa informação a uma entidade externa na Internet, sem o seu conhecimento nem o seu consentimento. São pequenos programas espiões e inconvenientes que se alojam em nosso computador enquanto estamos navegando na INTERNET, gerando transtornos, abrindo janelas indesejáveis, remetendo-nos a sites com propagandas e deixando o micro muito lento. Para nos livrarmos dos Spywares devemos utilizar programas anti-spyware ou anti-vírus. 38

39 Spywares Spywares Os spywares podem ser desenvolvidos por firmas comerciais, que desejam monitorar o hábito dos usuários para avaliar seus costumes e vender este dados pela internet. Desta forma, estas firmas costumam produzir inúmeras variantes de seus programas-espiões, aperfeiçoando-o, dificultando em muito a sua remoção. Por outro lado, muitos vírus transportam spywares, que visam roubar certos dados confidenciais dos usuários. Roubam dados bancários, montam e enviam registros das atividades do usuário, roubam determinados arquivos ou outros documentos pessoais. Com frequência, os spywares costumavam vir legalmente embutidos em algum programa que fosse shareware ou freeware. Sua remoção era por vezes, feita quando da compra do software ou de uma versão mais completa e paga. 39

40 Spywares Adwares Muitas vezes usa-se de forma genérica o termo spyware para os malware e adwares, que são programas indesejáveis. Costuma-se incluir os adwares no estudo dos spywares, pois assemelham-se na sua forma de infecção e na sua forma de desinstalação. Seriam como se fossem um sub-grupo dos spywares. Os adwares são conhecidos por trazerem para a tela do usuário algum tipo de propaganda. Como geralmente são firmas comerciais que os desenvolvem, é comum os adwares virem embutidos em diversos programas de livre download (freeware), com a autorização de seus autores. 40

41 Spywares Ransomware Os Ransomwares são softwares maliciosos que, ao infectarem um computador, criptografam todo ou parte do conteúdo do disco rígido. Os responsáveis pelo software exigem da vítima, um pagamento pelo "resgate" dos dados. Ransonwares são ferramentas para crimes de extorsão e são extremamente ilegais. O PC Cyborg Trojan, foi o primeiro código de um ransomware conhecido. Nomes de alguns Ransomwares conhecidos: Gpcode-B e PGPCoder 41

42 Hackers e Crackers Hackers Pessoa com conhecimentos avançados em computação que se dedicam a invadir computadores e redes de computadores domésticas e empresariais. Algumas empresas contratam hackers para testar a eficiência de seus sistemas de segurança. Sistema de Urnas Eletrônicas do Brasil expôs propositalmente o sistema aos hackers e crackers, com o intuito de testar e validar a segurança do sistema. 42

43 Hackers e Crackers Hackers Os hackers utilizam todo o seu conhecimento para melhorar softwares de forma legal. Eles geralmente são de classe média ou alta, com idade de 12 a 28 anos. Além de a maioria dos hackers serem usuários avançados de Software Livre como os BSD Unix (Berkeley Software Distribution) e o GNU/ Linux. A verdadeira expressão para invasores de computadores é denominada Cracker e o termo designa programadores maliciosos e ciberpiratas que agem com o intuito de violar ilegalmente sistemas cibernéticos. 43

44 Hackers e Crackers Exemplos de Hackers do código aberto Eric S. Raymond Linus Torvalds Richard M. Stallman Alan Cox Andrew Tanenbaum 44

45 Hackers e Crackers Exemplos de Hackers do código aberto Eric S. Raymond Linus Torvalds Richard M. Stallman Alan Cox Andrew Tanenbaum 44

46 Hackers e Crackers Exemplos de Hackers de segurança da informação Tsutomu Shimomura Jon Lech Johansen John Draper Wau Holland 45

47 Hackers e Crackers Atividade no mundo Hackers Chineses e Russos Invadem a Rede Elétrica dos EUA A história do Wikileaks Notícias de Hackers (Bem e Mal) 46

48 Contatos Rodrigo Videschi

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