aula Diagramador: Bruno

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1 D I S C I P L I N A Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação Outras rotas: Um novo Educador Autores Cecília Queiroz Filomena Moita CONTROLE DA EDIÇÃO DE MATERIAIS - SEDIS/UFRN Nome do arquivo: Fu_So_A11_B aula Diagramador: Bruno Data de envio para Revisão: 04/10/2006 Data de envio para Intranet: 00/00/0000 Data de envio para PDF: 00/00/0000 Professor responsável: 11

2 Governo Federal Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Educação Fernando Haddad Secretário de Educação a Distância SEED Carlos Eduardo Bielschowsky Universidade Federal do Rio Grande do Norte Reitor José Ivonildo do Rêgo Vice-Reitora Ângela Maria Paiva Cruz Secretária de Educação a Distância Vera Lúcia do Amaral Universidade Estadual da Paraíba Reitora Marlene Alves Sousa Luna Vice-Reitor Aldo Bezerra Maciel Coordenadora Institucional de Programas Especiais - CIPE Eliane de Moura Silva Coordenador de Edição Ary Sergio Braga Olinisky Projeto Gráfico Ivana Lima (UFRN) Revisores de Estrutura e Linguagem Rossana Delmar de Lima Arcoverde (UEPB) Revisoras de Língua Portuguesa Maria Divanira de Lima Arcoverde (UEPB) Revisora Tipográfica Nouraide Queiroz (UFRN) Thaísa Maria Simplício Lemos (UFRN) Ilustradora Carolina Costa (UFRN) Editoração de Imagens Adauto Harley (UFRN) Carolina Costa (UFRN) Diagramadores Bruno de Souza Melo (UFRN) Dimetrius de Carvalho Ferreira (UFRN) Ivana Lima (UFRN) Johann Jean Evangelista de Melo (UFRN) Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central - UEPB Q3f Fundamentos sócio-filosóficos da educação/ Cecília Telma Alves Pontes de Queiroz, Filomena Maria Gonçalves da Silva Cordeiro Moita. Campina Grande; Natal: UEPB/UFRN, fasc. Curso de Licenciatura em Geografia EaD. Conteúdo: Fasc. 1- Educação? Educações?; Fasc. 2 - Na rota da filosofia... em busca de respostas; Fasc. 3 - Uma nova rota...sociologia; Fasc.4 - Nos mares da história da educação e da legislação educacional; Fasc. 5 - A companhia de Jesus e a educação no Brasil; Fasc. 6 Reforma Pombalina da educação reflexos na educação brasileira; Fasc. 7 - Novos ventos... manifesto dos pioneiros da escola nova; Fasc. 8 Ditadura militar, sociedade e educação no Brasil; Fasc. 9 - Tendências pedagógicas e seus pressupostos; Fasc. 10 Novos paradigmas, a educação e o educador; Fasc. 11 Outras rotas...um novo educador; Fasc. 12 O reencantar: o novo fazer pedagógico; Fasc. 13 Caminhos e (des)caminhos: o pensar e o fazer geográfico; Fasc. 14 A formação e a prática reflexiva; Fasc. 15 Educação e as TIC s: uma aprendizagem colaborativa ISBN: Educação 2. Fundamentos sócio-filosóficos 3. Prática Reflexiva 4. EAD I. Título. 22 ed. CDD 370 Copyright 2007 Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste material pode ser utilizada ou reproduzida sem a autorização expressa da UFRN - Universidade Federal do Rio Grande do Norte e da UEPB - Universidade Estadual da Paraíba.

3 Apresentação Estamos partindo para mais um trecho de nossa viagem, em busca de novos saberes, aqueles que são resultado da vivência, aprendidos no mundo e pelo mundo nas relações com os outros. Iremos estudar sua importância e conseqüências para as comunidades. ÃO Ao longo da rota, estudaremos como esses conhecimentos ao serem considerados pela escola potencializam-se, influenciam seu cotidiano e/ou são influenciados por ela, dando-lhe sentido. Além disso, neste trecho vamos estudar as modalidades coletivas de aprendizagem, sua importância no atual contexto histórico, assim como, a importância das tecnologias para a educação. Objetivos IS Ao final desta aula, deste novo trecho, você chegará ao porto em condições de: RE V Entender o que significam modalidades coletivas de aprendizagem, ciberespaço, inteligência coletiva e a importância delas no atual contexto histórico; 1 2 Discutir, intervir e opinar sobre as novas tecnologias e sua importância para a educação; Aula 11 Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação Material APROVADO (conteúdo e imagens) Data: / / Nome:

4 Zarpando... Epistemológicas Epistemológicas/ Epistemologia é o estudo sobre o conhecimento científico, ou seja, o estudo dos mecanismos que permitem o conhecimento de determinada ciência. Disponível em: wiki/epistemologia, Acesso em: 11julho/2007. Modalidades coletivas de aprendizagem As modalidades coletivas de aprendizagem são modos de comunicação que formam uma árvore de conhecimentos de que cada participante da coletividade pode extrair a sua visão do que está sendo desenvolvido e, da mesma forma, explicitar as suas idéias e/ou conhecimentos acerca do assunto. O nosso pensar é coletivo (LÉVY, 1996; 2000). Estamos nos aproximando do final da nossa viagem... Diante dessa realidade, não podemos encerrar sem lembrar que o ato pedagógico da educação básica até o ensino superior precisa ser revisado profundamente em suas concepções epistemológicas, nos aspectos curriculares e, principalmente, nas abordagens didáticas. Vimos que, durante muito tempo, o importante foi o ensinar. Agora, o foco da ação docente deve ser deslocado, cada vez mais, do ensinar para o aprender. O homem do século XXI precisa de outras habilidades e outras competências. Assim, a demanda mais significativa na educação contemporânea é a necessidade de formar pessoas com capacidade de aprender continuamente de forma autônoma, crítica e criativa. Outro aspecto fundamental a ser considerado é a necessidade de se buscar metodologias que atendam às necessidades de acesso às informações e ao conhecimento, nas redes informatizadas. O tempo em que o professor era dono do saber e o aluno um papel branco, que precisava ser impresso, em que todos entravam em sala de aula diferentes, mas saíam iguais ao terminar a aula, acabou, pois vivemos novos tempos: professores e alunos devem, nesse novo contexto, ser parceiros de investigação e pesquisa. As modalidades coletivas de aprendizagem têm grande relevância no atual momento histórico. Vivemos um mundo novo, um mundo em que o acervo das informações é enorme, ao mesmo tempo muda e se torna velho, dando lugar a outro, em um espaço mínimo de tempo. Surge a necessidade de um esforço conjunto colaborativo para que, de forma crítica e reflexiva, seja possível elaborar conhecimentos e utilizá-los de forma inteligente no nosso cotidiano tanto pessoal quanto acadêmico ou profissional. Afinal, como afirmaram Lulu Santos e Nélson Motta, na letra da música: Como uma onda. Nada do que foi será De novo do jeito que já foi um dia Tudo passa, tudo sempre passará A vida vem em ondas, como um mar Num indo e vindo infinito Tudo que se vê não é Igual ao que a gente viu há um segundo Tudo muda o tempo todo no mundo Não adianta fugir Nem mentir pra si mesmo agora Há tanta vida lá fora Aqui dentro sempre Como uma onda no mar (bis...) 2 Aula 11 Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação

5 Atividade 1 O que a letra da música Como uma Onda, de Lulu Santos e Nélson Motta, traz para a reflexão sobre a educação? Faça um comentário articulando a música ao conteúdo estudado. sua resposta Aula 11 Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação

6 Paradigma Paradigma é a representação do padrão de modelos a serem seguidos. É um pressuposto filosófico matriz, ou seja, uma teoria, um conhecimento que origina o estudo de um campo científico; uma referência inicial como base de modelo para estudos e pesquisas. Disponível em: wiki/paradigma, Acesso em:15julho2007. Apesar dessas evidências, vivenciam-se, ainda, em muitas escolas tanto de ensino básico quanto superior, práticas docentes dissociadas dessa nova realidade. Ainda se observam muitos professores que trabalham, preponderantemente, na perspectiva da reprodução do conhecimento, reproduzindo o paradigma dominante de séculos atrás. Isso, em todos os níveis de ensino. No caso do ensino superior, segundo Moran (2000), é predominantemente essa prática que é caracterizada pela fala massiva e massificante, com um número excessivo de alunos por sala, professores mal preparados, mal pagos, pouco motivados. No entanto, não podemos esquecer que o professor é o elo fundamental que pode favorecer a mudança, devido a sua condição de dar direção ao ser e ao fazer, quando assume, a partir de sua posição de classe, de forma autônoma, sua prática pedagógica. O professor Moran (2000) critica a infra-estrutura inadequada da escola, que prima mais pelo marketing do que pelo trabalho pedagógico focado na realidade dos alunos: com salas barulhentas, pouco material escolar, dificuldade de acesso ao avançado mundo das tecnologias, que são quase inacessíveis à maioria. Denuncia, ainda, o ensino voltado para o lucro fácil, o predomínio de metodologias pouco criativas, que em nada contribuem para a construção de um modelo de escola que atenda aos interesses sócio-políticos de seus usuários, da comunidade o no qual está inserida. É, sem dúvida, uma realidade complexa e desafiadora nos diferentes níveis de ensino, seja ele básico ou superior, e para a sociedade contemporânea. Neste momento histórico, a docência vivencia uma crise não muito diferente de outras atividades, nos diversos segmentos sociais. Que caminhos percorrer para refletir e construir uma educação que atenda, que coadune com os novos paradigmas? Como fazer para que os processos pedagógicos dialoguem com às novas dinâmicas comunicacionais advindas da sociedade da informação? Boaventura Santos (1987) identifica esse processo, de crise da docência, como transição de paradigmas, definindo-o como espaço necessário à mudança e à ruptura de um paradigma dominante ou tradicional, seguindo na direção da construção de um paradigma emergente, que nasce na perspectiva de uma ciência contemporânea, definida pelo autor como ciência pós-moderna, que nos possibilita trabalhar com enunciados flexíveis e com a instabilidade no lugar do determinismo moderno com a relativização do discurso científico tradicional e, conseqüentemente, para o questionamento das verdades sagradas, dos dogmas, da exposição da fragilidade de uma grande parte dos resultados da ciência moderna, enfim, da admissão de falibilidade. Aula 11 Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação

7 Então que projetos responderiam a essa realidade? Pierre Lévy (1994, p. 9) já assinalava que, no espaço novo criado pela internet ciberespaço, haveria lugar para projetos, entre os quais, o desenvolvimento de uma inteligência coletiva. Reforçando essa proposição, o autor afirma ainda que: A inteligência ou a cognição são resultados de redes complexas em que interage um grande número de atores humanos, biológicos e técnicos. Atividade 2 Considerando o que foi lido até aqui e tendo como base teórica principal o pensamento do sociólogo português Boaventura Santos, como você poderia descrever o papel do professor/educador, nesse mundo da ciênciapós-moderna,? Ciberespaço O ciberespaço é um meio onde será possível se consolidar a tecnodemocracia, ou seja, uma nova formação política onde a tecnologia da eletrônica tornará viável o desenvolvimento de comunidades inteligentes, capazes de se autogerir (LÉVY, 1994). Inteligência Coletiva Inteligência coletiva -Os que têm acesso à Internet estão conectados com a inteligência coletiva, todos os conhecimentos possíveis e todas as pessoas, todos os grupos de discussão. É algo vivo e muito democrático...hoje, em certos países, como a Escandinávia, por exemplo 80% da população está conectada. Em certos Estados norteamericanos, já se ultrapassaram 50% (LÉVY, 2000). Aula 11 Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação

8 Seguindo nossa rota... Hipertextualidade/ Hipertexto é um texto suporte que acopla outros textos em sua superfície cujo acesso se dá através dos links que têm a função de conectar a construção de sentido, estendendo ou complementando o texto principal. Um conceito de Hipertexto precisa abranger o campo lingüístico, já que se trata de textos. Em computação, hipertexto é um sistema para a visualização de informação cujos documentos contêm referências internas para outros documentos (chamadas de hiperlinks ou, simplesmente, links), e para a fácil publicação, atualização e pesquisa de informação. Disponível em: wiki/hipertexto, Acesso em:29julho2007. Conectividade A Conectividade compreende as atividades de instalação, configuração e manutenção de redes de computadores, abrangendo equipamentos, sistemas e aplicativos, além do suporte técnico e atendimento aos usuários na utilização dos recursos e serviços da rede. Embora haja uma intensa e crescente produção científica na área de tecnologia educacional, revelando as diversas possibilidades pedagógicas do uso das tecnologias da informação e comunicação, os avanços que possibilitam nos processos de aprendizagem. Nas observações de colegas professores, bem como nas pesquisas sobre as experiências escolares, o que se observa na prática docente, ainda, é que os espaços que têm as ferramentas tecnológicas (TV/DVD, laboratórios de informática) são raramente utilizados em atividades didáticas pela maioria dos professores, seja pela resistência ao novo, à mudança, seja pela dificuldade de acesso. Nessa perspectiva, acreditamos que predomina, ainda, uma pedagogia tradicional, baseada na transmissão do conhecimento pelos professores e numa aprendizagem repetitiva, sem significado, sem prazer. Uma prática que desconsiderando os saberes trazidos pela comunidade: alunos, professores, pais... para a escola, continua reproduzindo a abordagem pedagógica tradicional que não dialoga com a interatividade, com a hipertextualidade e com a conectividade características das novas dinâmicas comunicacionais, nas redes digitais de comunicação, e do cotidiano que é vivenciado pelos alunos. A nova realidade comunicacional, característica da sociedade aprendente, exige novas formas de ensinar, aprender e produzir conhecimentos. Entre os novos ingredientes da cognição humana na sociedade aprendente, identificam-se a hipertextualidade e a conectividade relacional. Com a evolução, mesmo tímida e com diferenças regionais significativas, verificamos o uso sempre crescente das redes eletrônicas de informação e comunicação. Nesse sentido, observa-se o surgimento de novas categorias de conhecimentos, aprendizagens e racionalidades. Lévy (1993) classifica o conhecimento em três formas distintas: oral, escrita e digital, que coexistem, mas torna-se fácil perceber que a modalidade digital se dissemina e cresce paulatinamente, caracterizando o momento em que vivemos. Disponível em: Ensino/Cursos/Tecnico/ Conectividade/index_ conect.htm, Acesso em: 29julho2007. Aula 11 Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação

9 Atividade 3 Pesquise na web, na biblioteca, converse com seus professores e professoras, com os/as colegas e mergulhe mais profundamente nos conceitos de: hipertextualidade, conectividade relacional. Após o diálogo e a pesquisa faça um registro das diferentes opiniões dos colegas e professores e compare com os conceitos dos teóricos estudados. sua resposta Aula 11 Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação

10 Seguindo nossa rota... O amplo acesso a informações e conhecimentos e a velocidade crescente das comunicações digitais tornam esse meio, indiscutivelmente, um agente potencializador das interações sociais e, ao mesmo tempo dinamizador das novas ecologias cognitivas. Segundo Kensky (1998, p. 61), O estilo digital engendra, obrigatoriamente, não apenas o uso dos novos equipamentos para a produção e apreensão do conhecimento, mas também novos comportamentos de aprendizagem, novas racionalidades, novos estímulos perceptivos. Seu rápido alastramento e multiplicação, em novos produtos e em novas áreas, obriga-nos a não mais ignorar sua presença e importância. Essa categorização do conhecimento e da aprendizagem digital enseja processos pedagógicos capazes de mobilizar competências relacionadas à construção individual e coletiva do conhecimento. Com a disseminação do acesso à internet, prolifera-se a formação de grupos de interesse ou comunidades virtuais. Lévy (1994, p.135) compreende que: A inteligência ou a cognição é resultado de uma rede complexa, (...) não sou eu que sou inteligente, mas eu com o grupo humano do qual sou membro. O pretenso sujeito inteligente nada mais é do que um dos microatores de uma ecologia cognitiva que o engloba e restringe. Nas instituições acadêmicas, observa-se o uso crescente da internet por professores (as) e alunos (as), produzindo mudanças e impactos nos modos convencionais de ensino e aprendizagem. É indiscutível que as dinâmicas sociais nos ambientes virtuais são bastante distintas daquelas que ocorrem tradicionalmente nos ambientes reais. Em referência a tal aspecto, Palazzo (2000, p. 47) explica: É preciso notar que a comunidade virtual não substitui a real ou parte dela. Ao contrário, real e virtual estão amalgamados na evolução da comunidade total, e a incorporação do virtual não ocupa o espaço do real, mas sim, o amplia. A evolução do espaço virtual deve, portanto, projetar-se no real e vice-versa, melhorando processos de aprendizado, comunicação, qualidade da pesquisa e contribuindo para a evolução da comunidade como um todo e, ao mesmo tempo, de cada um dos seus membros individualmente. Na sociedade de informação e de conhecimento priorizam-se o aprendente, as necessidades, os interesses, os estilos e os ritmos de aprendizagem de cada um são respeitados. Um novo modelo pedagógico que surge com a sociedade da informação e do conhecimento deve ser centrado na aprendizagem mediada pela tecnologia através dos múltiplos recursos da Internet, tais como: web, , fóruns, celulares, tablets móbile, chats, games, videoconferência, entre outros. Aula 11 Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação

11 Considerando a realidade que acabamos de destacar, vemos você como um privilegiado, um visionário, porque você acreditou na modalidade de educação a distância, acreditou no potencial que a busca autônoma pelo conhecimento lhe daria. Enquanto muitos se recusam a entrar nesse processo, você está aqui, viajando conosco. Mas é importante que você saiba: É essencial se compreender que a simples adoção de recursos tecnológicos em atividades pedagógicas não significa a ocorrência de mudanças ou rupturas com as formas convencionais de ensino e aprendizagem. Diversos autores fazem referências a esse contexto, esclarecendo equívocos oriundos da promessa de modernização das organizações, através da adoção das tecnologias de informação e comunicação. Como afirma Moran (2000, p. 132), Não é suficiente adquirir televisão, videocassetes, computadores, sem que haja uma mudança básica na postura do educador. É preciso mais. A comunicação precisa ser instaurada, desejada, conquistada. É necessário entender o educando como ser histórico, ativo, e como tal, a atenção não pode centrar-se apenas no instrumento e na técnica (...) Deve-se, necessariamente, considerar a influência das imagens no cotidiano do educando. E mais, deve-se observar o reflexo dessa influência de compreender a realidade na sua forma perceptiva, sensorial e cognitiva (...) multidimensional. Lidar com a pluralidade é o grande desafio que se apresenta ao homem do futuro. As novas tecnologias da informação e da comunicação, se bem utilizadas, poderão auxiliar o cidadão deste novo milênio a encontrar os caminhos das novas relações interpessoais e novas relações com o conhecimento que a denominada era da informação exige de todos. A crescente digitalização das informações, na sociedade contemporânea, tem produzido conseqüências irreversíveis no modo de produção e construção do conhecimento. Kenski (1998) alerta para as conseqüências originadas pela digitalização das informações para a aprendizagem: Pluralidade Pluralidade - discutir a pluralidade cultural hoje é abrir espaço para a alteridade radical e para a manifestação de subjetividades livres e respeitadas em suas diferenças. O estilo digital engendra, obrigatoriamente, não apenas o uso de novos equipamentos para a produção e apreensão do conhecimento, mas também novos comportamentos de aprendizagem, novas racionalidades, novos estímulos perceptivos (KENSKI, 1998, p. 61). No aspecto didático, os caminhos que se vislumbram para o homem contemporâneo apontam para formas de aprendizagem mais solidárias e menos autoritárias. Diversos autores, a exemplo de Maçada e Tijiboy (1998), defendem que, hoje em dia, o desenvolvimento das novas habilidades relacionadas à comunicação, colaboração e criatividade é indispensável ao novo profissional, esperado para atuar na sociedade do conhecimento. Os teóricos da aprendizagem, entre eles, Freire, Piaget e Vygotsky, já enfatizavam a importância das trocas sociais para a promoção da aprendizagem. Aula 11 Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação

12 Atividade Como vimos em nossa viagem, nos trechos anteriores, educação é construção social. Nesse trecho vimos que o uso das tecnologias de comunicação e informação potencializam sobremaneira essa construção. Mencione exemplos de sua prática pedagógica que possa ilustrar esse processo. Assista com seus colegas do pólo e tutores, MATRIX - um filme polêmico, atual, vencedor de 4 Oscars. Em seguida, promova o debate (coloque suas impressões sobre o filme: Se você gostou? O que você entendeu? Se é muito distante da realidade atual ou não?...) com o objetivo de estabelecer relações do tema estudado nesta aula e o filme. Anote os aspectos debatidos e socialize no AVA com seus colegas. Sinopse Em um futuro próximo, Thomas Anderson (Keanu Reeves), um jovem programador de computador, que mora em um cubículo escuro, é atormentado por estranhos pesadelos nos quais encontra-se conectado por cabos e contra sua vontade, em um imenso sistema de computadores do futuro. Em todas essas ocasiões, acorda gritando, no exato momento em que os eletrodos estão para penetrar em seu cérebro. À medida que o sonho se repete, Anderson começa a ter dúvidas sobre a realidade. Por meio do encontro com os misteriosos Morpheus (Laurence Fishburne) e Trinity (Carrie-Anne Moss), Thomas descobre que é, assim como outras pessoas, vítima do Matrix, um sistema inteligente e artificial que manipula a mente das pessoas, criando a ilusão de um mundo real enquanto usa os cérebros e corpos dos indivíduos para produzir energia. Morpheus, entretanto, está convencido de que Thomas é Neo, o aguardado messias, capaz de enfrentar o Matrix e conduzir as pessoas de volta à realidade e à liberdade. Disponível site : Acesso em: 13 de jul/ Aula 11 Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação

13 1. 2. sua resposta Aula 11 Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação 11

14 Resumo O QUE TROUXEMOS DESSE TRECHO DE NOSSA VIAGEM Nesta décima primeira aula você estudou um novo paradigma educacional. Vimos que, neste novo contexto, o foco da ação docente deve ser deslocado, cada vez mais, do ensinar para o aprender e que o professor não é mais o único que sabe, neste novo tempo, professores e alunos devem ser parceiros de investigação e pesquisa, que podem contar como aliados às ferramentas de comunicacionais e as modalidades coletivas de aprendizagem. Aprendeu que lidar com a pluralidade é um dos grandes desafios que se apresenta. Por fim, aprendeu que a simples adoção de recursos tecnológicos não significa a ocorrência de mudanças ou rupturas com as formas convencionais de ensino e aprendizagem. Leituras complementares Aqui, apresentamos outras linguagens que podem enriquecer o seu aprendizado. Indicaremos filmes, mini-vídeos, telas, poemas, músicas e textos que tem relação com a nossa viagem pela rota dos fundamentos sócio-filosóficos da educação. Buscaremos mergulhar mais profundamente nessa viagem com dicas de saberes ricas e prazerosas. Sites e links interessantes, visite! Revista Brasil Escola Neste site, Revista Brasil Escola -você encontrará alguns artigos interessantes sobre a escola nova e o movimento de renovação do ensino no Brasil, bem como aborda outros temas atuais sobre a educação. Ceticismo Aberto Neste site você encontra o texto: O universo é Matrix? de Kentaro Mori. São informações interessantes que ajudam a compreender melhor a tese que o filme aborda. 12 Aula 11 Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação

15 Auto-avaliação Essa é a hora da síntese refletida, da construção do seu DIÁRIO DE BORDO. Escreva as principais idéias apresentadas nesta aula, buscando estabelecer relações com a prática pedagógica, vivenciada na experiência de aluno ou na experiência de professor. Em seguida, escolha uma das idéias apresentadas, para você opinar, refletindo criticamente. Disserte sobre a idéia escolhida, colocando sua opinião, críticas e sugestões. Aula 11 Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação 13

16 Referências ASSMANN, H. Reencantar a Educação: Rumo à sociedade aprendente. Petrópolis, RJ: Vozes, CUNHA, M.I. O professor universitário na transição de paradigmas. Araraquara,SP: JM Ed KENSKY, V. M. Novas Tecnologias. O redimensionamento do espaço e do tempo e os impactos no trabalho docente. In: Revista Brasileira de Educação nº 7. Associação Nacional de Pós-graduação e pesquisa em educação. Jan.-abr., LÉVY, P. As tecnologias da inteligência: O futuro do pensamento na era da Informática. Rio de janeiro: Editora 34, Inteligência coletiva: Por uma antropologia do ciberespaço. 2. ed. São Paulo: Loyola, MASETTO, M. T. Discutindo o processo ensino/aprendizagem no ensino superior. In: Marcondes, E. E Lima, E. Educação médica. São Paulo: Sarvier, MASETTO, M. (org.). Docência na universidade. Campinas, SP: Papirus, MORAN, J. M. Mudar a forma de ensinar e de aprender com tecnologias. Revista Tecnologia Educacional. Rio de Janeiro, vol. 23, n.126, setembro-outubro, MORAN, J. M. Internet no ensino. In: Comunicação & Educação. V. 14: janeiro/abril, MORAN, J. M.; MASSETO M.T.; BEHRENS, M.A. Novas Tecnologias e mediação pedagógica. Campinas, SP: Papirus, NAISBITT, J. Paradoxo global. Rio de Janeiro: Campus NEGROPONTE, N. A vida digital. São Paulo: Companhia de Letras, OLIVEIRA, M. V. Aprendizado e desenvolvimento: um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, PALAZZO, L. A. M. Modelos proativos para hipermídia adaptativa. Tese de Doutorado. PGCC da UFRGS, janeiro de PALAZZO, L. A. M.; COSTA, A. C. R.: Modelos proativos na Educação Online. I Simpósio catarinense de Educação. Itajaí, agosto de PIAGET, J. Epistemologia genética. São Paulo: Martins Fontes, SANTOS, B. Introdução a uma ciência pós-modena. Rio de Janeiro: Graal, Aula 11 Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação

17 SENGE, P. M. A quinta disciplina: arte, teoria e prática da organização de aprendizagem. São Paulo: Círculo do livro, SCHÖN, D.A. The reflective practitioner: How professionals think in action. NY. Basic Books, SCOCUGLIA, A. C. As reflexões curriculares de Paulo Freire In Revista Lusófona de Educação Lisboa: Edições Universitárias, TUROFF, M., & HILTZ, S. R., Computer support for group versus Individual Decisions In: IEEE Transactions on Communications. NY. Basic Books,1982. VYGOSTSKY, L.S. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes Editora, Aula 11 Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação 15

18 Anotações 16 Aula 11 Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação

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20 SEB/SEED

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