PRATIC A R B E NCHMAR K I N G

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PRATIC A R B E NCHMAR K I N G"

Transcrição

1 PRATIC A R B E NCHMAR K I N G P R ATICAR

2 BENCHMARKING O benchmarking é uma técnica aplicável a várias áreas da gestão organizacional. Consiste num exercício consciente de procura de exemplos de excelência a perseguir ou padrões com que se comparar. É uma ferramenta de avaliação mas, essencialmente, serve para orientar a aprendizagem da organização. O referencial do benchmarking pode ser interno ou externo à organização, isto é, servindo-se de equipas internas ou de outras organizações como termo de comparação. O benchlearning O benchlearning é uma variante do benchmarking. Suportado por quatro pilares (eficiência, aprendizagem em equipa, bons exemplos, e participação alargada), o objectivo do benchlearning é encorajar uma atitude de aprendizagem contínua a partir de bons exemplos. O river diagram O river diagram é uma ferramenta que, de forma gráfica, realça fontes internas de boas práticas, encorajando a transferência de conhecimento e potenciando uma melhoria de desempenho. Exemplo de um river diagram, uma técnica popularizada por Collison e Parcell (2004)

3 BOAS PRÁTICAS

4 BOAS PRÁTICAS As melhores práticas ou boas práticas como técnica/ferramenta de gestão do conhecimento são geralmente bases de dados, mais ou menos sofisticadas, onde se descrevem processos que, no passado, estiveram na origem de resultados positivos. Esta técnica assenta na identificação de práticas bem sucedidas e com resultados positivos, estimulando a sua adaptação e aplicação noutras situações. A informação recolhida para cada prática inclui geralmente: o contexto em que foi usada, descrição do que foi feito, resultados obtidos e ponto de contacto para mais informação. Uma organização que decida recorrer a boas práticas para disseminação de conhecimento deve procurar garantir que estas são analisadas criticamente e adaptadas às diferentes circunstâncias. Deve igualmente pesar o investimento necessário à luz do retorno esperado, considerando que muitas organizações verificam uma fraca adopção das práticas documentadas no âmbito destes processos. Knowledge Values and Ethics Process Skills GOOD PRACTICE Boa prática de acordo com a Open University (2013)

5 PRATIC A R K N O W L EDGE HARVESTIN G P R ATICAR

6 KNOWLEDGE HARVESTING Podemos entender este processo como a captura do conhecimento para o salvaguardar na organização. A colheita de conhecimento pode incidir sobre uma pessoa (que esteja para deixar a organização ou a mudar de funções internamente) ou sobre uma equipa (no final de um projecto, por exemplo). Com este processo, convidam-se as pessoas a reflectir sobre acontecimentos específicos (tarefas realizadas, etapas de um projecto) e a pensar sobre o que se passou, o que teriam feito de diferente, o que aprenderam, que contactos fizeram, etc.. Este processo mais ou menos demorado, consoante a importância estratégica do conhecimento em causa e dos recursos disponíveis, deve focar na recolha de informação (p.e., documentos relevantes), de conhecimento explícito (p.e., passos para a realização de uma tarefa) e de conhecimento implícito (p.e., situações a evitar em projectos semelhantes).

7 PRATIC A R IDEIAS L O W C OST P R ATICAR

8 IDEIAS LOW COST Mesmo as mais complexas estratégias de gestão do conhecimento devem envolver iniciativas de baixo custo - financeiro e humano - e com potencial para produzir resultados visíveis a curto prazo. AFTER ACTION REVIEWS É uma prática que nasceu no Exército dos EUA através da qual se faz uma rápida análise de um projecto ou actividade. É uma sessão com uma duração de aproximadamente 15 minutos que deve incorporar todos os participantes na actividade ou projecto em questão. Não necessita de um facilitador externo e, em muitos casos, beneficia da ausência do responsável pelo projecto. Esta sessão consiste na obtenção de respostas curtas e objectivas de todos os presentes às seguintes quatro questões: o que era suposto ter acontecido (neste projecto ou actividade); o que aconteceu na realidade; a que se deveram as diferenças; o que podemos aprender. BROWN BAG LUNCHES Sessões periódicas durante as quais os colaboradores almoçam enquanto escutam um colega ou uma pessoa externa convidada a partilhar a sua experiência ou opinião sobre um tema directamente relacionado com a actividade da empresa, ou não.

9 ANÁLISE DE REDES SOCIAIS

10 ANÁLISE DE REDES SOCIAIS A análise de redes sociais é uma técnica das ciências sociais (onde é também conhecida por sociograma) e que visa mapear e pesar as relações existentes entre os elementos de uma rede. Os elementos da rede podem ser pessoas, equipas, escritórios ou mesmo organizações (por exemplo, organizações que pertençam a uma comunidade de prática). Aplicada à gestão de conhecimento a análise de redes sociais serve um de dois propósitos principais: no início de um programa de GC, para fazer um levantamento do estado da rede, para identificar requisitos e oportunidades; ao final de algum tempo, para avaliar o impacto conseguido em termos de relacionamento entre os elementos da rede. A análise de redes sociais produz uma representação visual da rede, na qual os pontos (nós) representam os elementos e as linhas (ligações) as relações. Para além do aspecto gráfico, esta análise produz dados quantitativos como por exemplo o grau de proximidade, a densidade, centralidade de um elemento, entre outros.

11 PRATIC A R S T O R Y TEL LIN G /NARRATIVA S P R ATICAR

12 STORYTELLING/NARRATIVAS O poder das histórias, ou narrativas, decorre sobretudo da possibilidade de aplicar técnicas de comunicação, invulgares em processos de gestão empresarial, como a arte, o desenho, o teatro ou a poesia. Contar histórias permite gerar ignição e provocar reacções, diálogos ou outras formas de expressão susceptíveis de contribuir para uma maior interacção dos membros de uma organização. Poderá facilitar o processo de transmissão de informação e de conhecimento, aos quais se adicionam os valores e sentimentos de partilha dos membros da organização, contribuindo para um melhor conhecimento mútuo.

13 FERRAMENTAS SOCIAIS: BLOGUES

14 FERRAMENTAS SOCIAIS: BLOGUES Um blogue é um conjunto de entradas (posts) apresentados por ordem cronológica inversa. No contexto da gestão do conhecimento podem ser usados pelas organizações como veículos para registo (e partilha) de actividade num projecto e para registo de lições aprendidas, por exemplo. Geralmente, uma entrada num blogue permite comentários, o que proporciona a discussão de temas organizacionais. Um blogue pode ser assinado por uma pessoa ou por um grupo de indivíduos, enquanto equipa de projecto, departamento, comunidade de prática, etc. Uma variante dos blogues, os micro-blogues (do qual o Twitter é a plataforma mais conhecida) são blogues cujas entradas estão limitadas a um certo número de caracteres (tipicamente 140). Os micro-blogues podem ser ferramentas valiosas para partilhar ideias, conteúdo interessante, uma actividade que se inicia, etc. Em conjunto, as micro-entradas dos colaboradores de uma organização dão uma boa ideia do clima organizacional que se vive, dos tópicos principais de interesse, de tendências que os próprios colaboradores identificam, e constituem um manancial pesquisável de informação que, de outra forma, poderia ser totalmente perdida.

15 PRA TIC A R F E R RAMEN T AS SOCIAIS: W I K I S P R A TICAR

16 FERRAMENTAS SOCIAIS: WIKIS Um wiki é um espaço de co-criação de conteúdos onde várias pessoas podem colaborar para a construção de um texto. Este texto pode ser a base de um documento que tem uma data limite de entrega (por exemplo, o relatório de um projecto) mas, ainda mais importante no contexto da gestão de conhecimento, pode ser um documento vivo que está disponível e que vai sendo alterado colaborativamente à medida que a realidade vai mudando. Como exemplos desta prática podemos considerar o manual de acolhimento a novos colaboradores que vai sendo melhorado continuamente pelos próprios novos colaboradores que o usam, ou descritivos de procedimentos internos que vão evoluindo com novas legislações ou com a adopção de ideias sugeridas pelos clientes. As aplicações wiki disponíveis são geralmente caracterizadas por um poderoso controlo de versões que garante a segurança da informação e o reconhecimento dos utilizadores pelos seus contributos. Collaboration Wiki Collaboration edit view send save edit view view save receive receive send edit view edit edit send receive receive save view edit view save send view edit view edit Comparação -wiki, por P. Martin (2008)

17 FERRAMENTAS SOCIAIS: MENSAGEIROS INSTANTÂNEOS

18 FERRAMENTAS SOCIAIS: MENSAGEIROS INSTANTÂNEOS As aplicações de mensagens instantâneas online são comuns e já começam a ser usadas em muitas organizações. Estas ferramentas suportam a comunicação síncrona e assíncrona através de texto, voz ou vídeo. Permitem acelerar o diálogo entre colegas, reduzir o volume de s trocados e facilitar a comunicação síncrona sem a intrusão causada pelo telefone. Para além disso, estas ferramentas oferecem um tipo de informação de grande importância: se uma dada pessoa se encontra ou não disponível para contacto (presencing). Esta informação é bastante valiosa por questões de produtividade mas também pela forma como contribui para criar um sentimento de pertença especialmente em colaboradores cujo trabalho é maioritariamente remoto.

19 ESPAÇO FÍSICO DE TRABALHO

20 ESPAÇO FÍSICO DE TRABALHO A disposição dos colaboradores no local do trabalho, o posicionamento das áreas comuns e do mobiliário nessas mesmas áreas, podem ter um impacto determinante no nível e tipo de comunicação entre pessoas. (Re)Pensar o espaço físico dos locais de trabalho, criando espaços comuns convidativos e que permitam aos colaboradores descontrair durante uns minutos falando com os seus colegas, por exemplo, pode ser importante para estreitar relações entre colegas. Posicionar dispensadores de água na intersecção física de dois departamentos pode ser o suficiente para aumentar a passagem de informação entre essas duas equipas. Da mesma forma, é importante conceber o espaço de trabalho para que transmita os valores defendidos e encoraje os comportamentos desejados. Salas de reunião com portas ou paredes transparentes, por exemplo, reflecte valores de transparência ao mesmo tempo que aumenta a comunicação (sem palavras, e ao ver quem está na sala de reunião, apercebemo- -nos da colaboração entre departamentos, identificamos clientes com que já trabalhamos, etc.).

21 GAMIFICATION

22 GAMIFICATION O conceito Gamification refere-se à utilização de elementos e técnicas de jogos noutros contextos onde o objectivo não seja apenas o de vencer o jogo. Tem vindo a receber crescente atenção como forma de incentivar mudanças em contexto organizacional. Ao premiar comportamentos desejados, os colaboradores são incentivados a demonstrar esses mesmos comportamentos ao mesmo tempo que recebem uma mensagem clara de que são esses os comportamentos que se esperam. Um dos exemplos mais comuns actualmente é a atribuição de pontos por contribuições nas plataformas colaborativas, ou da criação de uma tabela classificativa de colaboradores de acordo com determinadas acções realizadas. Ainda que poderosos, estes mecanismos têm de ser ponderados por forma a garantir que: incentivam os comportamentos certos (premiar quantidade vs qualidade, reconhecer novos textos vs comentários a textos de outros, etc.), atribuem os prémios adequados à cultura organizacional e motivam os colaboradores através de feedback e de recompensas.

23 PRATIC A R INTRANETS/PORTAIS C ORPORATIV O S P R ATICAR

24 INTRANETS/PORTAIS CORPORATIVOS Uma intranet é uma rede de computadores interna a uma organização, podendo ou não estar ligada à rede externa, a Internet. No entanto, quando falamos de intranets no contexto da GC referimo-nos quase sempre a um site disponível apenas para os colaboradores de uma organização. Nesse site, é habitual encontrar notícias sobre a actividade da organização, descrição de procedimentos internos, lista de contactos, entre outras áreas. Uma versão mais avançada das intranets, são os portais corporativos que, para além de conteúdo como o anteriormente referido, servem de ponto de acesso a outros sistemas e permitem aos colaboradores executar determinadas tarefas (marcação de férias, pedido de suporte informático, etc.). Num cenário ideal, os portais corporativos serviriam de ponto único de acesso a todo o conteúdo e incluiriam também ferramentas sociais para potenciar a colaboração e partilha de conhecimento entre colegas. No entanto, é muito raro encontrar organizações que tenham sido capazes de concretizar essa visão, pecando pela falta de verdadeira integração de conteúdos e pela não existência de um local único de pesquisa em todas as aplicações informáticas da organização. BUSINESS STRATEGY USER NEEDS! PORTAL FUNCTIONALITY O que fazer num portal de intranet, de acordo com R. Winchell (2010)

25 MÉTRICAS

26 MÉTRICAS As métricas aplicadas na gestão do conhecimento podem ser agrupadas de acordo com o seu âmbito (tabela 1) ou a sua natureza (tabela 2). Permitem facilitar o acompanhamento das actividades de GC e a avaliação dos seus resultados. Âmbito Parâmetros (exemplos) Tecnológico Nº de mensagens de correio electrónico, utilização de fóruns online, nº de consultas em bases de dados, nº de visualizações de websites, nº de pesquisas, nº de blogues, nº de alertas,... Processos Acelerar o tempo de resposta a consultas, cumprir regras internacionais, aumentar interacções com clientes em tempo real, estreitar a colaboração com fornecedores e distribuidores, canais mais directos com clientes e parceiros, comunicações mais seguras,... Conhecimento Nº de ideias de colaboradores, nº de consultas a bases de dados de conhecimento, nº de conteúdos de conhecimento reutilizados, boas práticas criadas, CoPs activas, retenção de conhecimento, acesso rápido a conhecimento, Colaboradores Intensidade de ligações entre colegas, melhoria do desempenho de CoPs, reconhecimento pelos pares/colegas, reforço da confiança e de empowerment, satisfação com reconhecimento/recompensa, mais responsabilidade e motivação, Negócio Redução de custos (p.e. viagens) e de riscos, aumento da satisfação e fidelidade de clientes, parcerias vantajosas, melhoria da produtividade, conversão de conhecimento em patentes e licenças, Tabela 1 Natureza Quantitativa Semi- -quantitativa Qualitativa Parâmetros (exemplos) Redução de trabalho administrativo, diminuição da duplicação de documentos, redução de custos de comunicações, redução de custos de deslocações, redução de custos de apoio ao cliente,... Produtividade (Maior rapidez no acesso à informação) Satisfação (motivação nos colaboradores) Conhecimento (reutilização de boas práticas, utilização de portais) Inovação, redução da acumulação de conhecimento não utilizado, recolha e utilização de histórias/narrativas Tabela 2 Fonte: RAO, M. Knowledge Management tools and techniques, 2004 (traduzido pela equipa de projecto)

27 PRATIC A R Benchmarking Benchlearning: Good Examples as a Lever for Development. Marie E Froment, Kurt Lundgren, Bengt Karlöf. John Willey & Sons, Reino Unido, Resumo em português online.pt/livros/2002/04/01/benchlearning No More Consultants: We Know More Than We Think. Geoff Parcell, Chris Collison. John Wiley & Sons, Reino Unido, Vídeo em que Chris Collison explica o River Diagram - Boas Práticas Imagem retirada do material de um curso da Open University - Common Knowledge: How Companies Thrive by Sharing What They Know. Nancy Dixon. Harvard Business School Press, EUA, Knowledge Harvesting Knowledge Management for Teams and Projects, N Milton. Chandos Publishing, GB, P R ATICAR

28 referências Ideias Low Cost Learning to Fly: Practical Knowledge Management from Leading and Learning Organizations. Chris Collison, Geoff Parcell. Capstone, Grã-Bretanha, Storytelling / Narrativas The Springboard: How Storytelling Ignites Action in Knowledge- Era Organizations. Stephen Denning. Butterworth-Heinemann, EUA, Resumo em português em livros/2002/07/01/the-springboard Story telling: an old skill in a new context. David Snowden Storytellling1_-_Old_Skill_New_Context_.pdf (PDF em inglês) Ferramentas sociais: Wikis Wikipatterns: A Practical Guide to Improving Productivity and Collaboration in Your Organization. Stewart Mader. Wiley Publishing, EUA, Resumo em português online.pt/livros/2009/02/11/wikipatterns Comparação wiki Intranets / Portais Corporativos O que fazer num portal / intranet, por Richard Winchell Métricas RAO, M. Knowledge Management tools and techniques, 2004 Todos os links apresentados foram verificados à data de 22 Novembro 2013

ferramentas e funcionalidades básicas

ferramentas e funcionalidades básicas ferramentas e funcionalidades básicas MOODLE - Tipos de Actividades Núcleo Minerva da Universidade de Évora Referendo A actividade Referendo permite ao professor fazer, por exemplo, uma sondagem de opinião

Leia mais

Guia de Websites para a Administração Pública

Guia de Websites para a Administração Pública Guia de Websites para a Administração Pública Portugal precisa de um desafio de exigência e de conhecimento que nos eleve aos níveis de competência e de produtividade dos países mais desenvolvidos, de

Leia mais

Manual de utilização do Moodle

Manual de utilização do Moodle Manual de utilização do Moodle Docentes Universidade Atlântica 1 Introdução O conceito do Moodle (Modular Object Oriented Dynamic Learning Environment) foi criado em 2001 por Martin Dougiamas, o conceito

Leia mais

Cadeira de Tecnologias de Informação. Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento.

Cadeira de Tecnologias de Informação. Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento. Cadeira de Tecnologias de Informação Ano lectivo 2007/08 Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento. Prof. Mário Caldeira Profª Ana Lucas Dr. Fernando Naves

Leia mais

ANA AEROPORTOS REDES DE CONHECIMENTO

ANA AEROPORTOS REDES DE CONHECIMENTO PARTILHAR PARTILHAR ANA AEROPORTOS REDES DE CONHECIMENTO A ORGANIZAÇÃO O sector da aviação civil, dada a sua natureza, está sujeito a regulamentação internacional, europeia e nacional, que regula e uniformiza

Leia mais

ILIMITADOS THE MARKETING COMPANY

ILIMITADOS THE MARKETING COMPANY ILIMITADOS THE MARKETING COMPANY _ CURRICULUM Composta por uma equipa multidisciplinar, dinâmica e sólida, Sobre Nós A ilimitados - the marketing company é uma empresa de serviços na área do Marketing,

Leia mais

... 1º Período. Metas/Objetivos Descritores Conceitos/Conteúdos Estratégias/Metodologias Avaliação

... 1º Período. Metas/Objetivos Descritores Conceitos/Conteúdos Estratégias/Metodologias Avaliação DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E INFORMÁTICA DISCIPLINA: TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PLANIFICAÇÃO DE 8º ANO... 1º Período Domínio COMUNICAÇÃO E COLABORAÇÃO CC8 Conhecimento e utilização adequada

Leia mais

Cadeira de Tecnologias de Informação. Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento.

Cadeira de Tecnologias de Informação. Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento. Cadeira de Tecnologias de Informação Ano lectivo 2008/2009 Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento. Profª Ana Lucas (Responsável) Mestre Cristiane Pedron

Leia mais

Website disponível em: Nome de Utilizador: aluno@aluno.pt. Palavra-chave: *aluno*

Website disponível em: Nome de Utilizador: aluno@aluno.pt. Palavra-chave: *aluno* Website disponível em: http://formar.tecminho.uminho.pt/moodle/course/view.php?id=69 Nome de Utilizador: aluno@aluno.pt Palavra-chave: *aluno* Associação Universidade Empresa para o Desenvolvimento Web

Leia mais

CONTEÚDOS. Blog REDES SOCIAIS VIDEOS ONLINE PARTILHA DE FOTOGRAFIAS PARTILHA DE APRESENTAÇÕES

CONTEÚDOS. Blog REDES SOCIAIS VIDEOS ONLINE PARTILHA DE FOTOGRAFIAS PARTILHA DE APRESENTAÇÕES CONTEÚDOS ANTES DE INICIAR A SUA AVENTURA NAS REDES, TENHA EM CONTA AS SEGUINTES DICAS: Atribua a administração de cada canal e/ou estratégia a alguém que faça parte da sua empresa; Dê formação à sua equipa

Leia mais

Um Modelo de Mensuração da Contribuição da Gestão do Conhecimento em Projetos

Um Modelo de Mensuração da Contribuição da Gestão do Conhecimento em Projetos 1 Um Modelo de Mensuração da Contribuição da Gestão do Conhecimento em Projetos José Renato Sátiro Santiago Junior 1. Introdução A estruturação de processos voltados para a medição e monitoramentos das

Leia mais

Gestão de Conhecimento - Estudos de caso -

Gestão de Conhecimento - Estudos de caso - Gestão de Conhecimento - Estudos de caso - Irina Saur-Amaral Aveiro, 28 de Abril de 2006 Estudos de caso 1. MKS (consultoria TIC Índia): importância da cultura de conhecimento 2. Siemens AG: implementação

Leia mais

jump4innovation Oferecemos ideias que aumentam o seu negócio acima do espectável

jump4innovation Oferecemos ideias que aumentam o seu negócio acima do espectável jump4innovation Plataforma Web de apoio à Gestão Melhoria, Inovação & Empreendedorismo Oferecemos ideias que aumentam o seu negócio acima do espectável Conteúdo Gestao da Inovacao, Melhoria e Empreendedorismo

Leia mais

CRITÉRIO 3: SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO E GESTÃO DO DESEMPENHO

CRITÉRIO 3: SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO E GESTÃO DO DESEMPENHO CRITÉRIO 3: SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO E GESTÃO DO DESEMPENHO Este capítulo inclui: Visão geral O Ciclo de Gestão do Desempenho: Propósito e Objectivos Provas requeridas para a acreditação Outros aspectos

Leia mais

PHC dteamcontrol Externo

PHC dteamcontrol Externo PHC dteamcontrol Externo A gestão remota de projectos e de informação A solução via Internet que permite aos seus Clientes participarem nos projectos em que estão envolvidos, interagindo na optimização

Leia mais

Guião para as ferramentas etwinning

Guião para as ferramentas etwinning Guião para as ferramentas etwinning Registo em etwinning Primeiro passo: Dados de quem regista Segundo passo: Preferências de geminação Terceiro passo: Dados da escola Quarto passo: Perfil da escola Ferramenta

Leia mais

Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado

Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado Maio de 2010 Conteúdo Introdução...4 Principais conclusões...5 Dados adicionais da pesquisa...14 Nossas ofertas de serviços em mídias sociais...21

Leia mais

Gestão de Conhecimento - Estudos de caso -

Gestão de Conhecimento - Estudos de caso - Gestão de Conhecimento - Estudos de caso - Irina Saur-Amaral Aveiro, 28 de Abril de 2006 Estudos de caso 1. MKS (consultoria TIC Índia): importância da cultura de conhecimento 2. Siemens AG: implementação

Leia mais

OLIVEIRA, Helena. Como gerir a informação. DIGITAL ON LINE, v.5, n.5, Mai, 1999

OLIVEIRA, Helena. Como gerir a informação. DIGITAL ON LINE, v.5, n.5, Mai, 1999 COMO GERIR A INFORMAÇÃO OLIVEIRA, Helena. Como gerir a informação. DIGITAL ON LINE, v.5, n.5, Mai, 1999 RESUMO:"O mundo dos negócios vai mudar mais nos próximos 10 anos do que nos últimos 50 anos. O êxito

Leia mais

HÁ NORTE! ACREDITAR E MOBILIZAR

HÁ NORTE! ACREDITAR E MOBILIZAR HÁ NORTE! ACREDITAR E MOBILIZAR Programa da lista candidata à eleição para os órgãos regionais do Norte da Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas Triénio 2011-2013 25 de

Leia mais

Manual de utilização do Moodle

Manual de utilização do Moodle Manual de utilização do Moodle Iniciação para docentes Universidade Atlântica Versão: 1 Data: Fevereiro 2010 Última revisão: Fevereiro 2010 Autor: Ricardo Gusmão Índice Introdução... 1 Registo no Moodle...

Leia mais

UNIVERSIDADE DE AVEIRO

UNIVERSIDADE DE AVEIRO UNIVERSIDADE DE AVEIRO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA, GESTÃO E ENGENHARIA INDUSTRIAL MESTRADO EM GESTÃO DA INFORMAÇÃO DISCIPLINA: GESTÃO DA INFORMAÇÃO CAPACIDADE DE RESPOSTA A SOLICITAÇÕES DO EXTERIOR - DIÁLOGO

Leia mais

O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma.

O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma. O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma. Universidade de Aveiro Mestrado em Gestão da Informação Christelle Soigné Palavras-chave Ensino superior. e-learning.

Leia mais

Colaborações em ambientes online predispõem a criação de comunidades de

Colaborações em ambientes online predispõem a criação de comunidades de Ficha de Leitura Tipo de documento: Artigo Título: Colaboração em Ambientes Online na Resolução de Tarefas de Aprendizagem Autor: Miranda Luísa, Morais Carlos, Dias Paulo Assunto/Sinopse/Resenha: Neste

Leia mais

Balanced Scorecard: Modernidade na Gestão dos Negócios

Balanced Scorecard: Modernidade na Gestão dos Negócios Workshop A Competitividade das Empresas & o Balanced Scorecard Balanced Scorecard: Modernidade na Gestão JAIME RAMOS GUERRA JLM CONSULTORES DE GESTÃO, SA () INSTITUTO POLITECNICO DE LEIRIA jaime.guerra@jlm.pt

Leia mais

Implemente a sua solução de Gestão de Marketing, Vendas e Serviço de Clientes, em menos de 7 dias.

Implemente a sua solução de Gestão de Marketing, Vendas e Serviço de Clientes, em menos de 7 dias. GoldMine QuickStart Implemente a sua solução de Gestão de Marketing, Vendas e Serviço de Clientes, em menos de 7 dias. O GoldMine é uma ferramenta de gestão da relação com os clientes (CRM-Costumer Relationship

Leia mais

PHC dteamcontrol Externo

PHC dteamcontrol Externo PHC dteamcontrol Externo A gestão remota de projetos e de informação A solução via Internet que permite aos seus Clientes participarem nos projetos em que estão envolvidos, interagindo na otimização dos

Leia mais

"Metas de Aprendizagem

Metas de Aprendizagem "Metas de Aprendizagem TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Esmeralda Oliveira Contexto Contexto Perspectiva As TIC acrescentam valor Saberes duradouros enfoque transversal Assume-se que a integração

Leia mais

Trabalho Final de PPeL

Trabalho Final de PPeL Trabalho Final de PPeL FOTO-REALISMO PÓS 60 CONTRATO DE APRENDIZAGEM JOSÉ MOTA PAULA PINHEIRO PROFESSORAS ALDA PEREIRA E LINA MORGADO 1-5 p i n h e i r o e m o t a. m p e l. j u l h o 2 0 0 6. u n i v.

Leia mais

» apresentação. WORKFLOW que significa?

» apresentação. WORKFLOW que significa? » apresentação WORKFLOW que significa? WORKFLOW não é mais que uma solução que permite sistematizar de forma consistente os processos ou fluxos de trabalho e informação de uma empresa, de forma a torná-los

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

Aplicando as lições aprendidas para alavancar os resultados de próximos projetos

Aplicando as lições aprendidas para alavancar os resultados de próximos projetos Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão de Projetos - Turma nº 149 26/07/2015 Aplicando as lições aprendidas para alavancar os resultados de próximos projetos João Lucas Nunes de Souza Analista

Leia mais

MÓDULO II UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA FORMAÇÃO ONLINE

MÓDULO II UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA FORMAÇÃO ONLINE MÓDULO II UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA FORMAÇÃO ONLINE Objectivos gerais do módulo No final do módulo, deverá estar apto a: Identificar um Sistema de Gestão da Formação Online; Analisar as diversas

Leia mais

1 Descrição sumária. Varajão, Pereira, Amaral e Castro, Outsourcing de serviços de sistemas de informação na banca em Portugal, Computerworld, 2011 1

1 Descrição sumária. Varajão, Pereira, Amaral e Castro, Outsourcing de serviços de sistemas de informação na banca em Portugal, Computerworld, 2011 1 Outsourcing de serviços de sistemas de informação na banca em Portugal João Varajão 1, Cidália Pereira 2, Luís Amaral 3, Sandra Castro 2 1 Escola de Ciências e Tecnologia, Departamento de Engenharias,

Leia mais

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Participamos num processo acelerado de transformações sociais, políticas e tecnológicas que alteram radicalmente o contexto e as

Leia mais

Rui el Brás. Inovação e competitividade, COTEC-CCDR PAG. 1. Maio.2011 INESTING PAG. 1

Rui el Brás. Inovação e competitividade, COTEC-CCDR PAG. 1. Maio.2011 INESTING PAG. 1 Rui el Brás Inovação e competitividade, COTEC-CCDR Maio.2011 INESTING PAG. 1 PAG. 1 Introdução Empresa Projectos Referências Estratégia Contactos INESTING PAG. 2 Introdução INESTING PAG. PAG. 3 3 Google

Leia mais

Marketing e Comunicação Interna

Marketing e Comunicação Interna Marketing e Comunicação Interna Mestrado em Gestão e Desenvolvimento de RH 2º Semestre Cristina Mouta 2 Conteúdo Programático 2. Marketing interno 2.1. Conceito 2.2. Teorias e ferramentas do Marketing

Leia mais

Objectivos de aprendizagem

Objectivos de aprendizagem Capítulo 6 1 Telecomunicações e redes 2 Objectivos de aprendizagem ƒ Identificar as principais tendências e os grandes desenvolvimentos nas empresas, nas tecnologias e nas aplicações de negócio, das telecomunicações

Leia mais

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas GUIA DO VOLUNTÁRIO Sociedade Central de Cervejas ÍNDICE 1. A RESPONSABILIDADE SOCIAL NA SCC: O NOSSO COMPROMISSO... 3 2. O NOSSO COMPROMISSO COM O VOLUNTARIADO... 4 2.1 A ESTRUTURAÇÃO DO VOLUNTARIADO EMPRESARIAL...

Leia mais

A Aprendizagem como Processo de Aquisição e Construção do Conhecimento e a Capacidade de Absorção da Organização com Base nas Novas Tecnologias

A Aprendizagem como Processo de Aquisição e Construção do Conhecimento e a Capacidade de Absorção da Organização com Base nas Novas Tecnologias A Aprendizagem como Processo de Aquisição e Construção do Conhecimento e a Capacidade de Absorção da Organização com Base nas Novas Tecnologias Rui Franganito Resumo A importância da capacidade de do conhecimento

Leia mais

Escola EB 2,3 de António Feijó

Escola EB 2,3 de António Feijó AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ANTÓNIO FEÍJO Escola EB 2,3 de António Feijó 8.º ANO PLANIFICAÇÃO SEMESTRAL Tecnologias de Informação e Comunicação Ano Letivo 2014/2015 INFORMAÇÃO Domínio Conteúdos Objetivos

Leia mais

Intranet Social. Parceiro Autorizado Brasil RAD Soluções (51) 3377-4691 www.radsolucoes.com.br. Veja o video com legendas on YouTube.

Intranet Social. Parceiro Autorizado Brasil RAD Soluções (51) 3377-4691 www.radsolucoes.com.br. Veja o video com legendas on YouTube. Veja o video com legendas on YouTube.com Intranet Social Parceiro Autorizado Brasil RAD Soluções (51) 3377-4691 www.radsolucoes.com.br www.bitrix24.com 0 O que é Bitrix24? Bitrix24 é uma solução para intranet

Leia mais

T&E Tendências & Estratégia

T&E Tendências & Estratégia FUTURE TRENDS T&E Tendências & Estratégia Newsletter número 1 Março 2003 TEMA deste número: Desenvolvimento e Gestão de Competências EDITORIAL A newsletter Tendências & Estratégia pretende ser um veículo

Leia mais

ESCOLA BÁSICA 2 / 3 DE MARTIM DE FREITAS TIC Tecnologias de informação e comunicação - Ano lectivo de 2014 / 2015

ESCOLA BÁSICA 2 / 3 DE MARTIM DE FREITAS TIC Tecnologias de informação e comunicação - Ano lectivo de 2014 / 2015 TIC Tecnologias de informação e comunicação - Ano lectivo de 204 / 205 SUBDOMÍNIO CC8.. CONHECIMENTO E UTILIZAÇÃO ADEQU ADA E SEGURA DE DIFERENTES TIPOS DE FERRAMENTAS DE COMUNICAÇÃO, DE ACORDO COM AS

Leia mais

PHC dsuporte Externo. ππ Aumentar a satisfação dos seus clientes. ππ Aumentar a velocidade de resposta dos pedidos

PHC dsuporte Externo. ππ Aumentar a satisfação dos seus clientes. ππ Aumentar a velocidade de resposta dos pedidos PHC dsuporte Externo DESCRITIVO O módulo PHC dsuporte Externo permite prestar assistência técnica pós-venda, aumentar de forma significativa a eficiência e a qualidade do serviço, o que resulta na maior

Leia mais

PT Learning Working Group

PT Learning Working Group PT Learning Working Group Reunião n.º 8 Data: 21 de Março 2011 Local: CIEJD Informar e comunicar a UE Iniciativas financiadas pela Comissão Europeia informar UE comunicar Parceria de gestão 2008-2011 Governo

Leia mais

O Benchlearning aplicado ao desenvolvimento da Literacia da

O Benchlearning aplicado ao desenvolvimento da Literacia da O Benchlearning aplicado ao desenvolvimento da Literacia da [ A L V A L A D E ]! [ B E D E T E C A ]! [ B E L É M ] [ C A M Õ E S ]! [ C E N T R A L ]! [ D A V I D M O U R Ã O - F E RInformação: aprender

Leia mais

Tecnologias da Informação e Comunicação

Tecnologias da Informação e Comunicação SUBDOMÍNIO CC8.1. CONHECIMENTO E UTILIZAÇÃO ADEQU ADA E SEGURA DE DIFERENTES TIPOS DE FERRAMENTAS DE COMUNICAÇÃO, DE ACORDO COM AS SITUAÇÕES DE COMUNICAÇÃO E AS REGRAS DE CONDUTA E DE FUNCIONAMENTO DE

Leia mais

CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE

CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE Capítulo 7 Balanced Scorecard ÍNDICE 7.1 O que é o Balanced Scorecard 7.2 Indicadores de Ocorrência 7.3 O Método 7.4 Diagramas de Balanced Scorecard Capítulo 7 - BALANCED

Leia mais

Responsabilidade Social Empresarial

Responsabilidade Social Empresarial Relações Públicas e Comunicação Empresarial Disciplina: Comunicação Corporativa 6ºSemestre Responsabilidade Social Empresarial Docente: Tiago Ramos Discente: Vanessa Gomes Rolim nº5682 Lisboa, 26 de Abril

Leia mais

e Campus do ISPA Instituto Universitário

e Campus do ISPA Instituto Universitário e Campus do ISPA Instituto Universitário Manual de utilização do Moodle Perfil utilizador: Docente Versão: Agosto 2010 Índice Índice... 2 Índice de Figuras... 3 Introdução... 4 1. Primeiros passos... 5

Leia mais

Guia de Acesso à Formação Online Formando 2011

Guia de Acesso à Formação Online Formando 2011 Plano [1] Guia de Acesso à Formação Online 2011 [2] ÍNDICE ÍNDICE...2 1. Introdução...3 2. Metodologia Formativa...4 3. Actividades...4 4. Apoio e Acompanhamento do Curso...5 5. Avaliação...6 6. Apresentação

Leia mais

Conceito. As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas

Conceito. As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas Conceito As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas PÁG 02 Actualmente, face à crescente necessidade de integração dos processos de negócio, as empresas enfrentam o desafio de inovar e expandir

Leia mais

PHC dsuporte Externo

PHC dsuporte Externo PHC dsuporte Externo A assistência técnica pós-venda A solução remota para uma rápida interação com os Clientes, que permite aumentar a sua satisfação ao resolver os problemas de uma forma mais rápida

Leia mais

E- Marketing - Estratégia e Plano

E- Marketing - Estratégia e Plano E- Marketing - Estratégia e Plano dossier 2 http://negocios.maiadigital.pt Indíce 1 E-MARKETING ESTRATÉGIA E PLANO 2 VANTAGENS DE UM PLANO DE MARKETING 3 FASES DO PLANO DE E-MARKETING 4 ESTRATÉGIAS DE

Leia mais

Comunicação durante o processo de auto-avaliação

Comunicação durante o processo de auto-avaliação Comunicação durante o processo de auto-avaliação Durante o processo de auto-avaliação a política de comunicação deve focalizar os ganhos para todas as partes interessadas, colaboradores e cidadãos/clientes.

Leia mais

Guião de utilização da plataforma moodle para Professor

Guião de utilização da plataforma moodle para Professor Guião de utilização da plataforma moodle para Professor http://elearning.up.ac.mz http://www.ceadup.edu.mz E-mail: up.cead@gmail.com info@ceadup.edu.mz Maputo, 2013 Introdução Há alguns anos atrás, para

Leia mais

Gestão do Conhecimento

Gestão do Conhecimento Gestão do Conhecimento 8º Congresso Internacional da Qualidade para Competitividade 02/07/2006 Dr. José Cláudio C. Terra Slide 1 Era do Conhecimento Linha de Montagem Linha de Montagem? Slide 2 Era do

Leia mais

Especificações de oferta Monitorização da infra-estrutura remota

Especificações de oferta Monitorização da infra-estrutura remota Descrição dos serviços Especificações de oferta Monitorização da infra-estrutura remota Este serviço oferece serviços de Monitorização da infra-estrutura remota Dell (RIM, o Serviço ou Serviços ) conforme

Leia mais

Planificação TIC - 8.º Ano 2012/2013

Planificação TIC - 8.º Ano 2012/2013 Agrupamento de Escolas Dr. Vieira de Carvalho Planificação TIC - 8.º Ano 2012/2013 AULAS PREVISTAS (50 minutos) 1.- Conhecimento e utilização adequada e segura de diferentes tipos de ferramentas de comunicação,

Leia mais

Mídias Sociais. Fatos e Dicas para 2013. Esteja preparado para um ano digital, social e interativo

Mídias Sociais. Fatos e Dicas para 2013. Esteja preparado para um ano digital, social e interativo Mídias Sociais Fatos e Dicas para 2013 Esteja preparado para um ano digital, social e interativo NESTE E-BOOK VOCÊ VAI ENCONTRAR: 1 - Porque as mídias sociais crescem em tamanho e em importância para o

Leia mais

POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA

POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA HOMOLOGAÇÃO: José Eduardo Carvalho 14-03- Pág. 2 de 5 A Tagusgás subscreve a Política AQS da Galp Energia. A Política AQS da Tagusgás foi definida tendo em consideração os Objectivos Estratégicos do Grupo

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE T.I.C. 8.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE T.I.C. 8.º ANO DE T.I.C. 8.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO O aluno deve ser capaz de: - desenvolver capacidades na utilização das tecnologias de informação e comunicação que permitam uma literacia digital

Leia mais

Trabalho sobre Social Media Como implementar Social Media na empresa

Trabalho sobre Social Media Como implementar Social Media na empresa Como implementar Social Media na empresa 1 As razões: Empresas ainda desconhecem benefícios do uso de redes sociais Das 2,1 mil empresas ouvidas em estudo do SAS Institute e da Harvard Business Review,

Leia mais

Imagine se pudesse reduzir os inconvenientes e os custos de tornar os seus colaboradores mais acessíveis...

Imagine se pudesse reduzir os inconvenientes e os custos de tornar os seus colaboradores mais acessíveis... Imagine se pudesse reduzir os inconvenientes e os custos de tornar os seus colaboradores mais acessíveis... Como este serviço pode ajudá-lo Faça The uma chances gestão are you ve eficiente invested das

Leia mais

Uma ferramenta de apoio à reflexão continuada

Uma ferramenta de apoio à reflexão continuada portefólio Uma ferramenta de apoio à reflexão continuada Destinado a professores Aqui encontrará um conjunto de sugestões de trabalho para a utilização da metodologia dos portefólios no apoio ao desenvolvimento

Leia mais

AGENDA 21 LOCAL CONDEIXA-A-NOVA

AGENDA 21 LOCAL CONDEIXA-A-NOVA AGENDA 21 LOCAL CONDEIXA-A-NOVA PLANO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO Deliverable 4 Fase 2 Novembro 2008 1 P á g i n a Índice 1. Objectivos... 3 2. Públicos-alvo... 4 3. Estratégia de Comunicação... 5 3.1

Leia mais

Business Intelligence Framework

Business Intelligence Framework Business Intelligence Framework José Peixoto and Júlio Lopes Departamento de Informática Universidade do Minho Abstract. Este artigo apresenta os elementos que constituem a Framework desenvolvida, bem

Leia mais

Social Origins of Good Ideas

Social Origins of Good Ideas Social Origins of Good Ideas Ronald S. Burt Sara Duarte Redes Sociais Online ISCTE IUL Maio 2013 Ronald S. Burt Professor de sociologia e estratégia na University of Chicago Graduate School of Business;

Leia mais

Plano Estratégico de Sistemas de Informação 2009

Plano Estratégico de Sistemas de Informação 2009 v.1.6. Plano Estratégico de Sistemas de Informação 2009 Versão reduzida Hugo Sousa Departamento de Tecnologias PESI 2009 Calendário de Projectos Calendário Direcção de projectos para 2009Projecto Licenciamento

Leia mais

Manual da Ferramenta Introdução... 2 1 Gestão da conta pessoal... 4 2 Trabalhar na rede... 10 Mural Amigos Endereços Grupos Administração do grupo

Manual da Ferramenta Introdução... 2 1 Gestão da conta pessoal... 4 2 Trabalhar na rede... 10 Mural Amigos Endereços Grupos Administração do grupo Manual da Ferramenta Introdução... 2 1 Gestão da conta pessoal... 4 Links/Endereços... 6 Actividade... 6 Perfil... 6 Blogs... 6 Mensagens... 6 Amigos... 7 Grupos... 7 Configurações... 9 Sair... 9 2 Trabalhar

Leia mais

Critério 7: Actividades de partilha de conhecimento

Critério 7: Actividades de partilha de conhecimento Critério 7: Actividades de partilha de conhecimento Este capítulo inclui: Visão geral Como a sua organização pode beneficiar das Actividades de Partilha de Conhecimento Provas requeridas para a acreditação

Leia mais

O Centro de Documentação como laboratório de mudança O papel da Gestão da Qualidade

O Centro de Documentação como laboratório de mudança O papel da Gestão da Qualidade O Centro de Documentação como laboratório de mudança O papel da Gestão da Qualidade Paula Ochôa Funchal, Seminário Qualidade em Serviços Públicos 15 de Novembro de 2002 Os serviços de informação na Administração

Leia mais

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA Introdução Nesta edição do Catálogo de Serviços apresentamos os vários tipos de serviços que compõe a actual oferta da Primavera na área dos serviços de consultoria.

Leia mais

FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0

FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0 FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0 TÍTULO: Animatic - Marionetas Digitais Interactivas ORIENTADORES: Professor Doutor Aníbal Ferreira Professor Doutor Rui Torres ALUNO:

Leia mais

O CONTROLO DA QUALIDADE NAS FIRMAS DE AUDITORIA NO ACTUAL CONTEXTO ECONÓMICO E SITUAÇÃO DA PROFISSÃO

O CONTROLO DA QUALIDADE NAS FIRMAS DE AUDITORIA NO ACTUAL CONTEXTO ECONÓMICO E SITUAÇÃO DA PROFISSÃO 10 O CONTROLO DA QUALIDADE NAS FIRMAS DE AUDITORIA NO ACTUAL CONTEXTO ECONÓMICO E SITUAÇÃO DA PROFISSÃO António Gonçalves REVISOR OFICIAL DE CONTAS 1. Introdução O presente artigo procura reflectir o entendimento

Leia mais

XX Foro Iberoamericano de Sistemas de Garantía y Financiación para las Pymes

XX Foro Iberoamericano de Sistemas de Garantía y Financiación para las Pymes XX Foro Iberoamericano de Sistemas de Garantía y Financiación para las Pymes PLATAFORMAS/HERRAMIENTAS TECNOLOGICAS PARA LA GESTION Y COMUNICACION DE LOS SISTEMAS DE GARANTIA NEWSLETTER NORGARANTE Presentado

Leia mais

CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS

CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS As pequenas empresas são a espinha dorsal da economia europeia, constituindo uma fonte significativa de emprego e um terreno fértil para o surgimento de ideias empreendedoras.

Leia mais

APÊNDICE I. Dificuldades Sentidas pelos EE no Acompanhamento Escolar dos Educandos. Estabelecer um horário semanal de estudo

APÊNDICE I. Dificuldades Sentidas pelos EE no Acompanhamento Escolar dos Educandos. Estabelecer um horário semanal de estudo APÊNDICE I Dificuldades Sentidas pelos EE no Acompanhamento Escolar dos Educandos Actividades Outubro Estabelecer um horário semanal de estudo Fazer cumprir o horário semanal de estudo Verificar diariamente

Leia mais

e-learning e Qualificação de Formadores

e-learning e Qualificação de Formadores e-learning e Qualificação de Formadores Rede de Centros de Recursos em Conhecimento 11 de Maio de 2011 Instituto do Emprego e Formação Profissional Lisboa Paulo Mendes pmendes@citeve.pt Criação OBJECTIVOS

Leia mais

Alfabetização Digital

Alfabetização Digital Ferramentas de interação e sua utilização pedagógica nos Ambientes Virtuais de Aprendizagem evidenciando o papel do professor e do estudante Prof. Ana Carolina de Oliveira Salgueiro de Moura Prof. Antônio

Leia mais

Regulamento de frequência da UFP-UV na modalidade pedagógica de ensino à distância (ED) Artigo 1º (Condições de candidatura)

Regulamento de frequência da UFP-UV na modalidade pedagógica de ensino à distância (ED) Artigo 1º (Condições de candidatura) Artigo 1º (Condições de candidatura) 1. As condições de candidatura ao acesso e ao ingresso num curso leccionado na UFP-UV, são iguais às que se aplicam aos candidatos a um curso frequentado na modalidade

Leia mais

Coordenador das Comunidades de Aprendizagem Carlos Ribeiro CRC APRENDENTES. Clusters, Comunidades de Aprendizagem e projecto CRC Aprendentes

Coordenador das Comunidades de Aprendizagem Carlos Ribeiro CRC APRENDENTES. Clusters, Comunidades de Aprendizagem e projecto CRC Aprendentes Coordenador das Comunidades de Aprendizagem Carlos Ribeiro CRC APRENDENTES II Clusters, Comunidades de Aprendizagem e projecto CRC Aprendentes Comunidades de Aprendizagem Modo de Funcionamento Metodologia

Leia mais

INTRODUÇÃO AO PROJETO LIFE 2

INTRODUÇÃO AO PROJETO LIFE 2 INTRODUÇÃO AO PROJETO LIFE 2 O projeto LIFE2 (Competências chave para a vida) visa ajudar os jovens a desenvolver, no decurso da sua formação profissional, as competências e confiança necessárias no mundo

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES PLANIFICAÇÃO DISCIPLINA. TECNOLOGIAS da INFORMAÇÃO e COMUNICAÇÃO (TIC) 8º Ano. Ano letivo 2014-2015

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES PLANIFICAÇÃO DISCIPLINA. TECNOLOGIAS da INFORMAÇÃO e COMUNICAÇÃO (TIC) 8º Ano. Ano letivo 2014-2015 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES PLANIFICAÇÃO da DISCIPLINA de TECNOLOGIAS da INFORMAÇÃO e COMUNICAÇÃO (TIC) 8º Ano Ano letivo 2014-2015 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES Desenvolvimento

Leia mais

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005.

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. Cooperação empresarial, uma estratégia para o sucesso Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. É reconhecida a fraca predisposição

Leia mais

PESQUISA EMPRESARIAL E SOLUÇÕES FAST

PESQUISA EMPRESARIAL E SOLUÇÕES FAST 10 de Março de 2010 PESQUISA EMPRESARIAL E SOLUÇÕES FAST Pedro Moutinho 2 Pesquisa Empresarial e Soluções FAST 3 Pesquisa Empresarial e Soluções FAST AGENDA A marca Web 2.0 Conectar Pessoas, Conteúdos

Leia mais

Apresentação do MOODLE. Educação do século XXI

Apresentação do MOODLE. Educação do século XXI Apresentação do MOODLE Educação do século XXI Software social e e-learning Talvez seja o momento de fazer algo nas suas disciplinas! O que pretende do seu sistema de aprendizagem on-line? Fácil criação

Leia mais

As duas leis fundamentais da Gestão do Conhecimento

As duas leis fundamentais da Gestão do Conhecimento As duas leis fundamentais da Gestão do Conhecimento Como e por que aumentar a Potência de Aprendizagem nas organizações. Filipe M. Cassapo, Gerente de TI, SIEMENS, Filipe@siemens.com Competição e ciclos

Leia mais

António Amaro Marketing Digital Junho 2014 INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS

António Amaro Marketing Digital Junho 2014 INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS FACTOS A Internet mudou profundamente a forma como as pessoas encontram, descobrem, compartilham, compram e se conectam. INTRODUÇÃO Os meios digitais, fazendo hoje parte do quotidiano

Leia mais

10 Políticas de gestão de Recursos Humanos para apoio à inovação. 10.2 Criando uma cultura de empresa para a inovação contínua

10 Políticas de gestão de Recursos Humanos para apoio à inovação. 10.2 Criando uma cultura de empresa para a inovação contínua 10 Políticas de gestão de Recursos Humanos para apoio à inovação Palavras-chave Análise de cultura, Inovação, Gestão de conhecimento, Partilha de conhecimento, Liderança, Cultura Organizacional Objectivos

Leia mais

Ano letivo 2014/2015. Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano. Domínio: Comunicação e Colaboração CC8

Ano letivo 2014/2015. Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano. Domínio: Comunicação e Colaboração CC8 Ano letivo 2014/2015 Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano Domínio: Comunicação e Colaboração CC8 Aulas Previstas Semestre 32 Subdomínio: Conhecimento e utilização

Leia mais

PHC TeamControl CS. A gestão de equipas e de departamentos

PHC TeamControl CS. A gestão de equipas e de departamentos PHC TeamControl CS A gestão de equipas e de departamentos A solução que permite concretizar projectos no tempo previsto e nos valores orçamentados contemplando: planeamento; gestão; coordenação; colaboração

Leia mais

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Eng. Mário Lino por ocasião da Cerimónia de Abertura do Diálogo Estratégico sobre as Tecnologias da Informação e

Leia mais

Secretaria-Geral do MAOT

Secretaria-Geral do MAOT Secretaria-Geral do MAOT Paula Vieira 8 Outubro 2010 SIAP 2010 1 IMPLEMENTAÇÃO DE UMA INTRANET SIAP 2010 2 AGENDA Objectivos do projecto Arranque do projecto Implementação do projecto Resultados: - Conteúdos

Leia mais

3. O CASO PARTICULAR DO FÓRUM DYN3W

3. O CASO PARTICULAR DO FÓRUM DYN3W 3. O CASO PARTICULAR DO FÓRUM DYN3W 3.1. DESCRIÇÃO DA FERRAMENTA E SUAS APLICAÇÕES Dyn3W é um fórum desenvolvido especialmente para ser utilizado na educação. O seu desenvolvimento iniciou-se em meados

Leia mais

Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior

Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior Francisco Correia Departamento de Difusão e Promoção Instituto Nacional de Estatística Avenida António José de Almeida 1000-043 Lisboa Tel: 218426143

Leia mais

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação O Business Analytics for Microsoft Business Solutions Navision ajuda-o a ter maior controlo do seu negócio, tomar rapidamente melhores decisões e equipar os seus funcionários para que estes possam contribuir

Leia mais

Contributo do Balanced Scorecard para Competitividade Sustentável das Organizações

Contributo do Balanced Scorecard para Competitividade Sustentável das Organizações Contributo do Balanced Scorecard para Competitividade Sustentável das Organizações Rita Almeida Dias 18 Setembro de 2012 2012 Sustentare Todos os direitos reservados Anterior Próximo www.sustentare.pt

Leia mais