Padrões de Especialização e Competitividade no Comércio Exterior Brasileiro: uma análise estrutural-diferencial

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1 Otavano Canuto e Cléso L. Xaver Padrões de Especalzação e Compettvdade no Comérco Exteror Braslero: uma análse estrutural-dferencal Otavano Canuto * Cléso L. Xaver ** RESUMO O presente trabalho apresenta uma aplcação do método de análse estrutural-dferencal ao comérco exteror braslero entre o níco dos anos 80 e meados dos anos 90. Os resultados revelam o padrão de especalzação como forte elemento explcatvo da evolução do comérco braslero no período, além das mudanças de compettvdade. Palavras-chave: padrões de especalzação, análse estruturaldferencal, Brasl comérco exteror. ABSTRACT Ths paper presents an applcaton of the shft-share (constant market share) analyss to Brazlan foregn trade between the begnnng of the eghtes and md-nnetes. The results show specalzaton patterns playng a crucal role n explanng the economy foregn trade along the perod. Key words: specalzaton patterns, shft-share analyss (constant market share analyss), Brazlan foregn trade. *Economsta, Doutor em Economa pela UNICAMP. Professor do Insttuto de Economa da UNICAMP. E-mal: ** Economsta, Doutor em Economa pela UNICAMP. Professor da Unversdade de Valnhos (FAV) e da Unversdade Paulsta (UNIP/Campnas). Consultor de Polítca Industral e Comérco Exteror do IEDI/SP. E-mal: R. paran. Desenv., Curtba, n.97, p , set./dez

2 Padrões de Especalzação e Compettvdade no Comérco Exteror Braslero: uma análse estrutural-dferencal INTRODUÇÃO O presente texto aborda a nfluênca exercda, no comérco exteror braslero entre o níco dos anos 80 e meados dos anos 90, pelos padrões de especalzação presentes em suas pautas de exportação e mportação. Por padrões de especalzação desgna-se aqu a estrutura setoral de compras e vendas externas pela economa braslera vs-à-vs a composção setoral do comérco mundal. O objetvo é cotejar o papel eventualmente cumprdo pela estrutura do comérco braslero, na evolução deste, com aquele decorrente das mudanças de âmbto geral e setoral na compettvdade. O trabalho recorre ao clássco método estrutural-dferencal também conhecdo como APCM (análse com parcelas de mercado constantes) revstado no tem 1. Anda que sujetando-se a algumas lmtações, aqu apontadas, o método serve como prmera aproxmação para dscrmnar os efetos da especalzação setoral e geográfca, bem como os efetos da compettvdade, sobre a expansão de exportações e mportações de um país ou regão. O tem 2 aplca o método ao caso braslero no período menconado. Entre outros aspectos, busca-se realçar a sensbldade dos resultados desta aplcação conforme varantes em seu uso. Em partcular, o reconhecmento dos chamados efetos alocatvos, na decomposção de determnantes do comérco, altera sgnfcatvamente a mportânca exbda pelo padrão de especalzação no comérco exteror braslero do período. A estmação aqu obtda dos efetos estruturas e alocatvos, ou seja, do padrão de especalzação, sugere uma forte relevânca deste últmo enquanto fator emprcamente explcatvo da evolução das exportações brasleras no período abordado. Há uma convergênca teórca em curso em torno da déa de que a especalzação mporta, no tocante a questões de crescmento econômco ou de bem-estar socal (DALUM, LAURSEN e VERSPAGEN, 1996 e MELICIANI, 1998). Tradconalmente, as teoras do comérco lmtaram-se a abordar as orgens da especalzação, dedcando menor atenção a suas conseqüêncas. Por outro lado, tanto algumas das novas teoras de crescmento endógeno quanto as abordagens keynesanas e evoluconáras do comérco e do crescmento têm atrbuído crescente peso aos condconantes ntroduzdos pelos padrões de especalzação na determnação das trajetóras e das condções de bem-estar das economas em partcular (DOSI, PAVITT e SÖETE, 1990; GROSSMAN e HELPMAN, 1991; McCOMBIE e THIRLWALL, 1994; CANUTO, 1998 e HIGACHI, CANUTO e PORCILE, 1999). Neste contexto, o objetvo do presente trabalho é, smultaneamente, apresentar um exercíco de aplcação da análse estrutural-dferencal e reforçar a hpótese de que os padrões de especalzação consttuem elemento-chave para o estudo do comérco exteror braslero e de suas mplcações. 1 A ANÁLISE ESTRUTURAL-DIFERENCIAL DO COMÉRCIO EXTERIOR A análse estrutural-dferencal ou APCM das exportações de uma regão ou país consste em um método clássco através do qual a evolução daquele comérco, em determnado período, é abordada quanttatvamente e decomposta como síntese de quatro determnantes: 1 a) a expansão de exportações do país que se derva (noconalmente) do crescmento do comérco mundal, na hpótese de não varar sua parcela neste share. 1 O método tem utlzação também ampla nos estudos regonas, nos quas é mas conhecdo como análse de shft and 34 R. paran. Desenv., Curtba, n.97, p , set./dez. 1999

3 Otavano Canuto e Cléso L. Xaver mercado mundal, ou seja, o efeto-crescmento (EM) mundal do comérco. Caso não haja alteração na posção compettva do país em relação ao resto do mundo, em todos os setores, e caso a composção da pauta das exportações do país convrja exatamente com aquela do comérco mundal, o crescmento efetvo das exportações se gualará ao crescmento do comérco mundal, mantendo-se constante a parcela do país no mercado global; b) a expansão do comérco mundal é a méda ponderada dos dferencados crescmentos de mercados setoras. Não ocorrendo gualdade absoluta entre, de um lado, as partcpações dos dversos setores na pauta de exportações do país e, de outro, as correspondentes parcelas setoras no comérco global, as vendas externas da economa estarão sujetas a um efeto-estrutural setoral (ES): mesmo que as posções compettvas setoralmente específcas permaneçam nalteradas, as exportações crescerão mas (menos) do que o comérco mundal caso a presença de setores cujos mercados globas crescem acma da méda seja majortára (mnortára) na pauta local; c) a expansão do comérco mundal também é a méda ponderada de varados crescmentos de mportações naconas. Não exstndo convergênca entre, de um lado, a composção de mercados de destno para as exportações e, de outro, a estrutura geográfca das mportações mundas, as vendas externas também estarão sujetas a um efeto-estrutural geográfco (EG): as exportações aumentarão mas (menos) do que o comérco mundal caso a dstrbução de mercados de destno contenha majortaramente (mnortaramente) regões com expansão de compras acma da méda; d) fnalmente, também haverá o efeto-compettvdade (EC) sobre as exportações, decorrente de mudanças de âmbto geral e/ou setoralmente específcas na stuação compettva do país. Efetos-compettvdade de alcance geral dervam de fatores macroeconômcos (taxas de câmbo, taxas de juros, saláros, carga fscal etc.) e de mudanças sstêmcas (na nfra-estrutura, qualfcação de mão-de-obra, custos de transação etc.). As mudanças compettvas, de qualquer forma, ocorrerão de modo setoralmente específco, não apenas a partr dos resultados dos processos concorrencas em partcular, como também em decorrênca da dferencação setoral dos mpactos dos efetos-compettvdade de âmbto geral. Cumpre lembrar, porém, que o método serve apenas como dscrmnador entre os efetos estruturas e de compettvdade sobre as exportações, nada tendo a dzer quanto à natureza das modfcações compettvas. Embora o uso mas freqüente do método se dê no exame das exportações, não há razão pela qual não adaptá-lo também para as mportações. Partcularmente dante da crescente mportânca do comérco ntra-ndústra (DOSI, PAVITT e SÖETE, 1990), nclusve no caso das economas não-desenvolvdas, a análse do comérco não deve restrngr-se às vendas externas, sob pena de fornecer neste caso um quadro não-representatvo da especalzação. A especalzação freqüente em atvdades ntermedáras em cadeas produtvas, com ntensdade de mportações e exportações de produtos acabados ou semacabados, não pode ser capturada apenas com a observação do lado das vendas externas. No caso das mportações, ter-se-a: a) o ncremento nas mportações que acompanhara (noconalmente) o crescmento dos mercados doméstcos, caso a composção das mportações fosse gual à estrutura setoral da demanda agregada doméstca e, além dsso, R. paran. Desenv., Curtba, n.97, p , set./dez

4 Padrões de Especalzação e Compettvdade no Comérco Exteror Braslero: uma análse estrutural-dferencal não ocorresse modfcação na condção compettva doméstca vs-à-vs a produção no exteror; b) o efeto-estrutural setoral, vale dzer, a partcpação maor ou menor de produtos, na pauta de mportações, cuja expansão dos mercados doméstcos estver acma da méda; c) o efeto-compettvdade, smétrco ao do lado das exportações. Cabe notar que, no caso das mportações, o efeto equvalente ao efeto-estrutural geográfco das exportações atua através desse efeto-compettvdade. Laços preferencas ou de proxmdade geográfca com economas com compettvdade acma (abaxo) da méda mundal tendem a mplcar maores (menores) mportações do que sera o caso de uma dstrbução geográfca das orgens naconas smlar à prevalecente no comérco global. Na verdade, a decomposção dos componentes da parcela de mercado constante (efeto-crescmento), dos efetos da estrutura e da compettvdade derva dretamente da manpulação e rearranjo dos dados contdos no regstro das exportações e mportações (RICHARDSON, 1971). Vejamos ncalmente o caso das exportações. Sejam: s = a parcela do mercado global ocupada através das exportações da economa; e q e X = exportações totas do país e no mundo, respectvamente. = 1,..., n setores e j = 1,..., m países. Tem-se (com o snal sobre a varável desgnando tratar-se da dervada no tempo): q& s X& + s& X j j j j (1) j j onde o prmero termo do lado dreto corresponde ao efeto-crescmento e o segundo equvale ao efeto-compettvdade. Medante soma e dmnução smultâneas de termos, a dentdade acma pode ser estendda para: q& s X& + [ s X& s.x& ] + [ sj X& j s X& ] + Xj s& j (2) j j Rearranjando-se os termos: q& s X& s.x& + s X& s X& + sj X& j + Xj s& j (3) j j Enquanto, no lado dreto, o prmero termo reflete o efeto-crescmento do comérco mundal (EM), o segundo e o tercero, respectvamente, capturam os efetosestruturas setoras (ES) e geográfcos (EG). O últmo termo reflete os efetoscompettvdade (EC) setoralmente dferencados. O efeto-estrutural setoral (ES), sto é, o segundo termo na dentdade (3), pode ser traduzdo em termos das (des)vantagens comparatvas reveladas nas exportações da economa. Como s = q/x e s = q /X, o segundo termo equvale a: q q ES (4) X& X& X X Multplcando-se por q /q o prmero termo e por X /X o segundo termo de (4), também lembrando-se que 36 R. paran. Desenv., Curtba, n.97, p , set./dez. 1999

5 Otavano Canuto e Cléso L. Xaver X & X& tem-se o efeto-estrutural setoral defndo como: X& ES q X q X q X O termo de (5) entre parênteses reflete as (des)vantagens comparatvas reveladas (VCRs) do país, assumndo valores postvos (negatvos) nos casos de vantagem (desvantagem). Se a composção das exportações da economa fosse exatamente gual à estrutura do comérco mundal, o ES sera nulo. Por outro lado, se há especalzação e, portanto, casos setoras nos quas o valor do termo entre parênteses é postvo ou negatvo, o ES será postvo (negatvo) caso os setores nos quas o termo entre parênteses for postvo corresponderem àqueles com crescmento acma (abaxo) da méda mundal. Segundo procedmento smlar para o efeto-geográfco, ou seja, o quarto termo em (3), também chegamos ao EG abaxo: (5) X& EG q J X J J q q J X J X (6) O EG será postvo (negatvo) quando a estrutura de destno das exportações contver especalzação geográfca em países com taxas de crescmento de mportações acma (abaxo) da méda mundal. Vejamos então o equvalente no caso das mportações. Sejam: m e m = mportações totas e setoras do país; y e v = demanda agregada doméstca e razão mportações/demanda agregada do país; e y e v = demanda doméstca setoral e razão das mportações setoras sobre a demanda doméstca setoral. Então: m& v y& + y v& (7) Adconando e subtrando o termo correspondente ao efeto-crescmento: m v Y& v y v.y& & + & + y v& (8) O prmero termo à dreta é o efeto-crescmento doméstco (EM*) sobre a expansão nas mportações, enquanto o segundo e o tercero termos correspondem ao efeto-estrutural setoral (ES*) e ao efeto-compettvdade (EC*) também presentes na evolução das compras externas. R. paran. Desenv., Curtba, n.97, p , set./dez

6 Padrões de Especalzação e Compettvdade no Comérco Exteror Braslero: uma análse estrutural-dferencal O efeto-estrutural também pode ser traduzdo em termos das (des)vantagens comparatvas reveladas da produção doméstca em relação à produção externa. Como v = m /y e v = m/y, tem-se: ES* m m y& Y& y Y Multplcando-se o prmero termo por m/m e o segundo por y /y, também lembrando-se que: Y & & y obtém-se: y& y ES* m m (10) y m y O termo entre parênteses será postvo (negatvo) quando, no correspondente setor, a mportação for relatvamente maor do que o coefcente de mportações na demanda agregada local. O efeto-estrutural setoral será postvo (negatvo) caso a estrutura de mportações contenha, em termos relatvos, predomnânca de setores cujos mercados doméstcos tenham crescmento acma (abaxo) do PIB. Predomnânca de desvantagens comparatvas relatvas em setores dnâmcos mplcam, no que depende dos efetosestruturas setoras, exportações declnantes e mportações ascendentes. Cumpre lembrar a presença de város fatores em decorrênca dos quas não há perfeta dentfcação entre esse perfl de VCRs nas mportações e aquele observado nas exportações. Ctem-se como exemplos: pesos setoralmente dferencados dos custos de transporte, das dferenças naconas quanto a gostos e preferêncas e outros elementos que dferencam setoralmente o peso da proteção natural; estruturas trbutáras, de proteção e subsídos; o fato de que, mesmo nos graus mas elevados de desagregação das estatístcas de comérco ou de atvdades econômcas, atvdades heterogêneas anda estarão agregadas. É também relevante realçar que os efetos-estruturas observados dzem respeto a um estado da estrutura, a uma posção de especalzação da estrutura produtva local no tocante aos setores e mercados mas dnâmcos em termos de crescmento. No período de referênca, credta-se ao grau de concentração maor ou menor em mercados dnâmcos, no padrão de especalzação da economa, a responsabldade parcal pelos ncrementos nas exportações e mportações. Por seu turno, os efetos-compettvdade se reportam a mudanças dnâmcas no foco da estrutura de exportações e mportações. Há que se observar, portanto, que o efeto-compettvdade, conforme meddo até aqu, também estará sofrendo a nfluênca da estrutura, vsto que a varação na posção compettva global refletrá, em sua contabldade, o peso do setor na estrutura produtva durante o período de referênca. A rgor, a demarcação mas precsa entre os efetos de varações na compettvdade vs-à-vs os decorrentes da estrutura e do foco do padrão de (9) 38 R. paran. Desenv., Curtba, n.97, p , set./dez. 1999

7 Otavano Canuto e Cléso L. Xaver especalzação exgra retrar a nfluênca da estrutura presente no efeto-compettvdade. Há, porém, dversos modos de procedmento para tanto. Podemos, por exemplo, adaptar a sugestão oferecda em estudos regonas como os de ESTEBAN-MARQUILLAS (1972) e HERZOG e OLSEN (1977): estmar de alguma forma o efeto-compettvdade (noconal) que estara presente caso a estrutura de exportações e mportações, do país ou regão objeto da análse, fosse dêntca à do conjunto maor que serve de referênca. No caso da especalzação setoral, a dferença entre este efetocompettvdade noconal (ECN e ECN* para exportações e mportações respectvamente) e aquele EC ou EC* obtdo como resíduo nas equações anterores sera resultante da estrutura, ou seja, do padrão de especalzação da economa. O caráter dferencal da mudança dnâmca decorrente dos dferencados ganhos ou perdas de parcelas de mercado estara, então, dvddo em dos componentes: um assocado e outro ndependente da estrutura (ECN e ECN* neste segundo caso). Procedmento smlar podera ser adotado para a dmensão geográfca presente no padrão de especalzação. Ilustremos o argumento através do componente estrutural assocado às estruturas setoras presente nos efetos-compettvdade. Pode-se, por exemplo, obter os vetores (noconas) de mportações (mn) e exportações (qn) que prevaleceram em caso de estruturas dêntcas em relação, respectvamente, à demanda agregada doméstca e ao comérco mundal: (11) (12) x qn = q. x y mn =m. y Os efetos-compettvdade noconas seram então: (13) ECN= s qn (14) ECN = v mn A dferença entre EC e ECN (e de EC* e ECN*) pode ser consderada como resultado das dferenças entre as estruturas local e do resto-do-mundo. Segundo ESTEBAN- MARQUILAS (1972) e HERZOG e OLSEN (1977), denomnaremos como efeto-alocação (EA e EA*) a tas dferenças entre os efetos-compettvdade (EC e EC*) e os correspondentes noconas (ECN e ECN*). A dferença entre eles decorre da dscrepânca entre as alocações setoras de recursos no país e no mundo. Portanto: (15) q & = EG + ES + EM + ECN + EA m & = EG * + ES * + ECN * + EA * (16) R. paran. Desenv., Curtba, n.97, p , set./dez

8 Padrões de Especalzação e Compettvdade no Comérco Exteror Braslero: uma análse estrutural-dferencal Enfm, no tocante a exportações e mportações de uma economa em partcular, tanto a nfluênca da dmensão estrutural setoral e geográfca presente no padrão de especalzação da economa quanto o efeto da evolução dferencal em termos de compettvdade neste mesmo padrão podem ser aproxmados a partr dos componentes presentes nas dentdades (15) e (16). Há que se observar, por outro lado, algumas dfculdades na aplcação concreta do método, na busca da separação dos efetos estruturas e dferencas no crescmento de exportações e mportações: a) as dentdades (15) e (16) agregam efetos de estado (estrutura) com efetos dnâmcos (mudanças em parcelas de mercado) ao longo de um certo período analsado. A forma expostva acma, em termos dferencas, pode esconder tas dferenças na natureza dos efetos estrutural e dferencal; b) quando se trata de usos concretos do método, estar-se-á ldando com varações em tempo dscreto. Coloca-se, portanto, um problema de números-índces quanto a qual momento da estrutura devera servr como referênca. RICHARDSON (1971) propõe, por exemplo, a aplcação smultânea de váras combnações possíves na construção dos números-índces, vsto que a escolha destes é necessaramente arbtrára. Por exemplo, combnar índces de Laspeyres para efetos estruturas e índces de Paasche para os efetos dferencas e vce-versa, ou anda médas ponderadas entre ambos na mensuração de cada efeto. Há, também, a possbldade de usar apenas Laspeyres ou Paasche, caso em que havera um resíduo da varação nexplcado por ambos os efetos. O problema não tem solução perfeta porque, ao longo do período sob consderação, estarão evolundo tanto o padrão de especalzação do país quanto a estrutura do comérco mundal; 2 c) a mensuração dos efetos é efetuada em termos de valor. No entanto, preços relatvos também estarão sofrendo mudanças ao longo do período e, evdentemente, os efetos mensurados, em termos nomnas, estarão refletndo mudanças reas e de preços relatvos. Dependendo das elastcdades de substtução e, por consegunte, das respostas do valor nomnal em relação a mudanças de preços relatvos, em certas crcunstâncas um ganho de compettvdade em termos de custos (e preços) relatvos no padrão de especalzação poderá manfestar-se como contrbução negatva à parcela do mercado global ocupada pelo país. Há que se observar, por outro lado, que esta é uma dfculdade menor quando se trata de uma análse estruturaldferencal nteressada nos valores nomnas de recetas e gastos com dvsas, para a qual o própro efeto decorrente das elastcdades de substtução é parte do objeto da pesqusa que se pretende observar (por exemplo, quando se pretende abordar o papel do padrão de especalzação no estabelecmento de restrções de dvsas para o crescmento econômco do país). 3 De qualquer modo, o agregado EC ou ECM é síntese de determnantes de váras ordens (macroeconômcos, sstêmcos, específcos aos setores etc.), conforme aludmos, e não corresponde a um exame dos fatores de compettvdade, mas (1987). 2 Para uma defesa do uso de índces de Laspeyres na análse estrutural-dferencal, veja-se FAGERBERG e SOLLIE 3 Veja-se, por exemplo, CANUTO (1998). 40 R. paran. Desenv., Curtba, n.97, p , set./dez. 1999

9 Otavano Canuto e Cléso L. Xaver tão-somente para dstnção dos efetos estruturas do padrão de especalzação sobre a evolução do comérco exteror do país; d) a utlzação do mercado mundal enquanto zona de referênca, no caso das exportações, só se justfca plenamente quando se trata de uma economa global trader, mesmo que o efeto-geográfco não seja nulo; e) a mensuração de efetos obtda a partr do rearranjo de dentdades não mplca, por s própra, qualquer nterpretação partcular quanto a causas e conseqüêncas. Na verdade, é compatível com mutas explcações teórcas e empírcas. De todo modo, provêem um ponto de partda com respeto a responder se mporta ou não a especalzação. Vejamos, a segur, um exercíco de aplcação do método estrutural-dferencal para a economa braslera. 2 UMA APLICAÇÃO PARA A ECONOMIA BRASILEIRA Tomando-se como referênca os montantes agregados de exportações e mportações, o comérco exteror braslero, de 1971 a 1998, claramente exbu três períodos dstntos e dos momentos de nflexão (gráfco 1) (GONÇALVES et al., 1998): exportações e mportações crescentes nos anos 70, com défcts comercas (proporconalmente pequenos) refletndo dretamente os choques externos (partcularmente os de preços de petróleo); nos anos 80, a crse da dívda externa levou a uma polítca de elevação dos coefcentes de exportação da ndústra e da economa como um todo, enquanto as mportações foram mantdas em baxos patamares; na prmera metade dos anos 90, por sua vez, o momento fo de forte ascensão do coefcente de mportações, a partr do processo de abertura comercal e, partcularmente, do Plano Real; pode-se apontar a presença de padrões de especalzação dstntos, no comérco exteror braslero, em cada um desses períodos. Com efeto, os fluxos de exportações e mportações totas durante o período de sofreram mudanças sgnfcatvas em sua composção (GONÇALVES et al., 1998). Os produtos báscos (mnéro de ferro, farelo de soja, soja em grão, café em grão, fumo em folhas, carne de frango, açúcar demerara, café em grão, carne bovna, etc.), que consttuíam 42% da pauta de exportações em 1980, responderam por apenas 25,4% em Já os produtos manufaturados (produtos automoblístcos, suco de laranja, motores de pstão, bombas e compressores, pneumátcos, café solúvel, papel, motores e geradores, açúcar refnado, cgarros, móves, produtos químcos, lamnados planos de ferro e aço, têxtes e calçados etc.) passaram de 45% para 57,5% no mesmo período. Por seu turno, os semmanufaturados (celulose, produtos de ferro e aço, alumíno bruto, açúcar crstal, óleo de soja bruto, couros e peles, ferro gusa, ferro-lgas, ouro para uso não monetáro, lgas de alumíno etc.) cresceram de 12% em 1980 para 15,9% em Nas mportações, o petróleo cau do pco de US$ 10,6 blhões em 1981 para US$ 2,6 blhões em O total de combustíves e lubrfcantes mportados fo de US$ 4,1 blhões em 1998, declnando em relação aos US$ 5,8 blhões do ano anteror, em decorrênca parcalmente da queda em seus preços nternaconas. O destaque é a crescente mportação de produtos metal-mecâncos e eletroeletrôncos nos anos 90, correspondentes a bens de consumo duráves e bens de R. paran. Desenv., Curtba, n.97, p , set./dez

10 Padrões de Especalzação e Compettvdade no Comérco Exteror Braslero: uma análse estrutural-dferencal captal. Em 1998 as aqusções externas de automóves foram do valor de US$ 2,7 blhões. A mportação de bens de captal somou US$ 16 blhões em 1998, correspondentes a 27,9% da pauta, enquanto a aqusção externa de bens duráves de consumo (exclusve automóves) fo de US$ 2,5 blhões (4,4% da pauta). Matéras-prmas e produtos ntermedáros consttuem, por seu turno, o maor grupo de mportações: US$ 26,7 blhões em 1998, ou seja, 46,4% da pauta de mportações. GRÁFICO 1 - COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO / Exportação Importação Balança Comercal US$ mlhões FONTE: GONÇALVES et al., 1998 A economa braslera apresenta hoje um padrão geral de comérco em que, pelo lado das exportações, ramos de manufaturados e semmanufaturados ntensvos em recursos naturas e energa apresentam forte compettvdade e expansão. Reduzu-se a dependênca em relação a produtos báscos, mas há uma crescente especalzação, no conjunto, de produtos ndustralzados com conteúdo tecnológco relatvamente smplfcado e pequeno valor agregado. A abertura comercal, por outro lado, provocou a adoção de programas de raconalzação pelas empresas no Brasl, levando a um aumento de produtvdade expresso em índces de valor agregado por trabalhador empregado. A especalzação em lnhas de produto ou em segmentos da produção resultou em uma estrutura produtva mas enxuta e compettva. Contudo, amplou-se o coefcente de mportação de produtos, componentes ou nsumos com maor conteúdo tecnológco, reforçando a tendênca de especalzação revelada nas exportações. Por sua vez, a dreção do comérco exteror braslero também vem se modfcando (tabela 1). No tocante a cada uma das regões da economa nternaconal, o padrão de especalzação se apresenta acentuado ou suavzado. A Unão Européa, o maor clente regonal do Brasl, amplou recentemente suas compras de produtos báscos (farelo de soja). Nos Estados Undos, ndvdualmente os calçados são o maor produto de 42 R. paran. Desenv., Curtba, n.97, p , set./dez. 1999

11 Otavano Canuto e Cléso L. Xaver exportação braslera, concorrendo com fornecedores asátcos (partcularmente Chna). A Ása-Pacífco e a Europa Orental têm se apresentado como mercados crescentes para óleo de soja, açúcar crstal, couros e peles, além dos já tradconas suco de laranja e semmanufaturados de ferro e aço. Já no caso do Mercosul (consderando Argentna, Paragua e Urugua), sobressaem as vendas brasleras de veículos, autopeças e motores. TABELA 1 - COMÉRCIO EXTERNO BRASILEIRO /1998 COMÉRCIO EXTERNO (US$ MILHÕES) PAÍS Exportações Importações Exportações Importações Exportações Importações Países ndustralzados Estados Undos Japão Unão Européa Países em desenvolvmento da Áfrca Países em desenvolvmento da Ása Chna Coréa do Sul Países em desenvolvmento da Europa Países em desenvolvmento do Orente Médo Países em desenvolvmento da Amérca Latna e Carbe Argentna Outros países TOTAL FONTE: Mnstéro do Desenvolvmento, Indústra e Comérco A tabela 1 sobre comérco exteror braslero mostra a evolução do comérco externo por regões nos anos 90. A mportânca crescente do comérco com a Argentna pode ser notada através das posções deste país nas exportações e mportações brasleras: as exportações brasleras para a Argentna saltaram de US$ 645 mlhões em 1990 para US$ 1,5 blhão em 1998, passando de 2% do total de exportações no níco da década para um patamar de 13,2% em 1998; por sua vez, a compra de produtos argentnos passou a atngr proporções acma de 13,9% das mportações brasleras em A Amérca Latna e o Carbe quase dobraram sua partcpação como escoadouro das exportações brasleras, ao mesmo tempo em que suas vendas ao Brasl também apresentaram um forte dnamsmo no período, acompanhando a tendênca geral das mportações. Nota-se, por outro lado, que a despeto das mudanças no foco geográfco do padrão de especalzação, a economa braslera é global trader, vsto que os fluxos de comérco se dstrbuem entre as váras macrorregões do mundo. O exercíco de aplcação do método estrutural-dferencal objeto deste trabalho compreendeu os seguntes períodos: Exportações: período compreenddo entre 1983/84 e 1993/95; Importações: período decorrdo entre 1989/91 e 1993/95. R. paran. Desenv., Curtba, n.97, p , set./dez

12 Padrões de Especalzação e Compettvdade no Comérco Exteror Braslero: uma análse estrutural-dferencal Os ndcadores utlzados foram os seguntes (empregando uma das sugestões de fórmulas para aplcação propostas por RICHARDSON (1971, p ): Exportações ES = S o. Q So Q EG = ι j S o DQ j. j ι So Q j EC = ι j Q j. S j EA = ι j [ Q o j Qo w ]. S j As varáves utlzadas correspondem a: S o = market-share setoral do Brasl no período ncal (1983/84); S 0 = market-share total do Brasl no período ncal; S o = market-share setoral do Brasl em mercados específcos j, a saber: Nafta, j Unão Européa, Ása, Mercosul (exceto Brasl) e Resto do Mundo; S j = dferença entre o market-share setoral do Brasl em mercados específcos j em dos períodos: 1993/95 e 1983/84; Q j = exportações setoras mundas para mercados específcos j ; Q j = dferença entre as exportações setoras para mercados específcos j nos dos períodos; Q = dferença entre as exportações totas mundas nos dos períodos; = composção das exportações setoras mundas no período ncal. Q o w Importações A adaptação da análse para o caso das mportações e sua desagregação nos efetos EM*, ES* e EC* fo realzada da segunte forma: 4 EM* = V. (Y 2 Y 1 ) ES* = M. { [(Y 2 Y 1 ) : Y ]. [ (M : M) (Y :Y)] } EC* = [ (V 2 V 1 ). Y ] Onde: M = mportações totas no período ncal (1989/91) e no período fnal (1993/95); M = mportações setoras no período base; Y = valor bruto da produção total nos dos períodos; Y = valor bruto da produção setoral no período base; (Y 2 Y 1 ) = dferença entre os níves do valor bruto da produção total nos dos períodos; V = M/Y, ou seja, a partcpação méda das mportações totas no valor da produção total; V = M /Y, sto é, a partcpação méda das mportações setoras no valor da produção setoral. No caso das exportações, os dados prmáros utlzados no presente artgo foram retrados do banco de nformações de comérco exteror da Organzação das Nações Undas 4 Dfculdades de obtenção de dados sobre a estrutura setoral do PIB e dos Valores da Produção Setoral que fossem compatíves com os dados do comérco nos mpedram de estmar o efeto-alocação no lado das mportações. 44 R. paran. Desenv., Curtba, n.97, p , set./dez. 1999

13 Otavano Canuto e Cléso L. Xaver (ONU). Tas nformações forneceram os fluxos de comérco para o mundo e regões específcas (Nafta, Unão Européa, Ása, Mercosul menos Brasl e Resto do Mundo) numa classfcação que agrega dez capítulos da SITC (Standard Internatonal Trade Classfcaton). Para os propóstos deste artgo, foram seleconados apenas os capítulos da SITC (um dígto), os quas aqu se dentfcam com os seguntes setores: almentos, bebdas e fumo, matéras-prmas não comestíves, combustíves, óleos e gorduras, produtos químcos, manufaturas classfcadas por tpo de materal, máqunas e materal de transporte e artgos manufaturados dversos. No que dz respeto à análse dos efetos relatvos a mportações utlzaram-se aqu dados secundáros de valor bruto da produção ndustral e mportações por setormatrz 80 extraídos de MOREIRA e CORREA (1996). As tabelas 2 e 3, a segur, apresentam os resultados da aplcação do exercíco. Em cada uma das tabelas, as colunas à dreta correspondem às médas anuas que servram de base para a defnção dos índces referentes à estrutura. Buscamos, portanto, utlzar ambos os índces Laspeyres e Paasche. TABELA 2 - ANÁLISE ESTRUTURAL-DIFERENCIAL DAS EXPORTAÇÕES BRASILEI- RAS / /1995 MÉDIAS ANUAIS EFEITOS/PERÍODOS-BASE (US$ 1.000) 1983/ /1995 Efeto Estrutural Setoral Efeto Geográfco Efeto Compettvdade Efeto Alocação Efeto Compettvdade Noconal FONTE: ONU NOTA: Dados trabalhados pelos autores. TABELA 3 - ANÁLISE ESTRUTURAL-DIFERENCIAL DAS IMPORTAÇÕES BRASILEI- RAS / /1995 MÉDIAS ANUAIS EFEITOS/PERÍODOS-BASE (US$ 1.000) 1989/ /1995 Efeto Estrutural Efeto Compettvdade FONTE: MOREIRA e CORREA (1996) NOTA: Dados trabalhados pelos autores. aspectos: Os resultados do exercíco permtem-nos observar, entre outros, os seguntes a) faz sentdo a prescrção metodológca apresentada por RICHARDSON (1971) de certa forma contrarando a ênfase de FAGERBERG e SOLLIE (1987) em índces Laspeyres de utlzação smultânea e de cotejo entre estmatvas com índces Laspeyres e Paasche. A dscrepânca nos resultados com os dos índces assm o aponta. A méda entre os dos índces tende a ser menos vezada do que o uso, como base, do níco ou do fm do ntervalo de tempo analsado; R. paran. Desenv., Curtba, n.97, p , set./dez

14 Padrões de Especalzação e Compettvdade no Comérco Exteror Braslero: uma análse estrutural-dferencal b) nas exportações brasleras durante o período estudado, o valor negatvo do efeto-estrutural revela a concentração do padrão de especalzação em setores com crescmento abaxo da méda mundal; c) o efeto-geográfco muda de snal quando a base adotada é o fnal do período, denotando afastamento relatvo, em termos de destno, no tocante aos mercados naconas mas dnâmcos; d) o efeto-compettvdade noconal é postvo nos dos casos de índces. A magntude do efeto-alocatvo negatvo é responsável pela dferença entre o efeto-compettvo noconal e o efetvo. A não consderação do efeto-alocação sgnfcara forte subestmação do papel cumprdo pela estrutura do padrão de especalzação na explcação da evolução das exportações; e) no caso das mportações, o efeto-estrutural setoral revelou-se pouco sgnfcatvo. O efeto-compettvdade mensurado pode, porém, estar superdmensonado em decorrênca da não-extração do efeto-alocação; f) as tabelas reforçam a hpótese de que as característcas dos padrões de especalzação mportam para explcar a evolução do comérco exteror braslero. Os efetos estruturas setoras negatvos sugerem que um forte êxto em termos de compettvdade teve de ser obtdo, a qualquer custo, para mpedr défcts comercas explosvos no período. Pode-se nferr que as elastcdades-preço e renda de exportações e mportações não foram favoráves no período, no tocante às relações entre especalzação e restrções de dvsas ao crescmento. Efetos-compettvdade bengnos (aumentos de produtvdade etc.) ou malgnos (por exemplo, taxas de saláro nomnal/câmbo declnantes) tveram de ser aconados como recurso no tocante aos saldos comercas e às restrções ao crescmento, partcularmente em decorrênca da escassez de captal externo no período (GONÇALVES et al., 1998). Polítcas dretamente voltadas à mudança no padrão de especalzação braslero deveram, portanto, receber atenção no futuro. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1 CANUTO, O. (1995). Competton and endogenous technologcal change : an evolutonary model. Revsta Braslera de Economa, Ro de Janero : FGV, v.49, n.1, p.21-33, jan./mar. 2 CANUTO, O. (1998). Padrões de especalzação, hatos tecnológcos e crescmento com restrção de dvsas. Revsta de Economa Polítca, São Paulo : Centro de Economa Polítca, v.18, n.3 (71), p.5-15, jul./set. 3 DALUM, B.; LAURSEN, K.; VERSPAGEN, B. (1996). Does specalzaton matter for growth? Maastrcht : Mert. 4 DOSI, G.; PAVITT, K.; SÖETE, L. (1990). The economcs of techncal change and nternatonal trade. Brghton : Wheatsheaf. 5 ESTEBAN-MARQUILLAS, J. M. (1972). A renterpretaton of shft-share analyss. Regonal and Urban Economcs, v.2, n.3, p FAGERBERG, J.; SOLLIE, G. (1987). The method of constant market shares analyss reconsdered. Appled Economcs, v.19, p GONÇALVES, R. et al. (1998). A nova economa nternaconal : uma perspectva braslera. Ro de Janero : Campus. 8 GROSSMAN, H.; HELPMAN, E. (1991). Innovaton and growth n the global economy. Cambrdge, Mass. : The MIT Press. 46 R. paran. Desenv., Curtba, n.97, p , set./dez. 1999

15 Otavano Canuto e Cléso L. Xaver 9 HERZOG, H. W.; OLSEN, R. J. (1977). Shft-share analyss revsted: the allocaton effect and the stablty of regonal structure : a reply. Journal of Regonal Scence, v.17, n.3, p HIGACHI, H.; CANUTO, O.; PORCILE, G. (1999). Modelos evoluconstas de crescmento endógeno. Revsta de Economa Polítca, São Paulo : Centro de Economa Polítca, v.19, n.4 (76), p.53-77, out./dez. 11 McCOMBIE, J. S. L.; THIRLWALL, A. P. (1994). Economc growth and the balance-ofpayments constrant. London : Macmllan. 12 MELICIANI, V. (1998). The mpact of technologcal specalsaton on natonal performance n a balance-of-payments constraned growth model. S. n. t. Documento dstrbuído na ETIC Conference 1998, Strassburg, october MOREIRA, M. M.; CORREA, P. G. (1996). Abertura comercal e ndústra : o que se pode esperar e o que se vem obtendo. Ro de Janero : BNDES. (Texto para dscussão, 49). 14 RICHARDSON, J. D. (1971). Constant-market-shares analyss of export growth. Journal of Internatonal Economcs, v.1, p R. paran. Desenv., Curtba, n.97, p , set./dez

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