A PARTICIPAÇÃO DE ONGS NAS CONFERÊNCIAS MINISTERIAIS DA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO COMÉRCIO (OMC) E A "SOCIEDADE CIVIL GLOBAL".

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1 A PARTICIPAÇÃO DE ONGS NAS CONFERÊNCIAS MINISTERIAIS DA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO COMÉRCIO (OMC) E A "SOCIEDADE CIVIL GLOBAL". SILVA, Vania Sandeleia Vaz da i Doutoranda em Ciência Política USP Bolsista CNPq A paz de Westfália é o marco histórico que encerra o ciclo da Idade Média, assinalando a substituição do poder feudal pelo poder central do Estado soberano ii que, numa lógica interestatal, é o único ator capaz de celebrar acordos e criar regras relativas, por exemplo, ao comércio internacional (que operam simultaneamente a sistemas jurídicos nacionais): são os funcionários da burocracia estatal que negociam e decidem e, para a comunidade internacional esses funcionários é que são os representantes do Governo de cada Estadomembro e das suas populações enquanto para a comunidade interna em cada Estado esses funcionários atuam por meio de um mandado popular indireto ou por um mandato prévio com um controle a posteriori, já que se trata de uma estrutura de representação linear com a presença de um filtro nacional iii. Isso quer dizer que, no caso dos países de regime democrático representativo, a vontade dos cidadãos que vivem em cada país será representada pelas delegações governamentais: em cada Estado, os partidos ao disputarem eleições, buscando o apoio de seus concidadãos, apresentam programas de trabalho e propostas políticas que explicitam, entre outras coisas, as concessões que poderão ou deverão fazer para participar desse grande consenso internacional que leva às regras sobre comércio internacional. A vontade transita como se fosse por correntes transmissoras dos cidadãos até os governos e destes para a obtenção do consenso. Isso permite que todas as forças da sociedade se façam presentes e tragam seu aporte na construção do consenso. iv Entretanto, o direito é história e, como fato cultural, é parte da civilização e com ela evolui no correr do tempo e também possui manifestações que são espaciais, pois suas fontes nascem dos povos e das nacionalidades já que só se torna positivo pela ação dos Estados e só é eficaz nos limites da soberania destes, por Disponível em: 1

2 isso, na criação de regras comuns subsistem vários modos de ver o Direito e interpreta-lo (o que redunda em modos específicos de ler o texto jurídico) v. Devido as conseqüências da globalização que, desde a expansão européia com a ocupação de novos espaços nas Américas, África e Ásia, e mais recentemente com o encolhimento do espaço e abreviação do tempo devido as invenções e avanços tecno-científico-informacionais, o objetivo passou a ser criar um Direito que possa ser comum a toda a humanidade por meio de um consenso internacional, forjado no interior das organizações intergovernamentais. O caso é que a lógica puramente interestatal vem sendo questionada e existe uma demanda para que seja substituída por uma lógica cosmopolita em que os Estados passariam a ser considerados como um dos atores do sistema internacional vi, de modo que a posição dos representantes oficiais de cada país seria apenas uma das posições da sua constituency e não mais a única, já que as populações não contariam apenas com os mecanismos formais de representação democrática da política interna (eleição de representantes que escolhem aqueles que comporão as delegações estatais), mas, com o incremento das interações transfronteiriças, cresce a interdependência dos Estados e a consolidação e expansão dos princípios da participação direta que promoveram uma mudança no modo como se dá a coordenação entre organizações governamentais, não-governamentais e intergovernamentais em âmbito global (e não mais estritamente inter-estatal ). A atuação de novos atores na área relativa ao comércio internacional tem uma dinâmica própria cujo traço principal é a tentativa de exercer influência, e, no caso das Organizações Não Governamentais ONGs é importante notar que elas repousam sobre o direito interno do Estado onde se constituíram, mas podem, em função da natureza de seus objetivos, desempenhar atividades de caráter transnacional ganhando mais relevância no sistema internacional de comércio e consolidando sua participação nos fóruns internacionais devido ao reconhecimento de sua capacidade técnica, quando se tornam centros de referência obrigatória no processo de coleta de informações e contratação de dados, mas a despeito do crescimento do número de ONGs em praticamente todos os países, é preciso considerar que é indiscutível a predominância atual de organizações não- Disponível em: 2

3 governamentais dos países centrais nas negociações e decisões no âmbito internacional, em especial devido à maior capacidade financeira e de organização dessas para acompanhar as atividades no nível internacional vii. Por isso é fundamental considerar duas dimensões quando analisamos essa participação de ONGs na OMC: a primeira é a histórica e, aqui, é preciso verificar como é que se deu a interação entre ONGs e o GATT (precursor da OMC) e depois como essa relação se desenvolveu durante a primeira década de atuação da OMC ( ); a segunda dimensão é a geográfica ou espacial (que também é política) e nesse caso é preciso analisar de onde são as ONGs que estiveram presentes nas negociações da OMC e se a sua distribuição pelo planeta segue a mesma lógica da distribuição de poder (e riquezas) ou seja, será que a participação das ONGs é só mais uma forma de poder dos países já dominantes no cenário internacional ou configura-se como uma possibilidade de contra-poder da periferia? Vejamos: em 1944, representantes de 44 países, reunidos em Bretton Woods, planejaram a cooperação pós-guerra no âmbito da economia internacional, decidindo pela criação de três organizações dentro do sistema da Organização das Nações Unidas (ONU): o Fundo Monetário Internacional (FMI); o Banco Internacional para a Reconstrução e o Desenvolvimento (BIRD) ou Banco Mundial (BM); e uma Organização Internacional de Comércio. Em 1946, o Conselho Econômico e Social (ECOSOC) da ONU convocou uma Conferência sobre Comércio e Emprego, que foi realizada em Havana, em novembro de 1947: a Carta Constituinte só foi assinada em março de 1948, mas não foi ratificada pelo Congresso dos Estados Unidos da América (EUA), o que impediu a criação da organização. Durante as negociações de Havana, entretanto, 23 dos 50 países resolveram iniciar negociações imediatas para a redução de tarifas comerciais, resultando na assinatura, em outubro de 1947, do Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (GATT) que entrou em vigor em janeiro de 1948 viii. Durante as cinco primeiras rodadas do GATT, entre 1947 a 1961, os países (entre 13 a 38) trataram apenas da liberalização do comércio : as questões temáticas negociadas versavam basicamente sobre tarifas. Na sexta rodada ( ) além Disponível em: 3

4 de tarifas, os 62 países também discutiram medidas antidumping. Entre , na sétima rodada, 102 países negociaram, além do tema habitual (tarifas), o tema barreiras não-tarifárias. Na Rodada do Uruguai ( ) a quantidade de temas aumentou, os 123 países envolvidos negociaram (além das tarifas e barreiras não-tarifárias ) questões sobre produtos agrícolas, serviços, propriedade intelectual e têxtil : tal ampliação criou a necessidade de realizar uma reforma institucional para que o GATT fosse dotado de instrumentos para lidar com a incorporação de novos temas na agenda ix. Os signatários do GATT, então, decidiram criar a Organização Mundial do Comércio (OMC), ampliando o regime internacional do comércio para novas áreas e possibilitando uma maior institucionalização: os acordos das rodadas do GATT foram diretamente incorporados pela OMC, constituindo anexos do seu acordo constitutivo, de 15 de abril de 1994, assinado em Marraquesh, na finalização da Rodada do Uruguai, e a OMC além de manter os princípios do GATT (como a nãodiscriminação entre parceiros, a clausula da nação mais favorecida e de tratamento nacional) introduziu o princípio de que todos os itens das negociações deveriam ser incluídos no final de cada rodada, pois nada fica decidido até tudo ser decidido (single undertaking) o que favoreceria a política de linkages x. Dotada de personalidade internacional (diferente do GATT que foi apenas um acordo entre países) a OMC é uma organização que tem como função administrar os acordos comerciais entre seus Estados membros, além de constituir um fórum para negociações que visam direcionar as disputas comerciais, e fazer o monitoramento de políticas comerciais nacionais, fornecer assistência técnica e treinamento aos países em desenvolvimento e cooperar com outras organizações internacionais xi. Atualmente pode ser considerada a coluna mestra do novo sistema internacional de comércio já que englobou o GATT (bem como os resultados das sete negociações multilaterais de liberalização do comércio, realizadas desde 1947 a maioria em Genebra, uma em Annecy e outra em Torquay) além de todos os acordos negociados na Rodada do Uruguay, e, embora o ponto básico tenha permanecido a liberalização do comércio de bens e serviços, por meio do desmantelamento das barreiras impostas nas fronteiras do comércio entre os países, outros temas apareceram nos objetivos da organização, tal como analisar os Disponível em: 4

5 impactos do comércio na melhoria das condições de vida, o pleno emprego, o crescimento da renda real e o desenvolvimento sustentável xii. A estrutura institucional da OMC funciona em quatro níveis organizacionais, em que há uma grande quantidade de comitês e grupos de trabalhos, sendo que as Conferências Ministeriais configuram o nível mais alto do processo de tomada de decisão: nelas são definidos os temas que serão tratados em cada rodada de negociação xiii. Como possui uma estrutura tradicional de uma organização internacional ou intergovernamental reconhece a preponderância dos Estados no seu processo deliberativo xiv e o sistema de negociações e decisões privilegia a posição dos atores estatais no sistema internacional xv. A Conferência Ministerial, principal órgão da OMC, é composta por representantes de todos os membros (Estados) que se reúnem a cada dois anos e toma decisões por consenso (em que é preciso que as partes façam concessões e, nesse processo, os Estados mais poderosos procuram exercer influência sobre os mais fracos formando coalizões políticas na forma de grupos entre membros com interesses em comum e é importante destacar que parte das decisões são tomadas em encontros informais green room pelos EUA, União Européia, Japão e Canadá Quad xvi ). Já aconteceram seis Conferências Ministeriais (1996/Cingapura; 1998/Genebra; 1999/Seattle; 2001/Doha; 2003/Cancun; e 2005/Hong Kong) e, embora na OMC os Estados sejam os atores dominantes no seu processo deliberativo (são eles que negociam e decidem), o fato de que tenham sido credenciadas 3356 organizações não governamentais (ONGs) como observadoras para os seis eventos precisa ser analisado, compreendido e explicado. É importante assinalar que as ONGs já tinham interesse no GATT desde a sua criação, em 1974, mas foi assumido que a responsabilidade fundamental de responder a demandas de interesse público reside na esfera nacional e que governos nacionais deveriam arcar com a tarefa de desenvolver maiores ligações com grupos da sociedade civil na formulação de políticas comerciais xvii por isso não estabeleceu canais formais de interação com a sociedade civil. A relação com ONGs foi institucionalizada apenas na OMC, no artigo 5(2) do Acordo de Marraquesh que estabelece que o Conselho Geral pode promover a consulta e a cooperação com Disponível em: 5

6 essas organizações e numa resolução do Conselho emitida em 1996 (WT/L/162) que reconhece a contribuição das ONGs para aumentar o conhecimento do público sobre a organização embora enfatize que as ONGs não devam envolver-se diretamente nas negociações mas agir no nível nacional, e, desde 1998 o Secretariado mantém um link para a colaboração com as ONGs no site da OMC e passou a receber documentos recomendatórios das ONGs, que são repassados aos Estados-membro xviii. Contudo, essa demanda partiu, sobretudo, de ONGs com uma cultura de participação institucionalizada junto à organizações internacionais (como a ONU) e não foi a única forma de interação: a relação entre OMC e ONGs (que, obviamente são apenas uma parte da sociedade civil) poderia ser mais propriamente caracterizada pelo confronto do que pela colaboração, tal como na batalha de Seattle na qual entre 40 e 100 mil pessoas _Seattle - cite_note-5mobilizaram-se por vários dias até a queda da chamada "Rodada do Milênio" acusando a OMC de pouca transparência e de contribuir para a crescente desigualdade no mundo devido a sua agenda liberalizante xix. Quais ONGs estiveram presentes nas Conferências Ministeriais e que impacto essa presença teve para as negociações? Qual o significado político dessa presença? Ao analisar o período de 1996 a 2005 e investigar as ONGs aceitas como observadoras nas conferências ministeriais (de onde eram, ou seja, em que país mantém sua sede?) considerando o tipo de impacto a presença desse ator societal teve para as negociações em questão em cada um dos eventos, pode-se discutir em que medida essa participação foi "da sociedade civil" e avaliar em que medida podemos considerar que tal participação foi global (ou pode ser considerada evidência do surgimento de uma sociedade civil global). Apresento a seguir os resultados da pesquisa (quais ONGs estiveram presentes em cada uma das seis Conferências Ministeriais da OMC, agrupadas por país e âmbito de atuação nacional ou internacional e comparo essa presença e participação de ONGs no decorrer do período) xx. Disponível em: 6

7 Primeira Conferência Ministerial da OMC (Cingapura, 9 a 13/12/1996) O objetivo era reforçar o papel da OMC como instância de negociações e de busca da liberalização do comércio no quadro de um sistema fundado em regras, além de reforçar o objetivo de análise e de avaliação das políticas comerciais multilaterais. Os temas eram: comércio, meio-ambiente e serviços (financeiros, movimento de pessoas, transporte marítimo e telecomunicações), mão-de-obra, e a implementação do acordo sobre de têxteis e vestuários, entre outros.dessa conferência, participaram 108 ONGs, listadas no site da OMC, cujas sedes estão assim distribuídas: o país com maior número de ONGs credenciadas foram os Estados Unidos (14%), Reino Unido (13%) e Cingapura (13%) que era sede do evento seguidos por Canadá (8,3%), França (7,4%), Bélgica (7,4%) e Suíça (5,6%): Tabela 2: ONGs credenciadas para a CINGAPURA (1996), distribuídas por país-sede e âmbito * Pais sede Total Internacional Nacional Não informado ONGs % ONGs % ONGs % ONGs % 12º Alemanha 3 2,8 1 10,0 2 2,2 26º Argentina 1 0,9 1 1,1 16º Austrália 2 1,9 2 2,2 25º Bangladesh 1 0,9 1 1,1 6º Bélgica 8 7,4 2 20,0 6 6,5 4º Canadá 9 8,3 1 10,0 8 8,6 15º China 2 1,9 2 2,2 3º Cingapura 14 13, ,1 24º Dinamarca 1 0,9 1 1,1 1º Estados Unidos 15 13,9 1 10, ,1 14º Filipinas 2 1,9 2 2,2 5º Franca 8 7,4 1 10,0 5 5,4 2 40,0 8º Holanda 4 3,7 4 4,3 11º Índia 3 2,8 3 3,2 10º Itália 3 2,8 3 3,2 9º Japão 3 2,8 3 3,2 23º Malásia 1 0,9 1 20,0 22º México 1 0,9 1 1,1 21º Noruega 1 0,9 1 1,1 2º Reino Unido 14 13,0 3 30, ,8 1 20,0 13º República da 2 1,9 2 2,2 20º Coréia Sri Lanka 1 0,9 1 1,1 7º Suíça 6 5,6 1 10,0 4 4,3 1 20,0 19º Tailândia 1 0,9 1 1,1 18º Uruguai 1 0,9 1 1,1 17º Zimbábue 1 0,9 1 1,1 TOTAL , , 91 97, Fonte: Elaboração própria a partir de pesquisa no Banco de 0 Dados criado para a pesquisa de doutorado e dos dados fornecidos pelo site da OMC: (http://www.wto.org/english/forums_e/ngo_e/ngosin_e.htm) Disponível em: 7

8 Segunda Conferência Ministerial da OMC (Genebra, 18 a 20/05/1998) Tratou das negociações em telecomunicações e serviços financeiros e da implementação do Acordo de Informação Tecnológica, reafirmando esforços de auxílio dos países em desenvolvimento a se inserirem no comércio internacional. Novamente, os Estados Unidos (25,4%) apresentam o maior número de ONGs credenciadas, seguido do país-sede, Suíça (12,3%), Canadá (7,7%), Reino Unido (7,7%) e Bélgica (6,9%). Em relação à conferência anterior, a proporção de ONGs com sede nos Estados unidos aumentou significativamente (de 14 para 25%). Dessa conferência, participaram 130 ONGs: Tabela 3: ONGs credenciadas para a GENEBRA (1998), distribuídas por país-sede e âmbito * Pais sede Total Internacional Nacional Não informado ONG % ONG % ONG % ONG % 18º África do Sul 2 s 1,5 s 2 s 1,8 s 8º Alemanha 4 3,1 2 13,3 2 1,8 5º Bélgica 9 6,9 2 13,3 7 6,4 3º Canadá 10 7,7 1 6,7 9 8,2 19º Cingapura 2 1,5 2 1,8 10º Dinamarca 2 1,5 1 6,7 1 0,9 11º Equador 2 1,5 2 1,8 1º Estados Unidos 33 25,4 2 13, ,2 21º Finlândia 1 0,8 1 0,9 7º Franca 6 4,6 1 6,7 3 2, º Holanda 7 5,4 7 6,4 9º Índia 4 3,1 4 3,6 12º Itália 2 1,5 2 1,8 13º Japão 2 1,5 2 1,8 22º Jordânia 1 0,8 1 0,9 14º Líbano 2 1,5 2 1,8 24º Malásia 1 0, º México 2 1,5 2 1,8 17º Nepal 2 1,5 2 1,8 16º Noruega 2 1,5 2 1,8 25º Nova Zelândia 1 0,8 1 0,9 23º Quênia 1 0,8 1 0,9 4º Reino Unido 10 7,7 2 13,3 8 7,3 26º Suécia 1 0,8 1 0,9 2º Suíça 16 12,3 3 20, , º Tailândia 1 0,8 1 0,9 28º Venezuela 1 0,8 1 0,9 29º Zâmbia 1 0,8 1 0,9 20º Zimbábue 2 1,5 1 6,7 1 0,9 TOTAL , Fonte: Elaboração própria a partir de pesquisa no Banco de Dados criado para a pesquisa de doutorado e dos dados fornecidos pelo site da OMC: (http://www.wto.org/english/forums_e/ngo_e/ngogen_e.htm) Disponível em: 8

9 Terceira Conferência Ministerial da OMC (Seattle, 1999) O objetivo era alcançar um compromisso mínimo para formar uma agenda de temas para uma nova rodada ( Rodada do Milênio ), porém, isso não foi possível, em grande medida, devido às posições opostas dos principais atores da OMC (EUA e EU), sobretudo na questão dos subsídios agrícolas (a Declaração Ministerial de Seattle mostra que UE e Japão defendiam a manutenção dos subsídios agrícolas sob pressão contrária dos EUA). Outra disputa foi na área de produtos transgênicos: os EUA acusaram a UE de que o medo à biotecnologia era uma medida para defender o mercado europeu. Outro fator que levou ao fracasso à Conferência foram as várias manifestações da população contra a OMC que tiveram de ser contidas com força policial. Nesse caso, os Estados Unidos eram a sede do evento e de 42,7% das ONGs, seguido pelo Canadá (8,8%) e Bélgica (6,6) (na primeira conferência, 14% das ONGs tinham sede nos Estados Unidos; na segunda, 25,4%; na terceira 42,7%, ou seja, a concentração só aumentou). Dessa conferência, participaram 730 ONGs, distribuídas como segue: Tabela 4: ONGs credenciadas para a SEATTLE (1999), distribuídas por país-sede e âmbito * Pais sede Total Internacional Nacional Não informado ONG % ONG % ONG % ONG % 29º África do Sul s 3 0,4 s s 3 0,4 s 11º Alemanha 12 1,6 2 6,5 10 1,5 17º Argentina 5 0,7 5 0,7 12º Austrália 12 1,6 11 1,6 1 9,1 42º Bangladesh 1 0,1 1 0,1 40º Barbados 1 0,1 1 0,1 3º Bélgica 48 6,6 5 16,1 43 6,3 44º Benin 1 0,1 1 0,1 43º Bolívia 1 0,1 1 0,1 41º Botswana 1 0,1 1 0,1 19º Brasil 4 0,5 4 0,6 2º Canadá 64 8,8 2 6,5 62 9,0 30º Chile 2 0,3 2 0,3 37º Cingapura 2 0,3 2 0,3 45º Colômbia 1 0,1 1 0,1 31º Costa Rica 2 0,3 2 0,3 20º Dinamarca 4 0,5 4 0,6 32º Egito 2 0,3 2 0,3 47º El Salvador 1 0,1 1 0,1 21º Equador 4 0,5 4 0,6 9º Espanha 15 2,1 2 6,5 13 1,9 1º Estados Unidos ,7 8 25, ,0 1 9,1 Disponível em: 9

10 * Pais sede Total Internacional Nacional Não ONG % ONG % ONG % ONG informado % 48º Fiji 1 s 0,1 s 1 s 0,1 s 15º Filipinas 6 0,8 6 0,9 25º Finlândia 3 0,4 3 0,4 4º Franca 41 5,6 2 6,5 37 5,4 2 18,2 34º Gana 2 0,3 2 0,3 33º Geórgia 2 0,3 2 0,3 8º Holanda 17 2,3 16 2,3 1 9,1 49º Honduras 1 0,1 1 0,1 39º Hong Kong 1 0,1 1 0,1 13º Índia 11 1,5 11 1,6 26º Indonésia 3 0,4 3 0,4 50º Islândia 1 0,1 1 0,1 51º Israel 1 0,1 1 0,1 27º Itália 3 0,4 3 0,4 7º Japão 22 3,0 1 3,2 21 3,1 53º Luxemburgo 1 0,1 1 0,1 14º Malásia 7 1,0 6 0,9 1 9,1 54º Mauricio 1 0,1 1 0,1 35º México 2 0,3 2 0,3 63º Namíbia 1 0,1 1 0,1 23º Nepal 4 0,5 4 0,6 10º Noruega 13 1,8 13 1,9 55º Nova Zelândia 1 0,1 1 0,1 36º Paraguai 2 0,3 2 0,3 28º Peru 3 0,4 3 0,4 22º Quênia 4 0,5 4 0,6 5º Reino Unido 32 4,4 5 16,1 25 3,6 2 18,2 52º Rep Dem da Coréia 1 0,1 1 0,1 46º Rep Dominicana 1 0,1 1 0,1 56º Senegal 1 0,1 1 0,1 57º Sudão 1 0,1 1 0,1 18º Suécia 5 0,7 5 0,7 6º Suíça 22 3,0 2 6,5 17 2,5 3 27,3 58º Tailândia 1 0,1 1 0,1 61º Tanzânia 1 0,1 1 0,1 59º Togo 1 0,1 1 0,1 38º Trinidad e Tobago 1 0,1 1 3,2 60º Turquia 1 0,1 1 0,1 24º Uruguai 4 0,5 4 0,6 62º Venezuela 1 0,1 1 0,1 16º Zimbábue 5 0,7 1 3,2 4 0,6 TOTAL , , Fonte: Elaboração própria a partir de pesquisa no Banco de Dados criado para a pesquisa de doutorado e dos dados fornecidos pelo site da OMC (http://www.wto.org/english/forums_e/ngo_e/ngoinseattle_e.htm) Disponível em: 10

11 Quarta Conferência Ministerial da OMC (Doha, 9 a ) Os ministros responsáveis acordaram o lançamento de uma nova rodada de negociações multilaterais e os principais objetivos: (1) declaração ministerial lançando uma nova rodada multilateral e estabelecendo um programa de trabalho; (2) declaração de TRIPS xxi e acesso a medicamentos e saúde pública; e (3) decisão sobre questões de implementação. Dessa conferência, participaram 730 ONGs, sendo que, novamente a maioria das sedes das ONGs credenciadas localiza-se nos EUA (16,8%), seguido da Bélgica (13,2%) e França (9,1%): Tabela 5: ONGs credenciadas para a DOHA (2001), distribuídas por país-sede e âmbito * Pais sede Total Internacional Nacional Não ONG % ONG % ONG % ONG informado % 23º África do Sul 3 s 0,8 s s 3 0,9 s 9º Alemanha ,2 54º Arábia Saudita 1 0,3 1 0,3 34º Argentina 1 0,3 1 0,3 12º Austrália 6 1,6 6 1,8 35º Áustria 1 0,3 1 0,3 37º Bangladesh 1 0,3 1 0,3 36º Barbados 1 0,3 1 0,3 2º Bélgica 48 13,2 3 16, ,7 2 28,6 38º Benin 1 0,3 1 0,3 18º Brasil 3 0,8 3 0,9 5º Canadá 21 5,8 1 5,6 20 5,9 39º Chade 1 0,3 1 0,3 42º Chile 1 0,3 1 0,3 55º Cingapura 1 0,3 1 0,3 43º Colômbia 1 0,3 1 0,3 46º Costa Do Marfim 1 0,3 1 0,3 15º Dinamarca 4 1,1 1 5,6 3 0,9 19º Egito 3 0,8 3 0,9 27º El Salvador 2 0,5 1 5,6 1 0,3 14º Espanha 5 1,4 2 11,1 3 0,9 1º Estados Unidos 61 16,8 2 11, ,4 22º Filipinas 3 0,8 3 0,9 45º Finlândia 1 0,3 1 0,3 3º Franca 33 9,1 1 5,6 31 9,1 1 14,3 17º Gana 4 1,1 3 0,9 1 14,3 11º Holanda 8 2,2 7 2,1 1 14,3 33º Hong Kong 1 0,3 1 0,3 6º Índia 20 5,5 20 5,9 20º Irlanda 3 0,8 3 0,9 16º Itália 4 1,1 1 5,6 3 0,9 7º Japão 19 5,2 18 5,3 1 14,3 Disponível em: 11

12 * Pais sede Total Internacional Nacional Não ONG % ONG % ONG % ONG informado % 13º Jordânia s 6 1,6 s s 6 1,8 s 48º Líbano 1 0,3 1 0,3 26º Malásia 2 0,5 2 0,6 30º Marrocos 2 0,5 2 0,6 50º Nepal 1 0,3 1 0,3 49º Niger 1 0,3 1 0,3 10º Noruega 10 2,7 9 2,7 1 14,3 31º Nova Zelândia 2 0,5 2 0,6 21º Paquistão 3 0,8 3 0,9 51º Peru 1 0,3 1 0,3 28º Quênia 2 0,5 2 0,6 4º Reino Unido 23 6,3 5 27,8 18 5,3 44º Rep Centro 1 0,3 1 0,3 29º Africana Rep da Coréia 2 0,5 2 0,6 47º Rep Dem da 1 0,3 1 0,3 52º Coréia Romênia 1 0,3 1 0,3 53º Ruanda 1 0,3 1 0,3 56º Síria 1 0,3 1 0,3 40º Sri Lanka 1 0,3 1 0,3 24º Suécia 3 0,8 3 0,9 8º Suíça 13 3,6 13 3,8 25º Tailândia 3 0,8 3 0,9 57º Togo 1 0,3 1 0,3 58º Tunísia 1 0,3 1 0,3 59º Uruguai 1 0,3 1 0,3 62º Vaticano 1 0,3 1 0,3 60º Venezuela 1 0,3 1 0,3 41º Zaire 1 0,3 1 0,3 61º Zâmbia 1 0,3 1 5,6 32º Zimbábue 2 0,5 2 0,6 TOTAL , , , Fonte: Elaboração própria a partir de pesquisa no Banco de Dados criado para a pesquisa de doutorado e dos dados fornecidos pelo site da OMC: O site oferece um arquivo doha_attend_e.doc com a lista das ONGs. Quinta Conferência Ministerial da OMC (Cancun, 10 a ) Durante a Conferência, houve uma articulação dos países em desenvolvimento no chamado Grupo dos 20 liderados por Brasil, China e Índia que pretendia resistir às demandas dos países desenvolvidos e também pressionar pelo fim dos subsídios agrícolas concedidos pela União Européia e pelos Estados Unidos As divergências e formação de grupos de pressão levaram o encontro ao fracasso e não se chegou a nenhum consenso, e provocou um adiamento para o final da rodada de Doha. Da Disponível em: 12

13 quinta conferência ministerial da OMC, participaram 960 ONGs, e, novamente os Estados Unidos eram país sede da maioria das ONGs (24,6%) seguido do Canadá (8,9%) e da Bélgica (6,7%): Tabela 6: ONGs credenciadas para a DOHA (2001), distribuídas por país-sede e âmbito * Pais sede Total Internacional Nacional Não ONG % ONG % ONG % ONG informado % 22º África do Sul 8 s 0,8 s 8 s 0,9 s 10º Alemanha 28 2, ,8 58º Argentina 1 0,1 1 0,1 14º Austrália 15 1,6 14 1,5 1 9,1 23º Áustria 7 0,7 7 0,8 46º Bangladesh 2 0,2 2 0,2 45º Barbados 2 0,2 2 0,2 3º Bélgica 64 6, ,4 1 9,1 59º Benin 1 0,1 1 0,1 25º Bolívia 6 0,6 6 0,6 12º Brasil 17 1,8 17 1,8 78º Burkina Faso 1 0,1 1 0,1 35º Camarões 3 0,3 3 0,3 2º Canadá 85 8, ,1 30º Chile 4 0,4 4 0,4 41º Cingapura 3 0,3 3 0,3 26º Colômbia 6 0,6 6 0,6 51º Costa Do Marfim 2 0,2 2 0,2 60º Costa Rica 1 0,1 1 0,1 24º Dinamarca 6 0, ,5 36º Egito 3 0,3 3 0,3 48º El Salvador 2 0,2 2 0,2 47º Equador 2 0,2 2 0,2 15º Espanha 14 1, ,4 1º Estados Unidos , ,7 1 9,1 16º Filipinas 14 1,5 14 1,5 38º Finlândia 3 0,3 3 0,3 4º Franca 56 5, ,6 2 18,2 31º Gana 4 0,4 4 0,4 61º Geórgia 1 0,1 1 0,1 62º Grécia 1 0,1 1 0,1 39º Guatemala 3 0,3 3 0,3 63º Guine 1 0,1 1 0,1 13º Holanda 17 1,8 16 1,7 1 9,1 64º Honduras 1 0,1 1 0,1 34º Hong Kong 3 0,3 3 0,3 8º Índia 34 3,5 34 3,7 66º Ira 1 0,1 1 0,1 37º Irlanda 3 0,3 3 0,3 65º Islândia 1 0,1 1 0,1 Disponível em: 13

14 * Pais sede Total Internacional Nacional Não ONG % ONG % ONG % ONG informado % 50º Israel s 2 0,2 s s 2 0,2 s 17º Itália 11 1, ,1 6º Japão 45 4, ,8 52º Jordânia 2 0,2 2 0,2 67º Líbano 1 0,1 1 0,1 53º Luxemburgo 2 0,2 2 0,2 69º Macedônia 1 0,1 1 0,1 54º Madagascar 2 0,2 2 0,2 29º Malásia 6 0,6 4 0,4 2 18,2 68º Malaui 1 0,1 1 0,1 55º Mali 2 0,2 2 0,2 9º México 33 3,4 33 3,6 70º Moçambique 1 0,1 1 0,1 32º Nepal 4 0,4 4 0,4 56º Nicarágua 2 0,2 2 0,2 71º Nigéria 1 0,1 1 0,1 11º Noruega 20 2,1 20 2,2 40º Nova Zelândia 3 0,3 3 0,3 21º Paquistão 8 0,8 8 0,9 72º Paraguai 1 0,1 1 0,1 33º Peru 4 0,4 4 0,4 73º Polônia 1 0,1 1 0,1 18º Quênia 11 1,1 11 1,2 5º Reino Unido 45 4, ,4 2 18,2 27º República da 6 0,6 6 0,6 49º Coréia República Tcheca 2 0,2 2 0,2 74º Rússia 1 0,1 1 0,1 75º Senegal 1 0,1 1 0,1 28º Suécia 6 0,6 6 0,6 7º Suíça 39 4, ,9 1 9,1 19º Tailândia ,1 77º Tanzânia 1 0,1 1 0,1 76º Togo 1 0,1 1 0,1 57º Trinidad E Tobago 1 0, º Tunísia 3 0,3 3 0,3 20º Uganda ,1 79º Uruguai 1 0,1 1 0,1 80º Venezuela 1 0,1 1 0,1 43º Zâmbia 3 0,3 3 0,3 44º Zimbábue 3 0,3 3 0,3 TOTAL Fonte: Elaboração própria a partir de pesquisa no Banco de Dados criado para a pesquisa de doutorado e dos dados fornecidos pelo site da OMC: O site oferece um arquivo list_ngo_e.doc com a lista das ONGs. Disponível em: 14

15 Sexta Conferência Ministerial da OMC (Hong Kong, 13 a ) Foi aprovado o Manifesto dos Ministros de Hong Kong sobre o comércio de produtos agrícolas e o acesso ao mercado com relação a produtos não agrícolas, nos serviços e no tema de debate de desenvolvimento, a fim de proporcionar os projetos de incremento para os países em desenvolvimento, sobretudo para os subdesenvolvidos: os países industrializados deverão abolir os subsídios de todos os produtos agrícolas até o final de 2013 e o subsídio específico para exportação do algodão anulado já em 2006 e para países desenvolvidos (e alguns países em desenvolvimento) também ficou firmado a isenção de impostos alfandegários e o acesso a mercado sem quotas para todos os produtos dos países subdesenvolvidos antes de Tonga aderiu à OMC e se tornou 150º país-membro da organização e o Grupo G-20 dos países em desenvolvimento reafirmou suas pretensões e sua posição em favor das medidas em prol dos países de menor desenvolvimento relativo e umas das posições fortes era o fim dos subsídios para produtos agrícolas e especial demanda pelo fim do subsídio para exportação do algodão e em contrapartida outras posições ficaram demarcadas como dos EUA e da EU. Dessa conferência, participaram 1064 ONGs, sendo 22,7% com sede nos Estados Unidos, 8,8% no Canadá e 6,5% na Bélgica: Tabela 6: ONGs credenciadas para a DOHA (2001), distribuídas por país-sede e âmbito * Pais sede Total Internacional Nacional Não informado ONGs % ONGs % ONGs % ONGs % 19º África do Sul 13 1,2 13 1,3 10º Alemanha 29 2, ,7 59º Argentina 1 0,1 1 0,1 11º Austrália 27 2,5 27 2,6 43º Áustria 3 0,3 3 0,3 85º Azerbaijão 1 0,1 1 0,1 22º Bangladesh ,1 81º Barbados 1 0,1 1 0,1 3º Bélgica 69 6, ,4 49º Benin 2 0,2 2 0,2 34º Bolívia 5 0,5 5 0,5 12º Brasil 24 2,3 24 2,3 38º Burkina Faso 4 0,4 4 0,4 44º Camarões 3 0,3 3 0,3 82º Camboja 1 0,1 1 0,1 2º Canadá 93 8, ,8 84º Cazaquistão 1 0,1 1 0,1 75º Chade 1 0,1 1 0,1 51º Chile 2 0,2 2 0,2 Disponível em: 15

16 * Pais sede Total Internacional Nacional Não informado ONGs % ONGs % ONGs % ONGs % 18º China 13 1,2 13 1,3 45º Cingapura 3 0,3 3 0,3 35º Colômbia 5 0,5 5 0,5 63º Croácia 1 0,1 1 0,1 33º Dinamarca 6 0,6 6 0,6 68º Equador 1 0,1 1 0,1 62º Eslováquia 1 0,1 1 0,1 14º Espanha 18 1,7 18 1,8 1º Estados Unidos , ,8 1 11,1 78º Fiji 1 0,1 1 0,1 9º Filipinas 30 2, ,8 61º Finlândia 1 0,1 1 0,1 4º Franca 56 5, ,2 76º Gâmbia 1 0,1 1 0,1 31º Gana 6 0,6 6 0,6 69º Guatemala 1 0,1 1 0,1 54º Guine 1 0,1 1 0,1 73º Haiti 1 0,1 1 0,1 16º Holanda 16 1,5 15 1,5 1 11,1 15º Hong Kong 17 1,6 17 1,7 60º Hungria 1 0,1 1 0,1 8º Índia 35 3,3 35 3,4 55º Indonésia 1 0,1 1 0,1 36º Irlanda 4 0,4 4 0,4 83º Israel 1 0,1 1 0,1 21º Itália 12 1, ,1 5º Japão 48 4, ,6 66º Líbano 1 0,1 1 0,1 28º Malásia 8 0,8 6 0,6 2 22,2 77º Malaui 1 0,1 1 0,1 72º Mali 1 0,1 1 0,1 79º Mauricio 1 0,1 1 0,1 17º México 14 1,3 14 1,4 24º Nepal 10 0, º Nicarágua 1 0,1 1 0,1 32º Nigéria 6 0,6 6 0,6 13º Noruega 20 1,9 20 1,9 25º Nova Zelândia 9 0,8 9 0,9 29º Paquistão 7 0,7 7 0,7 71º Peru 1 0,1 1 0,1 65º Polônia 1 0,1 1 0,1 50º Portugal 2 0,2 2 0,2 23º Quênia ,1 6º Reino Unido 45 4, ,1 20º Rep da Coréia 13 1,2 13 1,3 Disponível em: 16

17 * Pais sede Total Internacional Nacional Não informado ONGs % ONGs % ONGs % ONGs % 53º Rep Tcheca 1 0,1 1 0,1 80º Ruanda 1 0,1 1 0,1 57º Rússia 1 0,1 1 0,1 67º Samoa 1 0,1 1 0,1 30º Senegal 6 0, ,5 47º Sri Lanka 2 0, ,1 74º Sudão 1 0,1 1 0,1 27º Suécia 8 0,8 8 0,8 7º Suíça 39 3, ,5 2 22,2 26º Tailândia 9 0,8 9 0,9 56º Tanzânia 1 0,1 1 0,1 64º Togo 1 0,1 1 0,1 42º Turquia 3 0,3 3 0,3 58º Ucrânia 1 0,1 1 0,1 40º Uganda 4 0,4 4 0,4 39º Uruguai 4 0,4 4 0,4 46º Venezuela 3 0,3 3 0,3 52º Vietnã 2 0,2 2 0,2 41º Zaire 3 0,3 3 0,3 37º Zâmbia 4 0,4 4 0,4 48º Zimbábue 2 0,2 2 0,2 TOTAL Fonte: Elaboração própria a partir de pesquisa no Banco de Dados criado para a pesquisa de doutorado e dos dados fornecidos pelo site da OMC: Algumas comparações: A maioria das ONGs que se credenciaram para participar das conferências da OMC eram nacionais (o que inclui todas as que atuam em apenas um país, ou seja, também as locais, regionais, e mesmo as de base que tem uma atuação bem limitada). Tabela 7: ONGs credenciadas para as seis conferências, agrupadas por âmbito de atuação: AMBITOS Internacional Nacional Não Total informado conferências ONGs % ONGs % ONGs % ONGs % 1ª CM /Cingapura 10 9, ,1 5 4, ,0 2ª CM /Genebra 15 11, ,6 5 3, ,0 3ª CM /Seattle 31 4, ,2 11 1, ,0 4ª CM /Doha 18 4, ,1 7 1, ,0 5ª CM /Cancun 25 2, ,3 11 1, ,0 6ª CM /Hongkong 25 2, ,8 9 0, ,0 TOTAL 124 3, ,8 48 1, ,0 Disponível em: 17

18 Das 3356 organizações não-governamentais credenciadas, apenas 124 eram internacionais (ou seja, 3,6% do total) e é interessante notar que, enquanto para a Segunda Conferência Ministerial (2ª CM /Genebra) tivemos a participação de 11,5% de ONGs internacionais, na Sexta Conferência Ministerial (6ª CM /Hongkong) apenas 2,3% das participantes eram desse tipo. Se consideramos o continente, temos que o maior número de ONGs de âmbito internacional tinha sede na Europa, seguida da América. Já no caso das ONGs nacionais é América que conta com o maior número (seguida da Europa): Tabela 8: ONGs credenciadas para as conferências, agrupadas por âmbito de atuação e continente: INTERNACIONAL NACIONAL conferências África Améric a Ásia Europa Oceani a GERAL África Améric a Ásia Europa Oceani a GERAL 1ª CM /Cingapura ª CM /Genebra ª CM /Seattle ª CM /Doha ª CM /Cancun ª CM /Hongkong TOTAL Do ponto de vista quantitativo percebemos que, do total de ONGs participantes, portanto, a América conta com 1388 (que representa 41%), a Europa conta com 1161, a Ásia com 532, a África com 193 e a Oceania com 82 ONGs. Se consideramos como as ONGs se distribuem por países, temos o seguinte resultado: Tabela 9: ONGs credenciadas para as conferências, agrupadas por pais-sede: * País-sede TOTAL % 1º Estados Unidos ,8 2º Canadá ,4 3º Bélgica ,3 4º Franca ,0 5º Reino Unido ,0 6º Japão ,1 7º Suíça ,0 8º Índia ,2 9º Alemanha ,6 10º Holanda ,1 11º Noruega ,0 12º Austrália ,8 13º Filipinas ,6 Disponível em: 18

19 Tabela 9: ONGs credenciadas para as conferências, agrupadas por pais-sede: * País-sede TOTAL % 14º Espanha ,5 15º México ,5 16º Brasil ,4 17º Itália ,0 18º África do Sul ,9 19º Quênia ,9 20º Cingapura ,7 21º Malásia ,7 22º Tailândia ,7 23º Dinamarca ,7 24º República da Coréia ,7 25º Suécia ,7 26º Hong Kong ,7 27º Nepal ,6 28º Paquistão ,5 29º Bangladesh ,5 30º Gana ,5 31º Nova Zelândia ,5 32º China ,4 33º Zimbábue ,4 34º Uganda ,4 35º Colômbia ,4 36º Bolívia ,4 37º Áustria ,3 38º Uruguai ,3 39º Irlanda ,3 40º Argentina ,3 41º Chile ,3 42º Equador ,3 43º Finlândia ,3 44º Jordânia ,3 45º Peru ,3 46º Zâmbia ,3 47º Egito ,2 48º Senegal ,2 49º Nigéria ,2 50º Venezuela ,2 51º Camarões ,2 52º Barbados ,1 53º Benin ,1 54º Burkina Faso ,1 55º El Salvador ,1 56º Líbano ,1 57º Guatemala ,1 58º Indonésia ,1 59º Israel ,1 60º Sri Lanka ,1 61º Togo ,1 62º Tunísia ,1 63º Turquia ,1 64º Zaire ,1 65º Costa Do Marfim ,1 66º Costa Rica ,1 67º Geórgia ,1 Disponível em: 19

20 Tabela 9: ONGs credenciadas para as conferências, agrupadas por pais-sede: * País-sede TOTAL % 68º Luxemburgo ,1 69º Mali ,1 70º Nicarágua ,1 71º Paraguai ,1 72º República Tcheca ,1 73º Tanzânia ,1 74º Chade ,1 75º Fiji ,1 76º Guine ,1 77º Honduras ,1 78º Islândia ,1 79º Madagascar 2 2 0,1 80º Malaui ,1 81º Marrocos 2 2 0,1 82º Mauricio ,1 83º Polônia ,1 84º Portugal 2 2 0,1 85º Rep Democrática da Coréia ,1 86º Ruanda ,1 87º Rússia ,1 88º Sudão ,1 89º Trinidad E Tobago ,1 90º Vietnã 2 2 0,1 91º Arábia Saudita 1 1 0,0 92º Azerbaijão 1 1 0,0 93º Botswana 1 1 0,0 94º Camboja 1 1 0,0 95º Cazaquistão 1 1 0,0 96º Croácia 1 1 0,0 97º Eslováquia 1 1 0,0 98º Gâmbia 1 1 0,0 99º Grécia 1 1 0,0 100º Haiti 1 1 0,0 101º Hungria 1 1 0,0 102º Ira 1 1 0,0 103º Macedônia 1 1 0,0 104º Moçambique 1 1 0,0 105º Namíbia 1 1 0,0 106º Niger 1 1 0,0 107º Republica Centro Africana 1 1 0,0 108º República Dominicana 1 1 0,0 109º Romênia 1 1 0,0 110º Samoa 1 1 0,0 111º Síria 1 1 0,0 112º Ucrânia 1 1 0,0 TOTAL ,9 Fonte: Elaboração própria a partir de pesquisa no Banco de Dados criado para a pesquisa de doutorado e dos dados fornecidos pelo site da OMC (http://www.wto.org/ ). A maioria das ONGs que participaram das seis conferências têm sede nos Estados Unidos (26,8%), Canadá (8,4%), Bélgica (7,3%), França (6,0), Reino Unido (5,0), Disponível em: 20

21 Japão (5,0) e Suíça (4,0%) que, juntos, contam com 61,6% do total. Mas o que a distribuição das sedes das conferências pelos países e sua concentração em países centrais (mais ricos e desenvolvidos) significou para o resultado dos eventos? Responder essa questão exige analisar qual é o grau de participação efetiva possível para as ONGs na OMC. Antes de responder essa questão, caberia discutir que tipo de participação tiveram os Estados nas conferências, pois, são tratados pela OMC como membros ou como observadores a depender do tipo de relação formal que mantém com a organização, e, durante o período das conferências o número de países membros aumentou e as conferências sempre contaram com a presença de observadores, como segue: Tabela 10: ONGs credenciadas para as conferências, agrupadas por pais-sede: Ano membros novos Conferência Participaram realizada: CFs Observadores ª CM -Cingapura ª CM - Genebra ª CM - Seattle ª CM - Doha ª CM - Cancun ª CM -Hongkong Fonte: Elaboração própria a partir de pesquisa no Banco de Dados criado para a pesquisa de doutorado e dos dados fornecidos pelo site da OMC (http://www.wto.org/ ). Entre 1995 e 2005, o número de membros da OMC aumentou de 112 para 149 (ou seja, um incremento de 37 novos Estados-membros) e o número de membros e a maioria (quando não todos) participou das Conferências Ministeriais, que contou também com 34 a 40 outros países como observadores. É interessante comparar o número de países membros participantes com o número de países sedes de ONGs credenciadas para participar: Disponível em: 21

22 Tabela 11: ONGs credenciadas para as conferências, agrupadas por pais-sede: Ano membros Conferência Participaram Sedes de realizada: CFs ONGs: % ª CM -Cingapura , ª CM - Genebra , ª CM - Seattle , ª CM - Doha , ª CM - Cancun , ª CM -Hongkong ,4 Fonte: Elaboração própria a partir de pesquisa no Banco de Dados criado para a pesquisa de doutorado e dos dados fornecidos pelo site da OMC (http://www.wto.org/ ). É possível perceber que o número de países-sede de ONGs aumentou significativamente, pois, na primeira conferência estiveram presentes ONGs oriundas de 26 países, enquanto na sexta conferência ONGs de 87 países conseguiram permissão para participar do evento. Quanto a possibilidade de participar das Conferências Ministeriais é preciso considerar que apenas os Estados-membros é que podem, de fato, negociar na OMC. No caso dos Estados participar significa intervir diretamente nos resultados, por meio da formação de coalizões, de grupos de pressão, do uso da palavra e da tentativa de tornar os consensos favoráveis aos seus interesses, isso no caso dos Estados-membros (conferir na lista a seguir): DATA Tabela 12: Estados-membros da Organização Mundial do Comércio entre 1995 e 2005 Países aceitos como membros da OMC: África do Sul - Alemanha - Antigua e Barbuda - Argentina - Austrália - Áustria - Bahrein - Bangladesh - Barbados - Bélgica - Belize - Brasil - Brunei - Canadá - Chile - Cingapura - Costa Do Marfim - Costa Rica - Dinamarca - Dominica - Eslováquia - Espanha - Estados Unidos - Filipinas - Finlândia - Franca - Gabão - Gana - Grécia - Guiana - Holanda - Honduras - Hong Kong - Hungria - Índia - Indonésia - Irlanda - Islândia - Itália - Japão - Kuwait - Luxemburgo - Macau - Malásia - Malta - Marrocos - Mauricio - México - Mianmar - Namíbia - Nigéria - Noruega - Nova Zelândia - Paquistão - Paraguai - Peru - Portugal - Quênia - Reino Unido - República da Coréia - República Tcheca - Romênia - Santa Lucia - São Vicente E Granadinas - Senegal - Sri Lanka - Suazilandia - Suécia - Suriname - Tailândia - Tanzânia - Uganda - Uruguai - Venezuela - Zâmbia - Trinidad E Tobago - Zimbábue - Jamaica - República Dominicana - Turquia - Tunísia - Cuba - Israel - Colômbia - El Salvador - Botswana - Dijibuti - Guine Bissau - Lesoto - Malaui - Maldivas - Mali - Mauritânia - Republica Centro Africana Togo - Burkina Faso - Egito - Polônia - Suíça - Guatemala - Burundi - Serra Leoa - Chipre - Eslovênia - Moçambique - Liechtenstein - Nicarágua - Bolívia - Madagascar - Guine - Camarões Catar - Fiji - Equador - Haiti - São Cristóvão E Nevis - Benin - Granada - Emirados Árabes Unidos - Ruanda - Papua Nova Guine - Salomão - Chade - Gâmbia - Angola - Bulgária - Niger 1997 Republica democratica do Congo ant Zaire Mongólia Congo - Panamá 1998 Quirguistao Disponível em: 22

23 DATA Tabela 12: Estados-membros da Organização Mundial do Comércio entre 1995 e 2005 Países aceitos como membros da OMC: 1999 Letônia - Estônia 2000 Jordânia - Geórgia - Albânia - Omã - Croácia 2001 Lituânia Moldavia - China 2002 Taiwan 2003 Armênia - Macedônia 2004 Nepal - Camboja 2005 Arábia Saudita Fonte: Elaboração própria a partir de pesquisa no Banco de Dados criado para a pesquisa de doutorado e dos dados fornecidos pelo site da OMC (http://www.wto.org/ ). A relação da OMC com as ONGs é institucionalizada pelo artigo 5(2) do Acordo de Marraquesh, de modo que o Conselho Geral poderá promover a consulta e a cooperação com essas organizações e pela resolução do Conselho (1996) que reconhece a contribuição das ONGs para aumentar o conhecimento do público sobre a organização, de modo que as ONGs podem servir como uma espécie de relações públicas da OMC ampliando sua legitimidade junto à opinião pública (e, desde 1998 o Secretariado mantém um link para a colaboração com as ONGs no site da OMC, e recebe documentos recomendatórios que são repassados aos Estados-membro para sua apreciação). No caso das Conferências Ministeriais, é preciso admitir que a participação das ONGs é muito mais informal do que oficial, ou seja, um dos principais mecanismos utilizados pelas ONGs para defender seus interesses é a atuação junto à delegações estatais visando influenciar suas posições. Um sinal de que a presença num evento da OMC têm um impacto considerável para as ONGs é o fato de que muitas ONGs voltam a participar das conferências. Quando analisamos o número de conferências que cada ONG participou, podemos perceber o seguinte: a grande maioria das ONGs participou apenas de uma das seis conferências (1347); uma quantidade significativa, participou de duas das seis conferências (434 ONGs); quase duzentas ONGs participaram de três das seis conferências (184 ONGs), 91 ONGs participaram de quatro das seis conferências, 27 ONGs participaram de cinco das seis conferências e, a título de exemplo, podemos verificar, na tabela a seguir, que 15 ONG estiveram presentes nas seis conferências da OMC: Disponível em: 23

24 Tabela 13: ONGs que participaram das seis conferências ministeriais da OMC NOME DA ONG International Center for Trade and Sustainable Development Confederation of Indian Industry Public Services International Pacific Economic Cooperation Institute Oxfam Organization for economic cooperation and development trade union advisory committee to the OECD Consumer Unity and Trust Society Consumers Inter Office for Developed and Transition Economies International Institute for Sustainable Development International Federation of Agricultural Producers WWF - World Wildlife Fund International Confederation of Free Trade Unions Third World Network Eurocommerce Canadian Chamber of Commerce PAIS_SEDE Suica India Franca Cingapura Reino unido Franca India Reino unido Canada Franca Suica Belgica Malasia Belgica Canada Fonte: Elaboração própria a partir de pesquisa no Banco de Dados criado para a pesquisa de doutorado e dos dados fornecidos pelo site da OMC (http://www.wto.org/ ). Mas o que explica que a maioria ter participado de apenas uma das seis conferências é o fato de que a participação foi sendo ampliada com o passar do tempo: de 108 para 130, 730, 363, 960 e 1062 na sexta conferência. Progressivamente a OMC tem reconhecido que as ONGs podem contribuir para divulgar as atividades da organização para a sociedade civil (em geral) e uma das diretrizes para esse relacionamento é aumentar a transparência das suas decisões e atividades: o Secretariado tem incrementado o debate sobre os temas da OMC e aceitado os materiais disponibilizados pelas ONGs para consulta por parte dos decisores e, os coordenadores dos trabalhos em conselhos e comitês da OMC as têm consultado. A participação direta das ONGs nos trabalhos da OMC e nas reuniões de seus conselhos e comitês, porém, não tem sido admitida devido ao fato de que apenas os Estados têm capacidade jurídica para negociar e decidir xxii, mas, considerando que as decisões iniciam-se em negociações informais até se tornarem regras que possam ser implementadas, pode-se considerar que as ONGs tem participado de dois modos principais: o primeiro é por meio da influência exercida sobre aqueles Disponível em: 24

25 que decidem (delegações estatais, funcionários da OMC); a segunda é conseguindo compor ou melhor, fazer parte das próprias delegações governamentais, caso em que podem influir diretamente no processo deliberativo. Nos dois casos é preciso discutir em que medida as ONGs são representantes da sociedade civil, pois, se por um lado é correto considerar que é ingênuo pensar que as delegações estatais sejam capazes de representar todos ou a maioria dos interesses das populações dos Estados, também temos de pensar que as características das ONGs (o fato de que são, em última instância, agrupamentos de indivíduos com objetivos específicos) não as tornam melhores representantes do povo do que os governos (democraticamente eleitos ou não). É fato que não podemos afirmar que existiu uma participação oficial efetiva de ONGs nas Conferências Ministeriais da OMC.: se a sociedade civil esteve presente ou representada, foi principalmente por meio de mecanismos formais da democracia representativa em âmbito nacional: pelas delegações governamentais oficiais. Contudo, a crescente presença de ONGs nos eventos da OMC precisa ser analisada com mais detalhe, na medida em que as regras que resultam desses processos têm impactos significativos para a população mundial. A idéia de que a presença de ONGs nas Conferências Ministeriais da OMC possa ser uma evidência do surgimento de uma sociedade civil global levanta, no mínimo, dois questionamentos. O primeiro é que nem todas as ONGs podem ser consideradas parte da sociedade civil (que, de acordo com a visão predominante atual é uma esfera autônoma em relação ao Mercado e ao Estado) pois grande parte das ONGs que participaram das conferências da OMC são voltadas para interesses do Mercado (criadas ou mantidas por fundações de empresas) ou atuam em conjunto (senão junto ) com os Estados (inclusive fazendo parte das delegações oficiais). Segundo, o fato de que existe uma evidente concentração geográfica das sedes de ONGs nos países do Norte desenvolvido (principalmente nos Estados Unidos, Canadá, Bélgica, França, Reino Unido e Japão), nos faz pensar que o adjetivo global não tem na expressão (sociedade civil global) qualquer referência ontológica à extensão do globo terrestre, portanto, seu uso é equívoco. Disponível em: 25

26 Referências Bibliográficas II Simpósio de Pós-Graduação em Relações Internacionais do 1. BAPTISTA, Luiz Olavo; CELLI JUNIOR, Umberto; YANOVICH. 10 anos de OMC: uma análise do sistema de solução de controvérsias e perspectivas. São Paulo: Aduaneiras, 2007, p HERZ, Monica & HOFFMANN, Andréa Ribeiro, 2004, Organizações Internacionais: história e práticas. Rio de Janeiro: Elsevier, p PEREIRA, Wesley Robert. OMC: estrutura institucional. In: Cenários PUC- Minas, Conjuntura Internacional, outubro/2005, Disponível em Internet: recuperado em julho/ SANCHEZ BADIN, M. R Atores não-estatais e sua relação com a Organização Mundial do Comércio. In: Alberto do Amaral Junior. (Org.). Direito do Comércio Internacional. 1 ed. Sao Paulo: Editora Juarez de Oliveira, 2002, v. 1, p SANCHEZ, M. R Breves considerações sobre os mecanismos de participação para ONGs na OMC. Sur. Revista Internacional de Direitos Humanos, São Paulo, v. 4, n. 3, p , THORSTENSEN, Vera A OMC Organização Mundial do Comércio e as negociações sobre comércio, meio ambiente e padrões sociais. In: Revista Brasileira de Política Internacional, 42, p TUSSIE, Diana & RIGGIOROZZI, Maria Pia. Novos procedimentos e velhos mecanismos: a governança global e a sociedade civil. Internet: Disponível em: 26

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