ACALM 2.0 Assistente de Comunicação Alternativa Móvel

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1 ACALM 2.0 Assistente de Comunicação Alternativa Móvel Lisiane C. Oliveira 1, Roger Lavarda 2, Lucas Ferreira da Silva 3, Luis Claudio Gubert 4 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Ibirubá (IFRS) Rua Nelsi Ribas Fritsch, 1111 Bairro Esperança CEP: Ibirubá/RS {lisiane.oliveira; roger.lavarda; lucas.fsilva; Resumo: O presente artigo objetiva apresentar um software de comunicação alternativa e aumentativa, chamado ACALM (Assistente de Comunicação Alternativa e Aumentativa Móvel). Esse é um vocalizador desenvolvido para a plataforma Android e executado em tablets, cujo objetivo é assessorar pessoas com dificuldade na comunicação, seja permanente ou temporária, possibilitando assim que as interações dessas com o meio onde vivem sejam facilitadas através do uso de um dispositivo móvel (tablet). 1. Introdução Ao longo dos tempos, desde os primórdios da humanidade, a tecnologia tem sido aplicada, como forma de facilitar a interação dos humanos com o mundo que os cerca, permitindo sua adaptação, autonomia e evolução, nos mais diferentes sentidos. As Tecnologias Assistivas (TA) surgem como um artefato tecnológico, dotado de poder de transformação significativa, na vida de muitas pessoas com necessidades especiais (PNE s) que, em razão de sua especialidade, acabam por proporcionar uma nova área de estudo e pesquisa. Nesse contexto, no ano de 2012, se iniciou o desenvolvimento, no IFRS - Câmpus Ibirubá, o software ACALM (Assistente de Comunicação Alternativa e Aumentativa Móvel), cujo objetivo consiste em assessorar pessoas com dificuldades na comunicação, a fim de auxiliar a interação do usuário com o mundo que o cerca, e assim possibilitá-lo ao exercício pleno de sua cidadania. Em 2013, em resposta aos bons resultados obtidos no ano anterior, começou a ser desenvolvida a nova versão do software, o ACALM 2.0. Um dos motivos para a continuação da idéia foram as limitações apresentadas pela primeira versão e as potencialidades apresentadas em função de adaptações que poderiam ser realizadas. 2. Inclusão Digital Chama-se inclusão digital a tentativa de garantir a todas as pessoas o acesso às tecnologias de informação e comunicação (TICs). A ideia é que todas as pessoas, principalmente as de baixa renda, possam ter acesso a informações, fazer pesquisas, mandar s e facilitar sua própria vida fazendo uso da tecnologia. Em todo o mundo há uma forte tendência a disponibilizar cada vez mais serviços através da internet. Por isso, uma pessoa incluída digital, como se diz, tende a ganhar

2 em qualidade de vida, na medida em que ganha tempo fazendo uso da tecnologia. Existem inúmeros exemplos dessas facilidades, algumas delas são: operações bancárias via Internet, as compras em lojas virtuais e supermercados que entregam em domicílio, alguns cursos online, inclusive de Educação a Distância e serviços públicos variados. A inclusão digital resulta em inclusão social, assim como a exclusão digital aprofunda a exclusão social. Nesse sentido, instituições públicas de educação e ONGs realizam cursos de informática gratuitos para a população de baixa renda, sobretudo para os jovens prestes a entrar no mercado de trabalho. Mas o termo inclusão digital vai mais além. Está relacionado à questão da acessibilidade, que é a busca para melhorar a qualidade de vida das pessoas com necessidades especiais (PNE s), possibilitando as condições de acesso a todos os lugares, seja físico ou virtual. Nesse sentido, os programas de inclusão digital buscam aprimorar e ampliar o acesso às tecnologias aos portadores de alguma necessidade especial e/ou específica. Cada vez mais são desenvolvidos meios que facilitem a acessibilidade das PNE sem contato com o computador e desenvolvidos softwares para o funcionamento desses acessórios. Em alguns lugares como em Universidades, existem salas que possibilitam o acesso a PNE s, por exemplo, um deficiente visual pode ouvir e/ou imprimir textos em Braille através de software específico. 3. Tecnologias Assistivas O avanço, que as tecnologias da comunicação e da informação (TIC s) vêm propiciando aos diferentes setores da sociedade, promove sem dúvida, o desenvolvimento de cenários diferenciados de interação. Dessa forma, as relações humanas têm sofrido influências significativas por parte das tecnologias, inclusive resignificando espaço e tempo. Conectadas a essa realidade, as pessoas com necessidades especiais conseguem apropriar-se, positivamente, das Tecnologias Assistivas, alcançando autonomia e independência, em relação às atividades cotidianas. Vários são os conceitos e as terminologias hoje conhecidos acerca dos recursos que possam auxiliar as PNE s. Entretanto, o que se pretende, nesse artigo, é usar o conceito do Comitê de Ajudas Técnicas, e considerar a TA como uma aplicação de software (Apps): Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços, cujo objetivo consiste em promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou com mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. (CAT, 2007). Existe uma infinidade de tecnologias voltadas às mais diferentes deficiências, e utilizadas como ferramenta de apoio em ambientes de aprendizagem. A própria Santarosa (2007) destaca que, na Educação Especial, as Tecnologias Assistivas serão afetadas pelos avanços e aplicações que vêm ocorrendo neste campo, de modo a atender as mais diferentes limitações e necessidades especiais.

3 À vista desse cenário, destacam-se os softwares de comunicação alternativa ou aumentativa (CAA), que se constituem em recursos tecnológicos, visando a assessorar pessoas com dificuldades na comunicação, de modo a auxiliá-las a relacionar-se com o mundo e as pessoas que as cercam. 3.1 Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA) A comunicação é um recurso poderoso de interação, de fazer-se humano e integrante de um espaço social. A capacidade de se comunicar pode estar diretamente ligada ao êxito que um indivíduo terá em sua vida. O ato de se expressar permite que humanos ampliem seu potencial, em função das trocas que ocorrem nesse processo. Para Schirmer (2004, p. 96), a linguagem serve de veículo na comunicação, ou seja, constitui um instrumento social usado em interações visando à comunicação. Ao longo da vida, os indivíduos podem apresentar dificuldades de comunicação em diferentes situações e por diferentes fatores. Há os que nascem com incapacidade de falar ou adquirem prejuízo na fala, temporária ou permanentemente. Há também indivíduos com alguma síndrome, como o Autismo, os quais podem apresentar problemas em razão disso. Nesse caso, a fim de garantir ao indivíduo autonomia e inclusão na sociedade, tornam-se necessários artefatos comunicacionais alternativos, como forma de mediar e/ou compensar o déficit ocorrido. Entre alguns recursos existentes, encontra-se a Comunicação Aumentativa ou Alternativa (CAA), que procura promover a comunicação via símbolos pictográficos, gestos, alfabeto, expressões faciais, entre outros (Figura 1). Para Bersch (2005, p.6), esse termo é conceituado como uma das áreas da Tecnologia Assistiva, que atende pessoas sem fala ou escrita funcional ou ainda em defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade em falar e/ou escrever. Figura 1. Exemplo de Comunicação Aumentativa ou Alternativa (CAA) Geralmente, esses símbolos são inseridos em pranchas para facilitar a comunicação, chegando a ser implementados como sistemas sofisticados, a fim de serem usados em computadores, com recursos de voz sintetizada e tablets. Os softwares que fazem uso dessa representação simbólica, geralmente são chamados de Softwares para Comunicação Alternativa e Aumentativa. Alguns são

4 bastante conhecidos, como o Livox (a), o Adapt (b) e o Que Fala, destacados nas Figuras 2 e 3. Tais aplicativos, desenvolvidos para dispositivos móveis como tablets e/ou smartphones, configuram-se como a virtualização de recursos concretos e das pranchas de comunicação em papel. Eles podem ser utilizados em atividades cotidianas, inclusive em ambiente hospitalar ou em clínicas. É o caso do Que Fala!, apresentado na Figura 3. Figura 2. Livox (a), Adapt (b) Figura 3. Que Fala! Nos últimos anos, a popularidade dos dispositivos móveis tem impulsionado o desenvolvimento de aplicações voltadas para essa plataforma. A evidência de que esses artefatos tecnológicos estão presentes no cotidiano das pessoas, acena positivamente para a sua aplicação, com sucesso, em contextos de necessidades especiais, já que disponibilizam uma infinidade de recursos computacionais poderosos e interativos, podendo ser comparados a extensões do próprio corpo. 4. Dispositivos Móveis No final de 2010, o Brasil tinha um total de 202 milhões e 94 mil telefones celulares. Se comparados com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de celulares é maior do que o de habitantes do país, que gira em torno de 190 milhões e 73 mil pessoas (BRASIL, 2011). A previsão do Cisco Visual Networking Index, segundo a ITWEb, é que o país terá, até o ano de 2015, 575 milhões de dispositivos móveis em rede, ou seja, 2,8 aparelhos por pessoa (ITWEB,2011). Os dispositivos móveis já fazem parte do cotidiano da maioria dos indivíduos, substituindo as atividades que, anteriormente, eram realizadas em computadores pessoais. Neles é possível acessar a web, s, as mais diferenciadas aplicações baixadas de lojas virtuais, além de acessar as redes sociais. Tudo isso pode ser feito

5 através de um equipamento, geralmente de tamanho reduzido, em relação aos notebooks e com maior interatividade através de telas sensíveis ao toque. As características apresentadas aos seus usuários, pelos tablets, smartphones e celulares, que merecem ser destacadas são: mobilidade, definida por Lee (2005, p.1) como a capacidade de se deslocar ou ser deslocado facilmente ; e ubiquidade, definida como a onipresença, ou seja, a possibilidade de um indivíduo estar em diferentes lugares, ao mesmo tempo. Assim, os dispositivos móveis geram a mobilidade e estes, por sua vez, permitem a ubiquidade. Os dispositivos móveis permitem a utilização de aplicativos que auxiliam os usuários a se comunicarem, em diferentes ambientes e lugares. Também possibilitam que famílias, educadores e profissionais possam utilizá-los em contextos de aprendizagem, permitindo a integração do usuário com seu ambiente social (RODRÍGUEZ, 2011). 4.1 Plataforma Android A plataforma Android é uma das mais amplamente usadas, como sistema operacional, para smartphones e tablets. Possui código aberto (open source), ou seja, é de utilização livre, não sendo necessário o pagamento de nenhuma licença de uso. Os aplicativos para a plataforma são desenvolvidos por meio da linguagem de programação Java. Sendo uma linguagem orientada a objetos desenvolvida na década de 90 pela empresa Sun Microsystems e considerada a base de praticamente todos os tipos de aplicativos em rede, além de ser o padrão global para desenvolvimento e fornecimento de aplicativos para celular, jogos, conteúdo on-line e software corporativo. Com mais de nove milhões de desenvolvedores em todo o mundo, permite também o desenvolvimento e implantação de aplicativos e serviços incríveis de maneira eficiente. 5. ACALM 2.0- Assistente de Comunicação Alternativa Móvel O software ACALM (Figura 4), em sua primeira versão, foi desenvolvido no ano de 2012, como uma atividade realizada no escopo do Projeto de Pesquisa do IFRS/ Ibirubá, chamado PRA Incluir (Produção de Recursos Acessíveis). Ele foi desenvolvido para a plataforma Android e sua execução destinada a tablets. Seu objetivo é assessorar pessoas com dificuldades na comunicação, permanentes ou temporárias, de modo a facilitá-la para o indivíduo, oportunizando sua interação com as pessoas que o rodeiam.

6 Figura 4 Primeira versão do ACALM No ano de 2013, no âmbito do projeto REdE (Recursos Educacionais Especiais), foram adicionadas novas funcionalidades ao aplicativo bem como o aperfeiçoamento das que já estavam presentes na primeira versão. Dentre as novidades do ACALM 2.0 destacam-se a vocalização de textos, a gravação do áudio, a possibilidade de cadastrar novos ícones e melhorias no layout, visando à característica de Usabilidade. A coordenação das atividades, para o desenvolvimento do software, está sob a responsabilidade de uma docente do curso de Informática e de uma pedagoga do IFRS - Câmpus Ibirubá, ambas membros do NAPNE (Núcleo de Apoio a Portadores de Necessidades Especiais e Específicas). Em questões de auxílio técnico, as ajudas partem de um dos docentes do curso de Informática, que possui domínio em programação para Dispositivos Móveis. Na segunda versão do ACALM, ao iniciar o uso do aplicativo, é apresentado ao usuário um Menu de botões para que se possa escolher uma das três funções principais: Vocalizador de Textos, Vocalizações cadastradas pelo usuário e o Cadastro de Novas Vocalizações, conforme Figura 5.

7 Figura 5. Tela inicial do aplicativo A opção Vocalizador, conforme Figura 6, abre uma nova tela em que o próprio usuário digita um texto ou frase qualquer e a aplicação se encarrega de gerar um áudio sintetizado do que foi escrito, tal função ajudará em situações em que é necessário utilizar palavras que não estão cadastradas no software. Figura 6. Tela de vocalização de textos O botão Vocalizações possibilita acesso à versão anterior. Nessa tela o usuário escolhe o gênero de voz de sua preferência (feminino ou masculino) em seguida são apresentadas todas as categorias de vocalizações cadastradas no aplicativo, conforme Figuras 7 e 8 respectivamente.

8 Figura 7 Opção de Escolha de Gênero Figura 8 - Vocalização Cadastradas Para uma interação mais rápida, existe a opção de acesso às respostas SIM e NÃO, o que contribui para o estabelecimento de certo diálogo entre o usuário e a pessoa a quem ele tenta de comunicar, conforme Figura 9.

9 Figura 9. Opções de "SIM" e "NÃO" Ao clicar sobre a opção Cadastrar, o usuário é encaminhado a uma tela com os recursos necessários para o cadastro de uma nova vocalização. Esses recursos vão desde intitular a nova vocalização até a gravação do áudio e a escolha de uma imagem para a mesma (Figura 10). Figura 10. Tela de Cadastro de Vocalizações Para o ano de 2014, um novo projeto, chamado ACALM 3.0 dará continuidade ao desenvolvimento do aplicativo. Pretende-se criar uma página para divulgação e feedback da ferramenta e disponibilizar para download a versão 2.0. Posteriormente, objetiva-se a validação dessa versão junto aos usuários finais, visando maiores adaptações as necessidades dos PNE. 6. Conclusão O atendimento educacional especializado é, entre outros recursos, garantia da inclusão de alunos com necessidades especiais, sendo a Tecnologia Assistiva uma

10 ferramenta que propicia, a esse aluno, ser atuante e sujeito do seu processo de desenvolvimento e aquisição de conhecimentos (BERSCH, 2008). A proposta apresentada neste artigo visa à inserção de pessoas com necessidades especiais, na sociedade, através de uma solução acessível, pretendendo servir como um instrumento de comunicação intuitivo e interativo, acreditando no potencial transformador das Tecnologias Assistivas, especialmente dispositivos móveis, na vida dos indivíduos. Espera-se, através dessas ações, que as barreiras enfrentadas no dia a dia das pessoas com necessidades especiais, sejam transpostas e que grandes oportunidades se apresentem àqueles que permanecem excluídos. Referências ASSISTIVA, Portal de Tecnologia. Pranchas de Comunicação. UFRJ. Disponível em: < Acesso em: 15 julho BERSCH, Rita. Introdução à Tecnologia Assistiva (2008). Disponível em: < ta_bersch.pdf>. Acesso em: 13 setembro BRASIL, Agência. Brasil ultrapassa marca de 200 milhões de celulares Disponível em: < Acesso em: 17 julho CAT, Ata da Reunião VII, de dezembro de 2007, Comitê de Ajudas Técnicas, Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (CORDE/SEDH/PR). Disponível em: Acesso em: 15 fev INTELIGENTES, Métodos Soluções. Que Fala! Disponível em: < Acesso em: 02 outubro ITWEB. Em 2015 serão 15 bilhões de dispositivos móveis Disponível em: < Acesso em: 17 agosto LEE, Valentino. Aplicações Móveis: Arquitetura, projeto e desenvolvimento. São Paulo: Pearson Education do Brasil, PACIEVITCH, Thais. Inclusão Digital. Disponível em:< Acesso em: 28 outubro PEREIRA, Lúcio Camilo Oliva; SILVA, Michel Lourenço. Android para Desenvolvedores. 2 ed. Rio de Janeiro. Brasport RODRÍGUEZ, Fórtiz M.J, FERNÁNDEZ, López A e RODRÍGUEZ M.L (2011). Mobile Communication and Learning Applications for Autistic People, Autism Spectrum Disorders - From Genes to Environment, Prof. Tim Williams (Ed.), ISBN: , InTech, Disponível em:

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