Uma Proposta de Portal de Aplicação do NS-3 para Aprendizagem de Redes de Computadores

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1 Uma Proposta de Portal de Aplicação do NS-3 para Aprendizagem de Redes de Computadores Felipe A. Oliveira Maciel Renato C. J. Neto Ronaldo Lima Bezerra Carina T. de Oliveira Instituto Federal do Ceará Rossana M. C. Andrade ABSTRACT The study of computer network concepts is an important requirement in the field of Information and Communications Technology (ICT). In general, it is necessary to use a network simulator to perform practical activities for students, which allows the understanding of main concepts as well as stimulates the searching of new network solutions. The Network Simulator 3 (NS-3) is a good example of a robust and well-used simulator to education and research. However, the installation, configuration and use of NS-3 need a minimal technical skill by the user. Besides that, it requires considerable computational resources (memory, processing and storage) to execute the simulations. Therefore, to facilitate and stimulate the use of NS-3 in the study of computer networks, this paper presents a Portal of NS-3, where the students can interact with a friendly NS-3 web-based interface to submit their network simulations. This website is hosted in a high performance computing environment, composed by heterogeneous infrastructures such as cluster and cloud. Finally, making use of the portal, the students can easily define network functionalities and parameters through the use of an architecture that allows the interaction between the portal and the high performance computing environment. RESUMO O ensino de Redes de Computadores é fundamental na formação de profissionais em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Neste tipo de disciplina, é comum o uso de simuladores de redes para permitir ao estudante a prática e a descoberta de conceitos fundamentais, além de estimular a busca de soluções de problemas na área de estudo. O Network Simulator 3 (NS-3) é um exemplo de simulador de Redes de Computadores bastante utilizado na atualidade para educação e pesquisa. Entretanto, a instalação, configuração e utilização do NS-3 exige do estudante um grau mínimo de conhecimento técnico e disponibilidade de recursos computacionais (memória, processamento e armazenamento) para realizar simulações. Para facilitar e estimular o uso do NS-3 no ensino de Redes de Computadores, Permissiontomake digital orhard copies of allorpart of thisworkfor personal orclassroom use isgrantedwithoutfeeprovidedthat copies are notmadeordistributedforprofitorcommercialadvantage and that copies bearthisnotice and the full citationonthefirst page. Tocopyotherwise, orrepublish, to post on servers ortoredistributetolists, requires prior specificpermission and/or a fee. TISE 2014 As informaçõesserãopreenchidas no proceso de edição dos Anais. este artigo apresenta um Portal de Aplicação do NS-3 que permite a interação do estudante com uma interface web amigável para submissão de simulações de redes em um ciberambiente computacional composto por infraestruturas heterogêneas como clusters e nuvens. Neste artigo, além das funcionalidades e parâmetros de simulação disponibilizados no portal, também é apresentada a arquitetura que permite essa interação do portal com o ciberambiente. Termos Gerais Design, Experimentation, Human Factors Palavras Chaves Aprendizagem, Redes de Computadores, Portal de Aplicação, Ciberambiente. 1. INTRODUÇÃO O ensino de Redes de Computadores é fundamental na formação de profissionais em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Além de sua importância estratégica para o funcionamento dos sistemas de informação distribuídos, um dos benefícios que esta disciplina proporciona é a compreensão destes sistemas [1]. Assim, uma disciplina de introdução a Redes de Computadores deve abordar, em geral, tópicos como: transmissão da informação, tipos de topologias de redes, meios físicos de transmissão, arquiteturas e padrões de redes, segurança da informação, o conceito de protocolos e serviços de comunicação, dentre outros. Um dos maiores dificultadores no processo cognitivo de Redes de Computadores deve-se a abstração de sua arquitetura. É comum ver-se estudantes da área saber as funcionalidades das camadas que constituem uma arquitetura de redes sem, no entanto, entender seu contexto estrutural: a camada N serve a camada N+1 a partir dos serviços oferecidos pela camada N-1. Por outro lado, o aspecto lúdico de funcionamento de uma Rede de Computadores pode ser um facilitador diferencial, por envolver aspectos práticos mais concretos do que outras disciplinas de TIC, como otimização, algoritmos e linguagens formais. Exemplo disso são diversas ferramentas disponíveis para o ensino de redes, desde a rede Minhoca [2] nos anos 80 ao Wireshark [3] e o Cisco Packet Tracer [4] nos dias atuais. Dentre estas ferramentas merecem destaque os simuladores de Redes de Computadores. Diferente das ferramentas já citadas, os simuladores permitem ao estudante experimentar o comportamento dos mais variados tipos de ambientes de rede, tais como Ethernet, Celular, Wi-Fi e Sensores. Além disso, esse tipo 861

2 de software possibilita ao estudante a criação de redes formadas por um número ilimitado de dispositivos homogêneos e/ou heterogêneos, a execução de diferentes protocolos de comunicação, etc. Em outras palavras, o uso de um software para simulação de Redes de Computadores possibilita a prática e a descoberta de conceitos fundamentais, além de estimular a busca de soluções de problemas na área de estudo. A maior vantagem da utilização de um simulador de Redes de Computadores é a ausência dos altos custos típicos de redes reais, tais como os custos com a montagem/instalação, configuração e manutenção da infraestrutura. Em contrapartida, a utilização de simuladores de redes requer do estudante um maior esforço devido a necessidade do aprendizado do próprio funcionamento do simulador, ou seja, dos comandos e procedimentos para instanciar dispositivos, como configurar os diferentes protocolos nestes dispositivos, etc. O Network Simulator 3 (NS-3) [5] é um exemplo de simulador de Redes de Computadores bastante utilizado na atualidade. O projeto de implementação do NS-3 foi iniciado em 2006 como um software livre para uso educacional, sendo também bastante utilizado para pesquisa. Desta forma, o simulador foi formulado e criado para que estudantes e especialistas da área pudessem utilizá-lo com maior facilidade. Para realizar experimentos no NS-3 é preciso seguir alguns procedimentos de instalação e configuração: (i) baixar o códigofonte compactado na versão desejada do NS-3, (ii) configurar e construir o NS-3 e, por fim, (iii) realizar testes de unidade para verificar que o NS-3 foi construído corretamente. Os procedimentos (ii) e (iii) devem ser realizados via Interface de Linha de Comando (Command Line Interface CLI). Portanto, é necessário que o usuário do NS-3 conheça e insira corretamente os comandos específicos para completar os procedimentos com sucesso. Concluídos os três procedimentos anteriores, pode-se considerar uma execução de um código (i.e., uma simulação de rede) no NS- 3. Assim, nesta etapa do processo considera-se que todas as bibliotecas de código e executáveis estão presentes e corretamente configurados no sistema no qual serão executadas as simulações. A execução de um código no NS-3 também é realizada via CLI. Outro desafio encontrado por estudantes é a necessidade de recursos computacionais apropriados para a realização das simulações. Memória, processamento e armazenamento são exemplos desses recursos computacionais. Apesar de não haver necessidade de recursos computacionais específicos para realizar uma simulação, muitas vezes uma simulação pode requerer muito tempo de execução em um computador comum. Para solucionar este inconveniente, Instituições de Ensino disponibilizam acesso a ambientes de alto poder computacional, como grades computacionais, supercomputadores (clusters de computadores) e nuvens computacionais. O Centro Nacional de Processamento de Alto Desempenho da (CENAPAD-UFC), integrante do Sistema Nacional de Processamento de Alto Desempenho (SINAPAD), é um exemplo de centro que disponibiliza recursos de computação de alto desempenho para a realização de experimentos de ensino e pesquisa de universidades, institutos de pesquisa e outras instituições. Através da disponibilização de ambientes computacionais como os do CENAPAD-UFC, estudantes não precisam se preocupar com configuração e instalação do software na infraestrutura computacional. Além disso, o estudante não precisará alocar os computadores dos Laboratórios de Informática da instituição de ensino (ex., computadores Desktop) e nem seu computador pessoal para a realização de suas simulações. Apesar dessas vantagens, destaca-se que é necessário que o estudante tenha um grau mínimo de conhecimento para acesso e utilização destes ambientes computacionais, ou seja, como submeter uma execução em um escalonador de recursos de um cluster ou como instanciar uma máquina virtual em uma nuvem computacional. Em resumo, é preciso conhecer os comandos e detalhes de funcionamento de cada um dos ambientes. Alguns supercomputadores, por exemplo, utilizam um sistema baseado em Linux chamado Simple Linux Utility for Resource Management (SLURM) para gerenciamento de recursos. Para a utilização destes recursos é necessário conhecer comandos gerais do Linux, bem como comandos específicos do escalonador de submissões do SLURM. Com o objetivo de superar estes problemas, pode-se utilizar portais de aplicação (ou portais web) capazes de estimular e facilitar essa interação do estudante com o NS-3, assim como a interação com diferentes ambientes computacionais. Neste caso, o portal de aplicação deve ser visto como um sistema capaz de executar de maneira transparente as simulações de um estudante. Por exemplo, o estudante pode requerer a execução de uma simulação do NS-3 e o próprio código do portal se encarregar de se comunicar com o ambiente computacional (grade, cluster e/ou nuvem) que irá executar aquela requisição. Em outras palavras, o uso de portais de aplicação simplifica a operação do estudante pela abstração da interface com o software e o ambiente computacional. Assim, é possível diminuir o esforço em detalhes do ferramental tecnológico e aumentar a concentração do estudante no objeto de estudo [6]. Neste artigo, é proposto um portal de aplicação do NS-3 desenvolvido para facilitar e estimular o ensino de Redes de Computadores. Como o NS-3 disponibiliza inúmeros módulos, neste artigo focamos na apresentação de um dos módulos existentes. Esse módulo é denominado mesh e possibilita a realização de simulações em ambiente de Redes de Computadores Sem Fio. Além disso, também é apresentada a arquitetura do ciberambiente computacional proposto e implementado para dar suporte as execuções das simulações do NS-3 requisitadas através do portal. O artigo está organizado da seguinte forma: A Seção 2 apresenta a arquitetura do ciberambiente computacional que dá suporte ao uso do portal de aplicação do NS-3. A Seção 3 apresenta detalhes do NS-3 com foco no módulo mesh implementado e uma breve introdução sobre Redes em Malha Sem Fio. A Seção 4 apresenta os detalhes do portal de aplicação do NS-3. A Seção 5 apresenta as informações necessárias para acesso ao portal. Por fim, a Seção 6 apresenta as conclusões e trabalhos futuros. 2. Arquitetura do Ciberambiente de Suporte ao Portal NS-3 Nesta seção, é introduzida a arquitetura do ciberambiente computacional que dá apoio ao uso do portal de aplicação do NS- 3. A arquitetura é ilustrada na Figura 1. A arquitetura proposta está implementada e operacional no ambiente computacional do CENAPAD-UFC. 862

3 A arquitetura proposta é formada por quatro módulos principais, que serão detalhados em seguida. Como o foco deste artigo é no apresentação do Módulo do Portal. Para os demais módulos, as suas principais características e funcionalidades são apresentadas de maneira mais simplificada. Figura 1. Arquitetura do Ciberambiente de suporte ao Portal de Aplicação do NS Módulo do Portal O Módulo do Portal é responsável pela interação direta do estudante com o ciberambiente computacional. Seu objetivo principal é fornecer ao estudante uma interface web amigável que facilita o acesso ao NS-3, ou seja, ao software compilado e configurado nas infraestruturas de computação disponíveis, que serão detalhadas no Módulo de Ambiente. Assim, se o estudante quiser executar as suas simulações nos ambientes computacionais disponíveis, ele não precisa necessariamente ter conhecimentos de um administrador de sistemas de TIC. Desta forma, o estudante pode concentrar seus esforços no tema de estudo e não nas peculiaridades técnicas dos outros módulos apresentados na arquitetura da Figura 1. O portal de aplicação do NS-3 pode ser enquadrado dentro do conceito de nuvem computacional Software como Serviço (Software-as-a-Service - SaaS) [7], pois a aplicação (o portal de aplicação do NS-3) abstrai todo o complexo esforço de implantação (i.e., compilação e configuração do software, gestão de recursos, etc) e o estilo de execução CLI da aplicação em uma interface web atraente e fácil de manipular. É relevante informar que o Módulo do Portal fornece acesso seguro ao NS-3, assim como a suas respectivas saídas (i.e., os resultados das simulações). Isso é alcançado através do uso de páginas web amigáveis que permitem: Autenticação através da interação do Módulo do Portal com o Módulo de Autenticação; Interação com formulários HTML, nos quais os parâmetros do NS-3 são coletados e depois repassados para execução nos ambientes computacionais, ou seja, no Módulo de Ambiente; Gerenciar as submissões realizadas a partir de uma interface HTML simples: o status das submissões, as saídas das simulações, o cancelamento de submissões realizadas, etc. portal de aplicação do NS-3, uma atenção especial é dada na Segurança e confidencialidade na comunicação com o servidor para submissão e aquisição de informações através do protocolo Transport Layer Security (TLS). Quando o estudante submeter uma simulação através de um dos formulários do NS-3, uma descrição dessa simulação é criada e passada para o Módulo de Decisão que, por sua vez, irá decidir como lidar com o novo pedido de submissão de simulação. Após essa decisão ser tomada, o Módulo de Decisão torna-se responsável pela comunicação com a infraestrutura escolhida através de CLI para executar a simulação, seja por meio de máquinas virtuais, seja através dos recursos computacionais de cluster. O estudante pode acessar o portal do NS-3 a qualquer momento para gerenciar suas submissões de simulações do NS-3. Conforme ilustrado na Figura 1, isso é possível devido à comunicação direta do Módulo do Portal com o Módulo de Ambiente. A principal restrição de portal NS-3 é a necessidade de um desenvolvedor de aplicativos para construir, implantar e, se necessário, otimizar o software em todos os ambientes computacionais disponibilizados [6]. Outro fator importante é que diferente do que acontece quando o software é manipulado via CLI, as funcionalidades do portal são limitadas pelo que o desenvolvedor de aplicativo implementar. Os detalhes do Portal de Aplicação NS-3 são apresentados na Seção Módulo de Autenticação O Módulo de Autenticação é responsável por implementar a autenticação do estudante no portal de aplicação do NS-3, bem como garantir que o estudante possa acessar e utilizar sem dificuldades os recursos computacionais de todos os ambientes computacionais disponibilizados (i.e., Módulo de Ambiente). Por essa razão, o Módulo de Autenticação apresenta uma conexão com o Módulo do Portal e o Módulo de Ambiente, conforme ilustrado na Figura 1. Os ambientes computacionais do ciberambiente podem ter diferentes mecanismos de autenticação e autorização, variando do típico token (por exemplo, como realizado pela plataforma de nuvem computacional OpenStack [8]) e senha (por exemplo, como realizado pela plataforma de nuvem computacional OpenNebula [9]) para o Lightweight Directory Access Protocol (LDAP) e certificados de chaves públicas, tais como X.509 (por exemplo, como é realizado pela OpenNebula [9]). Uma vez que é desejável um ciberambiente capaz de suportar ambientes computacionais heterogêneos como clusters, grades e nuvens privadas/públicas, torna-se necessário uma solução centralizada para realizar a autenticação e também evitar múltiplas bases de dados de usuários/credenciais. Assim, destacamos que o papel do Módulo de Autenticação na arquitetura proposta é substancial para ocultar do estudante a complexidade dos diferentes mecanismos de autenticação. Na implementação do ciberambiente que dá suporte ao portal NS- 3 foi utilizado o LDAP como entidade de autenticação centralizada Módulo de Decisão A arquitetura proposta visa integrar ambientes computacionais heterogêneos e, ao mesmo tempo, assegurar o bom desempenho da aplicação (NS-3). Após a submissão de simulações por um 863

4 estudante, é preciso decidir em qual ambiente computacional o código do aplicativo vai realmente executar. O Módulo de Decisão é responsável por esta seleção, que é realizada com base nas necessidades dos usuários e nas características da infraestrutura computacional que compõe o ciberambiente. As duas principais heurísticas que consideramos são custo de execução e tempo, as mais importantes para aplicações de alto desempenho [10] Módulo de Ambiente O próximo passo no fluxo da arquitetura proposta na Figura 1 acontece no Módulo de Ambiente. Este módulo é composto por diferentes infraestruturas de computação de alto desempenho (High Performance Computing HPC) que executarão as submissões de simulações do NS-3 de acordo com a escolha realizada pelo Módulo de Decisão e suas rotinas. Essas rotinas podem ser vistas como plugins que traduzem os pedidos e interações para cada infraestrutura HPC, implementando as execuções de acordo com as particularidades de cada um. Os ambientes computacionais considerados neste trabalho para execução de simulações NS-3 correspondem as infraestruturas disponíveis no CENAPAD-UFC: um cluster Bullx com 576 cores, 1152 GB de RAM e uma capacidade de armazenamento de 27 TB; e uma nuvem computacional com plataforma OpenNebula com 12 cores, 32 GB de RAM e uma capacidade de armazenamento de 250 GB. 3. NS-3 e Redes em Malha Sem Fio Neste artigo, é apresentado o portal de aplicação do NS-3 com foco especial no módulo mesh desenvolvido para Redes em Malha Sem Fio (Wireless Mesh Networks - WMN) [11]. Uma Rede em Malha Sem Fio (Wireless Mesh Network WMN) é uma tecnologia sem fio promissora que tem atraído cada vez mais atenção nos anos recentes por causa de seu baixo custo, facilidade de implantação, robustez e cobertura de serviço confiável [12]. Uma Rede em Malha Sem Fio é composta por roteadores sem fio interligados para formar um backbone de múltiplos saltos. Esses roteadores são geralmente estacionários. Estas redes são capazes de oferecer uma cobertura sem fio em banda larga para grandes áreas, sem exigências em termos de infraestrutura, ao mesmo tempo em que são capazes de garantir a conectividade em ambientes com dinamicidade das condições do meio sem fio e com usuários móveis. As Redes em Malha Sem Fio tem sido utilizadas em diversos cenários de aplicação, como redes domésticas de acesso em banda larga, redes comunitárias, redes metropolitanas e redes empresariais. A popularidade das Redes em Malha Sem Fio levou à recente padronização de uma solução de rede denominada IEEE s Mesh Networking [13]. O portal de aplicação do NS-3 apresentado na próxima seção segue esse padrão. 4. Portal de Aplicação do NS-3 Nesta seção são apresentadas as telas (páginas web) e as respectivas funcionalidades implementadas para o portal de aplicação do NS-3 com foco no módulo mesh para Redes em Malha Sem Fio. A Figura 2 apresenta a tela de login do sistema. Conforme informado na Seção 2, a autenticação é realizada no Módulo de Autenticação do ciberambiente através do servidor LDAP. Após a autenticação do usuário, as páginas web para a realização das simulações no NS-3 ficam disponíveis para o estudante. As Figuras 3 e 4 apresentam as interfaces através das quais o estudante pode submeter simulações ao ciberambiente computacional, verificar o status das simulações submetidas, cancelar simulações submetidas e baixar os resultados de simulações encerradas. As interfaces disponibilizadas no portal de aplicação do NS-3 oferecem ao usuário/estudante possibilidade de realizar simulações em diferentes topologias de Redes em Malha Sem Fio: topologia em grade e topologia em disco. Essas duas topologias são detalhas a seguir. Figura 2. Tela de login do portal de aplicação do NS Topologia em Grade A Figura 3 ilustra a página web para submissão de simulações em topologia em grade. Neste tipo de topologia os nós (roteadores) são posicionados igualmente espaçados em uma área retangular construída na forma de uma matriz. Essa área depende dos parâmetros Tamanho Horizontal da Grade (x-size) e Tamanho Vertical da Grade (ysize) indicados pelo estudante no formulário da interface web. O estudante também pode indicar o Espaço entre nós (step) da rede. Uma imagem dessa topologia foi inserida ao lado do formulário de submissão para facilitar a visualização do impacto desses três parâmetros na topologia da rede. Este tipo de topologia em grade, apesar de simples, é relevante para o estudante entender o impacto do número de nós e da distância entre os nós no desempenho de cada nó, assim como no desempenho da rede de modo geral. Além disso, esse tipo de topologia provê um posicionamento relativamente constante para que seja mais fácil do aluno entender os efeitos de parâmetros como tamanho dos pacotes, número de interfaces, etc. 864

5 A interface de topologia em grade também permite ao estudante alterar uma série de outros parâmetros de simulação: Tempo de simulação (segundos): o tempo total em segundos que vai durar a simulação que será submetida. Números de interfaces de rádio por nós: indica o número de interfaces de rádio (Network Interface Card - NIC) utilizado para equipar os nós da rede. Intervalo de tempo entre a transmissão de pacotes (segundos): possibilita ao estudante adaptar a quantidade de pacotes enviados por segundo por cada nó da rede. Tamanho dos pacotes (Kbytes): configuração do tamanho dos pacotes que serão enviados pelos nós da rede. Política de escolha de canais: esta política define em quais frequências (canal de comunicação) cada NIC de cada nó está sintonizada. Existem dois tipos de políticas disponibilizadas. Na primeira os rádios estão sintonizados em canais diferentes para diminuir a interferência. Na segunda, os rádios ficam sintonizados em um mesmo canal, o que permite criar uma rede com alto índice de interferência entre nós. Tipos de trace desejado: correspondem aos resultados da simulação Topologia em Disco Aleatório A topologia em disco é uma representação mais próxima de um ambiente real de Redes em Malha Sem Fio. Neste caso, o estudante pode definir o Número de nós que serão posicionados aleatoriamente em um disco. Cabe ao estudante determinar o Raio do disco (em metros). A implementação realizada utiliza sementes aleatórias diferentes que garantem a criação de topologias em disco distintas para cada simulação. Outros parâmetros semelhantes aos detalhados na Seção 4.1 também podem ser alterados pelo estudante através da página web: Tempo de simulação (segundos), Números de interfaces de rádio por nós, Intervalo de tempo entre a transmissão de pacotes (segundos), Tamanho dos pacotes (Kbytes), Política de escolha de canais e Tipos de trace desejado. Figura 4. Tela de submissão de simulações para topologia em disco Status das Simulações A Figura 3 também ilustra a barra de status apresentada ao usuário/estudante quando as simulações são submetidas no ciberambiente. Desta forma, é possível acompanhar o andamento de todas as simulações submetidas, saber os parâmetros utilizados em cada simulação e cancelar uma submissão Resultados das Simulações A possibilidade de realizar simulações em diferentes topologias e, além disso, de combinar vários parâmetros de simulação em cada topologia, permite ao estudante estudar e realizar análises de diferentes características das Redes em Malha Sem Fio. Para facilitar esse estudo e análise, nós desenvolvemos extensões do código NS-3 para facilitar a visualização dos resultados obtidos. Um exemplo é o gráfico ilustrado na Figura 5, que apresenta para o estudante o grafo de conexões de uma topologia em disco de uma dada simulação. Esse tipo de extensão de código permite ao aluno visualizar como a rede foi configurada e, assim, entender comportamentos mais específicos de protocolos de comunicação como os de descoberta de vizinhos e de roteamento. A Figura 6 apresenta outro exemplo de extensão desenvolvida. Através dessa extensão o estudante obtém a posição dos nós em uma simulação. Além disso, também é capaz de visualizar a posição do servidor e dos clientes na rede. Figura 3. Tela de submissão de simulações para topologia em grade. Figura 5. Extensão desenvolvida que gera um grafo de conexões de uma rede com topologia em disco. 865

6 Figura 6. Extensão desenvolvida que gera um grafo de posicionamento de uma rede com topologia em disco Informações para Acesso ao Portal O site para acesso ao portal é https://a2cc.cenapad.ufc.br Usuário: tise2014 / Senha: 1234tise 5. Conclusões Neste artigo é apresentada uma proposta de portal de aplicação do NS-3 para aprendizagem de Redes de Computadores. A arquitetura do ciberambiente que dá suporte computacional ao portal também é apresentada. Em particular, é apresentado um portal desenvolvido com foco em um dos módulos do NS-3, denominado mesh, que corresponde a uma solução para Redes em Malha Sem Fio. As interfaces web disponibilizadas pelo portal foram detalhadas em termos de funcionalidades e parâmetros de simulação. Em termos genéricos, o uso de portais científicos particularizados por aplicação oferece vantagens aos processos de ensino e aprendizagem. Pode-se citar uma maior produtividade, já que não há gasto de tempo com instalação e configuração da aplicação, evitando também a perda de interesse por parte dos alunos. Além disso, não há a necessidade de se alocar recursos próprios para a execução da aplicação, já que o processamento é feito em ambientes de clouds ou clusters. Como trabalhos futuros, planeja-se aumentar o número de parâmetros de simulação disponíveis para o estudante. Além disso, pretende-se disponibilizar outros módulos do NS-3 no portal. 6. REFERÊNCIAS [1] Kurose, J. F.; Ross, K. W. (2013) Computer Networking: A Top-Down Approach. 6º Ed. Editora Pearson. [2] Oliveira, A. M. B.; Coelho, J. M.; SILVA, J. C. T. (1989). Minhoca, uma rede de baixo custo para fins didáticos. Seminário Integrado de Software e Hardware (SEMISH). [3] Wireshark Network Protocol Analyzer. Disponível em: Acessado em 01/08/2014. [4] Cisco PacketTracer, Cisco Networking Academy. Disponível em: https://www.netacad.com/web/aboutus/cisco-packet-tracer. Acessado em 01/08/2014. [5] NS-3. Network Simulator 3. Disponível em: Acessado em 01/08/2014. [6] Bastos, B. F.; Gomes, A. T. A. (2012). Uma ferramenta para prototipagem rápida de portais científicos em grades computacionais. Salão de Ferramentas do Simpósio Brasileiro de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos, p [7] Zhang, Q.; Cheng, L.; and Boutaba, R. (2010). Cloud computing: state-of-the-art and research challenges. Journal of Internet Services and Applications, 1(1):7 18. [8] OpenStack. OpenStackCloud Software. Disponível em: Acessado em 01/07/2014. [9] OpenNebula. OpenNebula Project. Disponível em: Acessado em 01/07/2014. [10] Yu, J. and Buyya, R. (2006). Scheduling scientific workflow applications with deadline and budget constraints using genetic algorithms. Sci. Program, 14(3, 4): [11] Andreev, K.; Boyko, P. (2010) IEEE s Mesh Networking NS-3 Model. In Proc. Workshop on Network Simulator 3 (WNS-3). [12] I. F. Akyildiz, X. Wang, and W. Wang. (2005) Wireless Mesh Networks: a Survey. Computer Networks, 47(4). [13] IEEE Standard for Information Technology- Telecommunications and Information Exchange Between Systems - Local and Metropolitan Area Networks - Specific Requirements - Part 11: Wireless LAN Medium Access Control (MAC) and Physical Layer (PHY) Specifications - Amendment 10: Mesh Networking, IEEE Std., (2011). 866

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