Variação percentual e freqüencia de alimento fornecido no desenvolvimento final de jundiás (Rhandia quelen) na fase de recria

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Variação percentual e freqüencia de alimento fornecido no desenvolvimento final de jundiás (Rhandia quelen) na fase de recria"

Transcrição

1 Archivos Latinoamericanos de Producción Animal (Arch. Latinoam. Prod. Anim.) Variação percentual e freqüencia de alimento fornecido no desenvolvimento final de jundiás (Rhandia quelen) na fase de recria Á. Graeff 1, E.N. Pruner 2 Unidade de Pesquisa em Piscicultura. Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural EPAGRI Caçador SC BRASIL Recibido Octube 19, Aceptado Agosto 5, Percentil variation and feeding frequeency supplied in the final development of silver calfish (Rhandia quelen) in the phase ABSTRACT. The experiment was led during a 65-day period, in the Estação de Piscicultura/EPAGRI, belonging to Estação Experimental of Caçador/SC. Forty bowls with the capacity of 40 liters were used, with individual supply and flow, each bowl was considered as an experimental unit. The experimental desing was random in a factorial scheme where the factor A was the percentage of daily feed (1, 2, 3, 4, 5%) and the factor B is the daily frequency of feed (once or twice a day) with 4 repetitions. The variables weight gain, length gain, survival and feed conversion ratio were submitted to of variance analysis. The ration used was bought in the local store with 28%BP and 2.800Kcal of EM/kg of ration inside the criteria, for the species. Six silver catfish (Rhamdia quelen) fingerlings were stored per bowl with medium weight of 0,08 ± 0,01g and medium length of 1,5 ± 0,1cm, 23 days old. The water temperature evaluations were dore daily, always at 09:00h and at 15:00h. At these moments, the fishes were given the daily ration. The fish biometry was done at the beginning of the experiment, 30 days later and at the end of the experiment, 65 days after the beginning, using 100% of the stored fishes, when the measures of total length, individual weight, survival and feed conversion rate were performed. For the raising of silver catfish (Rhamdia quelen) fingerlings in the breeding phase the frequency of ideal feed was once a day at 2 to 5% of its weight per day. Key words: food, silver catfish, breeding, Rhamdia quelen RESUMO. Foram utilizados 40 aquários de 40 litros de capacidade, com abastecimento e escoamento individualizado, sendo que cada aquário foi considerado uma unidade experimental. O delineamento experimental foi inteiramente ao acaso em um esquema fatorial onde o fator A é o percentual de alimentação diária (1,2, 3, 4, 5%) e o fator B é a freqüência diária de oferta da alimentação (1 ou 2 vezes ao dia) com 4 repetições. As variáveis ganho de peso, comprimento, sobrevivência e conversão alimentar aparente foram submetidas à análise da variância. A ração utilizada foi comprada no comercio local com 28%PB e Kcal de EM/kg de ração dentro dos critérios, para a espécie. Foram estocados 6 alevinos de carpa comum (Cyprinus carpio L.) por aquário com peso médio de 0,08 ± 0,01g e comprimento médio de 1,5 ± 0,1cm, com 23 dias de idade. As avaliações da temperatura da água foram feitas diariamente, sempre às 09:00 horas e 15:00 horas. Neste momento, os peixes recebiam a ração diária. A biometria dos peixes foi realizada no inicio do experimento com 1 Autor para la correspondencia, 1 CRMV SC 0704 Esp. Nutrição de Peixes de Clima Tropical Estação de Piscicultura da Epagri 2 CRMV SC Esp.- Reprodução de Peixes de Água Doce - Estação de Piscicultura de Caçador/EPAGRI- 210

2 Variação percentual e freqüencia de alimento fornecido no desenvolvimento final 30 dias e no final do experimento com 65 dias, utilizando-se 100% dos peixes estocados, quando foram realizadas as medidas de comprimento total, peso individual, sobrevivência e conversão alimentar aparente. No cultivo de alevinos de jundiás (Rhamdia quelen) na fase de recria a freqüência de alimentação ideal é uma vez ao dia no percentual de 2 a 5% do seu peso por dia. Palavras chave: alimento, freqüência, jundiá, percentual, recria, Rhamdia quelen Percentile variation and frequency of food supplied in the final development of silver catfish (Rhandia quelen) in the phase of it recreates Introdução 211 As potencialidades em água e solo e o modelo de pequenas propriedades agrícolas fazem do Estado de Santa Catarina um estado promissor na criação de animais aquáticos. Estas potencialidades criaram reais condições de implantação da criação de peixes, principalmente naquelas propriedades onde a criação de suínos e aves já estão implantadas, pois com os resíduos e dejetos das mesmas podem muito bem serem utilizados na criação. O jundiá (Rhamdia quelen) é uma espécie nativa da região sul que se destaca como muito promissora. Segundo Luchini e Avendano (1985), o jundiá é um peixe de rápido crescimento, com fácil adaptação à criação intensiva, rústica, facilmente induzida à reprodução, com alta taxa de fecundação, possuindo ainda carne saborosa com baixo teor de gordura e com poucas espinhas. Na criação de peixes, uma das grandes preocupações é a adequação da ração com baixos custos em relação à produtividade, bem como a conversão alimentar e a sobrevivência independente que seja a criação voltada para uso domiciliar ou comercial (Santos et al., 1995). O alimento, quando em disponibilidade, é utilizado pelo peixe principalmente como suprimento energético na manutenção dos processos vitais e o restante para o crescimento (Hepher, 1988). Quando ocorre escassez de alimento, os processos essenciais são mantidos às custas das reservas energéticas acumuladas, resultando em uma progressiva depleção e diminuição dos tecidos com o prolongamento dessa condição. A quantidade de alimento fornecida aos animais é de fundamental importância para obtenção da produção máxima com o mínimo custo. É reconhecido que o fornecimento de uma alta taxa de alimentação conduz a ineficiência do metabolismo digestivo, como também provoca a deteorização da qualidade da água, enquanto a subalimentação enseja uma grande competição pelo alimento, dando origem a uma sensível variação no tamanho dos peixes e, como conseqüência, um baixo índice de crescimento (Castagnolli, 1979). A freqüência do fornecimento do alimento é um fator importante dentro do manejo alimentar por estimular o peixe a procurar pelo alimento em momentos pré-determinados, podendo contribuir para a redução na conversão alimentar, incrementar o ganho de peso além de possibilitar maior oportunidade de observação do estado de saúde dos peixes (Carneiro et al., 2005). O conhecimento do número mais adequado de oferta e quantidade contribui para evitar o desperdício de alimento, inclusive garantindo a qualidade da água e reduzindo os custos de produção. A influência da freqüência alimentar sobre o desenvolvimento de juvenis tem sido estudada em várias espécies por vários autores (Tsevis et al. 1992; Wang et al., 1998; Lee et al., 2000a; Lee et al., 2000b; Dwyer et al., 2002, Canton et al., 2007; Graeff et al., 2002), sendo normal o aumento de peso quando alimentado mais de uma vez ao dia. Espécies de peixes onívoros com estômago pequeno, como a tilápia nilótica (Oreochromis niloticus), procuram o alimento mais freqüentemente por apresentarem limitações na capacidade de armazenamento de alimento. Já as espécies carnívoras e algumas onívoras possuem o estômago grande e podem ingerir grande quantidade de alimentos num único momento, mantendo-se saciados por um longo período (Tucker & Robinson, 1991). As revisões de literatura têm indicado que peixes, de várias espécies, apresentam variações cíclicas sazonais de muitas funções fisiológicas, entre elas a ingestão de alimentos em quantidade e freqüências (Brown, 1946; Hogman, 1968 e Karas, 1990). Também a influencia da freqüência alimentar sobre o desenvolvimento de juvenis tem sido estudada em várias espécies por vários autores, sendo normalmente observado o aumento no ganho de peso, mas Carneiro & Mikos (2005) e Graeff et al (no prelo) não detectaram diferenças significativa no ganho de peso, taxa de crescimento especifico quando alimentados com mais de uma vez ao dia. O objetivo deste trabalho foi verificar a quantidade ideal de alimento e em que freqüência deverá ser oferecida diariamente, uma dieta completa, para jundiás (Rhamdia quelen) na fase de recria do alevino.

3 212 Graeff e Pruner Material e Métodos O experimento foi realizado durante um período de 65 dias, iniciando em 16 de novembro de 2005 e terminando em 19 de janeiro de 2006, na Estação de Piscicultura/EPAGRI, pertencente à Estação Experimental de Caçador, situada no município de Caçador/ SC. Foram utilizados 40 aquários de 40 litros de capacidade, com abastecimento e escoamento individualizado, sendo que cada aquário foi considerado uma unidade experimental. O delineamento experimental foi inteiramente ao acaso em um esquema fatorial onde o fator A é o percentual de alimentação diária (1,2, 3, 4, 5%) e o fator B é a freqüência diária de oferta da alimentação (1 ou 2 vezes ao dia) com 4 repetições. As variáveis ganho de peso, comprimento e conversão alimentar aparente foram submetidas à análise da variância. As duas freqüências de alimentação, comparadas pelo teste F e as quantidades de alimento em percentagem de peso vivo foram submetidos ao desdobramento em polinômios ortogonais. A ração utilizada foi comprada no comercio local com 28%PB e Kcal de EM/kg de ração dentro dos critérios, para a espécie. Foram estocados 6 alevinos de carpa comum (Cyprinus carpio L.) por aquário com peso médio de 0,08? 0,01g e comprimento médio de 1,5 ± 0,1cm, com 23 dias de idade. As avaliações de temperatura da água foram feitas diariamente, com termômetro eletrônico - THIES CLI- MA, sempre às 09:00 horas e 15:00 horas. Neste momento, os peixes recebiam a ração diária. Também se verificou a temperatura ambiente e umidade com um aparelho de corda, marca Wilh-Lambrech Gmbh Gottingen. A água foi monitorada semanalmente para ph, oxigênio dissolvido, gás carbônico, dureza, alcalinidade, amônia total, nitrito, turbides e sedimentos totais pelo Laboratório de Qualidade de Água/EPAGRI de Caçador/SC. A biometria dos peixes foi feita no inicio do experimento após 30 dias e no final do experimento com 65 dias, utilizando-se 100% dos peixes estocados, quando foram realizadas as medidas de comprimento total, peso individual, sobrevivência e conversão alimentar aparente através de ictiômetro e balança de precisão de 0,01g de marca MARTE. Estas atividades foram realizadas com os alevinos sedados com 1mL de quinaldina para 15 litros de água. Resultado e Discussão A temperatura da água durante o período experimental (Quadro 1) manteve-se entre 19,6 e 22,7 0 C, ficando a média do período em 21,2ºC próximo do mínimo recomendado. Note-se que as temperaturas foram inferiores às recomendadas por (Arrignon, 1979) para as carpas que é entre 24,0 a 28,0ºC, diferente do recomendado por Baldisserotto et al. (2004) para engorda de jundiá que é entre 21,0 a 27,0ºC Esse fato, aparentemente, não trouxe prejuízo ao crescimento dos alevinos, conforme demonstra a Quadro 2. Os valores do ph da água (Quadro 1) variaram entre 7,2 a 7,5. Segundo (Reid et al., 1976); estes valores são considerados adequados para criações de peixes. Os teores do oxigênio dissolvido (Quadro 1) permaneceram entre um mínimo de 6,8 e um máximo de 7,0mg/L que, segundo (Baldisserotto et al., 2004), encontram-se dentro de uma faixa considerada ótima para o jundiá (Rhamdia quelen). Também o gás carbônico manteve-se sempre em níveis considerados satisfatórios, de 2,5 a 3,8mg/L de CO 2 livre. A dureza (Quadro 1) manteve-se sempre dentro dos Quadro 1. Valores médios dos parâmetros limnológicos da água das unidades experimentais e temperatura da água, em cada período. Parâmetros limnológicos novembro dezembro janeiro Média ph (potencial hidrogeniônico) 7,4 7,2 7,5 7,3 Oxigênio dissolvido (mg/l) 7,0 6,8 6,8 6,8 Gás Carbônico (mg/l) 2,7 3,8 2,5 3,0 Dureza total (mg/l CaCO 3 ) Alcalinidade (mg/l CaCO 3 ) Amônia total (mg/l) 0,57 0,18 0,15 0,30 Nitrito (mg/l) 0,11 0,10 0,15 0,12 Turbidez Temperatura média da Água (ºC) 19,6 21,4 22,7 21,2

4 Variação percentual e freqüencia de alimento fornecido no desenvolvimento final Quadro 2. Valores médios do peso e comprimento dos tratamentos da variação percentual sobre o peso vivo e freqüência alimentar ofertado por dia aos alevinos de Jundiá (Rhamdia quelen) por dia. 213 Variação Peso (g) % Peso Vivo Freqüência Povoamento 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08 30 dias 0,45 0,59 0,62 0,52 0,63 0,52 0,62 0,63 0,55 0,53 Final 1,09 b 1,18 b 1,79 a 1,30 ab 1,91 a 1,56 ab 1,74 a 1,85 a 1,95 a 1,78 a Variação Comprimento (cm) % Peso Vivo Freqüência Povoamento 1,50 1,50 1,50 1,50 1,50 1,50 1,50 1,50 1,50 1,50 Final 5,32 b 5,47 b 6,09 ab 5,48 b 6,14 ab 5,93 ab 6,06 ab 6,45 a 6,14 ab 6,28 a Médias nas linhas seguidas de mesmas letras, não diferem (P>0,05) pelo teste de Tukey parâmetros minímos aceitáveis de 26 a 40mg/L de CaCO 3 e também a alcalinidade manteve-se em um limiar baixo, entre 33,0 a 40,0mg/L de CaC0 3 do nível recomendado (Boyd, 1997) que é de 30 a 300mg/L. Mas, apesar disto, não ocasionou oscilação no ph e nem causou alterações comportamentais nos peixes. A amônia total (Quadro 1) sempre permaneceu abaixo do tolerável, oscilando entre 0,15 e 0,57mg/L sem trazer qualquer alteração nos jundiás. Autores como (Lukowicz, 1982; Ordog et al., 1988), em trabalhos com carpa comum (Cyprinus carpio L.), verificaram a tolerância desta espécie bem acima desse nível, também Baldisserotto et al. (2004) cita a tolerância do jundiá até 0,4 mg/l. O nitrito (Quadro 1) oscilou entre 0,10 a 0,15mg/L. Estes valores estão distantes das concentrações letais referenciadas por Lewis & Morris (1986), citados por (Vinatea, 1997), para a carpa comum, mas muito próximo do nível letal para jundiás Baldisserotto et al. (2004). A turbidez, que está diretamente correlacionada à transparência, permaneceu entre 40 e 48 ntu sem trazer problemas ao cultivo. Na análise de variância foram observados efeitos significativos pelo teste F (P<0,05) para a variável peso no tratamento de variação percentual sobre o peso vivo (2, 3, 4 e 5%) mas não para a freqüência por dia (Quadro 2). Em trabalho com matrinchã (Brycon cephalus) com dietas alimentares naturais e ração (Lopes et al., 1994) concluiu que a melhor dieta ainda é o alimento vivo no período inicial como componente da alimentação apesar de ter sido fornecido ração. O mesmo ocorreu para a variável comprimento (Quadro 2), os efeitos do percentual de alimentação em relação ao peso vivo tiveram efeito significativos o que não aconteceu para a freqüência que não tiveram efeito significativos (P<0,05). Diferente de Aragão et al. (1988) que trabalhando com tilápias nilóticas (Oreochromis niloticus) com taxas de 1, 3 e 5% em uma só alimentação diária teve efeito significativo com a taxa de 3% de alimentação sobre o peso vivo. Já Carneiro & Mikos (2005) observaram que a frequencia alimentar até 4 vezes ao dia não afetou o crescimento dos juvenis de jundiás. Canton et al. (2007) em trabalho semelhante com jundiás na fase de juvenis afirma que com o aumento da freqüência diária de alimentos ocorreu um maior ganho de peso. Esta aparente contradição entre trabalhos com a mesma espécie ainda é desconhecida pelos pesquisadores, pois não ocorre com outras espécies. Andrews & Page (1975) observaram crescimento maior para o bagre do canal (Ictalurus punctatus) alimentados com 2 vezes/dia em comparação aos alimentados 24 vezes ao dia. Portanto a freqüência alimentar ótima varia com a espécie (Sampath, 1984). Estudos concluídos evidenciam que o consumo de grandes quantidades de alimentos em curto intervalo de tempo diminui a eficiência digestiva (Bergot & Breque, 1983; Henken et al., 1985). A variável peso e comprimento finais para alimentação fornecida uma vez ao dia foram de 1,09;

5 214 Graeff e Pruner 1,79; 1,91; 1,74 e 1,95 gramas e 5,32; 6,09; 6,14; 6,06 e 6,14 cm respectivamente, enquanto que para duas vezes ao dia foram de 1,18; 1,30; 1,56; 1,85 e 1,78 gramas e 5,47; 5,48; 5,93; 6,45 e 6,28 cm para todas respectivamente. A oferta de alimento uma vez ao dia com oferta de 2 a 5% do peso vivo propiciou melhor crescimento em peso dos peixes, ou seja, a freqüência de alimentação não é tão importante para os jundiás do que a quantidade ofertada (Steffens, 1987). A pesar de o jundiá ter a alimentação classificada como de ciclo diário com ritmo noturno (Zavala, 1996) não houve interferência comportamental oferecer a alimentação pela parte da manhã e à tarde. Em experimento semelhante (Mello et al., 1997) com pacu (Piaractus mesopotamicus) e (Graeff et al., 2002) com carpa comum (Cyprinus carpio) chegaram à mesma conclusão. Os resultados do desempenho das jundiás (Rhamdia quelen) em peso e comprimento nas avaliações são apresentados na Quadro 2. Analisando o comprimento médio final também ocorreu o mesmo comportamento do peso ou seja é mais importante a quantidade ofertada do que a freqüência. A sobrevivência oscilou entre 100 e 66% em todos tratamentos (Quadro 3) permite observar que ocorreu efeito diferente do relatado (Tabata et al, 1988) em trutas arco-íris, que verificaram mortalidade crescente com a diminuição das taxas de arraçoamento, o que não se pode afirmar que ocorreu neste trabalho. Também Graeff et al. (2002) em experimento Conclusão semelhante com carpas comum obteve 100% de sobrevivência. Para a variável conversão alimentar aparente (Quadro 3) ocorreu efeito significativo somente dos percentuais 1 e 2 da freqüência de alimentação uma vez ao dia, que foram de 1,39 e 1,49 respectivamente (Quadro 3), as demais ultrapassaram a taxa econômica máxima que é 2,00:1. Houve também efeito da quantidade de alimento oferecido, de forma linear crescente, quanto maior a quantidade de alimento oferecido, pior a taxa de conversão alimentar, isto vem de encontro do encontrado em trabalhos de autores (Baldisserotto, 2002, Kubitza, 1999) que afirmam que isto ocorre quando os peixes atingem o percentual maximo de crescimento corporal por dia. A conversão alimentar é estimada a partir dos valores calculados da quantidade de ração ministrada dividida pelo peso total atingido. Segundo (Swingle, 1961) é coerente expressar como coeficiente aparente de conversão alimentar, quando se pretende calcular a conversão em um sistema de cultivo, pois o alimento natural pode contribuir com o crescimento dos peixes. Tanto é verdade que nos tratamentos com freqüência somente de uma vez ao dia tiveram conversão alimentar aparente abaixo de 1:1 demonstrando que a influência foi evidente nos trabalhos realizados por Graeff et al (no prelo) com jundiá (Rhamdia quelen) na fase de pós-larvas. No cultivo de alevinos de jundiás (Rhamdia quelen) na fase de recria a freqüência de alimentação ideal é uma vez ao dia no percentual de 2 a 5% do seu peso por dia. Quadro 3. Freqüência diária e variação percentual ofertado de alimento, conversão alimentar e sobrevivência de alevinos de Jundiá (Rhamdia quelen). Tratamento freqüência Variação percentual (%) Conversão alimentar Sobrevivência % ,39 a 83 b ,49 a 87 b ,46 b 70 d ,53 b 87 b ,06 c 66 d ,74 bc 78 c ,13 d 68 d ,00 d 78 c ,28 d 74 cd ,84 d 100 a Médias nas colunas, seguidas de mesmas letras, não diferem (P>0,05) pelo teste de Tukey

6 Variação percentual e freqüencia de alimento fornecido no desenvolvimento final Literatura Citada 215 Andrews, J.W., J.W. Page The effects of frequency of feeding on culture of catfish. Transactions of the American Fisheries Society, (104): Aragão, L.P., I. Furtado Junior Cultivo intensivo de tilápias, Oreochromis niloticus em tanques com quatro taxas de alimentação. I Fornecimento de ração uma vez ao dia. Ciên. Agron., Fortaleza, 19(2): Arrignon, J Ecologia y piscicultura de águas douces. Madrid:Mundi-Prensa. 365p Baldisserotto, B., J. Radunz Neto Criação do jundiá. Editora UFSM, Santa Maria-RS. 232p. Baldisserotto, B Fisiologia de peixes aplicada à piscicultura. Editora UFSM, Santa Maria-RS. 212p. Bergot, F., J. Breque Digestibility of starch by raimbow trout: effects of physical state of starch and of the intake level. Aquaculture 34: Borwn, M.E The growth of brown trout Salmo trutta II. The growth of two-year-old at constant temperature of 11.5ºC. Journal Experimentation Biology v.22; p Boyd. C.E Manejo do solo e da qualidade da água em viveiro para aqüicultura. Campinas: Associação americana de soja. 55p. (Trad. de Eduardo Ono) Canton, R., M. Weingartner, D.M. Francalossi, E. Zaniboni Filho Influência da freqüência alimentar no desempenho de juvenis de jundiá. Rev. Bras. de Zootec. 36(4): prelo Carneiro, P.C.F.; Mikos, J.D Freqüência alimentar e crescimento de alevinos de jundiá, Rhamdia quelen. Ciência Rural, Santa Maria, 35(1): Castagnolli, N Fundamentos da nutrição de peixes. São Paulo, Ed. Livroceres. 107p. Dwyer, K.S., J.A. Brown, C. Parrish, et al Feeding frequency affects food consumption, feeding pattern and growth of juvenile yellowtail flounder, limanda ferruginea. Aquaculture, 213: Graeff, A. M.M. Spengler Variação percentual e freqüência de alimento fornecido no desenvolvimento de carpas comum (Cyprinus carpio L.) em fase de alevino. In: Congreso Iberoamericano Virtual de Acuicultura, 1, Anais. Zaragoza: Universitat Politécnica Valenciadad de Zaragoza. p Graeff, A., A. Tomazelli, E.N. Pruner. Año. Variação percentual e freqüência de alimento fornecido no desenvolvimento final de jundiás (rhandia quelen) na fase de pós-larvas. No prelo da REDVET web site Henken, A.M., D.W. Kleingeld, P.A.T. Tijssen The effect or feeding level on apparent digestibility of dietary dry mater, crude protein and gross energy in the African catfish (Clarias gariepinus) Aquaculture, 51:1-11. Hepher, B Nutrition of pond fishes.cambridge University Press, 387p. Hogman, W.J Annulus formation on scales of fours species of Coregonids reared under artificial conditions. Journal Fisheries Research Board Canada, v.25; p Karas, P Seasonal charges in growth and standart metabolic rate of juvenile perch, Perca fluviatilis. Journal Fisheries Biology, v. 37, p Kubitza, F Nutrição e alimentação dos peixes cultivados. 3. ed. Rev. Ampl. Jundiaí:F. Kubitza. 123p. Lee, S.M., U.G. Hwang, S.H. Cho. 2000b. Effects of feeding frequency and dietary moisture content on growth and body composition and gastric evacuation of juvenile Korean rockfish (Sebastes schlegeli). Aquaculture, 187: Lee, S.M., S.H. Cho, D.J. Kim. 2000a. Effects of feeding frequency and dietary energy level on growth and body composition of flounder, Paralichthys olivaceus (Termminck and Schlegel). Aquaculture research, 31: Lopes, R.N.M., J.A. Senhorini, M.C.F. Soares Crescimento e sobrevivência de larvas de matrinchã Brycon cephalus Günther, 1869, (Pieces, characidae) sob diferentes dietas alimentares. B. Téc. CEPTA, Pirassununga, 7: Luchini, L., T. Averdano Primeros resultados de cultivo de un pez de aguas cálidas (Rhamdia sapo) con fines de producción y consumo humano. Rev. Arg. Prod. Anim., 4(5): Lukowicz, M.V Intensive carp (Cyprinus carpio L.) rearing in a farm pond in southern Germany and its effects on water quality. Aquaculture Engineers, v.1, n.2. p Mello, C.B.M., A.G. Bertechini, N.D. de C. Barbosa Freqüência de alimentação e densidade de estocagem do pacu (Piaractus mesopotamicus Holmberg, 1887) na fase de crescimento, criado em sistema de tanque-rede. In: Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, v.48, suplemento 1, p Ordog, V., Z.M.P. Nunes Sensibilidade de peixes a amônia livre. In: Simposio Latino Americano de Aquicultura, 6 e Simposio Brasileiro de Aquicultura, 5, 1988, Florianópolis/SC. Anais Florianópolis:ABRAq. p , Reid, G.K., R.D. Wood Ecology of island waters and estuares. New York: D. Van Nostrand. 485p. Sampath, K Preliminary report on the effects of feeding frequency in Channa striatus. Aquaculture 40: Santos, A.B., D.A. Brandão Estudo da conversão alimentar e sobrevivência em carpas (Cyprinus carpio) tratadas com capim arroz. Rev. Fac. Zootec. Vet. Agro. Uruguaiana, 2/3(1): Steffens, W Princípios fundamentales de la alimentación de los peces. Zaragoza: Acribia. 275 p. Swingle, H.S Relationship of ph of pond waters to ther suitability for fish culture. Fisheries, v. 10, p Tabata, Y.A., M.G. Rigolino, B.C. da Silva Neto. et al Influência de diferentes taxas de arraçoamento no crescimento da truta arco-íris. Boletim do Instituto de Pesca, S. Paulo, v.15, n.1, p Tsevis, N., S. Klaoudatos, A. Conides Food conversion budget in sea bass, Dicentrachus labrax, fingerlings under two different feeding frequency patterns. Aquaculture, 101: Tucker, C.S., E.H. Robinson Feeds and feeding pratices. Channel catfish farming handbook. New York: AVI Book. cap.10, p Vinatea Arana, L Princípios químicos de qualidade da água em aqüicultura: uma revisão para peixes e camarões. Florianópolis: UFSC. 166p. Wang, N., R.S. Hayward, D.B. Noltie Effect of feeding frequency on food consumption, growth, size variation, and feeding pattern of age-0 hybrid sunfish. Aquaculture, 165: Zavala-Camin, L.A Introdução aos estudos sobre a alimentação natural em peixes. Maringá: EDUEM. 129p.

Variação percentual e freqüencia de alimento fornecido no desenvolvimento final de jundiás (Rhamdia quelen) na fase de recria

Variação percentual e freqüencia de alimento fornecido no desenvolvimento final de jundiás (Rhamdia quelen) na fase de recria Archivos Latinoamericanos de Producción Animal (Arch. Latinoam. Prod. Anim.) www.alpa.org.ve/ojs.index/php Variação percentual e freqüencia de alimento fornecido no desenvolvimento final de jundiás (Rhamdia

Leia mais

Influência da freqüência alimentar no desempenho de juvenis de jundiá. Effect of feeding frequency on performance of jundiá juveniles

Influência da freqüência alimentar no desempenho de juvenis de jundiá. Effect of feeding frequency on performance of jundiá juveniles Revista Brasileira de Zootecnia ISSN impresso: 1516-3598 ISSN on-line: 1806-9290 www.sbz.org.br R. Bras. Zootec., v.36, n.4, p.749-753, 2007 Influência da freqüência alimentar no desempenho de juvenis

Leia mais

Palavras-chave: carpa comum; Cyprinus carpio; engorda; triticale

Palavras-chave: carpa comum; Cyprinus carpio; engorda; triticale REDVET Rev. electrón. vet. http://www.veterinaria.org/revistas/redvet -http://revista.veterinaria.org Vol., Nº 07, Julio/200 http://www.veterinaria.org/revistas/redvet/n07070.html Efeito da substituição

Leia mais

ESTUDO DA FREQÜÊNCIA ALIMENTAR DO PIRARUCU, Arapaima gigas (CUVIER, 1829)

ESTUDO DA FREQÜÊNCIA ALIMENTAR DO PIRARUCU, Arapaima gigas (CUVIER, 1829) UNIVERSIDADE DO AMAZONAS Faculdade de Ciências da Saúde Programa de Pós-Graduação em Ciência de Alimentos ESTUDO DA FREQÜÊNCIA ALIMENTAR DO PIRARUCU, Arapaima gigas (CUVIER, 1829) André Lima Gandra Dissertação

Leia mais

Frequency of feeding for fry piaparas Leporinus elongatus

Frequency of feeding for fry piaparas Leporinus elongatus 186 Freqüência de arraçoamento para alevinos de piaparas Leporinus elongatus Micheli Zaminhan 1, Elenice Souza dos Reis², Jakeline Marcela Azambuja de Freitas 2, Aldi Feiden 3, Wilson Rogério Boscolo 4,

Leia mais

MONITORAMENTO NICTIMIRAL DE PARAMETROS NITROGENADOS EM VIVEIRO DE PISCICULTURA NO MODELO MAVIPI DURANTE O INVERNO

MONITORAMENTO NICTIMIRAL DE PARAMETROS NITROGENADOS EM VIVEIRO DE PISCICULTURA NO MODELO MAVIPI DURANTE O INVERNO MONITORAMENTO NICTIMIRAL DE PARAMETROS NITROGENADOS EM VIVEIRO DE PISCICULTURA NO MODELO MAVIPI DURANTE O INVERNO Autores : Josué Rubens Schmoeller¹, Cesar Ademar Hermes² Identificação autores: 1 Bolsista

Leia mais

de Clima Tropical Estação de Piscicultura da Epagri 1 Eng. Agron. CREA MSc. Engenharia Ambiental

de Clima Tropical Estação de Piscicultura da Epagri   1 Eng. Agron. CREA MSc. Engenharia Ambiental 008 Volumen IX Número 8 REDVET Rev. electrón. vet. http://www.veterinaria.org/revistas/redvet Vol. IX, Nº 8 Agosto/008 http://www.veterinaria.org/revistas/redvet/n080808.html Variação percentual e freqüencia

Leia mais

Crescimento de alevinos de jundiá, Rhamdia quelen (Pisces, Pimelodidae), em diferentes concentrações de oxigênio dissolvido

Crescimento de alevinos de jundiá, Rhamdia quelen (Pisces, Pimelodidae), em diferentes concentrações de oxigênio dissolvido Crescimento de alevinos de jundiá, Rhamdia quelen (Pisces, Pimelodidae), em diferentes concentrações de oxigênio dissolvido Giancarlo Maffezzolli 1 e Alex Pires de Oliveira Nuñer 2* 1 Programa de Pós-Graduação

Leia mais

A tabela abaixo demonstra alguns índices de produtividade da espécie: valores sujeitos a alterações dados dezembro de 2008/ Mato Grosso do Sul.

A tabela abaixo demonstra alguns índices de produtividade da espécie: valores sujeitos a alterações dados dezembro de 2008/ Mato Grosso do Sul. O CULTIVO DOS SURUBINS PINTADO E CACHARA 1. PERSPECTIVAS PARA A CRIAÇÃO DOS SURUBINS Os surubins são peixes nobres, conhecidos e valorizados no mercado nacional, por sua carne branca, de sabor suave e

Leia mais

REDVET: 2008, Vol. IX, Nº 12

REDVET: 2008, Vol. IX, Nº 12 REDVET Rev. electrón. vet. http://www.veterinaria.org/revistas/redvet Vol. IX, Nº 12 Diciembre/2008 http://www.veterinaria.org/revistas/redvet/n121208.html Avaliação do jundiá (Rhamdia quelen) em diferentes

Leia mais

Recebido em: 01/09/2013 Aprovado em: 30/10/2013 Publicado em: 18/11/2013

Recebido em: 01/09/2013 Aprovado em: 30/10/2013 Publicado em: 18/11/2013 INFLUÊNCIA DAS DENSIDADES DE ESTOCAGEM NA QUALIDADE DA ÁGUA E NO DESEMPENHO PRODUTIVO DE ALEVINOS DE TILÁPIA (Oreochromis niloticus) CULTIVADOS EM TANQUES-REDE Josevaldo Alves dos Santos 1, Delka de Oliveira

Leia mais

BOAS PRÁTICAS DE MANEJO. Prof. Dr. Dalton José Carneiro

BOAS PRÁTICAS DE MANEJO. Prof. Dr. Dalton José Carneiro BOAS PRÁTICAS DE MANEJO NA ALIMENTAÇÃO DE PEIXES Prof. Dr. Dalton José Carneiro PRINCIPAIS FATORES DETERMINANTES DO DESEMPENHO NUTRICIONAL DAS DIETAS FORMULADAS PARA ORGANISMOS AQUÁTICOS Interdependência

Leia mais

HILTON AMARAL JUNIOR EPAGRI / CEPC SC. CEPC.SC@MATRIX.COM.BR

HILTON AMARAL JUNIOR EPAGRI / CEPC SC. CEPC.SC@MATRIX.COM.BR A piscicultura em sistema integrado. HILTON AMARAL JUNIOR EPAGRI / CEPC SC. CEPC.SC@MATRIX.COM.BR Quando o esterco como qualquer outra matéria orgânica é adicionada a água de viveiros de peixes, parte

Leia mais

Densidade de estocagem de alevinos no cultivo de lambaris

Densidade de estocagem de alevinos no cultivo de lambaris Densidade de estocagem de alevinos no cultivo de lambaris Xister, Renan 1 ; Moreira, Luiz Sérgio 2 ; Ferreira, Mario 3 ; Jatobá, Adolfo 3 1,2,3 IFCatarinense, Araquari/SC INTRODUÇÃO Existem cerca de cem

Leia mais

Rio Doce Piscicultura

Rio Doce Piscicultura Rio Doce Piscicultura (19) 3633 2044 / (19) 3633 8587 / (19) 9 9512 2879 / (19) 9 8961-8180 contatos@riodocepiscicultura.com.br contatos@riodocepeixes.com.br CALAGEM, ADUBAÇÃO E DESINFECÇÃO DE VIVEIROS

Leia mais

Recebendo seus Alevinos

Recebendo seus Alevinos Recebendo seus Alevinos 1. Cuidados contra entrada e saída de peixes no viveiro O primeiro cuidado a ser tomado é a prevenção da entrada de peixes predadores nos viveiros. É possível fazer isso, protegendo

Leia mais

TAXA DE ARRAÇOAMENTO DO Astyanax bimaculatus

TAXA DE ARRAÇOAMENTO DO Astyanax bimaculatus TAXA DE ARRAÇOAMENTO DO Astyanax bimaculatus Cristhian Roberto Hartmann¹, Anderson Sloboda 1, Álvaro Célio Grocholski 1, Luiz Henrique da Silva 2, Moreira, Luiz Sérgio 3, Adolfo JATOBÁ 4. ¹Bolsista 170/2014

Leia mais

TAMBAQUI alimentando com eficiência para reduzir custos

TAMBAQUI alimentando com eficiência para reduzir custos 1 Por: Fernando Kubitza, Ph.D. Acqua Imagem Serviços em Aquicultura fernando@acquaimagem.com.br entre os peixes amazônicos, o tambaqui é a espécie de maior destaque na América Latina, em especial no Brasil.

Leia mais

AVALIAÇÃO DE CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUIMICAS E BIOLÓGICAS DA ÁGUA NO CAMPUS II DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS RESUMO

AVALIAÇÃO DE CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUIMICAS E BIOLÓGICAS DA ÁGUA NO CAMPUS II DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS RESUMO AVALIAÇÃO DE CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUIMICAS E BIOLÓGICAS DA ÁGUA NO CAMPUS II DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Antônio Pasqualetto 1, Fernando Alcântara 2, Flávia de Sousa 2, Carlos Vieira 2, Levi Martins

Leia mais

RELATÓRIO. Curso Química analítica aplicada a aquicultura. Curso Qualidade da água em piscicultura de água doce

RELATÓRIO. Curso Química analítica aplicada a aquicultura. Curso Qualidade da água em piscicultura de água doce Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências Agrárias - Departamento de Aquicultura Florianópolis - Santa Catarina - Brasil Southern Oceans Education and Development Project (Canadian International

Leia mais

Consumo de água em frangos de corte suplementados com bicarbonato de sódio ou cloreto de potássio na ração

Consumo de água em frangos de corte suplementados com bicarbonato de sódio ou cloreto de potássio na ração Sebastião A. Borges et al. 89 Consumo de água em frangos de corte suplementados com bicarbonato de sódio ou cloreto de potássio na ração Sebastião Aparecido Borges (Doutor) Curso de Medicina Veterinária

Leia mais

INFLUÊNCIA DA GELATINA NA EFICÁCIA PROTEICA DA CASEÍNA EM RATOS WISTAR

INFLUÊNCIA DA GELATINA NA EFICÁCIA PROTEICA DA CASEÍNA EM RATOS WISTAR INFLUÊNCIA DA GELATINA NA EFICÁCIA PROTEICA DA CASEÍNA EM RATOS WISTAR Cláudia Cantelli Daud BORDIN 1 ; Maria Margareth Veloso NAVES 2 Palavras-chave: gelatina, caseína, proteína, utilização biológica.

Leia mais

Suplementação de amilase e fitase em dietas a base de milho e farelo de soja e seus efeitos sobre o desempenho de poedeiras leves.

Suplementação de amilase e fitase em dietas a base de milho e farelo de soja e seus efeitos sobre o desempenho de poedeiras leves. Suplementação de amilase e fitase em dietas a base de milho e farelo de soja e seus efeitos sobre o desempenho de poedeiras leves. Tiago Antônio dos SANTOS 1 ; Adriano GERALDO 2 ; Luiz Carlos MACHADO 3

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA AERAÇÃO NOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO AQUÍCOLAS. Kátia Daniele do Nascimento

A IMPORTÂNCIA DA AERAÇÃO NOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO AQUÍCOLAS. Kátia Daniele do Nascimento A IMPORTÂNCIA DA AERAÇÃO NOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO AQUÍCOLAS. Kátia Daniele do Nascimento Universidade Federal de Minas Gerais Limnologia Aplicada à Aquicultura Prof. Ricardo Motta Pinto-Coelho Aquacultura

Leia mais

Desenvolvimento corporal de Jundiás (Rhamdia quelen) alimentados com dietas completas contendo diferentes níveis de energia na fase de engorda

Desenvolvimento corporal de Jundiás (Rhamdia quelen) alimentados com dietas completas contendo diferentes níveis de energia na fase de engorda Comunicación Científica - CIVA 2006 (http://www.civa2006.org), 56-61 Desenvolvimento corporal de Jundiás (Rhamdia quelen) alimentados com dietas completas contendo diferentes níveis de energia na fase

Leia mais

MANEJO ALIMENTAR DE PEIXES

MANEJO ALIMENTAR DE PEIXES MANEJO ALIMENTAR DE PEIXES Paula Adriane Perez Ribeiro 1 Juliana Sampaio Guedes Gomiero 2 Priscila Vieira Rosa Logato 3 1 Introdução Dentre os diversos aspectos relacionados à piscicultura, aqueles envolvidos

Leia mais

Efeito da substituição do milho (Zea mays) pelo uso de farelo de aveia (Avena sativa) na alimentação de carpas comum (Cyprinus carpio l.

Efeito da substituição do milho (Zea mays) pelo uso de farelo de aveia (Avena sativa) na alimentação de carpas comum (Cyprinus carpio l. Archivos Latinoamericanos de Producción Animal (Arch. Latinoam. Prod. Anim.). ISSN 1022-1301. Asociación Latinoamericana de Producción Animal. Vol 15, número 2: 39-44. 2007. www.alpa.org.ve/ojs.index/php

Leia mais

REPRODUÇÃO INDUZIDA DE PACU (PIARACTUS MESOPOTAMICUS) COM O USO DE DIFERENTES HORMÔNIOS COMERCIAIS

REPRODUÇÃO INDUZIDA DE PACU (PIARACTUS MESOPOTAMICUS) COM O USO DE DIFERENTES HORMÔNIOS COMERCIAIS REPRODUÇÃO INDUZIDA DE PACU (PIARACTUS MESOPOTAMICUS) COM O USO DE DIFERENTES HORMÔNIOS COMERCIAIS Vander Bruno dos Santos Zootecnista, Dr. PqC do Pólo Regional Alta Sorocabana/APTA vander@apta.sp.gov.br

Leia mais

De uma fazenda para outra, há uma grande variação nas taxas de produção de bagres. www.outdooralabama.com

De uma fazenda para outra, há uma grande variação nas taxas de produção de bagres. www.outdooralabama.com De uma fazenda para outra, há uma grande variação nas taxas de produção de bagres. www.outdooralabama.com Para aumentar a produtividade e os lucros, no caso dos tanques escavados, não é necessário aumentar

Leia mais

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em: <http://www.pubvet.com.br/texto.php?id=430>.

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em: <http://www.pubvet.com.br/texto.php?id=430>. PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em: . Uso de corretivos em tanques de piscicultura Fernanda Mara Cunha Freitas 1, Cássio Roberto

Leia mais

Eficiência da Terra de Diatomácea no Controle do Caruncho do Feijão Acanthoscelides obtectus e o Efeito na Germinação do Feijão

Eficiência da Terra de Diatomácea no Controle do Caruncho do Feijão Acanthoscelides obtectus e o Efeito na Germinação do Feijão Eficiência da Terra de Diatomácea no Controle do Caruncho do Feijão Acanthoscelides obtectus e o Efeito na Germinação do Feijão The Efficiency of Diatomaceous Earth in Control of Bean Weevil Acanthoscelides

Leia mais

MANEJO DO CICLO DO ph PARA MANTER A SAÚDE ANIMAL SUMÁRIO:

MANEJO DO CICLO DO ph PARA MANTER A SAÚDE ANIMAL SUMÁRIO: MANEJO DO CICLO DO ph PARA MANTER A SAÚDE ANIMAL Por Claude E. Boyd, Ph.D. Department of Fisheries and Allied Aquacultures Alburn University Alburn, Alabama 36849 USA Artigo publicado na Revista Advocate

Leia mais

Adilson Reidel 1, Elizabeth Romagosa 2, Aldi Feiden 3, Wilson Rogério Boscolo 4, Arcângelo Augusto Signor 5, Fabio Bitencourt 6

Adilson Reidel 1, Elizabeth Romagosa 2, Aldi Feiden 3, Wilson Rogério Boscolo 4, Arcângelo Augusto Signor 5, Fabio Bitencourt 6 Rendimento corporal do jundiá (Rhamdia quelen), cultivados em tanques-rede no reservatório de Itaipu, alimentados com rações contendo diferentes níveis de proteína bruta Adilson Reidel 1, Elizabeth Romagosa

Leia mais

Daniel Latorraca Ferreira Gestor de projetos do IMEA-

Daniel Latorraca Ferreira Gestor de projetos do IMEA- Daniel Latorraca Ferreira Gestor de projetos do IMEA- Índice Sobre o diagnóstico Aspectos sociais e produtivos Aspectos econômicos e mercadológicos Mercado consumidor Análise estratégica Sobre o diagnóstico

Leia mais

QUALIDADE DA RAÇÃO E MANEJO ALIMENTAR NA SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA E AMBIENTAL EM EMPREENDIMENTOS AQUÍCOLAS

QUALIDADE DA RAÇÃO E MANEJO ALIMENTAR NA SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA E AMBIENTAL EM EMPREENDIMENTOS AQUÍCOLAS QUALIDADE DA RAÇÃO E MANEJO ALIMENTAR NA SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA E AMBIENTAL EM EMPREENDIMENTOS AQUÍCOLAS Eduardo Gianini Abimorad Dr., PqC do Polo Regional Noroeste Paulista/APTA abimorad@apta.sp.gov.br

Leia mais

EVOLUÇÃO DO TRANSPORTE DE SEDIMENTOS DO RIO PARAGUAI SUPERIOR EVOLUÇÃO DO TRANSPORTE DE SEDIMENTOS DO RIO PARAGUAI SUPERIOR

EVOLUÇÃO DO TRANSPORTE DE SEDIMENTOS DO RIO PARAGUAI SUPERIOR EVOLUÇÃO DO TRANSPORTE DE SEDIMENTOS DO RIO PARAGUAI SUPERIOR EVOLUÇÃO DO TRANSPORTE DE SEDIMENTOS DO RIO PARAGUAI Grizio-orita, E.V. 1 ; Souza Filho, E.E. 2 ; 1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA Email:edineia_grizio@hotmail.com; 2 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

Leia mais

Biologia Floral do Meloeiro no Ceará: Emissão, Duração e Relação Flores Masculinas / Hermafroditas.

Biologia Floral do Meloeiro no Ceará: Emissão, Duração e Relação Flores Masculinas / Hermafroditas. Biologia Floral do Meloeiro no Ceará: Emissão, Duração e Relação Flores Masculinas / Hermafroditas. João R. Crisóstomo 1 ; Lorna F. Falcão 2 ; Fernando A. S. de Aragão 3 ; Jalmi G. Freitas 4 ; Jefté F.

Leia mais

EFEITO DA DENSIDADE DE ESTOCAGEM E A RESPOSTA DE ESTRESSE NO POLICULTIVO DE JUNDIÁ (Rhamdia quelen) E CARPA HÚNGARA (Cyprinus carpio)

EFEITO DA DENSIDADE DE ESTOCAGEM E A RESPOSTA DE ESTRESSE NO POLICULTIVO DE JUNDIÁ (Rhamdia quelen) E CARPA HÚNGARA (Cyprinus carpio) EFEITO DA DENSIDADE DE ESTOCAGEM E A RESPOSTA DE ESTRESSE NO POLICULTIVO DE JUNDIÁ (Rhamdia quelen) E CARPA HÚNGARA (Cyprinus carpio) THE EFFECT OF STOCKING DENSITY AND STRESS RESPONSE IN POLYCULTURE OF

Leia mais

CURSO INTERNACIONAL SOBRE CULTIVO DE CAMARÕES PROJETO SOED SOUTHERN OCEAN EDUCATION AND DEVELOPMENT RELATÓRIO FINAL

CURSO INTERNACIONAL SOBRE CULTIVO DE CAMARÕES PROJETO SOED SOUTHERN OCEAN EDUCATION AND DEVELOPMENT RELATÓRIO FINAL CURSO INTERNACIONAL SOBRE CULTIVO DE CAMARÕES PROJETO SOED SOUTHERN OCEAN EDUCATION AND DEVELOPMENT RELATÓRIO FINAL Coord. : Prof. Edemar Roberto Andreatta - UFSC Francisco de Oliveira Neto - EPAGRI Florianópolis

Leia mais

Aeração e Aquicultura - Ar Difuso Peixes e Camarões

Aeração e Aquicultura - Ar Difuso Peixes e Camarões SNatural Ambiente Aeração e Aquicultura - Ar Difuso Peixes e Camarões Apostila 3: Aeração em Viveiros de Camarões e Peixes Aeração de Tanques pequenos em Série Apostila 1: Teoria de Aeração Apostila 2:

Leia mais

Palavras-chaves: Alimento artificial, larva, Leporinus, larvicultura

Palavras-chaves: Alimento artificial, larva, Leporinus, larvicultura SUBSTITUIÇÃO PARCIAL DE LEVEDURA DE CANA POR FARELO DE SOJA NA ALIMENTAÇÃO DE LARVAS DE PIAVUÇU Leporinus macrocephalus JOÃO RADÜNZ NETO', JOSÉ FERNANDO BIBIANO MELO', CARLOS GUILHERME TROMBETTA 3 e TANISE

Leia mais

Palavras-Chave: Adubação nitrogenada, massa fresca, área foliar. Nitrogen in Cotton

Palavras-Chave: Adubação nitrogenada, massa fresca, área foliar. Nitrogen in Cotton 64 Nitrogênio na cultura do Algodão Helton Aparecido Rosa 1, Reginaldo Ferreira Santos 1, Maycon Daniel Vieira 1, Onóbio Vicente Werner 1, Josefa Moreno Delai 1, Marines Rute de Oliveira 1 1 Universidade

Leia mais

A piscicultura do Clube Agrícola Santa Ana foi uma das pisciculturas comunitárias integrantes do projeto Ver-o-Peixe. No

A piscicultura do Clube Agrícola Santa Ana foi uma das pisciculturas comunitárias integrantes do projeto Ver-o-Peixe. No \ Ver-o-peixe é o nome de um projeto de desenvolvimento da piscicultura familiar realizado em parceria entre agricultores, pesquisadores e técnicos da extensão rural para criação de peixes nos sistemas

Leia mais

INFORMAÇÕES BÁSICAS. Equipe executora: Coordenador: Alina Stadnik Komarcheuski. Integrante 1: Gislaine Cristina Bill Kaelle

INFORMAÇÕES BÁSICAS. Equipe executora: Coordenador: Alina Stadnik Komarcheuski. Integrante 1: Gislaine Cristina Bill Kaelle INFORMAÇÕES BÁSICAS Título do projeto: Nutrilápia - Elaboração de um Software de formulação de ração destinado à Tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus). Equipe executora: Coordenador: Alina Stadnik Komarcheuski

Leia mais

QUALIDADE FÍSICA DE OVOS INCUBÁVEIS DE CODORNAS JAPONESAS (Cortunix coturnix japonica) SUBMETIDOS A DIFERENTES PERIODOS E TEMPERATURAS DE ESTOCAGEM

QUALIDADE FÍSICA DE OVOS INCUBÁVEIS DE CODORNAS JAPONESAS (Cortunix coturnix japonica) SUBMETIDOS A DIFERENTES PERIODOS E TEMPERATURAS DE ESTOCAGEM QUALIDADE FÍSICA DE OVOS INCUBÁVEIS DE CODORNAS JAPONESAS (Cortunix coturnix japonica) SUBMETIDOS A DIFERENTES PERIODOS E TEMPERATURAS DE ESTOCAGEM Renato Lima CÉZAR¹; Nadja Susana Mogyca LEANDRO²,Marcos

Leia mais

EVAPORAÇÃO EM TANQUE DE CIMENTO AMIANTO

EVAPORAÇÃO EM TANQUE DE CIMENTO AMIANTO EVAPORAÇÃO EM TANQUE DE CIMENTO AMIANTO GERTRUDES MACARIO DE OLIVEIRA 1, MÁRIO DE MIRANDA VILAS BOAS RAMOS LEITÃO, ANDREIA CERQUEIRA DE ALMEIDA 3, REGIANE DE CARVALHO BISPO 1 Doutora em Recursos Naturais,

Leia mais

Nutrição e Alimentação de Tilápias - Parte 2 - Final

Nutrição e Alimentação de Tilápias - Parte 2 - Final Nutrição e Alimentação de Tilápias - Parte 2 - Final Por: Fernando Kubtiza, Ph.D. - Consultoria e Treinamento em Aqüicultura Devido a sua extensão, o texto Nutrição e alimentação foi dividido em duas partes.

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE UMA SEMEADORA-ADUBADORA DE PLANTIO DIRETO NA CULTURA DA SOJA

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE UMA SEMEADORA-ADUBADORA DE PLANTIO DIRETO NA CULTURA DA SOJA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE UMA SEMEADORA-ADUBADORA DE PLANTIO DIRETO NA CULTURA DA SOJA Jorge Ricardo Moura 3 ; Elton Fialho dos Reis 1,4 ; João Paulo Arantes Rodrigues da Cunha 2,4 ; 1 Pesquisador Orientador

Leia mais

PARÂMETROS DIRETO CONVENCIONAL DIRETO CONVENCIONAL. Ep 6 Ep 7 Ep 8 Ep 6 Ep 7 Ep 8 Ep6 Ep7 Ep8 Ep6 Ep7 Ep8

PARÂMETROS DIRETO CONVENCIONAL DIRETO CONVENCIONAL. Ep 6 Ep 7 Ep 8 Ep 6 Ep 7 Ep 8 Ep6 Ep7 Ep8 Ep6 Ep7 Ep8 EFEITO DO PISOTEIO ANIMAL, NO TERCEIRO ANO CONSECUTIVO, SOBRE ALGUMAS PROPRIEDADES FÍSICAS DO SOLO E PRODUTIVIDADE DO MILHO EM SOLO SOB PLANTIO DIRETO E CONVENCIONAL. Carlos Alberto Scapini, Madalena Boeni,

Leia mais

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE E VALOR NUTRICIONAL DE ÓLEOS E GORDURAS

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE E VALOR NUTRICIONAL DE ÓLEOS E GORDURAS Data: Agosto/2003 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE E VALOR NUTRICIONAL DE ÓLEOS E GORDURAS Óleos e gorduras são constituintes naturais dos ingredientes grãos usados nas formulações de rações para animais. Podem

Leia mais

Resumo. Abstract. Engenheiro de Pesca, Doutorando do Centro de Aqüicultura da UNESP CAUNESP, Jaboticabal-SP. E-mail: bruno_bes@ yahoo.com.

Resumo. Abstract. Engenheiro de Pesca, Doutorando do Centro de Aqüicultura da UNESP CAUNESP, Jaboticabal-SP. E-mail: bruno_bes@ yahoo.com. artigos / articles Policultivo do camarão de água doce Macrobrachium amazonicum (Heller, 1862) com a Tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus) alimentadas com rações peletizada e farelada Polyculture of

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA DA ABSORÇÃO DE ÁGUA EM SEMENTES DE FEIJÃO DURANTE O PROCESSAMENTO DE ENLATADOS.

MODELAGEM MATEMÁTICA DA ABSORÇÃO DE ÁGUA EM SEMENTES DE FEIJÃO DURANTE O PROCESSAMENTO DE ENLATADOS. MODELAGEM MATEMÁTICA DA ABSORÇÃO DE ÁGUA EM SEMENTES DE FEIJÃO DURANTE O PROCESSAMENTO DE ENLATADOS. Lorena Brito Miranda 1 ; Glêndara Aparecida de Souza Martins 2 ; Warley Gramacho da Silva 3 1 Aluno

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA A IMPORTÂNCIA DO BEM-ESTAR NA PISCICULTURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA A IMPORTÂNCIA DO BEM-ESTAR NA PISCICULTURA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA A IMPORTÂNCIA DO BEM-ESTAR NA PISCICULTURA Graduanda em Zootecnia: Adriane A. Iwamoto Botucatu, Setembro

Leia mais

Ciência Rural ISSN: 0103-8478 cienciarural@mail.ufsm.br Universidade Federal de Santa Maria Brasil

Ciência Rural ISSN: 0103-8478 cienciarural@mail.ufsm.br Universidade Federal de Santa Maria Brasil Ciência Rural ISSN: 0103-8478 cienciarural@mail.ufsm.br Universidade Federal de Santa Maria Brasil Pedreira Mouriño, José Luiz; Verardino De Stéfani, Marta Avaliação de métodos de coleta de fezes para

Leia mais

O PROBLEMA DO BAIXO NÚMERO DE REPETIÇÕES EM EXPERIMENTOS DE COMPETIÇÃO DE CULTIVARES

O PROBLEMA DO BAIXO NÚMERO DE REPETIÇÕES EM EXPERIMENTOS DE COMPETIÇÃO DE CULTIVARES O PROBLEMA DO BAIXO NÚMERO DE REPETIÇÕES EM EXPERIMENTOS DE COMPETIÇÃO DE CULTIVARES Cristiano Nunes Nesi 1, Antônio Lourenço Guidoni 2 Cleber Bringhenti 1 INTRODUÇÃO Uma questão importante a ser definida

Leia mais

COMPORTAMENTO DE HÍBRIDOS EXPERIMENTAIS DE MILHO EM CONDIÇÕES DE ESTRESSES DE SECA

COMPORTAMENTO DE HÍBRIDOS EXPERIMENTAIS DE MILHO EM CONDIÇÕES DE ESTRESSES DE SECA COMPORTAMENTO DE HÍBRIDOS EXPERIMENTAIS DE MILHO EM CONDIÇÕES DE ESTRESSES DE SECA Marco Antônio Ferreira Varanda 1 ; Aurélio Vaz de Melo 2 ; Rubens Ribeiro da Silva³ 1 Aluno do Curso de Agronomia; Campus

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO LODO DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO PARA ADUBAÇÃO DO AÇAÍ (Euterpe oleracea)

UTILIZAÇÃO DO LODO DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO PARA ADUBAÇÃO DO AÇAÍ (Euterpe oleracea) Fertilidade di Solo e Nutrição de Plantas UTILIZAÇÃO DO LODO DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO PARA ADUBAÇÃO DO AÇAÍ (Euterpe oleracea) Aureliano Nogueira da Costa 1, Adelaide de Fátima Santana da Costa

Leia mais

Organismos, fatores limitantes e nicho ecológico

Organismos, fatores limitantes e nicho ecológico Texto Base: Aula 25 Organismos, fatores limitantes e nicho ecológico Autor: Ana Lúcia Brandimarte Ecologia: significado e escopo As aulas finais de Biologia Geral serão dedicadas ao estudo da Ecologia,

Leia mais

Produção de alevinos de Jundiá (Rhamdia quelen)

Produção de alevinos de Jundiá (Rhamdia quelen) Boletim técnico... Produção de alevinos de Jundiá (Rhamdia quelen) Alvaro Graeff Clóvis Agostinho Segalin Evaldo Nazareno Pruner Hilton Amaral Junior 1. APRESENTAÇÃO... 2. INTRODUÇÃO... 3. JUNDIÁ (Rhamdia

Leia mais

Fatores que influenciam no desempenho e sobrevivência de tilápias em sistema de tanques-rede

Fatores que influenciam no desempenho e sobrevivência de tilápias em sistema de tanques-rede Fatores que influenciam no desempenho e sobrevivência de tilápias em sistema de tanques-rede Revista Eletrônica Vol. 13, Nº 01, jan/fev de 2016 ISSN: 1983-9006 www.nutritime.com.br A Revista Eletrônica

Leia mais

EFEITO DA UTILIZAÇÃO DE PRÓBIÓTICOS EM DIETAS PARA BOVINOS NELORE TERMINADOS EM CONFINAMENTO INTRODUÇÃO

EFEITO DA UTILIZAÇÃO DE PRÓBIÓTICOS EM DIETAS PARA BOVINOS NELORE TERMINADOS EM CONFINAMENTO INTRODUÇÃO EFEITO DA UTILIZAÇÃO DE PRÓBIÓTICOS EM DIETAS PARA BOVINOS NELORE TERMINADOS EM CONFINAMENTO INTRODUÇÃO Aditivos alimentares são utilizados em dietas para bovinos de corte em confinamento com o objetivo

Leia mais

TENDÊNCIA DE MUDANÇAS DA TEMPERATURA EM IGUATU, CEARÁ 1

TENDÊNCIA DE MUDANÇAS DA TEMPERATURA EM IGUATU, CEARÁ 1 TENDÊNCIA DE MUDANÇAS DA TEMPERATURA EM IGUATU, CEARÁ 1 ELIAKIM M. ARAÚJO 2, JOAQUIM B. DE OLIVEIRA 3, ITALO N. SILVA 4, EDMILSON G. CAVALCANTE JÚNIOR 4, BRUNO M. DE ALMEIDA 4 1 Parte do TCC do primeiro

Leia mais

Influência do sexo no desempenho de lambari prata (Astyanax scabripinnis, Jenyns, 1842)

Influência do sexo no desempenho de lambari prata (Astyanax scabripinnis, Jenyns, 1842) Zootecnia Trop., 21(4):359-369. 2003 Influência do sexo no desempenho de lambari prata (Astyanax scabripinnis, Jenyns, 1842) Rodrigo Diana Navarro 1 ; Oswaldo Pinto Ribeiro Filho 2* ; Rodrigo Da Silva

Leia mais

Influência do armazenamento na durabilidade pós-colheita de helicônia Kessyana Pereira Leite, Paula Guimarães Pinheiro de Araújo, Andreza Santos da

Influência do armazenamento na durabilidade pós-colheita de helicônia Kessyana Pereira Leite, Paula Guimarães Pinheiro de Araújo, Andreza Santos da Influência do armazenamento na durabilidade pós-colheita de helicônia Kessyana Pereira Leite, Paula Guimarães Pinheiro de Araújo, Andreza Santos da Costa e Vivian Loges Introdução Um dos critérios para

Leia mais

Influência de diferentes fontes lipídicas na larvicultura de jundiá Rhamdia voulezi

Influência de diferentes fontes lipídicas na larvicultura de jundiá Rhamdia voulezi 130 Influência de diferentes fontes lipídicas na larvicultura de jundiá Rhamdia voulezi Joana Karin Finkler 1, Odair Diemer 1, Jakeline Marcela Azambuja de Freitas 2, Micheli Zaminhan 1, Aldi Feiden 1

Leia mais

INFLUÊNCIA DO LANÇAMENTO DE ESGOTO ORGÂNICO NAS CARACTERÍSTICAS LIMNOLÓGICAS DE CÓRREGOS AFLUENTES DO RIO CAMANDOCAIA, AMPARO/SP ETAPA II

INFLUÊNCIA DO LANÇAMENTO DE ESGOTO ORGÂNICO NAS CARACTERÍSTICAS LIMNOLÓGICAS DE CÓRREGOS AFLUENTES DO RIO CAMANDOCAIA, AMPARO/SP ETAPA II INFLUÊNCIA DO LANÇAMENTO DE ESGOTO ORGÂNICO NAS CARACTERÍSTICAS LIMNOLÓGICAS DE CÓRREGOS AFLUENTES DO RIO CAMANDOCAIA, AMPARO/SP ETAPA II CAMILA FAIONATO FRANCO¹, EMÍLIO CARLOS NARDINI², BASÍLIO GOMES

Leia mais

Manejo Prático Aplicado a Piscicultura de Água Doce

Manejo Prático Aplicado a Piscicultura de Água Doce Universidade Federal Rural de Pernambuco Departamento de Zootecnia Programa de Educação Tutorial (PET/MEC/SESu) Manejo Prático Aplicado a Piscicultura de Água Doce Ministrante: Xélen Faria Wambach Zootecnista

Leia mais

PROJETO SOED. Relatório do primeiro ano de formação na UFSC. Genyess R.A.S.Vieira. (Março - Dezembro de 2011)

PROJETO SOED. Relatório do primeiro ano de formação na UFSC. Genyess R.A.S.Vieira. (Março - Dezembro de 2011) PROJETO SOED Relatório do primeiro ano de formação na UFSC Genyess R.A.S.Vieira (Março - Dezembro de 2011) Florianópolis, 2012 A cidade de Florianópolis, é a cidade capital do estado Santa Catarina, localizado

Leia mais

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em: <http://www.pubvet.com.br/texto.php?id=429>.

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em: <http://www.pubvet.com.br/texto.php?id=429>. PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em: . Alimentação suplementar de peixes onívoros com frutíferas Cássio Roberto Silva Noronha

Leia mais

Avaliação da influência de coberturas mortas sobre o desenvolvimento da cultura da alface na região de Fernandópolis- SP.

Avaliação da influência de coberturas mortas sobre o desenvolvimento da cultura da alface na região de Fernandópolis- SP. Avaliação da influência de coberturas mortas sobre o desenvolvimento da cultura da alface na região de Fernandópolis- SP. Roberto Andreani Junior 1 Pedro Galbiati Neto 1 UNICASTELO-Faculdade de Ciências

Leia mais

Tilápia Oportunidade para pequenos e grandes Realidade e Perspectivas

Tilápia Oportunidade para pequenos e grandes Realidade e Perspectivas Tilápia Oportunidade para pequenos e grandes Realidade e Perspectivas Ricardo Neukirchner Presidente da ABCT Ass. Brasileira dos Criadores de Tilápia Sócio-Diretor Piscicultura Aquabel Ltda Sócio-Diretor

Leia mais

INFLUÊNCIA DE FASES EXTREMAS DA OSCILAÇÃO SUL SOBRE A INTENSIDADE E FREQUÊNCIA DAS CHUVAS NO SUL DO BRASIL

INFLUÊNCIA DE FASES EXTREMAS DA OSCILAÇÃO SUL SOBRE A INTENSIDADE E FREQUÊNCIA DAS CHUVAS NO SUL DO BRASIL INFLUÊNCIA DE FASES EXTREMAS DA OSCILAÇÃO SUL SOBRE A INTENSIDADE E FREQUÊNCIA DAS CHUVAS NO SUL DO BRASIL Alice M. Grimm Grupo de Meteorologia - Departamento de Física - Universidade Federal do Paraná

Leia mais

Rio Doce Piscicultura

Rio Doce Piscicultura Rio Doce Piscicultura (19) 3633 2044 / (19) 3633 8587 / (19) 9 9512 2879 / (19) 9 8961-8180 contatos@riodocepiscicultura.com.br contatos@riodocepeixes.com.br Orientações para Arraçoamento (Ração) O consumo

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE MANEJO E SUPLEMENTAÇÃO DO PASTO SOBRE CARACTERÍSTICAS DO DOSSEL E DESEMPENHO BIOECONOMICO DE BOVINOS EM RECRIA NA SECA

ESTRATÉGIAS DE MANEJO E SUPLEMENTAÇÃO DO PASTO SOBRE CARACTERÍSTICAS DO DOSSEL E DESEMPENHO BIOECONOMICO DE BOVINOS EM RECRIA NA SECA ESTRATÉGIAS DE MANEJO E SUPLEMENTAÇÃO DO PASTO SOBRE CARACTERÍSTICAS DO DOSSEL E DESEMPENHO BIOECONOMICO DE BOVINOS EM RECRIA NA SECA Carlos Alberto Vicente Soares 1 ; Regis Luis Missio 2 1 Aluno do Curso

Leia mais

Congresso Brasileiro de Processamento mínimo e Pós-colheita de frutas, flores e hortaliças

Congresso Brasileiro de Processamento mínimo e Pós-colheita de frutas, flores e hortaliças 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 Efeito da reidratação na coloração da salsinha. Zeuxis R. Evangelista 1 ; Kari K. S. Araújo 1, Carolina C. Sena

Leia mais

PqC. Dr. João Donato Scorvo Filho MsC. Célia Maria Dória Frascá-Scorvo

PqC. Dr. João Donato Scorvo Filho MsC. Célia Maria Dória Frascá-Scorvo Viabilidade Econômica da Piscicultura. Piscicultura. PqC. Dr. João Donato Scorvo Filho MsC. Célia Maria Dória Frascá-Scorvo A novo agronegócio no Brasil O novo agronegócio exige profissionalização do produtor

Leia mais

FERTILIDADE E MATÉRIA ORGÂNICA DO SOLO EM DIFERENTES SISTEMAS DE MANEJO DO SOLO

FERTILIDADE E MATÉRIA ORGÂNICA DO SOLO EM DIFERENTES SISTEMAS DE MANEJO DO SOLO FERTILIDADE E MATÉRIA ORGÂNICA DO SOLO EM DIFERENTES SISTEMAS DE MANEJO DO SOLO Henrique Pereira dos Santos 1, Renato Serena Fontaneli 1, Anderson Santi 1, Ana Maria Vargas 2 e Amauri Colet Verdi 2 1 Pesquisador,

Leia mais

PRODUÇÃO DE MUDAS PRÉ BROTADAS (MPB) DE CANA-DE-AÇUCAR EM DIFERENTE ESTRATÉGIAS DE IRRIGAÇÃO

PRODUÇÃO DE MUDAS PRÉ BROTADAS (MPB) DE CANA-DE-AÇUCAR EM DIFERENTE ESTRATÉGIAS DE IRRIGAÇÃO PRODUÇÃO DE MUDAS PRÉ BROTADAS (MPB) DE CANA-DE-AÇUCAR EM DIFERENTE ESTRATÉGIAS DE IRRIGAÇÃO L. G. Silva 1 ; E. F. Fraga Júnior 2 ; R. A. Santos 3 RESUMO: O Brasil é o maior produtor mundial de cana-de-açúcar,

Leia mais

DESEMPENHO DE MUDAS CHRYSOPOGON ZIZANIOIDES (VETIVER) EM SUBSTRATO DE ESTÉRIL E DE REJEITO DA MINERAÇÃO DE MINÉRIO DE FERRO

DESEMPENHO DE MUDAS CHRYSOPOGON ZIZANIOIDES (VETIVER) EM SUBSTRATO DE ESTÉRIL E DE REJEITO DA MINERAÇÃO DE MINÉRIO DE FERRO Belo Horizonte/MG 24 a 27/11/2014 DESEMPENHO DE MUDAS CHRYSOPOGON ZIZANIOIDES (VETIVER) EM SUBSTRATO DE ESTÉRIL E DE REJEITO DA MINERAÇÃO DE MINÉRIO DE FERRO Igor Fernandes de Abreu (*), Giovane César

Leia mais

Manual de qualidade da água para aquicultura

Manual de qualidade da água para aquicultura Manual de qualidade da água para aquicultura KT / KP ALFAKIT PRESERVE PRESERVE Alfakit Ltda Rua João Sampaio da Silva, 128 Capoeiras Florianópolis/SC 88090820 Fone (48) 30292300 vendas@alfakit.ind.br www.alfakit.ind.br

Leia mais

INCUBAÇÃO ARTIFICIAL. Alexandre Pires Rosa. alexandreprosa@smail.ufsm.br. Elenice Zucuni Franco. elenicefranco@mail.ufsm.br

INCUBAÇÃO ARTIFICIAL. Alexandre Pires Rosa. alexandreprosa@smail.ufsm.br. Elenice Zucuni Franco. elenicefranco@mail.ufsm.br INCUBAÇÃO ARTIFICIAL alexandreprosa@smail.ufsm.br Elenice Zucuni Franco elenicefranco@mail.ufsm.br QUALIDADE DA CASCA Segurança Considerações iniciais CUIDADOS NA INCUBAÇÃO ARTIFICIAL NA ARMAZENAGEM Posição:

Leia mais

Palavras chave: pós-larva, alevino, jundiá, nutrição, rhamdia quelen

Palavras chave: pós-larva, alevino, jundiá, nutrição, rhamdia quelen REDVET Rev. electrón. vet. http://www.veterinaria.org/revistas/redvet - http://revista.veterinaria.org Vol. 10, Nº 4, Abril/2009 http://www.veterinaria.org/revistas/redvet/n040409.html Desenvolvimento

Leia mais

MANEJO E MANUTENÇÃO DE NOVA ESPÉCIE DE DENDROBATIDAE (AMPHIBIA: ANURA) NO ZOOPARQUE ITATIBA: UM MODELO PARA CONSERVAÇÃO EX- SITU

MANEJO E MANUTENÇÃO DE NOVA ESPÉCIE DE DENDROBATIDAE (AMPHIBIA: ANURA) NO ZOOPARQUE ITATIBA: UM MODELO PARA CONSERVAÇÃO EX- SITU MANEJO E MANUTENÇÃO DE NOVA ESPÉCIE DE DENDROBATIDAE (AMPHIBIA: ANURA) NO ZOOPARQUE ITATIBA: UM MODELO PARA CONSERVAÇÃO EX- SITU Felipe Garcia de Camargo¹ ¹ Zooparque Itatiba, Rodovia Dom Pedro I, Km 95,5.

Leia mais

Farm. Aquacultura Offshore

Farm. Aquacultura Offshore Farm Aquacultura Offshore FARM Aquacultura Offshore 3 ÍNDICE LONGLINE ENVIRONMENT 3 FARM AQUACULTURE RESOURCE MANAGEMENT 3 FARM APLICADO 4 DESCRIPÇÃO DE FARM 5 DADOS DO CENTRO DE CULTIVO 7 CIÊNCIA 8 CONTACTOS

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Centro de Aquicultura - Setor de Carcinicultura Responsável: Prof. Dr. Wagner Cotroni Valenti

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Centro de Aquicultura - Setor de Carcinicultura Responsável: Prof. Dr. Wagner Cotroni Valenti UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Centro de Aquicultura - Setor de Carcinicultura Responsável: Prof. Dr. Wagner Cotroni Valenti PREPARAÇÃO DO FUNDO, ADUBAÇÃO, CALAGEM E MANEJO DO FLUXO DE ÁGUA DOS VIVEIROS

Leia mais

QUÍMICA CELULAR NUTRIÇÃO TIPOS DE NUTRIENTES NUTRIENTES ENERGÉTICOS 4/3/2011 FUNDAMENTOS QUÍMICOS DA VIDA

QUÍMICA CELULAR NUTRIÇÃO TIPOS DE NUTRIENTES NUTRIENTES ENERGÉTICOS 4/3/2011 FUNDAMENTOS QUÍMICOS DA VIDA NUTRIÇÃO QUÍMICA CELULAR PROFESSOR CLERSON CLERSONC@HOTMAIL.COM CIESC MADRE CLÉLIA CONCEITO CONJUNTO DE PROCESSOS INGESTÃO, DIGESTÃO E ABSORÇÃO SUBSTÂNCIAS ÚTEIS AO ORGANISMO ESPÉCIE HUMANA: DIGESTÃO ONÍVORA

Leia mais

USO DE CONCENTRADOS PARA VACAS LEITEIRAS

USO DE CONCENTRADOS PARA VACAS LEITEIRAS USO DE CONCENTRADOS PARA VACAS LEITEIRAS Ivan Pedro de O. Gomes, Med.Vet., D.Sc. Professor do Departamento de Zootecnia CAV/UDESC. e-mail: a2ipog@cav.udesc.br A alimentação constitui-se no principal componente

Leia mais

Atenção no manejo dos peixes na saída do inverno Por: Fernando Kubitza, Ph.D. Acqua & Imagem - Jundiaí-SP fernando@acquaimagem.com.

Atenção no manejo dos peixes na saída do inverno Por: Fernando Kubitza, Ph.D. Acqua & Imagem - Jundiaí-SP fernando@acquaimagem.com. Atenção no manejo dos peixes na saída do inverno Por: Fernando Kubitza, Ph.D. Acqua & Imagem - Jundiaí-SP fernando@acquaimagem.com.br E stamos chegando ao final do inverno nas regiões sul e sudeste, que

Leia mais

CALAGEM, GESSAGEM E AO MANEJO DA ADUBAÇÃO (SAFRAS 2011 E

CALAGEM, GESSAGEM E AO MANEJO DA ADUBAÇÃO (SAFRAS 2011 E RESPOSTA DE MILHO SAFRINHA CONSORCIADO COM Brachiaria ruziziensis À CALAGEM, GESSAGEM E AO MANEJO DA ADUBAÇÃO (SAFRAS 2011 E 2012) Carlos Hissao Kurihara, Bruno Patrício Tsujigushi (2), João Vitor de Souza

Leia mais

fmvz-unesp FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - BOTUCATU Curso de Pós-Graduação em Zootecnia Nutrição e Produção Animal

fmvz-unesp FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - BOTUCATU Curso de Pós-Graduação em Zootecnia Nutrição e Produção Animal fmvz-unesp FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - BOTUCATU Curso de Pós-Graduação em Zootecnia Nutrição e Produção Animal SISTEMA DE PRODUÇÃO X QUALIDADE DA CARNE OVINA Raquel Abdallah da Rocha

Leia mais

CORRELAÇÃO ENTRE OS VALORES DE DBO E DQO NO AFLUENTE E EFLUENTE DE DUAS ETEs DA CIDADE DE ARARAQUARA

CORRELAÇÃO ENTRE OS VALORES DE DBO E DQO NO AFLUENTE E EFLUENTE DE DUAS ETEs DA CIDADE DE ARARAQUARA CORRELAÇÃO ENTRE OS VALORES DE DBO E DQO NO AFLUENTE E EFLUENTE DE DUAS ETEs DA CIDADE DE ARARAQUARA Paulo Sergio Scalize (1) Biomédico formado pela Faculdade Barão de Mauá. Graduando em Engenharia Civil

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CÂMPUS DE JABOTICABAL FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS. Departamento de Patologia Veterinária

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CÂMPUS DE JABOTICABAL FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS. Departamento de Patologia Veterinária CÂMPUS DE JABOTIBAL RELATÓRIO TÉCNICO I IDENTIFIÇÃO DO PROJETO A Título: Avaliação do desempenho de suínos suplementados com DBI Probiótico, fabricado por IMEVE Indústria de Medicamentos Veterinários Ltda,

Leia mais

Introdução. Material e Métodos

Introdução. Material e Métodos INFLUÊNCIA DO NÚMERO DE ANIMAIS NA UNIDADE EXPERIMENTAL E O TIPO DE COMEDOURO SOBRE AS EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS E COMPOSIÇÃO DE CARCAÇA DE SUÍNOS NA FASE DE TERMINAÇÃO Eriane de Paula (1), Francisco Carlos

Leia mais

AVALIAÇÃO DE PROGÊNIES DE MILHO NA PRESENÇA E AUSÊNCIA DE ADUBO

AVALIAÇÃO DE PROGÊNIES DE MILHO NA PRESENÇA E AUSÊNCIA DE ADUBO REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE AGRONOMIA ISSN 1677-0293 PERIODICIDADE SEMESTRAL ANO III EDIÇÃO NÚMERO 5 JUNHO DE 2004 -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

DESEMPENHO REPRODUTIVO DE UM REBANHO OVINO DA RAÇA TEXEL NA REGIÃO DO ALTO URUGUAI CATARINENSE

DESEMPENHO REPRODUTIVO DE UM REBANHO OVINO DA RAÇA TEXEL NA REGIÃO DO ALTO URUGUAI CATARINENSE INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE-CAMPUS CONCÓRDIA DESEMPENHO REPRODUTIVO DE UM REBANHO OVINO DA RAÇA TEXEL NA REGIÃO DO ALTO URUGUAI CATARINENSE RODRIGO KRAMER RODRIGUES- Aluno do curso de M. Veterinária

Leia mais

Nós precisamos de beber água para sobreviver!... A. água representa cerca de 60 a 70% do peso corporal e é. do organismo ocorram adequadamente.

Nós precisamos de beber água para sobreviver!... A. água representa cerca de 60 a 70% do peso corporal e é. do organismo ocorram adequadamente. A Água A água é o centro da vida! Nós precisamos de beber água para sobreviver!... A água representa cerca de 60 a 70% do peso corporal e é indispensável a todas as funções do organismo, designadamente,

Leia mais

DICAS SOBRE CRIAÇÃO E PESCA ESPORTIVA DO DOURADO: O MAIS COBIÇADO TROFÉU DOS RIOS BRASILEIROS.

DICAS SOBRE CRIAÇÃO E PESCA ESPORTIVA DO DOURADO: O MAIS COBIÇADO TROFÉU DOS RIOS BRASILEIROS. DICAS SOBRE CRIAÇÃO E PESCA ESPORTIVA DO DOURADO: O MAIS COBIÇADO TROFÉU DOS RIOS BRASILEIROS. 1 Nome popular: Dourado Ordem: Characiforme Família: Characidae Gênero: Salminus Espécies: maxillosus, brasiliensis

Leia mais

CRESCIMENTO DO RABANETE EM TÚNEIS BAIXOS COBERTOS COM PLÁSTICO PERFURADO EM DIFERENTES NÍVEIS DE PERFURAÇÃO

CRESCIMENTO DO RABANETE EM TÚNEIS BAIXOS COBERTOS COM PLÁSTICO PERFURADO EM DIFERENTES NÍVEIS DE PERFURAÇÃO CRESCIMENTO DO RABANETE EM TÚNEIS BAIXOS COBERTOS COM PLÁSTICO PERFURADO EM DIFERENTES NÍVEIS DE PERFURAÇÃO EDILAINE REGINA PEREIRA 1 SONIA MARIA STEPHANO PIEDADE 2 RESUMO O presente trabalho teve como

Leia mais

II Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí II Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2009.

II Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí II Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2009. II Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí II Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2009. Avaliação de alterações na coloração e qualidade da gema de ovos em função do tempo e forma de

Leia mais

O Aquanegócio Brasileiro: uma visão diferente. SEBRAE/MT Cuiabá, 16 Outubro 2014

O Aquanegócio Brasileiro: uma visão diferente. SEBRAE/MT Cuiabá, 16 Outubro 2014 O Aquanegócio Brasileiro: uma visão diferente SEBRAE/MT Cuiabá, 16 Outubro 2014 28 Estados-Membros; 507 milhões de habitantes; Maior importadora mundial de alimentos; Alta demanda por qualidade, segurança

Leia mais