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1 PROGRAMA LATINO-AMERICANO E CARIBENHO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ACORDOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA ESTRATÉGIA DO PLACEA: (DOCUMENTO EM VERSÃO PRELIMINAR) Introdução: Os especialistas em Gestão Pública da Educação Ambiental da América Latina e Caribe, estiveram reunidos na Ilha da Margarita, estado de Nova Esparta, República Bolivariana da Venezuela, de 22 a 26 de novembro de Esta reunião se realizou pelo convite do Governo da Venezuela e em cumprimento ao mandato do Foro de Ministros de Meio Ambiente da América Latina e Caribe realizada no Panamá em novembro de 2003, que em sua Decisão 10 manifestou a necessidade de implementar um Plano de Educação Ambiental para a Região. Os participantes manifestam seu agradecimento e reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelo Governo da República Bolivariana da Venezuela para poder materializar esta Reunião e o Programa em geral. Os acordos da Reunião foram os seguintes: I. Organização e funções: 1. Reafirma-se a decisão de desenvolver o PLACEA no marco da Rede de Formação Ambiental. 2. Propõe-se a criação de uma estrutura composta por quatro níveis de coordenação, para o desenvolvimento e implementação do PLACEA. Esta estrutura deve funcionar de modo sistêmico, garantindo a sua integração vertical e horizontal entre seus quatro componentes, de forma que se produza uma sinergia entre suas ações. 3. Os quatro níveis desta estrutura são: a) O Plenário, que será a autoridade máxima na implementação do PLACEA. Será constituído pela representação dos pontos focais dos países participantes do PLACEA. Se reunirá a cada dois anos e delegará à Coordenação Regional convocar seus membros. Elegerá o país que fará parte da Coordenação Regional para cada período. Aprovará o Plano de Ação Regional. Na Reunião do Plenário será proposto o país sede da próxima reunião, o qual estará sujeito à aprovação do governo do país correspondente. 1 Como essa Reunião não se realizou oportunamente, faz-se necessário solicitar a ampliação do prazo aprovado no Foro de Ministros de Meio Ambiente ( ) para

2 O Simpósio de Países Latino-americanos e Caribenhos, que se realiza nos Congressos Ibero-americanos de Educação Ambiental, será constituído como um espaço de reunião extraordinária, por mandato da IV edição deste evento, celebrada em La Havana em 2003, como uma oportunidade para a continuidade e implementação do PLACEA. b) Coordenação Regional, que será integrada pela Rede de Formação Ambiente do PNUMA e um país membro eleito pelo Plenário. Aprova-se a República Bolivariana da Venezuela para o período c) Coordenação Sub-Regional, que será integrada pelas cinco coordenações das Sub-Regiões compostas por: Cone Sul (Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai) Andes Norte (Bolívia, Equador, Peru) Norte da América do Sul (Colômbia, Guiana, Suriname e Venezuela). A consultar. Mesoamérica (Belize, México, Guatemala, Honduras, El Salvador, Nicarágua, Costa Rica e Panamá) Antilhas (Jamaica, Cuba, República Dominicana, Bahamas, Barbados, Santa Lúcia, São Vicente, Granadinas, Trinidad e Tobago) O país sublinhado e em negrito assumirá a coordenação para cada sub-região para o período Recomenda-se que os pontos focais sejam representados pelas instâncias de Educação Ambiental dos Ministérios de Meio Ambiente de cada país; ou na sua falta, no organismo governamental a que se destinam estas funções. 5. Solicita-se à Coordenação Regional da Rede de Formação Ambiental do PNUMA informar à Coordenação Regional do PLACEA a situação atual dos Pontos Focais dos países que o compõem. 6. Os recursos financeiros aportados à Coordenação Regional serão distribuídos de modo eqüitativo entre os países que integram as diferentes Sub-Regiões, a fim de garantir o cumprimento dos planos locais. 7. Cada Sub-Região definirá como vai usar e gerir os recursos financeiros que se destinam ou que consignam por seus próprios meios, e deverá prestar contas à Coordenação Regional. 8. A Coordenação Regional será a autoridade máxima entre os períodos que o Plenário se reúna. As partes se reunirão quando seus membros estimarem conveniente. 9. Os pontos focais deverão garantir a integração entre o PLACEA e outras iniciativas, planos ou programas em andamento a nível nacional. 2

3 10. Deverão ser elaborados os termos de referência do PLACEA entre sua implementação no marco da Rede de Formação Ambiental, a equidade na distribuição dos recursos, os grupos de especialistas, entre outros. 11. No anexo 1 se apresentam as funções detalhadas de cada instância. II. Atividades do PLACEA para : Objetivo geral: Estabelecer um mecanismo regional permanente que impulsione a coordenação de políticas, estimule o desenvolvimento de programas e projetos e fomente a comunicação, o intercâmbio e apoio mútuo entre os governos locais, assim como entre estes e outros atores sociais envolvidos com o desenvolvimento de programas de educação ambiental. Temas a trabalhar: As oito linhas priorizadas na ILAC. Atividades: Define-se que existem três níveis de ação para a realização destas atividades: curto prazo (aquelas que podem ser iniciadas neste momento sem maiores custos); médio prazo (seis meses, aquelas que cada Ponto Focal possa realizar com cada ministério); e a longo prazo (aquelas ações que devem ser aprovadas no Foro de Ministros). A Coordenação Geral estabelecerá as prioridades e metas das seguintes atividades, após consulta aos países que compõem a Coordenação Nacional. 1. Definição de uma estratégia de trabalho para o apoio de programas de educação ambiental prioritários por sub-região e de acordo com um diagnóstico realizado em cada uma destas. 2. Promoção de um evento Latino-americano e Caribenho dirigido ao estabelecimento das linhas e orientações de trabalho sobre a educação ambiental, no marco do desenvolvimento sustentável com visão e enfoque regional, no marco do V Congresso Ibero-americano e Caribenho de Educação Ambiental (Brasil). 3. Realização de uma reunião das Coordenações Regional e Sub-Regional compostas em Margarita, a se realizar no V Congresso Ibero-americano e Caribenho de Educação Ambiental (Brasil). 4. Geração de mecanismos de intercâmbio de políticas, estratégias, experiências, investigações, publicações de educação ambiental no interior e exterior das subregiões, priorizando o uso da Rede de Formação Ambiental do PNUMA e os mecanismos virtuais. 5. Apresentação dos resultados desta reunião no próximo Foro de Ministros de Meio Ambiente da região. 3

4 6. Fortalecimento das entidades nacionais a cargo da educação ambiental nos países, através da geração de espaços de capacitação horizontal (intercâmbios, oficinas e congressos) que permitam a troca de experiências em educação ambiental em três âmbitos (na primeira fase): a) Gestores ambientais b) Comunidade e escola c) Universidades 7. Apoio aos países para a geração de materiais educativos nacionais em temas priorizados, para diferentes níveis. 8. Elaboração de um instrumento de avaliação consensuado das ações realizadas. 9. Elaboração e difusão de uma campanha de informação e comunicação sobre os alcances e avanços do PLACEA. 10. Apoio ao processo de elaboração de protótipos de materiais de educação ambiental desenvolvidos conjuntamente pela Rede de Formação Ambiental e o PLACEA, com um marco teórico-metodológico consensuado com os pontos focais. III. Doadores a contatar: 1. Japan International Cooperation Agency JICA 2. Global Water Partnership GWP 3. União Européia 4. Global Environment Facility GEF (por intermédio do PNUMA) 5. Banco Mundial 6. UNESCO 7. Organização dos Estados Americanos OEA 8. Comitê Técnico Interagencial do Foro de Ministros IV. Responsabilidades e compromissos: 4.1 Compromissos dos países em geral: 1. Disponibilizar informações nas Páginas WEB sobre as ações e experiências exitosas realizadas em diferentes âmbitos. 2. Elaborar um inventário da oferta de capacitação em educação ambiental em seu país. 3. Replicar os conteúdos e metodologias recebidas nos espaços de intercâmbio, assegurando seu acesso às respectivas comunidades e aos especialistas nacionais. 4. Aplicar e reportar resultados dos instrumentos de avaliação. 5. Incorporar os Ministérios de Educação na estratégia de Educação Ambiental. 4

5 6. Procurar cumprir com as obrigações do Fundo Fiduciário da Rede de Formação Ambiental para que estes recursos apóiem a implementação do PLACEA. 4.2 Os países membros do PLACEA participarão a partir da convocação das Coordenações Regional e Sub-Regional para o desenvolvimento das seguintes atividades: 1. Elaborar o projeto. 2. Apresentá-lo a possíveis cooperantes. 3. Solicitar o apoio da UNESCO ao PLACEA. 4. Definir as estratégias de trabalho. 5. Coordenar o evento latino-americano sobre linhas e orientações. 6. Coordenar o evento de continuidade do Grupo Coordenador. 7. Desenhar e implementar o mecanismo de intercâmbio. 8. Elaborar a proposta de compromisso para o Foro de Ministros. 9. Desenhar e executar os espaços de capacitação horizontal. 10. Desenhar o instrumento de avaliação do Plano. 11. Desenhar e executar a estratégia de comunicação. 5

6 Anexo 1. Organização e funções das instâncias para implementação do PLACEA ESTRUTURA FUNÇÕES ATIVIDADES Plenária Coordenação Regional: PNUMA e Venezuela Grupo de especialistas ad hoc Coordenação Sub-Regional Grupo de especialistas ad hoc Aprovar o Marco Institucional e os Termos de Referência do PLACEA Eleger o país que fará parte da Coordenação Regional para cada período (podendo ter reeleição) Designar as Coordenações Sub- Regionais, renovando-se a cada dois anos (podendo ter reeleição) Aprovar o Plano de Ação Regional Reunir-se a cada dois anos antes do Foro de Ministros Convocar as reuniões do Plano de Ação Regional, por intermédio da Coordenação Regional Oferecer orientações metodológicas gerais para a execução do Plano de Ação Regional Aprovar o Plano de Ação Regional Dar continuidade à execução do Plano de Ação Regional através das Coordenações Sub-Regionais e Nacionais (monitoramento e controle) Avaliação dos resultados (indicadores) Informar os resultados da gestão da Coordenação Regional ao Plenário e governos Garantir o uso adequado dos recursos destinados à execução do Plano Adequar e oferecer orientações metodológicas para a execução do Plano de Ação Sub-Regional Aprovar a adequação do Plano Regional à Sub-Região Dar continuidade à execução do Plano Sub-Regional através dos Pontos Focais nacionais (monitoramento e controle) Avaliação de resultados (indicadores) Contribuir com a articulação e consolidação das políticas de educação ambiental da região Estabelecer um marco teóricometodológico através do grupo de especialistas Articular o Plano de Ação com a ILAC Articular o Plano de Ação com o de Barbados Articular o Plano de Ação com a Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável Estabelecer a estratégia de educação, capacitação, difusão e intercâmbio Assegurar fontes de financiamento para o cumprimento do Plano Estabelecer mecanismos de comunicação entre os países da região com as Sub- Regiões e desta com a Coordenação Regional Adequar o marco teórico-metodológico (grupo de especialistas) Adequar a estratégia de educação, capacitação, difusão e intercâmbio para a Sub-Região Assegurar fontes de financiamento para o cumprimento do Plano Sub-Regional Estabelecer mecanismos de comunicação entre os países da região com a Sub- Região e desta com a Coordenação 6

7 Coordenação Nacional: Pontos Focais Grupos de Especialistas ad hoc Informar sobre os resultados da gestão à Coordenação Regional Garantir o uso adequado dos recursos destinados à execução do Plano Desenvolver e/ou atualizar o diagnóstico nacional de Educação Ambiental Adequar as orientações metodológicas para a execução do Plano de Ação Nacional Elaborar o Plano de Ação Nacional Execução do Plano Dar continuidade à execução do Plano de Ação Nacional (monitoramento e controle) Avaliação de resultados (indicadores) Informar à Coordenação Sub-Regional os resultados da gestão do Ponto Focal Garantir o uso adequado dos recursos destinados à execução do Plano Regional Ajustar o Plano Sub-Regional às políticas nacionais de educação ambiental Adequar o marco teórico-metodológico (grupo de especialistas) Adequar a estratégia de educação, capacitação, difusão e intercâmbio aos contextos nacionais Assegurar fontes de financiamento para o cumprimento do Plano Nacional Incorporar os atores e setores que cada país considere prioritários nas estratégias de educação formal, não formal, da economia e da sociedade Estabelecer mecanismos de comunicação entre os países da região com a Sub- Região e desta com a Coordenação Regional 7

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