MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA ENSINO PCA 37-9

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA ENSINO PCA 37-9"

Transcrição

1 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA ENSINO PCA 37-9 PLANO DE IMPLEMENTAÇÃO DOS REQUISITOS DE PROFICIÊNCIA EM INGLÊS, PARA O PERÍODO 2011/

2 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO ENSINO PCA 37-9 PLANO DE IMPLEMENTAÇÃO DOS REQUISITOS DE PROFICIÊNCIA EM INGLÊS, PARA O PERÍODO 2011/

3 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA N o 106-T/DCTP, DE 17 DE MAIO DE Aprova a edição do PCA Plano de Implementação dos Requisitos de Proficiência em Inglês, para o período 2011/2013. O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO, no uso das atribuições que lhe confere o inciso IV do art. 195 do Regimento Interno do Comando da Aeronáutica, aprovado pela Portaria n o 1.014/GC3, de 11 de novembro de 2009, resolve: Art. 1 o Aprovar a edição da PCA Plano de Implementação dos Requisitos de Proficiência em Inglês, para o período 2011/2013, que com esta baixa. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3 o Revoga-se a Portaria DECEA n o 114/DGCEA, de 4 de novembro de 2006, publicada no Boletim do Comando da Aeronáutica n o 218, de 27 de novembro de (a)ten Brig Ar RAMON BORGES CARDOSO Diretor-Geral do DECEA (Publicado no BCA n o 103, de 31 de maio de 2011)

4 PCA 37-9/2011 SUMÁRIO PREFÁCIO 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REFERÊNCIAS OBJETIVO FINALIDADE ÂMBITO ABREVIATURAS ANTECEDENTES E PLANEJAMENTO ATUAL TREINAMENTOS OFERECIDOS AVALIAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO DOS REQUISITOS LINGUÍSTICOS PROGRAMAS ESPECÍFICOS PONTO FOCAL MARCO REGULATÓRIO PLANEJAMENTO ESPECÍFICO DO TREINAMENTO NO SDAD NO ICEA NOS ÓRGÃOS REGIONAIS NAS EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇO METODOLOGIA PLANEJAMENTO ESPECÍFICO DA AVALIAÇÃO GESTÃO OPERACIONAL REQUISITOS DE PROFICIÊNCIA LINGUÍSTICA E PROCEDIMENTO DE ANOTAÇÃO NO CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO TÉCNICA AÇÕES IMEDIATAS NA GESTÃO DOS ÓRGÃOS QUE ATENDEM VOOS INTERNACIONAIS...20

5 PCA 37-9/ USO DA FRASEOLOGIA PADRÃO MEDIDAS DE SUPERVISÃO PARA GARANTIA DOS RESULTADOS PLANEJADOS MEDIDAS MITIGADORAS PARA O PERÍODO DE 2011 A CONSIDERAÇÕES FINAIS...25 Apêndice A: Ponto Focal e Marco Regulatório...26 Apêndice B: Estimativa Nacional do Nível de Proficiência...27 Apêndice C: Teste de Proficiência em Inglês para fins de Licença de Pessoal...28 Apêndice D: Licenças e Certificados...29 Anexo A: Notificação de Cumprimento ou Diferenças com Respeito às Disposições sobre Competência Linguística dos Anexos 1, 6, 10 e 11 (conforme referência da Tabela 1 do parágrafo 3, Anexo B da carta da OACI AN 12/ /68)...30 Anexo B: Escala OACI dos níveis de Proficiência na Língua Inglesa...33

6 PCA 37-9/2011 PREFÁCIO A Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), buscando o desenvolvimento e a implementação de procedimentos que assegurem a competência dos controladores de tráfego aéreo na língua inglesa, para prover serviços de tráfego aéreo internacional, estabeleceu que, a partir de 5 de março de 2008,...os controladores de tráfego aéreo (ATCo) e os operadores de estações aeronáuticas (OEA) deverão ser capazes de falar e entender a língua utilizada nas comunicações radiotelefônicas, conforme o nível especificado de requisitos apresentados na Escala OACI de Nível de Proficiência na Língua Inglesa (nível 4 operacional, conforme a Escala OACI de Proficiência da Língua Inglesa). Em consequência, desde 2003, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) passou a implementar diversas medidas, visando à elevação do nível de proficiência na língua inglesa, para os profissionais diretamente ligados às atividades de Controle de Tráfego Aéreo, Operação de Estações Aeronáuticas, Serviços de Informações Aeronáuticas e Busca e Salvamento. Compondo a maior parte desse universo de profissionais envolvidos nas atividades de capacitação, é importante frisar que os controladores brasileiros possuem competência para executar as comunicações-padrão de controle de tráfego aéreo em inglês. O desafio atual, para permitir o alcance do nível 4 operacional, é aumentar o conhecimento destes na língua inglesa como um todo, permitindo-lhes uma atuação mais segura nas situações em que há necessidade de extrapolar o uso da fraseologia-padrão. Entretanto, as características do Brasil, país de grande extensão territorial, com população não-nativa na língua inglesa e um contingente sistêmico com mais de controladores, distribuídos por todo o território nacional, dificultam a capacitação no nível 4 operacional de todos os profissionais dos órgãos de controle de tráfego aéreo que recebem tráfegos internacionais. Outros países se encontram em situação semelhante, inclusive países de língua inglesa. Por isso, o Conselho da Assembleia Geral da OACI aprovou a Resolução A36-11, que autorizou os países com dificuldades em implementar os requisitos de proficiência linguística a tomar medidas mitigadoras, mas com o compromisso de atualizar constantemente e divulgar no site daquela organização os respectivos planos de implementação. O presente documento apresenta o plano do DECEA para implementação dos requisitos, no âmbito do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB), para o

7 PCA 37-9/2011 período de 2011 a 2013, como forma de definir diretrizes e sistematizar as ações necessárias para o alcance dos padrões estabelecidos pela OACI.

8 PCA 37-9/ DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.1 REFERÊNCIAS a) Item n do Anexo 1 (Licença de Pessoal) da OACI, de julho de 2001; b) Escala OACI dos Níveis de Proficiência na Língua Inglesa; c) Resolução n A36-11 do Conselho da Assembleia Geral da OACI; d) Cir 318 NA/180 (Language Testing Criteria for Global Harmonization ICAO July 2008); e e) Doc 9835 da OACI (Manual on the Implementation of ICAO Language Proficiency Requirements Second Edition 2010). 1.2 OBJETIVO Elevar e avaliar o nível de proficiência em Língua Inglesa dos profissionais do SISCEAB que atuam efetivamente nos órgãos de Controle de Tráfego Aéreo, Operações de Estações Aeronáuticas, Informações Aeronáuticas e Busca e Salvamento, com envolvimento direto no atendimento de tráfegos de aeronaves internacionais. 1.3 FINALIDADE Implementar os Requisitos de Proficiência na Língua Inglesa, conforme orientação da OACI constante da Emenda n 164, de 27/11/2003, referente ao Anexo 1 LICENÇA DE PESSOAL, de julho de 2001, Item (Proficiência na Língua) e o Apêndice (Requisitos para a Proficiência na Língua utilizada nas Comunicações Radiotelefônicas), de acordo com o previsto na Resolução A36-11 do Conselho da Assembleia Geral da OACI. 1.4 ÂMBITO O presente Plano é mandatório e aplica-se a todas as Organizações Militares subordinadas ao DECEA e às demais Organizações integrantes do SISCEAB que possam estar sistemicamente envolvidas nos processos de capacitação e treinamento aqui tratados.

9 8 PCA 37-9/ ABREVIATURAS ACC AIP APP ATC ATCo ATM-015 CAG CELTA CHT CIEAR CINDACTA CTP-009 CTP-010 CTP-011 D-CTP DECEA DEPENS EEAR EPLIS ESP ICA ICEA INFRAERO LPR OACI OEA PCA SDAD SDOP SIAT SISCEAB TESOL Centro de Controle de Área Publicação de Informação Aeronáutica Centro de Controle de Aproximação Air Traffic Control Air Traffic Controller Curso de Técnicas de Operação Radar para APP e ACC Circulação Aérea Geral Certificatei in English Language Teaching to Adults Certificado de Habilitação Técnica Centro de Instrução Especializada da Aeronáutica Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo Curso de Preparação de Instrutores de Inglês ATC Curso de Inglês ATC Curso de Prática Pedagógica para Instrutores de Inglês Aeronáutico Divisão de Capacitação e Treinamento Profissional Departamento de Controle do Espaço Aéreo Departamento de Ensino da Aeronáutica Escola de Especialistas de Aeronáutica Exame de Proficiência em Língua Inglesa do SISCEAB English for Specific Purpose Instrução do Comando da Aeronáutica Instituto de Controle do Espaço Aéreo Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária Language Proficiency Requirements Organização de Aviação Civil Internacional Operador de Estação Aeronáutica Plano de Comando da Aeronáutica Subdepartamento de Administração do DECEA Subdepartamento de Operações do DECEA Seção de Instrução e Atualização Técnica Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro Teachers of English to Speakers of Other Languages

10 PCA 37-9/ TWR Torre

11 10 PCA 37-9/ ANTECEDENTES E PLANEJAMENTO ATUAL O Brasil, como signatário da OACI, tem buscado capacitar seus controladores de tráfego aéreo de acordo com os requisitos de proficiência estabelecidos por aquela Organização. É importante esclarecer que o controlador brasileiro possui competência para executar as comunicações-padrão de controle de tráfego aéreo em inglês. Na verdade, o desafio atual é aumentar o conhecimento em inglês dos controladores, permitindo-lhes uma atuação mais segura nas situações em que haja necessidade de extrapolar o uso da fraseologia-padrão. Para tanto, o Comando da Aeronáutica instituiu ações de caráter sistêmico nas escolas de formação e pós-formação, bem como nos órgãos regionais de controle, para adequar as ações de treinamento e avaliação aos requisitos estipulados pela OACI. Especificamente no âmbito do SISCEAB, o DECEA estabeleceu Programas e Planos específicos de treinamento e avaliação, de acordo com as recomendações do Doc 9835 (Manual on the Implementation of Language Proficiency Requirements). O presente plano é continuidade desse trabalho, para organização das atividades, durante o período de 2011 a TREINAMENTOS OFERECIDOS Os treinamentos oferecidos objetivam trabalhar o ensino da língua de acordo com três abordagens principais: INGLÊS GERAL Curso de inglês geral para controladores de tráfego aéreo e prestadores de serviços de navegação aérea, em diversos centros de idiomas, abrangendo inglês à distância e/ou aulas presenciais. A eficiência e adequação do curso é analisada por meio de avaliações trimestrais feitas pelos alunos sobre o curso, pela verificação da qualificação e adequação do corpo docente e pelos resultados que os alunos atingem no Exame de Proficiência em Língua Inglesa do SISCEAB ( EPLIS).

12 PCA 37-9/ CURSO DE PRÁTICA PEDAGÓGICA PARA INSTRUTORES DE INGLÊS AERONÁUTICO (CTP-011) Treinamento em metodologia e desenvolvimento de material para controladores de tráfego aéreo que possuem um nível avançado de proficiência em inglês. Como consequência, os alunos que atingem um bom desempenho no curso passam a contribuir como facilitadores nas suas unidades, trabalhando em conjunto com profissionais da área de idiomas, atuando como SME (subject matter expert) em cursos de inglês específico Curso de Inglês ATC (CTP-010) Treinamento intensivo de Inglês para Controladores de Tráfego Aéreo e Operadores de Estações Aeronáuticas (OEA). O objetivo do curso é fornecer treinamento específico, preferencialmente para controladores que atingiram nível 3 no EPLIS. Além do programa descrito acima, são oferecidos treinamentos e cursos em instituições de idiomas no exterior, desde 2007: a) Curso para professores de Inglês de Aviação ( Plymouth, Inglaterra); b) Curso de Avaliadores (Raters), conforme Doc (Plymouth, Inglaterra); e c) Certificado de Ensino de Inglês como Língua Estrangeira (Boston, EUA). Treinamento recorrente também é fornecido, conforme descrito abaixo: d) Workshops de avaliação e ensino de inglês para aviação; e) Congresso em Linguística Aplicada; f) Workshop de desenvolvimento de material; g) Congresso TESOL (Teachers of English to Speakers of Other Languages); h) Curso CELTA (Certificate in English Language Teaching to Adults), para controladores que trabalham com o ensino da língua inglesa; e i) Treinamento para avaliadores e interlocutores.

13 12 PCA 37-9/ AVALIAÇÃO O DECEA desenvolveu sua própria avaliação para controladores de tráfego aéreo, o Exame de Proficiência em Língua Inglesa do SISCEAB (EPLIS), respeitando as especificações estabelecidas no Doc e Cir 318 NA/180. A avaliação foi elaborada e desenvolvida por uma equipe de especialistas na área de aviação e profissionais da área de línguas com experiência em aviação. Além disso, foi realizado um processo de validação externa do EPLIS, conduzido por uma equipe de especialistas, liderada por uma pós-doutora em avaliação de proficiência em segunda língua, que atende plenamente aos requisitos de qualificação do documento 9835 e da Cir 318AN/180. A equipe analisou tanto o exame utilizado para certificação como todo o sistema de gerenciamento e administração do exame, a fim de garantir a confiabilidade e validade dos resultados do EPLIS. O marco regulatório brasileiro cumpre as recomendações preconizadas no Anexo I, , estabelecendo um período de reavaliação de, no mínimo, 3 anos para os profissionais com nível de proficiência 4 e de pelo menos 6 anos para os que possuem o nível 5. Profissionais com nível de proficiência 6 não mais necessitam ser avaliados, a não ser nos casos em que o DECEA determine que seja feita uma nova avaliação. Desse modo, aqueles profissionais que obtiveram nível 4 em 2007 tiveram que realizar o EPLIS novamente em O Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA) é a organização responsável pelo planejamento do calendário anual de avaliação. Ao final de cada ano, o ICEA deverá submeter ao DECEA o calendário de aplicação do exame do ano subsequente. Desde 2007, já ocorreram quatro edições do exame. Isso significa que aqueles profissionais que não conseguiram atingir pelo menos o nível 4 em um determinado ano tiveram a oportunidade de entrar em um programa de capacitação e realizar o EPLIS novamente no ano seguinte.

14 PCA 37-9/ IMPLEMENTAÇÃO DOS REQUISITOS LINGUÍSTICOS 4.1 PROGRAMAS ESPECÍFICOS Caberá ao DECEA estabelecer as normas relativas ao processo de implementação dos requisitos de proficiência na língua inglesa no âmbito do SISCEAB, em conformidade com as definições da OACI O planejamento de todas as atividades de treinamento e avaliação na língua inglesa estarão a cargo do ICEA, sob a supervisão do Subdepartamento de Administração (SDAD) A INFRAERO e demais organizações integrantes do SISCEAB deverão ajustar suas normas e procedimentos de capacitação e qualidade, para atendimento aos requisitos de proficiência linguística estabelecidos pela OACI e aos parâmetros previstos no presente Plano, sob supervisão do DECEA. Deverão, ainda, submeter ao DECEA, anualmente, programas específicos de capacitação em inglês, até 30 de novembro do ano anterior à execução do mesmo Caberá ao Subdepartamento de Administração do DECEA (SDAD) efetuar coordenação com o Departamento de Ensino da Aeronáutica (DEPENS) e com a Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR), para permitir a contínua atualização dos conteúdos de inglês nos processos de seleção e formação dos alunos daquela Escola, adequando-os a uma abordagem ESP (English for Specific Purpose), diretamente ligada ao ambiente de controle de tráfego aéreo. 4.2 PONTO FOCAL O setor designado como ponto focal do presente Programa é a Divisão de Capacitação e Treinamento Profissional (D-CTP), pertencente ao Subdepartamento de Administração (SDAD) do DECEA. Os seguintes meios poderão ser utilizados para contatos com este setor:

15 14 PCA 37-9/2011 Chefe: EDUARDO COELHO MEDEIROS Endereço: Divisão de Capacitação e Treinamento Profissional (D-CTP) Av. General Justo, 160 3º Andar Castelo Rio de Janeiro RJ Brasil Cep: Telefones: ou Fax: MARCO REGULATÓRIO O marco regulatório que normatiza os requisitos de inglês no âmbito do SISCEAB é composto pelo presente Plano e documentos listados a seguir: a) ICA LICENÇAS E CERTIFICADOS DE HABILITAÇÃO TÉCNICA PARA O PESSOAL ATC, aprovada pela Portaria DECEA nº 37/SDOP, de 13 de julho de 2009; e b) ICA NORMAS REGULADORAS DE CURSOS DO DECEA, aprovada pela Portaria nº 74/DGCEA, de 31 de maio de 2005.

16 PCA 37-9/ PLANEJAMENTO ESPECÍFICO DO TREINAMENTO Com o objetivo de garantir a eficácia e eficiência do processo de treinamento como um todo, as seguintes ações deverão ser estritamente cumpridas, no âmbito do SISCEAB, pelos responsáveis indicados a seguir: 5.1 NO SDAD O Subdepartamento de Administração do DECEA será responsável pela: a) Supervisão geral das atividades de treinamento; e b) Indicação de docentes e discentes para a participação em cursos nacionais e internacionais necessários para a adequada capacitação do pessoal, em complementação às atividades e aos cursos fornecidos ou contratados pelas organizações do SISCEAB. 5.2 NO ICEA O Instituto de Controle do Espaço Aéreo será responsável pela: a) Realização de cursos intensivos de inglês geral, com viés aeronáutico (ESP English for Specific Purpose), de acordo com a Abordagem Comunicativa (Communicative Aproach), com o foco central nas habilidades de falar (speaking) e ouvir (listening), em aproveitamento à permanência dos alunos naquele Instituto, durante a realização dos cursos de capacitação radar; b) Realização de Cursos de Prática Pedagógica para Instrutores de Inglês Aeronáutico (CTP-011), tendo como público-alvo os controladores do SISCEAB com proficiência no idioma, que serão preparados para a atividade docente, de acordo com a Abordagem Comunicativa e o viés ESP aeronáutico; c) Coordenação de programas de atualização, elevação e manutenção da qualidade linguística e docente dos instrutores formados no CTP-011; d) Controle da qualidade dos programas de capacitação na língua inglesa dos órgãos regionais;

17 16 PCA 37-9/2011 e) Coordenação, incluindo a indicação de instrutores, apronto, atualização e distribuição do material didático dos Cursos de Inglês ATC (CTP-010) ministrados nos órgãos regionais; e f) Busca de parcerias para validação dos processos de treinamento e avaliação. 5.3 NOS ÓRGÃOS REGIONAIS Os órgãos regionais serão responsáveis pela: a) Contratação de cursos regulares e intensivos de inglês geral, a serem realizados nos locais onde se encontram os profissionais, seguindo o planejamento melhor aplicável a cada caso; e b) Realização de Cursos de Inglês ATC (CTP-010), com duração de três semanas cada, ministrados pelos instrutores formados no Curso de Preparação de Instrutores de Inglês ATC (CTP-009), sob a coordenação do ICEA, nas sedes dos Órgãos Regionais e nos Destacamentos subordinados. 5.4 NAS EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇO As empresas, elos integrantes do SISCEAB, deverão ministrar ou contratar cursos, com recursos próprios, para a adequada capacitação de seu pessoal na língua inglesa, devendo submeter seus programas específicos de capacitação anuais ao DECEA, até 30 de novembro do ano anterior à execução dos mesmos Poderão, também, indicar docentes de seus programas específicos de capacitação para participar dos cursos de inglês fornecidos pelas organizações subordinadas ao DECEA. 5.5 METODOLOGIA Todos os cursos deverão utilizar uma abordagem comunicativa, de forma a trabalhar a língua inglesa em contextos reais de uso, com ênfase nas habilidades de falar (speaking) e ouvir (listening) Os cursos intensivos de inglês geral, no ICEA, previstos na letra a do item 5.2 deste Plano, serão realizados com duração de quatro semanas, em tempo integral, pelos

18 PCA 37-9/ Controladores de Tráfego Aéreo matriculados nas turmas do Curso de Técnicas de Operação Radar para APP e ACC (ATM-015) Os cursos regulares e intensivos de inglês geral, previstos na letra a do item 5.3 deste Plano, serão contratados pelos Órgãos Regionais, respeitando-se todos os requisitos estipulados no presente Plano. Deverão ser matriculados os profissionais das diferentes categorias que constituem o público-alvo do presente Plano Os Cursos de Prática Pedagógica para Instrutores de Inglês Aeronáutico (CTP-011), previstos na letra b do item 5.2 do presente Plano, serão realizados de acordo com o currículo próprio, a fim de capacitar os futuros instrutores dos Cursos de Inglês ATC (CTP- 010) Os Cursos de Inglês ATC (CTP-010), previstos na letra b do item 5.3 do presente Plano, com utilização de metodologia English for Specific Purpose (ESP) aplicada à atividade de Controle de Tráfego Aéreo, serão ministrados pelos instrutores formados nos Cursos de Prática Pedagógica para Instrutores de Inglês Aeronáutico (CTP-011), para Controladores de Tráfego Aéreo.

19 18 PCA 37-9/ PLANEJAMENTO ESPECÍFICO DA AVALIAÇÃO 6.1 Todas as avaliações previstas no presente Plano serão realizadas de acordo com os requisitos de proficiência linguística preconizados pela OACI e normas relacionadas. 6.2 Ao DECEA caberá planejar os processos envolvendo as atividades de avaliação na língua inglesa para todas as organizações sistemicamente ligadas ao SISCEAB e expedir as normas a respeito, bem como certificar o pessoal aprovado. 6.3 O Instituto de Controle do Espaço Aéreo será o órgão responsável pelo planejamento e desenvolvimento de métodos, técnicas e atividades de avaliação necessários para o desenvolvimento eficaz deste Programa, devendo submeter todos os planejamentos à aprovação do Subdepartamento de Administração. 6.4 O desenvolvimento dos testes e aplicação do processo de avaliação serão realizados por equipes compostas por instrutores designados pelo ICEA, de acordo com os critérios estabelecidos por aquele Instituto. 6.5 Caberá ao ICEA a divulgação de todas as fases e atividades relativas aos processos de avaliação. 6.6 As avaliações serão anuais, de acordo com cronograma definido pelo SDAD. Serão avaliados os profissionais que ainda não tenham atingido o nível 4 e aqueles cujo prazo de validade da proficiência esteja vencido ou próximo do vencimento. 6.7 Em todos os Certificados de Habilitação Técnica, emitidos pelos órgãos regionais, constará o nível de proficiência na língua inglesa dos controladores e operadores de estações aeronáuticas. 6.8 Em qualquer das avaliações, os profissionais aprovados terão os seguintes prazos de validade relativos à proficiência linguística: a) três anos, para os que obtiverem qualificação no nível 4 operacional; b) seis anos, para os que obtiverem qualificação no nível 5 avançado; e c) definitiva, para os que obtiverem a qualificação no nível 6 expert (exceto nos casos em que o DECEA determinar uma nova avaliação).

20 PCA 37-9/ O ICEA deverá apresentar ao SDAD, até 30 de maio de cada ano, o planejamento completo da avaliação que será realizada no segundo semestre, incluindo o cronograma de aplicação e a confirmação do processo de revisão da bateria de questões As avaliações, preferencialmente, serão realizadas nos locais onde se encontram os profissionais participantes Os processos de avaliação deverão ser desenvolvidos com provas que contemplem situações passíveis de ocorrer no dia a dia dos controladores de tráfego aéreo e operadores de estações aeronáuticas, ou seja, com direcionamento para o adequado exercício da atividadefim As provas deverão efetivamente possibilitar as avaliações das habilidades de falar (speaking) e ouvir (listening) dos avaliados, sendo obrigatória a utilização de um rater e de um interlocutor, na fase interativa.

21 20 PCA 37-9/ GESTÃO OPERACIONAL O quantitativo disponível e distribuído, atualmente, de ATCo Nível 4 ou acima, de acordo com o resultado fornecido pelo ICEA, obtido nas quatro avaliações já realizadas, por meio do EPLIS, permite ao DECEA uma adequada gestão operacional do problema, nos órgãos que operam tráfegos aéreos internacionais. Mesmo assim, diversas medidas estão em andamento ou previstas, para aumentar o quantitativo de controladores capacitados. 7.1 REQUISITOS DE PROFICIÊNCIA LINGUÍSTICA E PROCEDIMENTO DE ANOTAÇÃO NO CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO TÉCNICA Foi formulado novo capítulo na ICA , LICENÇAS E CERTIFICADOS DE HABILITAÇÃO TÉCNICA PARA O PESSOAL ATC, regulamentando a avaliação anual dos ATCo do SISCEAB, a ser considerada durante os processos de emissão e revalidação do Certificado de Habilitação Técnica (CHT). Com isso, em todos os CHT emitidos ou revalidados a partir de novembro de 2008, consta o nível de inglês do controlador, além da habilitação específica do órgão para o qual se refere o processo. Uma vez que se consiga assegurar o total cumprimento dos requisitos OACI de proficiência da língua inglesa, pelo efetivo de um determinado órgão, este passará a ser requisito restritivo para a revalidação ou emissão de novos CHT, de modo a não comprometer o nível alcançado no atendimento do referido requisito por esse determinado órgão. 7.2 AÇÕES IMEDIATAS NA GESTÃO DOS ÓRGÃOS QUE ATENDEM VOOS INTERNACIONAIS As seguintes ações deverão ser adotadas e monitoradas pela Divisão Operacional de cada regional: a) Distribuir o efetivo ATCo com nível de LPR igual ou acima de 4 disponível no órgão, de forma igualitária pelas equipes; e b) Avaliar as solicitações de troca de serviço, de modo a manter o equilíbrio previsto na escala original, quanto ao número de ATCo por turno de serviço

22 PCA 37-9/ com o nível de LPR 4 ou acima, buscando-se os seguintes quantitativos mínimos: Quantitativos mínimos de ATCo com nível 4 ou superior de inglês Órgão ATC Posições de controle ativadas Nº de ATCo por equipe TWR APP de 01 até ou mais 01 para cada múltiplo de 03 posições de controle ativadas. de 01 até ACC 06 ou mais dividido por regiões de controle 01 para cada múltiplo de 03 posições de controle ativadas. 01 para cada múltiplo de 03 posições de controle ativadas, para cada região de controle 7.3 USO DA FRASEOLOGIA PADRÃO Ao SDOP caberá uma revisão completa do capítulo 15 da ICA , sobre fraseologia padrão, procurando contemplar o maior número de situações possíveis, mesmo que não rotineiras, compatibilizando o atual cenário com relação à necessidade de utilização da fraseologia na língua inglesa, em consonância com as exigências dos LPR da OACI As Seções de Instrução e Atualização Técnica (SIAT) dos regionais deverão elaborar os testes operacionais anuais dos ATCo, a serem realizados até 31 de outubro de cada ano, compostos de duas partes distintas: a primeira contendo somente questões de fraseologia inglesa e a segunda com os demais assuntos operacionais.

23 22 PCA 37-9/ MEDIDAS DE SUPERVISÃO PARA GARANTIA DOS RESULTADOS PLANEJADOS As escalas dos órgãos operacionais deverão ser auditadas por amostragem pelo SDOP, para garantir a composição das equipes da forma mais otimizada possível, em função do quantitativo de controladores com nível de proficiência na língua inglesa igual ou maior que 4 disponíveis por órgão operacional O SDAD deverá enviar anualmente, até 15 de janeiro, ao SDOP um relatório completo com os graus obtidos no teste de LPR, para fins de análise e supervisão dos resultados obtidos, viabilizando reorientações nas medidas planejadas de gestão operacional.

24 PCA 37-9/ MEDIDAS MITIGADORAS 8.1 PARA O PERÍODO DE 2011 A Visando aumentar o controle sobre a qualidade dos cursos, o SDAD deverá intensificar as atividades de supervisão sobre os treinamentos realizados nas sedes e nos destacamentos dos órgãos regionais e pela INFRAERO. Deverão ocorrer vistorias não planejadas, com o comparecimento de equipes de especialistas do ICEA, para acompanhamento nos locais das aulas e demais atividades contratadas, além da checagem do acompanhamento pedagógico efetuado pelas SIAT ou outro órgão de capacitação O ICEA e os Comandantes dos órgãos regionais deverão priorizar os controladores não aprovados na Fase 2 da avaliação de determinado ano, mas que obtiveram notas próximas ao nível 4, para os cursos programados do ano seguinte, visto que esta é a forma mais rápida de qualificar o pessoal não aprovado. O SDAD deverá efetuar coordenação com o Departamento de Ensino da Aeronáutica (DEPENS) e com a Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR), para permitir a contínua atualização dos conteúdos de inglês nos processos de seleção e formação dos alunos daquela Escola, adequando-os a uma abordagem ESP (English for Specific Purpose) diretamente ligada ao ambiente de controle de tráfego aéreo Os Comandantes dos órgãos regionais, a INFRAERO e demais organizações do SISCEAB deverão montar planos específicos de capacitação para os controladores de tráfego aéreo e operadores de estações aeronáuticas sob sua subordinação, de acordo com orientações deste Plano e demais normas constantes do marco regulatório, com o detalhamento das atividades de capacitação e avaliação, e submetê-los ao SDAD, até 30 de novembro do ano anterior ao da execução As organizações integrantes do SISCEAB deverão fornecer trimestralmente ao ICEA relatórios pormenorizados dos processos de capacitação e de avaliação dos profissionais sob sua subordinação, incluindo a frequência e o rendimento dos alunos. No caso de baixo rendimento e/ou baixa frequência, deverão informar as justificativas e providências tomadas a respeito O ICEA deverá realizar a análise dos relatórios trimestrais recebidos e encaminhar ao SDAD as conclusões e sugestões sobre os ajustes necessários ao trabalho das organizações ou ao presente Plano.

25 24 PCA 37-9/ Caberá ao SDAD a análise dos planos específicos de capacitação, bem como a supervisão de todo o processo de implementação dos requisitos de inglês. Sempre que necessário, o DECEA deverá orientar as organizações que necessitem replanejar suas ações O ICEA deverá analisar o relatório emitido pela equipe de especialistas que realizou o processo de validação externo do EPLIS e adequar o processo de avaliação, de acordo com as recomendações efetuadas As escalas dos órgãos operacionais deverão ser auditadas por amostragem pelo SDOP, para garantir a composição das equipes da forma mais otimizada possível, em função do quantitativo de controladores com nível de proficiência na língua inglesa igual ou maior que 4 disponíveis por órgão operacional O SDAD e o SDOP deverão, em conjunto e de forma contínua, analisar o cenário, identificar possíveis problemas no processo de implementação dos LPR e propor soluções alternativas, a fim de possibilitar a adequada capacitação e distribuição do pessoal envolvido, bem como a eficiente e eficaz prestação de serviço pelo SISCEAB.

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA ENSINO PCA 37-9

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA ENSINO PCA 37-9 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA ENSINO PCA 37-9 PLANO DE IMPLEMENTAÇÃO DOS REQUISITOS DE PROFICIÊNCIA EM INGLÊS PARA O PERÍODO 2014/2016 2014 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO

Leia mais

ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL

ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL INTRODUÇÃO Patrícia Palhares Tupinambá FERNANDES DE

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NSCA 7-14 REESTRUTURAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DE PROVIMENTO DE ACESSO À INTERNET NO COMAER 2009 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-9 PROCEDIMENTOS ESPECIAIS PARA AERONAVE PRESIDENCIAL 2014 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO

Leia mais

TEL: (5521) 21016320 AFTN: SBRJYGYC FAX: (21) 21016198 VEÍCULOS AÉREOS NÃO TRIPULADOS

TEL: (5521) 21016320 AFTN: SBRJYGYC FAX: (21) 21016198 VEÍCULOS AÉREOS NÃO TRIPULADOS BRASIL DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES AV GENERAL JUSTO, 160 2º AND. - CASTELO 20021-130-RIO DE JANEIRO RJ AIC N 21/10 23 SEP 2010 TEL: (5521) 21016320 AFTN: SBRJYGYC

Leia mais

Resolução nº. 01/09. Título I Estágio Supervisionado. Capítulo I. Caracterização do Estágio:

Resolução nº. 01/09. Título I Estágio Supervisionado. Capítulo I. Caracterização do Estágio: 1 Resolução nº. 01/09 Aprovar o Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Pedagogia - considerando o art.70, VII do Regimento desta Instituição; - considerando necessidade de normatizar

Leia mais

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade. de maio de 2007, publicada em DOU de 22 de maio de 2007, considerando:

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade. de maio de 2007, publicada em DOU de 22 de maio de 2007, considerando: Resolução Nº. 024/2010/CONSEPE/ Regulamento de Estágio Supervisionado O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade de Educação e Meio Ambiente, credenciada pela Portaria MEC

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL !" """ SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL PORTARIA N o 034/DGAC, DE 19 DE JANEIRO DE 2000 Aprova a Instrução de Aviação Civil que dispõe sobre alterações em vôos regulares e realização

Leia mais

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades 1. DESCRIÇÕES DO CARGO - ESPECIALISTA EM DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA NUCLEAR E DEFESA a) Descrição Sumária Geral Desenvolver, projetar, fabricar,

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012.

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012. RESOLUÇÃO CONSEACC/SP 04/2012 ALTERA O REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA, DO CAMPUS SÃO PAULO DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. A Presidente do Conselho Acadêmico de Campus

Leia mais

REGULAMENTO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

REGULAMENTO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO REGULAMENTO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 - O presente regulamento tem por finalidade estatuir a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), do Curso

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 190/00-CEE/MT.

RESOLUÇÃO Nº 190/00-CEE/MT. RESOLUÇÃO Nº 190/00-CEE/MT. Fixa normas complementares, para o Sistema Estadual de Ensino, à lmplementação das Diretrizes Curriculares para a Formação de Professores da Educação Infantil e dos anos iniciais

Leia mais

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares C M E CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NATAL/RN RESOLUÇÃO Nº 003/2011 CME Estabelece normas sobre a Estrutura, Funcionamento e Organização do trabalho pedagógico da Educação de Jovens e Adultos nas unidades

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL -0> RESOLUÇÃO N 030, DE 21 DE MAIO DE 2008.

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL -0> RESOLUÇÃO N 030, DE 21 DE MAIO DE 2008. AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL -0> RESOLUÇÃO N 030, DE 21 DE MAIO DE 2008. Institui o Regulamento Brasileiro da Aviação Civil RBAC e a Instrução Suplementar IS, estabelece critérios para a elaboração

Leia mais

FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPITULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE

FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPITULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPITULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE Art. 1º. O objetivo das Atividades Complementares é fomentar complementação

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS HOSPITAL DAS CLÍNICAS CENTRO DE EXTENSÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS HOSPITAL DAS CLÍNICAS CENTRO DE EXTENSÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS HOSPITAL DAS CLÍNICAS CENTRO DE EXTENSÃO REGIMENTO CENEX DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS / UFMG Belo Horizonte, 2008. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS HOSPITAL DAS CLÍNICAS

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA Santa Maria, RS. 2012 SUMÁRIO CAPÍTULO I... 3 DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS... 3 CAPÍTULO II... 4 REGULARIZAÇÃO DO ESTÁGIO... 4 CAPÍTULO III... 5 DOS ASPECTOS LEGAIS... 5

Leia mais

Regulamento dos Cursos do Programa ESMP-VIRTUAL

Regulamento dos Cursos do Programa ESMP-VIRTUAL Regulamento dos Cursos do Programa ESMP-VIRTUAL A DIRETORA DA ESCOLA SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS no exercício de suas atribuições legais, com fundamento no art. 65, inciso II da Lei

Leia mais

RESOLVE: CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS. Os objetivos gerais da EAD na Universidade Federal do Paraná (UFPR) são:

RESOLVE: CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS. Os objetivos gerais da EAD na Universidade Federal do Paraná (UFPR) são: RESOLUÇÃO Nº 28/08-CEPE Fixa normas básicas de controle e registro da atividade acadêmica dos Cursos de Aperfeiçoamento e Especialização na modalidade de Educação a Distância da Universidade Federal do

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente regulamento

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADES DEL REY

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADES DEL REY REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADES DEL REY Sumário Título I... 3 Das disposições Preliminares... 3 Título II... 4 Caracterização do Estágio... 4 Capítulo

Leia mais

FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TÍTULO I CAPÍTULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE

FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TÍTULO I CAPÍTULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TÍTULO I CAPÍTULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE SEÇÃO I DO OBJETIVO Art. 1º O presente Regulamento tem por

Leia mais

REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS PRINCÍPIOS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS PRINCÍPIOS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS PRINCÍPIOS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ARTIGO 1º - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) tem os seguintes princípios: 1.1 Consolidar o ISEAT na

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO REGIMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR

FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO REGIMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO REGIMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR CAPÍTULO I DO ESTÁGIO CURRICULAR Art. 1º O presente Regimento trata do Estágio Curricular dos cursos de graduação da Faculdade

Leia mais

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS: Habilitações: Língua Portuguesa e respectivas Literaturas Língua Espanhola e respectivas

Leia mais

Regimento do Mestrado Profissional em Matemeatica em Rede Nacional

Regimento do Mestrado Profissional em Matemeatica em Rede Nacional Regimento do Mestrado Profissional em Matemeatica em Rede Nacional Capítulo I Objetivos Artigo 1º - O Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT) tem como objetivo proporcionar formação

Leia mais

Orientadora Profa. Dra. Matilde Scaramucci Natália Guerreiro Definição de EC Formas de lidar com um desafio na comunicação como falar sobre um tópico que não domina; expressar-se quando a palavra foge

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente regulamento normatiza as atividades do Estágio Supervisionado em Publicidade e Propaganda

Leia mais

PROFLETRAS R E G I M E N T O

PROFLETRAS R E G I M E N T O PROFLETRAS R E G I M E N T O CAPÍTULO I - CAPITULO II - CAPÍTULO III - CAPÍTULO IV - CAPÍTULO V - CAPÍTULO VI - CAPÍTULO VII - CAPÍTULO VIII - Das Finalidades Das Instituições Associadas Da Organização

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 14 da Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, resolve:

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 14 da Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, resolve: >PORTARIA Nº 2.051, DE 9 DE JULHO DE 2004 Regulamenta os procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído na Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004.

Leia mais

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NORMAS OPERACIONAIS PARA ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DOS ESTUDOS COMPLEMENTARES

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NORMAS OPERACIONAIS PARA ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DOS ESTUDOS COMPLEMENTARES REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NORMAS OPERACIONAIS PARA ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DOS ESTUDOS COMPLEMENTARES O Parecer do CNE/CES nº 492/2001, assim define as atividades complementares:

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.707, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2006. Institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração

Leia mais

Súmula: Regulamenta a Instituição do Programa Brigadas Escolares Defesa Civil na Escola.

Súmula: Regulamenta a Instituição do Programa Brigadas Escolares Defesa Civil na Escola. DECRETO QUE REGULAMENTA A LEI 18.424/2015 Súmula: Regulamenta a Instituição do Programa Brigadas Escolares Defesa Civil na Escola. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ, no uso das atribuições que lhe confere

Leia mais

Diretrizes Nacionais em Ligas

Diretrizes Nacionais em Ligas Diretrizes Nacionais em Ligas Acadêmicas de Medicina Introdução As Ligas Acadêmicas são entidades constituídas fundamentalmente por estudantes, em que se busca aprofundar temas em uma determinada área

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURSOS TÉCNICOS Revisão: setembro/2012 Escola SENAI Santos Dumont CFP 3.02 Rua Pedro Rachid, 304 Santana São José dos Campos - SP Fone: (12) 3519-4850 Fax: (12) 3922-9060 ELABORAÇÃO

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Fica aprovado o Regulamento de Projeto Integrador do Curso Superior de Tecnologia em Logística da FAE Blumenau.

R E S O L U Ç Ã O. Fica aprovado o Regulamento de Projeto Integrador do Curso Superior de Tecnologia em Logística da FAE Blumenau. RESOLUÇÃO CSA N.º 12/2010 APROVA O REGULAMENTO DE PROJETO INTEGRADOR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA DA FAE BLUMENAU. O Presidente do Conselho Superior de Administração CSA, no uso das atribuições

Leia mais

Curso de Sistema de Informação

Curso de Sistema de Informação 1 Regulamento de Estágio Curricular Obrigatório Curso de Sistema de Informação Cascavel - PR CAPITULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. Este regulamento tem por finalidade normatizar o Estágio Curricular

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 77, DE 18 DE MARÇO DE 2014.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 77, DE 18 DE MARÇO DE 2014. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 77, DE 18 DE MARÇO DE 2014. Institui os procedimentos para o gerenciamento de projetos prioritários no âmbito da Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC e dá outras providências.

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA MINISTRADOS PELA FATEC-SOROCABA

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA MINISTRADOS PELA FATEC-SOROCABA Fatec Sorocaba REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA MINISTRADOS PELA FATEC-SOROCABA Sorocaba, 2010 Reduza, Reutilize, Recicle REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR

Leia mais

REGULAMENTO DO COMPONENTE CURRICULAR TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

REGULAMENTO DO COMPONENTE CURRICULAR TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO REGULAMENTO DO COMPONENTE CURRICULAR TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 1. Das Disposições Preliminares Art. 1 o. Este Regulamento tem por finalidade normatizar as atividades

Leia mais

Anexo II CARGOS DE DCA

Anexo II CARGOS DE DCA Anexo II CARGOS DE DCA CARGO: COORDENADOR DO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO DE EDUCAÇÃO INFANTIL COORDENADOR DO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO DE ENSINO FUNDAMENTAL Coordenar atividades específicas de área, participando

Leia mais

PORTARIA SMS Nº 001/2013. A Secretária de Saúde do município de Salgueiro, no uso de suas atribuições legais:

PORTARIA SMS Nº 001/2013. A Secretária de Saúde do município de Salgueiro, no uso de suas atribuições legais: PORTARIA SMS Nº 001/2013 EMENTA: Dispõe sobre o Programa de Qualificação Profissional, no âmbito da Secretaria Municipal de Saúde de Salgueiro, para todos os cargos previstos no ANEXO II da Lei Municipal

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR DE MG Rua Tomaz Gonzaga 686 Bairro de Lourdes CEP 30180 140 Belo Horizonte MG RESOLUÇÃO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR DE MG Rua Tomaz Gonzaga 686 Bairro de Lourdes CEP 30180 140 Belo Horizonte MG RESOLUÇÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR DE MG Rua Tomaz Gonzaga 686 Bairro de Lourdes CEP 30180 140 Belo Horizonte MG RESOLUÇÃO RESOLUÇÃO N. 162/2015 Institui o Regimento Interno da Escola Judicial Militar do Estado

Leia mais

RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008

RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008 CONSUC Parecer 12/2008 Aprovado em 02/12/2008 RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008 Cria o Núcleo de Educação a Distância (NEAD) e aprova seu Regimento Interno O DIRETOR GERAL DA FACULDADE DAS AMÉRICAS,

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES CURRICULARES DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO HABILITAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES CURRICULARES DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO HABILITAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS REGULAMENTO DAS ATIVIDADES CURRICULARES DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO HABILITAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Artigo 1 o. - As Atividades Curriculares são parte integrante

Leia mais

apresentação oral sobre temas concernentes às especificidades do curso de Redes de Computadores;

apresentação oral sobre temas concernentes às especificidades do curso de Redes de Computadores; CENTRO DE ENSINO SUPERIOR FABRA MANTENEDOR DA ESCOLA DE ENSINO SUPERIOR FABRA Cred. Pela Portaria Ministerial nº 2787 de 12/12/2001 D.O.U. 17/12/2001 Rua Pouso Alegre, nº 49 Barcelona Serra/ES CEP 29166-160

Leia mais

Apresentação. Caicó/RN 2010

Apresentação. Caicó/RN 2010 Regimento Interno da Comissão Própria de Avaliação da Faculdade Católica Santa Teresinha CPA/FCST (Aprovado pela Resolução 001/2010-DG/FCST, datado de 14/07/2010) Caicó/RN 2010 Apresentação O Regimento

Leia mais

Manual do Sistema para abertura de curso de extensão pelos docentes EACH - USP

Manual do Sistema para abertura de curso de extensão pelos docentes EACH - USP Manual do Sistema para abertura de curso de extensão pelos docentes EACH - USP 1.INTRODUÇAO...... 3 2.ONDE CONSEGUIR INFORMAÇÔES?... 4 Normas USP... 4 Site EACH...4 Sistema de atendimento da Comissão de

Leia mais

CAPÍTULO II DA DURAÇÃO E DA CARGA HORÁRIA

CAPÍTULO II DA DURAÇÃO E DA CARGA HORÁRIA POLO UFRJ - XERÉM COORDENAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL E SUPORTE ACADÊMICO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO Art. 1 o. As Atividades Complementares são componentes

Leia mais

Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo e dá outras providências.

Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo e dá outras providências. RESOLUÇÃO CoCEx nº 6667, de 19 de dezembro de 2013. (D.O.E. 21.12.13) (Protocolado 11.5.2443.1.5). Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo

Leia mais

VICE-DIREÇÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO

VICE-DIREÇÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO VICE-DIREÇÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO Da Concepção e Objetivos Art.1º A extensão acadêmica é um processo educativo, cultural, que se articula ao ensino

Leia mais

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA Cachoeira, março de 2011 REGULAMENTO DE MONITORIA ACADÊMICA DO CURSO DE PEDAGOGIA Capítulo I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA VOLUNTÁRIA 2008

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA VOLUNTÁRIA 2008 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS - UEMG ESCOLA DE DESIGN ED COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO NUCLEO INTEGRADOR DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS - NIPP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA VOLUNTÁRIA 2008 Aprovado pelo

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 05 - CONSU 13 DE JUNHO DE 2007

RESOLUÇÃO Nº. 05 - CONSU 13 DE JUNHO DE 2007 Rua Governador Luiz Cavalcante, S/N, TELEFAX (82) 3530-3382 CEP: 57312-270 Arapiraca-Alagoas RESOLUÇÃO Nº. 05 - CONSU 13 DE JUNHO DE 2007 Dispõe sobre normas e procedimentos para os Cursos de Especialização

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 Aprova a NBC T 11.8 Supervisão e Controle de Qualidade. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Considerando que as Normas

Leia mais

Perguntas Frequentes. Quem é o aluno da UFPI?

Perguntas Frequentes. Quem é o aluno da UFPI? Perguntas Frequentes Quem é o aluno da UFPI? É o indivíduo que está regularmente matriculado em uma disciplina ou curso ou, ainda, que já ingressou na UFPI, embora não esteja cursando nenhuma disciplina

Leia mais

O Sistema DCERTA como ferramenta de apoio à fiscalização

O Sistema DCERTA como ferramenta de apoio à fiscalização N 05 31 de maio de 2011 O Boletim Eletrônico de Capacitação é um informativo publicado quinzenalmente no portal da ANAC na internet e na intranet. O objetivo é divulgar as ações de capacitação que irão

Leia mais

PORTARIA ANAC 2.529/SCD, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2011

PORTARIA ANAC 2.529/SCD, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2011 PORTARIA ANAC 2.529/SCD, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2011 Estabelece o Programa de Capacitação Específica em Representação Institucional no âmbito da Agência Nacional de Aviação Civil ANAC. A SUPERINTENDENTE

Leia mais

RESOLUÇÃO UnC-CONSEPE 040/2007

RESOLUÇÃO UnC-CONSEPE 040/2007 RESOLUÇÃO UnC-CONSEPE 040/2007 Aprova a Reformulação do Regimento da Educação a Distância O Reitor da Universidade do Contestado, no uso de suas atribuições, de acordo com o Art. 25 do Estatuto da Universidade

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009. Dispõe sobre a criação e estruturação do Setor de Gestão Ambiental e de Segurança e Saúde no Trabalho

Leia mais

PROFMAT - Programa de Mestrado Profissional em Matemática. Regimento. Coordenação do ensino de matemática nas escolas;

PROFMAT - Programa de Mestrado Profissional em Matemática. Regimento. Coordenação do ensino de matemática nas escolas; Capítulo I Objetivos Regimento Artigo 1º - O Objetivo do Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional é proporcionar ao aluno formação matemática aprofundada, relevante ao exercício

Leia mais

PROFIAP Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional

PROFIAP Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional 1 PROFIAP Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional Capítulo I Objetivos Artigo 1º - O Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional (PROFIAP) tem

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 033 DE 10 DE MARÇO DE 2015.

RESOLUÇÃO Nº. 033 DE 10 DE MARÇO DE 2015. RESOLUÇÃO Nº. 033 DE 10 DE MARÇO DE 2015. O CONSELHO DE UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS, no uso de suas atribuições legais, e considerando o Parecer nº. 01/2015 da Comissão Permanente

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA PROTEÇÃO AO VOO CIRPV 63-4

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA PROTEÇÃO AO VOO CIRPV 63-4 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA PROTEÇÃO AO VOO CIRPV 63-4 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS REFERENTES À DIFUSÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE CINZAS VULCÂNICAS 2009 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O estágio

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO 1) UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE ITABERAÍ CURSO DE PEDAGOGIA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO REGULAMENTO Itaberaí/2012 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE ITABERAÍ CURSO DE

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA CRECHE DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

REGIMENTO INTERNO DA CRECHE DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE Conforme texto publicado no Boletim de Serviço nº 047 de 18/04/2005 páginas 05 a 11 REGIMENTO INTERNO DA CRECHE DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares Seção I Da criação

Leia mais

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO Art. 1º - Corpo Clínico é o conjunto de médicos que se propõe a assumir solidariamente a responsabilidade de prestar atendimento aos usuários que

Leia mais

Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura

Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura Termo de Referência para Contratação de Consultoria - TR Modalidade Pessoa Física Vaga Código TR/PF/IICA-005/2010 PCT BRA/09/001 - Acesso e uso da energia elétrica como fator de desenvolvimento de comunidades

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE DESIGN E ENGENHARIA DE PRODUTO - LIDEP

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE DESIGN E ENGENHARIA DE PRODUTO - LIDEP REGULAMENTO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE DESIGN E ENGENHARIA DE PRODUTO - LIDEP A Coordenadora da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros FACIT, no uso de suas atribuições regimentais, considerando

Leia mais

EDITAL Nº 15/2013, DE 27 DE SETEMBRO DE 2013 CREDENCIAMENTO DE PESSOAS JURÍDICAS PARA APLICAÇÃO DO SANTOS DUMONT ENGLISH ASSESSMENT

EDITAL Nº 15/2013, DE 27 DE SETEMBRO DE 2013 CREDENCIAMENTO DE PESSOAS JURÍDICAS PARA APLICAÇÃO DO SANTOS DUMONT ENGLISH ASSESSMENT EDITAL Nº 15/2013, DE 27 DE SETEMBRO DE 2013 CREDENCIAMENTO DE PESSOAS JURÍDICAS PARA APLICAÇÃO DO SANTOS DUMONT ENGLISH ASSESSMENT CURSO E PROVA PARA CREDENCIAMENTO DE EXAMINADOR DE PROFICIÊNCIA LINGUÍSTICA

Leia mais

Regulamento dos Cursos da Diretoria de Educação Continuada

Regulamento dos Cursos da Diretoria de Educação Continuada Regulamento dos Cursos da Diretoria de Educação Continuada Art. 1º Os Cursos ofertados pela Diretoria de Educação Continuada da Universidade Nove de Julho UNINOVE regem-se pela legislação vigente, pelo

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005. Regulamenta a Lei n o 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DO ISEI RESOLUÇÃO Nº 01/ 2007, DE 29 DE JUNHO DE 2007

CONSELHO SUPERIOR DO ISEI RESOLUÇÃO Nº 01/ 2007, DE 29 DE JUNHO DE 2007 CONSELHO SUPERIOR DO ISEI RESOLUÇÃO Nº 01/ 2007, DE 29 DE JUNHO DE 2007 Aprova o regulamento dos Estágios Supervisionados dos cursos de Graduação - Licenciaturas do ISEI. O Presidente do Conselho Superior

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEPE 19/2007

RESOLUÇÃO CONSEPE 19/2007 RESOLUÇÃO CONSEPE 19/2007 ALTERA O REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO, DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA, MODALIDADE LICENCIATURA DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO. O Vice-Reitor

Leia mais

REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENGENHARIA BIOMÉDICA

REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENGENHARIA BIOMÉDICA REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENGENHARIA BIOMÉDICA I - INTRODUÇÃO Art. 1º Art. 2º O presente regulamento tem por finalidade normatizar as Atividades Complementares do Curso de

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD A política de Educação a Distância EAD está claramente expressa em diversos documentos e regulamentos internos da instituição Regulamento do NEAD Os

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM CAPÍTULO I Natureza, Finalidade, Sede e Foro Art. 1º - A Comissão Nacional de Residência em Enfermagem - CONARENF, criada pela Portaria

Leia mais

Lourisvaldo Valentim da Silva Presidente do CONSU

Lourisvaldo Valentim da Silva Presidente do CONSU RESOLUÇÃO Nº 928/2012 - Aprova o Regulamento do Programa de Bolsas de Extensão (PROBEX). Pró-Reitoria de Extensão (PROEX). O CONSELHO UNIVERSITÁRIO (CONSU) da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), no

Leia mais

Regulamento Estágio Curricular Obrigatório

Regulamento Estágio Curricular Obrigatório Regulamento Estágio Curricular Obrigatório CST em Fabricação Mecânica CST em Gestão de Recursos Humanos CST em Mecatrônica Industrial 1 CAPÍTULO I DA JUSTIFICATIVA E FINALIDADES Art. 1º - O programa de

Leia mais

REGIMENTO DO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM COMPUTAÇÃO APLICADA TÍTULO I DOS OBJETIVOS E FINALIDADES

REGIMENTO DO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM COMPUTAÇÃO APLICADA TÍTULO I DOS OBJETIVOS E FINALIDADES REGIMENTO DO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM COMPUTAÇÃO APLICADA Regimento aprovado pelo CPG em 19/02/2003. TÍTULO I DOS OBJETIVOS E FINALIDADES Art 1º O Curso de Pós Graduação a nível de Mestrado e Doutorado

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO 1 CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO 1. APRESENTAÇÃO É com satisfação que apresentamos este

Leia mais

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7. Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.5, 7.5.1, 7.5.2, 7.6, 7.6.1, 7.6.2 Exercícios 7 Competência

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA METEOROLOGIA ICA 105-6 PROCESSAMENTO E ARQUIVAMENTO DE DADOS METEOROLÓGICOS 2011 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO

Leia mais

CAPÍTULO I Das definições preliminares, das e dos objetivos.

CAPÍTULO I Das definições preliminares, das e dos objetivos. Resolução n.º 03/2010 Regulamenta os Cursos de Pós-Graduação da Faculdade Campo Real. O CONSU Conselho Superior, por meio do Diretor Geral da Faculdade Campo Real, mantida pela UB Campo Real Educacional

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA LINGUAGEM. REGULAMENTO DO CENTRO DE ENSINO DE LÍNGUAS (CELi)

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA LINGUAGEM. REGULAMENTO DO CENTRO DE ENSINO DE LÍNGUAS (CELi) PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA LINGUAGEM REGULAMENTO DO CENTRO DE ENSINO DE LÍNGUAS (CELi) Pouso Alegre MG Junho/2015 PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA LINGUAGEM REGULAMENTO DO CENTRO

Leia mais

PROPOSTA DE EDIÇÃO DO REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL (RBAC) 140 CERTIFICAÇÃO E REQUISITOS OPERACIONAIS: ESCOLAS DE VOO JUSTIFICATIVA

PROPOSTA DE EDIÇÃO DO REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL (RBAC) 140 CERTIFICAÇÃO E REQUISITOS OPERACIONAIS: ESCOLAS DE VOO JUSTIFICATIVA PROPOSTA DE EDIÇÃO DO REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL (RBAC) 140 CERTIFICAÇÃO E REQUISITOS OPERACIONAIS: ESCOLAS DE VOO 1. APRESENTAÇÃO JUSTIFICATIVA 1.1 A presente Justificativa expõe as razões

Leia mais

2. SUBSTITUIÇÃO DO COORDENADOR LOCAL

2. SUBSTITUIÇÃO DO COORDENADOR LOCAL Pacto 2014 Documento de Orientação Em 2014, iniciaremos o Ano 2 do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa 2014. A principal diferença do programa refere-se aos conteúdos que serão trabalhados

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Carga Horária Total exigida no curso: 200 horas

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Carga Horária Total exigida no curso: 200 horas REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Carga Horária Total exigida no curso: 200 LONDRINA/PR 2014 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS DO CURSO

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1 REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - Este regulamento normatiza as atividades relacionadas ao Estágio Curricular do Curso de Administração

Leia mais

FANESE Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe

FANESE Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe Associação de Ensino e Pesquisa Graccho Cardoso S/C LTDA FANESE Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe REGULAMENTO FÁBRICA DE SOFTWARE Lucas Pereira da Silva Renata Azevedo Santos Carvalho Ricardo

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA

FACULDADE DE ENGENHARIA FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) DOS CURSOS DA FACULDADE DE ENGENHARIA REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DOS CURSOS DA FACULDADE

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES CAPÍTULO I

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES CAPÍTULO I REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES Dispõe sobre o Acompanhamento e Orientação do Estágio do Curso Superior de

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 1º Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná.

RESOLUÇÃO. Artigo 1º Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná. RESOLUÇÃO CONSEPE 14/2006 Referenda a aprovação do Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING CAPÍTULO I

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING CAPÍTULO I REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING Dispõe sobre o Acompanhamento e Orientação do Estágio do Curso Superior de Tecnologia em Marketing da Faculdade de Castanhal.

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TELECOMUNICAÇÕES ICA 102-7 LICENÇA, CERTIFICADO E HABILITAÇÃO DO OPERADOR DE TELECOMUNICAÇÕES

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TELECOMUNICAÇÕES ICA 102-7 LICENÇA, CERTIFICADO E HABILITAÇÃO DO OPERADOR DE TELECOMUNICAÇÕES MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TELECOMUNICAÇÕES ICA 102-7 LICENÇA, CERTIFICADO E HABILITAÇÃO DO OPERADOR DE TELECOMUNICAÇÕES 2012 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO

Leia mais

IS Nº 21.181-001 Revisão B

IS Nº 21.181-001 Revisão B s INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS IS Nº 21.181-001 Aprovação: Resolução nº 147, de 17 de março de 2010, publicada no Diário Oficial da União, N 54, Seção 1, p. 16, de 22/03/2010 Assunto: Revalidação de Certificados

Leia mais

REGULAMENTO DOS COLEGIADOS DE CURSO CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DOS COLEGIADOS DE CURSO CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO DOS COLEGIADOS DE CURSO CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art.1º. O Colegiado de Curso, previsto no Regimento Geral da Faculdade Guairacá é órgão da Coordenação Didática, destinado a

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES CURRICULARES CURSO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS - BACHARELADO 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES CURRICULARES CURSO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS - BACHARELADO 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO DAS ATIVIDADES CURRICULARES CURSO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS - BACHARELADO 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o Art. 2 o Art. 3 o Art. 4 o As Atividades Curriculares são parte integrante do

Leia mais