Iteração 2 Design inicial

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Iteração 2 Design inicial"

Transcrição

1 Universidade de Aveiro Departamento de Electrónica, Telecomunicações e Informática Engenharia de Software Iteração 2 Design inicial Projecto: FX-Center Grupo: BEDS David Pacheco (nº 32665) Cesário Lucas (nº 32773) Carlos Ferreira (nº 30273) João Rodrigues (nº 33814) Data de preparação: Circulação: Prof. José Maria Fernandes Prof. Ilídio Oliveira

2 Índice 1 Plano do projecto Introdução Organização do projecto Processo de desenvolvimento Etapas e objectivos do projecto Instalação 5 2 Design do sistema Estrutura de design Modelo do domínio Subsistemas Subsistema1 Multimedia Services Subsistema2 User Services Diagrama de classes Realizações dos Use-Cases Manage Multimedia & Manage Users Add Multimedia Edit Multimedia Add User Edit User Log-in Get YouTube Videos Search Multimedia Configure System Settings Play Multimedia Create Multimedia List 19 3 Plano da próxima iteração 22 UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 2

3 1 Plano do projecto 1.1 Introdução O estudo prévio do nosso projecto divide-se em duas partes distintas. Neste caso foi necessário primeiro o estudo de requisitos para depois conseguirmos arquitectar um plano de projecto. No estudo de requisitos tentamos conhecer a fundo o que os potenciais utilizadores do nosso sistema estavam à procura num MediaCenter e tentámos acrescentar mais algumas funcionalidades para o distinguir dos outros já existentes. O plano de projecto prolongou-se durante duas semanas onde construímos o diagrama de Casos de utilização, diagramas de actividades e finalmente o diagrama de classes. Juntámos todos estes elementos no relatório da 1ª Iteração e acrescentamos algumas considerações mais específicas sobre o projecto. Esta etapa foi essencial no nosso trabalho pois o sucesso aqui irá determinar o sucesso futuro das fases de construção e instalação. Uma boa fundação aqui permite que o restante trabalho seja apoiado duma maneira muito mais cuidada e quando encontradas dúvidas, estas possam ser rapidamente resolvidas com consulta do trabalho já realizado. No relatório da 1ª iteração incluímos os requisitos do sistema, um modelo de casos de utilização bem como a descrição dos use-cases principais. Incluímos também a especificação da arquitectura do sistema acompanhada de um diagrama de pacotes da aplicação, bem como um diagrama de deployment com a arquitectura física do sistema. Prevemos que a segunda parte do projecto referente à construção irá demorar aproximadamente oito semanas. Esta é normalmente a fase mais longa. Tentamos distribuir as tarefas a realizar duma maneira uniforme mas ao mesmo tempo trabalhar em paralelo o mais possível para rentabilizar o tempo. Também tivemos em consideração o número de elementos da equipa disponíveis para a realização do projecto. Como o CaU ManageMultimedia tem um papel fundamental em todo o projecto e uma prioridade elevada, decidimos começar por este para depois podemos integrar outras funcionalidades nele. Também foi pensado que se houvesse algum atraso na implementação desta funcionalidade, haveria tempo suficiente de margem para se conseguir resolver o problema sem o tempo estabelecido se esgotar. Esta foi outra das razões para que não esperássemos para o final para realizar esta tarefa. É o processo mais longo desta fase, estimado em cinco semanas. Ao mesmo tempo pode-se trabalhar no CaU GetYouTubeVideos pois trata-se duma funcionalidade distinta do resto do sistema e ainda no Log-in que mais tarde podem ser ambas integradas facilmente. O Log-off deve ser implementado depois da implementação do Log-in pois vem na continuação desta última. Tanto o Log-in como o Log-off tem alguma margem para mudanças em termos temporais pois tratam-se de tarefas com menor complexidade que as restantes e têm poucas dependências de outros casos de utilização. O CaU SearchMultimedia vem imediatamente a seguir ao ManageMultimedia no processo de implementação pois sem a possibilidade de manipulação e existência de multimédia, não faz sentido fazer uma pesquisa desta. Também é um processo importante no sistema demorando 3 semanas para a conclusão. Nunca UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 3

4 poderá vir numa fase anterior à da conclusão do ManageMultimedia. A implementação do CaU PlayMultimedia inicia-se um pouco antes da finalização do processo de criação do ManageMultimedia, permitindo acertar ou alterar alguns pormenores que possam aparecer. Assim como o ManageMultimedia, o PlayMultimedia é uma funcionalidade de elevada utilidade para o sistema e está estimado em 4 semanas. Ao mesmo tempo irá iniciar-se a construção do ConfigureSettings, uma funcionalidade não tão importante mas que irá demorar também 4 semanas, não devido à complexidade que apresenta mas ao tamanho e quantidade de opções que se tem de implementar. Duas semanas antes da fase de implementação terminar, a equipa também irá preocupar -se com o desenvolvimento da criação da lista de multimédia (CreateMultimediaList). Como trata-se duma tarefa simples, a temporização desta pode ser alterada para a frente ou para trás uma semana para conseguir uma melhor distribuição de trabalho (ex. alguma funcionalidade estar mais atrasada ou adiantada do que previsto). A última fase do nosso trabalho é destinada à instalação. Esta divide-se na instalação do projecto propriamente dito e ainda à formação dos utilizadores. Ambos os acontecimentos não deverão demorar mais do que uma semana. Isto deve -se ao facto do nosso projecto não ter requisitos muitos elevados ao nível de instalação. Como se trata dum sistema que deve ser acessível, em termos de utilização, a qualquer pessoa, foi pensado para ser bastante simples e intuitivo. É um sistema que irá ser utilizado na vida quotidiana pelo mais variado conjunto de pessoas. Assim não é necessária grande formação e a maioria dos utilizadores irá conseguir realizar a maioria das actividades sem ajuda e sem encontrar grandes dificuldades. 1.2 Organização do projecto A nossa equipa é composta por 4 membros, e procurámos distribuir as tarefas de forma a optimizar o processo de elaboração do projecto da seguinte forma: Membro Análise de Requisitos Design e Arquitectura Implementação Testes Interface Gráfico David X X X X João X X Carlos X X Cesário X X UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 4

5 1.3 Processo de desenvolvimento Como metodologia de desenvolvimento iremos usar a OpenUP, sendo o projecto constituído por 5 iterações principais. Iremos procurar ter reuniões semanais de forma a acompanhar o estado do projecto e planear os próximos passos. 1.4 Etapas e objectivos do projecto Fase Iteração Objectivos Principais Data de Início/ Fim Inception I1 - Definir a Visão do sistema. - Definir requisitos. - Obtenção dos casos de uso principais e actores do sistema. - Definição da arquitectura do sistema. Elaboration I2 - Refinar os casos de uso - Definir um modelo de domínio. - Design do sistema: Diagrama de classes Construction I3 - Implementação inicial - Testes Construction I4 - Implementação - Testes Transition I5 - Testes - Deployment 21/02/2008 até 13/03/ /03/2008 até 17/04/ /04/2008 até 13/05/ /05/2008 até 3/06/2008 3/06/2008 até 9/06/ Instalação Relativamente à instalação do software, pretendemos usar a ferramenta DeployTool incluída no SDK toolkit do J2EE. Esta ferramenta permitir gerir os diferentes componentes do projecto e agrupá -los para enviar para o servidor, sendo a instalação bastante simples e intuitiva. UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 5

6 2 Design do sistema 2.1 Estrutura de design Tal como foi referido no relatório da iteração 1, pretendemos seguir uma arquitectura baseada no modelo de 3 camadas e por isso nesta fase do trabalho vamos descrever o nosso plano de design para a camada da lógica aplicacional, mais precisamente o pacote Business Services e a sua ligação com as outras camadas. Diagrama 1: Arquitectura aplicacional: Diagrama de Pacotes UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 6

7 2.2 Modelo do domínio De seguida apresentamos o mapa de conceitos mais importantes do sistema, ou seja o modelo do domínio, e uma breve descrição das escolhas efectuadas na construção do mesmo: Diagrama 2: Modelo do domínio: Diagrama de classes UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 7

8 Relativamente à construção do diagrama de classes, procurámos utilizar regras para uma boa programação OO. Fazer um mapeamento directo, ou seja, procurar nas especificações de casos de utilização e nos requisitos do sistema substantivos para os nomes das classes. Apesar de por vezes, algumas das classes serem implícitas e retiradas do conhecimento do ambiente alvo, não se encontrando nas descrições textuais. No que toca ao diagrama de classes em si, existem duas classes que podemos considerar fundamentais, que são a Multimedia e a User, que mantêm uma relação bidireccional, pois um utilizador é dono de um objecto Multimedia, e por sua vez esta tem um User associado. Uma MultimediaLibrary é um agregado de elementos Multimedia. A classe MultimediaLibrary não é uma classe que provém de uma mapeamento directo do sistema, mas sim uma classe intruso que decidimos incluir neste modelo devido à sua importância no controlo da aplicação. É também esta classe que requer a interface com o sistema externo YouTube para a pesquisa de vídeos. A classe User tal como o nome indica representa o utilizador do sistema. O conceito de administrador é representado por um atributo na classe User, pois achámos que não seria necessário criar uma classe para representar os administradores, que seria um subtipo da classe User. A classe Multimedia mapeia o conceito de elemento multimédia que por sua vez tem um ficheiro associado (classe File) que pode ter vários tipos. No nosso caso os subtipos da classe File são Audio, Video e Image. A classe MultimediaList representa o conceito de lista de reprodução multimédia, está ligada à classe User (cada utilizador pode ter várias listas de reprodução), e está ligada à classe Multimedia, pois representa um agregado de vários objectos Multimedia. Relativamente às classes Visualization Settings, Security Settings e System Settings representam os conceitos dos diferentes tipos de definições do sistema. Visualization Settings e System Settings têm uma relação de 1 para 1 com a classe User, pois cada utilizador tem as suas definições de visualização e de sistema. Relativamente à classe Security Settings, esta tem uma relação de 1 para muitos com a classe User, pois todos os utilizadores têm as mesmas definições de segurança, sendo que estas apenas pode m ser alteradas por utilizadores administradores. UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 8

9 2.3 Subsistemas Nesta secção iremos mostrar o design de classes para cada um dos subsistemas do pacote principal Business Services. Iremos mostrar um diagrama de classes por cada pacote, para uma melhor compreensão, e no final o diagrama de classes completo, bem como a explicação para a escolha de alguns padrões de design usados Subsistema1 Multimedia Services Diagrama 3: Classes do pacote Multimedia Services: Diagrama de classes UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 9

10 Neste pacote que engloba os serviços virados para a gestão de Multimédia, as classes usadas já foram consideradas anteriormente no modelo do domínio, bem como o porquê da sua utilização. De destacar a classe Multimedia Library, que é uma classe intruso que não faz parte do domínio do sistema, mas é sim uma classe do domínio do software que faz o controlo das operações importantes dos casos de utilização relacionados com as operações sobre elementos multimédia, e serve portanto de interface a este pacote. De notar também a classe de enumeração MultimediaType, que foi criada para representar apenas os diversos tipos de elementos multimédia, para facilitar a identificação do tipo dos objectos Multimedia sem ter que aceder ao objecto File correspondente. Neste pacote aplicámos portanto o padrão de desenho Facade, pois a classe MultimediaLibrary providencia uma interface para as classes fora do pacote principal Business Services poderem aceder aos diferentes serviços dentro do pacote Multimedia Services Subsistema2 User Account Services Diagrama 4: Classes do pacote User Services: Diagrama de classes UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 10

11 Relativamente a este pacote de classes que trata das operações relacionadas com os utilizadores, foram usadas as classes User, MultimediaList, SystemSettings, VisualizationSettings e SecuritySettings, já incluídas também no modelo do domínio. Foi criada uma classe UserApp, que tal como a classe MultimediaLibrary do pacote anterior é uma classe intruso que provém do domínio do software, e que foi criada com o objectivo de controlar as acções relativas aos casos de utilização que envolvam a gestão de utilizadores, log-in e log-off. Em relação a padrões de desenho, foi o usado o padrão Singleton para a classe UserApp, ou seja, pretendemos que exista apenas uma instância desta classe para controlar as operações dos utilizadores. 2.4 Diagrama de classes A junção destes dois pacotes, dá origem ao diagrama de classes do pacote Business Services, que por obviamente ser um diagrama mais complexo decidimos separar nos dois diagramas de classes anteriores para uma melhor compreensão. De seguida iremos apresentar o diagrama de classes principal, bem como explicar a forma de como o pacote Business Services se interliga com os restantes pacotes da arquitectura através das classes de interface apresentadas também no diagrama. De notar ainda que neste diagrama de classes não estão presentes os métodos get e set necessários de cada uma das classes apenas por questões de simplificação do diagrama, pois implicitamente nós consideramos que estes se encontram nas classes. UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 11

12 Diagrama 5: Classes do pacote principal Business Services: Diagrama de classes UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 12

13 Tal como se pode observar pelo diagrama, este representa uma junção dos dois diagramas de classes dos pacotes Multimedia Services e User Services. É de notar também a inclusão das classes de interface com os restantes pacotes (parte inferior do diagrama). A interface ifxdatabase fornece os métodos necessários à interacção com o serviço de dados persistente, escondendo as funções deste mesmo sistema, qualquer que ele seja. Ou seja, a função que implementar esta interface deve chamar as funções da API do serviço de dados persistente, tornando-as transparentes para o programador da camada lógica (pacote Business Services). A interface iyoutube fornece os métodos para a interacção com o sistema externo YouTube. A classe que implementar esta interface lida directamente com a API Google Data (que é fornecida pelo sistema externo) para realizar as funções. Neste momento a interface apenas inclui o método de pesquisa, pois a API Google Data apenas permite a pesquisa de vídeos, e não permite o download dos mesmos tal como pretendíamos inicialmente. Por esse motivo, a funcionalidade do download de vídeos encontra-se neste momento em standby até encontrarmos alguma solução possível e legal para esta. A outra interface presente, UI fornece os métodos para a interacção directa com o interface com o utilizador e que por sua vez acede às classes intruso Multimedia Library e UserApp que fazem o controlo da lógica da aplicação. Neste momento esta interface ainda não tem métodos, pois a interface com o utilizador ainda se encontra em fase de estudo. A classe que implementar esta interface é responsável por implementar os métodos que permitam mostrar os mais variados elementos internos da aplicação ao utilizador (por exemplo: Listas de reprodução, Listas de elementos Multimédia encontrados, etc). Cada uma destas interfaces apresentadas representa a ligação com cada um dos pacotes do diagrama da arquitectura que ainda não tinham sido referidos. A inter face ifxdatabase representa a ligação com o pacote Data Services, ou seja as funções relacionadas com o serviço de dados persistente. A interface UI representa a ligação com o pacote UI, ou seja as funções disponíveis para a interacção com a interface com o utilizador. E finalmente a interface iyoutube que faz a ligação com o pacote do sistema externo YouTube Services. UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 13

14 2.5 Realizações dos Use-Cases Nesta secção iremos apresentar os casos de utilização refinados da iteração anterior, bem como os diagramas de sequência que demonstram as interacções entre os diferentes objectos durante a realização do cenário principal de execução dos use-cases Manage Multimedia & Manage Users Na 1ª iteração apresentámos o diagrama de casos de utilização e considerámos dois casos que eram o Manage Multimedia e Manage Users, e que englobavam os processos de adição, edição e remoção de multimédia e utilizadores. Nesta iteração decidimos analisar com mais pormenor estes casos de utilização devido à sua importância, tal como é apresentado no diagrama abaixo. De seguida, vamos apresentar os diagramas de sequência dos casos de adição e edição, tanto de Multimédia como de utilizadores pois são os processos mais complexos. O caso de remoção é um processo simples em termos de interacção entre objectos, ao qual achamos que não é necessário apresentar o diagrama de sequência. Diagrama 6: Gestão de Multimédia e Utilizadores: Diagrama de Use-Cases UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 14

15 2.5.2 Add Multimedia Diagrama 7: Adição de novos elementos Multimédia: Diagrama de Sequência Edit Multimedia Diagrama 8: Edição de parâmetros nos elementos Multimédia: Diagrama de Sequência UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 15

16 2.5.4 Add User Diagrama 9: Adição de novos utilizadores: Diagrama de Sequência Edit User Diagrama 10: Edição dos atributos de utilizadores: Diagrama de Sequência UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 16

17 2.5.6 Log-in Relativamente ao caso do Log-in o caso de utilização mantém-se com o mesmo grau de detalhe tal como especificado na 1ª iteração, sendo que no seu cenário básico tenha o seguinte diagrama de sequência: Diagrama 11: Log-in de utilizadores do sistema: Diagrama de Sequência Get YouTube Videos Relativamente ao caso Get YouTube Videos apresentamos o diagrama de sequência para o caso básico da pesquisa de vídeos YouTube: Diagrama 12: Pesquisa de vídeos no YouTube: Diagrama de Sequência UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 17

18 2.5.8 Search Multimedia De seguida apresentamos o diagrama de sequência para um cenário básico do caso de utilização Search Multimedia, em que o utilizador pesquisa, cria uma lista de reprodução e reproduz os ficheiros encontrados. Diagrama 13: Pesquisa e reprodução de conteúdos multimédia: Diagrama de Sequência Configure System Settings Diagrama 14: Gestão das configurações de sistema: Diagrama de Use-Cases UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 18

19 Tal como nos casos de utilização Manage Users e Manage Multimedia, achámos importante especificar mais em pormenor o caso de utilização Configure System Settings nesta iteração. O diagrama de casos de utilização para as configurações de sistema é apresentado acima, e basicamente inclui os 3 casos de edição dos 3 tipos de definições de sistema. De seguida apresentamos o diagrama de sequência do cenário básico de configuração de opções. Este diagrama acaba por ser genérico para os 3 casos de configurações apresentados acima no diagrama de casos de utilização, pois o único elemento que varia é o objecto que representa as configurações em questão (SystemSettings, VisualizationSettings, SecuritySettings). Diagrama 15: Alteração das configurações de sistema: Diagrama de Sequência Play Multimedia Relativamente a este caso de utilização, não procedemos a nenhum refinamento, e não incluímos nenhum diagrama de sequência. A não inclusão do diagrama de sequência deve-se ao facto de a maior complexidade no cenário básico do caso de uso Play Multimedia, ser a operação de pesquisa, que é uma extensão deste caso e se encontra demonstrada no diagrama 13 (Search Multimedia) Create Multimedia List No que toca ao caso do Create Multimedia List decidimos fazer uma especificação mais detalhada, incluindo os casos de gravação e carregamento da Multimedia List de um ficheiro. O seguinte diagrama de use-cases demonstra estas operações. UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 19

20 Diagrama 16: Criação ou Gravação de Multimedia List: Diagrama de Use-Cases A operação da criação da Multimedia List em si é bastante simples, pois consiste apenas na selecção de elementos Multimedia e na sua submissão para o sistena. Por outro lado os casos de gravação e criação a partir de ficheiro já efectuam operação mais complexa, e por isso de seguida apresentamos os diagramas de sequência destes dois casos. Diagrama 17: Gravação de uma Multimedia List em ficheiro: Diagrama de Sequência UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 20

21 Diagrama 18: Carregamento do conteúdo de uma Multimedia List a partir de ficheiro: Diagrama de Sequência UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 21

22 3 Plano da próxima iteração Implementar o código das core classes do sistema. Direccionar o esforço da implementação para os Use-Cases prioritários, tal como especificado no plano de projecto descrito no capítulo 1 deste relatório. Escrever testes básicos do JUnit para o código implementado, e garantir que o código passa estes testes, pelo menos os mais básicos. UA-DETI /ES Grupo BEDS, 2008 Página 22

GereComSaber. Desenvolvimento de Sistemas de Software. Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática

GereComSaber. Desenvolvimento de Sistemas de Software. Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática Desenvolvimento de Sistemas de Software Ano Lectivo de 2009/10 GereComSaber Ana Duarte, André Guedes, Eduardo

Leia mais

Desenvolvimento Iterativo. Unified Process (UP) Esta abordagem ao desenvolvimento

Desenvolvimento Iterativo. Unified Process (UP) Esta abordagem ao desenvolvimento Desenvolvimento Iterativo Esta abordagem ao desenvolvimento assegura que o sistema cresce de forma incremental assegura que a complexidade se mantém controlada permite ainda obter rápido feedback de várias

Leia mais

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT E s t u d o s o b r e a i n t e g r a ç ã o d e f e r r a m e n t a s d i g i t a i s n o c u r r í c u l o da d i s c i p l i n a d e E d u c a ç ã o V i s u a l e T e c n o l ó g i c a AnimatorDV M a

Leia mais

GereComSaber. Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software. Sistema de Gestão de Serviços em Condomínios

GereComSaber. Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software. Sistema de Gestão de Serviços em Condomínios Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática 3ºAno Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software Ano Lectivo de 2009/2010 GereComSaber Sistema de

Leia mais

Unified Software Development Process

Unified Software Development Process 59/170 Unified Software Development Process Sumário Breve história do Unified Process O Unified Process O ciclo de vida do Unified Process O RUP (Rational Unified Process) 60/170 Breve História do Unified

Leia mais

Portal AEPQ Manual do utilizador

Portal AEPQ Manual do utilizador Pedro Gonçalves Luís Vieira Portal AEPQ Manual do utilizador Setembro 2008 Engenharia Informática - Portal AEPQ Manual do utilizador - ii - Conteúdo 1 Introdução... 1 1.1 Estrutura do manual... 3 1.2 Requisitos...

Leia mais

Manual do GesFiliais

Manual do GesFiliais Manual do GesFiliais Introdução... 3 Arquitectura e Interligação dos elementos do sistema... 4 Configuração do GesPOS Back-Office... 7 Utilização do GesFiliais... 12 Outros modos de utilização do GesFiliais...

Leia mais

Desenvolvimento de uma Aplicação WEB para monitorização de BD Oracle

Desenvolvimento de uma Aplicação WEB para monitorização de BD Oracle Desenvolvimento de uma Aplicação WEB para monitorização de BD Oracle Luís Filipe Borges Pinto Resumo: Este projecto consiste na implementação de uma aplicação WEB para monitorização

Leia mais

Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos com UML UP/RUP: Projeto

Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos com UML UP/RUP: Projeto Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos com UML UP/RUP: Projeto Engenharia de Software I Informática 2009 Profa. Dra. Itana Gimenes RUP: Artefatos de projeto Modelo de Projeto: Use-Case Realization-projeto

Leia mais

ZS Rest. Manual Avançado. Instalação em Rede. v2011

ZS Rest. Manual Avançado. Instalação em Rede. v2011 Manual Avançado Instalação em Rede v2011 1 1. Índice 2. Introdução... 2 3. Hardware... 3 b) Servidor:... 3 c) Rede:... 3 d) Pontos de Venda... 4 4. SQL Server... 5 e) Configurar porta estática:... 5 5.

Leia mais

MoreDoc. Guia de Instalação. Edição Community Versão 3.0

MoreDoc. Guia de Instalação. Edição Community Versão 3.0 MoreDoc Guia de Instalação Edição Community Versão 3.0 Índice 1 Histórico de Alterações...3 2 Sobre o Guia...4 3 Como começar...5 Software Necessário...5 Descompactação de arquivos...5 Carregamento da

Leia mais

4.2. UML Diagramas de classes

4.2. UML Diagramas de classes Engenharia de Software 4.2. UML Diagramas de classes Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Um diagrama de classes serve para modelar o vocabulário de um sistema Construído e refinado ao longo

Leia mais

Desenvolvimento de Sistema de Software

Desenvolvimento de Sistema de Software Desenvolvimento de Sistema de Software Grupo 5 Abel Matos 51776 João Amorim 51771 João Guedes 51755 Luís Oliveira 51801 Pedro Reis 51829 Introdução Neste relatório, realizado no âmbito da primeira fase

Leia mais

Enunciado de apresentação do projecto

Enunciado de apresentação do projecto Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2 o Semestre de 2009/2010 Enunciado de apresentação do projecto FEARSe Índice 1 Introdução... 2 2 Cenário de Enquadramento... 2 2.1 Requisitos funcionais...

Leia mais

Implemente a sua solução de Gestão de Marketing, Vendas e Serviço de Clientes, em menos de 7 dias.

Implemente a sua solução de Gestão de Marketing, Vendas e Serviço de Clientes, em menos de 7 dias. GoldMine QuickStart Implemente a sua solução de Gestão de Marketing, Vendas e Serviço de Clientes, em menos de 7 dias. O GoldMine é uma ferramenta de gestão da relação com os clientes (CRM-Costumer Relationship

Leia mais

Tutorial: Do YouTube para o PowerPoint

Tutorial: Do YouTube para o PowerPoint Autor: João Pina aragaopina@gmail.com 01-03-2010 OBJECTIVOS No final deste tutorial será capaz de: A. Retirar vídeos do YouTube; B. Converter os vídeos num formato passível de ser integrado em PowerPoint;

Leia mais

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2º Semestre, 2007/2008 Departamento Engenharia Informática Enunciado do projecto: Loja Virtual Fevereiro de 2008 Índice Índice...2 Índice de Figuras...3 1 Introdução...4

Leia mais

Descrição de Arquitectura e Design. SyncMasters

Descrição de Arquitectura e Design. SyncMasters 1 Descrição de Arquitectura e Design SyncMasters ConfiKeeper Version 2.0, 16-11-2014 by SyncMasters: Carlos Paiva, 2009108909, cpaiva@student.dei.uc.pt Inês Parente, 2012152484, iparente@student.dei.uc.pt

Leia mais

GereComSaber. Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software. Sistema de Gestão de Serviços em Condomínios

GereComSaber. Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software. Sistema de Gestão de Serviços em Condomínios Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática 3ºAno Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software Ano Lectivo de 2009/2010 GereComSaber Sistema de

Leia mais

Universidade Federal Rural de Pernambuco. Bacharelado em Sistemas de Informação. Disciplina: Análise e Projeto de Sistemas de Informação

Universidade Federal Rural de Pernambuco. Bacharelado em Sistemas de Informação. Disciplina: Análise e Projeto de Sistemas de Informação Universidade Federal Rural de Pernambuco Bacharelado em Sistemas de Informação Disciplina: Análise e Projeto de Sistemas de Informação Docente: Rodrigo Aluna: Thays Melo de Moraes Diagramas do Projeto

Leia mais

Diagrama de entidades relacionamentos (abordado anteriormente) Diagrama de Fluxo de Dados (DFD)

Diagrama de entidades relacionamentos (abordado anteriormente) Diagrama de Fluxo de Dados (DFD) Diagrama de entidades relacionamentos (abordado anteriormente) Prod_Forn N N 1 Stock 1 1 N Prod_Enc N 1 N 1 Fornecedor Movimento Encomenda Diagrama de Fluxo de Dados (DFD) Ferramenta de modelação gráfica,

Leia mais

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT E s t u d o s o b r e a i n t e g r a ç ã o d e f e r r a m e n t a s d i g i t a i s n o c u r r í c u l o d a d i s c i p l i n a d e E d u c a ç ã o V i s u a l e T e c n o l ó g i c a Sketch2Photo

Leia mais

Processo de análise estruturada - Abordagem clássica

Processo de análise estruturada - Abordagem clássica Processo de análise estruturada - Abordagem clássica Desenvolver modelo físico actual Modelo físico actual Modelos a desenvolver tendo em conta a abordagem clássica Desenvolver modelo lógico actual Modelo

Leia mais

PHC dteamcontrol Externo

PHC dteamcontrol Externo PHC dteamcontrol Externo A gestão remota de projectos e de informação A solução via Internet que permite aos seus Clientes participarem nos projectos em que estão envolvidos, interagindo na optimização

Leia mais

ARQUITECTURAS DE SOFTWARE

ARQUITECTURAS DE SOFTWARE ARQUITECTURAS DE SOFTWARE AULAS Nº 8 e 9 7-21/12/2007 F. Mário Martins Case Studies: Ligação das partes Use Case Diagram Use Case Specification Passo 1: ---------- Passo 2: ---------- Passo 3: ----------

Leia mais

Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº8

Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº8 Redes de Computadores Curso de Eng. Informática Curso de Eng. de Electrónica e Computadores Trabalho de Laboratório Nº8 Configuração e utilização do FTP 2004/2005 1 Objectivo Configuração de um servidor

Leia mais

Departamento de Sistemas e Informática. Licenciatura em Engenharia Informática Industrial EDP

Departamento de Sistemas e Informática. Licenciatura em Engenharia Informática Industrial EDP Departamento de Sistemas e Informática Licenciatura em Engenharia Informática Industrial Projecto ARC Ano Lectivo de 2006/2007 EDP Processamento das Leituras dos Contadores de Electricidade dos Consumidores

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software 2º Semestre de 2006/2007 Terceiro enunciado detalhado do projecto: Portal OurDocs ic-es+alameda@mega.ist.utl.pt ic-es+tagus@mega.ist.utl.pt 1. Introdução O terceiro enunciado do

Leia mais

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT Estudo sobre a integração de ferramentas digitais no currículo da disciplina de Educação Visual e Tecnológica floor planner Manual e Guia de exploração do floor planner para utilização em contexto de Educação

Leia mais

Licenciatura em Eng.ª Informática Complementos de Redes - 3º Ano - 2º Semestre. Trabalho Nº 4 - VoIP

Licenciatura em Eng.ª Informática Complementos de Redes - 3º Ano - 2º Semestre. Trabalho Nº 4 - VoIP Trabalho Nº 4 - VoIP 1. Introdução A utilização de tecnologia VoIP como alternativa às redes telefónicas tradicionais está a ganhar cada vez mais a aceitação junto dos utilizadores, e está sobretudo em

Leia mais

3. Engenharia de Requisitos

3. Engenharia de Requisitos Engenharia de Software 3. Engenharia de Requisitos Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Fases do desenvolvimento de software que mais erros originam (fonte: "Software Testing", Ron Patton)

Leia mais

Laboratórios de Engenharia de Software

Laboratórios de Engenharia de Software Laboratórios de Engenharia de Software S1 - Configuração do Curso Relatório de Desenho de Alto Nível Turma 4LEIC3 André Fidalgo Moniz {ei99041@fe.up.pt} José António Fonseca {ei99032@fe.up.pt} Mário Filipe

Leia mais

Metodologia e Gerenciamento do Projeto na Fábrica de Software v.2

Metodologia e Gerenciamento do Projeto na Fábrica de Software v.2 .:: Universidade Estadual de Maringá Bacharelado em Informática Eng. de Software III :. Sistema de Gerenciamento de Eventos - Equipe 09 EPSI Event Programming System Interface Metodologia e Gerenciamento

Leia mais

Engenharia de Software. Enunciado da Primeira Parte do Projecto

Engenharia de Software. Enunciado da Primeira Parte do Projecto LEIC-A, LEIC-T, LETI, MEIC-T, MEIC-A Engenharia de Software 2 o Semestre 2014/2015 Enunciado da Primeira Parte do Projecto 1. Primeira Parte do Projecto ES Este enunciado descreve o trabalho a realizar

Leia mais

Integração de Sistemas Embebidos MECom :: 5º ano

Integração de Sistemas Embebidos MECom :: 5º ano Integração de Sistemas Embebidos MECom :: 5º ano Device Drivers em Linux - Introdução António Joaquim Esteves www.di.uminho.pt/~aje Bibliografia: capítulo 1, LDD 3ed, O Reilly DEP. DE INFORMÁTICA ESCOLA

Leia mais

Um sistema SMS 1 simplificado

Um sistema SMS 1 simplificado 1 Introdução Um sistema SMS 1 simplificado Projecto de Redes de Computadores I - 2007/2008 LEIC IST, Tagus Park 10 de Setembro de 2007 Pretende-se com este projecto que os alunos implementem um sistema

Leia mais

7.3. WINDOWS MEDIA PLAYER 12

7.3. WINDOWS MEDIA PLAYER 12 7.3. WINDOWS MEDIA PLAYER 12 Este programa permite gerir toda a sua colecção de músicas, vídeos e até mesmo imagens, estando disponível para download no site da Microsoft, o que significa que mesmo quem

Leia mais

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT E s t u d o s o b r e a i n t e g r a ç ã o d e f e r r a m e n t a s d i g i t a i s n o c u r r í c u l o d a d i s c i p l i n a d e E d u c a ç ã o V i s u a l e T e c n o l ó g i c a Graffiti Creator

Leia mais

ZS Rest. Manual Avançado. Menus. v2011 - Certificado

ZS Rest. Manual Avançado. Menus. v2011 - Certificado Manual Avançado Menus v2011 - Certificado 1 1. Índice 2. Introdução... 2 3. Iniciar o ZSRest... 3 4. Menus... 4 b) Novo Produto:... 5 i. Separador Geral.... 5 ii. Separador Preços e Impostos... 7 iii.

Leia mais

O Processo de Desenvolvimento de Software

O Processo de Desenvolvimento de Software O Processo de Desenvolvimento de Software Objetivos Contextualizar Análise e Projeto de software dentro de uma metodologia de desenvolvimento (um processo de desenvolvimento de software) Um processo de

Leia mais

FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0

FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0 FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0 TÍTULO: Animatic - Marionetas Digitais Interactivas ORIENTADORES: Professor Doutor Aníbal Ferreira Professor Doutor Rui Torres ALUNO:

Leia mais

Introdução aos Sistemas Operativos

Introdução aos Sistemas Operativos Introdução aos Sistemas Operativos Computadores e Redes de Comunicação Mestrado em Gestão de Informação, FEUP 06/07 Sérgio Sobral Nunes mail: sergio.nunes@fe.up.pt web: www.fe.up.pt/~ssn Sumário Definição

Leia mais

Software da Impressora

Software da Impressora Software da Impressora Acerca do Software da Impressora O software Epson inclui o controlador de impressão e o EPSON Status Monitor 3. O controlador de impressão é um software que permite controlar a impressora

Leia mais

Manual de Utilização do OTRS ITSM [1.3]

Manual de Utilização do OTRS ITSM [1.3] Manual de Utilização do OTRS ITSM [1.3] ÍNDICE Manual de Utilização do OTRS ITSM [1.3]... 1 ÍNDICE... 2 ÍNDICE DE FIGURAS... 3 Prefácio... 4 2 Acesso ao OTRS ITSM... 5 Registo de Ticket Classificação do

Leia mais

Ferramenta computacional para implementação de redes neuronais optimização das capacidades gráficas

Ferramenta computacional para implementação de redes neuronais optimização das capacidades gráficas INEB- PSI Technical Report 2007-2 Ferramenta computacional para implementação de redes neuronais optimização das capacidades gráficas Alexandra Oliveira aao@fe.up.pt Professor Joaquim Marques de Sá December

Leia mais

Laboratório de Engenharia de Software

Laboratório de Engenharia de Software Laboratório de Engenharia de Software FEUP/LEIC - Licenciatura em Engenharia Informática, 2005/06 Ademar Aguiar ademar.aguiar at fe.up.pt João Correia Lopes jlopes at fe.up.pt Francisco Reinaldo reifeup

Leia mais

3 ao Quadrado - Agenda Web

3 ao Quadrado - Agenda Web 3 ao Quadrado - Agenda Web Relatório de Gestão de Projectos de Software - Grupo A - LEIC 2001/2002 http://gnomo.fe.up.pt/gps01a João Montenegro - ei97023@fe.up.pt André Teixeira - ei97024@fe.up.pt Carlos

Leia mais

Análise e Projeto Orientados por Objetos

Análise e Projeto Orientados por Objetos Análise e Projeto Orientados por Objetos Aula 02 Análise e Projeto OO Edirlei Soares de Lima Análise A análise modela o problema e consiste das atividades necessárias para entender

Leia mais

QNAP Surveillance Client para MAC

QNAP Surveillance Client para MAC QNAP Surveillance Client para MAC Chapter 1. Instalar o QNAP Surveillance Client 1. Clique duas vezes em "QNAP Surveillance Client V1.0.1 Build 5411.dmg". Após alguns segundos, é exibida a seguinte imagem.

Leia mais

SCOM 2014/2015. Asterisk. João Teixeira 070503247

SCOM 2014/2015. Asterisk. João Teixeira 070503247 SCOM 2014/2015 Asterisk João Teixeira 070503247 19 de dezembro de 2014 Índice Introdução... 1 Instalação... 2 Instalação do software Asterisk:... 2 Configuração... 5 Criação de extensões... 5 Registo de

Leia mais

TeleHematologia. Objectivo: Utilização:

TeleHematologia. Objectivo: Utilização: Objectivo: Possibilitar a visualização via internet de imagens da microscopia para assistência à validação de hemogramas através da análise de esfregaços Utilização: criação de pedidos de diagnóstico acesso

Leia mais

WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida

WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida Flagsoft, Lda 2015 Índice 1. Introdução...3 2. Integrador - Interface com o utilizador...4 3. Registo de actividade - Folha de horas...5 4. Agenda e colaboração...7

Leia mais

Desenvolvimento Cliente-Servidor 1

Desenvolvimento Cliente-Servidor 1 Desenvolvimento Cliente- 1 Ambiienttes de Desenvollviimentto Avançados Engenharia Informática Instituto Superior de Engenharia do Porto Alexandre Bragança 1998/99 Ambientes de Desenvolvimento Avançados

Leia mais

VRM Monitor. Ajuda Online

VRM Monitor. Ajuda Online VRM Monitor pt Ajuda Online VRM Monitor Índice pt 3 Índice 1 Introdução 3 2 Vista geral do sistema 3 3 Getting started 4 3.1 Iniciar o VRM Monitor 4 3.2 Iniciar o Configuration Manager 4 4 Configurar

Leia mais

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT Estudo sobre a integração de ferramentas digitais no currículo da disciplina de Educação Visual e Tecnológica Prezi Manual e Guia de exploração do Prezi para utilização em contexto de Educação Visual e

Leia mais

Processo de Desenvolvimento de Software. Engenharia de Software. nelmarpg@yahoo.com.br

Processo de Desenvolvimento de Software. Engenharia de Software. nelmarpg@yahoo.com.br Processo de Desenvolvimento de Software nelmarpg@yahoo.com.br 1 Objetivos Contextualizar Análise e Projeto de software dentro de uma metodologia de desenvolvimento (um processo de desenvolvimento de software)

Leia mais

Manual de Convenções. BPMN Business Process Modelling Notation. 2009 GFI Portugal

Manual de Convenções. BPMN Business Process Modelling Notation. 2009 GFI Portugal Manual de Convenções BPMN Business Process Modelling Notation 2009 GFI Portugal O que é o BPMN? O BPMN é uma notação gráfica para a definição de processos de negócio É o standard internacional para modelação

Leia mais

GereComSaber. Desenvolvimento de Sistemas de Software. Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática

GereComSaber. Desenvolvimento de Sistemas de Software. Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática Desenvolvimento de Sistemas de Software Ano Lectivo de 2009/10 GereComSaber Ana Duarte, André Guedes, Eduardo

Leia mais

Enunciados dos Trabalhos de Laboratório. Instituto Superior Técnico - 2005/2006. 1 Introdução. 2 Configuração de Redes

Enunciados dos Trabalhos de Laboratório. Instituto Superior Técnico - 2005/2006. 1 Introdução. 2 Configuração de Redes Enunciados dos Trabalhos de Laboratório Instituto Superior Técnico - 2005/2006 1 Introdução A empresa XPTO vende serviços de telecomunicações. O seu portfólio de serviço inclui: acesso à Internet; serviço

Leia mais

Manual de Utilizador. Disciplina de Projecto de Sistemas Industriais. Escola Superior de Tecnologia. Instituto Politécnico de Castelo Branco

Manual de Utilizador. Disciplina de Projecto de Sistemas Industriais. Escola Superior de Tecnologia. Instituto Politécnico de Castelo Branco Escola Superior de Tecnologia Instituto Politécnico de Castelo Branco Departamento de Informática Curso de Engenharia Informática Disciplina de Projecto de Sistemas Industriais Ano Lectivo de 2005/2006

Leia mais

Gestão de Configurações II

Gestão de Configurações II Gestão de Configurações II Bibliografia Livro: Software Configuration Management Patterns: Effective Teamwork, Practical Integration Gestão de Projecto 14 Padrões de Gestão Os padrões de gestão de configurações

Leia mais

M323 AUTOMAÇÃO TRABALHO LABORATORIAL Nº 7

M323 AUTOMAÇÃO TRABALHO LABORATORIAL Nº 7 ESCOLA SUPERIOR NÁUTICA INFANTE D. HENRIQUE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MARÍTIMA M323 AUTOMAÇÃO TRABALHO LABORATORIAL Nº 7 INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO DE AUTÓMATOS INDUSTRIAIS Por: Prof. Luis Filipe Baptista

Leia mais

Publicação em contexto académico: OJS na prática

Publicação em contexto académico: OJS na prática Publicação em contexto académico: OJS na prática sumário 1. Publicações científicas em ambiente académico: um cenário pouco homogéneo 1.1 o papel das bibliotecas de ensino superior 2. OJS Open Journal

Leia mais

Controle de robôs industriais via Labview

Controle de robôs industriais via Labview Leonel Lopes Lima Neto Instituto Tecnológico de Aeronáutica Rua H20B, casa, nº 114, Campus do CTA São José dos Campos São Paulo 12.228-460 Bolsista PIBIC-CNPq leonel@aluno.ita.br Emilia Villani Instituto

Leia mais

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT E s t u d o s o b r e a i n t e g r a ç ã o d e f e r r a m e n t a s d i g i t a i s n o c u r r í c u l o d a d i s c i p l i n a d e E d u c a ç ã o V i s u a l e T e c n o l ó g i c a MonkeyJam M a

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE ExtremePlanner

ENGENHARIA DE SOFTWARE ExtremePlanner ENGENHARIA DE SOFTWARE ExtremePlanner Acesso ao sistema: https://es.extremeplannerlive.com Procedimento de Login: O login e password é definido pelos caracteres iniciais do endereço de email do aluno,

Leia mais

PHC dteamcontrol Interno

PHC dteamcontrol Interno PHC dteamcontrol Interno A gestão remota de projectos em aberto A solução via Internet que permite acompanhar os projectos em aberto em que o utilizador se encontra envolvido, gerir eficazmente o seu tempo

Leia mais

[Documentação de Utilização Correio Electrónico dos Funcionários da ESTG]

[Documentação de Utilização Correio Electrónico dos Funcionários da ESTG] [Documentação de Utilização Correio Electrónico dos Funcionários da ESTG] Unidade De Administração de Sistemas Serviços Informáticos Instituto Politécnico de Leiria 09-06-2010 Controlo do Documento Autor

Leia mais

Data de Aplicação. Rede Local e Segurança Informática Básica

Data de Aplicação. Rede Local e Segurança Informática Básica FICHA TÉCNICA Exercício nº 9 NOME DO EXERCÍCIO DESTINATÁRIOS Duração Pré Requisitos Recursos / Equipamentos Orientações Pedagógicas OBJECTIVOS Resultado Esperado Rede Local e Segurança Informática Básica

Leia mais

Manual de utilização do Moodle

Manual de utilização do Moodle Manual de utilização do Moodle Iniciação para docentes Universidade Atlântica Versão: 1 Data: Fevereiro 2010 Última revisão: Fevereiro 2010 Autor: Ricardo Gusmão Índice Introdução... 1 Registo no Moodle...

Leia mais

ServidorEscola Plataforma Web de apoio Administrativo

ServidorEscola Plataforma Web de apoio Administrativo ServidorEscola Plataforma Web de apoio Administrativo Introdução Co-habitamos uma sociedade de informação universal, aliados ao paradigma da evolução tecnológica que se verifica e se revela como um meio

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2

PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2 PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2 Domínios de referência Competências Conteúdos Calendarização Conceitos Essenciais e

Leia mais

Tarciane Andrade. tarcianeandrade@gmail.com

Tarciane Andrade. tarcianeandrade@gmail.com Tarciane Andrade tarcianeandrade@gmail.com Contexto Análise Passando de casos de uso para diagramas de classes 2 Após a etapa de análise de requisitos, temos documentos de requisitos e os casos de uso

Leia mais

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Projecto Final

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Projecto Final Instituto Politécnico de Setúbal Escola Superior de Tecnologia de Setúbal Departamento de Sistemas e Informática Projecto Final Computação na Internet Ano Lectivo 2002/2003 Portal de Jogos Executado por:

Leia mais

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT E s t u d o s o b r e a i n t e g r a ç ã o d e f e r r a m e n t a s d i g i t a i s n o c u r r í c u l o d a d i s c i p l i n a d e E d u c a ç ã o V i s u a l e T e c n o l ó g i c a AutoCAD WS M

Leia mais

Engenharia de Software I

Engenharia de Software I Engenharia de Software I Rogério Eduardo Garcia (rogerio@fct.unesp.br) Bacharelado em Ciência da Computação Aula 05 Material preparado por Fernanda Madeiral Delfim Tópicos Aula 5 Contextualização UML Astah

Leia mais

Quadro Interactivo GUIÃO DE APOIO

Quadro Interactivo GUIÃO DE APOIO Quadro Interactivo GUIÃO DE APOIO Para o correcto funcionamento do Quadro Interactivo é necessário: Quadro Interactivo; Projector de Vídeo; Software específico (ActivInspire); Caneta ActivPen. 1 CALIBRAÇÃO

Leia mais

.Net Remoting Pizzaria

.Net Remoting Pizzaria .Net Remoting Pizzaria 1º Trabalho Prático Tecnologias de Distribuição e Integração 4º Ano do Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação João Carlos Figueiredo Rodrigues Prudêncio ei07111@fe.up.pt

Leia mais

ZS Rest. Manual Avançado. Ementas : Email e SMS. v2011

ZS Rest. Manual Avançado. Ementas : Email e SMS. v2011 Manual Avançado Ementas : Email e SMS v2011 1. Índice 2. INTRODUÇÃO... 2 3. INICIAR O ZSRest FrontOffice... 3 1 4. CONFIGURAÇÃO INICIAL... 4 b) Configurar E-Mail... 4 c) Configurar SMS... 5 i. Configurar

Leia mais

SI Sistema de Informação Anexo 4

SI Sistema de Informação Anexo 4 onselho oordenador omo implementar? No actual quadro da dministração Pública torna-se necessário avaliar o desempenho dos serviços, o que implica, para os gestores públicos, desenvolver (os seus) sistemas

Leia mais

REDES COM INTEGRAÇÃO DE SERVIÇOS

REDES COM INTEGRAÇÃO DE SERVIÇOS REDES COM INTEGRAÇÃO DE SERVIÇOS (1ª Parte) Rede Digital com Integração de Serviços () 1 1. INTRODUÇÃO 2 EVOLUÇÃO DAS REDES PÚBLICAS DE TELECOMUNICAÇÕES 1: Rede Telefónica Analógica 2: Rede Telefónica

Leia mais

PLANIFICAÇÃO DE GESTÃO DE BASE DE DADOS

PLANIFICAÇÃO DE GESTÃO DE BASE DE DADOS PLANIFICAÇÃO DE GESTÃO DE BASE DE DADOS Ano Lectivo 2010/2011 José Júlio Frias R. 1. ENQUADRAMENTO ÁREA DE FORMAÇÃO ITINERÁRIO DE QUALIFICAÇÃO SAIDA(S)PROFISSIONAL(IS) 481. CIÊNCIAS INFORMÁTICAS 48101.

Leia mais

PHC Workflow. Informatize de forma eficaz todos os circuitos e processos de trabalho usados na sua empresa

PHC Workflow. Informatize de forma eficaz todos os circuitos e processos de trabalho usados na sua empresa PHCWorkflow DESCRITIVO O PHC Workflow permite que o conjunto de acções a executar, sigam uma ordem pré- -definida de acordo com as normas da empresa, aumentando a agilidade e produtividade dos colaboradores.

Leia mais

Módulo de Administração MANUAL DO UTILIZADOR

Módulo de Administração MANUAL DO UTILIZADOR MANUAL DO UTILIZADOR Versão 1.5 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2 2. REQUISITOS DO SISTEMA 3 3. INÍCIO DA UTILIZAÇÃO 4 4. IDENTIFICAÇÃO DO OPERADOR 5 4.1 MUDAR SENHA DE ACESSO 5 5. GESTÃO DE UTILIZADORES 6 5.1 PERMISSÕES

Leia mais

Aplicações de Escritório Electrónico

Aplicações de Escritório Electrónico Universidade de Aveiro Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda Curso de Especialização Tecnológica em Práticas Administrativas e Tradução Aplicações de Escritório Electrónico Microsoft Word Folha

Leia mais

Projecto de Modelação, Engenharia de Software e Sistemas Distribuídos 2008-09. Requisitos para a 3ª entrega do projecto.

Projecto de Modelação, Engenharia de Software e Sistemas Distribuídos 2008-09. Requisitos para a 3ª entrega do projecto. Departamento de Engenharia Informática Modelação, Engenharia de Software, Sistemas Distribuídos Requisitos para a 3ª entrega do projecto Test O Matic 10 de Maio de 2009 1 Índice 1 Índice... 1 2 Sumário...

Leia mais

PCCRBE 1 - Manual de procedimentos técnicos para a criação de catálogos colectivos

PCCRBE 1 - Manual de procedimentos técnicos para a criação de catálogos colectivos PCCRBE 1 - Manual de procedimentos técnicos para a criação de catálogos colectivos 1. Introdução O objectivo deste documento é a criação de um memorando que sirva de apoio à instalação e manutenção do

Leia mais

DSS 08/09. Camada de Dados - JDBC. Aula 1. António Nestor Ribeiro /António Ramires Fernandes/ José Creissac Campos {anr,arf,jfc}@di.uminho.

DSS 08/09. Camada de Dados - JDBC. Aula 1. António Nestor Ribeiro /António Ramires Fernandes/ José Creissac Campos {anr,arf,jfc}@di.uminho. Universidade do Minho Departamento de Informática Camada de Dados - JDBC Aula 1 António Nestor Ribeiro /António Ramires Fernandes/ José Creissac Campos {anr,arf,jfc}@di.uminho.pt 2 Camada de Dados A camada

Leia mais

Versão 1.0. [08.02.2012] 2012, Portugal - Efacec Sistemas de Gestão S.A. Todos os direitos reservados. 1

Versão 1.0. [08.02.2012] 2012, Portugal - Efacec Sistemas de Gestão S.A. Todos os direitos reservados. 1 Copyright 2012 Efacec Todos os direitos reservados. Não é permitida qualquer cópia, reprodução, transmissão ou utilização deste documento sem a prévia autorização escrita da Efacec Sistemas de Gestão S.A.

Leia mais

Escola Básica 2, 3 de Lamaçães Planificação Anual 2007/08 Tecnologias de Informação e Comunicação

Escola Básica 2, 3 de Lamaçães Planificação Anual 2007/08 Tecnologias de Informação e Comunicação Escola Básica 2, 3 de Lamaçães Planificação Anual 2007/08 Tecnologias de Informação e Comunicação Unidade de Ensino/Aprendizagem Tecnologias da Informação e Comunicação Conceitos Introdutórios Conceitos

Leia mais

SiDEI. Sistema de Avaliação Automática de Alunos. Gestão e Desenvolvimento de Aplicações Informáticas

SiDEI. Sistema de Avaliação Automática de Alunos. Gestão e Desenvolvimento de Aplicações Informáticas SiDEI Sistema de Avaliação Automática de Alunos Gestão e Desenvolvimento de Aplicações Informáticas Disciplina de Engenharia de Software Instituto Superior de Engenharia do Porto Alunos: André Serafim

Leia mais

Elsa Cardoso, DCTI - ISCTE

Elsa Cardoso, DCTI - ISCTE Elsa Cardoso, DCTI - ISCTE 25 Maio 2004 elsa.cardoso@iscte.pt Sumário Perspectiva de Desenho do Sistema: Diagrama de classes numa perspectiva de Desenho: Estereótipos Relação de Dependência Relação de

Leia mais

Virtualização e Consolidação de Centro de Dados O Caso da UTAD António Costa - acosta@utad.pt

Virtualização e Consolidação de Centro de Dados O Caso da UTAD António Costa - acosta@utad.pt Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Virtualização e Consolidação de Centro de Dados O Caso da UTAD António Costa - acosta@utad.pt Agenda A UTAD Virtualização Uma definição Introdução e abrangência

Leia mais

Jogo de Tabuleiro - Mancala Relatório Final

Jogo de Tabuleiro - Mancala Relatório Final Jogo de Tabuleiro - Mancala Relatório Final Inteligência Artificial 3º ano do Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação Elementos do Grupo: Bruno Lima 080509068 bruno.lima@fe.up.pt Pedro

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA DSI

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA DSI UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA DSI Gestor de Listas de Distribuição de Emails versão: 0.9.1 Nelson Rodrigues DSI 20-07-2010 ÍNDICE: Introdução... 3 Definição de Mailing List... 3 Grupos de endereços

Leia mais

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT E s t u d o s o b r e a i n t e g r a ç ã o d e f e r r a m e n t a s d i g i t a i s n o c u r r í c u l o d a d i s c i p l i n a d e E d u c a ç ã o V i s u a l e T e c n o l ó g i c a Digital Comic

Leia mais

Guia IPBrick Billing

Guia IPBrick Billing Guia IPBrick Billing iportalmais 1 de Outubro de 2010 1 Introdução A crescente aceitação da facturação electrónica por parte dos consumidores e da comunidade empresarial tornou-nos conscientes da necessidade

Leia mais

Análise e Conc epç ão de Sist em as de Inform aç ão,qwurgxomrj(qj GH5HTXLVLWRV. Adaptado a partir de Gerald Kotonya and Ian Sommerville

Análise e Conc epç ão de Sist em as de Inform aç ão,qwurgxomrj(qj GH5HTXLVLWRV. Adaptado a partir de Gerald Kotonya and Ian Sommerville Análise e Conc epç ão de Sist em as de Inform aç ão,qwurgxomrj(qj GH5HTXLVLWRV Adaptado a partir de Gerald Kotonya and Ian Sommerville 1 Objectivos Introduzir as noções requisitos de sistema e processo

Leia mais