A LÍNGUA INGLESA AO LONGO DA HISTÓRIA E SUA ASCENSÃO AO STATUS DE LINGUA GLOBAL 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A LÍNGUA INGLESA AO LONGO DA HISTÓRIA E SUA ASCENSÃO AO STATUS DE LINGUA GLOBAL 1"

Transcrição

1 A LÍNGUA INGLESA AO LONGO DA HISTÓRIA E SUA ASCENSÃO AO STATUS DE LINGUA GLOBAL 1 FIGUEIREDO, Allan Fontoura 2 ; MARZARI, Gabriela Quatrin 3 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Curso de Letras do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil 3 Curso de Letras do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil ; ; RESUMO Neste trabalho, temos como objetivo investigar a trajetória da língua inglesa ao longo da história e sua ascensão ao status de língua franca. Para tanto, foram retomados estudos de diferentes autores que abordam essa temática, tais como: Crystal (1997), Rajagopalan (2005), Le Breton (2005), entre outros. Com base nesses estudos, foi feita uma discussão sobre a influência desse status de lingua franca do inglês no contexto da sala de aula e formação de professores desse idioma. Acreditamos que, estudos dessa natureza sejam muito importantes para nós, (futuros) professores de línguas estrangeiras, para que possamos nos conscientizar sobre os papéis que a língua inglesa vem desempenhando na atualidade, a fim de trazer, na medida do possível, diferentes propostas de ensino para a sala de aula, mostrando aos alunos que a aprendizagem da língua inglesa proporciona acesso a diversas culturas, oportunidades e, consequentemente, a diferentes mundos. Palavras-chave: Língua inglesa. Lingua Franca. Formação de professores. INTRODUÇÃO O crescimento da língua inglesa, em dimensão mundial, tem se tornado importante tema de estudo. Sua formação possui grande semelhança com as línguas latinas, inclusive a língua portuguesa. Por diversos fatores, a História elegeu o inglês como a lingua franca das nações. Sua ascensão deve-se, principalmente, à Batalha de Hastings, de 1066, ao grande poder econômico da Inglaterra no século XIX, alavancado pela Revolução Industrial, à soberania político-militar dos EUA, após a II Guerra Mundial, além da grande influência econômica e cultural que esses países exerceram em relação ao mundo atual em que vivemos um mundo globalizado que elegeu a língua inglesa como uma língua capaz de estabelecer comunicação em praticamente todos os campos conhecidos pela humanidade. Na atualidade, é inquestionável a importância e a necessidade de comunicação entre os povos linguisticamente distintos. Com o advento da globalização, bem como com os avanços tecnológicos, tornamo-nos cidadãos sedentos de informação. Para isso, usufruímos do inglês, hoje considerado a mais importante ferramenta de interação tanto acadêmica como profissional para saciarmos nossa necessidade. Mais do que uma questão política e social, o inglês é um facilitador e formador de pessoas bilíngues aptas a contribuírem para o crescimento e sucesso da sociedade global. No que diz respeito a isso, Crystal (1997)

2 afirma que é interessante acrescentar que o número de pessoas que usam o inglês como segunda língua é, atualmente, maior que o número de falantes nativos, pois aprender esse idioma significa ampliar as oportunidades sociais do cidadão. Não estamos nos referindo ao inglês usado nos Estados Unidos, no Reino Unido, na Austrália, entre outros, estamos falando do inglês que serve como meio de comunicação entre os povos, ou seja, a língua que percorre o mundo contemporâneo, isto é, o fenômeno linguístico chamado World English (língua mundial). Assim, o atual status do inglês como lingua franca e sua pluralidade são questões abordadas neste artigo. Para tanto, primeiramente abordaremos questões históricas a fim de situar o nosso leitor, bem como evidenciar as razões históricas que possibilitaram o patamar atual da língua inglesa, a expansão da língua inglesa abordando informações sobre algumas funções que o inglês vem desempenhando ao longo dos últimos séculos, a influência dos tópicos anteriores, mais especificamente sobre o termo língua franca, em relação à formação do professor de língua inglesa e, por último, serão abordadas as temáticas relacionadas à globalização e aos worlds englishes com o intuito de reafirmar o papel da língua inglesa como a língua do mundo atual em que estamos inseridos. REFERENCIAL TEÓRICO Sem precedentes anteriores, a língua inglesa vem conquistando, cada vez mais, espaço nas diversas áreas do conhecimento. Além disso, não há registros históricos de outra língua que tenha atingido o patamar do inglês, sendo que há mais falantes não nativos do que nativos do idioma. Ao longo dos séculos, a língua inglesa vem assumindo diferentes papéis, desde língua falada pela sociedade inglesa menos favorecida do século XIX até língua global (LE BRETON, 2005) ou lingua franca por excelência (RAJAGOPALAN, 2005) no século XXI. Alguns acontecimentos históricos foram decisivos para o crescimento da língua inglesa. A Batalha de Hastings, de 1066, por exemplo, foi um dos eventos de cunho histórico-político mais relevantes para a constituição do reino da Inglaterra nação-mãe da língua inglesa. Para Block (2006), essa batalha não apenas representou uma grande reorganização política, mas também alterou os rumos da língua inglesa, uma vez que foi a última invasão linguística, nesse caso de origem normanda, que a Inglaterra presenciou. Além de ter sido um importante evento político-histórico, a Batalha de Hastings introduz um período que é chamado de Middle English período marcado pela presença e influência da língua francesa no inglês. Baugh (1957) afirma que houve uma verdadeira imposição cultural do francês em relação ao inglês, uma vez que a cultura franconormanda foi praticamente introduzida da noite para o dia à nação anglo-saxônica. A cultura franco-normanda, durante quase três séculos ininterruptos, foi o padrão utilizado e

3 aceito pelos governantes da Inglaterra. Isso resultou, sobretudo, em um considerável número de contribuições lexicais dentro do vocabulário de língua inglesa. Esse novo vocabulário foi sendo incorporado, aos poucos, com o surgimento de novos conceitos políticos, administrativos e sociais, que não tinham equivalência no inglês. Em determinados casos, porém, já existiam vocábulos de origem germânica, os quais, ou acabaram sendo extinto pelo não uso, ou passaram a conviver com os equivalentes de origem francesa, em um primeiro momento como sinônimo e, com o tempo, adquirindo conotações diferentes, como por exemplo: answer (origem anglo-saxã) e respond (origem francesa). Entretanto, ao longo dos séculos, as disputas ocorridas entre os normandos das ilhas britânicas e os do continente geraram um sentimento essencialmente nacionalista. Já nas últimas décadas do século XV, é possível observar que o inglês, como língua em franca expansão, estava, cada dia mais, presente na vida dos cidadãos ingleses. Até mesmo na modalidade escrita, como idioma oficial para a redação de documentos, a língua inglesa já havia substituído o francês e o latim. Contudo, é preciso destacar que a língua inglesa, no período pós-batalha, estava sendo utilizada somente pelos camponeses, pois a língua oficial, tanto para a escrita quanto para a fala, adotada pelo governo, continuava sendo o francês. No entanto, esse quadro foi sendo gradativamente modificado e, como consequência, a língua inglesa foi instituída como a língua do povo da Inglaterra e, sobre pressão dessa população, foi oficializada pelos seus governantes. Como consequência, surgia nesse mesmo período na Inglaterra, uma literatura nacional, tendo William Shakespeare como ícone literário. A EXPANSÃO DA LÍNGUA INGLESA E SUAS CONSEQUÊNCIAS Por meio dessas informações político-históricas, é possível perceber como a língua inglesa, mesmo tendo sido negada em um primeiro momento pelos governantes normandos, se sobressaiu até chegar ao posto de língua oficial da nação britânica. Essa ascensão, desde já, demonstra a supremacia que futuramente a língua viria a desempenhar. Essa supremacia linguística se deve a inúmeros fatores, alguns já mencionados. Contudo, para Le Breton (2005, p ), o fato de o inglês ocupar uma posição de destaque em relação aos demais idiomas deve-se a algumas características que mencionam desde aspectos etimológicos até questões políticas. De modo semelhante à maioria das línguas européias modernas, talvez até mais que as outras, o inglês é uma língua compósita, que reúne contribuições celtas, latinas, francesas, germânicas, para falar exclusivamente das principais [...] A língua inglesa, que era uma língua nacional nos séculos XVI e XVII, tornou-se língua imperial nos séculos XVIII e XIX e, por fim, língua mundial durante a segunda metade do século XIX.

4 O estudioso, além de citar as principais contribuições, em termos linguísticos, para a constituição da língua inglesa, refere-se ainda, mesmo que de forma implícita, à versatilidade dessa língua, que, em poucos séculos, desempenhou diferentes papéis partindo de uma língua com representatividade local até chegar a ser a língua de todos. De modo geral, questões históricas de uma língua são negligenciadas, ou mesmo esquecidas, evidenciando as questões políticas. No caso da língua inglesa, isso não é uma exceção, pois é de conhecimento geral que a língua inglesa é a língua das nações imperialistas, porém não são todos que sabem a razão da supremacia dessa língua perante as demais. Seria de muito bom grado que as diferentes culturas dominadas pelo inglês soubessem que, devido a questões etimológicas, a língua inglesa é uma língua compósita, o que de certa forma facilita o seu aprendizado, visto que ela apresenta traços de várias famílias linguísticas, tornando-a, então, uma língua natural capaz de atender a demanda de um mundo que precisa estabelecer comunicação para atingir outros fins maiores, tais como fins diplomáticos e comerciais. Nesse mesmo sentido, Crystal (1997, p. 360) acrescenta: [ ] English has already become a world language, by virtue of the political and economic progress made by English-speaking nations in the past 200 years, [ ] English is used as official or semi-official language in over 60 countries, and has a prominent place in a further 20. It is either dominant or well established in all six continents 1. Por meio dessa citação, pode-se ainda acrescentar que a língua inglesa é a língua que domina praticamente todas as áreas do conhecimento, pois, além de ser a língua dos livros, dos esportes, da diplomacia é também a língua da música, da ciência e da robótica, isso para enumerar apenas algumas das principais áreas e situações nas quais o inglês é determinante para o entendimento entre os indivíduos participantes desses contextos. Sabemos, no entanto, que, ao longo da História dessa língua, ocorreram vários processos, como as chamadas invasões linguísticas, que provocaram o aumento dessa diversidade. Nessa perspectiva, Crystal (2004, p. 04) 2 enumera dois objetivos impossíveis que os linguistas do século XVIII tentaram alcançar: impedir que a língua continuasse a se alterar; e eliminar a variação linguística presente no uso da língua inglesa. Para o autor, essas tentativas falharam pelo fato de que a mudança é inerente não apenas a língua 1 A língua inglesa já se tornou uma língua mundial, em virtude do progresso político e econômico obtidos pelas nações falantes desse idioma nos últimos 200 anos, [...] O inglês é utilizado como língua oficial ou semi-oficial em mais de 60 países, e tem um lugar de destaque em outros 20. Da mesma forma, é dominante ou bem estabelecido em todos os seis continentes. (tradução nossa) 2 The eighteenth-century prescriptivists had two impossible aims: they wanted to stop the language changing, and they wanted to eliminate usage variation. In neither case were they successful. They could not have been, for it is in the nature of language to change and vary. And the evidence of their failure is all around us today, in the remarkable diversity which exists. It is moreover a diversity which is increasing, and in some unpredictable ways.

5 inglesa, mas a todas as línguas. Crystal ainda enfatiza que hoje se tem as evidências desse fracasso: a extraordinária diversidade, que continua crescendo. Na atualidade, essa variedade linguística abre espaço para duas possibilidades de interpretação da realidade: por um lado, temos a ideia da expansão da língua inglesa como exercício de poder (econômico e ideológico) dos Estados Unidos e demais países que possuem o inglês como língua oficial; por outro lado, há quem acredite que a variedade da língua inglesa a torna independente dos países que a tem como língua oficial, na medida em que é utilizada pelos falantes das demais nações, os quais são em maior número. Ou seja, nós falantes ditos não nativos de língua inglesa, por sermos em maior número, podemos, por direito adquirido, tratá-la como nossa, o que desassocia a ideia que a língua inglesa é a línguas dos EUA ou da Inglaterra e países que foram colonizados por essas nações. Para Salles e Gimenez (2010, p.27), a língua inglesa vem perdendo seu caráter de língua estrangeira para se tornar língua franca. Isto se deve também ao fenômeno denominado World Englishes, que é caracterizado, justamente, por essa variedade dialética nos diferentes lugares em que a língua inglesa é falada. O ENSINO DE INGLÊS COMO LINGUA FRANCA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES O ensino de língua inglesa ainda está muito ligado à concepção de inglês como língua estrangeira (English as a Foreign Language). Aceitar as mudanças nas normas e competências, de que o inglês como lingua franca necessita, é visto com certa resistência por parte dos modelos pedagógicos existentes, posto que essas mudanças requerem a valorização das variadas possibilidades de se falar inglês, ao invés da supervalorização de um inglês padrão, falado por nativos. O homem, como ser social, necessita interagir, seja de forma oral ou escrita, com seus semelhantes. Para que isso seja possível, é fundamental que haja uma ferramenta, ou seja, um idioma eleito que lhe assegure a conservação da identidade nacional de seu povo, respeitando suas crenças e tradições, mas que também lhe proporcione a comunicação com outras nações. Com a globalização, povos de diferentes culturas e idiomas passaram a pertencer a um todo. Dessa forma, as distâncias já não são relevantes, perderam a sua importância, pois o que está sendo apresentado no mundo atual em que vivemos é o fim das fronteiras, tanto culturais quanto físicas, uma vez que elas, num mundo globalizado, são formas simbólicas e sociais. a distância é um produto social; sua extensão varia dependendo da velocidade com a qual pode ser vencida (BAUMAN, 1999 p. 19). Este encurtamento das distâncias e o fim da geografia de fronteiras é uma

6 consequência observada sobre a velocidade que informações e dos meios de comunicação nos atingem, bem como um desenfreado desenvolvimento de novas tecnologias que diminuem os espaços das diferenças. Isso assegura uma liberdade para se locomover, adaptar e agir à distância. Contudo, esse processo fez com que ocorresse uma padronização cultural, na qual todas as pessoas necessitam falar a mesma língua para se comunicar e assim pertencer ao grande grupo. No entanto, Kumaravadivelu ressalta que: [...] o processo de globalização resultou em maiores contatos entre as pessoas de culturas diferentes, levando a uma melhor consciência dos valores e visões de cada um e a uma decisão mais firme de preservar e proteger a própria herança lingüística e cultural. (KUMARAVADIVELU, 2006, p.135) Isso acontece, segundo o autor, porque há uma americanização associada ao uso do inglês como segunda língua, e a mídia é uma das grandes responsáveis por isso, uma vez que vê o ensino de inglês como uma mercadoria e, para vendê-la, não mede esforços em valorizá-la. Nesse sentido, Rajagopalan afirma que: Em matéria de ensino de língua estrangeira, tal concepção do nativo, marcada por um grau de veneração desmedida, só deu ampla vazão ideologia neocolonialista que sempre pautou o empreendimento. O que se viu foi uma verdadeira apoteose do nativo. (RAJAGOPALAN, 2004, p.68) Durante muito tempo, a língua inglesa foi - e ainda é - tratada como língua internacional. Por isso, é vista como sendo padronizada (homogênea) e pertencente a certos países vinculados a ideia de colonizadores, como os Estados Unidos e a Inglaterra. Essa crença faz com que se acredite que, para aprender inglês, o aprendiz deve se comportar como o falante nativo do idioma. Sobre esse assunto, Moita Lopes (2008, p. p ) argumenta que a língua inglesa já não pode mais ser considerada patrimônio de um único país, já que já há mais falantes não nativos do que nativos de inglês, o que nos deixa livre desse embate sobre o nosso comportamento linguístico. Entretanto, é necessário que tenhamos em mente que o inglês deixa, então, de ser exclusividade do império (americano/britânico) e passa a ser patrimônio de todos os falantes, inclusivo nosso, tornando-se a língua das nações (World English). Para que o ensino de inglês como idioma padrão, elitizado seja desmistificado, é preciso concebê-lo como lingua franca. Para tanto, torna-se necessário rever alguns preconceitos sobre aprender/ensinar a língua inglesa. Erros típicos, tais como, por exemplo, o s da terceira pessoa, preposições redundantes, falhas nas tag questions, ligados a ideia de que há um inglês padrão e que é necessário corrigir tais erros para que

7 haja uma boa comunicação em inglês, devem ser banidos da mente do educador, uma vez que eles não atrapalham o entendimento e sucesso da conversação. Segundo Pennycook (2001, p.76), o que se faz necessário enfatizar nesse momento não são as competências técnicas e linguísticas, que fazem com que os aprendizes tentem eliminar traços de sua língua/identidade, mas sim [...] possibilitar que os alunos possam aprender e consequentemente se comunicar (geralmente depois de deixar a escola) com qualquer variedade nativa ou não nativa [...]. Para que haja uma comunicação em nível global, é necessário que professores e alunos aprendam e aceitem a pluralidade da língua inglesa, suas similaridades e diferenças em relação ao inglês padrão. Sob essa perspectiva, a língua local, neste contexto, mesclase com a língua inglesa, e os educadores passam a perceber a mistura de variedades de inglês de forma positiva, quebrando o tabu de que a língua inglesa falada com sotaque local é inferior em termos de qualidade se comparado o sotaque de um professor que morou durante certo tempo nos EUA, por exemplo. Os professores, mais do que serem apenas ensinados a trabalhar com técnicas préformuladas, deverão ter a consciência de que aprender a falar uma língua estrangeira não significa ser o outro (o nativo), mas sim se comunicar com o outro. O objetivo principal, ao se ensinar uma língua estrangeira, é torná-la acessível ao nosso aluno, tornando-a fácil de aprender para que ele possa se comunicar através desse novo instrumento de comunicação, que passa a ser familiar, oportunizando ao aprendiz condições de questionar e interagir com o mundo e não com um país específico. As línguas evoluem com o passar do tempo. Algumas delas, devido ao não uso, se extinguem, outras se sobressaem. Tudo isso ocorre de formal natural e espontânea. Além disso, isso se faz necessário para que a comunicação acompanhe a evolução que o nosso mundo sofre e sofrendo. No caso do inglês, enquanto lingua franca, percebemos que é a língua atual que mais se adapta ao contexto global em que vivemos, pois permite que a identidade local seja preservada através da multiculturalidade desencadeada pela globalização. E, dessa maneira, a formação de professores deve estar voltada à valorização das várias identidades, atendendo a necessidades pessoais dos aprendizes, bem como a sua emancipação cultural, por meio da língua que têm como alvo de aprendizagem. A LÍNGUA INGLESA COMO MEIO DE ACESSO A OUTRAS LÍNGUAS E CULTURAS O fato de que a língua inglesa está se tornando cada vez mais uma língua mundial permite que esse idioma sirva de mediação para a comunicação interlingual e intercultural. No que diz respeito à comunicação, que aqui definimos como interlingual, pode-se afirmar que o inglês possui as características de uma língua-ponte, ou seja, uma língua

8 intermediária, que permitirá a pessoas que não possuem a mesma língua materna, aprenderem um segundo idioma, tendo em comum a língua inglesa. Para que isso ocorra, porém, é necessária a observação de alguns aspectos, levando-se em conta que qualquer idioma não pode ser separado da cultura em que está inserido. De acordo com Crystal (2008, p. 01), a possibilidade de alcançar a compreensão da língua inglesa em diversas partes do mundo está mais ligada à questão sócio-políticocultural de cada região em que a língua está inserida do que à questão de forma certa ou errada de se utilizar a língua inglesa. Nesse sentido, as diferentes culturas anglófonas podem se sentir autônomas, uma vez que, se por exemplo um norte-americano visitasse a República Checa, certamente não entenderia algumas situações em função da forma de organização que esse povo possui e que não corresponde ao mesmo sistema de organização da cultura de seus visitantes. O mesmo poderia ocorrer se houvesse o movimento contrário, e habitantes desse lugar visitassem certa região dos Estados Unidos. Assim, pode-se falar que a diferença lingüística não consiste apenas na utilização de palavras que estão em dicionários, mas também em vocabulários locais específicos que vão surgindo na medida em que a comunidade os vai inventando e inserindo ao léxico já existente. A língua inglesa, assim como qualquer outro idioma, não é estática, pois quanto mais se expande, mais está sujeita a sofrer alterações devido às características que as culturas de diferentes regiões lhe vão imprimindo na medida em que fazem uso do inglês. Crystal (2008, p. 01) chama essa peculiaridade da língua inglesa de Local Englishes, sem opor, entretanto, esse conceito ao status de lingua franca, mas justamente para esclarecer que a língua inglesa não é mais pertencente a um país específico, ela passa a fazer parte de toda e qualquer cultura que faz uso desse idioma e que o modifica com seus modos de ver e de agir no mundo. De acordo com Crystal (2008, p. 01), felizmente, nos dias de hoje, existe a possibilidade de falar sobre inglês britânico, americano, australiano, sul-africano, indiano, e outros tantos Englishes. O linguista afirma também que já estão sendo compilados dicionários com léxicos distintos encontrados nessas regiões. O autor (2008, p. 03) conclui seu artigo dizendo que, de certa maneira, essas novas culturas que fazem uso da língua inglesa tomam esse idioma como sua propriedade. Crystal argumenta que o fato de a língua estar intimamente unida à cultura colabora com os diferentes povos anglófonos, uma vez que ninguém no mundo conhece sua variedade local de inglês 3 tão bem quanto os próprios moradores daquele local. CONSIDERAÇÕES FINAIS 3 Homegrown variety of English

9 Alguns acontecimentos históricos foram decisivos para o crescimento da língua inglesa, sendo esse crescimento podendo ser explicado tanto pelo viés estatístico, bem como pelo geopolítico. De forma natural, as populações humanas foram crescendo e, consequentemente, a língua que eles falavam também tornando essa língua mais representativa e diplomática em âmbito internacional. Por isso, é de fundamental importância conhecer a história da língua inglesa, a fim de que entendamos o motivo do aprendizado da língua inglesa a língua estrangeira mais ensinada no mundo. Da mesma forma, serão os processos político-culturais que justificarão o status atual dessa língua. Além disso, atentamos para a importância de se estudar os papéis que a Língua Inglesa desempenhou, e vem desempenhando, durante os últimos séculos. Isso se faz necessário uma vez que desempenharemos o papel de professores de língua inglesa, seremos mediadores do conhecimento que passaremos aos nossos alunos. Parte de nós, como pesquisadores, também, inserir o público leigo essas informações a fim de que o inglês seja visto como uma língua capaz de aproximar pessoas. Por fim, destacamos a importância de sabermos o processo evolutivo da língua inglesa, pois é impossível negar que vivemos em um mundo globalizado, no qual se anulam as fronteiras geográficas e culturais. A língua inglesa, como lingua franca, favorece a nossa inserção nesse novo contexto mundial. E, além disso, melhor do que qualquer outra língua natural supre todas, ou se não quase todas, as necessidades comunicativas desse novo contexto. REFERÊNCIAS BAUGH, Albert C. History of the English language. New York: Appleton-Century-Crofts, BAUMAN, Zygmunt. Globalização: As conseqüências humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, BLOCK, R. Howard. A needle in the right hand of God: The Norman Conquest of 1066 and the Making and Meaning of the Bayeux Tapestry. New York: Random House, CRYSTAL, David. Local Englishes. Europa Vicina, 2008, 17, 3-5. Disponível em <http://www.davidcrystal.com/dc_articles/english123.pdf> acesso em 03/11/2011. David. The Cambridge Encyclopedia of the English Language. Cambridge: CUP, David. The history of English. Text prepared for the BBC Voices project website, November Disponível em < acesso em 29/10/2011.

10 David. English a Global Language. First Edition, Disponível em <http://www.sprachshop.com/sixcms/media.php/811/english_as_a_grobal_lang_sample_ch. pdf >acesso em 18/10/2011. KUMARAVADIVELU, B. O conceito da globalização. In: MOITA LOPES, Luiz Paulo da. Por uma linguística aplicada indisciplinar. São Paulo: Parábola Editorial, 2006, p LE BRETON, Jean-Marie. Reflexões anglófilas sobre a geopolítica do inglês. In: LACOSTE, Yves; RAJAGOPALAN, Kanavillil. A geopolítica do inglês. São Paulo: Parábola Editorial, 2005, p MOITA LOPES, Luiz Paulo da. Inglês e globalização em uma epistemologia de fronteira: Ideologia linguística para tempos híbridos. Rio de Janeiro, Disponível em < acesso em 29/10/2011. RAJAGOPALAN, Kanavillil.Línguas nacionais como bandeiras patrióticas, ou a linguística que nos deixou na mão. In: SILVA, Fábio Lopes da. RAJAGOPALAN, Kanavillil(Org.). A linguística que nos faz falhar: investigação crítica. São Paulo: Parábola Editorial, 2004, p RAJAGOPALAN, Kanavillil. A geopolítica da língua inglesa e seus reflexos no Brasil: por uma política prudente e propositiva. In: LACOSTE, Yves; RAJAGOPALAN, Kanavillil. A Geopolítica do Inglês. São Paulo: Parábola Editorial, 2005, p SALLES, Michele Ribeiro; GIMENEZ, Telma. Ensino de inglês como língua franca: uma reflexão. BELT JOURNAL: Porto Alegre, janeiro/julho SZCZESNIAK, Konrad. O retorno da hipótese de Sapir-Whorf. Revista Ciência Hoje, vol. 36, nº 214, abril de 2005, p Disponível em < acesso em 03/11/2011.

AS VARIEDADES DA LÍNGUA INGLESA E O SEU STATUS DE LÍNGUA MUNDIAL 1 THE VARIETIES OF THE ENGLISH LANGUAGE AND ITS STATUS OF WORLD LANGUAGE

AS VARIEDADES DA LÍNGUA INGLESA E O SEU STATUS DE LÍNGUA MUNDIAL 1 THE VARIETIES OF THE ENGLISH LANGUAGE AND ITS STATUS OF WORLD LANGUAGE AS VARIEDADES DA LÍNGUA INGLESA E O SEU STATUS DE LÍNGUA MUNDIAL 1 THE VARIETIES OF THE ENGLISH LANGUAGE AND ITS STATUS OF WORLD LANGUAGE Kátia Cristina Galatti 2 RESUMO Este artigo pretende destacar as

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA E O COMPROMISSO SOCIAL

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA E O COMPROMISSO SOCIAL A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA E O COMPROMISSO SOCIAL Ferreira, Aparecida de Jesus Unioeste/Cascavel A língua Inglesa sem dúvida é, hoje, a língua mais falada e utilizada no mundo como língua

Leia mais

OFICINA DE CULTURA E VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL: INGLÊS BRITÂNICO OU INGLÊS AMERICANO?

OFICINA DE CULTURA E VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL: INGLÊS BRITÂNICO OU INGLÊS AMERICANO? OFICINA DE CULTURA E VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL: INGLÊS BRITÂNICO OU INGLÊS AMERICANO? Ewerton Felix da Silva Antônio Fernandes Dias Júnior Cristiane Vieira Falcão Maria Glayce Kelly Oliveira

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Março 2015 REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA

Leia mais

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS 7.PROJETO PEDAGÓGICO 1º SEMESTRE DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ECONOMIA EMENTA: Conceitos Fundamentais; Principais Escolas do Pensamento; Sistema Econômico; Noções de Microeconomia; Noções de Macroeconomia;

Leia mais

CURSO: HISTÓRIA PRIMEIRO PERÍODO. Área de Ciências Humanas Sociais e Aplicadas. DISCIPLINA: Metodologia Científica (on-line)

CURSO: HISTÓRIA PRIMEIRO PERÍODO. Área de Ciências Humanas Sociais e Aplicadas. DISCIPLINA: Metodologia Científica (on-line) CURSO: HISTÓRIA PRIMEIRO PERÍODO DISCIPLINA: Metodologia Científica (on-line) (Modalidade a Distância NEAD) 104032 04 01 80h O Conhecimento Científico e os Métodos Científicos. Epistemologia. Métodos Científicos:

Leia mais

Ensino de inglês no Brasil: mitos, crenças e desafios1

Ensino de inglês no Brasil: mitos, crenças e desafios1 Fabiana Diniz Kurtz Coordenadora do curso de letras língua inglesa da Unijuí. Mestre em letras pela UFSM e doutoranda em educação nas ciências pela Unijuí. Ensino de inglês no Brasil: mitos, crenças e

Leia mais

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA OS TEXTOS

Leia mais

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA Adriana Zanela Nunes (UFRJ) zannelli@bol.com.br, zannelli@ig.com.br zannelli@ibest.com.br

Leia mais

A QUESTÃO CULTURAL NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA

A QUESTÃO CULTURAL NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA A QUESTÃO CULTURAL NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA Angleice Sousa Silva angleicesousa@hotmail.com Frederico Loiola Viana fredyloy@hotmail.com Samara Oliveira Silva mara_oliveira_09@hotmail.com Tatiana G. N.

Leia mais

A DIVERSIDADE E CURRÍCULO: DESAFIOS PARA UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA

A DIVERSIDADE E CURRÍCULO: DESAFIOS PARA UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA A DIVERSIDADE E CURRÍCULO: DESAFIOS PARA UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA Josenilson Felizardo dos Santos 1 INTRODUÇÃO É possível compreender o papel da escola diante de todo o processo de ensino aprendizagem. E

Leia mais

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010.

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Resenha OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Leticia Macedo Kaeser * leletrasufjf@gmail.com * Aluna

Leia mais

O AUXÍLIO DA FONÉTICA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA

O AUXÍLIO DA FONÉTICA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA O AUÍLIO DA FONÉTICA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA Ana Beatriz Miranda Jorge UFCG/ beatrizjmiranda@gmail.com Bruna Melo do Nascimento UEPB/ bruna.melo.nascimento@gmail.com Isabelle Coutinho Ramos Benício

Leia mais

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA Fabiane Caron Novaes 1 Roberta Aparecida Diadio 2 Resumo: Considerando as recomendações contidas no referencial teórico dos Parâmetros Curriculares Nacionais

Leia mais

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS 1ª FASE LLE 931 Introdução aos Estudos da Linguagem Total h/a Introdução aos conceitos de língua e língua(gem); características da língua(gem) humana; a complexidade da língua(gem)

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ATRAVÉS DAS ESCOLAS BILÍNGUES NO BRASIL: UMA NOVA REALIDADE 1

O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ATRAVÉS DAS ESCOLAS BILÍNGUES NO BRASIL: UMA NOVA REALIDADE 1 O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ATRAVÉS DAS ESCOLAS BILÍNGUES NO BRASIL: UMA NOVA REALIDADE 1 Iasmin Araújo Bandeira Mendes Universidade Federal de Campina Grande, email: iasminabmendes@gmail.com INTRODUÇÃO

Leia mais

HISTÓRIA COMENTÁRIO DA PROVA

HISTÓRIA COMENTÁRIO DA PROVA COMENTÁRIO DA PROVA De uma forma geral, a prova foi boa com questões claras e bem articuladas. Louvável a intenção de cobrar reflexões sobre a históriografia, bem como a de revisitar o passado a partir

Leia mais

Estratégias de Aprendizado da Língua Estrangeira 1. Introdução

Estratégias de Aprendizado da Língua Estrangeira 1. Introdução Estratégias de Aprendizado da Língua Estrangeira Gedeon Santos de Medeiros Gerley Machado de Oliveira 1. Introdução A escolha de determinadas experiências de aprendizagem em qualquer contexto educacional,

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL DE LÍNGUA INGLESA

PLANEJAMENTO ANUAL DE LÍNGUA INGLESA COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PLANEJAMENTO ANUAL DE LÍNGUA INGLESA SÉRIE: 8ºs anos PROFESSOR:

Leia mais

Língua portuguesa: ultrapassar fronteiras, juntar culturas

Língua portuguesa: ultrapassar fronteiras, juntar culturas Reflexões sobre a metalinguagem de aquisição, aprendizagem e ensino do português para falantes de outras línguas Maria Francisca XAVIER 1 Maria José GROSSO 2 Katia de Abreu CHULATA 3 RESUMO O estudo da

Leia mais

Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto ***

Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto *** A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE FILOSOFIA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO DE PEDAGOGIA * Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto *** Resumo: Este estudo foi construído a partir de uma pesquisa realizada na própria

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO MÉTODO TRADICIONAL E A ABORDAGEM COMUNICATIVA NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA SALA DE AULA DO ENSINO MÉDIO

REFLEXÕES ACERCA DO MÉTODO TRADICIONAL E A ABORDAGEM COMUNICATIVA NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA SALA DE AULA DO ENSINO MÉDIO REFLEXÕES ACERCA DO MÉTODO TRADICIONAL E A ABORDAGEM COMUNICATIVA NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA SALA DE AULA DO ENSINO MÉDIO SILVA, Wellington Jhonner D. B da¹ Universidade Estadual de Goiás - Unidade

Leia mais

Manual do aluno. Curso Master

Manual do aluno. Curso Master Manual do aluno Curso Master Sumário A escola... 3 Inglês por nível... 3 Material Didático Interchange Fourth Edition... 4 Série complementar pós-interchange:... 5 Metodologia do curso Master:... 5 Em

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA SOCIOLINGUÍSTICA

ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA SOCIOLINGUÍSTICA ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA Cristiane Toffanello Mestranda UniRitter/Laureate International Universities Cristoffi@hotmail.com SOCIOLINGUÍSTICA

Leia mais

8.02.00.00-1 LETRAS PRESENÇA DE MODELOS TEÓRICOS EM UM CURSO DE FORMAÇÃO CONTÍNUA Giovanna Roggi

8.02.00.00-1 LETRAS PRESENÇA DE MODELOS TEÓRICOS EM UM CURSO DE FORMAÇÃO CONTÍNUA Giovanna Roggi 8.00.00.00-2 LINGUÍSTICA, LETRAS E ARTES 8.02.00.00-1 LETRAS PRESENÇA DE MODELOS TEÓRICOS EM UM CURSO DE FORMAÇÃO CONTÍNUA Giovanna Roggi Curso de Letras Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Arte

Leia mais

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/ MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: HISTÓRIA LICENCIATURA PLENA SERIADO ANUAL 3 (TRÊS) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 03 (TRÊS) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 05 (CINCO)

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE HISTÓRIA

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE HISTÓRIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE HISTÓRIA Nome: Nº 2 a. Série Data: / /2015 Professores: Gabriel e Marcelo Nota: (valor: 1,0) 3º bimestre de 2015 A - Introdução Neste bimestre, sua média foi inferior a 6,0 e

Leia mais

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a GRADE CURRICULAR DO MESTRADO EM LETRAS: LINGUAGEM E SOCIEDADE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS 34 CRÉDITOS Teorias da Linguagem (60h/a 04 Teorias Sociológicas (60h/a 04 Metodologia da Pesquisa em Linguagem (30h/a

Leia mais

ENSINO DE INGLÊS COMO LÍNGUA FRANCA E A IDENTIDADE NACIONAL: REFLETINDO SOBRE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES

ENSINO DE INGLÊS COMO LÍNGUA FRANCA E A IDENTIDADE NACIONAL: REFLETINDO SOBRE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES 709 ENSINO DE INGLÊS COMO LÍNGUA FRANCA E A IDENTIDADE NACIONAL: REFLETINDO SOBRE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES TEACHING OF ENGLISH AS LINGUA FRANCA AND NATIONAL IDENTITY: REFLECTING ON THE TRAINING OF TEACHERS

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DA PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA DOS ACADÊMICOS DE LETRAS DA UNIFRA: UM PARALELO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A AUTONOMIA DOS MESMOS 1

DESENVOLVIMENTO DA PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA DOS ACADÊMICOS DE LETRAS DA UNIFRA: UM PARALELO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A AUTONOMIA DOS MESMOS 1 DESENVOLVIMENTO DA PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA DOS ACADÊMICOS DE LETRAS DA UNIFRA: UM PARALELO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A AUTONOMIA DOS MESMOS 1 OLIVEIRA, Vinícius. O. 2 MACIEL, Adriana. M. N. RESUMO: O

Leia mais

Linguística Aplicada ao ensino de Língua Portuguesa: a oralidade em sala de aula (Juliana Carvalho) A Linguística Aplicada (LA) nasceu há mais ou menos 60 anos, como uma disciplina voltada para o ensino

Leia mais

Solidariedade versus interesses nacionais no contexto de comunidades de países

Solidariedade versus interesses nacionais no contexto de comunidades de países Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública Solidariedade versus interesses nacionais no contexto de comunidades de países Samira Santana de Almeida 1. Apresentação RELATÓRIO O presente

Leia mais

Construção do Espaço Africano

Construção do Espaço Africano Construção do Espaço Africano Aula 2 Colonização Para melhor entender o espaço africano hoje, é necessário olhar para o passado afim de saber de que forma aconteceu a ocupação africana. E responder: O

Leia mais

O Estado moderno: da gestão patrimonialista à gestão democrática

O Estado moderno: da gestão patrimonialista à gestão democrática O Estado moderno: da gestão patrimonialista à gestão democrática Neusa Chaves Batista 1 1. Introdução O modelo de gestão para a escola pública requerido na atualidade encontra-se expresso no ordenamento

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

LEITURA DOS DIZERES DOS ALUNOS-APRENDIZES DE LÍNGUA ESTRANGEIRA. Maria de Lourdes Marques Moraes (UNINCOR Três Corações)

LEITURA DOS DIZERES DOS ALUNOS-APRENDIZES DE LÍNGUA ESTRANGEIRA. Maria de Lourdes Marques Moraes (UNINCOR Três Corações) LEITURA DOS DIZERES DOS ALUNOS-APRENDIZES DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Maria de Lourdes Marques Moraes (UNINCOR Três Corações) Este texto é produto das reflexões acerca da construção das identidades a partir

Leia mais

ANALISE COMPARATIVA DE DUAS PESQUISAS SOBRE IDENTIDADE E PRÁTICAS DE LETRAMENTO NO CONTEXTO MULTISSERIE DO CAMPO.

ANALISE COMPARATIVA DE DUAS PESQUISAS SOBRE IDENTIDADE E PRÁTICAS DE LETRAMENTO NO CONTEXTO MULTISSERIE DO CAMPO. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

1 A Internet e sua relação com a linguagem na atualidade: algumas informações introdutórias

1 A Internet e sua relação com a linguagem na atualidade: algumas informações introdutórias 1 A Internet e sua relação com a linguagem na atualidade: algumas informações introdutórias Objetivamos, com esse trabalho, apresentar um estudo dos processos de importação lexical do português que ocorrem

Leia mais

O ensino de línguas estrangeiras via redes sociais 1

O ensino de línguas estrangeiras via redes sociais 1 O ensino de línguas estrangeiras via redes sociais 1 Gabriel Belinazo 2 gbelinazo@inf.ufsm.br Abstract: In this review article, the main goal is to review and analyze information about social networks

Leia mais

BRASIL E ESTADOS UNIDOS: relações comerciais e linguístico-culturais

BRASIL E ESTADOS UNIDOS: relações comerciais e linguístico-culturais BRASIL E ESTADOS UNIDOS: relações comerciais e linguístico-culturais Autor(a): João Corcino Neto Coautor(es): Suzana Ferreira Paulino Email: jcn1807iop@gmail.com Introdução As relações comerciais entre

Leia mais

O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO: UM EMBATE ENTRE O ATUAL E A MEMÓRIA. Élcio Aloisio FRAGOSO 1

O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO: UM EMBATE ENTRE O ATUAL E A MEMÓRIA. Élcio Aloisio FRAGOSO 1 1 O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO: UM EMBATE ENTRE O ATUAL E A MEMÓRIA Élcio Aloisio FRAGOSO 1 Resumo O novo acordo ortográfico já rendeu uma série de discussões sob pontos de vistas bem distintos. O acordo

Leia mais

CURRÍCULO DO CURSO. Mínimo: 8 semestres CELSO HENRIQUE SOUFEN TUMOLO 37219288

CURRÍCULO DO CURSO. Mínimo: 8 semestres CELSO HENRIQUE SOUFEN TUMOLO 37219288 71 EaD_UAB LETRAS LICENCIATURA EM LÍNGUA INGLESA 009 Documentação: jetivo: Titulação: Diplomado em: Resolução n. 005/CEG/009, de 5/03/009 Habilitar professores para o pleno exercício de sua atividade docente,

Leia mais

PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO

PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO Extensão, docência e investigação. Danielle Gomes Mendes Theciana Silva Silveira Orientadora: Prof.ª Dr.ª Marize Barros Rocha

Leia mais

O PAPEL SOCIAL DA LÍNGUA: O PODER DAS VARIEDADES LINGÜÍSTICAS Carmen Elena das Chagas (UFF/UNESA) carmenelena@bol.com.br

O PAPEL SOCIAL DA LÍNGUA: O PODER DAS VARIEDADES LINGÜÍSTICAS Carmen Elena das Chagas (UFF/UNESA) carmenelena@bol.com.br O PAPEL SOCIAL DA LÍNGUA: O PODER DAS VARIEDADES LINGÜÍSTICAS Carmen Elena das Chagas (UFF/UNESA) carmenelena@bol.com.br CONSIDERAÇÕES INICIAIS A língua, na concepção da sociolingüística, é intrinsecamente

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE Marcia Aparecida Alferes 1 Resumo O presente texto pretende refletir sobre a definição dos conceitos de alfabetização e letramento,

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

INGLÊS PARA INICIANTES: ESTRATEGIAS DE COMUNICAÇÃO E INSERÇÃO NA CULTURA INGLESA

INGLÊS PARA INICIANTES: ESTRATEGIAS DE COMUNICAÇÃO E INSERÇÃO NA CULTURA INGLESA INGLÊS PARA INICIANTES: ESTRATEGIAS DE COMUNICAÇÃO E INSERÇÃO NA CULTURA INGLESA 1 Cintia Paula Santos da Silva 2 Lucília Teodora Villela de Leitgeb Lourenço Comunicação Educação - Línguas Estrangeiras

Leia mais

LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS E SUAS VARIAÇÕES: UM ESTUDO SOBRE AS VARIANTES UTILIZADAS NAS ESCOLAS DE SURDOS

LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS E SUAS VARIAÇÕES: UM ESTUDO SOBRE AS VARIANTES UTILIZADAS NAS ESCOLAS DE SURDOS LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS E SUAS VARIAÇÕES: UM ESTUDO SOBRE AS VARIANTES UTILIZADAS NAS ESCOLAS DE SURDOS Karina Ávila Pereira (UFPEL) Apoio financeiro: Capes - bolsa de Mestrado A pesquisa de mestrado

Leia mais

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA ESTRANGEIRA: desafios e possibilidades. Maria Luján Mattiauda 1

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA ESTRANGEIRA: desafios e possibilidades. Maria Luján Mattiauda 1 A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA ESTRANGEIRA: desafios e possibilidades. Maria Luján Mattiauda 1 RESUMO: Com este artigo trazemos a discussão sobre a formação de professores de Línguas Estrangeiras

Leia mais

A RELEVÂNCIA DA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA BILINGUE E SUAS IMPLICAÇÕES SOCIAIS NUMA PERSPECTIVA INTERCULTURAL.

A RELEVÂNCIA DA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA BILINGUE E SUAS IMPLICAÇÕES SOCIAIS NUMA PERSPECTIVA INTERCULTURAL. A RELEVÂNCIA DA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA BILINGUE E SUAS IMPLICAÇÕES SOCIAIS NUMA PERSPECTIVA INTERCULTURAL. FIGUEIREDO, Flaviana Pereira RESUMO: A pesquisa foi realizada na escola Cacique João Batista

Leia mais

IV Seminário de Iniciação Científica

IV Seminário de Iniciação Científica O BOM PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA E A SUA RELAÇÃO COM OS MÉTODOS DE ENSINO Ângela Cristina de Jesus Jancitsky 1 ; Marília Moreira de Souza 1 ; Pollyanna Morais Espíndola 2 ; Ms. Marcelo da Silva Pericoli

Leia mais

O PAPEL DA LÍNGUA ESTRANGEIRA NA ESCOLA PÚBLICA: QUESTÕES DE PODER E IDEOLOGIA 1

O PAPEL DA LÍNGUA ESTRANGEIRA NA ESCOLA PÚBLICA: QUESTÕES DE PODER E IDEOLOGIA 1 O PAPEL DA LÍNGUA ESTRANGEIRA NA ESCOLA PÚBLICA: QUESTÕES DE PODER E IDEOLOGIA 1 Nilceia Bueno de Oliveira 2 Secretaria de Estado da Educação - PR Resumo: Esta pesquisa fundamenta-se nos princípios teóricos

Leia mais

LÍNGUA INGLESA I LÍNGUA INGLESA II LÍNGUA INGLESA III LÍNGUA INGLESA IV LÍNGUA INGLESA V EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE BACHARELAD0 EM TRADUÇÃO

LÍNGUA INGLESA I LÍNGUA INGLESA II LÍNGUA INGLESA III LÍNGUA INGLESA IV LÍNGUA INGLESA V EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE BACHARELAD0 EM TRADUÇÃO EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE BACHARELAD0 EM TRADUÇÃO 1. CONTEÚDOS BÁSICOS PROFISSIONAIS LÍNGUA INGLESA I Ementa: Consolidação do estudo das estruturas simples da Língua Inglesa I em seus aspectos

Leia mais

RESUMO PARA RECUPERAÇÃO 2º TRIMESTRE

RESUMO PARA RECUPERAÇÃO 2º TRIMESTRE RESUMO PARA RECUPERAÇÃO 2º TRIMESTRE Conceitos Diversos Estado É uma organização políticoadministrativa da sociedade. Estado-nação - Quando um território delimitado é composto de um governo e uma população

Leia mais

UNOESTE Universidade do Oeste Paulista, FACLEPP Faculdade de Ciências, Letras e Educação de Presidente Prudente. E MAIL: cintiacf@unoeste.

UNOESTE Universidade do Oeste Paulista, FACLEPP Faculdade de Ciências, Letras e Educação de Presidente Prudente. E MAIL: cintiacf@unoeste. Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1162 INGLÊS INSTRUMENTAL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES AUTÔNOMOS Cintia Camargo Furquim Caseiro UNOESTE Universidade

Leia mais

Com base no texto acima, a língua espanhola, no contexto atual, é. De acordo com o texto acima, assinale a opção correta. A B

Com base no texto acima, a língua espanhola, no contexto atual, é. De acordo com o texto acima, assinale a opção correta. A B Un/ESPE SEU/E 8 QUESTÃO 31 O processo de ensino-aprendizagem da língua espanhola no rasil é uma realidade nos dias atuais, porém foram diversos fatores que fizeram que o espanhol tivesse a importância

Leia mais

ATUAÇÃO DOCENTE NA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO: A FORMAÇÃO CONTINUADA COMO MEIO DE SUPERAR AS POSSÍVEIS DIFICULDADES

ATUAÇÃO DOCENTE NA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO: A FORMAÇÃO CONTINUADA COMO MEIO DE SUPERAR AS POSSÍVEIS DIFICULDADES Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 704 ATUAÇÃO DOCENTE NA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO: A FORMAÇÃO CONTINUADA COMO MEIO DE SUPERAR AS POSSÍVEIS DIFICULDADES

Leia mais

A EFICÁCIA DOS DIREITOS HUMANOS: fragmentos de contribuições políticas latino-americanas

A EFICÁCIA DOS DIREITOS HUMANOS: fragmentos de contribuições políticas latino-americanas 1 A EFICÁCIA DOS DIREITOS HUMANOS: fragmentos de contribuições políticas latino-americanas A literatura acerca da temática leva à inferência de que o processo de colonização da América parte de um projeto

Leia mais

Maria Izabel Rodrigues TOGNATO[2]

Maria Izabel Rodrigues TOGNATO[2] PROFESSOR OU EDUCADOR? CIDADANIA UMA RESPONSABILIDADE SOCIAL NO ENSINO DE LITERATURA E DA PRÁTICA DE ENSINO NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA Referência: TOGNATO, M.I.R..

Leia mais

GLOBALIZAÇÃO - e eu com isso?

GLOBALIZAÇÃO - e eu com isso? o que é Um mundo sem fronteiras onde interagimos com todos povos. Influenciamos todo o mundo e somos por todos influenciados. o termo GLOBALIZAÇÃO surgiu na década de 1970 e ganhou popularidade nas décadas

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 60 h Prática: 15 h Créditos: 4 A Biologia e o educador. Herança e meio, a hereditariedade. Reprodução humana. As funções vegetativas (digestão e alimentos,

Leia mais

CAMPOS LEXICOS DOS FALARES RURAIS DE GOIÁS, MATO GROSSO, MINAS GERAIS E SÃO PAULO.

CAMPOS LEXICOS DOS FALARES RURAIS DE GOIÁS, MATO GROSSO, MINAS GERAIS E SÃO PAULO. CAMPOS LEXICOS DOS FALARES RURAIS DE GOIÁS, MATO GROSSO, MINAS GERAIS E SÃO PAULO. Gisele Martins SIQUEIRA (Mestranda FL/UFG) Gisele.msiqueira@gmail.com Maria Suelí de AGUIAR (FL/UFG) aguiarmarias@gamil.com

Leia mais

16 Pronúncia do Inglês

16 Pronúncia do Inglês Este livro tem por objetivo central apresentar os sons do inglês aos falantes do português brasileiro. Pretende-se, ainda, indicar algumas diferenças de pronúncia entre variedades do inglês falado em diferentes

Leia mais

A Língua Portuguesa em África: perspectivas presentes e futuras

A Língua Portuguesa em África: perspectivas presentes e futuras A Língua Portuguesa em África: perspectivas presentes e futuras Este breve texto é uma proposta de reflexão acerca de algumas das questões que, em meu entender, merecem destaque na situação actual do desenvolvimento

Leia mais

PROGRAMA DO 7ª SÉRIE / 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL II - 2014 I UNIDADE

PROGRAMA DO 7ª SÉRIE / 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL II - 2014 I UNIDADE COORDENAÇÃO COLÉGIO OFICINA 1 PROGRAMA DO 7ª SÉRIE / 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL II - 2014 I UNIDADE DISCIPLINA CONTEÚDO COMPETÊNCIAS E HABILIDADES LÍNGUA PORTUGUESA REDAÇÃO OFICINA DE LEITURA ARTES EDUCAÇÃO

Leia mais

Anais do VIII Seminário de Iniciação Científica e V Jornada de Pesquisa e Pós-Graduação UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS 10 a 12 de novembro de 2010

Anais do VIII Seminário de Iniciação Científica e V Jornada de Pesquisa e Pós-Graduação UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS 10 a 12 de novembro de 2010 Buscando Entender Ideologias e Conceitos Construídos no Ensinar/Aprender por Professores de LI em uma Escola de Línguas: para Além dos Muros da Universidade. Mestrando: Ricardo Wobeto Orientadora: Dra.

Leia mais

POR UMA POLÍTICA DE ENSINO DE (OUTRAS) LÍNGUAS

POR UMA POLÍTICA DE ENSINO DE (OUTRAS) LÍNGUAS Este artigo e seu apêndice Carta de Pelotas apareceram na Revista Trabalhos em Lingüística Aplicada. Campinas: Editora da Unicamp, vol. 37: 103-108, 2001. POR UMA POLÍTICA DE ENSINO DE (OUTRAS) LÍNGUAS

Leia mais

INGLÊS INSTRUMENTAL: PRÉ-REQUISITO INDISPENSÁVEL À FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO QUÍMICO

INGLÊS INSTRUMENTAL: PRÉ-REQUISITO INDISPENSÁVEL À FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO QUÍMICO INGLÊS INSTRUMENTAL: PRÉ-REQUISITO INDISPENSÁVEL À FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO QUÍMICO Adriana Recla Pós-graduada em Língua Inglesa e Língua Portuguesa Professora da Faculdade de Aracruz - UNIARACRUZ Professora

Leia mais

MÉTODOS E ABORDAGENS DE ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS E PROCESSOS DE ENSINO / APRENDIZAGEM

MÉTODOS E ABORDAGENS DE ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS E PROCESSOS DE ENSINO / APRENDIZAGEM MÉTODOS E ABORDAGENS DE ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS E PROCESSOS DE ENSINO / APRENDIZAGEM Katharine Dunham Maciel- (UFRJ) Ingeborg Hartl- (UFRJ) Os métodos apontam um caminho para o professor, fornecem-lhe

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL DE LÍNGUA INGLESA

PLANEJAMENTO ANUAL DE LÍNGUA INGLESA COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PLANEJAMENTO ANUAL DE LÍNGUA INGLESA SÉRIE: 6ºs Anos PROFESSORA:

Leia mais

CRENÇAS DISCENTES SOBRE A FORMAÇÃO EM LETRAS E A DOCÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA

CRENÇAS DISCENTES SOBRE A FORMAÇÃO EM LETRAS E A DOCÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 761 CRENÇAS DISCENTES SOBRE A FORMAÇÃO EM LETRAS E A DOCÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA Fabiana Gonçalves Monti 1, Sérgio

Leia mais

7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa

7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa 7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa As críticas ao ensino tradicional de língua portuguesa não são recentes. Nos anos trinta, Olavo Bilac já se posicionava contra o

Leia mais

Crenças sobre o ensino e a prática da tradução

Crenças sobre o ensino e a prática da tradução Crenças sobre o ensino e a prática da tradução Thaíse Jordania Porto dos Santos 1 Resumo: Por muito tempo, a tradução foi vista como ferramenta indispensável no ensino/aprendizagem de línguas. Após vários

Leia mais

Descrição de um projeto de pesquisa voltado para a formação pré-serviço do professor de Língua Estrangeira (LE)

Descrição de um projeto de pesquisa voltado para a formação pré-serviço do professor de Língua Estrangeira (LE) Descrição de um projeto de pesquisa voltado para a formação pré-serviço do professor de Língua Estrangeira (LE) 1 Resumo: Este trabalho refere-se a um projeto de pesquisa na área de Linguística Aplicada

Leia mais

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL JOSÉ MATEUS DO NASCIMENTO zenmateus@gmail.com POLIANI SANTOS DA SILVA poliany_mme@hotmail.com MARIA AUXILIADORA DOS SANTOS MARINHO Campus IV(CCAE)

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PROJETO DE EXTENSÃO IFPR ENGLISH STEPS: CRIANÇAS DA VILA MATILDE APRENDENDO A LÍNGUA INGLESA

RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PROJETO DE EXTENSÃO IFPR ENGLISH STEPS: CRIANÇAS DA VILA MATILDE APRENDENDO A LÍNGUA INGLESA RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PROJETO DE EXTENSÃO IFPR ENGLISH STEPS: CRIANÇAS DA VILA MATILDE APRENDENDO A LÍNGUA INGLESA Resumo Simara Cristiane Braatz 1 - IFPR Câmpus Irati Grupo de Trabalho Formação de

Leia mais

Guerras tribais ou conflitos étnicos?

Guerras tribais ou conflitos étnicos? Guerras tribais ou conflitos étnicos? O continente africano padece das conseqüências de um longo e interminável processo de exploração que espoliou a maior parte de suas nações, determinando, na maioria

Leia mais

POR QUE É IMPORTANTE ESTUDAR LÍNGUAS E POR QUE É QUE NÃO ESTUDAMOS

POR QUE É IMPORTANTE ESTUDAR LÍNGUAS E POR QUE É QUE NÃO ESTUDAMOS POR QUE É IMPORTANTE ESTUDAR LÍNGUAS E POR QUE É QUE NÃO ESTUDAMOS Quem não sabe línguas estrangeiras não sabe nada de si próprio. (Goethe) No Livro Branco lançado em 1995, Ensinar e Aprender: Rumo à Sociedade

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CURITIBA UNICURITIBA FACULDADE DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

CENTRO UNIVERSITÁRIO CURITIBA UNICURITIBA FACULDADE DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS CENTRO UNIVERSITÁRIO CURITIBA UNICURITIBA FACULDADE DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DANNIELE VARELLA RIOS DEBORAH DONATO DE SOUZA FELIPE PENIDO PORTELA PÂMELLA ÀGATA TÚLIO ESCOLA INGLESA CURITIBA 2009 DANNIELE

Leia mais

Introdução: Português e Espanhol na Tríplice Fronteira

Introdução: Português e Espanhol na Tríplice Fronteira Área temática: Comunicação; VALORES LINGUÍSTICOS NA TRÍPLICE FRONTEIRA Thiago Bolivar 1 Daniela Martello 2 Keren Victoria Oviedo Wright 3 Palavras chave: sociolinguística, acomodação comunicativa, tríplice

Leia mais

AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO

AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO MÁRCIA MARIA PALHARES (márcia.palhares@uniube.br) RACHEL INÊS DA SILVA (bcpt2@uniube.br)

Leia mais

UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS

UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS DESAFIOS DO CAPITALISMO GLOBAL E DA DEMOCRACIA Luiz Carlos Bresser-Pereira A Reforma Gerencial ou Reforma à Gestão Pública de 95 atingiu basicamente os objetivos a que se propunha

Leia mais

Letras 2.0. Monitoria nos cursos de línguas para a comunidade. Ultimas notícias: apresentação do curso. Assessora: Márcia Magarinos

Letras 2.0. Monitoria nos cursos de línguas para a comunidade. Ultimas notícias: apresentação do curso. Assessora: Márcia Magarinos Letras 2.0 Assessora: Márcia Magarinos Monitoria nos cursos de línguas para a comunidade Ultimas notícias: apresentação do curso Proposta: - Oferecer ambiente de orientação e formação de monitores de modo

Leia mais

História. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo

História. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo História baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo 1 PROPOSTA CURRICULAR DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA Middle e High School 2 6 th Grade A vida na Grécia antiga: sociedade, vida cotidiana, mitos,

Leia mais

FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA BRUNA TOSCANO GIBSON RESENHA

FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA BRUNA TOSCANO GIBSON RESENHA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA BRUNA TOSCANO GIBSON RESENHA BELÉM 2010 FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA BRUNA TOSCANO GIBSON RESENHA Trabalho apresentado à disciplina Teoria e Técnica da Tradução

Leia mais

LICENCIATURA EM LÍNGUA INGLESA E RESPECTIVAS LITERATURAS

LICENCIATURA EM LÍNGUA INGLESA E RESPECTIVAS LITERATURAS LICENCIATURA EM LÍNGUA INGLESA E RESPECTIVAS LITERATURAS Curso 1/20J Ingresso a partir de 2011/1 Fundamentos dos Estudos Literários Codicred: 12224-04 NÍVEL I Ementa: Funções da literatura. Discurso literário

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Referência: CHAGURI, J. P. A Importância do Ensino da Língua Inglesa nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental. In: O

Leia mais

ROSETTA STONE LANGUAGE LEARNING SUITE PARA O SETOR PÚBLICO

ROSETTA STONE LANGUAGE LEARNING SUITE PARA O SETOR PÚBLICO ROSETTA STONE LANGUAGE LEARNING SUITE PARA O SETOR PÚBLICO Garanta o sucesso da missão. Garanta o sucesso da missão. A Rosetta Stone ajuda organizações governamentais e sem fins lucrativos a capacitar

Leia mais

LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007)

LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007) LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007) Disciplina: Seminário de Leituras Orientadas em Linguística Aplicada Professoras: Graciela Hendges e Désirée Motta-Roth

Leia mais

Alfabetização e Letramento

Alfabetização e Letramento Alfabetização e Letramento Material Teórico A Escrita no Processo de Alfabetização Responsável pelo Conteúdo e Revisor Textual: Profª. Ms Denise Jarcovis Pianheri Unidade A Escrita no Processo de Alfabetização

Leia mais

A era dos impérios. A expansão colonial capitalista

A era dos impérios. A expansão colonial capitalista A era dos impérios A expansão colonial capitalista O século XIX se destacou pela criação de uma economia global única, caracterizado pelo predomínio do mundo industrializado sobre uma vasta região do planeta.

Leia mais

Apontamentos das obras LeYa em relação ao Currículo em Movimento do DISTRITO FEDERAL. Geografia Leituras e Interação

Apontamentos das obras LeYa em relação ao Currículo em Movimento do DISTRITO FEDERAL. Geografia Leituras e Interação Apontamentos das obras LeYa em relação ao Currículo em Movimento do DISTRITO FEDERAL Geografia Leituras e Interação 2 Caro professor, Este guia foi desenvolvido para ser uma ferramenta útil à análise e

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Médio ETEC Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Área de conhecimento: : Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Componente Curricular: Inglês Série: 3º

Leia mais

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO DE LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL O ensino da língua espanhola no contexto da escola pública INTRODUÇÃO Este plano procura articular-se de forma integrada com o plano de trabalho institucional, que

Leia mais

1 CRÍTICA AO MÉTODO ATUAL USADO NAS ESCOLAS PÚBLICAS

1 CRÍTICA AO MÉTODO ATUAL USADO NAS ESCOLAS PÚBLICAS MOTIVAÇÃO E DIVERSIDADE PARA APRENDER A LÍNGUA INGLESA NAS ESCOLAS Luciana Virgília Amorim de Souza Faculdade são Luis de França Aracaju- SE Isabel Maria Amorim de Souza Faculdade são Luis de França Aracaju-

Leia mais

LINHA DE PESQUISA E DE INTERVENÇÃO METODOLOGIAS DA APRENDIZAGEM E PRÁTICAS DE ENSINO (LIMAPE)

LINHA DE PESQUISA E DE INTERVENÇÃO METODOLOGIAS DA APRENDIZAGEM E PRÁTICAS DE ENSINO (LIMAPE) História da profissão docente em São Paulo: as estratégias e as táticas em torno dos fazeres cotidianos dos professores primários a instrução pública paulista de 1890 a 1970 Linha de Pesquisa: LINHA DE

Leia mais

Métodos e Práticas na Formação Inicial e Desenvolvimento Profissional do Professor de Matemática em uma Plataforma Digital

Métodos e Práticas na Formação Inicial e Desenvolvimento Profissional do Professor de Matemática em uma Plataforma Digital Métodos e Práticas na Formação Inicial e Desenvolvimento Profissional do Professor de Matemática em uma Plataforma Digital Carla de Araújo 1 GD13 Educação Matemática e Inclusão Resumo: Tendo em vista as

Leia mais

DISCUSSÕES A RESPEITO DA IMPORTÂNCIA DA CULTURA E DA IDENTIDADE NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS.

DISCUSSÕES A RESPEITO DA IMPORTÂNCIA DA CULTURA E DA IDENTIDADE NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

VARIAÇÃO LINGUÍSTICA E ENSINO: CONTRIBUIÇÕES DA SOCIOLINGUÍSTICA PARA A SALA DE AULA

VARIAÇÃO LINGUÍSTICA E ENSINO: CONTRIBUIÇÕES DA SOCIOLINGUÍSTICA PARA A SALA DE AULA 1 VARIAÇÃO LINGUÍSTICA E ENSINO: CONTRIBUIÇÕES DA SOCIOLINGUÍSTICA PARA A SALA DE AULA INTRODUÇÃO Ariosvaldo Leal de Jesus (FSLF) 1 Considerando que não é mais possível pensar o ensino de uma língua, hoje,

Leia mais