Impressões de Identidade

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1 Jorge Luís Pinto Rodrigues 1 Centro Federal de Educação Tecnológica de Química - Nilópolis e UNIGRANRIO Impressões de Identidade O que apresento é o resultado da pesquisa sobre as Impressões de Identidade recolhidas em alguns periódicos da imprensa gay do Rio de Janeiro. Partindo de uma perspectiva interdisciplinar, a tese faz um estudo comparativo entre a linguagem verbal (os textos das matérias) e a linguagem visual (os elementos gráficos que compõem a página) desses periódicos, para, a partir deles, ler as histórias e estórias da construção de diferentes identidades gays. Para trabalhar a literatura e o design, o eixo da pesquisa foi estruturado tendo por base os Estudos Culturais, ampliando a questão da interdisciplinaridade entre áreas. O design é uma linguagem que funciona, no processo de comunicação, como emissor, cuja enunciação se compõe de relações ontológicas, históricas, atributos simbólicos, materiais, técnicos, etc. Jornais e revistas de temática libertária tanto narram a situação social e política de um grupo em determinada época, quanto indiciam as concordâncias que formulam o design identitário desse grupo. Com o propósito de delinear o projeto/design segundo o regime representativo de um determinado corte histórico e cultural, fiz um estudo comparativo entre o que os textos fazem ver e o que a imagem dá a entender do. Este trabalho averiguou os desdobramentos da cultura gay, que toma vulto a partir dos anos 70, refletidos nas publicações periódicas que trataram, e tratam, de suas questões e que surgem no Brasil a partir do fim daquela década. Pretendi documentar a formação desta imprensa específica e observar a relação entre as ideologias expressas nos discurso verbal e gráfico apresentados nas páginas destes periódicos. O levantamento desses objetos se faz necessário por propiciar uma maior compreensão da possível construção de uma identidade gay nacional e da história da imprensa gay no Brasil. Para a análise do discurso (linguagem) verbal, recorri aos editoriais e, em alguns 1 Jorge Luís P. Rodrigues - Coordenador e Professor do Curso de Produção Cultural do CEFET Química Nilópolis; Professor de curso de Licenciatura em Artes Visuais UNIGRANRIO; Doutor em Literatura Comparada UFF; Mestre em Design PUC-Rio; 11 Formatado: Esquerda: 2,5 cm, Direita: 2,5 cm, Superior: 3 cm, Inferior: 2,5 cm, 11, 11 Formatado: À direita: -0 cm Formatado: Cor da fonte: Preto Formatado: À direita: -0 cm Formatado: Cor da fonte: Preto Formatado: Fonte: Não Negrito, Cor da fonte: Preto Formatado: Cor da fonte: Preto 1

2 casos, às reportagens; para analisar o discurso (linguagem) gráfico, abordo o design gráfico desenvolvido para os periódicos e as mudanças visuais ocorridas ao longo da sua existência, aqui apoiado na idéia barthesiana de que a imagem se transforma numa escrita, a partir do momento em que é significativa (...) Entendendo por linguagem, discurso, fala, etc., toda a unidade ou toda a síntese significativa, quer seja verbal ou visual. Foram analisados quatro periódicos: o jornal Lampião da Esquina, lançado em 1978, que foi o primeiro periódico distribuído nacionalmente; o jornal Nós por Exemplo, o único periódico que abordou a Aids e suas questões para o leitor gay; o jornal ENT& que, apesar da vida curta, foi significante para esta pesquisa; e, por último, a revista Sui Generis, que divulgou o conceito GLS (Gays, Lésbicas e Simpatizantes) e inaugurou grandes mudanças no campo do design gráfico. Parafraseando o Prof. Karl Eric Schollhammer, minha abordagem se situa na relação entre o que o texto faz ver e o que a imagem dá a entender para delinear o projeto/design do regime representativo de um determinado momento histórico e cultural. A partir desta proposta, e suspeitando da cambiante aparência formal do produto gráfico em resposta às mudanças dos desejos e expectativas dos leitores, fiz uma análise comparativa entre o discurso verbal (a partir dos editoriais e das reportagens dos periódicos gays) e o discurso visual (a partir dos elementos estéticos-formais destes objetos), com o intuito de evidenciar o reflexo desse permanente diálogo na construção e afirmação das inúmeras facetas identitárias da cultura gay. Ao trazer o mundo para o leitor, os periódicos recriam e constróem um senso/sentido de comunidade em seus leitores, ou seja, na visão de Henrik Dahlr (?) a revista é como,, colocar um espelho diante do leitor se este se enxerga ali, então é bem sucedida. Ao longo do século XX, o progressivo enraizamento dos periódicos na vida nacional acabaria por criar a necessidade de atender públicos cada mais diversificados. De certa forma, a segmentação do público pelo mercado editorial acompanha e reflete o fato de que certos grupos sociais que sofrem algum tipo de discriminação passam a ocupar mais espaço na sociedade. Assim, chegaremos à década de 1960 com periódicos distintos para quase todos os grupos sociais, com, Não Negrito, Não Negrito, Não Negrito 2

3 exceção dos homossexuais, que só em 1978 têm seu próprio jornal, e os negros, cuja primeira revista data de A imprensa gay no Brasil, assim como no mundo, surge da necessidade que uma parcela da sociedade teve em procurar seus semelhantes, buscar uma união com os iguais, construir um refúgio coletivo, lutar contra um sistema que os tornava invisíveis. Os periódicos sempre foram bons comunicadores das histórias da vida e dos sonhos. Além disso, eles criam verdadeiros espaços de manifestação de opiniões acerca de um certo tema, com alguma coerência ideológica entre si, e colaboram para congregar um determinado grupo de pessoas que lêem a mesma história e compartilham dos valores ali expressos, e que de alguma maneira se identificam com eles. Por isso, jornais e revistas são um campo da inevitável ação do design gráfico, responsável por estabelecer um equilíbrio entre forma, conteúdo e função, num mecanismo de amarra de comunicação para os leitores. O design é responsável por articular, numa linguagem complexa, um processo de enunciação que envolve relações ontológicas, históricas, atributos simbólicos, materiais, técnicos, etc. Trata-se de uma tecnologia aplicada à criação, produção e veiculação da mídia visual, bem como dos diferentes discursos assumidos nas suas diversas manifestações. Tanto quanto narrar a situação social e política de um grupo em determinada época, um jornal ou revista de temática libertária seleciona os temas e assuntos que orientam e, de certa forma, fundamentam a constituição e o fortalecimento de identidades dos grupos a que se destinam. A criação de um novo veículo de comunicação, seja ele impresso ou não, deve significar, portanto, bem mais do que a criação de um instrumento de luta. Trata-se do questionamento criativo das diversas possibilidades identitárias de uma parcela da população historicamente invisibilizada por uma singular e lesiva generalidade identificatória. Lançado em 1978, ano eleitoral e que marcou o início da abertura política, o Lampião chegou aos primeiros leitores através de uma mala direta organizada pelos editores e por uma rede de amigos. 3

4 Durante os seus três anos de vida, o Lampião da Esquina buscou delimitar essas identidades. Da bicha louca ao gay macho, o jornal percorreu vários caminhos. O jornal tentou atingir um público diversificado e com muitas particularidades. A identidade do seu público pode ser percebida pela diversidade de assuntos que o jornal abarcou. Tratava de bichas, gueis, entendidos, viados, homossexuais, travestis, negros, mulheres, feministas, ecologistas, etc. A proposta de criar uma consciência homossexual, assumir-se e ser aceito, foi desenvolvida no Lampião da Esquina por meio de denúncias, opiniões e reportagens. Nesta perspectiva, o jornal procura muito mais por uma identificação com aquele que o lê, do que afirmar uma identidade monolítica. O Lampião da Esquina cumpre seu papel de comunicador e dá espaço para as diferentes vozes que compõem as facções gays da política partidária dentro do movimento homossexual. Por muito tempo, grande parte da sociedade tinha no seu imaginário a idéia de que os homossexuais eram pessoas mais refinadas, mais sensíveis, e estavam sempre ligados ao bom gosto e ao estilo. Crenças que eram fruto do preconceito e da intolerância. Tais características sempre foram, ao longo da história, atribuídas às mulheres, ao feminino. Desta forma todo homem que fosse mais gentil ou demonstrasse sua sensibilidade era imediatamente visto como homossexual. Esta idéia de refinamento e delicadeza dos gays foi totalmente subvertida na apresentação visual do Lampião. Com manchas gráficas pesadas, poucos claros, uma diagramação dura e de pouca inventividade, o jornal tinha como preocupação maior o seu discurso verbal. Diferentemente das primeiras publicações americanas, que valorizaram o papel do design gráfico nos periódicos, no projeto gráfico do jornal Lampião a transgressão não foi priorizada, apesar de contar com um artista plástico entre seus editores. O miolo do jornal não surpreende os leitores. É como se a severidade da forma respaldasse a seriedade do conteúdo. O Lampião utiliza a composição visual padrão, ou seja, aquela baseada em blocos horizontais e/ou verticais, e não encerra nada de novo ou criativo. As matérias são dispostas ocupando o número de colunas estabelecidas na mancha gráfica do periódico. Essa forma de diagramar tende à monotonia e ao cansaço visual. 4

5 Apesar de várias tentativas, o Lampião da Esquina não conseguiu estabelecer um projeto gráfico que acompanhasse o discurso verbal. Se em termos textuais o Lampião da Esquina iniciava uma nova era para uma minoria social, na linguagem gráfica o discurso foi antigo e tradicional. Trevisan fala-nos que o discurso do Lampião gozava de uma saudável independência, era um jornal que desobedecia em várias direções. Mas não desobedecia em relação ao design gráfico. No jornal Lampião a transgressão certamente não estava no campo gráfico. O aparecimento da Aids nos anos 80 vai desestabilizar esse movimento que teve início nos anos 1960 e se fortaleceu na década de Mudanças das convenções sociais e do comportamento sexual de vários segmentos da sociedade vinham adquirindo espaço e força nos debates sobre os direitos humanos. No final dos anos 1970, os homossexuais gozavam de uma certa liberdade nos grandes centros urbanos, refletida nas inserções na mídia, no considerável aumento de espaços sociais, tais como bares, boates, restaurantes, praias, muito embora o preconceito se manifestasse acirrado em diversas áreas. De qualquer forma, a conjuntura daqueles anos proporcionava à comunidade gay uma liberdade na qual o hedonismo era o personagem de maior destaque. Durante a década de 1980 as informações sobre a Aids estavam nas páginas dos grandes periódicos. Não existia naquele momento uma publicação especificamente direcionada para os gays que criasse um espaço de militância, ou congregasse ações direcionadas à emergência daquele grande problema. Contudo, essa ausência de manifestações midiáticas não significa que reações não estivessem sendo gestadas. Ou seja, sob o silêncio de publicações específicas, discussões e reflexões inevitáveis engendravam as muitas iniciativas, algumas delas de importância capital no enfrentamento da Aids e de suas decorrências, e que eclodiriam alguns anos depois. No fim do ano de 1991, é lançado o jornal Nós Por Exemplo. Se o projeto gráfico inicial do jornal ainda é fraco, sem um conceito a primeira edição, em termos editoriais, já nos mostra, claramente, suas preocupações em relação à saúde e ao bem-estar do gay brasileiro. O surgimento do Nós por Exemplo veio preencher várias lacunaspor representar a volta de um periódico direcionado à comunidade gay/lésbica, por se constituir em um veículo no qual a Aids pôde ser tratada de forma honesta e segura, 5

6 livre de cunho moralista e preconceituoso, epor garantir apoio e divulgação para o movimento homossexual brasileiro, à semelhança do que um dia o Lampião da Esquina fez para o iniciante movimento de organização da minoria gay até então sem uma mídia que lhe garantisse espaço de expressão. Se há dez anos, por ter sido o primeiro periódico dirigido ao público gay, o jornal Lampião da Esquina ocupara um lugar de destaque na mídia, o NPE não causou nenhuma surpresa. Homossexual, gay, homossexualidade, lésbica e Aids eram palavras constantes nos noticiários do fim dos anos 80 e início da década de Rock Hudson, Cazuza e Renato Russo são alguns nomes de pessoas famosas que assumiram sua homossexualidade, depois que descobriram ser soropositivos. O movimento gay, que desabrochou junto ao Lampião da Esquina e quase feneceu quando o jornal desapareceu, revitaliza-se, e com muito mais força, pois sempre existiu um público ávido por um jornal ou revista que falasse deles e para eles. O Nós Por Exemplo não teve o impacto do Lampião da Esquina e nem terá o sucesso, como veremos a seguir, da revista Sui Generis. Entretanto, foi pioneiro em enfrentar a Aids, falando de sexo, doença e morte de uma forma cuidadosa e honesta, sem deixar de lado o cuidado estético. O NPE desaparece no segundo semestre de 1995, mas desta vez a imprensa gay tinha crescido. O pequeno Ent&, jornal criado em 1994, tenta ocupar um espaço direcionado para gays previamente definidos, com um perfil definido pelo seu editor. Entretanto, estes perfis não corresponderam à expectativa do jornal. O jornal tem a duração de apenas 10 edições, mas se mostra na vanguarda com seu projeto gráfico. Em busca de uma nova possibilidade dentro do mercado editorial do mundo gay, no qual encontravam-se apenas publicações com ênfase no erotismo, sobretudo pela via do nu masculino e dos contos eróticos, a Sui Generis investe numa possibilidade de afirmação gay através de temas como cultura, comportamento, moda e entrevistas com grandes nomes do meio artístico/político nacional. A Sui Generis aposta numa postura militante sem o ranço do ativismo dos anos Ela mantém uma atitude do assumir-se, mas também promove o desejo homoerótico e a auto-estima. Tudo isso regado com textos analíticos, grandes doses de cor, fotografias muito bem produzidas e um projeto gráfico inovador, compatível com sua proposta. A revista procurou, desde o início, encontrar 6

7 um caminho para a expressão de uma identidade gay que de certa forma refletisse o comportamento daquela comunidade dos anos Com uma apresentação excelente no que concerne ao aspecto visual, assim como nas matérias jornalistas, a revista se apresenta colorida, leve e vibrante. A revista inicia um novo processo no mercado editorial de revistas segmentadas direcionadas para o público gay. Ela foge dos nus e da pornografia que tomava conta das outras publicações gays. A Sui Generis procurou falar de assuntos que fossem de interesse da comunidade gay, e sempre de forma positiva. Ela abordava temas tendo sempre como preocupação o ponto de vista do leitor gay. E isso é um grande diferencial em relação aos outros periódicos. Com um projeto gráfico inovador, a Sui Generis assume sua pluralidade. A seção Vortex traduz a cara nova anunciada. Divulga em pequenas notas o mundo fashion gay. A seção tem um dos projetos gráficos mais fortes: a página é dividida em espaços quadrangulares, emoldurados por grossos fios pretos, uma forte influência mondriânica, atribuindo força e sustentação para todos os gays de todas as naturezas. Uma dessas divisões quadrangulares vai estar sempre ocupada por setas que indicam diferentes lugares, que levam para todos os lugares, sem sair do mesmo lugar. É como se a revista quisesse ocupar todos os lugares. No interior, linhas grossas e pesadas envolvem suas matérias. São cercaduras, também conhecidas como boxes, recursos, estes, que destacam a matéria. A cada abertura de reportagem um conceito é apresentado graficamente. As mudanças acompanham alguns dos comportamentos dos homossexuais, suas modas, seu vocabulário, sua atitudes, formando uma estética gay sempre referente a um certo grupo. A revista se propunha a ser um espaço público de visibilidade e tematizações de algumas das questões gerais que envolvem a homossexualidade; ser um local no qual se materializava uma construção simbólica de uma estética pertinente ao mundo GLS, principalmente gay. Entretanto, não podemos esquecer que o público é ativo, e de certa forma vai influenciar na estética da revista. Um dado importante sobre o design da SG é sua preocupação em aproveitar todas as oportunidades para estetizar com elementos caros ao seu público as diversas matérias que publica, sem comprometer a seriedade de seus conteúdos e 7

8 mensagens. A revista vai usar e abusar da sensualidade dos corpos masculinos. Os assuntos são tratados com seriedade, mas a estética da beleza vai estar sempre presente. Se a idéia de que a homossexualidade esteve sempre associada ao bom gosto e ao estilo tinha sido rejeitada na apresentação visual do jornal Lampião da Esquina, na Sui Generis esta idéia se afirma. A revista surge pronta. Com um projeto gráfico que evidencia o valor informativo, a saliência e o enquadramento (sistemas de inter-relação propostos por Kress e Leeuwen), que agregam à composição um valor representativo mais aparente. Além disso, as leis gerais para uma boa composição: a unidade e o ritmo e as leis específicas são trabalhadas tendo em vista o leitor sofisticado que a revista pretendia atingir Diferentemente do início da história da imprensa gay nos Estados Unidos, quando a linguagem visual e verbal ganharam o mesmo destaque, no caso do Rio de Janeiro o design gráfico não desempenhou um grande papel. Anos mais tarde isso viria a mudar, e o design passou a ter papel fundamental na consolidação e consistência das histórias narradas e noticiadas pelos periódicos. Não foi minha intenção discutir o papel da imprensa segmentada no Brasil ou no mundo, visto que isto é um fato. Minha intenção foi mostrar o papel que os periódicos gays tiveram na construção das diferentes identidades da comunidade homossexual. É sabida que a condição homossexual é uma das condições mais discriminadas em todo o mundo ao longo da história. Por isso, vejo que é muito importante para o leitor homossexual, que desde a infância lê a vida pelo viés da culpa ou do preconceito, ter acesso a outras leituras que contribuam para a valorização da sua auto-estima. Textos e imagens nas quais ele seja o protagonista da sua história na História e possa contar suas estórias. Contos, romances, ficção, reportagens e artigos sendo apresentados em duas ou três colunas, fotos sangrando ou não, fios e cores, personagens dos periódicos que enredam o leitor num mundo próprio e particular. A criação de uma mídia voltada especificamente para determinada causa significaria, portanto, mais que a armação de um instrumento de luta: significou, sobretudo, a deflagração do questionamento criativo das possibilidades identitárias de um complexo universo, historicamente invisibilizado e reduzido em expressão e força social, a uma singularizadora e lesiva generalidade identificatória. Vemos na 8

9 forma e no conteúdo das diversas mídias gays indícios preciosos do que chamamos de design identitário da multiplicidade das maneiras de acontecimento da sexualidade homoerótica no Brasil, um design contemporâneo, e, portanto, aberto a toda possibilidade de transformação e enriquecimento. Bibliografia ADAM, Barry D. The Rise of a Gay and Lesbian Movement. Boston: Twayne Publishers, 1987 BESSA, Marcelo Secron. Os Perigosos autobiografias e aids. Rio de Janeiro: Ed. Aeroplano, BOMFIM, Gustavo Amarante. Idéias e formas na história do Design. Editora UFPB, BRUNEL, P., C. Pichois e A.M. Rousseau. O que é literatura Comparada? Tradução de Célia Berretini. São Paulo: Editora Perspectiva, 1995 CÂMARA, Cristina. Os Sujeitos da Luta. In: Novas Legalidades e Democratização da Vida Social: Familia, Sexualidade e Aborto. (Org.) Maria Betânia Avila [et al.]. Rio de Janeiro: Garamond, 2005 CHINEM, Rivaldo. Imprensa Alternativa: Jornalismo de Oposição e Inovação. São Paulo: Editora Ática, 1995 COSTA, Jurandir Freire. A inocência e o vício: estudos sobre o homoerotismo. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 4ª edição, D EMILIO, John. Sexual Politics, Sexual Communities. Segunda Edição. Chicago, EUA: University of Chicago, 1998 DAHL, Henrik. Lifestyle. In: The magazine designer as storyteller. The Graphic Art Institute of Denamark., 1998 EAGLETON, Terry. Teoria da Literatura: uma introdução. Tradução Waltensir Dutra. São Paulo, Ed. Martins Fontes, FACCHINI, Regina. Movimento Homossexual e construção de identidades coletivas em tempos de AIDS. In: Construções da Sexualidade: gênero, identidade e comportamento em temos de AIDS. (Org.) Richard Parker [et al.]. Rio de Janeiro: Pallas, FOUCAULT, Michel. A historia da Sexualidade 1. A vontade de saber. Tradução: M. Theresa da Costa Albuquerque e J. A. Guilhon Albuquerque. Rio de Janeiro, Edições Graal, FOUCAULT, Michel. A Origem do Discurso. Tradução: Laura Fraga de Almeida Sampaio. São Paulo: Edições Loyola, FRY, Peter e MACRAE, Edward. O que é Homossexualidade. São Paulo: Editora Brasiliense, 2 a edição, 1983 GARCIA, Wilton. Homoerotismo e Imagem no Brasil. São Paulo: Editora Nojosa, 2004 GREEN, James e TRINDADE, Ronaldo (Organizadores). Homossexualismo em São Paulo e outros escritos. São Paulo: Editora UNESP, 2005 GREEN, James. Beyond Carnival Male Homossexuality in Twentieth-century Brasil. Chicago, USA: The University of Chicago, 1999 GUIMARÃES, Carmen Dora. O Homossexual visto por entendidos. Rio de Janeiro: Editora Garamond, 2004 HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução: Tomaz T. da Silva e Guacira L. Louro. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 4 a edição, HARRIS, Daniel. The Rise and Fall of Gay Culture. New York, EUA: Hyperion, 1997 HOLLANDA, Heloísa Buarque de. Impressões de Viagem. CPC, Vanguarda e Desbunde:1960/70. 2ª ed. São Paulo: Editora Brasiliense, JAGOSE, Annamarie. Queer Theory an introduction. New York: New York University Press, 1996, Inglês (EUA), Português (Brasil), Português (Brasil) Formatado: Inglês (EUA) Formatado: Fonte: Itálico, Inglês (EUA) Formatado: Inglês (EUA), Português (Brasil), Inglês (EUA), Inglês (EUA) 9

10 JUNIOR, Almerindo Cardoso Simões. De Sodomita a Homoerótico As várias representações para as relações entre iguais. Morpheus, número 7, KRESS, Gunther e Leeuwen, Theo van. Reading imagens The Grammar of Visual Design. New York: Routledge, 4ª edição, KUCINSKI, Bernado. Jornalistas e Revolucionários: no tempo da imprensa alternativa. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2ª edição, 2003 LIMA, Marcus Assis. Breve histórico da imprensa homossexual no Brasil. LOPES, Denilson et al, [Organizadores]. Imagem & Diversidade Sexual Estudos da Homocultura. São Paulo: Nojosa Edições, 2004 LOPES, Denilson. O Homem que amava rapazes e outros ensaios. Rio de Janeiro: Aeroplanos, LOURO, Guacira Lopes. Um corpo estranho ensaios sobre a sexualidade e teoria queer. Belo Horizonte: Editora Autêntica, MANGUEL, Alberto. Lendo Imagens. Tradução de Rubens Figueiredo, Rosaura Eichemberg, Cláudia Strauch. São Paulo: Companhia das Letras, 2001 MARGOLIN, Vitor. Design Discourse. (Organizador). Chicago, USA: The University of Chicago Press, 1989 MCROBBIE, Angela. Post modernism and Popular Culture. New York: Routledge, 1994 MEYER, Richard. Outlaw Representation Censorship and Homossexuality in 20th century American Art. Boston: Beacon Press, MONTEIRO, Marko S. Alves. Masculinidade em revista: um estudo da Vip Exame, Sui Generis e Homens. Dissertação de Mestrado, Universidade Estadual de Campinas, NUNAM, Adriana. Homossexualidade: do preconceito aos padrões de consumo. Rio de Janeiro: Editora Caravansari, PARKER, Richard et al (Organizadores). Construções da Sexualidade gênero, identidade e comportamento em tempos de aids. Rio de Janeiro: Pallas, 2004 PARKER, Richard et al (Organizadores). Homossexualidade: Produção cultural, cidadania e saúde. Rio de Janeiro: Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS, 2004 PARKER, Richard. Abaixo do Equador. Tradução de Ryta Vinagre. Rio de Janeiro: Editora Record, 2002 RAMOS, Silvia. Violência e Homossexualidade no Brasil: As políticas públicas e o movimento Homossexual. In: Movimentos Sociais, Educação e Sexualidades. (Org.) Miriam Pillar Grossi [et al.]. Rio de Janeiro: Garamond, 2005 RODRIGUES, Jorge Luís P. A imprensa Gay do Rio de Janeiro: Linguagem Verbal e Linguagem Visual. In: Movimentos Sociais, Educação e Sexualidades. (Org.) Miriam Pillar Grossi [et al.]. Rio de Janeiro: Garamond, 2005 RODRIGUES, Jorge Luís P. Anos Fatais A estética tropicalista e seu reflexo no design gráfico nos anos 70. Dissertação de mestrado, PUC-Rio, 2002 SCHØLLHAMMER, Karl Erik. Regimes representativos da modernidade. In. Alceu Revista de Comunicação, Cultura e Política. Rio de Janeiro: Puc-Rio, SILVA, Tomaz Tadeu da (Org.). O que é, afinal, Estudos culturais?. Richard Johnson, Ana Carolina Escoteguy, Norma Schulman. Belo Horizonte, MG: Ed. Autêntica, SILVA, Tomaz Tadeu da. Identidade e Diferença. A perspectiva dos Estudos Culturais. Tomaz Tadeu da Silva (org.), Stuart Hall, Kathry Woodward. Petrópolis, RJ: Ed. Vozes, STOREY, John. Cultural Studies & The Study of Popular Culture. Georgia, USA: University of Georgia, 1996 TREVISAN, João Silverio. Devassos no Paraíso. Ed. Revisada e ampliada 5ª ed. Rio de Janeiro: Editora Record, 2002., Português (Brasil), Português (Brasil), Português (Brasil), Português (Brasil), Português (Brasil), Português (Brasil) 10

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