Motivações e aprendizagens de alunos das escolas públicas com uso de computadores em um laboratório de ensino e em uma Lan House

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Motivações e aprendizagens de alunos das escolas públicas com uso de computadores em um laboratório de ensino e em uma Lan House"

Transcrição

1 Motivações e aprendizagens de alunos das escolas públicas com uso de computadores em um laboratório de ensino e em uma Lan House RESUMO Raquel Lins de Melo 1 Vivianny Maria dos Santos 2 Sérgio Abranches 3 O presente trabalho investigou as motivações como fatores que auxiliam na aprendizagem de alunos do Ensino Fundamental I, ao utilizar o computador. Comparamos esse uso em uma escola pública e em uma Lan House. A pesquisa foi desenvolvida numa abordagem qualitativa, na qual foram realizadas observações e questionários no laboratório de informática numa escola da Prefeitura do Recife e numa Lan House, no bairro do Ibura. Também realizamos entrevistas semiestruturadas com alunos nos dois ambientes e com os professores. Os resultados indicam que professores e alunos consideram o computador como uma ferramenta de grande valor motivacional e pedagógico. Na Lan House não há conscientização de aprendizagem, na escola há ineficácia dos programas educativos e do estímulo motivador para algumas idades. O computador é visto como uma ferramenta de lazer exacerbado na Lan House, a qual possui uma estrutura melhor e programas mais sofisticados que os da escola. Na escola há burocracia e a falta de tempo para se planejar uma boa aula informatizada, além da lentidão da internet, são fatores negativos para aprendizagem. Palavras Chaves: Informática educativa; motivação; recursos pedagógicos. INTRODUÇÃO É incontestável o uso de tecnologias em diversas áreas das atividades humanas e também as muitas mudanças trazidas pelo uso das mesmas, como as telecomunicações, o lazer, os transportes, a medicina, entre outros. No entanto, a escola é um exemplo notável de uma área em que as mudanças referentes ao uso de tecnologia foram pouco relevantes. Ensinar com as novas tecnologias será uma revolução se mudarmos simultaneamente os paradigmas convencionais do ensino, que mantêm distantes professores e alunos. Caso contrário, conseguiremos dar um verniz de modernidade, sem mexer no essencial (MORAN, 2003). Segundo Papert (1994) em suas conversas com professores, as mudanças na educação com uso de tecnologias são impedidas por aspectos como: os altos 1 Concluinte do curso de Pedagogia do Centro de Educação da UFPE. 2 Concluinte do curso de Pedagogia do Centro de Educação da UFPE. 3 Professor do Departamento de Fundamentos Sócio-filosóficos da Educação do Centro de Educação.

2 2 custos, as políticas, o imenso poder de interesses investidos pelos burocratas de escolas ou a carência de pesquisas científicas sobre novas formas de aprendizagem. Além desses aspectos político-econômicos podemos analisar a resistência do corpo docente ao uso de novas tecnologias na aprendizagem. Atualmente, os professores se dividem entre os conservadores e os inovadores. Aqueles considerados conservadores são os que acreditam que o método tradicional é o melhor vigente, e, que a flexibilidade com relação a novos métodos não trará melhores resultados na aprendizagem. Muitos desses professores conservadores pensam dessa forma, porque suas experiências pessoais e as representações culturais adquiridas ao longo dos anos os tornaram assim. Os inovadores são aqueles que mesmo temendo a entrada da tecnologia em sala de aula, aceitam o uso dessas como ferramentas de ensino para tornar a aprendizagem mais simples e motivadora. E essencial destacar que ainda existem aqueles professores que ficam no meio termo, ou seja, que estão entre os conservadores e os Inovadores. Seja na escola ou na Lan House o aluno, considera o computador como uma ferramenta de seu tempo, ele tem mais propriedade, ele se sente muito mais motivado em descobrir as diversas potencialidades do computador, as quais podem proporcionar entretenimento, comunicação, por isso, a busca por ambientes que disponibilizam essa tecnologia. Mas, é importante ressaltar que o professor reconhece que não se disponibiliza do mesmo tempo do aluno, e que não conseguirá dar conta de todas as novidades relacionadas às tecnologias. Primeiramente, por conta da sua jornada de trabalho, que é excessiva, uma vez que seus salários são baixos e, por isso, os fazem acumular tarefas em diversas escolas, não sobrando tempo para se aperfeiçoar no uso e na funcionalidade do computador como ferramenta. Portanto, as dimensões motivacionais do aluno e do professor têm objetivos diferentes: o do primeiro é o divertimento, já o professor quer a melhoria da sua aula. Sendo assim, precisamos conciliar esses objetivos diferentes para que os processos de aprendizagem e de introdução da ferramenta, o computador, tragam melhorias para o desenvolvimento do ser em suas diversas dimensões e potencialidades. De acordo com estas perspectivas e partindo das vivências acadêmicas e profissionais na área educacional, temos por objetivo identificar as motivações e

3 3 aprendizagens de alunos da escola pública com o uso do computador em um laboratório de ensino e em uma Lan House. Também, especificamente, conhecer os fatores que favorecem as motivações ou não dos alunos nas escolas e nas Lan Houses; analisar os procedimentos ou metodologias utilizadas pelos alunos nestes ambientes; identificar as aprendizagens adquiridas e por fim, comparar as motivações e aprendizagens de alunos da escola pública com o uso do computador dentro do laboratório de ensino e dentro de uma Lan House. Para realizarmos esta pesquisa, apresentamos como hipóteses que as motivações que levam alunos a um laboratório de informática na escola são: o início da utilização do computador e seus periféricos, os programas nele contidos, como: jogos, programas de texto e imagem, despertando neles a atenção pelas cores, a sonoridade, a movimentação, etc. E as motivações que levam os alunos a uma Lan House são: à busca de um bom entretenimento, como também a boa estrutura física do equipamento e do ambiente, os jogos os quais possibilitam a aquisição de diversas potencialidades, como: regras, trabalho em equipe, estratégias, habilidades motoras; enfim, diversas aprendizagens serão adquiridas sem que estes percebam. Com essa pesquisa pretendemos discutir pontos relevantes para a educação. Daí a importância de desenvolver um trabalho de pesquisa sobre a motivação, relacionada ao uso de tecnologias, o computador, na aprendizagem. PRESSUPOSTOS TEÓRICOS Eu acabara de voltar de um workshop de férias sobre LOGO, e os estudantes estavam recém-começando. Durante o ano, porém, eles estavam me alcançando, pois estavam dispendendo mais tempo do que eu podia. (...) Além disso, as crianças estão mais sintonizadas aos computadores do que nós, adultos. As primeiras poucas vezes que percebi que os estudantes tinham problemas que eu não conseguia nem mesmo entender, quanto mais resolver, lutei para evitar enfrentar o fato de que eu não poderia manter minha posição de saber mais do que sabia. (...) E ocorreu que juntas as crianças conseguiram encontrar uma solução. (...) Minha classe tornou-se muito mais uma comunidade colaborativa onde estávamos todos aprendendo juntos (PAPERT, 1994). Vários estudiosos comprovam que o uso da tecnologia traz uma motivação que se reflete na aprendizagem dos alunos, pois como foi visto no relato acima de

4 4 um professor da 5ª série entrevistado por Seymour Papert (1994), os alunos estão mais sintonizados aos computadores do que os adultos. Percebe-se que o computador quando for bem utilizado, transformará a aula numa construção de conhecimentos, na qual o aluno e o professor trabalharão juntos tornando a aprendizagem num processo colaborativo. Mas isso não significa dizer que o computador é o principal a gente nesse processo, pois o professor continua sendo indispensável. Dessa forma, Moran nos adverte em relação a se ensinar dependesse só de tecnologias já teríamos achado as melhores soluções há muito tempo. Elas são importantes, mas não resolvem as questões a fundo. Ensinar e aprender são os desafios maiores que enfrentamos em todas as épocas e particularmente agora que estamos pressionados pela transição do modelo de gestão industrial para o da informação e do conhecimento (MORAN, 2003). Conceitos de Motivação Para compreendermos a importância que damos à motivação no processo de aprendizagem, se faz necessário apresentar uma breve coceitualização do termo e algumas definições básicas para auxiliar o estudo. O conceito de motivação é considerado complexo, uma vez que há diversos sentidos atribuídos ao mesmo. Encontramos no Dicionário Aurélio diversas definições sobre a motivação, entre as quais, serão abordadas somente em relação à Ato ou efeito de motivar. Motivar, Verbo transitivo direto. 1.Dar motivo a; causar; produzir: 5.Despertar o interesse, a curiosidade de: Verbo transitivo direto e indireto 6.Dar motivo; levar, induzir, incitar, mover: Traremos esses conceitos, de modo a esclarecer esta visão sobre a motivação no respectivo trabalho. A motivação deve ser vista como uma peça importante no processo pedagógico para ambos: professor e alunos. Para compreendermos como ocorre a motivação, citaremos dois teóricos que estudam o fenômeno da motivação: Abraham Maslow (apud PISANDELLI, s/d), um dos teóricos mais consagrados no que diz respeito ao tema da motivação, que concebeu um modelo teórico denominado Pirâmide das necessidades, a qual gira em torno de três

5 5 idéias essenciais: a motivação fundada nas necessidades, as necessidades hierarquizadas e a satisfação que gera um efeito de alavanca. Como vimos, a motivação está fundamentada na noção de necessidade, e dessa forma, o comportamento humano é determinado pela procura da satisfação dessas necessidades, elas muitas vezes, são hierarquizadas de acordo com pirâmide abaixo, priorizando as necessidades básicas. Quando o indivíduo não alcança a satisfação de uma necessidade, ele se utilizará de outras estratégias para alcançar a mesma, a motivação será agora à busca por esta satisfação, a qual pode vir a ser alterada se um objetivo for muito difícil de ser satisfeito. Algo que devemos salientar, é que As motivações são sempre individuais, mas, as necessidades são universais e idênticas para todos. A falta da total satisfação de uma necessidade será de acordo com esta teoria, o verdadeiro motor da motivação (PISANDELLI, s/d). Características Refere-se à realização do máximo de potencial; Requer estima quanto a amor próprio e reconhecimento; Se relacionar com os outros, de participar de vários grupos e ser aceito por estes; Ilustração da Piâmide das Necessidaes de Maslow Necessidade de estar livre de perigos e da privação das necessidades fisiológicas básicas; Alimentação, vestimenta e abrigo; A "Teoria dos Dois Fatores" elaborada por Frederick Herzberg (apud TADIN, 2005), através de seus estudos em Recursos humanos, aborda a situação de motivação e satisfação das pessoas. Os fatores motivadores são: a aquisição de sentimento de responsabilidade, capacidade e desempenho, tarefas mais difíceis, sucesso nos objetivos; um exemplo são as atividades desafiadoras, como também o conteúdo a ser trabalhado, que são fatores estimulantes neste processo. Os "fatores higiênicos" são: a busca por satisfação como o salário, as condições de instalação, política de relações humanas, a segurança e a supervisão. Para este estudioso a motivação envolve sentimentos:... de realização, de crescimento e de reconhecimento profissional, manifestados por meio do exercício das tarefas e atividades, as quais oferecem um desafio e significado suficientes para o trabalhador. Quando os fatores motivacionais são ótimos, elevam substancialmente a satisfação; quando são precários, provocam ausência de satisfação (TADIN et al., 2005).

6 6 Podemos fazer uma comparação entre as teorias de Maslow e Herzberg. Os fatores higiênicos de Herzberg coincidem com os 2 blocos de base da pirâmide de Maslow, as necessidades fisiológicas e as necessidades de segurança, assim como os fatores motivacionais coincidem com os 3 últimos blocos da pirâmide, as necessidades sociais, as necessidades de auto-estima e necessidade de autorealização. Concluimos, então, que, podemos considerar a motivação como algo que está num processo constante de surgimento; uma necessidade é satisfeita e dá lugar para outra, e assim sucessivamente, podendo esta ter diversas ocilações durante seu processo; pois, o homem está sempre motivado a buscar a satisfação de seus objetivos/desejos em diversas áreas e momentos da sua vida. Através dos desafios que surgem, que este se sentirá cada vez mais estimulado a realizar uma determinada tarefa e, consequentemente, estará satisfazendo uma determinada necessidade. Motivação e Aprendizagem Complementanto os aspectos psicológicos, e buscando alguma referência na área pedagógica, o professor AlonsoTapia (1994) traz, e ainda, defende que a motivação é a ligação entre interação dinâmica das características pessoais e os contextos que as tarefas escolares se desenvolvem. São nas características pessoais que se destacará qual será a importância das metas que cada indivíduo tem no momento de aprender algo. Em relação aos contextos, é importante destacar quatro aspectos essenciais: o começo da aula, a organização das atividades, a interação do professor com seus alunos e a avaliação da aprendizagem. Esses momentos dependem da interferência direta do professor; a qual poderá motivar, ou não, os alunos no processo de aprendizagem. As incidências da motivação ocorrem quando há o interesse dos alunos em aprender, dependentemente das decisões que o professor toma em relação à organização do ensino; pois o ser humano tem diversas dimensões, logo, para cada tarefa a ser realizada este emprega energias diferentes; isto ocorre por diversas razões. O professor pode aproveitar algum recurso tecnológico para ensinar determinado assunto, com o intuito de incitar nos alunos a motivação de aprender

7 7 algo; mas, com base no conhecimento prévio de cada aluno; dessa forma, estaremos promovendo uma interação entre o conhecimento que cada um possui, e o novo conhecimento que este adquirirá, estabelecendo dessa maneira uma aprendizagem com qualidade. O computador pode ser encarado como um importantíssimo instrumento com potencial motivacional para ser usado na escola, com o intuito da melhoria na aprendizagem. E, é neste que encontramos diversas ferramentas como a internet que podem ser utilizadas para aquisição de determinados conteúdos, conforme Jorge Filho (2006): A internet é uma tecnologia que facilita a motivação dos alunos, pela novidade e pelas possibilidades inesgotáveis de pesquisa que oferece. Essa motivação aumenta se o professor a faz em clima de confiança, de abertura, de cordialidade com os alunos. Mais que a tecnologia, o que facilita o processo de ensino-aprendizagem é a capacidade de comunicação autêntica do professor de estabelecer relações de confiança com seus alunos, pelo equilíbrio, pela competência e simpatia com que atua. Em meio aos fatores que impedem (burocracia, ineficiência de programas, falta de investimento, etc) e os que desenvolvem (iniciativa privada, projetos públicos isolados, ONGs, etc) as tecnologias em educação, podemos citar alguns incentivos e a criação de projetos em que as influências e as melhorias da tecnologia, em especial o computador, propiciam na educação. Aspecto Político-Econômico Percebemos nos depoimentos de alguns professores e funcionários da escola pesquisada, que a política social em relação à implantação de tecnologia nas escolas, está sendo feita de forma lenta, mas que gradativamente, atende algumas das muitas necessidades que existem em relação ao uso do computador no Laboratório de Informática; isto acontece, conforme nos foi dito, por conta dos diversos interesses políticos e dos valores dos governantes, os quais não vêem como prioridade uma qualificação na educação, ou seja, apesar de se preocuparem com a implantação de computadores nas escolas, não se importam em oferecer para os professores capacitações de qualidade, como também, em oferecer diversas atividades pedagógicas através da informática. Vemos esta realidade no âmbito

8 8 estadual, e mais especificamente no caso do Recife, onde os investimentos estão se direcionando à implantação de laboratórios de informática. Mas, segundo o site da prefeitura desta cidade, nos laboratórios das escolas, a utilização de tecnologia no processo de aprendizagem vem sendo desenvolvida com sensibilidade, a qual se destaca na aplicação de laboratórios de informática nas diversas modalidades de ensino e nas políticas de inclusão social da Prefeitura do Recife. Temos, ainda, a Escola Itinerante de Informática, no qual seis ônibus foram adaptados como laboratórios de informática, os quais percorrem as comunidades oferecendo à população cursos de informática e acesso a Internet. Em contrapartida à iniciativa pública, podemos citar o fato de que estão se desenvolvendo e multiplicando cada vez mais, ambientes informatizados particulares, as chamadas Lan Houses. O mercado de Lan Houses no Brasil teve seu grande "boom" em 2000, onde muitas destes ambientes, lotados, seduziam os olhos de pequenos e grandes empreendedores, que viam nas Lan Houses uma oportunidade de ganhar dinheiro fácil. Segundo a Wikipédia 4, a Lan House é um estabelecimento comercial semelhante a um cyber café, ela se constitui um ambiente com diversos computadores, conectados em rede e com acesso à internet. As pessoas pagam a hora utilizada no computador com seus diversos programas, como: Editores de Textos o Word, Planilhas Eletrônicas o Excel, entre outros; como também utilizando os jogos e a internet. Disponibilizando também diversos serviços como impressão e gravação de dados em CD ou DVD. Os principais clientes destes estabelecimentos são os famintos por jogos de computador. Outra boa parte dos clientes são os assíduos dos sites de relacionamento como o Orkut e o Msn. Muitos estudantes frequentam esses ambientes no intuito de realizar pesquisas escolares ou se comunicar com outros alunos e professores. Metodologia e Apresentação de Dados O campo de pesquisa foi uma escola de ensino fundamental da rede municipal da cidade do Recife, onde se utiliza da tecnologia no laboratório de 4 Wikipédia: é uma enciclopédia multilíngüe online livre, colaborativa, ou seja, escrita internacionalmente por várias pessoas comuns de diversas regiões do mundo, todas elas voluntárias.

9 9 informática, para aprimorar a aprendizagem dos seus alunos; como também numa Lan House no bairro do Ibura; os sujeitos pesquisados foram alunos do Ensino Fundamental I. Os procedimentos realizados se dividiram em: observação dos alunos no laboratório de informática na escola e numa Lan House para isto foram realizadas três observações em cada ambiente; o segundo procedimento foram os questionários semi-estruturados para 30 alunos na escola e, 20 freqüentadores das Lan Houses; e, por fim, foram realizadas entrevistas com 6 professores da escola pesquisada. O questionário teve a intenção, primeiramente, de obter informações sobre a escolaridade e a idade das crianças a serem pesquisadas, para então, posteriormente, descobrir algumas informações sobre as atividades pedagógicas que o LABINFO oferece para elas. Tentou-se descobrir um pouco do dia-a-dia da criança em relação ao uso do computador como ferramenta (sendo este utilizado fora do ambiente escolar). Achamos importante pesquisar sobre o conhecimento que cada uma destas crianças tem ao usar esta ferramenta. Em relação às entrevistas, ampliaram-se os questionamentos para descobrir o que as motiva ou não, ao utilizar o computador para aprender algo. Assim também, quais são as dificuldades ou facilidades do LABINFO que influenciarão a motivação do aluno na aprendizagem. A Escola A presente pesquisa foi realizada numa escola no bairro do Ibura de Baixo no município do Recife. Esta oferece ensino em duas modalidades: Educação Infantil (Fundamental I, em ciclos) no horário da manhã e da tarde, Educação de Jovens e Adultos (EJA em módulos) no horário da noite, além do PROJOVEM (Programa Nacional de Inclusão de Jovens), também no horário da noite. Nesta escola há um Laboratório de Informática LABINFO este ambiente possui 10 computadores. Estes surgiram por conta do projeto federal FNDE Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, para a realização do PROJOVEM. A UTEC - Unidade de Tecnologia na Educação e Cidadania enviou para a escola um professor multiplicador; este realiza visitas ao laboratório em datas determinadas, com o objetivo de coordenar os projetos e as atividades pedagógicas que ali são realizadas, além de acompanhar o estagiário/monitor deste LABINFO. O laboratório funciona em horários devidamente pré-estabelecidos; na qual

10 10 cada turma freqüenta uma vez por semana durante uma hora. Por conta do número elevado de alunos (aproximadamente trinta e cinco alunos por turma) como também o número insuficiente de micros para suprir toda a turma, se faz necessário dividir a turma em dois grupos, cada um permanece trinta minutos no laboratório. Enquanto isto, o outro grupo passa esses trinta minutos na biblioteca e, ao concluir esse tempo acontece a troca dos grupos. A biblioteca, onde fica uma parte da turma, tem aproximadamente 6 m 2. Lá não há mesas de leitura, nem há ventilação, nem abertura nas paredes para que haja circulação de ar. Apenas há algumas prateleiras com livros de histórias infantis e um longo banco de concreto fixado em uma das paredes. Normalmente o que fazem lá é uma leitura de histórias ou poesias, pela estagiária responsável pela biblioteca. O espaço do laboratório é de aproximadamente 24 m 2. A sala é climatizada, o piso é de granito branco, o teto é em PVC. A disposição dos computadores encontra-se em forma de U, deixando o espaço reservado para o quadro branco e o birô do professor. No quadro branco há instruções, no canto esquerdo, como: para apagar utilize a tecla BACKSPACE, para ir para outra linha usa-se a tecla ENTER, para dar espaço usa-se a tecla BARRA DE ESPAÇO. A outra parte do quadro está reservada para o(a) professor(a) escrever algum conteúdo que irá trabalhar. As mesas dos micros são grandes, servindo para dois e até três alunos se necessário. Nelas há apoio para os braços. Os computadores são aparentemente novos, as cadeiras são giratórias e adaptam-se à estatura das crianças. A iluminação é natural durante o dia, a qual é favorecida pela pintura verde clara do ambiente, que dispõe de duas janelas amplas de vidro que permitem a entrada da luz solar. Com relação à utilização do LABINFO, foram fixados nas paredes regras como: É proibido qualquer tipo de alimentação nesta sala; É proibido colocar som, e sons de celulares; É proibido inserir disquete sem autorização; É proibido acesso a sites pornográficos; É proibido colocar dedos na tela do monitor; Está vendo a sala arrumada? Pois bem, deixe do jeito que a encontrou; Ambiente livre do fumo. Uma das funções do monitor é fazer com que os alunos cumpram essas regras. O sistema operacional 5 que está sendo utilizado no LABINFO de forma efetiva 5 Um sistema operacional ou sistema operativo é um programa ou um conjunto de programas cuja função é servir de interface entre um computador e o usuário.

11 11 é o Linux, por conta da sua gratuidade na aquisição de seu Software e na utilização. Mas os computadores também comportam a versão do Windows 2000 que foi adquirida em uma negociação da Prefeitura do Recife com a Microsoft, pela sua utilização por um valor simbólico de US$1,00 dólar. Dessa forma, a maioria dos programas utilizados que funcionam são: o G-compris 6, o Open-office 7, a Internet Firefox, no Linux. O Open - Office possui um editor de texto chamado Writer, o qual tem quase as mesmas funções do Word (da Microsoft), o Tux paint, outro programa, se equivale ao Paint do Office da Microsoft. Observou-se que o relacionamento dos monitores com os alunos, apesar do pouco tempo de contato, é de respeito mútuo. No horário da manhã, o estagiário é visto como o professor de computação, e, no horário da tarde, a estagiária passa mais afetividade. Ela é chamada constantemente de tia. Algo mais chamou a atenção em relação às atividades realizadas: grande parte dos alunos observados mostrou-se bastante motivada e eufórica ao saber que iria ao laboratório. Percebeu-se também que os alunos dos 1º, 2º e 3º anos do 1º ciclo (equivalente à alfabetização, 1ª e 2ª séries) gostaram e utilizaram o Gcompris de forma bastante efetiva. Com entusiasmo solicitaram constantemente a ajuda do estagiário, como também da professora nas atividades dos jogos, quando encontram alguma dificuldade, ou seja, quando não entendem como se dá o funcionamento do jogo (as regras), ou quando não conseguem fazer uma boa utilização do computador como ferramenta. No entanto, para aqueles alunos que já conhecem outros jogos mais complexos, de níveis considerados mais elevados, percebe-se desinteresse com os jogos do G-compris. É o caso dos alunos do 1º e 2º anos do 2º Ciclo (equivalente a 3ª e 4ª séries), o qual já não é mais tão atrativo para alguns destes alunos. A Lan House A Lan House pesquisada também está localizada no bairro do Ibura de Baixo no município do Recife, na avenida principal do bairro. Esta oferece diversos serviços, sendo o principal deles o aluguel, por hora, de computadores, que 6 O Gcompris é conjunto de aplicativos interdisciplinar que pode ser utilizado nas disciplinas: Língua Portuguesa, Matemática, Educação Artística, Geografia. 7 Open-office é uma suíte de aplicativos para escritório livres multiplataforma, sendo compatível com o Microsoft Office.

12 12 funcionam em rede 8, com acesso à internet. Este é um ambiente freqüentado por todas as faixas etárias: crianças, jovens, adultos e idosos. No entanto, os sujeitos pesquisados foram alunos do Ensino Fundamental I, com idade equivalente aos alunos do LABINFO. A coleta de dados foi realizada nos horários da manhã, tarde e noite. Este ambiente é climatizado, com uma área de 32 m 2, que possui dez computadores, dispostos em filas paralelas, instalados em bancadas fixadas nas paredes. Também há cadeiras para aqueles que estão à espera da sua vez, estas cadeiras são confortáveis. Os vidros são todos fumês, deixando o ambiente escuro mesmo durante o dia, se fazendo necessária a iluminação artificial, durante os três períodos do dia: manhã, tarde e noite. A Lan House funciona das 8h da manhã às 10h da noite, onde os clientes utilizam o tempo que quiserem nesse intervalo, pagando um valor de R$ 1,00 por hora utilizada. Há também neste local, serviços de impressão, gravação de arquivos em CD e DVD, lanches, além de outros serviços e produtos à venda, com valores distintos. Os programas mais utilizados são: o sistema operacional Windows XP, Office Microsoft que comporta o editor de texto Word, Paint, Excel e PowerPoint; e os jogos. Há várias pessoas que atendem e ficam responsáveis pela Lan House; cada uma destas tem um horário pré-estabelecido, dividido em: manhã, tarde e noite. As funções dos responsáveis se limitam à manutenção de todo ambiente, com relação à limpeza do banheiro, do salão, o controle do uso de copos, da água, etc. Há cobrança dos serviços e o cumprimento das regras estabelecidas: não entrar sem camisa, não falar palavrões, não acessar sites 9 pornográficos, etc. Observamos que não é função do responsável, ensinar a utilizar o computador (apenas eventualmente, quando é solicitado); mas, é função dele, ao surgir algum problema seja dos programas ou de algum equipamento que não estejam funcionando, ajudar a solucionar ou trocar a pessoa de computador. A utilização geralmente ocorre com uma ou duas pessoas por micro e não é 8 Uma rede de computadores consiste de 2 ou mais computadores e outros dispositivos conectados entre si de modo a poderem compartilhar seus serviços, que podem ser: dados, impressoras, mensagens ( s), etc. 9 Um site ou sítio é um conjunto de páginas Web, isto é, de hipertextos.

13 13 comum vermos três pessoas, a não ser quando estão observando um jogo do tipo Counter-Strike jogo de polícia e ladrão em rede; este jogo atrai várias pessoas, geralmente do gênero masculino (crianças e jovens). Um fator muito importante que se observou entre muitas destas crianças que freqüentam uma Lan House são as habilidades que elas desenvolvem ao jogar, ou seja, elas se tornam ágeis na utilização do teclado e do mouse, adquirem grande capacidade de decorar os diversos códigos (que servem para realizar diferentes ações nos jogos; esses códigos são chamados de malícia ), como também, memorizam os inúmeros caminhos e atalhos disponíveis nos diversos ambientes que o jogo possui, assim como: estratégias, armas, golpes, para vencer os níveis que o jogo impõe. É natural também vermos 2 pessoas no mesmo micro quando estão utilizando o Orkut 10. O Orkut assim como o MSN 11 são sites de relacionamento que atraem muitas pessoas, de todas as idades e gêneros. Para manter esses sites atualizados os usuárias despedem um tempo considerado, modificando fotos, colocando recados (Scraps), depoimentos, vídeos, mensagens personalizadas, entre outros. Dessa forma percebemos a existência de inúmeros sites que disponibilizam mensagens, recados, imagens bonitas e diferentes, são os sites para mensagens de Orkut, ou acessórios para MSN. Uso do Computador na escola Nas visitas realizadas na escola seja no LABINFO ou nas salas de aula foram realizadas algumas perguntas em forma de questionários, como também, algumas perguntas informais, as quais são as entrevistas semi-estruturadas, uma vez que estas partiram dos questionários, para os alunos dos 1º e 2º ciclos (da alfabetização à quarta série). As entrevistas foram ampliadas também aos professores, para que se tentasse compreender um pouco a visão que estes profissionais têm em relação ao uso das atividades pedagógicas em um computador, sendo este visto, ou não, como uma boa ferramenta pedagógica, a qual, conseqüentemente, influenciará na 10 O orkut é uma comunidade on-line criada para tornar a sua vida social e a de seus amigos mais ativa e estimulante. 11 MSN Messenger é um programa da mensagens instantâneas criado pela Microsoft Corporation..

14 14 aprendizagem dos seus alunos. Para isto lançaram-se várias indagações a respeito da aprendizagem, uma delas foi: o LABINFO contribui nas atividades do seu planejamento? Todos os professores pesquisados responderam que contribui bastante, principalmente na hora de planejar suas aulas. Dois depoimentos nos revelam esta afirmação: Quando eu faço meu planejamento, já incluo a informática, fazendo uma ponte do que se está trabalhando em sala de aula com o que se está aprendendo também no LABINFO. Mas, mesmo assim faço pesquisas na internet em minha casa, para enriquecer um pouco o assunto em sala de aula ou no LABINFO (Prof. R 2ª série manhã) Contribui, é mais uma ferramenta de pesquisa nos assuntos a serem trabalhados, como também o lúdico motiva-os a estudarem os assuntos dados em sala de aula (Prof. D 4ª série manhã). Outro fato importante é sobre a motivação que o LABINFO desperta nos alunos; veja através de um depoimento, a influência que este tem sobre os alunos pesquisados: Eles gostam muito de ir para o LABINFO por conta de poder mexer no computador! Como também os jogos estimulam seus alunos ao desafio de conquistar os níveis mais difíceis e como lúdico dá uma alegria nesta tarefa! (Prof.ª R 2º série manhã) Mas, em contrapartida, percebe-se na fala de um professor entrevistado que ainda há diversos obstáculos no processo de aprendizagem, como: o tempo de utilização do computador ser muito pouco para os alunos; como também: eles não terem uma boa qualificação para utilizar esta ferramenta, entre outros aspectos negativos que influenciam a aprendizagem, os quais veremos abaixo, no depoimento de um professor: Se interessam porque querem estar no computador, mas eles têm diversos empecilhos para se fazer uma boa pesquisa, como o tempo que é muito curto; por não terem habilidades para utilizar o computador, etc. Acho que nós, professores deveríamos ter um local e um horário pré-estabelecidos para fazermos nossas pesquisas, para enriquecer nossas aulas com dados atualizados. Em relação ao preparo, foi feita uma capacitação ano passado de apenas uma manhã, onde somente se ensinou a parte funcional do Linux, mas, como jogar e seus níveis, do GCompris não foram ensinados. Seria muito interessante ter mais jogos educativos para os alunos, além do Gcompris, onde estes tenham mais obstáculos, estimulando nos alunos o desafio para completar a tarefa, como também, se aumentasse o número de micros, possibilitando mais tempo para cada aluno realizar uma boa pesquisa (Prof. Prof.ª D 4º série manhã). Mas, mesmo existindo tantos empecilhos os professores se mostram, de certo

15 15 modo, motivados e esperançosos em relação ao uso do computador na aprendizagem de conteúdos, um dos depoimentos que chamou a atenção foi este: Sim, tenho até um projeto de um livro virtual, onde os alunos trabalharão a língua portuguesa e textos criados por eles próprios. Logo, eu vejo o computador como uma ferramenta muito interessante. (Prof. A 2 série tarde). Mesmo as crianças vendo o LABINFO como um lazer, os professores, na medida do possível, utilizam o momento que estão neste espaço, para ensinar-lhes algo. Assim percebe-se em todas as falas: Sim, todos ficam muito ansiosos, por conta do trabalho diferenciado, também porque a maioria não tem computador em casa, ai, eles se interessam muito em conhecer o novo (o computador), mas a visão que eles têm sobre o computador é que para o lazer! Mesmo que eu fale e tente conscientizá-los que o computador serve para aprender muitas outras coisas, como um complemento do que estão estudando, mesmo assim, eles acham que é uma fonte de lazer. (Prof.ª N 3ª série tarde) Questionamos 30 alunos e realizamos entrevistas com 15 alunos, em ambos obtivemos alunos com uma variação de idade entre seis e treze anos, os quais relataram que as principais atividades realizadas no LABINFO são: digitação de textos ou palavras soltas (86%), desenho e pintura no Tux Paint (13%), jogar (100%) no Gcompris jogos educativos ou às vezes realizar pesquisas na internet (26,6%). Ao serem questionados sobre o uso do computador fora do ambiente escolar, procurou-se identificar quantas destas crianças têm esta ferramenta, e constatou-se que apenas 16% dos alunos pesquisados, possuem um computador. Todos aqueles que não tinham (84%), afirmaram que gostariam de ter e/ou que o pai ou responsável tem a intenção de comprar um, o mais rápido possível: Não tenho não, mas meu pai disse que no próximo ano, vai comprar um. (A 3 1ª Serie 7 anos). Ao ser questionado o conhecimento que elas possuem em relação ao uso do computador, enumerou-se quatro itens, onde o resultado obtido foi: Tabela 01 Tabela de conhecimento sobre o computador 1 Quase nada 4 crianças; 13% 2 Pouco 10 crianças; 33% 3 Razoável 10 crianças; 33% 4 Muito 6 crianças. 20% Nas entrevistas buscando entender o resultado obtido em relação ao

16 16 conhecimento sobre o computador, alguns dos alunos denominavam-se nesse aspecto bastante sabedoras. Por conta de terem aprendido a jogar outros tipos de jogos, considerados por elas mais difíceis; Eu sei muito, sei jogar todos os jogos e ganho, sempre (A 15 3ª Série 12 anos). Também houve aqueles que se denominavam não conhecer quase nada, pouco ou razoável : Eu só sei jogar mesmo. (A 8, A 10 da 4ª Série). Ao serem questionadas sobre a utilização do computador para aprender e estudar ou realizar trabalhos, obteve-se a seguinte resposta: 63,3% dos entrevistados responderam que sim que utilizam o computador para aprender, apenas 13,3% responderam que não, e os outros 23,4% não opinaram. Na entrevista questionamos que aprendizagens e como o computador ajuda a estudar, pela experiência do LABINFO. forma: Os alunos nos responderam da seguinte Aqui a gente aprende as letras, as palavras, a fazer conta, montar quebra-cabeça, a gente brinca, mas aprende também (A 7 7 anos - 1ªSérie); Se a gente quiser estudar, estuda, porque só é entrar na net (internet) e procurar alguma coisa, e ler, ai você fica sabendo, pode fazer um trabalho da escola, e outras coisas. (A 9 13 anos 3ª Série) Como só 16% das crianças têm computador, os outros 83% buscam utilizar esta ferramenta, geralmente, nas Lan Houses. Constatou-se que ao serem questionadas se iam a uma Lan House grande parte das crianças respondeu que sim (22 das 30 crianças 73,3%). Lançou-se então outra pergunta, complementando a anterior, questionando o que fazem na Lan House? Dentre as mais diversas atividades que listamos, o JOGO, foi a atividade mais citada (20 das 30 crianças 66,6%). Isto por conta delas considerarem a atividade mais divertida conforme nos relataram e por conta disto, elas freqüentam uma vez por semana ou quase todos os dias conforme mostra a tabela 02, permanecendo dentro da Lan House grande parte do seu dia, conforme o relato a seguir: Só não fico mais, porque não tenho dinheiro, mas quando consigo (dinheiro), fico 2, 3 horas (A 2 4ª Série 11 anos). Tabela 02 Freqüência na Lan House (Quant. e %) Tempo utilizado na Lan House ( Quant. e %) Todos os Dias 0 0 % Aprox. 1 hora 13 59% Quase todos os dias 7 31,81% De 2 a 3 horas 6 27,27% Uma vez por semana 8 36,36% De 4 a 5 horas 1 4,5% Raramente 7 31,81% Mais de 5 horas 2 9%

17 17 Buscamos nas entrevistas saber se há nestes alunos a prática de realizar pesquisas ou trabalhos escolares. O resultado dado foi inversamente proporcional em relação aos jogos, ou seja, dos 22 alunos que freqüentam a Lan House apenas 50% se mostram interessadas em ir a uma Lan House para estudar ou fazer pesquisas escolares, a não ser quando estão no LABINFO, pois apesar da falta de controle (com relação às dificuldades do professor) o laboratório é ainda um ambiente destinado à realização de atividades pedagógicas. Mas, mesmo estas, nos mostraram desinteresse em relação às tarefas escolares, elas reconhecem e admitem que o computador tenha muito mais a lhes ensinar (tabela 03): É importante, pra fazer um bocado de coisa, tem em todo lugar, no trabalho e aqui (na escola). (A 2 4ª Série 11 anos); Na Lan House é mais divertido, a gente faz o que quer, aqui não (na escola), tem que jogar esse jogo, que é fraquinho. (A6 3ª Série 10 anos) Vejamos na tabela abaixo alguns dados que comprovam o que foi dito anteriormente, em relação ao computador como ferramenta pedagógica: Tabela 03 O computador pode ser uma ferramenta de ajuda na realização de trabalhos e na aprendizagem Respostas Quantidade Porcentagem Sim 22 73,3% Não 3 10% As vezes 5 16,6% Outro ponto importante que foi abordado nos questionários foi em relação à utilização de determinados programas (Word, Excel, Power-point, Paint, etc.) que são oferecidos numa Lan House; mesmo sendo diferentes dos apresentados no LABINFO, eles informaram que utilizam com facilidade, pois, são muito parecidos. 53,3% dos alunos nos informaram utilizar o Word, o qual é semelhante ao programa da escola (Writer) e 46% descreveram utilizar o Paint, o qual é equivalente ao Tux paint. Ao serem entrevistados sobre a vontade e o gosto de ir a Lan House, muitos alunos responderam que gostam muito. Gosto! Eu gosto muito de jogar, ver o Orkut, falar com outras pessoas, ver a imagem da outra, pela tela (A 8 4ª Série 11 anos) Na Lan House Nas visitas realizadas na Lan House foram realizadas algumas perguntas em

18 18 forma de questionários, complementando com algumas perguntas informais, semelhantes às realizadas na escola. Os sujeitos foram crianças com idade equivalentes a dos encontrados na escola, ou seja, crianças entre sete e doze anos, onde se somou um total de 20 questionários e 10 entrevistas semi-estruturadas. Dentre os questionados na Lan House, 45%(9 Alunos) relataram ter laboratório de informática na escola em que estudam, e desses 56%(5 alunos) relataram que o laboratório da sua escola tem jogos, os exemplos dados foram Futebol e Baralho. Ao serem questionadas sobre as atividades realizadas no laboratório de informática, elas resumiram em: Lá na sala dos computadores só tem aulas de computação, e é no sábado. (Aluno L 5, 12 anos - 5ª Série). Segundo o próprio aluno, este curso de informática é parte do projeto Escola Aberta. Houve também um relato da realização de um exercício escolar: Uma vez eu fiz um exercício no computador, mas faz muito tempo. (Aluno L 7, 12 anos - 4ª Série). Duas crianças informaram que: tem lá, sala com computador, mas a gente (se refere aos alunos) não faz nada lá não. Três delas relataram só utilizar a internet, e outras duas nos informaram que já utilizaram o computador para digitar textos. Do universo entrevistado, apenas 2 crianças (10%) relataram ter computador em casa. Mas esses, mesmo assim, freqüentam a Lan House para Jogar, pois estes não são de livre acesso, são pagos e necessitam de um equipamento melhor instalado no computador (Placa de Vídeo Off-board). Eu tenho computador, mas lá não funciona esse jogo não, o computador é velho, é do meu pai. (L 3, 12 anos - 4ª Série). Em relação à freqüência na Lan House, 30% responderam freqüentá-la todos os dias; 40% disseram que quase todos os dias; 25% apenas uma vez por semana, e apenas 5% relataram que freqüentam raramente; em relação ao tempo de acesso, que varia entre uma e cinco horas; o resultado foi da seguinte maneira: 60% dos alunos responderam aproximadamente uma hora; 25% de duas a três horas, 5% responderam que ficam quatro horas, e 10% cinco horas. Partindo para o conhecimento sobre o computador, 35% descreveram saber nada ou quase nada, e outras 30% disseram que sabiam razoavelmente; 15% nos relataram que sabem muito sobre o computador, e 20% disseram que sabem somente jogos, como é visto na citação de L 3, 10 anos: Só sei jogar: CS e GTA, e o de carro também... É... Need for Speed. Venho jogar todos os dias. Ao serem questionadas sobre a utilização do computador para realizar

19 19 alguma atividade pedagógica, 75% responderam que não utilizam o computador para atividades escolares. Uma das crianças entrevistadas, a qual no momento apenas acompanhava um adulto que utilizava os serviços da Lan House, respondeu que considera o computador útil para aprendizagem, mas, nunca o utilizou desta forma, pois os professores não passam pesquisas no computador. Outro ponto importante dos questionários foi em relação à aprendizagem adquirida; ao serem questionados se o computador ajuda na aprendizagem, 10% acreditam que nunca adquiriram aprendizagem; obtivemos 5% que não percebem nenhum tipo de aprendizagem com o computador na Lan House; 30% responderam que já aprenderam, principalmente na utilização do mesmo como ferramenta, digitação, habilidade com o mouse, na leitura do internetês, etc. 10% responderam que às vezes ajuda. 55% responderam que o computador nunca ajudou até o momento. Em uma entrevista o aluno L 5, 11 anos, disse: Por exemplo... aprendo a digitar: vc, pq, bj; a digitar com as 2 mãos, a colar, copiar salvar fotos, até agora só sei isso mesmo. Ao entrevistar um aluno sobre a possibilidade de aprender utilizando o computador, um aluno nos esclarece: É... talvez, porque o professor passa uma pesquisa, pra nota, nas carreiras, a gente vai à Lan, copia e cola, ou pede pra menina fazer, o professor nem lê o trabalho, a gente só gasta dinheiro,... mas pelo menos passa né. (Aluno L 5, 12 anos - 5ª Série). Percebe-se neste depoimento que não houve uma reflexão sobre o trabalho, houve apenas uma atividade mecânica, com o objetivo único de adquirir uma nota. Em relação às atividades na Lan House, reafirma-se, assim como o relato dos alunos da escola, que os jogos realmente são o maior foco como atividades, como nos mostra a tabela abaixo: Tabela 04 Quais as atividades realizadas na Lan House Atividade Quantidade Porcentagem Jogos 19 95% Aprender a usar o computador 16 80% Internet (Msn e Orkut) 13 65% Escutar Músicas/ver vídeos 13 65% Para estudar ou realizar trabalhos 2 10% Indagamos aos alunos que freqüentam a Lan House sobre se há por parte deles a utilização de determinados programas (Word, Excel, Power-point, Paint, etc.) os quais são oferecidos numa Lan House; apenas o Word e o Paint foram

20 20 assinalados, e apenas 50 % dos entrevistados não opinaram nessa questão. Ao mostrar para os entrevistados, uma lista com nomes de diversos jogos; e, perguntando à eles qual destes mais gostam, o resultado obtido mostrou que os preferidos são os de estratégias. Entre eles o Control Strike, ambiente de conflito entre Policiais e terroristas; GTA jogo de um a gente secreto numa investigação; Call of Dult, Half Life, Battlefield.2 e Medalha de Honra imitam uma situações de guerra; Need for Speed e Carbo são ambientes de corrida de carros, Max Paine é sobre uma a gente policial, FIFA é um ambiente de torneios de futebol; Line Age e Age of Mitologyc são jogos de batalha com personagens antigos, mitológicos e demoníacos, etc. Vejamos na tabela abaixo a preferência dos alunos em relação aos jogos: Tabela 05 Quais jogos você mais gosta? Jogos Nº Porcentagem* GTA 17 85% Counter-Strike 17 85% Need for speed 12 60% Fifa 9 45% Mario/Line Age/Battlefield (Campo de Batalha) 6 30% Medalha de Honra 5 25% Half Life / Call of Dult /True Crime 4 20% Outros 10 50% * Amostragem de 20 alunos que freqüentam a Lan House Outro dado importante o qual deve ser salientado é que outro motivo que as fazem passar tanto tempo numa Lan House, é por conta deles buscarem aprender a utilizar mais os aplicativos e ferramentas do computador. Isto elas fazem quando acessam a internet (MSN, Orkut), os jogos em rede, etc. A tabela abaixo nos mostra em números o que acabou de ser dito acima: Tabela 06 Atividades realizadas na Lan House Atividade Quantidade Porcentagem Jogos 20 90,90% Internet (Msn e Orkut) 12 54,54% Escutar Músicas/ver vídeos 11 50% Aprender a usar o computador 17 77,27% Para estudar ou realizar trabalhos 11 50% ANÁLISE Dentre os inúmeros aspectos encontrados nesta pesquisa, através das observações, dos questionários e das entrevistas semi-estruturadas, iniciaremos mostrando o fascínio, a motivação, o desejo que as crianças têm de estar em

CONSELHO DE CLASSE. A visão dos professores sobre educação no Brasil

CONSELHO DE CLASSE. A visão dos professores sobre educação no Brasil CONSELHO DE CLASSE A visão dos professores sobre educação no Brasil INTRODUÇÃO Especificações Técnicas Data do Campo 19/06 a 14/10 de 2014 Metodologia Técnica de coleta de dados Abrangência geográfica

Leia mais

OS JOGOS DIDÁTICOS ONLINE NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO FORMAL

OS JOGOS DIDÁTICOS ONLINE NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO FORMAL ELIANE ROSA DO ORIÊNTE FABIANA DA SILVA BEZERRA FANÇA JEISEBEL MARQUES COUTINHO JÉSSICA MEIRE DE ALMEIDA GOMES JÚLIA DA SILVA MELIS OS JOGOS DIDÁTICOS ONLINE NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO

Leia mais

O USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO METODOLOGIA DE ENSINO DE MATEMÁTICA NO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO SÃO JOÃO BATISTA, CEDRO-CE

O USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO METODOLOGIA DE ENSINO DE MATEMÁTICA NO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO SÃO JOÃO BATISTA, CEDRO-CE O USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO METODOLOGIA DE ENSINO DE MATEMÁTICA NO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO SÃO JOÃO BATISTA, CEDRO-CE ¹C. J. F. Souza (ID); ¹M. Y. S. Costa (ID); ²A. M. Macêdo (CA)

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

Prática no Laboratório de Informática: Jogos no Programa Mais Educação

Prática no Laboratório de Informática: Jogos no Programa Mais Educação Prática no Laboratório de Informática: Jogos no Programa Mais Educação Escola Municipal de Ensino Fundamental Madre Teresa Laboratório com 18 máquinas com sistema operacional Linux Educacional Turma Mista

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

O USO DA INTERNET E SUA INFLUÊNCIA NA APRENDIZAGEM COLABORATIVA DE ALUNOS E PROFESSORES NUMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ

O USO DA INTERNET E SUA INFLUÊNCIA NA APRENDIZAGEM COLABORATIVA DE ALUNOS E PROFESSORES NUMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ O USO DA INTERNET E SUA INFLUÊNCIA NA APRENDIZAGEM COLABORATIVA DE ALUNOS E PROFESSORES NUMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ Rose Maria Bastos Farias (UFAL) rmbfarias@hotmail.com RESUMO: Trata-se de uma pesquisa

Leia mais

Eixo Temático ET-13-010 - Educação Ambiental CAPACITAÇÃO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL: PROCESSO, AÇÃO, TRANSFORMAÇÃO

Eixo Temático ET-13-010 - Educação Ambiental CAPACITAÇÃO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL: PROCESSO, AÇÃO, TRANSFORMAÇÃO 486 Eixo Temático ET-13-010 - Educação Ambiental CAPACITAÇÃO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL: PROCESSO, AÇÃO, TRANSFORMAÇÃO Samuel Brito Ferreira Santos 1 ; Rebecca Ruhama Gomes Barbosa 2 ; Adeilton Padre de Paz

Leia mais

CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3

CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3 CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3 Este tutorial não tem como finalidade esgotar todas as funcionalidades do Ambiente, ele aborda de forma prática

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

A criança e as mídias

A criança e as mídias 34 A criança e as mídias - João, vá dormir, já está ficando tarde!!! - Pera aí, mãe, só mais um pouquinho! - Tá na hora de criança dormir! - Mas o desenho já tá acabando... só mais um pouquinho... - Tá

Leia mais

CURSOS OFERECIDOS. seus objetivos e metas. E também seus elementos fundamentais de Administração, como: PLANEJAMENTO, ORGANIZAÇÃO E CONTROLE.

CURSOS OFERECIDOS. seus objetivos e metas. E também seus elementos fundamentais de Administração, como: PLANEJAMENTO, ORGANIZAÇÃO E CONTROLE. CURSOS OFERECIDOS Access 2007 Aproximadamente 20 horas O aluno aprenderá criar Banco de Dados de forma inteligente, trabalhar com estoques, número de funcionários, clientes etc. Conhecerá ferramentas aprimoradas

Leia mais

EMTI JARDIM NOVO MUNDO Goiânia, 14 de junho de 2013 Tabulação do questionário Assembleia do Estudantes

EMTI JARDIM NOVO MUNDO Goiânia, 14 de junho de 2013 Tabulação do questionário Assembleia do Estudantes EMTI JARDIM NOVO MUNDO Goiânia, 14 de junho de 2013 Tabulação do questionário Assembleia do Estudantes Sim (32) Não (00) Sim (12) Nulo (20) 01 Está gostando das aulas? Estão atendendo suas expectativas?

Leia mais

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial remuneração para ADVOGADOS Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados advocobrasil Não ter uma política de remuneração é péssimo, ter uma "mais ou menos" é pior ainda. Uma das

Leia mais

Instrutor(a): Nilcéa Lima

Instrutor(a): Nilcéa Lima Instrutor(a): Nilcéa Lima João Pessoa, abril de 2008 HORÁRIO TURMA TARDE: 14h00 18h00 1ª SEMANA: SEGUNDA TERÇA QUINTA 2ª SEMANA: SEGUNDA - QUINTA HORÁRIO TURMA NOITE: 18h00 22h00 1ª SEMANA: SEGUNDA TERÇA

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MÜLLER-EXTENSÃO CLAUDEMIR FORATINI DE OLIVEIRA. INTEGRANDO AS TICs NO ENSINO DE MATEMÁTICA

ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MÜLLER-EXTENSÃO CLAUDEMIR FORATINI DE OLIVEIRA. INTEGRANDO AS TICs NO ENSINO DE MATEMÁTICA ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MÜLLER-EXTENSÃO CLAUDEMIR FORATINI DE OLIVEIRA INTEGRANDO AS TICs NO ENSINO DE MATEMÁTICA IVINHEMA MS MAIO DE 2010 ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MÜLLER-EXTENSÃO CLAUDEMIR

Leia mais

Como encontrar maneiras de associar um importante conteúdo didático a um software que ensine e divirta ao mesmo tempo? Estão os professores

Como encontrar maneiras de associar um importante conteúdo didático a um software que ensine e divirta ao mesmo tempo? Estão os professores Profª Levany Rogge Os softwares são considerados programas educacionais a partir do momento em que são projetados através de uma metodologia que os contextualizem no processo ensino-aprendizagem; Tajra

Leia mais

TIC Domicílios 2007 Habilidades com o Computador e a Internet

TIC Domicílios 2007 Habilidades com o Computador e a Internet TIC Domicílios 007 Habilidades com o Computador e a Internet DESTAQUES 007 O estudo sobre Habilidades com o Computador e a Internet da TIC Domicílios 007 apontou que: Praticamente metade da população brasileira

Leia mais

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento A contribuição do interesse e da curiosidade por atividades práticas em ciências, para melhorar a alfabetização de

Leia mais

Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior. Sanmya Feitosa Tajra

Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior. Sanmya Feitosa Tajra Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior Sanmya Feitosa Tajra Mestre em Educação (Currículo)/PUC-SP Professora de Novas Tecnologias

Leia mais

OS JOGOS PEDAGÓGICOS COMO FERRAMENTAS DE ENSINO

OS JOGOS PEDAGÓGICOS COMO FERRAMENTAS DE ENSINO OS JOGOS PEDAGÓGICOS COMO FERRAMENTAS DE ENSINO Resumo FIALHO, Neusa Nogueira FACINTER neusa_nf@yahoo.com.br Área Temática: Educação: Teorias, Metodologias e Práticas. Não contou com financiamento A falta

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

FACULDADE DE CUIABÁ FAUC CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL. João Rodrigues de Souza

FACULDADE DE CUIABÁ FAUC CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL. João Rodrigues de Souza FACULDADE DE CUIABÁ FAUC CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL João Rodrigues de Souza A PSICOPEDAGOGIA E A INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL CUIABÁ- MT JULHO 2015 2 RESUMO

Leia mais

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES Tamiris Andrade Nascimento (Mestranda do Programa Educação Cientifica e Formação de Professores da Universidade

Leia mais

Programa de Pós Graduação em Educação da FCT/UNESP, Presidente Prudente, SP. depenna05@yahoo.com.br

Programa de Pós Graduação em Educação da FCT/UNESP, Presidente Prudente, SP. depenna05@yahoo.com.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 799 INTERVENÇÃO EM ARTE COM O AUXÍLIO DO SOFTWARE PHOTOSHOP Denise Penna Quintanilha Programa de Pós Graduação em

Leia mais

CONSTRUINDO A CIDADANIA POR MEIO DE TECNOLOGIAS COM ALUNOS DO EJA

CONSTRUINDO A CIDADANIA POR MEIO DE TECNOLOGIAS COM ALUNOS DO EJA CONSTRUINDO A CIDADANIA POR MEIO DE TECNOLOGIAS COM ALUNOS DO EJA Neire Oliveira de Castro Souza 1 Lorrainy Dias Mendes 2 Airson José de Moraes Júnior 3 Neusa Elisa Carignato Sposito (Orientador) 4 RESUMO

Leia mais

DISCIPLINAS CURRICULARES (PCN) INFORMÁTICA PRODUÇÃO DE MATERIAL

DISCIPLINAS CURRICULARES (PCN) INFORMÁTICA PRODUÇÃO DE MATERIAL A nossa meta é envolver alunos e professores num processo de capacitação no uso de ferramentas tecnológicas. Para isto, mostraremos ao professor como trabalhar as suas disciplinas (matemática, português,

Leia mais

Curso ISO 9001:2008 Qualidade em Serviços

Curso ISO 9001:2008 Qualidade em Serviços Curso ISO 9001:2008 Qualidade em Serviços Guia Fundamental para Gestão de Qualidade em Serviços Objetivo Capacitar os participantes a interpretarem os requisitos da Norma ISO 9001:2008, relacionados aos

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA E INCLUSÃO DIGITAL NO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA/PB

FORMAÇÃO CONTINUADA E INCLUSÃO DIGITAL NO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA/PB FORMAÇÃO CONTINUADA E INCLUSÃO DIGITAL NO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA/PB Telma Cristina Gomes da Silva (PROLING/UFPB) telmapedist@hotmail.com Introdução A Cultura Digital impõe novos desafios pedagógicos

Leia mais

A pesquisa de campo foi realizada com questões para os núcleos administrativo, pessoal e acadêmico e procura explorar duas situações distintas:

A pesquisa de campo foi realizada com questões para os núcleos administrativo, pessoal e acadêmico e procura explorar duas situações distintas: 4 Pesquisa de campo Neste capitulo será apresentado o resultado dos questionários da pesquisa de campo que serviu para o estudo de caso. A coleta de dados será dividida em: Núcleo administrativo Núcleo

Leia mais

Caro(a) aluno(a), Estaremos juntos nesta caminhada. Coordenação NEO

Caro(a) aluno(a), Estaremos juntos nesta caminhada. Coordenação NEO Caro(a) aluno(a), seja bem-vindo às Disciplinas Online da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Bom Despacho e Faculdade de Educação de Bom Despacho. Em pleno século 21, na era digital, não poderíamos

Leia mais

INTRODUÇÃO. Palavras-chave: Alfabetização, EJA, Inclusão, Facebook.

INTRODUÇÃO. Palavras-chave: Alfabetização, EJA, Inclusão, Facebook. A INCLUSÃO DIGITAL E O FACEBOOK NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EJA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NA ESCOLA MUNICIPAL FRANCISCO JOSÉ DE SANTANA POMBAL PB Autor (1) Amélia Maria

Leia mais

Cartilha para utilização do software GRAPHMATICA no ensino de Funções Polinomiais do 1º grau no 9º ano do Ensino Fundamental.

Cartilha para utilização do software GRAPHMATICA no ensino de Funções Polinomiais do 1º grau no 9º ano do Ensino Fundamental. Cartilha para utilização do software GRAPHMATICA no ensino de Funções Polinomiais do 1º grau no 9º ano do Ensino Fundamental. Autores: Alessandro Marques Calil Carlos Vitor de Alencar Carvalho Janaína

Leia mais

A ABORDAGEM DA GEOMETRIA COM CRIANÇAS NA PRÉ-ESCOLA: NÍVEL II

A ABORDAGEM DA GEOMETRIA COM CRIANÇAS NA PRÉ-ESCOLA: NÍVEL II 1 A ABORDAGEM DA GEOMETRIA COM CRIANÇAS NA PRÉ-ESCOLA: NÍVEL II Donizeth Henrique Aleluia Vieira 1 Paula Rodrigues de Souza 2 Suely Miranda Cavalcante Bastos 3 Resumo: Juntamente com o campo dos Números

Leia mais

MANUAL DO ALUNO COSEMS - MG. www.cosemsmg-ead.org.br

MANUAL DO ALUNO COSEMS - MG. www.cosemsmg-ead.org.br MANUAL DO ALUNO COSEMS - MG 1 ÍNDICE 03 APRESENTAÇÃO. Dicas para estudar a distância. Funções do professor e do tutor 04 CADASTRO NO CURSO 05 ACESSO AO CURSO 07 FERRAMENTAS DE ESTUDO. Conteúdo: aulas virtuais.

Leia mais

Maríndia Mattos Morisso 2 Caterine de Moura Brachtvogel 3 Fernando Jaime González 4 Universidade Regional do Noroeste do Estado do RS Ijuí, RS

Maríndia Mattos Morisso 2 Caterine de Moura Brachtvogel 3 Fernando Jaime González 4 Universidade Regional do Noroeste do Estado do RS Ijuí, RS A Utilização das TIC por Professores de Educação Física de Escolas Públicas da Região Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul 1 Resumo Maríndia Mattos Morisso 2 Caterine de Moura Brachtvogel 3 Fernando

Leia mais

Como aconteceu essa escuta?

Como aconteceu essa escuta? No mês de aniversário do ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente, nada melhor que ouvir o que acham as crianças sobre a atuação em Educação Integral realizada pela Fundação Gol de Letra!! Conheça um

Leia mais

GUIA DO ALUNO EAD EAD DO GUIA ALUNO

GUIA DO ALUNO EAD EAD DO GUIA ALUNO GUIA DO ALUNO EAD GUIA DO ALUNO EAD Guia do Aluno Seja bem-vindo(a) às disciplinas EAD! Agora que você já está matriculado na disciplina online, chegou o momento de ficar por dentro de informações muito

Leia mais

Alfabetização e Letramento

Alfabetização e Letramento Alfabetização e Letramento Material Teórico A Escrita no Processo de Alfabetização Responsável pelo Conteúdo e Revisor Textual: Profª. Ms Denise Jarcovis Pianheri Unidade A Escrita no Processo de Alfabetização

Leia mais

DA EDUCAÇÃO TRADICIONAL ÀS NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO

DA EDUCAÇÃO TRADICIONAL ÀS NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 DA EDUCAÇÃO TRADICIONAL ÀS NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO Natália Aguiar de Menezes 1 RESUMO: Observa-se que com o passar dos anos o ensino superior

Leia mais

Sandromir Almeida. Treinamentos Realizados nas Empresas

Sandromir Almeida. Treinamentos Realizados nas Empresas Sandromir Almeida Consultor de Informática desde 1995 Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Docente de Informática há 15 anos Palestrante desde 2001 Técnico em Informática Webmaster Proprietário

Leia mais

Mídia e Tecnologia: experiência do jornal escolar no Projeto Mais Educação na Escola Marechal Rondon em Santa Maria/RS 1

Mídia e Tecnologia: experiência do jornal escolar no Projeto Mais Educação na Escola Marechal Rondon em Santa Maria/RS 1 Mídia e Tecnologia: experiência do jornal escolar no Projeto Mais Educação na Escola Marechal Rondon em Santa Maria/RS 1 Janilce Silva Praseres 2 Sandra Antonina Barrozo de Oliveira 3 Universidade Federal

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FESB

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FESB REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FESB I Da Caracterização Art. 1 Os Laboratórios de Informática da FESB, sob responsabilidade do Departamento de Informática, dispõem de infra-estrutura

Leia mais

Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil

Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil Hernandes Santos, Amarílis Alfabetização na inclusão

Leia mais

PROJETO SOCIAL CITY PETRÓPOLIS: NOVOS HORIZONTES NA APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA

PROJETO SOCIAL CITY PETRÓPOLIS: NOVOS HORIZONTES NA APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA 369 PROJETO SOCIAL CITY PETRÓPOLIS: NOVOS HORIZONTES NA APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Jorge Leonardo Garcia (Uni-FACEF) Sílvia Regina Viel Rodrigues (Uni-FACEF) O Ensino da Matemática Hoje As aulas típicas

Leia mais

ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES

ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES MARCELA NEIVA SOUSA 1 SAMARA MARIA VIANA DA SILVA 2 RESUMO O presente artigo tem como objetivo investigar

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES Silva.A.A.S. Acadêmica do curso de Pedagogia (UVA), Bolsista do PIBID. Resumo: O trabalho

Leia mais

PLANEJAMENTO: um vai-e-vem pedagógico

PLANEJAMENTO: um vai-e-vem pedagógico 1 PLANEJAMENTO: um vai-e-vem pedagógico Vera Maria Oliveira Carneiro 1 Educar é ser um artesão da personalidade, um poeta da inteligência, um semeador de idéias Augusto Cury Com este texto, pretendemos

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DOS ENCARTES DE PREÇOS NA FORMAÇÃO DO ALUNO.

AS CONTRIBUIÇÕES DOS ENCARTES DE PREÇOS NA FORMAÇÃO DO ALUNO. AS CONTRIBUIÇÕES DOS ENCARTES DE PREÇOS NA FORMAÇÃO DO ALUNO. Autor: José Marcos da Silva Instituição: MIDS/Macaé E-mail:mzosilva@yahoo.com.br. RESUMO Na atualidade, é preciso que se crie novos métodos

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

IV Seminário de Iniciação Científica

IV Seminário de Iniciação Científica O USO DA INTERNET NA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL PÚBLICA DE ANÁPOLIS: MAPEANDO OS MODOS DE USO 1,3 Fernanda Vasconcelos Silva Souza; 2,3 Profª Drª Mirza Seabra Toschi 1 Bolsista PIBIC/CNPq 2 Pesquisadora-orientadora

Leia mais

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE SETEMBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE SETEMBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA CÍCERO WILLIAMS DA SILVA EMERSON LARDIÃO DE SOUZA MARIA DO CARMO MEDEIROS VIEIRA ROBERTO GOMINHO DA SILVA

Leia mais

Oficina de Educomunicação: Construção de um Fotodocumentário Histórico da Escola Augusto Ruschi

Oficina de Educomunicação: Construção de um Fotodocumentário Histórico da Escola Augusto Ruschi Oficina de Educomunicação: Construção de um Fotodocumentário Histórico da Escola Augusto Ruschi EJE: Comunicacion y Extensión AUTORES: Garcia, Gabriela Viero 1 Tumelero, Samira Valduga 2 Rosa, Rosane 3

Leia mais

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO Elaine Cristina Penteado Koliski (PIBIC/CNPq-UNICENTRO), Klevi Mary Reali (Orientadora), e-mail: klevi@unicentro.br

Leia mais

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas CONSTRUINDO CONCEITOS SOBRE FAMÍLIA DE FUNÇÕES POLINOMIAL DO 1º GRAU COM USO DO WINPLOT Tecnologias da Informação e Comunicação e Educação Matemática (TICEM) GT 06 MARCOS ANTONIO HELENO DUARTE Secretaria

Leia mais

Manual do Usuário Cyber Square

Manual do Usuário Cyber Square Manual do Usuário Cyber Square Criado dia 27 de março de 2015 as 12:14 Página 1 de 48 Bem-vindo ao Cyber Square Parabéns! Você está utilizando o Cyber Square, o mais avançado sistema para gerenciamento

Leia mais

Metodologia. Entrevistas com amostra de usuárias brasileiras de internet via questionário online.

Metodologia. Entrevistas com amostra de usuárias brasileiras de internet via questionário online. Assunto E-commerce Metodologia Entrevistas com amostra de usuárias brasileiras de internet via questionário online. Quantidade de entrevistas realizadas: 1.652 mulheres Perfil: 18 a 50 anos Mercado: Brasil

Leia mais

TEdAM. Educação Ambiental

TEdAM. Educação Ambiental 290 Educação Ambiental TEdAM Resumo O projeto TEdAm tem como meta principal introduzir novas formas de construção, cooperação e circulação de conhecimentos e informações, capazes de auxiliar o processo

Leia mais

FERREIRA, Ana Lúcia BRIZOLARA TRINDADE, Elaine ROCHA HUFFELL, Jefferson Lima BRAGA Maria Tereza Comunicação Oral RESUMO

FERREIRA, Ana Lúcia BRIZOLARA TRINDADE, Elaine ROCHA HUFFELL, Jefferson Lima BRAGA Maria Tereza Comunicação Oral RESUMO AS TECNOLOGIAS FAZENDO A DIFERENÇA NO DESEMPENHO ESCOLAR DOS ALUNOS DEFICIENTES VISUAIS NA ESCOLA INSTITUTO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO ISABEL DE ESPANHA 28ª CRE FERREIRA, Ana Lúcia BRIZOLARA TRINDADE, Elaine

Leia mais

DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES

DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES Rogério Sousa AZEVEDO (1); Iara M Cavalcante NOLETO (2) (1 e 2) Instituto Federal de

Leia mais

ENSINO DE MATEMÁTICA PONTO BLOG

ENSINO DE MATEMÁTICA PONTO BLOG ENSINO DE MATEMÁTICA PONTO BLOG Moema Gomes Moraes 1 RESUMO: Este trabalho faz uma reflexão sobre os aspectos relacionados ao uso de Blogs no ensino de Matemática. Para isto, ele inicia fazendo uma reflexão

Leia mais

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações a serem implementadas nos câmpus do Instituto. A identidade

Leia mais

Eixo Temático 4 : Formação de professores e práticas pedagógicas PROFESSORES AUTÔNOMOS: UTILIZANDO FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS COMO RECURSO PEDAGÓGICO

Eixo Temático 4 : Formação de professores e práticas pedagógicas PROFESSORES AUTÔNOMOS: UTILIZANDO FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS COMO RECURSO PEDAGÓGICO Eixo Temático 4 : Formação de professores e práticas pedagógicas PROFESSORES AUTÔNOMOS: UTILIZANDO FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS COMO RECURSO PEDAGÓGICO RESUMO Arlam Dielcio Pontes da Silva UFRPE/UAG Gerciane

Leia mais

ÍNDICE BLUELAB A UTILIZAÇÃO DO BLUELAB PELO PROFESSOR RECURSOS PARA PROFESSORES E ALUNOS...05 INICIANDO O BLUELAB PROFESSOR...06

ÍNDICE BLUELAB A UTILIZAÇÃO DO BLUELAB PELO PROFESSOR RECURSOS PARA PROFESSORES E ALUNOS...05 INICIANDO O BLUELAB PROFESSOR...06 ÍNDICE BLUELAB RECURSOS PARA PROFESSORES E ALUNOS...05 INICIANDO O BLUELAB PROFESSOR...06 ELEMENTOS DA TELA INICIAL DO BLUELAB PROFESSOR guia Meu Espaço de Trabalho...07 A INTERFACE DO BLUELAB...07 INICIANDO

Leia mais

Curso Empreendedorismo Corporativo

Curso Empreendedorismo Corporativo Curso Empreendedorismo Corporativo Todos os fatores relevantes atuais mostram que a estamos em um ambiente cada vez mais competitivo, assim as pessoas e principalmente as organizações devem descobrir maneiras

Leia mais

2. METODOLOGIA DO TRABALHO DESENVOLVIDO NA PASTORAL DO MENOR E DO ADOLESCENTE

2. METODOLOGIA DO TRABALHO DESENVOLVIDO NA PASTORAL DO MENOR E DO ADOLESCENTE TÍTULO: CURSO DE WORD E EXCEL NA PASTORAL DO MENOR E DO ADOLESCENTE DE OURO PRETO AUTORES: Márcia Veloso de Menezes e-mail: marcia@em.ufop.br INSTITUIÇÃO: Universidade Federal de Ouro Preto ÁREA TEMÁTICA:

Leia mais

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro Precisamos reinventar a forma de ensinar e aprender, presencial e virtualmente, diante de tantas mudanças na sociedade e no mundo do trabalho. Os modelos tradicionais

Leia mais

Introdução ao Aplicativo de Programação LEGO MINDSTORMS Education EV3

Introdução ao Aplicativo de Programação LEGO MINDSTORMS Education EV3 Introdução ao Aplicativo de Programação LEGO MINDSTORMS Education EV3 A LEGO Education tem o prazer de trazer até você a edição para tablet do Software LEGO MINDSTORMS Education EV3 - um jeito divertido

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 1 Objetivos Este documento regulamenta e normatiza o processo de utilização dos Laboratórios de Informática da Faculdade Guairacá, de modo a sustentar o seu bom uso e funcionamento no âmbito acadêmico.

Leia mais

CONHECENDO O CLASSMATE

CONHECENDO O CLASSMATE PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO GRUPO DE PESQUISA TECNOLOGIAS DIGITAIS EM EDUCAÇÃO EQUIPE DE FORMAÇÃO E PESQUISA DO PROJETO UCA EM MINAS GERAIS FORMAÇÃO

Leia mais

O USO DO EDITOR DE APRESENTAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES EDUCATIVAS

O USO DO EDITOR DE APRESENTAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES EDUCATIVAS O USO DO EDITOR DE APRESENTAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES EDUCATIVAS Mário Sérgio de Andrade Mendonça, mariomendonc@gmail.com Eduardo Machado Real, eduardomreal@uems.br UEMS Universidade Estadual

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

Informática Aplicada. Aula 2 Windows Vista. Professora: Cintia Caetano

Informática Aplicada. Aula 2 Windows Vista. Professora: Cintia Caetano Informática Aplicada Aula 2 Windows Vista Professora: Cintia Caetano AMBIENTE WINDOWS O Microsoft Windows é um sistema operacional que possui aparência e apresentação aperfeiçoadas para que o trabalho

Leia mais

Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP

Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP...1 Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP...1 Iniciando o Windows XP...2 Desligar o computador...3 Área de trabalho...3

Leia mais

O ENSINO DE FUNÇÕES AFINS E QUADRÁTICAS COM O AUXÍLIO DO COMPUTADOR E DO SOFTWARE GEOGEBRA

O ENSINO DE FUNÇÕES AFINS E QUADRÁTICAS COM O AUXÍLIO DO COMPUTADOR E DO SOFTWARE GEOGEBRA O ENSINO DE FUNÇÕES AFINS E QUADRÁTICAS COM O AUXÍLIO DO COMPUTADOR E DO SOFTWARE GEOGEBRA 1 Samara Araújo Melo; 2 Arthur Gilzeph Farias Almeida; 3 Maria Lúcia Serafim 1 E.E.E.F.M Professor Raul Córdula,

Leia mais

FACULDADE REDENTOR ITAPERUNA RJ

FACULDADE REDENTOR ITAPERUNA RJ RESULTADOS DA PESQUISA DE PERCEPÇÃO E SATISFAÇÃO DOS CURSOS DE: MBA - GESTÃO ESTRATÉGICA DOS NEGÓCIOS MBA - GESTÃO ESTRATÉGICA COM PESSOAS FACULDADE REDENTOR 2012 ITAPERUNA RJ MODELO DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO

Leia mais

EU E O COMPUTADOR. Ricardo Hasper PROJETO DE INFORMÁTICA ENSINO FUNDAMENTAL FASE I

EU E O COMPUTADOR. Ricardo Hasper PROJETO DE INFORMÁTICA ENSINO FUNDAMENTAL FASE I CEEBJA - CEAD Centro Estadual de Educação Básica para Jovens e Adultos CEAD-Pólo Poty Lazzarotto EU E O COMPUTADOR Ricardo Hasper PROJETO DE INFORMÁTICA ENSINO FUNDAMENTAL FASE I CURITIBA-PR 2003 I OBJETIVO

Leia mais

PROJETO DE VIDA O PAPEL DA ESCOLA NA VIDA DOS JOVENS

PROJETO DE VIDA O PAPEL DA ESCOLA NA VIDA DOS JOVENS PROJETO DE VIDA O PAPEL DA ESCOLA NA VIDA DOS JOVENS O que é ensinado nas escolas prepara os alunos para concretizarem seus projetos na vida adulta? Para achar a resposta, entrevistamos jovens egressos

Leia mais

Avaliação dos hábitos de estudos, culturais e nível de inclusão digital dos professores da UNIGRANRIO. Fevereiro/2012

Avaliação dos hábitos de estudos, culturais e nível de inclusão digital dos professores da UNIGRANRIO. Fevereiro/2012 Avaliação dos hábitos de estudos, culturais e nível de inclusão digital dos professores da UNIGRANRIO Fevereiro/2012 UM POUCO SOBRE O PROFESSOR Negro 1% Etnia segundo classificação do ENADE Pardo/Mulato

Leia mais

Apresentação. A Equipe do Semipresencial coloca-se à disposição para quaisquer informações adicionais através dos seguintes contatos:

Apresentação. A Equipe do Semipresencial coloca-se à disposição para quaisquer informações adicionais através dos seguintes contatos: Apresentação Este Manual de Orientações Gerais foi concebido com a intenção de fornecer todas as informações de que você precisa para cursar disciplinas na modalidade semi-presencial. Acompanhando as inovações

Leia mais

A Formação Continuada a distância como suporte para a prática do docente da modalidade de ensino de jovens e adultos* 1

A Formação Continuada a distância como suporte para a prática do docente da modalidade de ensino de jovens e adultos* 1 A Formação Continuada a distância como suporte para a prática do docente da modalidade de ensino de jovens e adultos* 1 Geucineia de Souza Pencinato Joyce Vieira Fettermann Universidade Estadual do Norte

Leia mais

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Um projeto para discutir Direitos Humanos necessariamente tem que desafiar à criatividade, a reflexão, a crítica, pesquisando, discutindo e analisando

Leia mais

CONSTRUINDO UM JOGO EDUCATIVO UTILIZANDO O SOFTWARE DE AUTORIA ADOBE FLASH

CONSTRUINDO UM JOGO EDUCATIVO UTILIZANDO O SOFTWARE DE AUTORIA ADOBE FLASH CONSTRUINDO UM JOGO EDUCATIVO UTILIZANDO O SOFTWARE DE AUTORIA ADOBE FLASH Francielly Falcão da Silva¹, Samuel Carlos Romeiro Azevedo Souto², Mariel José Pimentel de Andrade³ e Alberto Einstein Pereira

Leia mais

A CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO APLICADA NO PERÍODO DE EDUCAÇÃO INFANTIL

A CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO APLICADA NO PERÍODO DE EDUCAÇÃO INFANTIL A CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO APLICADA NO PERÍODO DE EDUCAÇÃO INFANTIL Regina Lucia Napolitano e Felício Felix Batista ISEP, Mestranda em Ciências Pedagógicas, UNIG, Brasil 1. INTRODUÇÃO Segundo estudos desenvolvidos

Leia mais

Gustavo Noronha Silva. Projeto de Pesquisa: Impactos do Software Livre na Inclusão Digital

Gustavo Noronha Silva. Projeto de Pesquisa: Impactos do Software Livre na Inclusão Digital Gustavo Noronha Silva Projeto de Pesquisa: Impactos do Software Livre na Inclusão Digital Universidade Estadual de Montes Claros / UNIMONTES junho / 2003 Gustavo Noronha Silva Projeto de Pesquisa: Impactos

Leia mais

A INTERNET COMO RECURSO PEDAGÓGICO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

A INTERNET COMO RECURSO PEDAGÓGICO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A INTERNET COMO RECURSO PEDAGÓGICO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Jacqueline Liedja Araujo Silva Carvalho Universidade Federal de Campina Grande (UFCG CCTA Pombal) jliedja@hotmail.com

Leia mais

INVESTIGAÇÕES MATEMÁTICAS SOBRE FUNÇÕES UTILIZANDO O WINPLOT

INVESTIGAÇÕES MATEMÁTICAS SOBRE FUNÇÕES UTILIZANDO O WINPLOT INVESTIGAÇÕES MATEMÁTICAS SOBRE FUNÇÕES UTILIZANDO O WINPLOT Luciano Feliciano de Lima Universidade Estadual de Goiás lucianoebenezer@yahoo.com.br Resumo: Esse minicurso tem por objetivo evidenciar possibilidades

Leia mais

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade O caminho para o sucesso Promovendo o desenvolvimento para além da universidade Visão geral Há mais de 40 anos, a Unigranrio investe em ensino diferenciado no Brasil para cumprir com seu principal objetivo

Leia mais

Ano Lectivo 2008/2009-1ºCiclo. Magalhães Formação

Ano Lectivo 2008/2009-1ºCiclo. Magalhães Formação Direcção Regional de Educação de Lisboa Centro de Área Educativa de Setúbal Agrupamento Vertical de Escolas Elias Garcia - Sobreda Ano Lectivo 2008/2009-1ºCiclo Magalhães Formação Objectivos da Formação

Leia mais

coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - u s a r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - u s a r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - Sou so profes r a, Posso m a s n ão parar d aguento m e ai ensinar s? d a r a u la s Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO E A INCLUSÃO DOS ALUNOS COM SURDEZ

O COORDENADOR PEDAGÓGICO E A INCLUSÃO DOS ALUNOS COM SURDEZ O COORDENADOR PEDAGÓGICO E A INCLUSÃO DOS ALUNOS COM SURDEZ Introdução Maria Amélia da Silva Viana Márcia Rafaella Graciliano dos Santos Viana UNASUR aneliavianna@hotmail.com A educação de qualidade é

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA PELOS DOCENTES COMO UMA FERRAMENTA DE ENSINO

A UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA PELOS DOCENTES COMO UMA FERRAMENTA DE ENSINO A UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA PELOS DOCENTES COMO UMA FERRAMENTA DE ENSINO Maria Dasdores Vieira de França marri_ce@hotmail.com Programa de Pós-Graduação em Educação Universidade Federal de

Leia mais

O computador. Sistema Operacional

O computador. Sistema Operacional O computador O computador é uma máquina desenvolvida para facilitar a vida do ser humano, principalmente nos trabalhos do dia-a-dia. É composto basicamente por duas partes o hardware e o software. Uma

Leia mais

TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: UMA INVESTIGAÇÃO COM LICENCIANDOS E PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA A PARTIR DO PIBID

TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: UMA INVESTIGAÇÃO COM LICENCIANDOS E PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA A PARTIR DO PIBID TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: UMA INVESTIGAÇÃO COM LICENCIANDOS E PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA A PARTIR DO PIBID Nataélia Alves da Silva (1) * ; Creuza Souza Silva (1); Lecy das Neves Gonzaga (1); Michelle

Leia mais

OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR

OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR Fundação Universidade Federal do Tocantins Maria Jose de Pinho mjpgon@mail.uft.edu.br Professora orientadora do PIBIC pedagogia Edieide Rodrigues Araújo Acadêmica

Leia mais