Vantagens do leasing em entidade sem fins lucrativos

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1 Vantagens do leasing em entidade sem fins lucrativos Franciane Luiza Salamoni (FURB) Loreni Maria dos Santos Braum (FURB) Jorge Ribeiro de Toledo Filho (FURB) Resumo O leasing no Brasil é conhecido também como arrendamento mercantil. O artigo objetiva demonstrar as vantagens do leasing em entidade sem fins lucrativos. Inicia com um breve histórico do leasing, suas vantagens e desvantagens, assim como uma abordagem do leasing operacional e financeiro. Contempla também características fiscais, tributárias e a contabilização do leasing. Tomando como referência a revisão bibliográfica, foi estudado um caso real de leasing, onde se analisa as vantagens de se fazer um leasing para adquirir computadores que serão utilizados no laboratório de informática em uma instituição de ensino superior privado sem fins lucrativos. Palavras-chaves: Leasing, Vantagens, Entidade sem fins lucrativos. 1. Introdução A aquisição de bens móveis e imóveis pode ser realizada de diversas formas, como pagamento à vista, pagamento parcelado ou através do leasing. O leasing ou arrendamento mercantil nasceu do reconhecimento de que o lucro de uma atividade produtiva pode advir da simples utilização do equipamento e não de sua propriedade (FORTUNA, 1999). Segundo o Banco Central do Brasil (www.bcb.org.br), as empresas vendedoras de bens costumam apresentar o leasing como uma forma de financiamento. Porém, é preciso que o contrato seja lido com atenção, pois trata-se de uma operação com características próprias. A operação de leasing é semelhante à uma locação, onde, ao término do contrato, o arrendatário (cliente) tem a opção de renová-lo, adquirir o equipamento pelo seu valor residual ou de devolvê-lo à empresa arrendadora. As operações de leasing estão regulamentadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) através da Lei nº 6.099, de 12 de setembro de 1974, e as sociedades arrendadoras se integralizaram ao Sistema Financeiro Nacional mediante Resolução nº 351, de 17 de novembro de As transformações ocorridas nos últimos anos na atividade empresarial levaram as empresas a perceberem a necessidade de adaptação às novas tendências. Porém, de que maneira é possível suprir a necessidade de veículos, máquinas, etc. para ampliar-se ou modernizar-se sem comprometer seu capital de giro? Que opção a empresa deve seguir para aumentar seu ativo: financiamento ou leasing? O objetivo deste artigo é realizar pesquisa bibliográfica sobre as operações de leasing, com ênfase no histórico dessa operação, características, modalidades, identificar o seu funding e demonstrar, através de um caso real, as vantagens dessa operação para empresas sem fins lucrativos. ENEGEP 2005 ABEPRO 2250

2 2. Metodologia da pesquisa A pesquisa será do tipo descritiva, a qual tem por objetivo descrever variáveis qualitativas e quantitativas, estabelecendo relações entre si (GIL, 1987). A pesquisa descritiva configura-se como um estudo intermediário entre a pesquisa exploratória e a explicativa, ou seja, não é tão preliminar como a primeira nem tão aprofundada como a segunda (RAUPP el al., 2003) A pesquisa bibliográfica para Gil (1999) se desenvolve atraves de material já elaborado (livros, revistas e artigos científicos) ou seja exclusivamente de fontes bibliográficas O estudo de caso pode contribuir substancialmente na compreensão dos fenômenos individuais, assim como organizacionais, sociais e políticos. (YIN, 2003) observa que: Permite uma investigação para se preservar as características holísticas e significativas dos eventos da vida real tais como ciclos de vida individuais, processos organizacionais e administrativos, mudanças ocorridas em regiões urbanas, relações internacionais e a maturação de alguns setores. 3. Leasing O leasing para Di Agustini (1999), tem sua existência marcada desde o antigo Egito nas minas de propriedade do Estado. Determinada quantia de dinheiro era paga ao Estado como garantia de exploração e uma renda anual estabelecida como percentagem dos lucros (DI AGUSTINI, 1999), ficando a arrendatária com a opção de vender o minério ou subarrendar o direito de exploração. Já os agricultores alugavam terras para plantar. A consolidação do leasing junto ao setor empresarial se deu, segundo a ABEL, na década de 1950 quando o proprietário de uma fábrica de alimentos na Califórnia que precisava atender um importante contrato de fornecimento firmado com o exército, não possuindo equipamentos e disponibilidades suficientes para adquiri-los decidiu alugá-los. Tempos mais tarde este mesmo industrial constituiu a US Leasing, uma empresa americana destinada ao aluguel de equipamentos. Graças ao arrendamento mercantil, grandes empresas americanas projetaram-se mundialmente, como a I.B.M. e a XEROX. A técnica do leasing foi importada pela Europa e espalhou-se pelo mundo (TOLEDO FILHO, 2001). No Brasil as operações de leasing já existiam na década de 50, embora somente em 1974, através da Lei 6099, tiveram suas contraprestações consideradas como custo ou despesas operacionais da arrendatária (TOLEDO FILHO, 2001). Entre as décadas de 80 e 90 muitas resoluções do Banco Central disciplinaram ou proibiram algumas operações. Mais tarde o Banco Central procurou incentivá-las, abrindo-as às pessoas físicas. O leasing ou também conhecido no Brasil como arrendamento mercantil, de acordo com Ross (1995), é um acordo contratual entre um arrendatário e um arrendador. Neste contrato fica determinado que o arrendatário tem o direito de usar o ativo e deve em troca fazer contraprestações (pagamentos) periódicos ao arrendador. Segundo a ABEL o arrendamento mercantil é a cessão do uso de um bem, por um prazo determinado, através de um contrato e demais condições pactuadas. Os envolvidos nesta operação são denominados conforme o Quadro 1. ENEGEP 2005 ABEPRO 2251

3 Denominação Arrendadora Arrendatária Fornecedor Atribuição Aplicar recursos na aquisição de bens escolhidos pela arrendatária e que serão objetos do contrato de arrendamento Escolher o bem junto ao fornecedor, que será pago pela arrendadora. Passa a fazer uso do bem, mediante pagamento de contraprestações por um período determinado em contrato Entregar o bem à arrendatária e o fatura à arrendadora Fonte: Adaptado de ABEL(www.abel.com.br) Quadro 1 Envolvidos na operação de leasing No quadro acima é possível identificar as principais denominações e atribuições que figuram uma operação de leasing. Leasing é o processo segundo o qual a empresa pode obter a utilização de certos ativos permanentes pelos quais deve efetuar uma série de pagamentos contratuais periódicos, dedutíveis do imposto de renda (GITMAN, 2002). O artigo 5º da Lei 6.099/74 determina que os contratos de leasing conterão: prazo de contrato; valor de cada contraprestação por períodos determinados, não superiores a um semestre; opção de compra ou renovação de contrato, como faculdade do arrendatário; preço para opção de compra ou critério para sua fixação, quando for estipulada esta cláusula. A ABEL define contraprestação como sendo o valor pago pela arrendatária no decorrer do contrato, composto de amortização do principal e encargos. Os prazos mínimo e máximo entre as contraprestações é de 30 e 180 dias. Seu valor varia de acordo com valor residual garantido escolhido, encargos, prazo do contrato e periodicidade. Resumidamente o valor residual é estabelecido em contrato e obrigatório, para que ao término dele a empresa arrendatária possa escolher entre a compra do bem por esse valor ou não. O valor residual pode ser identificado por uma percentagem do valor de aquisição, pago juntamente com as prestações ou ao término do contrato. Para a empresa arrendatária o pagamento do valor residual juntamente com a prestação acarreta dificuldades contábeis tais como: O leasing confere à empresa arrendatária o direito de usar um ativo imobilizado pelo tempo determinado em contrato sem, entretanto, usufruir do direito da posse, evento que impossibilita a imobilização do bem-objeto no momento da contratação, devendo a prestação ser registrada diretamente como despesa do período (DI AGUSTINI, 1999). Nas empresas de leasing existe um valor residual ótimo ou adequado para efeito de imposto de Renda. Havendo diferença no valor residual (ótimo ou adequado) a empresa de leasing terá impacto fiscal. Se o valor residual for inferior ao esperado (percentual ótimo) a empresa arrendatária terá maior custo do leasing. Di Agustini (1999), comenda que para chegar ao valor residual ótimo é necessário dividir o prazo do leasing pelo tempo de vida útil do bem de acordo com a legislação do imposto de Renda. O leasing pode se classificar em: leasing nacional, internacional, importação e exportação. Para Fortuna (1999), o leasing nacional é contrato entre pessoas (jurídica) sediadas no país tendo como objeto bens produzidos no próprio país ou importados. Caso sejam importados aplicam-se as disposições do art. 10 da Lei nº De acordo com Azevedo (1995), o leasing internacional é um contrato que envolve uma empresa do país e outra localizada no exterior, sendo que o bem fica em propriedade da empresa do leasing. Por exemplo, uma empresa brasileira compra um bem no exterior a propriedade do bem fica com a empresa do leasing estrangeira. ENEGEP 2005 ABEPRO 2252

4 De acordo com Fortuna (1999), o leasing importação está previsto nos artigos 16 e 17 da Lei nº 6.099, que dispõe sobre os contratos de arrendamento mercantil celebrados com entidades sediadas no exterior. Segundo Azevedo (1995), o leasing importação é a operação realizada entre uma empresa do país, que necessita de bens do exterior e uma empresa de leasing também sediada no país, que importa sob sua responsabilidade os bens, passando a ser sua proprietária. As prestações devem ser pagas em moeda nacional convertida para o dólar pelo câmbio comercial mais a taxa de juros internacional, ou em moeda nacional taxa de juros nacional, fixa ou variável. O leasing importação pode ser realizado por bancos internacionais ou brasileiros, que importam o bem através de um contrato de leasing internacional de um arrendador no exterior e subarrendam ao cliente através de sua empresa de leasing (FORTUNA, 1999). Segundo o mesmo autor, o leasing exportação está previsto no artigo 20 da pela Lei nº 6.099/74. Uma empresa (fabrica ou vende) seu produto (bem) à uma empresa de leasing brasileira e esta arrenda através de contrato de leasing internacional ao cliente exterior, podendo ser fixado em moeda estrangeira. Todas essas operações são monitoradas pelo Banco Central. 3.1 Vantagens do Leasing As operações de leasing para Fortuna (1999), tem seu grau de importância pelo aumento dos negócios bancários e também como instrumento de investimento nas atividades empresariais. Descreve ainda, como vantagem a simplificação contábil assim como aceleração da depreciação, gerando maior eficiência fiscal, flexibilidade, moldando-se conforme a necessidade do mercado e também por não ser contabilizado como empréstimo permanecendo inalterado nos índices financeiros da empresa há uma conservação de linhas de crédito. A renovação periódica da maquinaria da empresa, atendendo assim às exigências do desenvolvimento tecnológico e do próprio mercado (ASSAF NETO, 1999). O arrendatário transfere o risco da obsolescência o risco de que o equipamento fique ultrapassado para o arrendador (GROPPELLI E NIKBAKHT, 2002). Isso se dá pela velocidade de inovação de certos produtos e equipamentos. 3.2 Desvantagens do Leasing O arrendatário deve devolver o equipamento após certo período. O que acontece se o arrendador decide não renovar o contrato de arrendamento quando o arrendatário mais precisa dele para dar continuidade às operações da empresa (GROPPELLI E NIKBAKHT, 1998). Para não ter esta desvantagem deve-se considerar o arrendamento com opção de compra. Toledo Filho (2001), cita como desvantagem o problema que a empresa terá caso necessite obter empréstimo, uma vez que os gerentes de bancos ou analistas de crédito preferem emprestar para empresas que têm ativos em seu nome. 3.3 Modalidades do leasing A ABEL apresenta duas modalidades de leasing, sendo elas: leasing operacional; e leasing financeiro Leasing operacional Segundo a ABEL o arrendamento mercantil operacional ou leasing operacional é uma operação privativa dos bancos múltiplos com carteira de arrendamento mercantil e das sociedades de arrendamento mercantil. Assaf Neto (1999), complementa que o leasing ENEGEP 2005 ABEPRO 2253

5 operacional é bastante difundido no exterior, mas no Brasil apresenta pouco uso. Geralmente este tipo de leasing é cancelável à opção do arrendatário, que poderá ser obrigado a pagar um encargo predeterminado pelo cancelamento. Em geral, os ativos arrendados através do leasing operacional têm vida útil superior ao prazo do leasing. Normalmente, entretanto, eles se tornariam menos eficientes e tecnologicamente obsoletos, se fossem arrendados por um período mais longo (GITMAN, 2002). Sendo o leasing operacional realmente uma operação (aluguel) sem interferências de instituições financeiras, a arrendadora (fabricante do bem) entrega-o à arrendatária através de contrato, ficando esta na obrigação de pagar a contraprestação para a arrendadora, que nada mais é que o aluguel sobre o bem que está à sua disposição. O prazo contratual do leasing operacional precisa ser inferior a 75% do prazo de vida útil econômica do bem (DI AGUSTINI, 1999). Detalhando, a empresa opera com prazo máximo de 70% do tempo de vida depreciável do bem, isso já estabelecido pela legislação do Imposto de Renda, pois ao efetuar a compra e imobilizando o bem automaticamente depreciará em um prazo acelerado de 30%, resumindo 90 dias. Ainda, a assistência técnica, manutenção entre outros serviços podem ser de responsabilidade do arrendatário ou da empresa de leasing Leasing Financeiro O leasing financeiro para a ABEL é uma operação privativa dos bancos múltiplos com carteira de arrendamento mercantil. E apresenta como características as contraprestações e demais pagamentos previstos no contrato devidos pela arrendatária; as despesas de manutenção, assistência técnica, multas e serviços correlatos a operacionalidade do bem arrendado sejam de responsabilidade da arrendatária; o preço para exercício da opção de compra seja livremente pactuado, podendo ser, o valor de mercado do bem arrendado; prazo mínimo do contrato: 2 anos, para bens com vida útil igual ou inferior a 5 anos; e 3 anos para bens de vida útil acima de 5 anos; o valor das contraprestações é despesa operacional para pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real; Leasing financeiro é uma compra financiada que envolve três agentes, sendo eles: o arrendatário (comprador podendo ser pessoa física ou jurídica), o fornecedor e o financiador (banco, financeira ou fornecedor) (DI AGUSTINI, 1999). O arrendatário tem direito de uso do bem pela compra e as despesas de manutenção ficam a seu cargo.sendo assim, ele pode escolher o fornecedor ao adquirir o bem, mas assina o contrato de financiamento com o arrendador (agente financiador), sendo que este fará o pagamento ao fornecedor. 4. Características fiscais, tributárias e sua contabilização Segundo a ABEL as operações de leasing possuem características fiscais e tributárias bastante específicas e determinadas por lei, sendo que as mais usuais são o valor das contraprestações, é despesa operacional para as pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real, e dedutíveis do lucro operacional para efeito do Imposto de Renda. Durante toda a vigência do contrato, o bem arrendado constará no ativo fixo da arrendadora pois é de sua propriedade. Desta forma não interferirá no cálculo do imposto de renda da arrendatária. O bem ingressará no ativo fixo da empresa arrendatária (desde o momento da aquisição até o final do contrato) pelo seu valor residual garantido ou pelo preço de mercado. As pessoas físicas não poderão deduzir as contraprestações como despesa operacional. Os tributos incidentes e as porcentagens sobre as operações de leasing, segundo Azevedo (1995) são calculadas sobre o valor de cada contraprestação, sendo: ISS (imposto sobre serviços) = 0,5% à 5,0% (dependendo do município); PIS (programa de integração social) = ENEGEP 2005 ABEPRO 2254

6 0,65%; Cofins 7,6%. Além destes tributos incidem ainda a CSLL (contribuição social sobre o lucro líquido) e o IR (imposto de renda). A contabilização: antes de novembro de 1976 era possível que uma empresa contratasse a utilização de um ativo por aluguel sem divulgar o ativo ou o contrato de arrendamento em seu balanço. Era preciso apenas que os arrendatários divulgassem as informações sobre a atividade de arrendamento nas notas explicativas de suas demonstrações financeiras. Em novembro de 1976, o Financial Accounting Standards Board (FASB) emitiu sua declaração de Padrões de Contabilidade Financeira (FAS13), Contabilidade de Arrendamentos (ROSS, 1995). Ross (1995), esclarece que de acordo com a FAS 13 certos arrendamentos são classificados como arrendamentos de capital. Neste caso o valor presente dos pagamentos de aluguel deve aparecer no lado direito do balanço e um valor idêntico deve ser aparecer no lado esquerdo do balanço (como se fosse um ativo). Quanto aos demais arrendamentos Ross (1995), diz que são classificados pelo FASB como operacionais, não sendo necessária nenhuma menção destes valores no balanço. Segundo Iudícibus (2000), os contratos de arrendamento são normalmente de longo prazo, prevendo pagamentos parcelados mensalmente. O passivo será registrado e a contrapartida será em despesas do exercício, abrangendo as parcelas já transcorridas e seus respectivos encargos. Dessa forma, o valor dos bens recebidos sob arrendamento não será contabilizado no ativo da empresa, será registrado no passivo total correspondente. Para Iudícibus (2000), a contabilização do valor desses bens deve ser feita em contas de compensação. As demonstrações contábeis da empresa devem conter em notas explicativas informações sobre os critérios contábeis adotados para o registro dessa operação e ainda as condições do contrato de leasing no que diz respeito a prazos, valor total do bem, forma de pagamento e opção de compra ou não. Desta forma a contabilização obedece a legislação fiscal em vigor, já que a Lei 6.404/76 é omissa a este respeito. Segundo a ABEL a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (IBRACON) vêm pressionando as autoridades no sentido de que o Brasil passe a adotar as recomendações do FASB 13 no tocante à contabilização do leasing financeiro no arrendatário, tal qual um empréstimo. Funding das empresas de leasing: essas empresas podem captar recursos através da emissão de debêntures, notas promissórias, empréstimos internos, financiamento ou repasses externos. Fortuna (1999), descreve que o funding para as operações de leasing deve ser compatível com o prazo do arrendamento, de forma a permitir o casamento dos prazos. 5. Caso real de leasing em uma instituição de ensino superior privado sem fins lucrativos O caso real de arrendamento mercantil (leasing) a seguir tem por objetivo demonstrar as principais vantagens de uma operação de leasing para uma empresa sem fins lucrativos. Na instituição de ensino citada são oferecidos 8 cursos de graduação e ainda cursos de pósgraduação em convênio com o INBRAPE e com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Dos cursos oferecidos pela IES um é na área de informática onde são necessários laboratórios com equipamentos atualizados, sendo necessário desta forma uma renovação freqüente dos computadores e demais equipamentos. A renovação ou atualização dos equipamentos dos laboratórios pode ser feita de duas formas. Uma delas é a aquisição dos equipamentos à vista ou financiada e a outra é através de uma operação de leasing. Ainda que existam outras formas para se obter os bens, é importante ENEGEP 2005 ABEPRO 2255

7 lembrar que equipamentos de alta tecnologia ficam obsoletos com muita rapidez. Desta forma a saída para não perder dinheiro é a execução de uma operação de leasing. Tendo analisado o referencial teórico acima a instituição optou pelo contrato de leasing financeiro, pois dentre outras vantagens que citaremos abaixo a instituição tem a possibilidade de no término do contrato subustituir seus equipamentos por mais modernos ou comprá-los pelo seu valor residual, o valor envolvendo dos computadores é de R$ ,00, serão para atualizar um dos laboratórios de informática da IES. A IES cotou o menor preço para pagamento à vista em um fornecedor da cidade de Cascavel Paraná, sendo que as contraprestações (fator contraprestação de 0,032593), serão pagas em um período de 24 meses, sendo parcelas mensais de R$ 4.028,17, iniciando o pagamento da 1ª parcela no mês 02/2005 e terminando em 02/2007. A opção de compra assim como o valor residual garantido ficaram definidos cada um em 43% dos bens. Quanto à forma de pagamento do valor residual garantido a instutição optou por decidir na última contraprestação. Na operação de leasing, neste caso financeiro, não é preciso que a arrendatária invista capital adicional para a obtenção dos bens, uma vez que os aluguéis podem ser pagos com os próprios rendimentos dos bens arrendados. A IES poderá ainda substituir com maior freqüência seus equipamentos, estando desta forma sempre atualizada no que se refere ao aspecto tecnológico. E outras vantagens são: a) prazo do arrendamento geralmente é maior que o prazo de financiamentos; b) os encargos da operação de leasing são pré-fixados; c) o contrato de leasing não é contabilizado como um empréstimo. Dessa forma os índices financeiros da empresa mantêm-se inalterados, conservando a capacidade de obtenção de novos empréstimos, caso a empresa necessite; d) a flexibilidade - o pagamento das contraprestações, prazo e valor residual são flexíveis, podendo desta forma o arrendatário adequá-lo à sua geração de caixa; e) custo menor do que a compra dependendo das alternativas que a empresa possui para conseguir recursos financeiros, o leasing pode ser a alternativa economicamente mais viável; f) a obtenção dos bens é mais rápida permitindo que a compra seja concretizada a tempo para a necessidade da empresa; g) a liberação do leasing é mais rápida do que a de um financiamento, pois a arrendadora é que terá a propriedade dos bens, cabendo à arrendatária o direito apenas de utilizá-los. As operações de leasing possuem grandes vantagens quando uma empresa estiver precisando reduzir seus índices de endividamento juntamente com a obtenção de bens para sua atividade. 6. Considerações finais O leasing é entendido como uma operação em que o cliente pode usar um bem sem que o tenha comprado. O bem é qualquer produto que cuja utilização seja capaz de gerar rendas e seja para uso próprio do arrendatário (cliente). No final de um contrato de leasing o cliente pode adquirir definitivamente o bem arrendado através do pagamento de um valor residual previamente definido no contrato. As duas principais modalidades de leasing são: leasing operacional e leasing financeiro. A principal distinção entre os dois é que o operacional pode ser cancelável em certas situações previstas em contrato,sendo que no financeiro não isso já não é possível. No caso apresentado de uma IES sem fins lucrativos é possível concluir que não é apenas a dedução das contraprestações para fins de Imposto de Renda que torna uma operação de leasing vantajosa. A utilização desta forma de financiamento de bens é de grande importância ENEGEP 2005 ABEPRO 2256

8 na obtenção de produtos com alta tecnologia (pois com a rápida inovação se faz necessária a substituição dos bens em espaços curtos de tempo). Quando uma instituição de ensino superior pretende atualizar ou montar um novo laboratório de informática, os gestores precisam analisar se é mais vantajoso comprar ou arrendar os equipamentos. Os laboratórios citados neste caso foram de informática, mas poderiam ser de rádio, químico, etc.. Serão utilizados pelos alunos e sofrerão maiores desgastes devido à manipulação de diferentes pessoas, as quais, na maioria das vezes, não estão preocupadas com a conservação dos equipamentos. Assim, a renovação ou atualização terá que ser freqüente. Desta forma o leasing torna-se mais vantajoso que as outras opções na obtenção dos bens. 7. Referências ABEL ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE LEASING. Histórico do Leasing/Definições/Conceitos/Leasing no Brasil/Variáveis do Contrato/Leasing Finaceiro/Leasing Operacional/Características Fiscais e Tributárias/Empresas de Leasing/Perguntas e Respostas/Exemplo de Cálculo. Disponível no site: Acesso em 14 abril ASSAF NETO, Alexandre. (1999) Mercado Financeiro. São Paulo: Atlas. AZEVEDO, Denny Paulista. (1995) Sistema financeiro nacional. São Paulo: CETEC. BANCO CENTRAL DO BRASIL. Arrendamento Mercantil (leasing). Disponível no site: Acesso em 16 abril DI AGUSTINI, Carlos Eduardo. (1999) Leasing financeiro. São Paulo: Atlas, 3ª ed. FORTUNA, Eduardo. (1999) Mercado financeiro: produtos e serviços. Rio de Janeiro: Qualitymark. GIL, Antonio Carlos. (1987) Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. São Paulo: Atlas. GIL, Antonio Carlos. (1999) Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas. GITMAN, Lawrence J. (2002) Princípios de administração financeira. São Paulo: HARBRA Ltda. GROPPELLI, A. A. e NIKBAKHT, Ehsan. (1998) Administração Financeira. São Paulo: Saraiva. GROPPELLI, A. A. e NIKBAKHT, Ehsan. (2002) Administração Financeira. São Paulo: Saraiva, 2ª ed.. IUDÍCIBUS, Sérgio de. (2000) Manual de contabilidade das sociedades por ações: aplicável às demais sociedades/ FIPECAFI. São Paulo: Atlas, 5ed. ROSS, Stephen A. (1995) Administração financeira. São Paulo: Atlas. TOLEDO FILHO, Jorge Ribeiro de. (2001) Introdução ao Mercado de Capitais Brasileiro. São Paulo: Tecci, 3ª ed. YIN, Robert K. (2001) Estudo de caso: planejamento e métodos. São Paulo, 2ª ed. RAUPP, Fabiano Maury e BEUREN, Ilse Maria. Metodologia da pesquisa aplicável às ciências sociais. In: BEUREN, Ilse Maria (Org.). (2003) Como elaborar trabalhos monográficos em contabilidade: teoria e prática. São paulo: Atlas. ENEGEP 2005 ABEPRO 2257

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