Ensino Médio em Questão. José Fernandes de Lima Conselho Nacional de Educação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ensino Médio em Questão. José Fernandes de Lima Conselho Nacional de Educação"

Transcrição

1 Ensino Médio em Questão José Fernandes de Lima Conselho Nacional de Educação

2 Introdução O ensino médio tem sido debatido em todos os países Trata com adolescente e jovens que estão decidindo seus destinos. Torna visível a violência do estado, da educação e dos educadores sobre os adolescentes e jovens O volume de conhecimentos gerados pressiona por novos assuntos e novas metodologias. Em geral, o público alvo são as pessoas de 15 a 17 anos. No Brasil, o caso é agravado pelo baixo atendimento.

3 Avaliação do Ensino Médio No Brasil, o prestígio do ensino médio está em baixa

4 Explicações que circulam sobre a fraqueza do ensino médio 1 O ensino médio é ruim porque falta uma norma que estimule a melhoria 2 - O ensino médio é ruim porque tem muitas disciplinas que são cursadas todo ano. Há quem defenda que deve ser apenas português, matemática e inglês e mais 3 optativas. 3 - O ensino médio é ruim porque não apresenta itinerários alternativos. Todos os estudantes seguem um único caminho. 4 - O ensino médio é ruim porque não trabalha com as áreas de conhecimento. 5 - O ensino médio é ruim porque o número de horas semanais é pequeno. 6 O ensino médio é ruim porque os alunos saem sem saber matemática 7 O ensino médio é ruim porque a formação profissional técnica prescinde do ensino médio. Poderia ser paralela.

5 Conclusões apressadas

6 Itinerário Dados Histórico Novas sugestões Normas atuais

7 Atendimento geral à população de 15 a 17 anos(dados de 2012) Em 2012 % População de 15 a 17 anos Matriculados no ensino fundamental 23,6% Matriculados no ensino médio 54,4% Matriculados na alfabetização de jovens e adultos 0,1% Matriculados na EJA ensino fundamental 1,4% Matriculados na EJA ensino médio 0,2% Matriculados no ensino superior 1,4% Matriculados em pré-vestibulares 0,2% Não estudam e não concluíram o ensino médio Não estudam mas concluíram o ensino médio 15,2% 3,5%

8 Números do ensino médio 1 Ano de 2012 Ensino médio regular Matrícula na rede estadual ,9% Matrícula na rede federal ,5% Matrícula na rede municipal ,9% Matrícula na rede privada ,7% Matrícula no ensino médio diurno ,3% Matrícula no ensino médio noturno ,7% Taxa líquida de matrícula no ensino médio 54,4% Era de 23,5% em 2001 Número de matriculados no ensino médio dividido pela população de 15 a 17 anos (Taxa bruta de matrícula) 80,4% Era 78,4% em 2001

9 Números do ensino médio 2 Ensino médio - EJA Em EJA presencial EJA semipresencial EJA integrada à educação profissional ,7% da EJA Educação Profissional Técnica de nível médio Concomitante + subsequente ( ) Integrada Total de matrículas na educação profissional ,3% do EM regular Percentual de matrículas da EP oferecidas pela escola pública 53,6%

10 Números do ensino médio 3 Jovens de 15 a 17 anos que não terminaram o ensino médio e estão fora da escola Percentual de jovens de 19 anos que concluíram o ensino médio Ano de ,57 milhão 51,8% Era 32% em 2001 Percentual de aprovação do ensino médio 78,7% (12,2% e 9,1%) Percentual de aprovação Norte 74,9% (11,3% e 13,8%) Taxa de distorção idade/série 31,1% Percentual de aprovação turno Noturno IDEB do ensino médio em 2012 e ,7 Era 3,4 em 2011 e 3,1 em 2005 Matriculas em tempo integral escolas públicas ,7% Concluintes do ensino médio em Em 2010, foram

11 Comentários sobre os números do ensino médio 1 O número total de matrículas no ensino médio regular tem permanecido estável nos últimos quatro anos. Depois de atingir o pico de 9,7 milhões, em 2006, estabilizou em torno de 8,4 milhões. Do total de dos matriculados no ensino médio regular estão nas redes estaduais e nas redes privadas. Os restantes ( 2%) nas redes municipais e federal. A matrícula na rede privada vem aumentando desde 2007 Quando analisamos a população total de 15 a 17 anos que soma pessoas, verificamos que somente 54,4% deles estão matriculados no ensino médio, 23,6% ainda estão cursando o ensino fundamental, 3,5% já concluíram o ensino médio e 15,2% nem concluíram o ensino médio nem estudam. Isso significa dizer que o ensino médio ainda convive com o problema de acesso à educação Os 23,6% dos alunos de 15 a 17 anos que continuam no ensino fundamental contribuem para que o ensino médio apresente problemas referentes à defasagem idade/série Essa retenção explica porque o ensino fundamental tem uma taxa bruta de 117,1%

12 Comentários sobre os números do ensino médio 2 Quando o foco recai sobre os estudantes matriculados no ensino médio, verificamos que a aprovação é de apenas 78,7%, enquanto 12,2% são reprovados e 9,1% abandonam anualmente. O número de matrículas na primeira série do ensino médio é maior do que os concluintes do ensino fundamental. A matrícula no ensino noturno vem diminuindo mas ainda tem 2,6 milhões de estudantes. Na década de 1990, o noturno era o motor do ensino médio. Os resultados do ensino noturno são inferiores aos do diurno Esse fato é outro gerador de defasagem idade/série e uma das causas de somente 51,8% dos jovens de 19 anos terem concluído o ensino médio Pesquisa mostra que 40,3% dos que abandonam argumentam falta de interesse O número de matrículas na EJA vem diminuindo. Em 2008, tínhamos estudantes e em 2012, somente A quantidade de matrículas na EJA integrada a educação profissional é muito pequena. A EJA continua pouco conhecida

13 Comentários sobre os números do ensino médio 3 A matrícula na educação profissional vem aumentando desde Em 2012, correspondeu a 16,3% do ensino médio regular. Temos alunos de 15 anos estudando no ensino médio noturno, supostamente por falta de vagas no diurno No longo prazo, o acesso à educação básica vem aumentando. Em 1950, mais de 51% da população brasileira era analfabeta. Em 1960, o ensino médio tinha apenas 1,3 milhão de estudantes. Em 1990, já tinha 4,1 milhões. Em 2006, tinha 9,7 milhões. Depois disso, estabilizou em torno de 8,4 milhões.

14 Outras informações 1 Os estados construíram orientações curriculares com base nas diretrizes e nos Parâmetros Curriculares e detalharam as atividades na forma de habilidades e conhecimentos que devem ser atingidos pelos estudantes. O Todos pela Educação propõe a diversificação curricular por áreas do conhecimento. Diversificação do ENEM por área do conhecimento. O PNE estabelece as estratégias 3.1, 3.2, 3.3 institucionalizar programa nacional de renovação do ensino médio, proposta de direitos e objetivos de aprendizagem, base nacional comum. O Projeto de Lei 6480 mantém a base nacional comum, determina o aumento da carga horária anual de 800 para 1400 horas e determina a organização por área de conhecimento. Que no terceiro ano o ensino médio seja separado em 4 áreas do conhecimento para que o estudante possa escolher uma. Introduz vários temas transversais. (educação para o trânsito, educação sexual, empreendedorismo, defesa do consumidor, constituição federal, ética na política...) Define que o ENEM seja incluído como componente curricular e que a jornada escolar seja ampliada para 7 horas por dia.

15 Outras informações 2 A proposta do CONSED coloca as diretrizes do ensino médio como âncora da unidade nacional e defende que os estados devem continuar fazendo o detalhamento. Defende que o ensino médio continue organizado por disciplina e com atividades integradoras. Defende que a formação deve ser integral e que a jornada deve ser ampliada. Que é necessário melhorar a infraestrutura e melhorar a formação dos professores. Que os avanços devem ser graduais e respeitar as iniciativas dos entes federados. O MEC criou o pacto pelo ensino médio e está qualificando MMMMMM professores. O MEC está escrevendo os direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento para o ensino médio.

16 . Histórico

17 Um pouco de história Estamos convencidos de que pode haver outras explicações além das listadas nos slides anteriores. Para encontrar essas explicações sugerimos revisar a trajetória do ensino médio desde o início do século XX até a aprovação do PNE. A reforma educacional conhecida pelo nome do Ministro Francisco Campos regulamentou e organizou o ensino secundário, além do ensino profissional e comercial. No estado novo, a partir de 1942, foram feitas as reformas Capanema. O decreto 4244 definiu as regras do segundo ciclo do ensino secundário. A Lei 4024, de dezembro de 1961, fixou diretrizes e bases da educação nacional A Lei 5692 definiu que todos os cursos de ensino médio deveriam ser profissionalizantes. A Lei 9394/ Continua nos próximos capítulos

18 . Normas atuais Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio

19 DCNEM Art. 3º O Ensino Médio é um direito social de cada pessoa, e dever do Estado na sua oferta pública e gratuita a todos. Art. 4º As unidades escolares que ministram esta etapa da Educação Básica devem estruturar seus projetos político-pedagógicos considerando as finalidades previstas na Lei nº 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional): Art. 7º A organização curricular do Ensino Médio tem uma base nacional comum e uma parte diversificada que não devem constituir blocos distintos, mas...

20 DCNEM Art. 9º A legislação nacional determina componentes obrigatórios, que devem ser tratados em uma ou mais das áreas de conhecimento para compor o currículo: I São definidos pela LDB: a) o estudo da Língua Portuguesa e da Matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil; o ensino da Arte, especialmente em suas expressões regionais, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos estudantes, com a Música como seu conteúdo obrigatório, mas não exclusivo; a Educação Física, integrada à proposta pedagógica da instituição de ensino, sendo sua prática facultativa ao estudante nos casos previstos em Lei; o ensino da História do Brasil, que leva em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena, africana e europeia; o estudo da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História brasileiras; a Filosofia e a Sociologia em todos os anos do curso; uma língua estrangeira moderna na parte diversificada, escolhida pela comunidade escolar, e uma segunda, em caráter optativo, dentro das disponibilidades da instituição.

21 DCNEM Art. 10 Em decorrência de legislação específica, são obrigatórios: I Língua Espanhola, de oferta obrigatória pelas unidades escolares, embora facultativa para o estudante (Lei nº /2005). II Com tratamento transversal e integradamente, permeando todo o currículo, no âmbito dos demais componentes curriculares: educação alimentar e nutricional (Lei nº /2009, que dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar e do Programa Dinheiro Direto na Escola aos alunos da Educação Básica); processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso, de forma a eliminar o preconceito e a produzir conhecimentos sobre a matéria (Lei nº /2003, que dispõe sobre o Estatuto do Idoso); Educação Ambiental (Lei nº 9.795/99, que dispõe sobre a Política Nacional de Educação Ambiental); Educação para o Trânsito (Lei nº 9.503/97, que institui o Código de Trânsito Brasileiro). Educação em Direitos humanos (Decreto nº 7.037/2009, que institui o Programa Nacional de Direitos humanos PNDH 3).

22 De volta às explicações 1 O ensino médio é ruim porque falta uma norma que estimule a melhoria 2 - O ensino médio é ruim porque tem muitas disciplinas que são cursadas todo ano. Há quem defenda que deve ser apenas português, matemática e inglês e mais 3 optativas. 3 - O ensino médio é ruim porque não apresenta itinerários alternativos. Todos os estudantes seguem um único caminho. 4 - O ensino médio é ruim porque não trabalha com as áreas de conhecimento. 5 - O ensino médio é ruim porque o número de horas semanais é pequeno. 6 O ensino médio é ruim porque os alunos saem sem saber matemática 7 O ensino médio é ruim porque a formação profissional técnica prescinde do ensino médio. Poderia ser paralela.

23 1 O ensino médio é ruim porque falta uma norma que estimule a melhoria As normas do ensino médio estão nas diretrizes e nos parâmetros curriculares nacionais. Vários estados já construíram orientações curriculares com base nas diretrizes As normas deveriam ser divulgadas. O Ministério da Educação tem a tarefa de fazer o que definiram as Diretrizes e o PNE: construir os direitos e objetivos de aprendizagem.

24 2 - O ensino médio é ruim porque tem muitas disciplinas que são cursadas todo ano. Há quem defenda que deve ser apenas português, matemática e inglês e mais 3 optativas. O fato de ter muitas disciplinas não pode ser a causa da ruindade do ensino médio porque o número de disciplinas sempre foi grande. LDB de (19 temas) língua portuguesa, língua materna indígena, língua estrangeira moderna, arte, educação física, matemática, biologia, física, química, história, geografia, filosofia, sociologia, língua e espanhola, educação alimentar, processo de envelhecimento, educação ambiental, educação de trânsito, educação em direitos humanos, Em (14 disciplinas) Português, latim, grego, francês, inglês, espanhol, matemática, física, química, biologia, história geral, história do Brasil, Geografia Geral, Geografia do Brasil, filosofia, desenho. LDB de 1961 (15 disciplinas) Português, história, geografia, matemática, ciências físicas e biológicas, física, química, biologia, filosofia, língua estrangeira moderna, língua clássica, desenho, optativas 1,2,3. A tendência é que o número de assuntos aumente.

25 3 - O ensino médio é ruim porque não apresenta itinerários alternativos. Todos os estudantes seguem um único caminho. Trata-se de uma decisão política A decisão de que o ensino médio seja único vem da constituição federal As DCNEM indicam que o ensino médio seja único nos objetivos e flexível na forma de oferta. Cabe lembrar que os estados e as escolas têm criado alternativas e temos muitos exemplos de boas práticas. (Pernambuco, Unesco,...) Além disso, cabe lembrar as diferenças entre o ensino médio regular, o ensino médio noturno, o ensino normal/magistério, a EJA e a educação profissional técnica de nível médio. Na época de Capanema tínhamos o ensino secundário, o ensino técnico agrícola, o ensino técnico comercial, o ensino normal/magistério. Na LDB de 1961, tivemos os cursos científico e clássico. Com a Lei 5692/1971 todos os cursos passarem a ser profissionalizantes. Com a nova LDB (Lei 9394/96), o ensino médio passou a ser único. De acordo com as DCNEM, as escolas podem inovar, flexibilizando a oferta. Pode ser como nos Estados Unidos ou separado, previamente, por área.

26 4 - O ensino médio é ruim porque não trabalha com as áreas de conhecimento. Qual o significado de trabalhar por área de conhecimento? Há uma dificuldade para o trabalho por áreas do conhecimento porque os professores são formados por disciplinas. A adoção da proposta de áreas do conhecimento, necessitará mais de 20 anos para formar os novos professores. As DCNEM apontam para o usos das disciplinas com a prática da interdisciplinaridade. Para que a interdisciplinaridade aconteça é necessário que os professores interajam, fiquem na escola, tenham tempo.

27 5 - O ensino médio é ruim porque o número de horas semanais é pequeno. A sugestão de aumento do número de aulas é sempre uma solução a ser considerada. Essa sugestão requer novos investimentos Não se aplica ao ensino médio noturno

28 6 O ensino médio é ruim porque os alunos saem sem saber matemática A culpa da fraqueza da matemática não é apenas do ensino médio. O ensino de matemática é fraco desde a educação infantil Interfere nesse assunto a formação dos professores de matemática. Interfere também o fato do ensino de matemática não ser levado a sério na educação infantil

29 7 O ensino médio é ruim porque a formação profissional técnica é precedida do ensino médio. Poderia ser paralela. Quando a LDB definiu que o ensino médio é a última etapa da educação básica, colocou essa etapa como um direito. Há o receio de que voltemos a ter um ensino médio para ricos e outro para pobres. Em sendo um direito, deve ser único. Deve haver um mínimo comum.

30 Propostas Fazer funcionar Se funcionasse já melhoraria 100% Usar o estímulo à escola de tempo integral para criar vagas na educação profissional técnica concomitante. Fazer com que toda EJA seja EJA profissional Ter coragem de providenciar os professores que faltam para física, inglês, biologia, artes... Estimular que os professores fiquem nas escolas, estudem e discutam com os outros. Identificar o que tem sido feito no Brasil Criar ou recriar programas de incentivo a melhoria do ensino médio

31 . Obrigado!

PORTARIA SEE Nº 332/2014 ANEXO ÚNICO MATRIZES CURRICULARES. MATRIZ CURRICULAR - ENSINO FUNDAMENTAL 1º ao 5º ano Alfabetização e Letramento

PORTARIA SEE Nº 332/2014 ANEXO ÚNICO MATRIZES CURRICULARES. MATRIZ CURRICULAR - ENSINO FUNDAMENTAL 1º ao 5º ano Alfabetização e Letramento PORTARIA SEE Nº 332/2014 ANEXO ÚNICO MATRIZES CURRICULARES conhecimento e ano MATRIZ CURRICULAR - ENSINO FUNDAMENTAL 1º ao 5º ano Alfabetização e Letramento Fase I Fase II 1º ano 2º ano 3º ano 4º ano 5º

Leia mais

CENSO ESCOLAR EDUCACENSO A INFORMAÇÃO DE DISCIPLINAS NO CENSO ESCOLAR

CENSO ESCOLAR EDUCACENSO A INFORMAÇÃO DE DISCIPLINAS NO CENSO ESCOLAR MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS COORDENAÇÃO GERAL DO CENSO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA CENSO ESCOLAR

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR CALENDÁRIO ESCOLAR

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR CALENDÁRIO ESCOLAR ENCONTRO DOS CONSELHOS DE TEMA NORTEADOR: A IMPORTÂNCIA DOS CONSELHOS DE EDUCAÇÃO NO SISTEMA DE ENSINO ORGANIZAÇÃO CURRICULAR CALENDÁRIO ESCOLAR ANA CRISTINA MENDONÇA Chefe da Assessoria Técnica Educação

Leia mais

Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio

Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação Contexto do Ensino Médio Ensino Médio Evolução das matrículas, 1991-2012 1991

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA Seção I Das Disposições Gerais Art. 22. A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe

Leia mais

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Resolução n 01/2010

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Resolução n 01/2010 MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Resolução n 01/2010 Fixa normas para o Ensino Fundamental de 09 (nove) anos da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis, Santa Catarina. O CONSELHO

Leia mais

O SECRETÁRIO DE ESTADO DE EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições legais, tendo

O SECRETÁRIO DE ESTADO DE EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições legais, tendo Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Educação RESOLUÇÃO SEE Nº 6 DE DE JANEIRO DE 00. ESTABELECE AS MATRIZES CURRICULARES DA EDUCAÇÃO BÁSICA NAS UNIDADES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 13/2009 Altera os Anexos e I da Resolução n. 64/2006 do CONSEPE, que aprova o Projeto

Leia mais

O Plano Nacional de Educação 2011 2020 e a política educacional Mineira. 22 Fórum Estadual da UNDIME MG

O Plano Nacional de Educação 2011 2020 e a política educacional Mineira. 22 Fórum Estadual da UNDIME MG O Plano Nacional de Educação 2011 2020 e a política educacional Mineira 22 Fórum Estadual da UNDIME MG 26 à 28/04 2011 Secretaria de Estado de Educação Subsecretaria de Desenvolvimento da Educação Básica

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL. De acordo a LDB 9394/96 o Ensino Fundamental, juntamente com a Educação Infantil e o Ensino Médio, compõe a Educação básica.

ENSINO FUNDAMENTAL. De acordo a LDB 9394/96 o Ensino Fundamental, juntamente com a Educação Infantil e o Ensino Médio, compõe a Educação básica. ENSINO FUNDAMENTAL De acordo a LDB 9394/96 o Ensino Fundamental, juntamente com a Educação Infantil e o Ensino Médio, compõe a Educação básica. Art. 32 "o Ensino Fundamental, com duração mínima de oito

Leia mais

EIXO IV QUALIDADE DA EDUCAÇÃO: DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO, PERMANÊNCIA, AVALIAÇÃO, CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO E APRENDIZAGEM

EIXO IV QUALIDADE DA EDUCAÇÃO: DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO, PERMANÊNCIA, AVALIAÇÃO, CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO E APRENDIZAGEM EIXO IV QUALIDADE DA EDUCAÇÃO: DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO, PERMANÊNCIA, AVALIAÇÃO, CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO E APRENDIZAGEM PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS 1.2. Universalização do ensino fundamental de nove anos

Leia mais

Educação no trânsito e transformação social: limites e possibilidades.

Educação no trânsito e transformação social: limites e possibilidades. Educação no trânsito e transformação social: limites e possibilidades. III Seminário DENATRAN de Educação e Segurança no Trânsito Brasília 24/11 Vale a pena ser ensinado tudo o que une e tudo o que liberta.

Leia mais

AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM

AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM MARÇO/ABRIL/2012 Considerações sobre as Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio Resolução CNE/CEB

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 2, DE 30 DE JANEIRO 2012 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 2, DE 30 DE JANEIRO 2012 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 2, DE 30 DE JANEIRO 2012 (*) Define Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. O Presidente da Câmara

Leia mais

Currículo em Movimento: o compromisso com a qualidade da educação básica

Currículo em Movimento: o compromisso com a qualidade da educação básica Currículo em Movimento: o compromisso com a qualidade da educação básica Ministério da Educação Secretaria da Educação Básica Diretoria de Concepções e Orientações Curriculares para Educação Básica Qualidade

Leia mais

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 Educação e Sustentabilidade Tatiana Feitosa de Britto A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) tem como tema o futuro que queremos,

Leia mais

Prefeitura Municipal de Vitória Secretaria Municipal de Educação. Resolução COMEV Nº. 01/2014

Prefeitura Municipal de Vitória Secretaria Municipal de Educação. Resolução COMEV Nº. 01/2014 Prefeitura Municipal de Vitória Secretaria Municipal de Educação Resolução COMEV Nº. 01/2014 Fixa normas relativas à Organização e Funcionamento do Ciclo Inicial de Aprendizagem do Ensino Fundamental na

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta

Leia mais

18) MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA LICENCIATURA

18) MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA LICENCIATURA 18) MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA LICENCIATURA 18.1) Matriz curricular do turno matutino Fase 1 a N. Ordem Código COMPONENTE CURRICULAR Créditos Horas 01 Introdução à informática

Leia mais

Desafios da EJA: flexibilidade, diversidade e profissionalização PNLD 2014

Desafios da EJA: flexibilidade, diversidade e profissionalização PNLD 2014 Desafios da EJA: flexibilidade, diversidade e profissionalização Levantamento das questões de interesse Perfil dos alunos, suas necessidades e expectativas; Condições de trabalho e expectativas dos professores;

Leia mais

Pronatec EJA: o Proeja no Pronatec

Pronatec EJA: o Proeja no Pronatec Pronatec EJA: o Proeja no Pronatec MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Anna Catharina da Costa Dantas dpept.setec@mec.gov.br Brasília/DF, 02 de julho de 2013. PNE 2011-2020:

Leia mais

DESAFIOS DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: COMO ENFRENTÁ-LOS. Claudia Costin Diretora Global de Educação do Banco Mundial

DESAFIOS DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: COMO ENFRENTÁ-LOS. Claudia Costin Diretora Global de Educação do Banco Mundial DESAFIOS DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: COMO ENFRENTÁ-LOS Claudia Costin Diretora Global de Educação do Banco Mundial Jovens de 15 anos- PISA: Brasil em 58º lugar entre 65 países. Jovens de elite (25% mais ricos)

Leia mais

Avaliação da Educação Básica no Brasil. Avaliação Educacional no Brasil Década de 90. Questões Básicas

Avaliação da Educação Básica no Brasil. Avaliação Educacional no Brasil Década de 90. Questões Básicas Avaliação da Educação Básica no Brasil Maria Inês Fini Slide 1 Avaliação Educacional no Brasil Década de 90 Estruturação e Desenvolvimento dos Sistemas de Avaliação e de Informação da Educação Básica e

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO BÁSICA: EDUCAÇÃO BÁSICA: 1. Definir os padrões mínimos de qualidade estabelecidos pela LDB, considerando as especificidades

Leia mais

Institui as Matrizes Curriculares para as Escolas Municipais de Ensino Fundamental EMEFs, Escolas Municipais de Ensino Fundamental e Médio EMEFMs,

Institui as Matrizes Curriculares para as Escolas Municipais de Ensino Fundamental EMEFs, Escolas Municipais de Ensino Fundamental e Médio EMEFMs, Institui as Matrizes Curriculares para as Escolas Municipais de Ensino Fundamental EMEFs, Escolas Municipais de Ensino Fundamental e Médio EMEFMs, Escolas Municipais de Educação Bilíngue para Surdos -

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 2006 E 2014

A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 2006 E 2014 A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 006 E 014 Resumo Eduardo Marcomini UNINTER 1 Ligia Lobo de Assis UNINTER Grupo de Trabalho Políticas

Leia mais

JNE/2011 Página 1 de 24

JNE/2011 Página 1 de 24 EXAMES NACIONAIS DO ENSINO SECUNDÁRIO 211 81 Alemão (continuação -bienal) 9 8 7 6 5 4 3 2 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 11 12 13 14 15 16 17 18 19 2 211 / 35 33 2 161 6 74 27 18 21 / 38 29 9 168 3 118 26 174 29

Leia mais

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Eixo I O plano Nacional de Educação e o Sistema Nacional de Educação: organização e regulação. Instituir, em cooperação

Leia mais

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO AS PERSPECTIVAS POLÍTICAS PARA UM CURRÍCULO INTERDISCIPLINAR: DESAFIOS E POSSIBILIDADES Professor Doutor Carlos Henrique Carvalho Faculdade

Leia mais

Mesa Redonda: PNE pra Valer!

Mesa Redonda: PNE pra Valer! Mesa Redonda: PNE pra Valer! Construindo o futuro ou reeditando o passado? Um esboço comparativo entre a Lei 10.172/2001 e o PL 8035/2010 Idevaldo da Silva Bodião Faculdade de Educação da UFC Comitê Ceará

Leia mais

Educação no Brasil. Aloizio Mercadante. São Paulo, 30 de novembro de 2012

Educação no Brasil. Aloizio Mercadante. São Paulo, 30 de novembro de 2012 Educação no Brasil Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação São Paulo, 30 de novembro de 2012 Educação Infantil Taxas de atendimento Creches 36,3 23,6 9,4 12,2 Brasil Carinhoso: 2,8 milhões de

Leia mais

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA DIVERSIDADE E INCLUSÃO SOCIAL EJA E INCLUSÃO SOCIAL / À

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA DIVERSIDADE E INCLUSÃO SOCIAL EJA E INCLUSÃO SOCIAL / À EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA DIVERSIDADE E INCLUSÃO SOCIAL EJA E INCLUSÃO SOCIAL Nível: Especialização Modalidade: Presencial / À distância Parte 1 Código / Área Temática 34/Educação de Jovens e Adultos

Leia mais

CETEB. A adolescência e o ensino da língua inglesa 60. A aprendizagem criativa e o prazer de aprender 45. A comunicação em sala de aula 300

CETEB. A adolescência e o ensino da língua inglesa 60. A aprendizagem criativa e o prazer de aprender 45. A comunicação em sala de aula 300 Governo do Distrito Federal Secretaria de Estado de Educação Subsecretaria de Gestão dos Profissionais da Educação Coordenação de Administração de Pessoas Instituição CETEB A adolescência e o ensino da

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO SERVIÇO DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO SERVIÇO DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO OBJETIVOS Os cursos científico-humanísticos estão vocacionados para o prosseguimento de estudos de nível superior, de caráter universitário ou politécnico. DURAÇÃO Têm a duração de 3 anos letivos correspondentes

Leia mais

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE Cabe a denominação de novas diretrizes? Qual o significado das DCNGEB nunca terem sido escritas? Educação como direito Fazer com que as

Leia mais

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME Os desafios da Educação Infantil nos Planos de Educação Porto de Galinhas/PE Outubro/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores

Leia mais

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO Conselho de Educação do Distrito Federal

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO Conselho de Educação do Distrito Federal Homologado em 16/5/2014, DODF nº 98, de 19/5/2014, p. 6. Portaria nº 103, de 19/5/2014, DODF nº 100, de 21/5/2014, p. 7. PARECER Nº 82/2014-CEDF Processo nº 084.000083/2014 Interessado: Secretaria de Estado

Leia mais

PEDAGOGIA. COORDENADOR José Henrique de Oliveira jenrique@ufv.br

PEDAGOGIA. COORDENADOR José Henrique de Oliveira jenrique@ufv.br PEDAGOGIA COORDENADOR José Henrique de Oliveira jenrique@ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2009 369 Licenciatura ATUAÇÃO Em atendimento às Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN), aprovadas em 2006 pelo

Leia mais

LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento

LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento PNE PME LEI Diretrizes Regime de colaboração articulação interfederativa Participação Fórum das Entidades Garantia do acesso Indicadores de acompanhamento locais e nacionais (prova Brasil e IDEB) 10% do

Leia mais

Dossiê Ensino Fundamental no Brasil. Estudo para a construção do Plano Municipal de Educação de Palmas

Dossiê Ensino Fundamental no Brasil. Estudo para a construção do Plano Municipal de Educação de Palmas Estudo para a construção do Plano Municipal de Educação de Palmas Segundo substitutivo do PNE, apresentado pelo Deputado Angelo Vanhoni, Abril de 2012 Profa. Dra. Rosilene Lagares PPGE/PET PedPalmas Palmas,

Leia mais

2A educação é o principal catalisador para

2A educação é o principal catalisador para objetivo 2. atingir o ensino básico universal O Estado da Amazônia: Indicadores A Amazônia e os Objetivos do Milênio 2010 o desenvolvimento humano e para a construção de uma sociedade mais justa (Unesco,

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI 2014-2018 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011 2020 METAS E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO Marcos Neves Comissão Central PDI do IFSC PNE EXIGÊNCIA CONSTITUCIONAL O art.

Leia mais

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica Francisco Aparecido Cordão Conselheiro da Câmara de Educação Básica do CNE facordao@uol.com.br 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16

Leia mais

Cenário da Educação Básica CEE SP 26 X 2015

Cenário da Educação Básica CEE SP 26 X 2015 CEE SP 26 X 2015 1 A seguir são enumerados dados que retratam o estado atual da Educação Básica Brasileira: a)3,8 milhões de crianças e jovens entre 4 e 17 anos estão fora da escola; b)25,4% das crianças

Leia mais

Plano Nacional de Educação. Programa Bolsa Família e MDS

Plano Nacional de Educação. Programa Bolsa Família e MDS Plano Nacional de Educação COORDENAÇÃO GERAL DE INTEGRAÇÃO E ANÁLISE DE INFORMAÇÕES Departamento de Condicionalidades x Secretaria Nacional de Renda de Cidadania Ministério do Desenvolvimento Social e

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SISTEMA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO- CME-PALMAS-TO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SISTEMA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO- CME-PALMAS-TO PARECER HOMOLOGADO PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO Publicado no Diário Oficial do Município de Palmas-TO, nº 232, de 01 de março de 2011. PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SISTEMA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

Leia mais

SEMINARIO ENSINO FUNDAMENTAL NO ESPIRITO SANTO DIRETRIZES PARA O ENSINO FUNDAMENTAL E O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

SEMINARIO ENSINO FUNDAMENTAL NO ESPIRITO SANTO DIRETRIZES PARA O ENSINO FUNDAMENTAL E O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO SEMINARIO ENSINO FUNDAMENTAL NO ESPIRITO SANTO DIRETRIZES PARA O ENSINO FUNDAMENTAL E O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Antônio José Medeiros SASE/MEC 13/Julho/2011 Vitória/ES 1. UMA IDÉIA ANTIGA UMA TRADIÇÃO?

Leia mais

HOMOLOGADA em 29 de maio de 2013. Publicada no Diário Oficial nº 26.745, em 12 de junho de 2013.

HOMOLOGADA em 29 de maio de 2013. Publicada no Diário Oficial nº 26.745, em 12 de junho de 2013. HOMOLOGADA em 29 de maio de 2013 Publicada no Diário Oficial nº 26.745, em 12 de junho de 2013. RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 28 DE MAIO DE 2013 Estabelece diretrizes para o funcionamento da Educação de

Leia mais

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Educação Superior

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Educação Superior Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará Eixo Temático Educação Superior Ceará, 2015 1 Socioeconômico Diagnóstico Para compreender a situação da educação no estado do Ceará é necessário também

Leia mais

CALENDÁRIO - PEDAGOGIA Grupo 093 - Fevereiro/2012 CursoID 318 - GradeID 425

CALENDÁRIO - PEDAGOGIA Grupo 093 - Fevereiro/2012 CursoID 318 - GradeID 425 CursoID 318 - GradeID 425 Estrutura do Calendário Antes de utilizar o Calendário do Curso, leia atentamente o Manual do Aluno de EAD para que possa entender o processo de avaliação, disciplinas, estrutura

Leia mais

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS 01. Diretrizes Curriculares Nacionais são o conjunto de definições doutrinárias sobre princípios, fundamentos e procedimentos na Educação Básica, expressas pela Câmara

Leia mais

CONSELHO DE EDUCAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL

CONSELHO DE EDUCAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL CONLHO DE EDUCAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL Homologado em 11/2/2004, publicado no DODF de 12/2/2004, p. 18. Portaria nº 33, de 11/2/2004, publicada no DODF de 12/3/2004, p. 18. Parecer nº 22/2004-CEDF Processo

Leia mais

SELEÇÃO DE ALUNOS INTERESSADOS NO PIBID/UFU

SELEÇÃO DE ALUNOS INTERESSADOS NO PIBID/UFU SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA PróReitoria de Graduação Diretoria de Ensino Divisão de Licenciaturas Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência

Leia mais

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE IV. CÂMARA TEMÁTICA DA EDUCACÃO, CULTURA E DESPORTOS Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE Meta 1 Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola; Meta 2 Até 2010, 80% e,

Leia mais

CENSO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 2012. Dezembro de 2012

CENSO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 2012. Dezembro de 2012 CENSO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 2012 Dezembro de 2012 Censo Escolar da Educação Básica Realizado em regime de colaboração das secretarias estaduais (27) e municipais (5.565) de educação, com a participação de

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO ESPECIAL DESTINADA APROMOVER ESTUDOS E PROPOSIÇÕES PARA A REFORMULAÇÃO DO ENSINO MEDIO - CEENSI

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO ESPECIAL DESTINADA APROMOVER ESTUDOS E PROPOSIÇÕES PARA A REFORMULAÇÃO DO ENSINO MEDIO - CEENSI CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO ESPECIAL DESTINADA APROMOVER ESTUDOS E PROPOSIÇÕES PARA A REFORMULAÇÃO DO ENSINO MEDIO - CEENSI PROJETO DE LEI N o, DE 2013 (Da Comissão Especial destinada a promover Estudos

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

2. DIAGNÓSTICO EDUCACIONAL FLORIANÓPOLIS

2. DIAGNÓSTICO EDUCACIONAL FLORIANÓPOLIS VERSÃO PRELIMINAR PME / 2015 1 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO 1. BASE LEGAL 2. DIAGNÓSTICO EDUCACIONAL FLORIANÓPOLIS 2.1. FLORIANÓPOLIS ASPECTOS HISTÓRICOS, GEOGRÁFICOS E SOCIOECONÔMICOS 2.2. EDUCAÇÃO

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS NOTA TÉCNICA 020/2014 Indicador de adequação da formação do docente

Leia mais

CONSELHO DE EDUCAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL. Parecer nº 288/2001-CEDF Processo nº 030.008745/99 Interessado: Escola CETEB de Jovens e Adultos

CONSELHO DE EDUCAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL. Parecer nº 288/2001-CEDF Processo nº 030.008745/99 Interessado: Escola CETEB de Jovens e Adultos CONLHO DE EDUCAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL Homologado em 10/1/2002, publicado no DODF de 11/1/2002, p. 16. Portaria nº 68, de 8/2/2002, publicada no DODF de 15/2/2002, p.13. Parecer nº 288/2001-CEDF Processo

Leia mais

PL 8035/2010 UMA POLÍTICA DE ESTADO. Plano Nacional de Educação 2011/2020. Maria de Fátima Bezerra. Deputada Federal PT/RN

PL 8035/2010 UMA POLÍTICA DE ESTADO. Plano Nacional de Educação 2011/2020. Maria de Fátima Bezerra. Deputada Federal PT/RN PL 8035/2010 Plano Nacional de Educação 2011/2020 UMA POLÍTICA DE ESTADO Maria de Fátima Bezerra Deputada Federal PT/RN Presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal O PNE foi construído

Leia mais

SINOPSE ESTATÍSTICA EDUCAÇÃO BÁSICA

SINOPSE ESTATÍSTICA EDUCAÇÃO BÁSICA SINOPSE ESTATÍSTICA EDUCAÇÃO BÁSICA CENSO ESCOLAR 2006 Presidente da República Federativa do Brasil Luís Inácio Lula da Silva Ministro da Educação Fernando Haddad Secretário Executivo José Henrique Paim

Leia mais

II - ANÁLISE PRELIMINAR DOS DADOS EDUCACIONAIS DE SERGIPE:

II - ANÁLISE PRELIMINAR DOS DADOS EDUCACIONAIS DE SERGIPE: EDUCAÇÃO INTEGRAL I - META 6 DO PNE: Oferecer Educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos(as) alunos(as) da Educação Básica. II - ANÁLISE

Leia mais

Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão SECADI/MEC Objetivo

Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão SECADI/MEC Objetivo Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão SECADI/MEC Objetivo Contribuir para o desenvolvimento inclusivo dos sistemas de ensino, voltado à valorização das diferenças e da

Leia mais

Plano Nacional de Educação

Plano Nacional de Educação Plano Nacional de Educação Sistema Nacional de Educação O poder público deverá instituir, em lei específica, contados 2 (dois) anos da publicação desta Lei, o Sistema Nacional de Educação, responsável

Leia mais

Reforma no Ensino Médio completa 3 anos sem grandes mudanças nos indicadores educacionais

Reforma no Ensino Médio completa 3 anos sem grandes mudanças nos indicadores educacionais Diretoria de Comunicação Clipping Veículo: Jornal Gazeta RS Data: 02 de setembro de 2014 Editoria/Coluna: Educação Página ou link: http://www.gazeta-rs.com.br/33/educacao/n:1638/reforma-no-ensino- Medio-completa-3-anos-sem-grandes-mudancas-nos-indicadores-educacionais

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS 1 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS SUMÁRIO INTERATIVO ENTENDENDO SOBRE O PROGRAMA TELECURSO TEC... 3 ÁREAS DE ESTUDO DO TELECURSO

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS Perguntas mais frequente e respostas do Departamento de Políticas Educacionais. 1. Qual é a nomenclatura adequada para o primeiro ano do ensino fundamental

Leia mais

EIXO II EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: JUSTIÇA SOCIAL, INCLUSÃO E DIREITOS HUMANOS PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS

EIXO II EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: JUSTIÇA SOCIAL, INCLUSÃO E DIREITOS HUMANOS PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS EIXO II EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: JUSTIÇA SOCIAL, INCLUSÃO E DIREITOS HUMANOS PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS 1. Assegurar, em regime de colaboração, recursos necessários para a implementação de políticas de valorização

Leia mais

EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO:

EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO: EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO: PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS 1. Profissionais da educação: formação inicial e continuada 1.1. Implantar

Leia mais

A construção da. Base Nacional Comum. para garantir. Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento

A construção da. Base Nacional Comum. para garantir. Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento A construção da Base Nacional Comum para garantir Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento Política pública de Educação ESTADO dever de educar legislação planejamento instituições CIDADÃO

Leia mais

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem?

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? SAIBA TUDO SOBRE O ENEM 2009 Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? Até 2008, o Enem era uma prova clássica com 63 questões interdisciplinares, sem articulação direta com os

Leia mais

Audiência Pública no Senado Federal

Audiência Pública no Senado Federal Audiência Pública no Senado Federal Comissão de Educação, Cultura e Esporte Brasília DF, 7 de maio de 2008 1 Audiência Pública Instruir o PLS n o 026 de 2007, que Altera a Lei n o 7.498, de 25 de junho

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE PAULINO NEVES SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE PAULINO NEVES SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 2015 / 2025 Raimundo de Oliveira Filho Prefeito Municipal José Ferreira dos Reis Vice-prefeito Mª Estaciana Silva Gomes Secretária de Educação DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO SEÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL Maria do

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2009 (de autoria do Senador Pedro Simon)

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2009 (de autoria do Senador Pedro Simon) 1 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2009 (de autoria do Senador Pedro Simon) Acrescenta e altera dispositivos na Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, para incluir no ensino fundamental e médio, e nos

Leia mais

SENAI. Linhas de atuação prioritárias : Educação Profissional e Tecnológica Inovação e Tecnologia Industriais

SENAI. Linhas de atuação prioritárias : Educação Profissional e Tecnológica Inovação e Tecnologia Industriais SENAI Missão: Promover a educação profissional e tecnológica, a inovação e a transferência de tecnologias industriais, contribuindo para elevar a competitividade da Indústria Brasileira. Linhas de atuação

Leia mais

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí RESOLUÇÃO Nº 05 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2012 Aprova alteração da matriz curricular do curso de Pedagogia.. A PRESIDENTE DO CONSELHO SUPERIOR DAS FACULDADES INTEGRADAS DO VALE DO IVAÍ, no uso da delegação

Leia mais

Resolução nº 048, de 18 de maio de 2015.

Resolução nº 048, de 18 de maio de 2015. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Conselho Superior Resolução nº

Leia mais

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 3, DE 15 DE JUNHO DE 2010

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 3, DE 15 DE JUNHO DE 2010 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 3, DE 15 DE JUNHO DE 2010 Institui Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos nos aspectos relativos à duração dos

Leia mais

É possível utilizar os resultados da avaliação em larga escala para melhorar o desempenho dos alunos? Maria Inês Fini Out./2010

É possível utilizar os resultados da avaliação em larga escala para melhorar o desempenho dos alunos? Maria Inês Fini Out./2010 É possível utilizar os resultados da avaliação em larga escala para melhorar o desempenho dos alunos? Maria Inês Fini Out./2010 Em que contexto de gestão estão inseridos os usos de seus resultados? Nível

Leia mais

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública 1 A construção histórica do Curso de Pedagogia 2 Contexto atual do Curso de Pedagogia 3 O trabalho do Pedagogo prática

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Esperidião Amin Helou Filho

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Esperidião Amin Helou Filho PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Esperidião Amin Helou Filho 1 PROJETO DE LEI Nº 8.035, DE 2010. Ementa: Aprova o Plano Nacional de Educação para o decênio 2011-2020 e dá outras providências. 2 PROJETO DE LEI

Leia mais

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 2013 INTRODUÇÃO: O presente trabalho apresenta a relação de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu a serem reorganizados no

Leia mais

ROLL DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

ROLL DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ROLL DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA Linguagem e Interpretação de Texto 80 Contabilidade I 80 Economia 80 Matemática 80 Teoria Geral da Administração

Leia mais

O estudante de Pedagogia deve gostar muito de ler e possuir boa capacidade de concentração porque receberá muitos textos teóricos para estudar.

O estudante de Pedagogia deve gostar muito de ler e possuir boa capacidade de concentração porque receberá muitos textos teóricos para estudar. PEDAGOGIA Você já deve ter ouvido alguém falar que o nível educacional de um povo é muito importante para o seu desenvolvimento e que a educação faz muita diferença na vida das pessoas, não é mesmo? Por

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE LOUSADA Escola Sede Escola Secundária de Lousada Código de Agrupamento - 151518 CALENDÁRIO - 2013/2014 1º CICLO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE LOUSADA Escola Sede Escola Secundária de Lousada Código de Agrupamento - 151518 CALENDÁRIO - 2013/2014 1º CICLO 1º CICLO PROVAS FINAIS - 1ª FASE 19/05/2014 21/05/2014 Português (Código 41) Português (Código 31) Prova Oral - 12h* Matemática (Código 42) Matemática (Código 32) PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 1ª

Leia mais

Consulta Pública ESTRATÉGIAS

Consulta Pública ESTRATÉGIAS Plano Municipal de Educação PME Secretaria Municipal de Educação São Francisco do Sul Fórum Municipal de Educação Consulta Pública META 3: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população

Leia mais

CURSO DE LETRAS - LICENCIATURA HABILITAÇÃO EM PORTUGUÊS/INGLÊS QUADRO DE SEMESTRALIZAÇÃO

CURSO DE LETRAS - LICENCIATURA HABILITAÇÃO EM PORTUGUÊS/INGLÊS QUADRO DE SEMESTRALIZAÇÃO CURSO DE LETRAS - LICENCIATURA HABILITAÇÃO EM PORTUGUÊS/INGLÊS QUADRO DE SEMESTRALIZAÇÃO SEM DISCIPLINAS CH 1º Cultura Brasileira 40 Filosofia da Educação 40 Fundamentos da Educação 40 Iniciação à Pesquisa

Leia mais

O Dirigente Municipal de Educação e a articulação com o terceiro setor

O Dirigente Municipal de Educação e a articulação com o terceiro setor Missão Promover e realizar ações que contribuam para a melhoria da qualidade da educação pública e que fomentem o desenvolvimento social de comunidades de baixa renda. Visão Ser referência como fundação

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04 Curso: Graduação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA PLENA MATRIZ CURRICULAR SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO

Leia mais

Sistema de Controle Acadêmico. Grade Curricular. Curso : PEDAGOGIA NOTURNO - NOVA IGUAÇU. CRÉDITOS Obrigatórios: 151 Optativos: 10.

Sistema de Controle Acadêmico. Grade Curricular. Curso : PEDAGOGIA NOTURNO - NOVA IGUAÇU. CRÉDITOS Obrigatórios: 151 Optativos: 10. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Pró-reitoria de Graduação - DAARG DRA - Divisão de Registros Acadêmicos Sistema de Controle Acadêmico Grade Curricular 30/01/2014-13:35:48 Curso : PEDAGOGIA

Leia mais

Ensino Médio/Ensino Integral Esforços da Secretaria da Educação de São Paulo Maio/2013 SECRETARIA DA EDUCAÇÃO 1

Ensino Médio/Ensino Integral Esforços da Secretaria da Educação de São Paulo Maio/2013 SECRETARIA DA EDUCAÇÃO 1 Ensino Médio/Ensino Integral Esforços da Secretaria da Educação de São Paulo Maio/2013 1 Pilares do Educação: Compromisso de São Paulo ( Decreto nº 57.571, de 2 de dezembro de 2011) Valorizar e investir

Leia mais

EDUCAÇÃO BÁSICA GESTÃO E FINANCIAMENTO

EDUCAÇÃO BÁSICA GESTÃO E FINANCIAMENTO EDUCAÇÃO BÁSICA GESTÃO E FINANCIAMENTO Gestão - Eixos Estratégicos Infraestrutura escolar; Portfólio de insumos pedagógicos e formação docente; Foco no Ensino Médio Integral e Técnico; Oferta de experiências

Leia mais

ACESSO, PERMANÊNCIA E SUCESSO ESCOLAR

ACESSO, PERMANÊNCIA E SUCESSO ESCOLAR ACESSO, PERMANÊNCIA E SUCESSO ESCOLAR É É importante que as pessoas se sintam parte de um processo de melhoria para todos Luiz Fábio Mesquita PROEN 2011 Luiz Alberto Rezende / Tânia Mára Souza / Patrícia

Leia mais

SALA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO SUPERIOR

SALA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO SUPERIOR SALA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO SUPERIOR Metas PNE - Meta 12 Elevar a taxa bruta de matrícula na Educação Superior para 50% (cinquenta por cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população

Leia mais

Agenda Territorial de São Paulo. Linhas de ação propostas durante o Seminário da Agenda Territorial de EJA São Paulo

Agenda Territorial de São Paulo. Linhas de ação propostas durante o Seminário da Agenda Territorial de EJA São Paulo Agenda Territorial de São Paulo Linhas de ação propostas durante o Seminário da Agenda Territorial de EJA São Paulo Mobilização da demanda Criação de uma chamada pública mais efetiva. Visitar casas, realizar

Leia mais

SEMINÁRIO: PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA

SEMINÁRIO: PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA SEMINÁRIO: PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA Período: 23 e 24 de fevereiro de 2015 Local: Centro de Educação e Centro de Artes e Comunicação CAC Fórum Estadual de Educação

Leia mais

14. EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

14. EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS 14. EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS 14.1 ORGANIZAÇÃO GERAL DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS. OBJETIVOS GERAIS A educação de jovens e adultos é uma modalidade do ensino fundamental e do ensino médio, dando

Leia mais