ANDREY DE SANTANA SILVA ESTÁGIO CURRICULAR ARMAZENAGEM

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1 ANDREY DE SANTANA SILVA ESTÁGIO CURRICULAR ARMAZENAGEM EMPRESA: MTM Sistemas SETOR: Desenvolvimento SUPERVISOR: João Carlos Borges de Souza ORIENTADOR: Carlos Noberto Vetorazzi Junior CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC JOINVILLE SANTA CATARINA BRASIL JUNHO 2011

2 2 APROVADO EM.../.../... Professor Carlos Noberto Vetorazzi Junior Mestre em Engenharia Elétrica. Professor Orientador Professor Claudinei Dias Especialista em Computação Aplicada Professor da banca avaliadora. Professor André Tavares da Silva Doutorado em Eng. Elétrica Professor da banca avaliadora.

3 3 Carimbo da Empresa UNIDADE CONCEDENTE Razão Social: MTM SISTEMAS LTDA CGC/MF: / Endereço: R. Emiliano Perneta, 424 Bairro: Centro CEP: Cidade: Curitiba UF: PR Fone: (41) Supervisor: João Carlos Borges de Souza Cargo: Diretor ESTAGIÁRIO Nome: Andrey de Santana Silva Matrícula: Endereço: Rua do Herval, 412 Bairro: Cristo Rei CEP: Cidade: Curitiba UF: PR Fone: (41) Curso de: Bacharelado em Ciência da Computação Título do Estágio: Programador de Sistemas Júnior Período: 23/08/2011 a 25/10/2011 Carga horária: 360h AVALIAÇÃO FINAL DO ESTÁGIO PELO CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS Representada pelo Professor da Disciplina ETG: Carlos Norberto Vetorazzi Júnior CONCEITO FINAL NOTA Rubrica do Professor da Disciplina ETG Excelente (9,1 a 10) Muito Bom (8,1 a 9,0) Bom (7,1 a 8,0) Regular (5,0 a 7,0) Reprovado (0,0 a 4,9) Joinville / / Nome do Estagiário: Andrey de Santana Silva

4 4 QUADRO I AVALIAÇÃO NOS ASPECTOS PROFISSIONAIS QUALIDADE DO TRABALHO: Considerando o possível. ENGENHOSIDADE: Capacidade de sugerir, projetar, executar modificações ou inovações. CONHECIMENTO: Demonstrado no desenvolvimento das atividades programadas. CUMPRIMENTO DAS TAREFAS: Considerar o volume de atividades dentro do padrão razoável. ESPÍRITO INQUISITIVO: Disposição demonstrada para aprender. INICIATIVA: No desenvolvimento das atividades. SOMA Pontos QUADRO II AVALIAÇÃO DOS ASPECTOS HUMANOS ASSIDUIDADE: Cumprimento do horário e ausência de faltas. DISCIPLINA: Observância das normas internas da Empresa. SOCIABILIDADE: Facilidade de se integrar com os outros no ambiente de trabalho. COOPERAÇÃO: Disposição para cooperar com os demais para atender as atividades. SENSO DE RESPONSABILIDADE: Zelo pelo material, equipamentos e bens da empresa. SOMA Pontos PONTUAÇÃO PARA O QUADRO I E II Sofrível - 1 ponto, Regular - 2 pontos, Bom - 3 pontos, Muito Bom - 4 pontos, Excelente - 5 pontos LIMITES PARA CONCEITUAÇÃO AVALIAÇÃO FINAL Pontos De 57 a 101 SOFRÍVEL SOMA do Quadro I multiplicada por 7 De 102 a 147 REGULAR SOMA do Quadro II multiplicada por 3 De 148 a 194 BOM SOMA TOTAL De 195 a MUITO BOM De 241 a 285 EXCELENTE Nome da Empresa: MTM SISTEMAS LTDA Representada pelo Supervisor: João Carlos Borges de Souza CONCEITO CONFORME SOMA TOTAL Rubrica do Supervisor da Empresa Local: Data : Carimbo da Empresa

5 5 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS - CCT PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO ESTAGIÁRIO Nome: Andrey de Santana Silva Matrícula: Endereço (Em Curitiba): Rua do Herval, 412 Bairro: Cristo Rei CEP: Cidade: Curitiba UF: PR Fone: (41) Endereço (Local estágio): R. Emiliano Perneta, 424 Bairro: Centro CEP: Cidade: Curitiba UF: PR Fone: (41) Regularmente matriculado no semestre: 7º Curso: Ciência da Computação Formatura (prevista) Semestre/Ano: 2/2011 UNIDADE CONCEDENTE Razão Social: MTM Sistemas Ltda CGC/MF: / Endereço: R. Emiliano Perneta, 424 Bairro: Centro CEP: Cidade: Curitiba UF: PR Fone: (41) Atividade Principal: Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador. Supervisor: João Carlos Borges de Souza Cargo: Sócio - Diretor DADOS DO ESTÁGIO Área de atuação: Programador de Sistemas Júnior Departamento de atuação: Desenvolvimento Fone: (41) Ramal: Horário do estágio: Segunda a Sexta das 08:00 12:00 ás 13:30 17:30 Total de horas do Estágio: 360 Total de horas semanais: 40 horas Período: 23/08/2011 a 25/10/2011 Nome do Professor Orientador: Carlos Norberto Vetorazzi Junior Departamento: Departamento de Ciência da Computação Disciplina(s) simultânea(s) com o estágio Quantas: Nenhuma Quais: OBJETIVO GERAL Solucionar problemas encontrados por clientes e desenvolvimento de novas soluções voltadas para o gerenciamento de transportadoras.

6 6 ATIVIDADES OBJETIVO ESPECÍFICO HORAS Estudo sobre a ferramenta de 30 Estudo sobre a linguagem Visual Basic 6 Desenvolvimento Visual Basic 6 Estudo sobre a linguagem visual 30 basic6 Vantagens 5 Desvantagens 5 Mercado Atual 5 Estudo sobre MS SQL Server Estudo sobre a ferramenta MS SQL Server 20 Sistema de Gerenciamento de Armazém WMS Principais funções usadas no dia-adia 20 Acessando e trabalhando com 10 Banco de Dados em VB6 Estudo sobre WMS 105 Funcionalidades 30 Vantagens 5 Estudo sobre formas de 20 armazenamento Estudo sobre Cross-Docking 20 Desenvolvimento Fluxo de Entrada 10 Endereçamento 10 Movimentações de produtos 10 Cross-Docking 10 Tabela de negociações 10 Serviços executados 5

7 7 CRONOGRAMA FÍSICO E REAL PERÍODO (360 HORAS) SIMPLES Estudo sobre a linguagem Visual Basic 6 PR P X X X R X X X Estudo sobre MS SQL Server P X X X R X X X Sistema de Gerenciamento de Armazém P X X X X X X R X X X X X Desenvolvimento P X X X R X X X Legenda: P - Planejado R - Realizado

8 8 A minha família e aos meus amigos pelo apoio A empresa MTM Sistemas pela oportunidade que me foi dada.

9 9 LISTA DE FIGURAS Figura 3.1 Ambiente de desenvolvimento...16 Figura 3.2 Novo projeto...18 Figura 3.3 Eventos...19 Figura 3.4 Service Manager...21 Figura 4.1 Fluxo básico de um armazém...25 Figura 4.2 Tabelas Auxiliares...26 Figura 4.3 Cadastro de Depósitos...27 Figura 4.4 Cadastro de Ruas...27 Figura 4.5 Cadastro de Colunas...28 Figura 4.6 Cadastro de Números...29 Figura 4.7 Cadastro de Níveis...30 Figura 4.8 Espaço físico do armazém...31 Figura 4.9 Armazém...32 Figura 4.10 Manutenção dos dados do produto...33 Figura 4.11 Nota Fiscal de Entrada...34 Figura 4.12 Informação sobre o endereçamento...35 Figura 4.13 Alterar espaço físico...35 Figura 4.14 Posição de estoque...36

10 10 SUMÁRIO INTRODUÇÃO OBJETIVOS Geral Específicos ORGANIZAÇÃO DO ESTUDO A EMPRESA HISTÓRICO PRODUTO Configurações Mínimas Exigidas CONSIDERAÇÕES FINAIS FERRAMENTAS FERRAMENTA DE DESENVOLVIMENTO VISUAL BASIC LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO VISUAL BASIC Linguagem baseada em eventos Linguagem baseada em objetos Principais eventos do Visual Basic Visão Geral FERRAMENTA MS SQL SERVER Enterprise Manager Service Manager Query Analyzer PRINCIPAIS FUNÇÕES Inserindo dados Atualizando dados Buscando dados Excluindo dados DESENVOLVIMENTO CROSS DOCKING FLUXO BÁSICO DE UM ARMAZÉM VANTAGENS Tabelas Auxiliares Fluxo básico do armazém dentro do sistema CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS... 38

11 11 RESUMO Este relatório de estágio refere-se às disciplinas de Estágio Curricular I e II, disciplinas obrigatórias do curso de Ciência da Computação na Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC, sendo realizado na cidade de Curitiba na empresa MTM Sistemas, com carga horária de 360 horas. Durante o período de trabalho foi necessário uma aprendizagem inicial sobre a linguagem de programação Visual Basic 6 utilizada pela empresa na construção de seus sistemas, juntamente com a linguagem de banco de dados SQL utilizando o sistema gerenciador de banco de dados Microsoft SQL Server. Quando entra um novo funcionário na empresa, são realizados treinamentos para capacitar essa nova pessoa a atender aos clientes com a qualificação necessária de um bom atendimento. No decorrer desse estágio curricular, foi possível adquirir novos conhecimentos, como: conhecimento de novas linguagens de programação, funcionamento das transportadoras, principalmente no setor de gerenciamento de armazéns no qual esse trabalho manteve o foco. Devido ao sistema que a MTM oferece para seus clientes controlarem seus estabelecimentos com o intuito de aumentar a lucratividade e oferecer uma melhor organização, gerando uma diminuição de desperdício operacional e financeiro, visualização completa das operações realizadas na empresa, entre outros benefícios. Esse relatório contém apenas um dos sistemas que a MTM oferece, o escolhido neste caso foi o Transpo System responsável pela gestão de transportadoras onde foi focada a maior parte dos estudos e trabalho realizados na duração deste estágio.

12 12 INTRODUÇÃO O principal objetivo deste período de estágio obrigatório é descrever as atividades desenvolvidas dentro da MTM Sistemas, disciplina obrigatória na grade curricular do Curso de Graduação em Bacharelado em Ciência da Computação, oferecido no Centro de Ciências Tecnológicas da UDESC. As universidades oferecem esse período de estágio para proporcionar aos alunos um contato com o mercado de trabalho onde os estudantes têm a possibilidade de exercer sua profissão ganhando experiência, conhecimento do exercício de sua profissão e possibilitando aos alunos colocarem em prática toda a parte teórica e prática adquiridas ao decorrer de sua vida acadêmica. Visando assim, uma melhor qualificação do futuro profissional e mostrando como vai ser o seu dia-a-dia ao término da Universidade. Após esse contato com o mercado de trabalho foram relatadas as atividades e os novos conhecimentos adquiridos neste documento a ser entregue para a universidade, chamado Plano de Estágio. 1.1 OBJETIVOS Geral Solucionar problemas encontrados por clientes e o desenvolvimento de novas soluções voltadas para as transportadoras Específicos Estudo sobre a ferramenta de desenvolvimento Visual Basic 6; Estudo sobre a linguagem de programação Visual Basic 6; Vantagens; Desvantagens; Mercado atual; Estudo sobre o Gestor CI; Estudo sobre a ferramenta MS SQL Server; Principais funções utilizadas no dia-a-dia; Acessando e trabalhando com banco de dados em VB6; Estudo sobre Sistema de Gerenciamento de Armazém (WMS);

13 13 Funcionalidades; Estudo sobre formas de armazenamento; Estudo sobre Cross-Docking; Fluxo de entrada no armazém; Endereçamento de mercadorias; Movimentação de produtos; Tabela de negociação de clientes; Serviços executados. 1.2 ORGANIZAÇÃO DO ESTUDO O texto está organizado em quatro capítulos. Na primeira parte é listada uma prévia do conteúdo deste relatório, além dos objetivos geral e específicos. No capítulo 2 é apresentada uma breve história sobre a MTM Sistemas, bem como o sistema que estamos falando nesse relatório e como a empresa esta atualmente. Já no capítulo 3 apresentamos um levantamento bibliográfico sobre a linguagem e as ferramentas utilizadas durante o período de estágio. No capitulo 4 é abordado conceitos sobre Sistemas de Gerenciamento de Armazéns WMS e o que foi desenvolvido durante o período de estágio curricular na empresa MTM Sistemas. As considerações finais apresentam um parecer sobre as principais atividades realizadas e o que o aluno pode acrescentar a empresa durante o estágio.

14 14 2. A EMPRESA 2.1 HISTÓRICO Fundada em 1993 com quatro sócios, a MTM Sistemas tornou-se pioneira no desenvolvimento de soluções comerciais, utilizando como base a plataforma Microsoft Windows. Seus produtos visam à difusão de técnicas de controle e administração acessíveis, eficazes e atualizadas; realizam a integração das informações, detectam e solucionam problemas relacionados à tecnologia, interagindo com o cliente e facilitando a operacionalidade de suas funções empresariais diárias [MTM SISTEMAS, 20111]. Em certo momento no decorrer desses anos no mercado a MTM encontrou-se num momento muito difícil, quando um de seus sócios deixou a empresa e em contrato ficou com o sistema responsável para atender farmácias, deixando os sistemas de transporte e comércio ainda precário. O atual sócio que naquela época fazia parte da equipe de desenvolvimento comprou metade das ações da empresa tornando-se sócio. Atualmente a MTM Sistemas conta com dois sócios e dois principais ramos de desenvolvimento que são o de transporte e comércio. 2.2 PRODUTO Neste relatório o produto em questão é o sistema que a MTM Sistemas oferece a seus clientes e parceiros para gestão de seus estabelecimentos, chamado Transpo System. O Transpo System atende uma grande fatia das transportadoras brasileiras, gerenciando suas informações, com o objetivo de aumentar o controle sobre determinados aspectos essenciais aumentando a produtividade de seus clientes, como por exemplo, realizando o controle total dos armazéns a partir das entradas, movimentações de mercadorias e saídas realizadas no dia-a-dia de uma transportadora. Além disso, o Transpo System realiza o controle de todas as movimentações financeiras; armazenam informações de cadastros de clientes, produtos, fornecedores, transportadoras, CFOP, filiais da empresa, entre outros cadastros; realiza a emissão de nota fiscal eletrônica (NFe) e conhecimento eletrônico (CTe), permite uma visualização gráfica dos armazéns gerada a partir dos cadastros iniciais de depósitos, ruas, colunas, números e níveis; possuem integração com bancos onde podemos gerar boletos na hora do fechamento de uma nota; emite diversos relatórios adequando-se as

15 15 necessidades dos clientes; entre outras funcionalidades relatadas ao decorrer do documento [MTM SISTEMS, 2011] Configurações Mínimas Exigidas Processador 500 MHz Memória RAM 158 MB Espaço em disco de 400 MB Sistema operacional Windows 2.3 CONSIDERAÇÕES FINAIS Atualmente a MTM Sistemas conta com doze funcionários internos e três terceirizados em seus projetos. Com a criação da parceria em 2006, onde possibilitaram que pessoas passassem a vender alguns dos sistemas da MTM disseminado para o Brasil inteiro às soluções MTM Sistemas. Para provar o sucesso dessa parceria basta analisar a quantidade de clientes que começaram a utilizar os sistemas a partir dos parceiros, 194 clientes através dos parceiros. Além disso, a MTM já possuía 49 clientes no sistema de transporte e 58 no sistema voltado ao comércio.

16 16 3. FERRAMENTAS Neste capitulo serão descritas as principais atividades realizadas durante o estágio para que o mesmo fosse realizado com êxito. 3.1 FERRAMENTA DE DESENVOLVIMENTO VISUAL BASIC 6 O ambiente de desenvolvimento (IDE) utilizado para a criação de programas na linguagem Visual Basic 6 esta ilustrado na figura 3.1. A parte superior onde se encontra o menu disponibiliza diversas funções utilizadas durante o processo de criação de um aplicativo, como por exemplo, salvar um projeto, incluir referências, entre outras. As funcionalidades estão disponíveis em agrupamentos lógicos para uma melhor utilização e entendimento [ROSAN, 2008]. Figura 3.1 Ambiente de desenvolvimento.

17 17 Na coluna à esquerda se encontram os principais componentes disponíveis para a criação da interface da aplicação, deixando ainda a possibilidade de adicionar novos componentes em seu projeto. Alguns dos principais objetos estão listados abaixo [ROCHA, 2007]. Botão de Comando: Um dos componentes mais utilizados em aplicações num contexto geral, com o objetivo de executar comandos quando for acionado através de um click. Rótulo: Exibe um texto no formulário o qual o usuário não pode alterar. Caixa de Texto: Exibe um campo onde o usuário pode visualizar ou editar um texto. Botão de Opção: Um controle onde somente uma das opções disponíveis pode ser verdadeira, por exemplo, em um cadastro de cliente um Botão de Opção que indica se o cliente está Ativo ou Inativo. Caixa de Listagem: Exibe uma lista com opções que o usuário pode escolher. Podendo ser adicionado e removido itens desta lista. Timer: Objeto responsável para adicionar intervalos de tempo. Já à direita encontram-se as propriedades gerais dos objetos, abaixo algumas propriedades comuns em quase todos os objetos: Caption: Propriedade que mostra o título que vai ser exibido ao usuário. Enabled: Habilita ou desabilita a utilização do objeto. Visible: Exibe ou oculta o objeto. Name: Opção a qual se deve ter um pouco de cuidado, pois na hora da programação não se perder com nomes confusos. Width, Height: Tamanho do componente, altura e largura. Após apresentado uma visão geral das principais funcionalidades da ferramenta Microsoft Visual Basic, a figura 3.2 mostra a tela inicial para o desenvolvimento de um programa, onde podemos criar novos projetos. Quando criamos um novo projeto algumas opções estão disponíveis para os desenvolvedores, desde um novo aplicativo, até mesmo um controle ActiveX. Por padrão a opção Standard EXE já vem selecionada, a qual é a mais utilizada por iniciantes [ROSAN, 2008].

18 18 Figura 3.2 Novo projeto. 3.2 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO VISUAL BASIC 6 A linguagem Visual Basic possibilita ao usuário a programação voltada a eventos e objetos, tornando-se uma linguagem de desenvolvimento rápido Linguagem baseada em eventos Esta é uma característica muito importante do VB, é uma forma de programação no qual a execução do algoritmo é afetada por eventos, ou seja, alguma ação gerada pelo usuário do programa. [ROSAN, 2008]. Um exemplo é o evento Validate de um campo textbox que recebe o CPF de um cliente, esse evento faz uma validação do campo CPF através de um algoritmo e retorna se a entrada é valida ou

19 19 não para aquele campo. Tornado-se uma linguagem que quem decide o fluxo de execução do programa é o usuário e não o programador Linguagem baseada em objetos Outra característica do VB são os objetos, com características similares são agrupados em uma mesma classe. Segundo Booch (1991) Um objeto tem um estado, comportamento e identidade; a estrutura e o comportamento de objetos semelhantes são definidos em sua classe comum; os termos instância e objetos são intercambiáveis Principais eventos do Visual Basic 6 Os eventos listados abaixo e ilustrados na figura 3.3 são os mais comuns dentro da linguagem VB [ROCHA, 2007]. Click: Um evento é disparado através de um click do mouse sobre algum componente, executando determinadas ações especificadas para aquele componente, por exemplo, botão incluir de um formulário de cadastro de clientes, quando o usuário clica no botão gera o evento para executar o algoritmo responsável por fazer a inclusão do cliente no sistema. DblClick: Dispara o mesmo evento do click, só que nessa ocasião o usuário precisa clicar duas vezes. Utilizando por exemplo quando são listas Load: Ações executadas com o carregamento de um formulário na memória. Um exemplo prático que podemos utilizar este evento é para carregar as propriedades básicas de uma grid, como a quantidade de colunas e linhas, e até mesmo o cabeçalho que você vai utilizar naquela grid. Lostfocus: Executa ações quando um objeto perde o foco, passando o foco para outro objeto. Gotfocus: Dispara o evento quando o objeto recebe o foco. Figura 3.3 Eventos.

20 Visão Geral A linguagem discutida neste capitulo apresenta algumas vantagens e desvantagens para sua utilização. Sendo uma linguagem fácil e leve de se utilizar, porém encontra diversas limitações por ser uma linguagem antiga e outras terem surgido em seu lugar, como o próprio Visual Basic.NET sua sucessora. Sendo uma linguagem simples e de fácil aprendizagem torna-se útil para iniciantes fazerem seus programas básicos e irem evoluindo nas versões da linguagem conforme a complexidade de seus programas e necessidade. 3.3 FERRAMENTA MS SQL SERVER Uma ferramenta criada pela Microsoft com o objetivo de gerenciamento de banco de dados relacional, possuindo diversas ferramentas para o gerenciamento, desenvolvimento e análise. Tornando-se com estas características viáveis para armazenamento e manutenção de informações de grandes empresas, com um grande desempenho, flexibilidade. Abaixo são listas apenas algumas ferramentas utilizadas no dia-a-dia para o desenvolvimento de aplicações utilizando o MS SQL Server Enterprise Manager Ferramenta utilizada para auxiliar no desenvolvimento de aplicações, com ela é possível manipular os objetos criados em um banco de dados. Com essa ferramenta podemos ter acesso direto a estes objetos, como por exemplo, as propriedades das tabelas criadas para guardar as informações do programa. Fica a critério do administrador do banco de dados as permissões dos usuários e o que cada um pode fazer sendo de extrema importância manter este controle para evitar possíveis problemas que possam acontecer com a base de dados [BORGES, 2002] Service Manager Permite o usuário controlar o serviço do MS SQL Server, podendo iniciar, pausar ou desligar os serviços como mostra a figura 3.4.

21 21 Figura 3.4 Service Manager Query Analyzer Ferramenta que permite realizar analisar detalhe, executando comandos que resultam consultas minuciosas, stored procedures, entre outras funcionalidades. Possibilitando ao usuário uma interatividade direta com a base de dados do seu programa. 3.4 PRINCIPAIS FUNÇÕES Algumas funções básicas utilizadas constantemente no desenvolvimento de aplicações serão listadas a seguir: Inserindo dados estrutura: Comando responsável pela inserção da informação no banco de dados que possui a seguinte INSERT INTO nome_tabela (lista_campos) VALUES (lista_dados) ou INSERT INTO nome_tabela VALUES(lista_dados)

22 22 Onde nome_tabela é a tabela onde serão inseridos os dados, lista_campos o nome das colunas que receberão as informações e lista_dados que são os valores em si que serão inseridos seguindo a ordem da lista_dados. Exemplo: INSERT INTO cliente (CdCliente, NmCliente) VALUES ( 1, ANDREY ) Atualizando dados Comando para atualizar o registro caso haja alguma modificação, sua sintaxe é a seguinte: UPDATE nome_tabela SET campo_editado = novo_valor WHERE condição Onde nome_tabela é a tabela onde será alterado o registro, campo_editado é o campo que esta recebendo um novo valor, novo_valor nova informação referente aquele campo e a condição que é a regra que impõem a execução do comando, sem essa regra a tabela inteira seria atualizada Buscando dados O comando SELECT retorna as informações seguindo os parâmetros passados, sua estrutura básica é a seguinte: SELECT lista_campos FROM nome_tabela Onde a lista_campos vão ser as colunas que o usuário deseja saber alguma informação, podendo listar as colunas ou trazer todas e o nome_tabela é o nome de qual tabela ele busca essa informação, podendo ser de uma ou mais tabelas Excluindo dados Comando cujo objetivo é eliminar um ou um conjunto de registro da base de dados, sua estrutura é a seguinte: DELETE FROM nome_tabela WHERE condição

23 23 Onde o nome_tabela é o nome da tabela de onde vão ser apagados os registros e a condição é uma regra para apagar um determinado registro ou um conjunto de registros, sem esta regra imposta todos os registros seriam excluídos da tabela.

24 24 4. DESENVOLVIMENTO A atividade logística vem impulsionando o mercado brasileiro recebendo uma importância pelas empresas que vêm investindo cada vez mais em estrutura adequada, equipamentos de movimentação, segurança, armazenagem. Empresas necessitam de softwares para o gerenciamento de todas as atividades realizadas dentro do armazém com o objetivo de planejamento e controle, tornando-as mais competitivas e com custos mais baixos [MELO, OLIVEIRA 2006]. Ao passar do tempo sistemas que controlavam apenas as transações de entrada e saída de mercadorias do armazém tornaram-se ineficazes para o nível de gerenciamento necessário dos armazéns. Surgindo o Warehouse Management Systems WMS que passou a agregar um nível maior de controle com as mercadorias e seus endereçamentos. Com o objetivo de tornar a armazenagem mais dinâmica onde as mercadorias ficam em endereços que possuem identificações facilitando a localização e a separação, um aumento da precisão das informações do armazém e consequentemente um aumento da produtividade [MELO, OLIVEIRA 2006]. Com a utilização do WMS inclui inteligência na armazenagem de mercadorias, com um sistema onde é alimentado com todas as informações dos produtos, clientes, endereçamento, entre outras informações. Possibilitando uma maior eficiência na hora de uma requisição do cliente [DREIFUS, 2006]. 4.1 CROSS DOCKING Outro processo utilizado nas operações logísticas é o Cross Docking, onde não é feita a entrada efetiva da mercadoria no armazém, as mercadorias são recebidas e entregues no mesmo dia ou em um período curtíssimo. Bastante utilizado em distribuição de mercadorias com elevados índices de giro, por exemplo, mercadorias que são entregues em supermercados, a demanda é altíssima necessitando um atendimento quase imediato de suas necessidades [CROSSDOCKING, 2011]. Esta forma de distribuição tem um processo mais simplificado do que a armazenagem, até porque não é feita a entrada efetiva destas mercadorias nos centros de distribuições. Quando a mercadoria chega é realizada a conferencia e estocada no depósito para que rapidamente saia para a entrega. As principais vantagens do Cross Docking são os baixos custos durante o processo, a rapidez para as entregas e a redução da área física necessária.

25 FLUXO BÁSICO DE UM ARMAZÉM Quando as mercadorias chegam ao armazém é feita uma conferência das mercadorias entregues com a nota fiscal, se estiver tudo correto é feita a entrada no sistema de gerenciamento de armazéns informando os dados da nota fiscal e o endereçamento onde cada mercadoria ficará armazenada. Então é a realizado a movimentação das mercadorias aos seus respectivos endereçamentos onde ficaram até que a empresa receba de seu cliente um pedido das mercadorias. A retirada das mercadorias é realizada após uma solicitação do cliente de quais mercadorias e a quantidade que necessita, então é realizada a separação do pedido e o embarque da mercadoria [DREIFUS 2006]. A figura 4.1 esboça esta sequência de atividades realizadas no armazém. Figura 4.1 Fluxo básico de um armazém.

26 VANTAGENS Com a utilização de sistemas para realizar o gerenciamento de armazéns traz as empresas as seguintes vantagens: Maximizar o uso do espaço do armazém, sabendo quanto de ocupação tem disponível, ocupada ou até mesmo reservada para clientes. Controle de onde as mercadorias se encontram dentro do armazém Minimizar o esforço de armazenagem e retirada das mercadorias Facilitar a movimentação interna dentro do armazém Maximizar a satisfação dos clientes Proteger as mercadorias num local adequado e seguro Redução de custos Controles de quais mercadorias possam ou não permanecer no mesmo armazém 4.4 ATIVIDADES Nesta seção será descrita todas as melhorias ou novas funcionalidades que foram desenvolvidas durando o período de estagio curricular na MTM Sistemas Tabelas Auxiliares Figura 4.2 Tabelas Auxiliares.

27 27 Cadastro de Depósito: Cadastro onde o cliente vai informar todos os depósitos que possuem disponíveis para a armazenagem e o cross-docking. Figura 4.3 Cadastro de Depósitos. Campos: Código: Código de identificação do depósito no banco de dados. Descrição: Nome dado para facilitar a identificação do depósito. Status: Ativo se o depósito estiver em funcionamento ou Inativo se ele estiver desativado. Finalidade: Qual a finalidade daquele depósito, se vai ser utilizado para Armazenagem ou Cross-Docking. Cadastro de Ruas: Cadastro onde o cliente vai identificar as ruas que possui dentro de um determinado armazém, no depósito-01 tem duas ruas como a figura 4.4 ilustra a seguir. Figura 4.4 Cadastro de Ruas.

28 28 Campos: Depósito: O sistema carrega uma lista a partir do cadastro anterior onde o cliente vai selecionar o depósito que aquelas ruas se encontram. Código: Código de identificação da rua no banco de dados. Descrição: Nome dado para facilitar a identificação da rua. Status: Ativo se a rua estiver em funcionamento ou Inativo se ela estiver desativada. Ordem: Campo de controle utilizado na montagem do espaço físico do armazém, que possui como objetivo ordenar a forma com que as ruas estão distribuídas dentro do depósito Cadastro de Colunas: Cadastro onde o cliente vai identificar as colunas que uma determinada rua tem acesso. Figura 4.5 Cadastro de Colunas. Campos: Depósito: O sistema carrega uma lista a partir dos cadastros realizados anteriormente onde o cliente vai selecionar o depósito que aquelas colunas se encontram. Rua: O sistema exibira uma lista onde o cliente selecionará a qual rua aquela coluna faz parte. Código: Código de identificação da coluna no banco de dados. Descrição: Nome dado para facilitar a identificação da coluna. Posição: Informação para controle na hora da montagem do espaço físico do armazém, onde a coluna aparecerá a Direita de uma determinada rua ou a Esquerda. Status: Ativo se a coluna estiver em funcionamento ou Inativo se ela estiver desativada.

29 29 Ordem: Campo de controle utilizado na montagem do espaço físico do armazém, que possui como objetivo ordenar a forma com que as colunas vão aparecer. Cadastro de Números: Cadastro onde o cliente vai identificar as posições existentes em uma coluna. Figura 4.6 Cadastro de Números. Campos: Depósito: O sistema carrega uma lista a partir dos cadastros realizados anteriormente onde o cliente vai selecionar o depósito que aquelas colunas se encontram. Rua: O sistema exibira uma lista onde o cliente selecionará a qual rua aquela coluna faz parte. Coluna: O sistema exibira uma lista onde o cliente selecionará a qual coluna aquelas posições fazem parte. Código: Código de identificação do número no banco de dados. Descrição: Nome dado para facilitar a identificação do número. Status: Ativo se o número estiver em funcionamento ou Inativo se ele estiver desativado. Ordem: Campo de controle utilizado na montagem do espaço físico do armazém, que possui como objetivo ordenar a forma com que os números estão distribuídos numa determinada coluna Cadastro de Níveis: Cadastro onde o cliente vai informar com quantos níveis ele trabalha em uma determinada coluna, a figura 4.7 mostra que no número 1 temos o nível 1 e 2.

30 30 Figura 4.7 Cadastro de Níveis. Campos: Depósito: O sistema carrega uma lista a partir dos cadastros realizados anteriormente onde o cliente vai selecionar o depósito que aquelas colunas se encontram. Rua: O sistema exibira uma lista onde o cliente selecionará a qual rua aquela coluna faz parte. Coluna: O sistema exibira uma lista onde o cliente selecionará a qual coluna aquelas posições fazem parte. Número: O sistema mostra todas as posições existentes naquela coluna para o cliente selecionar e informar quantos níveis aquela posição especifica terá. Código: Código de identificação do nível no banco de dados. Descrição: Nome dado para facilitar a identificação do nível. Tipo de Armazenagem: O usuário deve informar que tipo de armazenagem vai ser feita naquele determinado nível, por exemplo, pallet. Capacidade: Conforme o tipo de armazenagem naquele nível o usuário deve informar a capacidade que o nível suporta. Status: Ativo se o nível estiver em funcionamento ou Inativo se ele estiver desativado. Ordem: Campo de controle utilizado na montagem do espaço físico do armazém, que possui como objetivo ordenar a forma com que os níveis estão.

31 31 Com base na sequencia de cadastros realizada anteriormente foi possível gerar uma visualização do espaço físico do armazém de forma automática como mostra a figura 4.8 fazendo uma comparação com a figura 4.9 de um armazém real. Possibilitando ao cliente: Uma visualização gráfica da disponibilidade do depósito. Controle das ocupações. Informação sobre o armazenamento em cada posição. Quantas posições ele possui ocupadas, reservadas, disponíveis ou parcialmente ocupadas. Figura 4.8 Espaço físico do armazém.

32 32 Figura 4.9 Armazém Fluxo básico do armazém dentro do sistema O fluxo padrão de ocupação é realizado através de notas fiscais de entrada no armazém, quando o usuário realiza o procedimento informando os dados básicos da nota de entrada. Ao informar o produto e a quantidade, o sistema calcula automaticamente a quantidade de paletes que aquele determinado produto ocupará, com base nas informações cadastradas no produto, a figura 4.10 mostra no cadastro do produto de onde são retiradas as informações para os cálculos.

33 33 Figura 4.10 Manutenção dos dados do produto. O próximo passo na nota de entrada é o endereçamento, localização onde o produto ficará no armazém, conforme ilustrado na figura O usuário informará o endereço que será carregado conforme os cadastros iniciais listados acima de depósitos, ruas, colunas, números e níveis. Quando é feita a inclusão do item no grid o sistema faz as verificações referentes ao endereçamento, abaixo algumas consistências que são validadas no endereçamento: Verifica se o endereço já foi utilizado o Verifica se a ocupação é total Mostra mensagem dizendo que o endereço selecionado já esta ocupado o Verifica se a ocupação esta reservada Se estiver reservada e a nota de entrada for para o mesmo cliente da reserva deixa utilizar o endereço Senão informa que o endereço não pode ser utilizado o Verifica se a ocupação esta parcialmente ocupada Se a quantidade de produtos que o usuário esta querendo colocar naquela posição é suportada, deixa incluir. Senão informa que o endereço não suporta a quantidade de itens de entrada Verifica se o endereço esta disponível

34 34 o Se a quantidade de produtos é suportada pelo o endereço, deixa incluir. o Senão informa que o endereço não suporta aquela quantidade de produtos Figura 4.11 Nota Fiscal de Entrada. Na inclusão da nota fiscal de entrada o sistema guarda as informações de endereçamento, cliente e número da nota em uma tabela separada no banco de dados. Tabela a qual será utilizada na hora da montagem do espaço físico do armazém, desenhando os status dos endereços e para buscar informações quando o usuário clica em uma determinada posição do armazém, como, cliente, produtos, número da nota, quanto da ocupação esta sendo utilizada, entre outras informações daquele local. A figura 4.12 mostra a tela que é exibida quando o usuário clica em uma determinada posição que esta ocupada no armazém. Caso a posição não esteja ocupada ele abre outra tela onde ele poderá reservar aquele espaço para uma futura armazenagem.

35 35 Figura 4.12 Informação sobre o endereçamento. No dia-a-dia dentro de um armazém às vezes é preciso movimentar as mercadorias de posições, para que o sistema continue atualizado e mostrando a ocupação atual, será necessário quando realizar movimentações que o usuário entre no sistema e informe de qual posição que esta retirando o produto e onde vai ser sua nova localização dentro do armazém. Assim mantendo sempre o layout de espaço físico do armazém uma cópia fiel do armazém físico. Figura 4.13 Alterar espaço físico.

36 36 O sistema possui uma tela ilustrada na figura 4.13 que é possível realizar esta troca de endereçamento. O usuário entrara com a informação do cliente e do produto que esta movimentando, sua posição de origem e destino. Atribuindo assim um novo local para aquele produto que automaticamente aparecerá na nova posição no layout do armazém. A utilização de endereçamentos facilita um melhor gerenciamento e ganho de produtividade dentro dos armazéns, tornando-se uma das principais funcionalidades dos WMS. Com o armazém todo mapeado possibilita ao usuário encontrar as mercadorias facilmente e saber onde esta cada produto de seus clientes. A figura 4.14 mostra um exemplo de um relatório de estoque, dentre as informações que ele traz estão o código o produto, número do documento e onde ele está localizado no armazém, dizendo o endereço completo da localização do produto. Figura 4.14 Posição de estoque.

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