Trauma do Sistema Nervoso Central

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1 Trauma do Sistema Nervoso Central Técnica

2 Fraturas A demonstração de uma fratura em imagens do crânio indica que foi aplicada uma força significativa à abóboda boda óssea. Entretanto, a não visualização de uma fratura não exclui lesão significativa do cérebro. c

3 Fraturas Lineares Ocorrem no plano axial e podem passar despercebidas em imagens por tomografia computadorizada e geralmente são negligenciadas se não for demonstrada lesão cerebral associada.

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5 Fratura com Afundamento Quando a tábua t externa está deslocada abaixo do nível n da tábua t interna do crânio.

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7 As fraturas da vértice v ou da base do crânio exigem imagens coronais diretas ou reconstrução em plano paralelo ao vetor de impacto.

8 A delineação de uma fratura com afundamento é importante, pois pode ser a causa de uma laceração da duramater subjacente, hematoma extra-cerebral ou contusão cerebral.

9 Tratamento Cirúrgico, rgico, nas fraturas abertas. Pode ser tratamento conservador. Objetivo: Prevenir infecção, de epilepsia pós-traumática tica e a melhora de deficits neurológicos.

10 Fratura do Seio Frontal É importante visualizar fraturas da parede posterior do seio frontal, pois freqüentemente entemente exigem fechamento cirúrgico rgico da dura, para evitar extravazamento de líquor cerebrorraquiano e infecção. As fraturas cominutivas simples são tratadas de forma conservadora.

11 Pneumoencéfalo Lóculos de ar nos espaços extra-cerebrais geralmente indicam entrada traumática tica de ar resultante de fratura de um seio paranasal ou das células c aéreas a da mastóide que tocam a dura.

12 Complicações: Quando associados a rotura da dura, podem ser complicados por extravasamento de LCR. Empiema. Meningite. Abscesso.

13 A maioria dos extravasamentos de LCR pós-traumáticos ticos cessa espontaneamente e as fraturas responsáveis podem nunca ser visualizadas.

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15 Hematoma Intracerebral São homogeneamente hiperdensos,, bem demarcados e circundados por uma borda de densidade reduzida.

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17 Podem ser bilaterais, múltiplos m e freqüentemente entemente associado com outras lesões. Não raro hematoma intra-ventricular. Com o passar do tempo o hematoma se torna isodenso com parênquima cerebral, após várias semanas a um mês. O efeito de massa diminui mais lentamente.

18 A encefalomalácia cia é evidente como baixa densidade, como aumento do sulco adjacente e dilatação ventricular.

19 Hematoma Epidural

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22 São biconvexos ou lentiformes,, dura está aderida à tábua interna do crânio. Um raro poder ser levado, mesmo sem fratura do osso adjacente, como é comumente observado em crianças. as.

23 Localização mais comum do hematoma epidural: : sobre o lobo temporal, seguido dos lobos parietais, frontal e occipital, sendo a fossa posterior menos comum. Lesão mais comum é da artéria ria meníngea ngea média, entretanto, pode haver laceração de veias diploícas ou seios durais.

24 Hematomas Epidurais Classificados Como: Hematoma epidural agudo. Hematoma epidural subagudo. Hematoma epidural crônico- realce.

25 Importante: Alguns hematomas expandem-se uma a duas semanas após s a lesão, antes da resolução gradual. Correlaciona-se com um aumento ou persistência dos sintomas.

26 Critérios rios de imagens para determinar se um hematoma epidural pode ser tratado de forma conservadora: Pacientes sem sintomas neurológicos focais. Um diâmetro menos que 1.5cm. Um desvio da linha média m mínimo m inferior a 2mm.

27 Os hematomas epidurais da fossa posterior são raros; entretanto o retardo na detecção pode resultar em lesão fatal do tronco encefálico.

28 Vários hematomas epidurais da fossa posterior não são facilmente detectados na tomografia computadorizada devido a artefatos. O uso de contraste facilita a detecção para demonstração do deslocamento dos seios durais eou da dura, afastamento da calvária. A ressonância magnética permite diagnósticos diferenciais.

29 Hematoma Subdural Forças de cisalhamento que resultam em laceração das veias de união presentes no espaço subdural. A laceração de artérias rias corticais e conturaes parenquimatosas são outras causas de hematoma subdural. Raramente: Rotura aneurisma. Malformação Venosa.

30 Características: Difuso: Espaço subdural não oferece resistência. Lesões cerebrais associadas como contusão hemorrágica e edema.

31 Grau do efeito de massa é desproporcional ao tamanho do hematoma e são secundárias a presença a de contusões hemorrágias e edema e não do hematoma subdural. Coleção hiperdensa,, em crescente, com borda lateral convexa.

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34 Hematoma Subdural agudo típico, t gradualmente aproximar-se se-a a da densidade do parênquima cerebral e apresenta-se se-a isodenso em relação ao cérebro c após s um intervalo de uma a 5 semanas. Isto decorre da decomposição e da absorção dos elementos do sangue.

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40 Hemorragia Subaracnóidea Esta freqüentemente entemente presente no paciente com transtorno agudo. Está associada a lesões tais como hematoma intra-cerebral. É causada por lesões dos vasos sangüí üíneos na pia-racm racmóide.

41 O hematoma intra-parenquimatoso com rotura para o sistema ventricular pode ganhar acesso ao espaço o sub-racm racmóide através s dos forâmes de Magendie e Luschka.

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43 Contusão: São as mais freqüentemente entemente encontradas resultante a trauma craniano. Características: Áreas de hemorragia, necrose e edema.

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46 Ocorrem no local de impacto e distante dele lesões de golpe e contra-golpe. Nem sempre a fratura da calvária, com conseqüente ente compressão do cérebro c subjacente.

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48 Contusões: Tomografia Computadorizada. Aumento heterogêneo da densidade circundada por áreas de densidade diminuída da ou normal. Pode não haver efeito de massa.

49 Locais mais comuns: Lobos frontais e áreas temporais laterais ( golpe ). Superfícies inferiores dos lobos frontal e temporal ( contra-golpe ).

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52 Lesão Axonal Difusa Cisalhamento Vários pacientes apresentam coma, postura em descerebração ão,, estado vegetativo. Achados na tomografia computadorizada: Tumefação cerebral difusa. Hemorragia do corpo coloso e HSA. Hemorragia na área do 3 3 ventrículo e na substância branca-hemisf hemisférica.

53 Ressonância magnética é mais sensível. Geralmente são múltiplas, m variam de 0.5 a 1.5cm, ovais, elípticas. São mais comuns na substância branca cortical dos lobos frontal e temporal, esplênio do corpo coloso, coroce radiada e cápsula c interna.

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