RELATÓRIO ANUAL DO ONS. Exercício de 2008

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1 RELATÓRIO ANUAL DO ONS Exercício de de março de 2009

2 ÍNDICE 1 - INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS Membros Associados do ONS Integrantes do Conselho de Administração Conselho Fiscal Diretoria do ONS RESULTADOS TÉCNICOS EM A Garantia do Atendimento Energético A Melhoria da Segurança Operativa da Rede Elétrica Indicadores de Desempenho do SIN A Administração da Transmissão A Operação em Tempo Real O Aprimoramento dos Processos e Modelos Computacionais A Implantação do Sistema de Medição para Faturamento RESULTADOS DA GESTÃO EM Relacionamento Institucional do ONS Relacionamento Estratégico Internacional do ONS Relacionamento com Agentes e Integração de Novas Instalações ao SIN Plano de Ação Gestão dos Procedimentos de Rede Gestão de Riscos Gestão e Desenvolvimento de Recursos Humanos Telecomunicação e Tecnologia da Informação Gestão Econômico-Financeira... 29

3 1 - INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS Membros Associados do ONS AGENTE AAORM ACESITA AES TIETE AES-SUL AES-URUGUAIANA AETE AFLUENTE ALBRÁS ALUMAR ALUNORTE ALUSA AMPLA ANGLO AMERICAN ANGLOGOLD ARCELORMITTAL (BELGO) ARTEMIS ATE ATE II ATE III ATE VII BAESA BRASKEM CAIUÁ CANDONGA CANOAS CBA CANOAS DUKE NOME DA INSTITUIÇÃO Açucar e Álcool Oswaldo Ribeiro de Mendonça Acesita S.A. Companhia de Geração de Energia Elétrica Tietê AES SUL Distribuidora Gaúcha de Energia S.A. AES Uruguaiana Empreendimentos Ltda. Amazônia-Eletronorte Transmissora de Energia S.A. Afluente Geração e Transmissão de Energia S.A. Alumínio Brasileiro S.A. Alumar Consórcio de Alumínio S.A. Alumina do Norte do Brasil S.A. Alusa Engenharia Ltda. Ampla Energia e Serviços S.A. Anglo American Anglogold Ashanti Brasil Mineração Ltda. ArcelorMittal Brasil (Belgo) Artemis Transmissora de Energia S.A. ATE Transmissora de Energia S.A. ATE II Transmissora de Energia S.A. Ate III Transmissora de Energia S.A. ATE VII - Foz do Iguaçu Transmissora de Energia S.A. Energética Barra Grande S.A. Brasken S.A. Caiuá - Serviços de Eletricidade S/A Consórcio Candonga Companhia Brasileira de Alumínio Canoas Duke

4 CARAÍBA METAIS CARAMURU CARBOCLORO CBA CCBE CCSA CDSA CEAL CEB - DIST CEB - GER CEC CEEE - DIST CEEE GT CELB CELESC - DIST CELG - DIST CELG - GER - TRANS CELPA CELPE CELTINS CEMAR CEMAT CEMIG - GER - TRANS CEMIG-DIST CENTROESTE CEPISA CERAN CESA CESC CESP Caraíba Metais Caramuru Alimentos Ltda. Carbocloro S/A Indústrias Químicas Companhia Brasileira de Alumínio Consórcio Capim Branco Energia Corumbá Concessões S/A Centrais Elétricas Cachoeira Dourada S.A. Companhia Energética de Alagoas CEB Distribuição S.A. CEB Geração S.A. Companhia Energética Chapecó Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica Companhia de Eletricidade de Borborema Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. CELG Distribuidora S.A. CELG Geração e Transmissão S.A. Centrais Elétricas do Pará S.A. Companhia Energética de Pernambuco Companhia de Energia Elétrica do Estado de Tocantins Companhia Energética do Maranhão Centrais Elétricas Matogrossense S.A. Companhia Energética de Minas Gerais Companhia Energética de Minas Gerais Companhia de Transmissão Centroeste de Minas Companhia Energética do Piauí Companhia Energética Rio das Antas Castelo Energética S.A. Companhia Energética Santa Clara Companhia Energética de São Paulo

5 CESS CFLCL CGTEE CGTF CHESF CIA ENERGÉTICA DE PETROLINA CIEN CISA CLFSC CNTE COCAL TERMELÉTRICA S/A COELBA COELCE CONS. GUILMAN-AMORIM CONSÓRCIO CEMIG-CEB CONSÓRCIO PARAIBUNA COPEL - TRA COPEL-DIST COPEL-GER COPESUL Cosan - Costa Pinto COSAN - Rafard COSERN CPFL CPFL - PIRATININGA CPFL-GER CPTE CST CTEEP CVRD Companhia Energética São Salvador Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica Térmica Endesa Fortaleza Companhia Hidroelétrica do São Francisco Companhia Energética de Petrolina Companhia de Interconexão Energética CSN Indústria de Aços Revestidos S.A. Companhia Luz e Força Santa Cruz Campos Novos Transmissora de Energia S.A. Cocal Termelétrica S.A. Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia Companhia Energética do Ceará Consórcio UHE Guilman Amorim Consórcio CEMIG-CEB Consórcio Paraibuna COPEL Transmissão S.A. COPEL Distribuição S.A. COPEL Geração S.A. Companhia Petroquímica do Sul Cosan S.A. Bioenergia Filial Costa Pinto Cosan S/A Bioenergia - UTE Usina Rafard Companhia Energética do Rio Grande do Norte Companhia Paulista de Força e Luz Companhia Piratininga de Força e Luz Ltda. CPFL - Geração de Energia S.A. Cachoeira Paulista Transmissora de Energia S.A. Companhia Siderúrgica de Tubarão Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista Companhia Vale do Rio Doce

6 DFESA DOW BRASIL DSM DUKE EATE EBE EC3 ECTE EEB EEVP EKA ELEJOR ELEKTRO ELETROBRÁS ELETRONORTE ELETRONUCLEAR ELETROSUL EMAE ENERBRASIL ENERCAN ENERGEST ENERGIPE ENERPEIXE ENERSUL Enguia Gen BA Enguia Gen CE Enguia Gen PI ENTE EPE ERTE Dona Francisca Energética S.A. Dow Brasil Nordeste DSM Elastômeros do Brasil Ltda. Duke Energy International - Geração Paranapanema Empresa Amazonense de Transmissão de Energia Empresa Bandeirante de Energia S.A. Energética Corumbá III S.A. Empresa Catarinense de Transmissão de Energia S.A. Empresa Elétrica Bragantina S.A. Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. Eka Bahia S.A. Centrais Elétricas do Rio Jordan S.A. Elektro - Eletricidade e Serviços S.A. Centrais Elétricas Brasileiras S.A. Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. Eletrobrás Termonuclear S.A. Eletrosul Centrais Elétricas S.A. Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A. Enerbrasil - Energias Renováveis do Brasil Ltda. Campos Novos Energia S.A. Energest S.A. Empresa Energética de Sergipe S.A. Consórcio EnerPeixe Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S/A Enguia Gen BA LTDA. Enguia Gen CE LTDA Enguia Gen PI LTDA. Empresa Norte de Transmissão de Energia S.A. Empresa Produtora de Energia Ltda - Enron América do Sul Ltda. Empresa Regional de Transmissão de Energia S.A.

7 ESCELSA ESPORA ETAU ETEO ETEP ETES EXPANSION FAFEN-SE FERBASA FIBRAPLAC FUNIL FURNAS GERDAU AÇOMINAS GTESA IEMG IGARAPAVA INNOVA INTESA INVESTCO S/A - LAJEADO IPIRANGA ITÁ ITAPEBI ITIQUIRA ITUMBIARA JAURU JTE LIGHT LIGHT - GER - TRANS LINDE GASES LONDRINA Espírito Santo Centrais Elétricas S.A. Espora Energética Ltda. Empresa de Transmissão do Alto Uruguai S.A. Empresa de Transmissão de Energia do Oeste Ltda. Empresa Paraense de Transmissão de Energia S.A. Empresa de Transmissão do Espírito Santo S.A. Expansion Transmissão de Energia S.A. Petróleo Brasileiro S.A. - Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados, FAFEN-SE Companhia de Ferro Ligas da Bahia S.A. Fibraplac Chapas de MDF Ltda. Consórcio Funil Furnas Centrais Elétricas S.A. Gerdau Açominas S.A. Goiana Transmissora de Energia S.A. Interligação Elétrica de Minas Gerais Consórcio Igarapava Innova S.A. Integração Transmissora de Energia S.A. Investco S.A. - Lajeado Ipiranga Petroquimica S.A. Itá Energética S.A. Itapebi Geração de Energia S.A. Itiquira Energética S.A. Itumbiara Transmissora de Energia Ltda. Consórcio Jauru Jauru Transmissora de Energia Ltda. Light - Serviços de Eletricidade S.A. Light Energia S.A. Linde Gases Londrina Transmissora de Energia S.A.

8 Louis Dreyfus LT TRIÂNGULO LUMITRANS METROPOLITANA / ELMA MINERAÇÃO CARAÍBA MINERAÇÃO MARACÁ MINERAÇÃO ONÇA-PUMA MMX MINAS-RIO MINERAÇÃO MONEL MUNIRAH NORTE FLUMINENSE NOVA ERA SILICON NOVATRANS NOVELIS NTE OXITENO PARAÍSO-AÇU PCTE PETROBRAS PETROBRÁS DISTRIBUIDORA PETROFLEX PETROQUÍMICA TRIUNFO PIE-RP TERMELÉTRICA PORTO ESTRELA PORTO PRIMAVERA RDM RGE ROSAL RPTE RS Energia LCD Bioenergia S.A. LT Triângulo S.A. Lumitrans Companhia Transmissora de Energia Elétrica Eletropaulo Metropolitana - Eletricidade de São Paulo S.A. Mineração Caraíba S.A. Mineração Maracá Indústria e Comércio S.A. Mineração Onça-Puma MMX Minas-Rio Mineração Monel Monjolinho Energética Ltda. Munirah Transmissora de Energia S.A. Usina Termelétrica Norte Fluminense S.A. Nova Era Silicon S.A. NovaTrans / Enelpower do Brasil Ltda. Novelis Nordeste Transmissora de Energia S.A. Oxiteno Nordeste S.A. Indústria e Comércio Paraíso-Açu Transmissora de Energia S.A. Poço de Caldas Transmissora de Energia Ltda. Petróleo Brasileiro S.A. Petrobrás Dsitribuidora S.A. Petroflex Indústria e Comércio S.A. PETROQUÍMICA TRIUNFO S.A. PIE-RP Termelétrica S.A. Consórcio Porto Estrela Ltda. Porto Primavera Transmissora de Energia Ltda. Rio Doce Manganês S.A. Rio Grande Energia S.A. Rosal Energia S.A. Ribeirão Preto Transmissora de Energia Ltda. Empresa de Transmissão de Energia do Rio Grande do Sul S.A.

9 SAELPA SÃO BENTO SÃO MATEUS SC ENERGIA Serra da Mesa SOBRAGI SPTE STC STE STN TANGARÁ - GUAPORÉ TERMO ELÉTRICA POTIGUAR TERMO PERNAMBUCO Termoaçú TRACTEBEL TRANSIRAPÉ TRANSLESTE TRANSUDESTE TSN UEG ARAUCÁRIA UIRAPURU USIMINAS Usina Xavantes UTE ANÁPOLIS VENTOS DO SUL VERACEL VILA DO CONDE VOTORANTIM NIQ VOTORANTIM-C WHITE MARTINS Sociedade Anônima de Eletrificação da Paraíba São Bento Mineração São Mateus Transmissora de Energia S.A. Empresa de Transmissão de Energia de Santa Catarina S.A. Serra da Mesa Transmissora de Energia Ltda. Companhia Paraibuna de Metais - Sobragi Serra Paracatu Transmissora de Energia Ltda. Sistema de Transmissão Catarinense S.A. Sul Transmissora de Energia Ltda. Sistema de Transmissão Nordeste Tangará Energia S.A. - Guaporé Termo Elétrica Potiguar S.A. - TEP Termo Pernambuco Ltda. Termoaçú S.A. Tractebel Energia Suez S.A. Companhia Transirapé de Transmissão Companhia Transleste de Transmissão Companhia Transudeste de Transmissão Transmissora Sudeste Nordeste S.A. U.E.G. Araucária Ltda. Uirapuru Transmissora de Energia Usiminas Usina Xavantes S.A. Usina Termelétrica de Anápolis Ltda. Ventos do Sul Energia S.A. Veracel Celulose Vila do Conde Transmissora de Energia Ltda. Votorantim Metais Níquel S.A. Votorantim Cimentos Ltda. White Martins

10 1.2 - Integrantes do Conselho de Administração Categoria Produção: Valter Luiz Cardeal de Souza (ELETROBRÁS) como titular. O suplente é Luiz Henrique de Freitas Schnor (CGTEE); Mozart Bandeira Arnaud (CHESF) como titular. O suplente é Antonio Bolognesi (EMAE) ; Elmar de Oliveira Santana como titular até 25/04/2008 sendo substituido por Fernando Henrique Schuffner Neto (CEMIG). O suplente é Alexandre Magno Firmo Alves (CDSA); Maurício Stolle Bähr (TRACTEBEL) como titular. O suplente é Cesar Teodoro ( DUKE) ; Xisto Vieira Filho (TERMOPERNAMBUCO) como titular. A suplente é Maria das Graças Foster (PETROBRÁS). Categoria Transporte: Fabio Machado Resende (FURNAS) como titular até 25/04/2008, quando foi substituído por Wady Charone Junior (ELETRONORTE). O suplente é Rogério Ribeiro Abreu dos Santos (NTE); Ronaldo dos Santos Custódio (ELETROSUL) como titular. O suplente é Nelson Gravino (ARTEMIS) como suplente; Celso Sebastião Cerchiari (CTEEP) como titular. O suplente é Moacir Finotti (CELG); Edson dos Anjos Carneiro (ETEO) titular até 25/04/2008 sendo substituído por Elmar de Oliveira Santana (TBE). O suplente Giovanni Giovannelli (TERNA) foi substituído por Alessandro Fiocco (TERNA) a partir de 24/07/2008. Categoria Consumo Delson Martini (CEEE) como titular. O suplente é Eduardo Carvalho Sitonio (CELESC);

11 Wilson Pinto Ferreira Junior (CPFL) como titular. O suplente Manuel Fernando Neves Bento (ESCELSA) foi substituído por Dorel Soares Ramos (ESCELSA) a partir de 30/06/2008; Leonardo Lins de Albuquerque (LIGHT) como titular até 25/04/2008, tendo sido substituído por Britaldo Pedrosa Soares (ELETROPAULO). O suplente é Luis Fernando Guimarães (LIGHT) ; Marcelo Maia de Azevedo Correa (NEOENERGIA) como titular. O suplente é José Antonio Sorge (REDE); Mário Antonio Carneiro Cilento (CARBOCLORO) como titular até 25/04/08, tendo sido substituído por Erico Teodoro Sommer (GERDAU). A suplente é Vania Lucia Somavilla (VALE). Ronaldo Schuck (MME) como titular até 08/10/2008, tendo sido substituído por Márcio Pereira Zimmermann. O suplente é Ricardo Spanier Homrich Conselho Fiscal Silvio Roberto Areco Gomes (CESP) como titular e Pedro José Diniz de Figueiredo (ELETRONUCLEAR) como suplente, representando a Categoria Produção; Wady Charone Junior (ELETRONORTE) como titular até 25/04/2008, sendo substituído por Fabio Machado Resende (FURNAS), e Humberto Gomes de Macêdo (PATESA) como suplente, representando a Categoria Transporte; Rubens Ghilardi (COPEL) como titular e Antonio de Pádua Gonçalves Novaes (CEB) como suplente, representando a Categoria Consumo.

12 1.4 - Diretoria do ONS Hermes Chipp Diretor Geral Darico Pedro Levi Luiz Alberto Machado Fortunato Luiz Eduardo Barata Ferreira Roberto José Ribeiro Gomes da Silva

13 2 - RESULTADOS TÉCNICOS EM A Garantia do Atendimento Energético A política de gestão dos recursos eletroenergéticos do Sistema Interligado Nacional - SIN em 2008 caracterizou-se pela necessidade de complementação energética mediante o uso de geração térmica adicional, em função do significativo atraso no início do período úmido durante o verão 2007/2008. Este atraso foi causado pelo fenômeno climático La Niña, resultante do resfriamento da temperatura da superfície do mar (TSM) do Oceano Pacífico Equatorial. Os efeitos desse fenômeno foram observados a partir de novembro/07, com forte redução das energias naturais afluentes às regiões SE/CO, NE e N nos meses de dezembro/07 e janeiro/08, da ordem de 40% da média de longo termo (MLT) nas regiões NE e N, e de 70% da MLT na região SE/CO. Esse cenário levou o ONS a propor medidas adicionais para reduzir o uso das reservas hidroenergéticas das regiões SE/CO e NE, as quais tiveram a aprovação do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico - CMSE. Em 20/12/2007, foi emitida a Portaria nº 8 do Conselho Nacional de Política Energética CNPE, que forneceu ao ONS o respaldo legal para o despacho adicional de geração térmica para garantia da segurança energética do SIN. A implantação dessa decisão permitiu reduzir o uso dos estoques armazenados nos reservatórios das usinas do SIN. A partir da segunda quinzena de janeiro/08, houve uma reversão no cenário hidrológico da região SE/CO, com significativa elevação da energia natural afluente. Com isso, o armazenamento dessa região evoluiu de 50,8% EARmáx (31/01/08) para 82,3% EARmáx (30/04/08). Na região Nordeste, também houve uma reversão do cenário hidrológico, embora menos acentuada que no SE/CO. Assim, em janeiro/08, iniciaram-se gestões junto à Agência Nacional de Águas - ANA e ao Ministério de Minas e Energia MME, para tornar viável a redução na defluência mínima das usinas de Sobradinho e Xingó, de m³/s para m³/s. Como resultado, a ANA, através da Resolução nº 602, de 27/12/2007, autorizou, em caráter excepcional até 30/04/2008, a defluência mínima de m³/s na bacia do rio São Francisco. Essa ação foi de fundamental importância para permitir o pleno aproveitamento dos recursos de geração térmica local e dos intercâmbios de energia provenientes das regiões SE/CO e N, e para a recuperação dos níveis de armazenamento da região, que alcançou 81,9% ao final de abril/08. Com a melhoria das condições hidroenergéticas do SIN, o ONS elaborou estudos que recomendaram a permanência apenas da geração térmica adicional com combustível nuclear, gás e carvão. Com isso, em maio, o CMSE autorizou desligar as usinas

14 térmicas com combustível líquido, sendo mantidas em operação apenas as térmicas acionadas pelos processos operativos estabelecidos nos Procedimentos de Rede. Em relação à questão do despacho de geração térmica para atender aos requisitos de segurança energética, registra-se que, no ano de 2008, foram concluídos os estudos e aprovados no âmbito do CMSE/MME os Procedimentos Operativos de Curto Prazo, que mudam o paradigma da segurança operacional do SIN. Embora aprovados para uso formal somente a partir de abril de 2009, esses procedimentos já subsidiaram o CMSE quanto à tomada de decisão sobre a definição dos montantes de geração térmica que deveriam permanecer em operação no período de maio a novembro de 2008, para atingir os níveis meta estabelecidos. Cabe registrar que esta geração térmica proporcionou um acréscimo de armazenamento correspondente a 12 % EARmáx na região SE/CO e 8 % EARmáx no Nordeste. A exemplo do ano de 2007, contribuindo para a integração energética com os países da America Latina, o Brasil forneceu energia aos sistemas elétricos do Uruguai e Argentina. O suprimento para o Uruguai teve inicialmente caráter interruptível, sendo efetuado através de energia vertida turbinável e/ou geração térmica não utilizada para a otimização do SIN. Além dessa modalidade, com base em Nota Técnica elaborada pelo ONS, o CMSE autorizou em 2008 a prática do intercâmbio de origem hidráulica com esses países, limitado a 500 MWmed, na modalidade de energia de devolução. Desse modo, esse suprimento foi efetivado no período de maio a agosto de 2008, devendo ser compensado pelos sistemas elétricos da Argentina e Uruguai, obrigatoriamente, no período de setembro a novembro/08. A devolução da energia de origem hidráulica pelos sistemas importadores concluiu-se em 30 de setembro, no caso da Argentina, e 30 de novembro, no caso do Uruguai, não trazendo nenhuma consequência à operação energética do SIN A Melhoria da Segurança Operativa da Rede Elétrica Ao longo de 2008, o ONS desenvolveu estudos e implantou medidas operativas que possibilitaram à operação da rede elétrica atender os critérios de continuidade, confiabilidade e qualidade de suprimento estabelecidos nos Procedimentos de Rede. Entre esses trabalhos, merecem destaque: As providências que introduziram melhorias no processo de recomposição do sistema, visando a agilizar a sua normalização na ocorrência de perturbações; A implantação em campo dos ajustes obtidos no trabalho de otimização dos sistemas de controle das unidades geradoras das usinas de Xingó, Paulo Afonso IV e Luiz Gonzaga, o que contribuiu para elevar o recebimento pela região Sudeste em aproximadamente 600MW e o recebimento pela região Nordeste em até 400 MW; A concepção e implantação de novos Sistemas Especiais de Proteção e Controle SEPs, assim como a revisão dos existentes, tendo-se alcançado um total de 292 desses sistemas já instalados no SIN.

15 Ressalta-se que, tanto para a entrada em operação de novas usinas, quanto para alterações topológicas da rede de transmissão, em face da entrada em operação de novos componentes, foram desenvolvidos trabalhos detalhados para a otimização dos sistemas de controle de geradores, do ponto de vista sistêmico. Essa ação visa a assegurar o adequado amortecimento das oscilações eletromecânicas, o que permite evitar blecautes e minimizar as consequências das perturbações. O Sistema Interligado Nacional - SIN é concebido segundo o critério n-1, ou seja, o sistema deve suportar a perda de um elemento da rede sem desligamento de carga, sem perda de estabilidade do sistema, sem violação de padrões de grandezas elétricas e sem atingir limites de sobrecarga de equipamentos e instalações. Entretanto, a operação de qualquer sistema está sujeita a contingências múltiplas. Em 2008, verificaram-se no SIN aproximadamente 500 contingências múltiplas envolvendo a rede básica. A ação adequada dos SEPs em operação e o bom desempenho dos sistemas de controle, incluindo os PSSs e sinais adicionais estabilizantes, garantiram a segurança operativa do sistema nessas circunstâncias. Dentre as perturbações verificadas, merecem destaque as seguintes, que envolvem o tronco de transmissão de 750 kv associado à UHE Itaipu 60Hz: Dia 05/01/2008, às 13h46min: perda dupla dos circuitos C1 e C2 da linha de transmissão em 750 kv Itaberá - Ivaiporã. Dia 25/10/2008, às 14h45min: curto-circuito provocado por descarga atmosférica, seguido da perda do circuito C3 da linha Foz do Iguaçu - Ivaiporã, em 750 kv, com desligamento de máquina em Itaipu 60 Hz, seguido de outro curto-circuito, também por descarga atmosférica e respectivo desligamento do mesmo circuito. Dia 29/10/2008, às 15h56min: desligamento da linha de transmissão em 750 kv Foz do Iguaçu - Ivaiporã, por descarga atmosférica. O religamento automático atuou sem sucesso. Com o terminal de Foz do Iguaçu aberto, ocorreu nova descarga atmosférica na linha, causando novo desligamento. O religamento automático desse circuito falhou novamente no terminal de Foz do Iguaçu. Fora do tronco de 750 kv, ressalta-se a importância dos SEPs na perturbação ocorrida no dia 12/01/2008, em que houve o desligamento simultâneo dos circuitos C2 e C3 da linha de transmissão Gurupi - Miracema, em 500 kv. Como o circuito C1 da linha Gurupi - Miracema, em 500 kv, encontrava-se desligado para a implantação de esquema de religamento automático, ocorreu a abertura da Interligação Norte - Sudeste. A atuação correta de SEPs preveniu a região Centro-Oeste contra sobretensões e os cortes automáticos programados de carga, efetuados pelo Esquema Regional de Alívio de Carga (ERAC), minimizaram os efeitos da perturbação, evitando colapso sistêmico.

16 2.3 - Indicadores de Desempenho do SIN De um total de perturbações verificadas ao longo de 2008, em 266 destas (11,8% do total) foram verificados cortes de carga, sendo que apenas 48 ocorrências (2,1% do total) representaram desligamentos superiores a 100 MW, o que corresponde ao consumo de uma cidade do porte de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, ou Pelotas, no Rio Grande do Sul. Constata-se uma melhoria do desempenho do SIN em relação aos anos anteriores, como pode ser observado no gráfico que se segue: Evolução do número de perturbações e de seu impacto sobre o SIN OBS: Os valores acima se referem a perturbações que envolveram a Rede Básica. Cabe registrar que, atendendo à regulamentação específica da Resolução CMSE 01/2005, o ONS, em conjunto com os agentes, implantou medidas especiais de operação, a fim de garantir o suprimento eletroenergético para eventos de grande relevância, com destaque para os dias do Carnaval, a realização das eleições em outubro e os dias de Natal e Ano Novo. A segurança no atendimento elétrico alcançada em 2008 pode ser traduzida pelos indicadores de desempenho do SIN. O indicador de robustez é um bom exemplo desse resultado, pois, em 97,8% das perturbações, os cortes de carga verificados foram inferiores a 100 MW, conforme já ressaltado.

17 Indicador de Robustez do SIN OBS: Os valores acima referem-se a perturbações que envolveram a Rede Básica. Com relação ao indicador de Energia Não Suprida, verifica-se que o seu montante em 2008 é bem reduzido, situando-se na ordem de 0,003% da energia total suprida. Observa-se que há uma tendência de queda desse indicador nos últimos cinco anos. Indicador de Energia Não Suprida do SIN - MWh ,006% 0,007% 0,003% 0,004% 0,003%

18 O processo de gestão das intervenções na rede de operação também merece ser destacado, por sua influência na segurança operativa do SIN. Apesar da complexidade e da quantidade de intervenções envolvidas, não foram registradas conseqüências relevantes para a operação do sistema A Administração da Transmissão Em 2008 as atividades realizadas pelo Operador relacionadas com a Administração da Transmissão contribuíram para a consolidação do negócio da transmissão no modelo setorial vigente. Foi necessário um grande esforço do ONS para cumprir com a Resolução Normativa ANEEL nº 270/07, que estabelece as disposições relativas à qualidade dos serviços públicos de transmissão de energia elétrica, associada à disponibilidade das instalações integrantes da Rede Básica incluindo a metodologia de cálculo e as regras de aplicação da Parcela Variável (PV), por indisponibilidade aos serviços prestados pelos agentes de transmissão. Esse trabalho incluiu a adaptação dos sistemas computacionais e, principalmente, o cadastramento na base de dados técnicos de todas as funções da transmissão e de seus parâmetros. A implantação deste dispositivo trará relevantes benefícios ao Sistema Interligado Nacional, especialmente, em termos de aumento da disponibilidade de suas instalações. Com relação à contratação do uso e à apuração de encargos e serviços do sistema de transmissão, destaca-se a celebração, em 2008, de 379 novos instrumentos contratuais, sendo alcançado em dezembro o expressivo total de 2825 contratos assinados. As garantias financeiras exigidas por esses contratos atingem um total de R$ 967 milhões. A apuração de serviços e encargos de transmissão totalizou, em 2008, R$ 9.401,0 milhões, valor cerca de 9% superior ao obtido em A quantidade de agentes incluídos nessa apuração atingiu, em dezembro/08, 227 usuários da Rede Básica e 54 agentes de transmissão. A figura a seguir apresenta a evolução da Receita Anual Permitida RAP da Rede Básica no período de 1999 até 2008.

19 Evolução da Receita Anual Permitida - RAP B ilh õ e s 10,00 9,00 8,00 7,00 6,00 5,00 4,00 3,00 2,00 1,00 Sistema Existente ONS Novas Obras RAP Total Rede Básica 0, / / / / / / / / / /09 Quanto à contratação dos serviços ancilares, foram celebrados cinco instrumentos legais em 2008, com base na Resolução Normativa nº 251/2007, atingindo-se um total de 19 Contratos de Prestação de Serviços Ancilares CPSA. No que se refere à elaboração da infraestrutura para cálculo das tarifas de uso do sistema de transmissão por parte da ANEEL, o ONS desenvolveu a base técnica referente à rede básica e apoiou a Agência na montagem dos casos de referência das redes unificadas para o estabelecimento das tarifas de uso do sistema para geradores conectados fora da rede básica, nas tensões acima de 69 kv (TUSDg). Em 2008, os estudos de ampliações e reforços da Rede Básica e das Demais Instalações de Transmissão foram elaborados para identificar as obras necessárias no horizonte de 2009 a 2011, para preservar o adequado desempenho da rede elétrica, garantir o funcionamento pleno do mercado de energia e possibilitar o livre acesso. As obras propostas para a Rede Básica deverão agregar cerca de km de novas linhas de transmissão nas tensões de 230 kv a 500 kv e uma capacidade adicional de transformação de aproximadamente MVA ao SIN, requerendo investimentos da ordem de R$ 11 bilhões.

20 Quilômetros de LTs agregadas à Rede Básica km ANO Capacidade de transformação agregada à rede Básica MVA ANO A participação do ONS, em conjunto com a ANEEL, na elaboração dos anexos técnicos dos editais de licitação foi fator de grande sucesso nos leilões de transmissão realizados em 2008, destacando-se: O leilão 004/2008, que envolveu a transmissão em 500 kv do sistema Tucuruí- Macapá-Manaus, demandou muitos estudos para o estabelecimento de requisitos técnicos para as linhas de transmissão, em função de suas extensas travessias; O leilão 007/2008, que tratou do sistema de transmissão para integração das usinas do Madeira, apresentou diversas inovações, tanto na modalidade de execução do pleito, como em termos técnicos, por incluir alternativa em corrente contínua. Este trabalho em particular foi objeto de grande esforço por parte do ONS, em conjunto com EPE e ANEEL, para, em um curto intervalo de tempo, definir as características básicas do sistema a ser licitado; O leilão 008/2008 envolveu a licitação das Instalações Compartilhadas de Geração ICG e Instalações Exclusivas de Geração - IEG, para conexão de usinas nos Estados de Mato Grosso do Sul e Goiás, necessitando da definição

21 de requisitos para as instalações em 138 kv, não contemplados nos Procedimentos de Rede. Cabe ainda destacar o trabalho de suporte à ANEEL na análise de projetos básicos das instalações licitadas, os quais deram origem a diversos pareceres emitidos pelo ONS em Com relação à continuidade de implantação da Resolução ANEEL 191/2005, em 2008, foram calculadas e apresentadas aos Agentes de Transmissão as capacidades operativas sazonais das linhas de transmissão das regiões Sul e Sudeste, permitindo assim aumentar a eficiência no uso do sistema de transmissão, sem prejuízo de sua segurança. Em 2008, foram elaborados pelo ONS 42 Pareceres de Acesso, dos quais 18 referiram-se ao acesso às DITS, conforme definido pela Resolução Normativa da ANEEL nº 312. Foram ainda emitidos nesse ano 273 Documentos de Acesso para possibilitar a habilitação técnica de empreendedores, junto à EPE, para participar dos leilões A-3 e LER A Operação em Tempo Real Em conformidade com o Plano Diretor de Supervisão e Controle do ONS, prosseguiram as atividades no âmbito do projeto da Rede de Gerenciamento de Energia do ONS - REGER. Em abril, foram concluídas as especificações técnicas, após consulta pública aos potenciais fornecedores. Em maio, foi publicada a licitação pública internacional. Em novembro, foram recebidas as propostas para o fornecimento. O Projeto do Sistema Nacional de Observabilidade e Controlabilidade SINOCON atingiu em 2008 a marca de implantação de 92 das116 unidades terminais remotas (UTRs) previstas para sua Fase Emergencial. Ao longo de 2008, foram colocadas em serviço mais 21 UTRs. Os resultados alcançados com a aprovação de projetos, testes de aceitação em fábrica e entrega de equipamentos nas usinas e subestações indicam que, ao final de 2008, o Projeto SINOCON cumpriu 84% de sua meta de realização física. Foram realizadas as atividades de criação e testes de avaliação de regiões de segurança dinâmica através do programa ORGANON na operação em tempo real dos Centros de Operação do ONS. Em 2008 foram realizados oito exercícios simulados de recomposição do SIN (dois em cada Centro Regional), com a participação total de 23 Agentes convidados, que atuam nas áreas de transmissão, geração e distribuição. Esses exercícios vêm sendo realizados sistematicamente desde 2006 e têm por objetivo criar um cenário provável de ocorrer na operação do SIN, de modo a reproduzir de forma simulada uma ocorrência, para avaliar o desempenho das equipes, dos processos, dos procedimentos e dos recursos, bem como servir como instrumento de

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