SISTEMAS DE AVALIAÇÃO & MONITORAMENTO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SISTEMAS DE AVALIAÇÃO & MONITORAMENTO"

Transcrição

1 SISTEMAS DE AVALIAÇÃO & MONITORAMENTO Augusto de Franco (04/08/07) Orientações para a montagem de Sistemas de Avaliação & Monitoramento de programas de indução do desenvolvimento local baseados no investimento em capital social. Mais um software disponibilizado gratuitamente. Use, aproveite, modifique.

2 Apresentação Em primeiro lugar é necessário conceber o sistema, o que compreende estabelecer os referenciais conceituais, os fundamentos da metodologia de avaliação e monitoramento de desempenho e da avaliação de impacto do programa, bem como indicações para a construção dos instrumentais necessários para coleta das informações, os indicadores de avaliação e monitoramento e a descrição da metodologia de avaliação e monitoramento da implantação e da execução do programa. O que é um Sistema de Avaliação & Monitoramento Em geral a avaliação, tomada como técnica e estratégia investigativa, é um processo sistemático de fazer perguntas sobre o mérito e a relevância de determinado assunto, proposta ou programa. Um processo de avaliação de programas e projetos sociais geralmente tem, como sentido mais nobre, fortalecer o movimento de transformação da sociedade em prol da cidadania e dos direitos humanos (Minayo, 2005). Isso é certo, porém insuficiente no caso do Sistema de Avaliação & Monitoramento (SAM) de programas de indução do desenvolvimento local por meio do investimento em capital social, pois, nesses casos, para além de cidadania e direitos humanos, a ênfase maior deve recair sobre democracia e desenvolvimento. Em programas de investimento em capital social trata-se de avaliar as condições para o fortalecimento desse tipo de recurso ou insumo do desenvolvimento (tomado tal conceito em termos sistêmicos e não apenas como conseqüência ou resultado do crescimento econômico; ou seja, desenvolvimento humano e social sustentável). Existem evidências suficientes de que o investimento em capital social é mais efetivo (ou rentável ) em ambientes democráticos. Ou seja, quanto mais democracia entendida como metabolismo próprio da rede social, como processo substantivo de democratização na base da sociedade e no quotidiano dos cidadãos, mais condições de produção, acumulação e reprodução do capital social. Assim, democracia e desenvolvimento deverão constituir os referenciais em relação aos quais tais programas deverão ser avaliados no seu intuito básico de fortalecer o capital social das localidades. O Sistema de Avaliação & Monitoramento deve ser divido em duas partes: (1) a Avaliação do Desempenho; e (2) a avaliação do Impacto. A Avaliação de Desempenho divide-se, por sua vez, também em duas partes: (1.1) a Avaliação e o Monitoramento da Implantação do programa; e (1.2) a Avaliação e o Monitoramento da Execução. A Avaliação e o Monitoramento da Implantação, divide-se igualmente em duas partes: (1.1.1) a Avaliação dos Operadores do programa; e (1.1.2) a Avaliação dos Produtos e Processos da Implantação. Já a Avaliação e o Monitoramento da Execução, subdivide-se em: (1.2.1) Avaliação e Monitoramento da Realização da Agenda de Prioridades; e (1.2.2) Avaliação dos Resultados da Realização da Agenda. Este último item estabelece uma conexão com a Avaliação de Impacto. A Avaliação de Impacto divide-se em duas partes: (2.1) Estabelecimento do Marco Zero; e (2.2) Construção da Série Anual. Os itens acima constituem, portanto, o chamado SAM (Sistema de Avaliação & Monitoramento). Para cada um dos itens acima deverão ser desenvolvidos (3) Instrumentos e (4) Ferramentas de Monitoramento & Avaliação. Os Instrumentos serão, em geral, (3.1) Critérios e Pontuações e (3.2) Indicadores. As Ferramentas serão os (4.1) Mecanismos e Meios de Coleta e (4.2) Ordenação de Dados (questionários, tabelas e softwares), bem como o (4.3) site interativo do programa. Uma Equipe de Avaliação & Monitoramento deverá constituída, capacitada e mobilizada para aplicar os Instrumentos e Ferramentas capazes de coletar e sistematizar os dados capazes de abastecer tal procedimento avaliativo.

3 (1) A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO A Avaliação & Monitoramento de Desempenho começará pela avaliação e monitoramento da implantação do programa e será seguida pela avaliação e monitoramento da execução, a qual deverá se tornar uma prática permanente. O objetivo da Avaliação de Desempenho é verificar, em primeiro lugar, se o programa está sendo implantado corretamente, quer dizer, de acordo com o que estabelece sua concepção e desenho e de que maneira isso está acontecendo. A expressão implantado corretamente não significa uma aplicação como reprodução formal do que foi programado. Toda aplicação, para além de mera replicação ou reprodução, é uma recriação que brota da interação do programado com o meio. Recriação aqui significa adaptação para manter uma congruência dinâmica com circunstâncias que jamais poderão ser previstas de antemão. Assim, o objetivo da avaliação de desempenho, na fase da implantação do programa, não pode ser o simples cotejo da intenção original com o resultado empírico, mas deve levar em conta também, as inovações que foram introduzidas no esforço de recriação do programa. Em segundo lugar, a Avaliação de Desempenho tem como objetivo verificar de que maneira o programa está sendo executado. Isso implica que o programa, do ponto de vista do seu desempenho tanto na fase de implantação como na de execução deverá levar em conta várias dimensões avaliativas: a) a dimensão temporal (relativa ao cronograma, se está ou não está seguindo os prazos previstos); b) a dimensão espacial (relativa à abrangência e a capilaridade, se está ou não está conseguindo chegar às regiões, bairros e vilas); c) a dimensão conceitual (relativa à consistência e coerência dos produtos almejados); d) a dimensão participativa (relativa ao número de pessoas envolvidas e consultadas e à diversidade política e social do universo atingido); e e) a dimensão inovadora (relativa às inovações que foram introduzidas e às novas maneiras de fazer as coisas que foram ensaiadas). (1.1) Avaliação & Monitoramento da Implantação A Avaliação e o Monitoramento da Implantação, divide-se, como vimos, em duas partes: (1.1.1) a Avaliação dos Operadores do programa; e (1.1.2) a Avaliação dos Produtos e Processos da Implantação. (1.1.1) Avaliação dos Operadores do programa na Implantação Cabe aqui avaliar o desempenho dos Operadores do programa, ou seja, da Coordenação e de suas equipes de trabalho. Critérios e Pontuações já utilizados nos processos contemporâneos de Gestão de Pessoas deverão ser adotados para verificar responsabilidades, habilidades e competências dos Operadores do programa. (1.1.2) Avaliação dos Produtos e Processos da Implantação O SAM deverá avaliar os Processos a partir dos Produtos. Deve-se estabelecer então quais são os Produtos da Implantação a partir da metodologia (ou seja, dos passos) de implantação do programa. Por exemplo (adotando-se a Versão 2007 do DL): Produto 1 Equipe de Articulação Produto 2 Equipe de Articulação Ampliada Produto 3 Rede do Desenvolvimento Comunitário Produto 4 Seminários Visão de Futuro (e Re-Visão de Passado) Produto 5 Diagnóstico dos Ativos e das Necessidades Produto 6 Plano Participativo e Metas Produto 7 Agenda de Prioridades Produto 8 Pacto em torno da Agenda Produto 9 Capacitação da Rede do Desenvolvimento Comunitário Produto 10 Validação na Rede do Produto 4 Produto 11 Validação na Rede do Produto 5 Produto 12 Validação na Rede do Produto 6 Produto 13 Validação na Rede do Produto 7

4 Os Processos de Implantação serão considerados adequados se os Produtos acima forem satisfatórios do ponto de vista das cinco dimensões avaliativas mencionadas acima. E serão considerados inadequados em caso contrário. Uma escala de Pontuação usual (Ótimo e Bom para satisfatório e Insuficiente e Deficiente para insatisfatório ou similar) será utilizada para classificar os Processos. Processos insatisfatórios, abaixo de certo grau, deverão ser refeitos (o que significa que seus correspondentes Produtos deverão ser reelaborados). Acima de certa freqüência, tanto processos satisfatórios como insatisfatórios poderão indicar que é o próprio programa que deverá ser aperfeiçoado ou modificado. Os intervalos de aceitabilidade deverão ser estabelecidos na Estratégia de Avaliação a ser formulada. Questionários com perguntas objetivas sobre cada um dos produtos acima bem como um software capaz de sistematizar e integrar os dados recolhidos por tais questionários deverão ser desenvolvidos como Ferramentas avaliativas. A Avaliação de Desempenho da Implantação confunde-se com o Monitoramento. Ou seja, ela deverá ser feita simultaneamente à aplicação da metodologia de implantação do programa de sorte a permitir que eventuais desvios possam ser corrigidos ou que o programa possa ser modificado (adaptado) tempestivamente. (1.2) Avaliação & Monitoramento da Execução Na chamada Execução do programa, que começa a partir do último Passo da Implantação, o Produto único é a Agenda de Prioridades. Portanto, os Processos serão aqui avaliados e monitorados a partir dos itens da Agenda. A Avaliação e o Monitoramento da Execução, subdivide-se em: (1.2.1) Avaliação e Monitoramento da Realização da Agenda de Prioridades; e (1.2.2) Avaliação dos Resultados da Realização da Agenda. Este último item estabelece uma conexão com a Avaliação de Impacto. (1.2.1) Avaliação e Monitoramento da Realização da Agenda de Prioridades Cabe ver aqui como as prioridades da agenda estão sendo realizadas do ponto de vista das dimensões avaliativas consideradas pelo SAM. (1.2.2) Avaliação dos Resultados da Realização da Agenda Resultado, aqui, se refere ao objetivo precípuo do programa, ou seja, ao fortalecimento do capital social. Serão, portanto, focalizadas as parcerias diretamente envolvidas na efetivação das ações da Agenda (e não às formalmente prometidas). A Avaliação dos Resultados da Realização da Agenda é uma conexão entre a Avaliação de Desempenho e a Avaliação de Impacto, pois o impacto a ser medido, latu sensu, é o impacto sobre as condições de convivência social, ou seja, sobre o capital social e não pelo menos não diretamente - sobre as condições de vida dos indivíduos da população. Parcerias inter-setoriais terão mais peso do que parcerias intra-setoriais. Parcerias intra-setoriais, entre governos distintos, empresas com empresas e empresas com organizações da sociedade civil e cidadãos terão um peso menor do que parcerias intersetoriais de dois setores diferentes, às quais, por sua vez, terão peso menor do que parcerias intersetoriais dos três setores. (2) A AVALIAÇÃO DE IMPACTO Deverão ser elaboradas, de acordo com as orientações do programa, a estratégia e as ferramentas da Avaliação de Impacto. A estratégia compreende o levantamento das ações de desenvolvimento latu sensu que estão sendo realizadas em parceria em cada localidade e a análise dessas parcerias do ponto de vista da sua composição. As ferramentas utilizadas compreenderão a construção de um Indicador de Desenvolvimento Local centrado nas parcerias efetivamente realizadas para a realização das ações prioritárias da Agenda. Parceiros institucionais (formais ou informais) e participantes individuais envolvidos na efetivação de ações concretas de desenvolvimento serão considerados elementos-chave para a composição de tal indicador.

5 Fundamentos da Metodologia do Processo de Avaliação & Monitoramento O desenho de uma estratégia de investimento em capital social deve seguir pressupostos e fundamentos das teorias do capital social. Da acumulação teórica dos últimos quinze anos pode-se depreender que estratégias de investimento em capital social têm, em geral, as seguintes características: descentralizadas em termos de gestão, compostas por ações integradas e convergentes; promovidas em parceria por vários atores (estatais, empresariais e sociais); com desenho suficientemente aberto para promover e estimular a negociação; flexíveis (capazes de desencadear inovações que modifiquem seu desenho original); planejadas para exigir no sentido de estimular e não apenas de cobrar obrigatoriamente contrapartidas de seus participantes (público-alvo ou beneficiários); planejadas para realizar investimentos em capacidades permanentes e em ambientes favoráveis ao invés de tentar apenas realizar gastos para ofertar recursos e coisas; capazes de mobilizar e alavancar recursos novos ao invés de ficarem eternamente dependentes apenas da execução de um orçamento institucional; desenhadas com mecanismos que permitam a fiscalização permanente dos participantes e evitem interferências políticas indevidas, como a violação de critérios em virtude da prática do clientelismo; e, por fim, capazes de permitir monitoramento e avaliação constantes como mecanismos ou procedimentos previstos no seu próprio desenho original (cf. Franco, Augusto. Três Gerações de Políticas Sociais. Brasília: AED, 2003). 1 - Descentralizadas em termos de gestão Existem evidências suficientes de que a centralização da gestão contribui para exterminar capital social, na medida em que impede que os diversos atores envolvidos em uma ação transformem-se em sujeitos de uma gestão com eles compartilhada, assumindo responsabilidades e, conseqüentemente, aduzindo recursos de toda ordem, sobretudo humanos e sociais, aos projetos. Quem não se sente dono de um projeto não é estimulado a aportar seus próprios recursos e a alavancar recursos novos por meio da cooperação com outros participantes. Projetos centralizados em termos de gestão são mais pobres em termos de desenvolvimento, uma vez que dificultam essa ampliação social da cooperação que se chama de capital social. 2 - Compostas por ações integradas e convergentes Estratégias que superpõem ações setoriais de modo desintegrado ou que multiplicam ações divergentes dificultam a compreensão de seus operadores sobre a necessidade de concertação de esforços para o alcance de objetivos comuns. Ações integradas e convergentes têm mais facilidade para conseguir celebrar parcerias e captar apoios porque fazem sentido para todos os interessados (stakeholders). 3 - Promovidas em parceria por vários atores (estatais, empresariais e sociais) Existem evidências embasadas de que a produção de capital social depende diretamente das parcerias entre atores diferentes. Programas promovidos por um ator único criam inevitavelmente dependência nos seus beneficiários, que identificam naquele centro promotor único a fonte dos recursos que podem beneficiá-los. Conseqüentemente desmobilizam os esforços dos participantes no sentido de aportar ou alavancar recursos novos para a consecução das ações previstas. Existem também evidências de que tais parcerias, se forem intersetoriais abrangendo os três tipos principais de agenciamento: o Estado, a iniciativa privada e a sociedade civil ou a comunidade são capazes de propiciar um fluxo mais intenso de capital social na sociedade. As parcerias sua variedade, sua intersetorialidade constituem, inclusive, um critério de avaliação da geração de capital social efetivada por um programa. 4 - Com desenho suficientemente aberto para promover e estimular a negociação Programas com desenho fechado, acabado, desestimulam os seus participantes a assumi-los como coisa sua. São programas sempre de um outro, de um proprietário ou dono, ao qual se deve pedir autorização para introduzir qualquer modificação. Além disso, inviabilizam o processo de negociação que é fundamental no exercício da participação democrática e, conseqüentemente, na capacidade comunitária de gerar capital social. 5 - Flexíveis (capazes de desencadear inovações que modifiquem seu desenho original) Programas rígidos dificilmente serão inovadores porquanto não contarão com a criatividade dos seus participantes. Não valorizam nem potencializam o capital humano de que dispõem na medida em que as pessoas encarregadas da sua gestão são adestradas a cumprir a liturgia prevista no seu regulamento ao invés de serem estimuladas a introduzir aperfeiçoamentos e inovações. É

6 possível afirmar que programas rígidos dificultam a formação de capital social porquanto constroem ambientes avessos à liberdade dos atores para desenvolver o potencial coletivo, desempoderando-os. Há uma relação intrínseca entre potencial humano e potencial social na medida em que ambos necessitam de um clima de liberdade para serem desenvolvidos. 6 - Planejadas para exigir obrigatoriamente contrapartidas de seus participantes (público-alvo ou beneficiários) Programas de investimento em capital social exigem obrigatoriamente contrapartidas de seus participantes como uma forma de estimular que esses participantes assumam responsabilidades, agreguem competências e aportem recursos novos para o desenvolvimento, dinamizando assim o ambiente social em que se efetivam as ações. É como se adotassem a máxima Nenhum direito sem responsabilidade. Nada deve ser feito sem o compartilhamento de responsabilidades entre os protagonistas, se quisermos que os beneficiários se convertam também em protagonistas e não permaneçam na condição de beneficiários passivos de ações assistenciais. 7 - Planejadas para realizar investimentos em capacidades permanentes e em ambientes favoráveis ao invés de tentar apenas realizar gastos para ofertar recursos e coisas Programas de investimento em capital social, por definição, investem em ambientes sociais favoráveis. Um ambiente social favorável ao desenvolvimento das pessoas e comunidades nada mais é do que o ambiente da rede social. Esta rede social não apenas produz capital social; ela é o capital social. 8 - Capazes de mobilizar e alavancar recursos novos ao invés de ficarem eternamente dependentes apenas da execução do orçamento governamental Programas inovadores de investimento em capital social têm a característica de multiplicar recursos. Capital social, aliás, já é um desses recursos, além do capital humano e do chamado capital natural para não falar do capital propriamente dito, físico e financeiro, ou seja, a riqueza (a propriedade produtiva) e a renda (o produto). Deve-se ter em conta que os equipamentos públicos existentes sejam municipais, estaduais ou federais também constituem parte do capital físico disponível. 9 - Desenhadas com mecanismos que permitam a fiscalização permanente dos participantes e evitem interferências políticas indevidas, como a violação de critérios em virtude da prática do clientelismo O clientelismo, juntamente com a centralização, o assistencialismo e o clima adversarial, é um dos grandes exterminadores de capital social. Assim, um programa de investimento em capital social deve dispor de mecanismos que evitem a prática clientelista que passa por cima dos critérios universalmente adotados para a inserção dos participantes no programa Capazes de permitir monitoramento e avaliação constantes como mecanismos ou procedimentos previstos no seu próprio desenho original Monitoramento e avaliação constituem elementos de uma nova cultura dos programas públicos. É nas formulações acima que devemos buscar os fundamentos da metodologia do processo de avaliação e monitoramento do programa. O fundamento principal deriva da premissa de que o programa de desenvolvimento local em tela é uma estratégia de investimento em capital social. Assim, o que cabe avaliar é em que medida o programa está investindo em capital social. Existem muitos indicadores de capital social que vêm sendo desenvolvidos nos últimos 15 anos. O indicador escolhido pelo presente SAM deveria ser aquele que estabelecesse uma relação mais direta e mais intrínseca com o conceito do programa de desenvolvimento local a ser considerado. Se, por exemplo, um programa de desenvolvimento local baseado no investimento em capital social, deve definir a existência de uma rede de desenvolvimento comunitário formada pela cooperação entre participantes voluntários, então o indicador de capital social a ser escolhido deveria ser aquele que medisse tal cooperação efetivamente realizada. A maneira menos inequívoca de medir isso é através das parcerias que forem celebradas para a realização de ações concretas, parcerias que levem em conta não somente a participação institucional mas também a dos indivíduos, dos cidadãos que, voluntariamente, se associam a outros cidadãos e a organizações, formais ou informais, para realizar alguma ação de interesse público.

7 Cabe, então, desenvolver um novo indicador (ou conjunto de indicadores) capaz de captar, por um lado, o número de parcerias efetivadas e a composição de tais parcerias considerando os três grandes tipos de agenciamento existentes na sociedade contemporânea (o Estado, o mercado e a sociedade civil, incluído neste último não apenas as instituições mas também os cidadãos). Cabe destacar que a participação voluntária dos cidadãos para a realização de ações em parceria é um indicador de democracia participativa. Embora não seja o único indicador de democracia participativa é aquele mais adequado ao escopo de um programa de desenvolvimento local. Portanto, nesse novo indicador (ou conjunto de indicadores), a quantidade de cidadãos que participam de ações em parceria é uma variável importante e relevante para uma apreciação do grau de desenvolvimento de uma determinada localidade. A democracia deve então ser definida como uma espécie de metabolismo da rede do desenvolvimento comunitário. Essa é a justificativa do destaque a ser dado à participação voluntária dos cidadãos em ações concretas de interesse público planejadas, apoiadas e executadas em parceria. A Metodologia do Processo de Avaliação & Monitoramento de Desempenho na Implantação do Programa A Avaliação e o Monitoramento da Implantação, divide-se, como vimos, em duas partes: (1.1.1) a Avaliação dos Operadores do programa; e (1.1.2) a Avaliação dos Produtos e Processos da Implantação. Além da Avaliação dos Operadores, a Avaliação & Monitoramento da Implantação será feita, como vimos, a partir dos Produtos. No exemplo tomado aqui, foram considerados treze produtos: Produto 1 Equipe de Articulação Produto 2 Equipe de Articulação Ampliada Produto 3 Rede do Desenvolvimento Comunitário Produto 4 Seminários Visão de Futuro (e Re-Visão de Passado) Produto 5 Diagnóstico dos Ativos e das Necessidades Produto 6 Plano Participativo e Metas Produto 7 Agenda de Prioridades Produto 8 Pacto em torno da Agenda Produto 9 Capacitação da Rede do Desenvolvimento Comunitário Produto 10 Validação na Rede do Produto 4 Produto 11 Validação na Rede do Produto 5 Produto 12 Validação na Rede do Produto 6 Produto 13 Validação na Rede do Produto 7 Questionários com perguntas objetivas sobre cada um dos produtos acima bem como um software capaz de sistematizar e integrar os dados recolhidos por tais questionários deverão ser desenvolvidos como Ferramentas avaliativas. As perguntas formuladas devem levar em conta o conteúdo de cada um dos passos da Metodologia de Implantação. Produto 1 Equipe de Articulação Constituem, portanto, elementos relevantes para uma avaliação deste Produto 1 (ou seja, do Processo de A Equipe de Articulação (o núcleo básico) foi constituída (com no mínimo 3 pessoas) dentro do cronograma estabelecido pela Coordenação do programa? Quantas reuniões foram necessárias para constituir a Equipe de Articulação (o núcleo básico)? Quantas pessoas participam da Equipe de Articulação (o núcleo básico)? Quantas pessoas do governo municipal, da iniciativa privada e de organizações da sociedade civil participam da Equipe de Articulação (o núcleo básico)? A que órgãos, empresas, instituições e entidades pertencem essas pessoas? Quais os endereços dessas organizações? Quantas pessoas participam individualmente, como cidadãos, da Equipe de Articulação (o núcleo básico)?

8 Quais os nomes, endereços e telefones de todas as pessoas que participam da Equipe de Articulação (anexar uma espécie de ficha cadastral semelhante ao Termo de Conexão à Rede)? Aconteceram coisas não previstas pelo programa durante a constituição da Equipe de Articulação (núcleo básico)? Quais? Produto 2 Equipe de Articulação Ampliada Esse fórum constituído por 20 ou 30 pessoas mais próximas e mais engajadas é a Equipe de Articulação Ampliada. É essa Equipe de Articulação Ampliada que realizará os PASSOS 4 a 7 da Implantação do programa. Constituem elementos relevantes para uma avaliação deste Produto 2 (ou seja, do Processo de A Equipe de Articulação Ampliada foi constituída (com no mínimo 20 pessoas) dentro do cronograma estabelecido pela Coordenação do programa? Quantas reuniões foram necessárias para constituir a Equipe de Articulação Ampliada? Quantas pessoas participam da Equipe de Articulação Ampliada? Quantas pessoas do governo municipal, da iniciativa privada e de organizações da sociedade civil participam da Equipe de Articulação Ampliada? A que órgãos, empresas, instituições e entidades pertencem essas pessoas? Quais os endereços dessas organizações? Quantas pessoas participam individualmente, como cidadãos, da Equipe de Articulação Ampliada? Quais os nomes, endereços e telefones de todas as pessoas que participam da Equipe de Articulação Ampliada (anexar uma espécie de ficha cadastral semelhante ao Termo de Conexão à Rede)? A Equipe de Articulação Ampliada foi capacitada? Como foi avaliada essa capacitação (anexar aqui a Ficha de Avaliação)? Aconteceram coisas não previstas pelo programa durante a constituição da Equipe de Articulação Ampliada? Quais? Produto 3 Rede do Desenvolvimento Comunitário Constituem elementos relevantes para uma avaliação deste Produto 3 (ou seja, do Processo de A Rede foi constituída (com um número de pessoas próximo da média sugerida de 1/100 habitantes da localidade) dentro do cronograma estabelecido pela Coordenação do programa? Quantas pessoas foram conectadas à Rede? Quantas pessoas do governo municipal, da iniciativa privada e de organizações da sociedade civil foram conectadas à Rede? A que órgãos, empresas, instituições e entidades pertencem essas pessoas? Quais os endereços dessas organizações? Quantas pessoas participam individualmente, como cidadãos, da Rede? Quais os nomes, endereços e telefones de todas as pessoas que se conectaram à Rede, representando ou não organizações (anexar cópia dos Termos de Conexão à Rede)? Aconteceram coisas não previstas pelo programa durante a constituição da Rede? Quais? Produto 4 Seminário Visão de Futuro (e Re-Visão de Passado) Constituem elementos relevantes para uma avaliação deste Produto 4 (ou seja, do Processo de Os Seminários Visão de Futuro (e Re-Visão de Passado) foram realizados dentro do cronograma estabelecido pela Coordenação do programa? Quais as datas em que foram realizados? Qual foi a duração de cada Seminário? Quantas pessoas da Equipe de Articulação Ampliada participaram? Participaram dos Seminários outras pessoas da Rede que não estavam ainda integradas à Equipe de Articulação Ampliada? (Se sim, anexar cópia do Terno de Adesão à Rede dessas pessoas). Quais foram os resultados dos Seminários (anexar relatório final)? Aconteceram coisas não previstas pelo programa durante a realização dos Seminários? Quais?

9 Produto 5 Diagnóstico dos Ativos e das Necessidades Constituem elementos relevantes para uma avaliação deste Produto 5 (ou seja, do Processo de O Diagnóstico dos Ativos e das Necessidades foi realizado dentro do cronograma estabelecido pela Coordenação do programa? Em qual período ele foi realizado (datas inicial e final)? Quantas oficinas de trabalho foram necessárias para realizar e consolidar o Diagnóstico dos Ativos e das Necessidades? Quantas pessoas participaram dessas oficinas? Quantas pessoas da Equipe de Articulação Ampliada participaram da coleta de dados aplicando os questionários? Participaram das oficinas e da coleta de dados do Diagnóstico dos Ativos e das Necessidades outras pessoas da Rede que não estavam ainda integradas à Equipe de Articulação Ampliada? (Se sim, anexar cópia do Termo de Adesão à Rede dessas pessoas). Todas as pessoas conectadas à Rede foram entrevistadas? Quantas pessoas foram entrevistadas? O período do Diagnóstico foi aproveitado para conectar mais pessoas à Rede? Quantas pessoas novas foram conectadas? (Anexar cópia do Termo de Adesão à Rededessas pessoas). Quais foram os resultados do Diagnóstico (anexar relatório final)? Aconteceram coisas não previstas pelo programa durante a realização do Diagnóstico dos Ativos e das Necessidades? Quais? Produto 6 Plano Participativo e Metas Constituem elementos relevantes para uma avaliação deste Produto 6 (ou seja, do Processo de O Plano Participativo foi realizado dentro do cronograma estabelecido pela Coordenação do programa? Quantas reuniões foram necessárias para elaborar o Plano Participativo? Quantas pessoas da Equipe de Articulação Ampliada participaram dessas reuniões? Participaram das reuniões de trabalho outras pessoas da Rede que não estavam ainda integradas à Equipe de Articulação Ampliada? (Se sim, anexar cópia do Termo de Adesão à Rede dessas pessoas). Quais foram os resultados do Plano Participativo (anexar relatório final)? Aconteceram coisas não previstas pelo programa durante a elaboração do Plano Participativo? Quais? Produto 7 Agenda de Prioridades Constituem elementos relevantes para uma avaliação deste Produto 7 (ou seja, do Processo de A Agenda de Prioridades foi realizada dentro do cronograma estabelecido pela Coordenação do programa? Quantas reuniões foram necessárias para elaborar a Agenda? Quantas pessoas da Equipe de Articulação Ampliada participaram dessas reuniões? Participaram das reuniões de trabalho outras pessoas da Rede que não estavam ainda integradas à Equipe de Articulação Ampliada? (Se sim, anexar cópia do Termo de Adesão à Rede dessas pessoas). Quais foram os resultados da Agenda de Prioridades (anexar relatório final)? Aconteceram coisas não previstas pelo programa durante a elaboração do Plano Participativo? Quais? Produto 8 Pacto em torno da Agenda Constituem elementos relevantes para uma avaliação deste Produto 8 (ou seja, do Processo de O Pacto foi celebrado dentro do cronograma estabelecido pela Coordenação do programa? Em qual data ocorreu a celebração? Quantas oficinas de trabalho foram necessárias para preparar o Pacto? Quantas pessoas participaram dessas oficinas? Conseguiu se formar uma equipe de participantes conectados à Rede para cada prioridade da Agenda? Quais as prioridades que ficaram sem equipe responsável? Entraram para as equipes de realização de prioridades da Agenda outras pessoas ainda não conectadas à Rede? (Se sim, anexar cópia do Termo de Adesão à Rede dessas pessoas).

10 Todas as pessoas conectadas à Rede foram procuradas para se engajar em equipes de trabalho para realizar prioridades da Agenda? Quantas pessoas foram procuradas? Quantos apoiadores e parceiros institucionais (da iniciativa privada, de governo ou da sociedade civil) se comprometeram a realizar prioridades da Agenda? O período de preparação do Pacto foi aproveitado para conectar mais pessoas à Rede? Quantas pessoas novas foram conectadas? (Anexar cópia do Termo de Adesão à Rede dessas pessoas). Quantas pessoas participaram da cerimônia de celebração do Pacto? Participaram pessoas não conectadas à Rede? Quais foram os resultados do Pacto (anexar relatório final)? Aconteceram coisas não previstas pelo programa durante a preparação e a celebração do Pacto? Quais? Produto 9 Capacitação da Rede Constituem elementos relevantes para uma avaliação deste Produto 9 (ou seja, do Processo de Quantas pessoas estão conectadas à Rede depois da celebração do Pacto? Aconteceram coisas não previstas pelo programa depois da celebração do Pacto e antes do início da realização da Agenda? Quais? Produto 10 Validação na Rede do Produto 4 Constituem elementos relevantes para uma avaliação deste Produto 10 (ou seja, do Processo de Os resultados (relatório e questionário) do Seminário Visão de Futuro foram devolvidos à Rede? Como (por contato pessoal, por correio, por )? Quantas pessoas receberam o relatório? Quantas pessoas responderam o questionário? Quanto tempo durou esse processo de validação na Rede do Produto 4? Aconteceram coisas não previstas pelo programa durante o processo de validação na Rede do Seminário Visão de Futuro? Quais? Produto 11 Validação na Rede do Produto 5 Constituem elementos relevantes para uma avaliação deste Produto 11 (ou seja, do Processo de Os resultados (relatório e questionário) do Diagnóstico dos Ativos e das Necessidades foram devolvidos à Rede? Como (por contato pessoal, por correio, por )? Quantas pessoas receberam o relatório? Quantas pessoas responderam o questionário? Quanto tempo durou esse processo de validação na Rede do Produto 5? Aconteceram coisas não previstas pelo programa durante o processo de validação na Rede do Diagnóstico dos Ativos e das Necessidades? Quais? Produto 12 Validação na Rede do Produto 6 Constituem elementos relevantes para uma avaliação deste Produto 12 (ou seja, do Processo de Os resultados (relatório e questionário) do Plano Participativo foram devolvidos à Rede? Como (por contato pessoal, por correio, por )? Quantas pessoas receberam o relatório? Quantas pessoas responderam o questionário? Quanto tempo durou esse processo de validação na Rede do Produto 6? Aconteceram coisas não previstas pelo programa durante o processo de validação na Rede do Plano Participativo? Quais? Produto 13 Validação na Rede do Produto 7 Constituem elementos relevantes para uma avaliação deste Produto 13 (ou seja, do Processo de Os resultados (relatório) da Agenda de Prioridades foram devolvidos à Rede? Como (por contato pessoal, por correio, por )?

11 Quantas pessoas receberam o relatório? Quantas pessoas se engajaram em equipes de trabalho para realizar itens da Agenda? Quantos apoiadores e parceiros institucionais (da iniciativa privada, de governo ou da sociedade civil) se comprometeram a realizar prioridades da Agenda? Quanto tempo durou esse processo de validação na Rede do Produto 7? Aconteceram coisas não previstas pelo programa durante o processo de validação na Rede da Agenda de Prioridades? Quais? A Metodologia do Processo de Avaliação & Monitoramento de Desempenho na Execução do Programa Na chamada Execução do programa, que começa a partir do último Passo da Implantação, o Produto único é a Agenda de Prioridades. Portanto, os Processos serão aqui avaliados e monitorados a partir dos itens da Agenda. A Avaliação e o Monitoramento da Execução, subdivide-se em Avaliação e Monitoramento da Realização da Agenda de Prioridades; e Avaliação dos Resultados da Realização da Agenda. Este último item estabelece uma conexão com a Avaliação de Impacto e só será tratado mais adiante. Cabe ver aqui como as prioridades da agenda estão sendo realizadas do ponto de vista das dimensões avaliativas consideradas pelo SAM. Constituem perguntas relevantes para o início do processo de Avaliação e Monitoramento da Realização da Agenda de Prioridades as seguintes questões: Quantas novas pessoas foram conectadas à Rede à partir da ação acima? (Anexar cópia do Termo de Adesão à Rede dessas pessoas). Foi (ou está sendo) construído um espaço de convivência do programa na localidade? Onde? Quando (ou quando ficará pronto)? Quais equipamentos foram instalados (ou cuja instalação está sendo providenciada)? Quais as parcerias que foram feitas para a construção do espaço de convivência? Quais os equipamentos de informação e comunicação estão (ou estarão) disponíveis nesse espaço de convivência? Quantas pessoas se engajaram em equipes de trabalho para construir esse espaço de convivência? Foi realizada alguma ação simbólica na localidade com a convocação de toda a Rede? Qual? Quando? Quantas pessoas participaram dessa ação? Foi realizada alguma confraternização na localidade com a convocação de toda a Rede? Qual? Quando? O que foi comemorado? Quantas pessoas participaram dessa ação? Foi realizado algum projeto demonstrativo? Qual? Quais as parcerias que foram feitas para a realização desse projeto demonstrativo? Quantas pessoas se engajaram em equipes de trabalho para realizar esse projeto demonstrativo? Aconteceram coisas não previstas pelo programa durante o processo de realização do projeto demonstrativo? Quais? A partir daí será monitorada e avaliada a realização da Agenda de Prioridades propriamente dita. Para cada item da Agenda (Prioridade 1, Prioridade 2, Prioridade N etc.) valem as mesmas perguntas: Como foi realizada a Prioridade N da Agenda? Em que período (colocar aqui as datas inicial e final ou a data inicial e a previsão de conclusão da ação)? Quantas pessoas efetivamente participaram da equipe de trabalho formada em torno dessa prioridade? Quais as parcerias que foram feitas para a realização dessa prioridade? Dessas parcerias, quais realmente se efetivaram (na prática)? A Prioridade N foi realizada satisfatoriamente? Todas as ações necessárias à sua realização foram concluídas? Aconteceram coisas não previstas pelo programa durante o processo de realização da Prioridade N? Quais?

12 A Metodologia do Processo de Avaliação de Impacto A estratégia de avaliação do programa compreende o levantamento das ações de desenvolvimento latu sensu que estão sendo realizadas em parceria em cada localidade e a análise dessas parcerias do ponto de vista da sua composição. As ferramentas utilizadas compreenderão a construção de um indicador centrado nas parcerias efetivamente realizadas para a realização das ações prioritárias da Agenda. Parceiros institucionais (formais ou informais) e participantes individuais envolvidos na efetivação de ações concretas de desenvolvimento serão considerados elementos-chave para a composição de tal indicador. Premissas e definições arbitrariamente adotadas para a construção do Indicador de Impacto (IDL) O Indicador de Desenvolvimento Local (IDL) será medido por uma comparação de três indicadores: o Indicador do Número de Parcerias (N); o Indicador de Intersetorialidade das Parcerias (I) e o Indicador de Participação Voluntária do Cidadão em ações em Parceria (V). Estes três indicadores ainda não são variáveis correlacionáveis matematicamente em uma equação, o que, se fosse possível, produziria, em termos sistêmicos, um Índice (sistêmico) de Desenvolvimento Local. Isso não pode ser feito antes da observação do comportamento dessas variáveis isoladamente e das suas correlações mútuas. Assim como o Desenvolvimento Local é local, indicadores de Desenvolvimento Local também deverão ser locais. Portanto, qualquer indicador a ser desenvolvido deverá ser uma razão (matemática) da população da localidade onde é aplicado. Quanto menor o âmbito social da localidade mais pertinente se torna o indicador. Como não há condições práticas de medir o âmbito social (ou o tamanho social de uma localidade, do ponto de vista da conectividade na rede social correspondente) será utilizado sempre um denominador que expresse a população da localidade. Por razões óbvias, indicadores de desenvolvimento local funcionarão melhor em agregados de proximidade (comunidades sócio-territoriais pequenas, ruas, às vezes vilas) do que em bairros; e funcionarão melhor em bairros do que em regiões. INDICADOR DO NÚMERO DE PARCERIAS (N) Trata-se do número absoluto de ações de interesse público realizadas em parceria dividido pela população da localidade. Interesse público é aqui definido como a conjunção de finalidade pública com regime de funcionamento público, tomando-se como referência as definições constantes da Lei 9790/99. Para efeitos desse indicador, a participação voluntária de cidadãos em uma ação de parceria na qualidade de indivíduos e não de representantes de organizações será levada em conta como uma e apenas uma parceria com a sociedade civil. Ações compulsórias de cidadãos, para atender exigências de contrapartidas de programas governamentais não serão levadas em conta para o cálculo do IDL. Conjunções de esforços intra-governamentais não serão consideradas parcerias. N = P1 + P2 + P Pn / H Onde N é o número total de Parcerias, P são as parcerias e H é o número de habitantes da localidade. INDICADOR DE INTERSETORIALIDADE DAS PARCERIAS (I) Considera-se, para efeitos do cálculo desse indicador, que: as parcerias intersetoriais envolvendo três setores diferentes terão peso 3; as parcerias intersetoriais envolvendo dois setores diferentes terão peso 2: e as parcerias intrasetoriais envolvendo dois ou três níveis de governo terão peso 1. I = Número de parcerias tri ou poli setoriais X 3 + Número de parcerias bi-setoriais X 2 + Número de parcerias intrasetoriais X 1 / H. Onde H é o número de habitantes da localidade.

13 INDICADOR DE PARTICIPAÇÃO VOLUNTÁRIA DO CIDADÃO EM AÇÕES EM PARCERIA (V) O número de cidadãos voluntários efetivamente envolvidos em uma ação é relevante. Este número absoluto será considerado em cada ação em parceria. V = C1 + C2 + C3 + + Cn / H Onde Cn é o número de cidadãos que participam voluntariamente da ação em parceria Pn e H é o número de habitantes da localidade. CONSTRUINDO UM ÍNDICE SISTÊMICO DE DESENVOLVIMENTO LOCAL Aplicados os três indicadores acima, caberia observar o seu comportamento para iniciar um processo de construção de um índice sistêmico de DL, estabelecendo as relações entre as três variáveis N, I e V, ou seja, determinando os tipos de conexão entre elas e os valores das constantes que deverão necessariamente figurar em uma equação matemática. ESTRATÉGIAS E FERRAMENTAS DO SAM De acordo com a concepção do SAM compreendendo os referenciais conceituais, os fundamentos da metodologia de avaliação e monitoramento de desempenho e da avaliação de impacto do programa, bem como indicações para a construção dos instrumentais necessários para coleta das informações, os indicadores de avaliação e monitoramento e a descrição da metodologia de avaliação e monitoramento da implantação e da execução do programa tais instrumentos, que se destinam a viabilizar o processo de avaliação e monitoramento, deverão conter: a) questionários para a avaliação de desempenho e o monitoramento de 13 produtos da implantação do programa; b) questionários para a avaliação de desempenho e o monitoramento da execução do programa (Agenda de Prioridades); c) estratégias para a utilização dos questionários; d) instrumentos de sistematização dos dados recolhidos pelos questionários; e) critérios para a avaliação de desempenho; f) estratégias e ferramentas de monitoramento; g) formulário para coleta de dados que permitirão o cálculo dos três indicadores de impacto do programa; e h) estratégias de avaliação de impacto. Estratégias de Avaliação de Desempenho É necessário estabelecer um número mínimo de questionários que serão aplicados para cada produto. Pode-se estabelecer uma percentagem em relação ao tamanho da Rede do Desenvolvimento Comunitário. Para cada produto, recomenda-se entrevistar pelo menos 3 pessoas da Equipe de Articulação, de modo separado e independente o que será suficiente para captar eventuais parcialidades de apreciação. Instrumentos de Sistematização Os dados recolhidos pela aplicação dos questionários alimentarão um banco de dados especialmente desenvolvido para sistematizar e totalizar os resultados. O programa pode lançar mão de bancos de dados e de programas de totalização já disponíveis. Critérios de Avaliação de Desempenho Os critérios de avaliação de desempenho serão estabelecidos a partir das seguintes dimensões avaliativas: a) a dimensão temporal (relativa ao cronograma, se está ou não está seguindo os prazos previstos); b) a dimensão espacial (relativa à abrangência e a capilaridade, se está ou não está conseguindo chegar às regiões, bairros e vilas); c) a dimensão conceitual (relativa à consistência e coerência dos produtos almejados); d) a dimensão participativa (relativa ao número de pessoas envolvidas e consultadas e à diversidade política e social do universo atingido); e e) a dimensão inovadora (relativa às inovações que foram introduzidas e às novas maneiras de fazer as coisas que foram ensaiadas).

14 Os dados recolhidos pelos questionários e sua sistematização permitirão atribuir notas para as cinco dimensões acima, estabelecendo padrões de referência a posteriori para a avaliação de desempenho, tanto no tocante à implantação, quanto no que diz respeito à execução do programa (na verdade, a realização da Agenda de Prioridades). Instrumentos de Monitoramento As ferramentas de monitoramento são, em parte, as mesmas ferramentas de coleta de dados para a avaliação de desempenho (ou seja, os questionários e o sistema informatizado de totalização e sistematização). Além dessas ferramentas comuns, deve haver como instrumento principal de monitoramento um site do programa (ou um conjunto articulado de blogs) onde serão publicados e permanecerão disponíveis on line, os produtos da implantação e da execução do programa. Assim, qualquer pessoa com acesso à Internet poderá saber o estágio atual do programa e, além disso, fazer sugestões de correção de rumos. Este sistema deve poder ser alimentado descentralizadamente pela própria Equipe de Articulação. Deve permanecer aberto ao usuário que poderá postar seus comentários sem censura prévia. A estratégia de monitoramento, entretanto, é diferente da estratégia de avaliação de desempenho. Ela prevê, concluída cada etapa (passos) da implantação ou da execução do programa, uma reunião da Coordenação do programa para avaliar os resultados sistematizados dos questionários. Isso deverá ser feito com defasagem de apenas um passo, permitindo eventuais correções de rumo, mesmo as mais radicais (como, por exemplo, a orientação de refazer um passo que dos pontos de vista das dimensões temporal, espacial, conceitual, participativa ou inovadora não foi realizado de acordo com o esperado). Permitirá, ainda, mudar a própria metodologia de implantação ou execução do programa, na eventualidade do número de respostas insatisfatórias atingir patamares significativos. Cabe ressaltar que a inclusão de uma dimensão inovadora dentre os critérios avaliativos é, em si, uma inovação muito importante. Por meio dela, o programa premia não apenas a reprodução adequada de um desenho original ou modelo pré-existente, mas permanece atento e até estimula a inovação social, ao admitir que a prática efetiva pode aportar modificações positivas, capazes de aperfeiçoar o programa e que não poderiam ser pensadas a priori. Ou seja, leva-se aqui, às últimas conseqüências, a idéia de que programa inovador é aquele que desencadeia inovações capazes de retroagir sobre o seu desenho original, modificando esse desenho. Construindo as séries de indicadores de impactos A chamada avaliação de impacto ou de efetividade de um programa é uma questão muito complexa. A tentação de construir indicadores para avaliar o impacto de ações programadas acarreta, em geral, desvios importantes dos objetivos dessas ações. As pessoas ficam tentadas a querer medir os resultados objetivos, na vida das populações, das ações que desenvolvem em qualquer tipo de programa. Adotam assim um meta-objetivo não-declarado, como se todas as ações de um programa social devessem se traduzir imediatamente como ações em prol da melhoria das condições de vida de uma população. Daí é um passo para quererem saber como tal ou qual programa reduziu a mortalidade infantil ou aumentou a expectativa de vida ao nascer, incrementou a renda familiar ou a escolaridade. Na verdade isso ocorre em virtude de uma confusão ainda amplamente generalizada entre desenvolvimento humano e desenvolvimento social. Toma-se o desenvolvimento social como um resultado do desenvolvimento humano. Imagina-se, erroneamente, que o capital social é uma espécie de resultado acumulado dos incrementos do capital humano. Para um programa de investimento em capital social as coisas não podem ser assim. O programa deve buscar melhorar as condições (ou a qualidade) de vida por meio de melhorias nas condições (ou na qualidade) de convivência social. Trata-se de um programa social stricto sensu, aplicado num contexto em que a imensa maioria dos programas sociais, conquanto assim chamados, não o são. Um programa de investimento em capital social não pode pretender atingir diretamente nenhum patamar desejável em indicadores de desenvolvimento humano. Deve pretender (o que não é pouca coisa) criar o ambiente social favorável ao sucesso de outras iniciativas de desenvolvimento (inclusive de desenvolvimento humano). Assim, não pode ser medido pelo que não pretende atingir e sim pelo que quer alcançar. Pelos motivos já expostos anteriormente neste documento, os indicadores de impacto estão

15 relacionados a possíveis medidas de capital social: número de parcerias institucionais em prol da realização de ações de finalidade e caráter público, intersetorialidade dessas parcerias e envolvimento de trabalho voluntário de indivíduos da população na realização dessas ações em parceria, conforme as equações já apresentadas. Tudo isso indica que as estratégias de avaliação de impacto deverão estar centradas na capacidade de uma determinada localidade de fazer acontecer coisas que não aconteceriam somente a partir da intervenção governamental. O que pressupõe a aplicação de um formulário de coleta de dados entre aquela parcela da população que se mobiliza para efetivar tais ações e que nada sabe e nem mesmo espera de ações governamentais. A aplicação de um formulário de coleta de dados para o cálculo dos indicadores de impacto deverá ser feita nas localidades onde está sendo realizado o programa. O número de formulários (amostragem) não é significativo, pois o que se trata é de captar o que está acontecendo, independentemente da percepção da população sobre o impacto das ações realizadas. Ou seja, uma pequena ação envolvendo muitos parceiros e muitos indivíduos colaboradores voluntários, é mais significativa para os propósitos da avaliação do programa do que uma grande ação feita por poucos parceiros e pouco envolvimento da população, mesmo que tal ação seja mais conhecida e que seus resultados sejam mais impactantes do ponto de vista da qualidade de vida daquela população. Desde que se consiga recolher os dados do formulário, o cálculo dos indicadores é trivial. O que não é trivial é interpretar os resultados numéricos obtidos. Será necessário construir uma série histórica com, no mínimo, três números diferentes para cada indicador, para que comece a fazer sentido qualquer interpretação. Assim, no primeiro ano de implantação do programa o que estará sendo feito é apenas um teste dos indicadores, zerando o instrumento ou construindo um valor de referência (tradicionalmente ex ante) para a interpretação dos números posteriores. A coleta de dados para o cálculo dos indicadores de avaliação de impacto deverá ser feita, anualmente, durante o processo de entrevistas para o Diagnóstico dos Ativos e das Necessidades. A partir do terceiro ano será possível, talvez, construir um índice sistêmico de desenvolvimento local, estabelecendo as relações entre as três variáveis N, I e V; ou seja, determinando os tipos de conexão entre elas e os valores das constantes que deverão necessariamente figurar em uma equação matemática.

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE)

O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE) O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE) É o chamado do Ministério da Educação (MEC) à sociedade para o trabalho voluntário de mobilização das famílias e da comunidade pela melhoria da

Leia mais

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br Apresentação preparada para: I Congresso de Captação de Recursos e Sustentabilidade. Promovido

Leia mais

Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos. Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil

Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos. Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil Novo cenário da mobilidade urbana Plano de Mobilidade Urbana:

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA AGÊNCIA BRASILEIRA DE COOPERAÇÃO - ABC INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA - IICA INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

com parceiros na produção de informações e conhecimento, compartilhamento de trabalhos com vistas a alavancar os resultados e abolir duplicidades.

com parceiros na produção de informações e conhecimento, compartilhamento de trabalhos com vistas a alavancar os resultados e abolir duplicidades. TERMO DE REFERÊNCIA 1. OBJETO Contratação de consultoria especializada para desenvolvimento dos serviços técnicos necessários à elaboração da metodologia para a estruturação da Rede de Parceiros para o

Leia mais

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais PRINCÍPIOs 1. A inclusão digital deve proporcionar o exercício da cidadania, abrindo possibilidades de promoção cultural,

Leia mais

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012)

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais.

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais. EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 10/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 10/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

2.2 ATIVIDADES Atividade 4.2.3 - Formular as sistemáticas de planejamento e avaliação das escolas para uso na implantação do PDE.

2.2 ATIVIDADES Atividade 4.2.3 - Formular as sistemáticas de planejamento e avaliação das escolas para uso na implantação do PDE. Impresso por: ANGELO LUIS MEDEIROS MORAIS Data da impressão: 07/10/2013-10:07:01 SIGOEI - Sistema de Informações Gerenciais da OEI TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2703 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA PROCESSO

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2517 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO DATA DE CRIAÇÃO: 29/07/2013

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2517 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO DATA DE CRIAÇÃO: 29/07/2013 Impresso por: RODRIGO DIAS Data da impressão: 07/08/2013-18:06:16 SIGOEI - Sistema de Informações Gerenciais da OEI TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2517 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO DATA

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social II Fórum de Informação em Saúde IV Encontro da Rede BiblioSUS O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social Maria de Fátima Ramos Brandão Outubro/2007 1 Apresentação O Projeto Casa Brasil Modelos

Leia mais

Información sobre Herramientas Metodológicas de Diagnóstico Participativo

Información sobre Herramientas Metodológicas de Diagnóstico Participativo Datos generales: Información sobre Herramientas Metodológicas de Diagnóstico Participativo 1. Nombre de la herramienta: Conselhos de Desenvolvimento Comunitário (Programa Comunidade Ativa) 2. Organización

Leia mais

Por que Projetos Sociais?

Por que Projetos Sociais? PROJETOS SOCIAIS Por que Projetos Sociais? Projetos são resultado de uma nova relação entre Estado e Sociedade Civil; Mudanças no que se relaciona à implantação de políticas sociais; Projetos se constroem

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento)

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Nos dois últimos anos, vimos construindo as bases de um crescimento sustentável e socialmente benéfico para a grande maioria dos brasileiros.

Leia mais

Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar

Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar março de 2012 Introdução Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar na gestão pública. A criação

Leia mais

1 LIDERANÇA. Indicador 1: Eficiência da Comunicação Organizacional

1 LIDERANÇA. Indicador 1: Eficiência da Comunicação Organizacional COMPILADO DAS SUGESTÕES DE MELHORIAS PARA O IDGP/2011 por critério e indicador 1 LIDERANÇA O critério Liderança aborda como está estruturado o sistema de liderança da organização, ou seja, o papel da liderança

Leia mais

Bolonha, fevereiro de 2014

Bolonha, fevereiro de 2014 Bolonha, fevereiro de 2014 Portaria n.º 1654, de 19 de Julho de 2011. Objetivo principal Induzir a ampliação do acesso e a melhoria da qualidade da atenção básica, com garantia de um padrão de qualidade

Leia mais

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS ENCONTRO DE GRUPOS REGIONAIS DE ARTICULAÇÃO- ABRIGOS - SÃO PAULO O QUE É UMA REDE DE PROTEÇÃO SOCIAL? sistemas organizacionais capazes de reunir indivíduos e instituições,

Leia mais

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações CIDADES DIGITAIS CONSTRUINDO UM ECOSSISTEMA DE COOPERAÇÃO E INOVAÇÃO Cidades Digitais Princípios

Leia mais

PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO

PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratar consultoria por produto para formular

Leia mais

LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015

LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015 LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015 Institui o Sistema Municipal de Assistência Social do Município de Santo Antônio da Patrulha e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL de Santo Antônio da Patrulha,

Leia mais

3.1 Planejar, organizar e realizar oficinas de mapeamento participativo utilizando técnicas de educação popular e promoção da saúde;

3.1 Planejar, organizar e realizar oficinas de mapeamento participativo utilizando técnicas de educação popular e promoção da saúde; EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 05/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 05/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

Programa Operacional Regional do Algarve

Programa Operacional Regional do Algarve Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Domínio Temático CI Competitividade e Internacionalização Prioridades de investimento: 11.2 Aprovado

Leia mais

A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades de Extensão Universitária

A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades de Extensão Universitária Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO SESI. Reconhecendo Parcerias, Transformando Vidas. REGULAMENTO

CONSELHO NACIONAL DO SESI. Reconhecendo Parcerias, Transformando Vidas. REGULAMENTO CONSELHO NACIONAL DO SESI Reconhecendo Parcerias, Transformando Vidas. Um Selo que surge para reconhecer o trabalho das pessoas e instituições que, em parceria com o SESI, constroem pontes para que adolescentes

Leia mais

EDITAL. Subvenção aos Núcleos Estaduais ODM do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade

EDITAL. Subvenção aos Núcleos Estaduais ODM do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade EDITAL Subvenção aos Núcleos Estaduais ODM do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade 1. Justificativa Geral A Declaração do Milênio deixa clara a importância da participação social ao considerar

Leia mais

20 de junho de 2013.)

20 de junho de 2013.) 20 de junho de 2013.) Tecnologias Educacionais (G.E.N.T.E.) _ 2 _ > Rio de Janeiro 20 de junho de 2013 Proposta elaborada pelo IETS _Contextualização O projeto Ginásio Experimental de Novas Tecnologias

Leia mais

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Marcelo de Paula Neves Lelis Gerente de Projetos Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades Planejamento

Leia mais

Programa de Governança Solidária Local

Programa de Governança Solidária Local Programa de Governança Solidária Local A partir de 2005, a Prefeitura de Porto Alegre colocou em prática uma profunda reformulação no seu modelo de gestão e relação com a sociedade. Estruturadas a partir

Leia mais

Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica

Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica INTRODUÇÃO O Grupo Telefônica, consciente de seu importante papel na construção de sociedades mais justas e igualitárias, possui um Programa de

Leia mais

Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Monitorização e Avaliação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE

Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Monitorização e Avaliação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE 3. Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete 65 66 3.1 Objectivos e Princípios Orientadores O sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete, adiante designado

Leia mais

TEATRO SOCIAL: VALORES PARA A VIDA

TEATRO SOCIAL: VALORES PARA A VIDA TEATRO SOCIAL: VALORES PARA A VIDA Utilizando o Teatro como Ferramenta de Ensino e Transformação Social CONEXÃO SOCIAL REDE NACIONAL DE ENSINO SOCIOEMOCIONAL IASEA 2015 1. APRESENTAÇÃO TEATRO SOCIAL é

Leia mais

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental GOVERNO DO ESTADO DE SÃO APULO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DIRETRIZES PEDAGÓGICAS O que se espera

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local 1 Por: Evandro Prestes Guerreiro 1 A questão da Responsabilidade Social se tornou o ponto de partida para o estabelecimento

Leia mais

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE TRIBUTAÇÃO IMOBILIÁRIA Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária Salvador, 21 e 22 de novembro de 2007 SESSÃO III Inovação,

Leia mais

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem?

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? SAIBA TUDO SOBRE O ENEM 2009 Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? Até 2008, o Enem era uma prova clássica com 63 questões interdisciplinares, sem articulação direta com os

Leia mais

COMUNICAÇÃO EM SAÚDE

COMUNICAÇÃO EM SAÚDE Fórum ONG/AIDS RS COMUNICAÇÃO EM SAÚDE Paulo Giacomini Porto Alegre, 30 de Outubro de 2014. Comunicação 1. Ação de comunicar, de tornar comum (à comunidade) uma informação (fato, dado, notícia); 2. Meio

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

Pesquisa de Maturidade do GERAES. Data de aplicação: 21/02/08

Pesquisa de Maturidade do GERAES. Data de aplicação: 21/02/08 Pesquisa de Maturidade do GERAES Data de aplicação: 21/02/08 Pesquisa de Maturidade Metodologia MPCM / Darci Prado Disponível em www.maturityresearch.com Metodologia da pesquisa 5 níveis e 6 dimensões

Leia mais

Entre o Suas e o Plano Brasil sem Miséria: Os Municípios Pactuando Caminhos Intersetoriais. 14º Encontro Nacional do Congemas

Entre o Suas e o Plano Brasil sem Miséria: Os Municípios Pactuando Caminhos Intersetoriais. 14º Encontro Nacional do Congemas Entre o Suas e o Plano Brasil sem Miséria: Os Municípios Pactuando Caminhos Intersetoriais 14º Encontro Nacional do Congemas CRAS como unidade de gestão local do SUAS 14º Encontro Nacional do Congemas

Leia mais

BRA/12/018 DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIAS DE ARTICULAÇÃO E GESTÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA PROMOÇÃO DA DEMOCRACIA PARTICIPATIVA

BRA/12/018 DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIAS DE ARTICULAÇÃO E GESTÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA PROMOÇÃO DA DEMOCRACIA PARTICIPATIVA Edital 29/2014 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL BRA/12/018 DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIAS DE ARTICULAÇÃO E GESTÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA PROMOÇÃO DA DEMOCRACIA PARTICIPATIVA PROCESSO SELETIVO

Leia mais

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal Mapa de obras contratadas pela CEF, em andamento com recursos do Governo Federal 5.048

Leia mais

Avaliação de Projetos Sociais

Avaliação de Projetos Sociais Avaliação de Projetos Sociais Alice DiGam alicedigam@gmail.com h"p://www.fatosdesconhecidos.com.br/quantas- cores- sera- que- voce- enxerga- faca- o- teste- e- descubra/ 20 20-32 33-39 Da Avaliação Quando

Leia mais

Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade

Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade Existe a compreensão evidente por parte das lideranças empresariais, agentes de mercado e outros formadores de opinião do setor privado

Leia mais

CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO

CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO TEMA: ELABORAÇÃO DE PROJETOS COM FOCO NA FAMÍLIA Março/2010 ELABORAÇÃO DE PROJETOS ELABOR-AÇÃO: palavra-latim-elabore preparar, formar,ordenar AÇÃO: atuação, ato PRO-JETOS: palavra-latim-projetus

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

QUAIS INSTRUMENTOS SÃO USADOS NO MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS?

QUAIS INSTRUMENTOS SÃO USADOS NO MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS? COMO SE FAZ NO BRASIL: PRINCIPAIS INSTRUMENTOS DE MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS COMO SE FAZ O MONITORAMENTO? O monitoramento de programas envolve as seguintes etapas:» 1ª etapa: Coleta regular de

Leia mais

Programa Nacional de Apoio a Fundos Solidários

Programa Nacional de Apoio a Fundos Solidários Programa Nacional de Apoio a Fundos Solidários Elementos de uma Proposta REDE? SISTEMA? Beneficiários do Bolsa Família não conseguem financiamento para iniciar atividades produtivas Os Fundos Solidários

Leia mais

GUIA PARA LEVANTAMENTO DE DADOS PELAS SEDUCS VISANDO A ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO EM E PARA OS DIREITOS HUMANOS

GUIA PARA LEVANTAMENTO DE DADOS PELAS SEDUCS VISANDO A ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO EM E PARA OS DIREITOS HUMANOS GUIA PARA LEVANTAMENTO DE DADOS PELAS SEDUCS VISANDO A ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO EM E PARA OS DIREITOS HUMANOS I. PERFIL DO/A INTERLOCUTOR/A DESIGNADO PELA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO 1.Nome 2.

Leia mais

Política de C & T > Indicadores O retorno do investimento Avaliação revela alto grau de eficiência em quatro programas da FAPESP Fabrício Marques

Política de C & T > Indicadores O retorno do investimento Avaliação revela alto grau de eficiência em quatro programas da FAPESP Fabrício Marques Pesquisa FAPESP - Maio 2008 - Edição 147 Política de C & T > Indicadores O retorno do investimento Avaliação revela alto grau de eficiência em quatro programas da FAPESP Fabrício Marques Quatro grandes

Leia mais

O Fórum Económico de Marvila

O Fórum Económico de Marvila Agenda O Fórum Económico de Marvila A iniciativa Cidadania e voluntariado: um desafio para Marvila A Sair da Casca O voluntariado empresarial e as políticas de envolvimento com a comunidade Tipos de voluntariado

Leia mais

3. 1 Executar e monitorar as metas e etapas previstas no Plano de Trabalho assim com sua execução operacional, administrativa e financeira.

3. 1 Executar e monitorar as metas e etapas previstas no Plano de Trabalho assim com sua execução operacional, administrativa e financeira. EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 02/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 02/2012 TIPO: MELHOR QUALIFICAÇÃO TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos,

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

RAG - 2006 O RELATÓRIO DA AÇÃO GOVERNAMENTAL

RAG - 2006 O RELATÓRIO DA AÇÃO GOVERNAMENTAL RAG - 2006 O RELATÓRIO DA AÇÃO GOVERNAMENTAL RELATÓRIO DE QUE? AVALIAÇÃO: Avaliação anual avaliamos a execução durante o ano, a entrega dos produtos e os seus impactos. AVALIAÇÃO PARA QUE? OBJETIVOS: Prestar

Leia mais

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO SISTEMATIZAÇÃO DOS RESULTADOS Atendendo a solicitação do CNMP, o presente documento organiza os resultados

Leia mais

11 de maio de 2011. Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica

11 de maio de 2011. Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica 11 de maio de 2011 Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica 1 ANÁLISE DOS RESULTADOS DO SPAECE-ALFA E DAS AVALIAÇÕES DO PRÊMIO ESCOLA NOTA DEZ _ 2ª Etapa 1. INTRODUÇÃO Em 1990, o Sistema de Avaliação

Leia mais

Justificativa da iniciativa

Justificativa da iniciativa Sumário Justificativa da iniciativa O que é o Framework? Apresentação básica de cada ferramenta Quais projetos serão avaliados por meio do Framework? Fluxo de avaliação Expectativas Justificativa da iniciativa

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher TERMO DE REFERENCIA Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Supervisão Geral No âmbito do Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher, conveniado com a Secretaria Especial

Leia mais

visitas às instituições sociais. Os colaboradores voluntários também foram consultados, por meio da aplicação de um questionário.

visitas às instituições sociais. Os colaboradores voluntários também foram consultados, por meio da aplicação de um questionário. 1. Apresentação O Voluntariado Empresarial é um dos canais de relacionamento de uma empresa com a comunidade que, por meio da atitude solidária e proativa de empresários e colaboradores, gera benefícios

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Secretaria de Coordenação Política e Governança Local

Secretaria de Coordenação Política e Governança Local Governança Solidária Local O exemplo de Porto Alegre Secretaria de Coordenação Política e Governança Local Porto Alegre / RS / Brasil Brasília 2.027 Km Buenos Aires 1.063 Km Montevidéu 890 Km Assunção

Leia mais

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Termo de Referência Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico No âmbito do Programa Pernambuco Trabalho e Empreendedorismo da Mulher conveniado

Leia mais

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia.

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Introdução Sávio Marcos Garbin Considerando-se que no contexto atual a turbulência é a normalidade,

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

PROJETO SEMANA CULTURA VIVA 10 ANOS DE CIDADANIA E DIVERSIDADE CULTURAL

PROJETO SEMANA CULTURA VIVA 10 ANOS DE CIDADANIA E DIVERSIDADE CULTURAL MINISTÉRIO DA CULTURA SECRETARIA DA CIDADANIA E DA DIVERSIDADE CULTURAL PROJETO SEMANA CULTURA VIVA 10 ANOS DE CIDADANIA E DIVERSIDADE CULTURAL Brasília, Novembro de 2014. APRESENTAÇÃO A primeira Semana

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 Sandra M. Zákia L. Sousa 2 As demandas que começam a ser colocadas no âmbito dos sistemas públicos de ensino, em nível da educação básica, direcionadas

Leia mais

SELO SOCIAL VIRAVIDA. Você acaba de chegar ao SELO SOCIAL VIRAVIDA SELO SOCIAL VIRAVIDA REGULAMENTO

SELO SOCIAL VIRAVIDA. Você acaba de chegar ao SELO SOCIAL VIRAVIDA SELO SOCIAL VIRAVIDA REGULAMENTO SELO SOCIAL VIRAVIDA BOAS VINDAS! Você acaba de chegar ao SELO SOCIAL VIRAVIDA SELO SOCIAL VIRAVIDA REGULAMENTO 1. DO SELO 1. O Selo Social ViraVida é uma iniciativa do Serviço Social da Indústria - SESI,

Leia mais

12º CONCURSO BANCO REAL UNIVERSIDADE SOLIDÁRIA

12º CONCURSO BANCO REAL UNIVERSIDADE SOLIDÁRIA 12º CONCURSO BANCO REAL UNIVERSIDADE SOLIDÁRIA :: INTRODUÇÃO :: O Grupo Santander Brasil acredita que a educação é a principal ferramenta para construir um mundo sustentável e melhor. Por isso, investe

Leia mais

GESTÃO DAS POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS NOS GOVERNOS ESTADUAIS BRASILEIROS

GESTÃO DAS POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS NOS GOVERNOS ESTADUAIS BRASILEIROS Inter-American Development Bank Banco Interamericano de Desarrollo Banco Interamericano de desenvolvimento Banque interámericaine de développment BR-P1051 Departamento de Países do Cone Sul (CSC) Rascunho

Leia mais

NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA SERVIÇOS TÉCNICOS ESPECIALIZADOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DOS NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NOS INSTITUTOS QUE OPERAM NO ÂMBITO DA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE CONTRATO 189-01/2012 RELATÓRIO 1 30.09.2012

Leia mais

REGULAMENTO DESAFIO CRIATIVOS DA ESCOLA

REGULAMENTO DESAFIO CRIATIVOS DA ESCOLA REGULAMENTO DESAFIO CRIATIVOS DA ESCOLA O Desafio Criativos da Escola é um concurso promovido pelo Instituto Alana com sede na Rua Fradique Coutinho, 50, 11 o. andar, Bairro Pinheiros São Paulo/SP, CEP

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

Oficina. com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros, para o correto funcionamento dos conselhos.

Oficina. com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros, para o correto funcionamento dos conselhos. Oficina Gestão do SUAS e o Controle Social Ementa: Orientar a reorganização dos órgãos gestores no tocante a legislação, com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros,

Leia mais

A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor.

A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor. A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor. A ESCOLA PRECISA SER VISTA COMO UMA UNIDADE FUNDAMENTAL PARA

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA. Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA. Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler REPRESENTAÇÕES DE EDUCAÇÃO E DE MEIO AMBIENTE O QUE ENTENDEMOS POR EDUCAÇÃO? O QUE

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades

Leia mais

POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350

POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA APROVAÇÃO: Resolução DIREX nº 462, de 10/09/2012. VIGÊNCIA: 10/09/2012 POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350 1/6 ÍNDICE

Leia mais

Projeto Cidades da Copa PLANO DE AÇÃO PORTO ALEGRE - RS

Projeto Cidades da Copa PLANO DE AÇÃO PORTO ALEGRE - RS Projeto Cidades da Copa PLANO DE AÇÃO PORTO ALEGRE - RS PORTO ALEGRE EM AÇÃO É ESPORTE E EDUCAÇÃO O esporte não é educativo a priori, é o educador que precisa fazer dele ao mesmo tempo um objeto e meio

Leia mais

CLUBE DE LEITURA PALAVRA MÁGICA

CLUBE DE LEITURA PALAVRA MÁGICA CLUBE DE LEITURA PALAVRA MÁGICA LUCIANA PASCHOALIN (FUNDAÇÃO PALAVRA MÁGICA), GALENO AMORIM (OBSERVATÓRIO DO LIVRO E DA LEITURA). Resumo Em resposta ao diagnóstico e análise dos dados sobre o comportamento

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Serviços para geração de sistema de monitoramento territorial integrado em terras indígenas

TERMO DE REFERÊNCIA Serviços para geração de sistema de monitoramento territorial integrado em terras indígenas TERMO DE REFERÊNCIA Serviços para geração de sistema de monitoramento territorial integrado em terras indígenas 1. APRESENTAÇÃO A The Nature Conservancy (TNC) é uma organização sem fins lucrativos que

Leia mais

Mostra de Projetos 2011 "UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR"

Mostra de Projetos 2011 UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR Mostra de Projetos 2011 "UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR" Mostra Local de: Guarapuava Categoria do projeto: Projetos

Leia mais

Plan International e IIDAC com recursos do Fundo União Europeia

Plan International e IIDAC com recursos do Fundo União Europeia INSTITUTO INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO DA CIDADANIA TERMO DE REFERÊNCIA No. 012/2015 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA/JURÍDICA CONSULTOR POR PRODUTO 1. PROJETO Pontes para o Futuro 2. RECURSOS

Leia mais

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI Secretaria/Órgão: Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento

Leia mais

Elaboração e Gestão de Projetos Educacionais

Elaboração e Gestão de Projetos Educacionais UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ - UESC UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UAB CURSO DE PEDAGOGIA Elaboração e Gestão de Projetos Educacionais Profa. Aline Sobrinho Fevereiro/2014 Por que trabalhar com projetos?

Leia mais

Delegação da União Europeia em Moçambique

Delegação da União Europeia em Moçambique REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS E COOPERAÇÃO GABINETE DO ORDENADOR NACIONAL PARA A COOPERAÇÃO MOÇAMBIQUE / UE Delegação da União Europeia em Moçambique REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

Leia mais

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337.

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337. PROGRAMA TÉMATICO: 6229 EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES OBJETIVO GERAL: Ampliar o acesso das mulheres aos seus direitos por meio do desenvolvimento de ações multissetoriais que visem contribuir para uma mudança

Leia mais

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL 1. Apresentação O Programa de Voluntariado da Classe Contábil, componente do plano de metas estratégicas do Conselho

Leia mais

A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM. Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007

A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM. Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007 A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007 A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Dimensão formativa do programa voltada à educação para a cidadania

Leia mais

DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM) PARA OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ODS)

DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM) PARA OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ODS) DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM) PARA OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ODS) INTRODUÇÃO A Organização das Nações Unidas (ONU) está conduzindo um amplo debate entre governos

Leia mais

Coordenação: João Henrique Lara do Amaral Cynthya Almeida Coradi Relatoria: Stela Maris Aguiar Lemos

Coordenação: João Henrique Lara do Amaral Cynthya Almeida Coradi Relatoria: Stela Maris Aguiar Lemos RELATÓRIO OFICINA FNEPAS ESTADUAL MINAS GERAIS INTEGRALIDADE E QUALIDADE NA FORMAÇÃO E NAS PRÁTICAS EM SAÚDE: Integrando Formação, Serviços, Gestores e Usuários Local: COBEM Uberlândia Data: 22 de outubro

Leia mais

AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE DE SAÚDE

AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE DE SAÚDE MOVE 2015 AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE DE SAÚDE II CONGRESSO TODOS JUNTOS CONTRA O CANCER MOVE 2015 PRINCIPAIS MENSAGENS 01 AVALIAÇÃO É FUNDAMENTAL PARA GARANTIR A QUALIFICAÇÃO DOS PROCESSOS DE EDUCAÇÃO

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais