UM POUCO DA NOSSA HISTÓRIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UM POUCO DA NOSSA HISTÓRIA"

Transcrição

1 UM POUCO DA NOSSA HISTÓRIA AUTO POSTO AMIGÃO PARTE 2

2 AUTO POSTO AMIGÃO Diagramado por Diórgenes Natiel Rochinheski

3 Dedico este livro para todos que me apoiaram por mais esta etapa em minha vida.

4 APRESENTAÇÃO O conhecimento é a fonte principal para alcançar o sucesso. Diórgenes Rochinheski Sempre em busca do sucesso o Auto Posto Amigão traz aqui um pouco da sua história, visando o conhecimento para alcançar seus objetivos. Então, aqui está um pouco da nossa trajetória e da nossa empresa.

5 SUMÁRIO HISTÓRIA DA REFINARIA DE PETRÓLEO IPIRANGA... 6 NACIONALIZAÇÃO... 7 O CONFLITO... 8 AVANÇOS TECNOLÓGICOS NOVO CENÁRIO RELAÇÕES COM A COMUNIDADE MEIO AMBIENTE MEDIDAS PREVENTIVAS POLITICA INDUSTRIAL FASE ATUAL HISTÓRIA DO AUTO POSTO AMIGÃO... 21

6 6 Capítulo 1 HISTÓRIA DA REFINARIA DE PETRÓLEO IPIRANGA Em 1933, na cidade de Uruguaiana, Rio Grande do Sul, quando os empresários brasileiros João Francisco Tellechea e Eustáquio Ormazabal se associaram a empresários argentinos e fundaram a Destilaria Rio- Grandense de Petróleo S/A. Nessa fase inicial de operações, a Destilaria foi surpreendida por uma medida do governo argentino que proibiu a reexportação de petróleo, inviabilizando o esquema de recebimento de matéria-prima da empresa. Foi a partir daí que um grupo de empresários uruguaios começou a se articular para montar uma refinaria de petróleo no sul do país. Brasileiros, argentinos e uruguaios encontraram uma estreita faixa de terra entre o oceano e a Lagoa dos Patos e definiram que este seria o local ideal para instalar uma refinaria. O terreno deveria preencher uma série de requisitos: ter uma área entre 10 e 12 hectares, fácil ligação com o porto da cidade, com a linha de viação férrea, com a rede de água potável, com a rede elétrica e ter possibilidade de acesso rodoviário ao centro da cidade. Começava ali a árdua tarefa do aterro. Mesmo num tempo em que não existiam guindastes ou solda elétrica, o projeto foi executado com extrema rapidez. E no dia 07 de setembro de 1937 era inaugurada a Ipiranga S/A. - Companhia Brasileira de Petróleo, a atual Refinaria de Petróleo Ipiranga.

7 7 Capítulo 2 NACIONALIZAÇÃO O governo brasileiro, através do Decreto Lei 355, de abril de 1938, nacionalizou a industrialização do petróleo. Esse dispositivo legal estabeleceu que só poderiam ser acionistas de refinarias de petróleo brasileiros natos. Os sócios argentinos e uruguaios foram obrigados então a vender suas ações. Nessa ocasião, começou a ser moldada a estrutura de controle acionário da Ipiranga que prevalece até hoje. Permaneceram no negócio João Francisco Tellechea e Eustáquio Ormazabel (que transferiu a sua participação ao filho René Ormazabal). Entraram Carlos Fagundes de Mello, Aristides de Almeida, Francisco Martins Bastos e João Pedro Gouvêa Vieira. Aristides de Almeida vendeu, depois, a sua participação aos demais sócios.

8 8 Capítulo 3 O CONFLITO Após a reestruturação societária, a Refinaria conviveu com o fornecimento irregular de petróleo durante a II Guerra Mundial. O petróleo bruto vinha do Equador, transportado por navio petroleiro de bandeira argentina, que fazia sua rota passando pelo Estreito de Magalhães, no extremo sul da América do Sul. Preocupada com a falta de matérias-primas, todas desviadas para as nações em guerra, a Argentina se viu obrigada a impedir que seu cargueiro transportasse petróleo para o Brasil. A solução encontrada foi empregar um petroleiro brasileiro, o Recôncavo, e depois substituí-lo pelo Santa Maria, os dois únicos que havia. A situação se agravou quando a empresa que explorava e distribuía o petróleo equatoriano cancelou seu fornecimento ao Brasil, alegando que o almirantado inglês necessitava de matéria-prima. Não havia muita opção. Do Mediterrâneo, em plena área de conflito, não se podia cogitar a compra de petróleo. As Antilhas, que pareciam ser a opção natural, estavam bloqueadas pelos submarinos alemães que cercavam a região exatamente para impedir a saída de produtos das refinarias de Curação e Aruba. Com a entrada do Brasil na guerra, em 1942, o bloqueio alemão se tornou mais rígido. Sem petróleo, com os tanques quase vazios e sem perspectivas de conseguir abastecimento, a Refinaria chegou a paralisar suas atividades, com os funcionários fazendo serviços de manutenção para não serem despedidos.

9 9 Quando Getúlio Vargas se certificou de que as reservas da Refinaria estavam completamente esgotadas, o petroleiro Recôncavo partiu carregado das Antilhas, trazendo o abastecimento após driblar a intensa vigilância alemã. Com o recebimento da matéria-prima, a Refinaria voltou a operar. Nesse período, a Ipiranga iniciou sua participação no segmento químico, desenvolvendo tecnologia para a fabricação de solventes que supriram a indústria da borracha. Depois de estudar o problema junto ao parque industrial paulista de pneumáticos, a Ipiranga passou a fabricar, em caráter pioneiro, os solventes especiais usados na indústria da borracha, liberando o setor da dependência das importações e iniciando sua liderança neste setor.

10 10 Capítulo 4 AVANÇOS TECNOLÓGICOS Terminada a Guerra, em 1946, as atividades industriais se viam diante de um novo quadro. Como consequência direta do conflito, alguns avanços tecnológicos foram introduzidos no setor de máquinas e motores, que passaram a ser mais leves e mais potentes. O aumento da relação de compressão nos motores gerou a necessidade de novos combustíveis. A nova gasolina precisava de um índice de octanas superior ao que normalmente vinha sendo empregado, o que fez com que a Refinaria adaptasse suas unidades. Nesta época foi contratada uma empresa norteamericana para fornecer uma nova unidade industrial para o refino de petróleo bruto, chamado de Unidade de Craque amento Térmico. A partir da inauguração das novas instalações, em 1953, com a presença de Getúlio Vargas, a Refinaria Ipiranga entrava numa nova etapa de sua vida. Em 1948, com parte do ácido sulfúrico produzido pela Refinaria, a Ipiranga iniciava a sua participação no setor de fertilizantes, produzindo o superfosfato simples, que inaugurou uma nova fase no processo de adubação na agricultura brasileira. Entre o final dos anos 40 e início dos anos 50, a Refinaria mantinha uma série de indústrias correlatas, além das unidades de ácido sulfúrico e superfosfato, como fábricas de latas e tambores e uma unidade de produção de larga escala de cera para assoalhos. Incorporadas inicialmente à Refinaria, essas unidades passaram a compor a ICISA - Industrial e Comercial S/A, uma nova empresa criada especialmente

11 para operar as atividades que não tinham ligação imediata com o refino de petróleo. 11

12 12 Capítulo 5 NOVO CENÁRIO Com a criação, em 1997, da nova legislação do petróleo, o país iniciou o processo de abertura de um setor até então fechado à iniciativa privada, desde A Lei desregulamentou os mecanismos de preços, produção e vendas das refinarias existentes, inclusive as privadas, entre elas, a Refinaria Ipiranga. Essa mudança assegurou à empresa um período de cinco anos de transição, permitindo a adequação de seus parques fabris às novas condições de mercado. Diante desse novo cenário, a Refinaria que operou durante 45 anos limitada em sua capacidade produtiva iniciou uma nova fase em sua história. Após 45 anos de limitação, a capacidade de produção da Refinaria Ipiranga evoluiu cerca de 30%, tendo processado barris por dia durante O aumento de produção foi possível após a definição, em 1998, pela ANP, da titularidade da Refinaria, com base na capacidade operacional das instalações existentes. Além do aumento, o perfil de produção foi alterado devido à possibilidade de uso de matérias-primas mais adequadas, com a importação direta de 60% do petróleo consumido, a partir do segundo semestre de Estes dois fatores permitiram à Refinaria adotar maior flexibilidade de produção, proporcionando melhor aproveitamento das unidades de processo e conformidade às necessidades do mercado. Assim, manteve suas posições, com alavancagem no atendimento à demanda de diesel, por exemplo, e

13 13 evolução nas vendas de matéria-prima para produção de bunkers (combustíveis para navios). Atualmente a produção da Refinaria Ipiranga é de barris/dia, garantindo uma participação de 13,6% no mercado de produtos energéticos do Estado do Rio Grande do Sul.

14 14 Capítulo 6 RELAÇÕES COM A COMUNIDADE Há muitos anos, a Ipiranga também patrocina campanhas comunitárias de vacinação e agasalho, num esforço conjunto com os órgãos da administração, além de investir permanentemente em ações e programas que respeitam e asseguram o direito de uma vida com qualidade à população local. As ações desenvolvidas consistem, em sua maioria, em programas dirigidos às atividades filantrópicas, educacionais, culturais e assistenciais, destacando-se: auxílio a hospitais e entidades de saúde; programas de educação ambiental nas escolas; programa Alfabetização Solidária; destinação de recursos para o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente; restauração do patrimônio histórico; apoio à preservação da Estação Ecológica do Taim; e participação em eventos municipais, como a Festa do Mar, Concerto Ondas de Natal e Supermaratona. A Ipiranga agradece à cidade do Rio Grande por ter essa gente com o mesmo espírito realizador que a empresa carrega. Rio Grande e Ipiranga. Juntos, na construção de um futuro melhor.

15 15 Capítulo 7 MEIO AMBIENTE Ano após ano, a Refinaria Ipiranga vem desenvolvendo tecnologias e adquirindo novos equipamentos para o controle de poluentes, procurando sempre conciliar o desenvolvimento econômico com a proteção do meio ambiente. Na busca incessante pela qualidade e pelo aperfeiçoamento, a Refinaria investiu cerca de 20 milhões de dólares, só nos últimos anos. O principal desafio eram as emissões aéreas. A primeira medida adotada pela empresa foi passar a processar em suas unidades petróleo nacional com baixo teor de enxofre. Dois anos depois, em 1988, a Refinaria implantou um sistema de geração de energia, composto por um turbo-gerador, novas caldeiras e uma chaminé de 70 metros de altura. Entre outros resultados expressivos, o novo sistema, aliado à utilização de petróleo nacional, reduziu em 87% as emissões de dióxido de enxofre, graças à substancial diminuição da queima de óleo combustível.

16 16 Capítulo 8 MEDIDAS PREVENTIVAS Outras medidas de controle das emissões aéreas, especialmente de hidrocarbonetos, foram os tanques com tetos e selos flutuantes que acompanham o nível do produto e impedem as evaporações, um novo terminal de enchimento automatizado de caminhões e um novo terminal de carregamento de solventes. Ainda no combate às emissões aéreas, a partir de 1991 a empresa iniciou um plano de melhoria na automatização de suas unidades de refino, garantindo uma operação precisa e um combustível sempre dentro das especificações. O segundo grande desafio ambiental era o tratamento de efluentes líquidos, uma vez que no refino de petróleo são utilizados aproximadamente 350 mil litros de água por dia, que não podem voltar à natureza sem purificação. A Refinaria, por iniciativa própria inaugurou em 1994 uma Estação de Tratamento de Efluentes Líquidos, com tratamento biológico onde bactérias degradam a matéria orgânica contida no efluente e outros componentes tóxicos. O resultado é que a empresa alcançou o padrão de excelência no tratamento da água utilizada em seu processo, equiparando-se aos padrões dos países do Primeiro Mundo. O terceiro desafio da Refinaria foi a extinção da lagoa de borra oleosa que se originou de resíduos sólidos dos tanques de armazenamento de petróleo. Após intensivas experiências e testes foi encontrada a solução

17 17 de adicionar borra oleosa à argila para a fabricação de tijolos e cimento. Os resultados foram excelentes. Além disso, para melhor dimensionar e controlar este produto, uma lagoa nova, totalmente impermeabilizada está sendo construída e para ela serão transferidos todos os resíduos de tanques.

18 18 Capítulo 9 POLITICA INDUSTRIAL A Refinaria Ipiranga mantém uma Política de Higiene Industrial, Segurança e Meio Ambiente, que envolve todas as áreas da empresa no comprometimento ambiental. Trata-se de uma política de preservação da saúde e da integridade dos funcionários, preservação dos recursos naturais no meio ambiente onde a empresa atua e em ações preventivas de proteção em relação à comunidade em sua área de localização. Preocupada com o meio ambiente, a Refinaria Ipiranga realiza avaliações permanentes do seu desempenho ambiental. Auxiliada pela Consultoria Bureau Veritas, a empresa vem alinhando todas as suas operações às normas da ISO

19 19 Capítulo 10 FASE ATUAL No ano de 2008, a Ipiranga passou por uma nova fase. A Ultrapar, um dos maiores conglomerados privados do Brasil, firmou acordos para a aquisição dos ativos de distribuição de combustíveis e lubrificantes da Ipiranga localizados nas Regiões Sul e Sudeste. Resultado: a marca Ipiranga, sinônimo de tradição e qualidade, manteve-se forte nestas regiões. Em Abril de 2009, a Ultrapar realizou novas aquisições. Com a compra da Texaco pela Ultrapar, a Ipiranga aumentou a sua rede em 2 mil postos de combustíveis, totalizando, desde então, 5,9 mil postos de combustíveis com abrangência em todo o território nacional. A incorporação dos postos Texaco nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte permitiu à Ipiranga atender com maior eficiência clientes com operações e necessidades em escala nacional. Com isso, a Ipiranga voltou a ter acesso a regiões de altas taxas de crescimento de consumo. Os ganhos de escala gerados pela união entre Ipiranga e Texaco resultaram em serviços de melhor qualidade e em maior competitividade para todos os postos da rede, com benefícios para o consumidor. Atualmente, a rede Ipiranga conta com mais de 70 mil funcionários nos postos Ipiranga e Texaco. É a maior empresa privada do segmento de distribuição de combustíveis no Brasil e a segunda entre todas as distribuidoras. Seus postos são voltados a atender às necessidades diárias dos consumidores, ofertando desde combustíveis e lubrificantes até produtos de conveniência. São mais de mil lojas am/pm e mais de 700 unidades Jet

20 20 Oil, serviços automotivos especializados, instalados em postos Ipiranga. E não parou por ai. Com vocação declarada para o varejo, a Ipiranga se diferenciou por meio da diversificação de produtos e serviços. Lançada em 2009, a loja virtual da Ipiranga, o Ipirangashop.com, é um exemplo disso. Criada para facilitar a vida do cliente, ela permite que consumidores possam comprar produtos que vão desde eletroeletrônicos e unidades domésticas a artigos infantis, entre outros. Outra iniciativa pioneira no segmento foi o lançamento, também em 2009, do Programa de Fidelidade Km de Vantagens. Com ele, cada compra efetuada na rede de postos Ipiranga, lojas am/pm, Jet Oil e Ipirangashop.com é convertida em Km de Vantagens que podem ser trocados por ofertas especiais. A trajetória de sucesso da Ipiranga só vem ocorrendo porque depende diretamente da sua rede de postos, parceiros, fornecedores e também dos seus funcionários. Por essa razão, a empresa trabalha forte para agregar valor em todos os pontos de sua cadeia desde o início até a entrega de mais benefícios na ponta. Assim como os brasileiros, a Ipiranga é apaixonada por carro e por tudo que se refere a este segmento. É com este espírito que a empresa desenvolve seus produtos e serviços de alta qualidade para maior comodidade e facilidade dos seus clientes os grandes motivadores da sua contínua paixão e busca por mais realizações. Ipiranga, apaixonada por carro como todo brasileiro.

21 21 Capítulo 11 HISTÓRIA DO AUTO POSTO AMIGÃO O que hoje é o Auto Posto Amigão no passado já foi o Auto Posto Hübner, e este tinha como proprietário e primeiro gerente ErnoHübner. Sua instalação, sem telhado e apenas com bombas de gasolina e diesel, havia sido comprada no mesmo ano de sua construção, 1968, e sua inauguração ocorreu na data de 03 de julho do mesmo ano. O posto tinha, e ainda tem, por prioridade a excelência no atendimento. Seus primeiros funcionários foram Oscar Köhler, Nelson dos Santos, Aldair Manjabosco e Valério Boeck. Ernonasceu em 14 de outubro de 1938, seus pais eram Teobaldo e Olinda Hübner e ele, junto com seus pais e seus irmãos, morava na Vila Buricá (antiga Três de Maio). Erno casou-se e teve dois filhos, Rogério e Márcia Hübner, e hoje é viúvo. Atualmente, os proprietários do Posto são Roberto Antônio Hermes, nascido em 14 de outubro de 1967, filho de Romeu Geronimo Hermes e Renata Maria Alf Hermes, casado com Cleni Terezinha Schiavo Hermes e pai de Fernando Jost, Rubia Hermes e Ricardo Hermes, e Luís Alberto Casali. Estes são proprietários desde 05 de julho de Hoje o Auto Posto Amigão conta com 13 funcionários, e tem como objetivo tratar sempre bem o cliente, fazendo com que ele fique a vontade no ambiente do posto. MISSÃO O que Prezamos

22 22 Comercializar produtos e serviços com qualidade e inovação. Buscando excelência no atendimento e lucratividade, respeitando o meio ambiente e a sociedade. VALORES Ética, responsabilidade, respeito, honestidade e transparência para com o cliente. OBJETIVOS Comercializar combustíveis de qualidade; Ser excelência no atendimento ao cliente; Trazer ambiente agradável para os clientes; Buscar resultado positivo no negócio;

5.500 postos de serviço

5.500 postos de serviço 5.500 postos de serviço Em 2009, a Ipiranga manteve sua trajetória de expansão acelerada da escala, com a aquisição das operações da rede de distribuição de combustíveis da Texaco no Brasil e investimentos

Leia mais

5.662. postos de serviços. A Ipiranga manteve em 2010 sua trajetória de crescimento sólido de resultados.

5.662. postos de serviços. A Ipiranga manteve em 2010 sua trajetória de crescimento sólido de resultados. ipiranga 35 A Ipiranga manteve em 2010 sua trajetória de crescimento sólido de resultados. 5.662 postos de serviços Este crescimento é fruto dos benefícios da expansão do mercado de combustíveis, dos investimentos

Leia mais

Visão geral das operações

Visão geral das operações Visão geral das operações Visão geral das operações Ipiranga O forte posicionamento no mercado e a sua agilidade comercial permitiram à Ipiranga se beneficiar do bom desempenho do setor automobilístico

Leia mais

Gestão de Emissões de Gases de Efeito Estufa. Fabio Abdala Gerente de Sustentabilidade, ALCOA

Gestão de Emissões de Gases de Efeito Estufa. Fabio Abdala Gerente de Sustentabilidade, ALCOA Gestão de Emissões de Gases de Efeito Estufa Fabio Abdala Gerente de Sustentabilidade, ALCOA 2º. DEBATE SOBRE MINERAÇÃO TJ/PA e PUC/SP Tribunal de Justiça do Pará - Belém, 30/09/2011 Gestão Estratégica

Leia mais

Ficha de Inscrição do 17º Prêmio Expressão de Ecologia

Ficha de Inscrição do 17º Prêmio Expressão de Ecologia Ficha de Inscrição do 17º Prêmio Expressão de Ecologia OBS: Apresentação obrigatória na primeira página do case Informações cadastrais a) Identificação: empresa b) Nome: Borachas Vipal S/A c) Setor/Atividades:

Leia mais

FROTA DE VEÍCULOS LEVES (milhões de veículos) PENETRAÇÃO DE VEÍCULOS (% população) IPIRANGA VOLUME DE VENDAS (mil m³) IPIRANGA EBITDA (R$ milhões)

FROTA DE VEÍCULOS LEVES (milhões de veículos) PENETRAÇÃO DE VEÍCULOS (% população) IPIRANGA VOLUME DE VENDAS (mil m³) IPIRANGA EBITDA (R$ milhões) A Ipiranga manteve em 2011 sua trajetória de crescimento sólido de resultados. O EBITDA apresentou, no ano, um crescimento de 24% na comparação com o ano de 2010, para o qual contribuíram a ampliação da

Leia mais

Plano Estratégico Petrobras 2030 e Plano de Negócios e Gestão 2014 2018

Plano Estratégico Petrobras 2030 e Plano de Negócios e Gestão 2014 2018 Plano Estratégico Petrobras 2030 e Plano de Negócios e Gestão 2014 2018 A Petrobras comunica que seu Conselho de Administração aprovou o Plano Estratégico Petrobras 2030 (PE 2030) e o Plano de Negócios

Leia mais

Petroquímica Básica Instrutor André Costa

Petroquímica Básica Instrutor André Costa Petroquímica Básica Instrutor André Costa Como é explotado da jazida não possui valor agregado para o homem. É uma mistura complexa de compostos orgânicos e inorgânicos, em que predominam carbono e hidrogênio.

Leia mais

PRODUÇÃO INDUSTRIAL CRESCIMENTO ECONÔMICO

PRODUÇÃO INDUSTRIAL CRESCIMENTO ECONÔMICO UNIVERSIDADE DE CAIAS DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO Produção mais Limpa: O Caso do Arranjo Produtivo Local Metal-Mecânico Mecânico Automotivo da Serra Gaúcha Eliana Andréa

Leia mais

FUNDAMENTOS DA GESTÃO

FUNDAMENTOS DA GESTÃO Um dos pilares da Ultrapar está no virtuoso relacionamento que a companhia mantém com os diferentes públicos, graças a uma política baseada na ética, na transparência e no compartilhamento de princípios,

Leia mais

Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo.

Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo. CNHECIMENTS GERAIS 01 Analise a veracidade (V) ou falsidade (F) das proposições abaixo, quanto aos efeitos negativos da utilização de combustíveis fósseis sobre o ambiente. ( ) A combustão de gasolina

Leia mais

CADASTRO DE POSTOS DE SERVIÇOS

CADASTRO DE POSTOS DE SERVIÇOS CADASTRO DE POSTOS DE SERVIÇOS REQUERENTE SEÇÃO 1: DADOS DE IDENTIFICAÇÃO RAZÃO SOCIAL PRINCIPAL ATIVIDADE LOCAL DA ATIVIDADE BAIRRO CEP NOME DO REPRESENTANTE CARGO TEL. E RAMAL SEÇÃO 2: DADOS ADMINISTRATIVOS

Leia mais

Informações Úteis Dúvidas Frequentes

Informações Úteis Dúvidas Frequentes Página 0 2013 Informações Úteis Dúvidas Frequentes Organização Rezende Acesse o site: www.organizacaorezende.com.br 19/04/2013 Página 1 DÚVIDAS FREQUENTES: GASOLINAS PETROBRAS 1 - Como são obtidas as gasolinas?

Leia mais

Células de combustível

Células de combustível Células de combustível A procura de energia no Mundo está a aumentar a um ritmo alarmante. A organização WETO (World Energy Technology and Climate Policy Outlook) prevê um crescimento anual de 1,8 % do

Leia mais

Não abasteça combustível adulterado

Não abasteça combustível adulterado Não abasteça combustível adulterado A maioria das pessoas acha que uma vez que o posto de gasolina tem bandeira (BR, Shell, Texaco, Esso, Ipiranga, etc) a qualidade do combustível está garantida. Não é

Leia mais

Índice 1 INTRODUÇÂO 2 A INDÚSTRIA DO CIMENTO NO CENÁRIO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS 3 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS

Índice 1 INTRODUÇÂO 2 A INDÚSTRIA DO CIMENTO NO CENÁRIO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS 3 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS Índice 1 INTRODUÇÂO 2 A INDÚSTRIA DO CIMENTO NO CENÁRIO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS 3 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS 4 2º INVENTÁRIO BRASILEIRO DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA 5 PERSPECTIVAS E DESAFIOS 6

Leia mais

A Companhia Energética Manauara é proprietaria de uma Usina Termelétrica, situada em Manaus, no Estado do Amazonas,

A Companhia Energética Manauara é proprietaria de uma Usina Termelétrica, situada em Manaus, no Estado do Amazonas, A Companhia Energética Manauara é proprietaria de uma Usina Termelétrica, situada em Manaus, no Estado do Amazonas, na Rodovia AM-010 KM-20. A Manauara nasceu do desejo de contribuir para um país mais

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO SISTEMA HÍBRIDO HIDRÁULICO NOS VEÍCULOS COMERCIAIS RESUMO

UTILIZAÇÃO DO SISTEMA HÍBRIDO HIDRÁULICO NOS VEÍCULOS COMERCIAIS RESUMO UTILIZAÇÃO DO SISTEMA HÍBRIDO HIDRÁULICO NOS VEÍCULOS COMERCIAIS Luis Eduardo Machado¹ Renata Sampaio Gomes ² Vanessa F. Balieiro ³ RESUMO Todos sabemos que não é possível haver regressão nas tecnologias

Leia mais

FUNDAMENTOS DA GESTÃO

FUNDAMENTOS DA GESTÃO A Ultrapar realizou em 2011 um programa de comunicação e disseminação do tema sustentabilidade entre seus colaboradores, com uma série de iniciativas voltadas para o engajamento e treinamento das pessoas.

Leia mais

BIODIESEL. O NOVO COMBUSTÍVEL DO BRASIL.

BIODIESEL. O NOVO COMBUSTÍVEL DO BRASIL. Folder final 12/4/04 2:45 AM Page 1 BIODIESEL. O NOVO COMBUSTÍVEL DO BRASIL. PROGRAMA NACIONAL DE PRODUÇÃO E USO DO BIODIESEL Folder final 12/4/04 2:45 AM Page 2 BIODIESEL. A ENERGIA PARA O DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Congresso Nacional Comissão Especial Carro Diesel

Congresso Nacional Comissão Especial Carro Diesel Congresso Nacional Comissão Especial Carro Diesel Brasília, 28 de Outubro de 2015 O que é a APROVE DIESEL Associados: Apoio Institucional: Contexto econômico e tecnológico brasileiro atual difere muito

Leia mais

Tinta à Granel Categoria - Logística, produção e S.S.M.A.

Tinta à Granel Categoria - Logística, produção e S.S.M.A. Tinta à Granel Categoria - Logística, produção e S.S.M.A. Ultragaz Anderson Umetsu Flavio Pastorello Gustavo Ribeiro Romão José Jailson Santos Judith Hidemi Yoshioca Marcio Carrara Marco Molina Marcos

Leia mais

O EXERCÍCIO REGULAR DA ATIVIDADE DA REVENDA VAREJISTA

O EXERCÍCIO REGULAR DA ATIVIDADE DA REVENDA VAREJISTA O EXERCÍCIO REGULAR DA ATIVIDADE DA REVENDA VAREJISTA Diante do elevado número de autuações de postos revendedores pela Agência Nacional do Petróleo ANP, por situações que podem ser evitadas, lembramos

Leia mais

Mensagem da Diretoria

Mensagem da Diretoria Balanço Social 2013 Mensagem da Diretoria Em 2013 as Empresas Rio Deserto completaram 95 anos de atividades. Somos uma das empresas mais antigas da região Sul de Santa Catarina, mas não podemos ser chamadas

Leia mais

AGÊNCIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE

AGÊNCIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE Conforme a Lei Estadual nº 1., de de embro de 200, FORMULÁRIO PARA EMPREENDIMENTOS POSTOS DE COMBUSTÍVEIS 1. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELO EMPREENDIMENTO NOME: IDENTIDADE: ENDEREÇO: ÓRGÃO EXPEDIDOR:

Leia mais

COLÉGIO SALESIANO SÃO JOSÉ Geografia 9º Ano Prof.º Daniel Fonseca. Produção energética no Brasil: Etanol, Petróleo e Hidreletricidade

COLÉGIO SALESIANO SÃO JOSÉ Geografia 9º Ano Prof.º Daniel Fonseca. Produção energética no Brasil: Etanol, Petróleo e Hidreletricidade COLÉGIO SALESIANO SÃO JOSÉ Geografia 9º Ano Prof.º Daniel Fonseca Produção energética no Brasil: Etanol, Petróleo e Hidreletricidade Etanol A produção de álcool combustível como fonte de energia deve-se

Leia mais

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE SUMÁRIO O que é gestão de estoque...3 Primeiros passos para uma gestão de estoque eficiente...7 Como montar um estoque...12 Otimize a gestão do seu estoque...16

Leia mais

A Empresa. utilizados em seus equipamentos.

A Empresa. utilizados em seus equipamentos. Grupos Geradores A Empresa Desde sua fundação em 1940, a Heimer tem se dedicado com sucesso à fabricação de Grupos Geradores de Energia, Grupos de Solda, Quadros de Comando, Motobombas e Alternadores.

Leia mais

COMPLEXO AMBIENTAL DIRETORIA INDUSTRIAL AMÉRICA LATINA ENGENHARIA AMBIENTAL E ENERGIA

COMPLEXO AMBIENTAL DIRETORIA INDUSTRIAL AMÉRICA LATINA ENGENHARIA AMBIENTAL E ENERGIA COMPLEXO AMBIENTAL FIAT DIRETORIA INDUSTRIAL AMÉRICA LATINA ENGENHARIA AMBIENTAL E ENERGIA VALORES EQUIPE DA GESTÃO AMBIENTAL ALTA ADMINISTRAÇÃO ENGENHARIA AMBIENTAL e ENERGIA U. OP. PRENSAS U. OP. FUNILARIA

Leia mais

Otimização - compressor de GLP. Diogo Malfi da Silva Felipe Alexandre Paiva Feitosa. Roberto Maciel Caurim

Otimização - compressor de GLP. Diogo Malfi da Silva Felipe Alexandre Paiva Feitosa. Roberto Maciel Caurim Otimização - compressor de GLP Diogo Malfi da Silva Felipe Alexandre Paiva Feitosa Flavio Pastorello Roberto Maciel Caurim Ricardo Mansour Ultragaz Ultragaz Ultragaz Engecomp Engecomp Breve histórico das

Leia mais

PRÊMIO GLP DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA. *Edição 2013*

PRÊMIO GLP DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA. *Edição 2013* PRÊMIO GLP DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA *Edição 2013* Participante: Cia Ultragaz S.A. Categoria: Infraestrutura Título Ultragaz na busca da excelência da Gestão Ultragaz na Busca da Excelência da Gestão Uma

Leia mais

Geração de Energia a partir do lixo urbano. Uma iniciativa iluminada da Plastivida.

Geração de Energia a partir do lixo urbano. Uma iniciativa iluminada da Plastivida. Geração de Energia a partir do lixo urbano. Uma iniciativa iluminada da Plastivida. Plástico é Energia Esta cidade que você está vendo aí de cima tem uma população aproximada de 70.000 mil habitantes e

Leia mais

PROGRAMA DE MONITORAMENTO DA QUALIDADE DOS COMBUSTÍVEIS PMQC

PROGRAMA DE MONITORAMENTO DA QUALIDADE DOS COMBUSTÍVEIS PMQC PROGRAMA DE MONITORAMENTO DA QUALIDADE DOS COMBUSTÍVEIS PMQC SUPERINTEDÊNCIA DE BIOCOMBUSTÍVEIS E DE QUALIDADE DE PRODUTOS SBQ Alexandre de Souza Lima Salvador Junho/2008 AGENTES DO ABASTECIMENTO Posição

Leia mais

GNV. Combustível de baixo impacto ambiental para frotas de Táxis.

GNV. Combustível de baixo impacto ambiental para frotas de Táxis. GNV Combustível de baixo impacto ambiental para frotas de Táxis. REUNIÃO DE ESPECIALISTAS SOBRE TRANSPORTE URBANO SUSTENTÁVEL MODERNIZAR E TORNAR ECOLÓGICA A FROTA DE TÁXIS NAS CIDADES LATINO AMERICANAS

Leia mais

Latina Eletrodomésticos participa da Eletrolar 2011

Latina Eletrodomésticos participa da Eletrolar 2011 Latina Eletrodomésticos participa da Eletrolar 2011 A Latina Eletrodomésticos estará presente na 6ª edição da Eletrolar 2011, maior feira latino-americana de eletrodomésticos, eletroeletrônicos e informática,

Leia mais

MAIS QUE UMA FRANQUIA, UM NEGÓCIO DE FUTURO.

MAIS QUE UMA FRANQUIA, UM NEGÓCIO DE FUTURO. MAIS QUE UMA FRANQUIA, UM NEGÓCIO DE FUTURO. Quem nunca sofreu um furto ou conheceu alguém que teve seu veículo furtado? Quem já passou por esse transtorno sabe como é importante investir na segurança

Leia mais

Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993

Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993 Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993 Resolução CONAMA Nº 009/1993 - "Estabelece definições e torna obrigatório o recolhimento e destinação adequada de todo o óleo lubrificante usado ou contaminado".

Leia mais

Fração. Página 2 de 6

Fração. Página 2 de 6 1. (Fgv 2014) De acordo com dados da Agência Internacional de Energia (AIE), aproximadamente 87% de todo o combustível consumido no mundo são de origem fóssil. Essas substâncias são encontradas em diversas

Leia mais

Definição do gás natural. Desenvolvimento do mercado de gás natural no Brasil. O uso do gás natural. Sobre a ANP. O uso do gás natural

Definição do gás natural. Desenvolvimento do mercado de gás natural no Brasil. O uso do gás natural. Sobre a ANP. O uso do gás natural Definição do gás natural. Desenvolvimento do mercado de gás natural no Brasil. O gás natural é uma mistura de hidrocarbonetos gasosos, dentre os quais se destacam o metano, o etano e o propano, resultantes

Leia mais

Relatório Sócio Ambiental 2015/2016 Desempenho Sócio Ambiental

Relatório Sócio Ambiental 2015/2016 Desempenho Sócio Ambiental Desempenho Sócio Ambiental Revisão: Agosto de 2015 1 Índice 1. Apresentando a quantiq... 3 2. Política Integrada de Gestão... 3 3. Partes Interessadas... 4 4. Resultados de Auditoria Externa Gestão Ambiental...

Leia mais

SEGURANÇA E AGILIDADE EM TODAS AS SUAS ENTREGAS

SEGURANÇA E AGILIDADE EM TODAS AS SUAS ENTREGAS SEGURANÇA E AGILIDADE EM TODAS AS SUAS ENTREGAS TNT EFICIÊNCIA EM TRANSPORTES A TNT, uma das líderes mundiais em transporte expresso, possui hoje a maior rede de distribuição expressa rodoviária de toda

Leia mais

PROJETO DE IMPLANTAÇÃO INDÚSTRIA MADEIREIRA Desdobro Primário da Madeira

PROJETO DE IMPLANTAÇÃO INDÚSTRIA MADEIREIRA Desdobro Primário da Madeira PROJETO DE IMPLANTAÇÃO INDÚSTRIA MADEIREIRA Desdobro Primário da Madeira 1. INFORMAÇÕES GERAIS 1.1. Tipo e Características do solo: 1.2. Topografia: 1.3. Cobertura Vegetal: 1.4. Descrição do acesso: 1.5.

Leia mais

FUNDAMENTOS DA GESTÃO

FUNDAMENTOS DA GESTÃO Inovação e sustentabilidade são pilares da cultura empresarial da Ultrapar, permeando todas as iniciativas adotadas nas suas diferentes frentes de atuação. A criatividade na adoção de novas ideias e procedimentos

Leia mais

Unidades de negócio 55 Postos de serviços 7132 Exploração de petróleo 59 sondas, sendo 49 marítimas 9,8 bilhões de barris de óleo e gás equivalentes

Unidades de negócio 55 Postos de serviços 7132 Exploração de petróleo 59 sondas, sendo 49 marítimas 9,8 bilhões de barris de óleo e gás equivalentes UNIVERSIDADES CORPORATIVAS: UM ESTUDO DE CASO Murillo César de Mello Brandão PETROBRAS/UC Jorge Luiz Pereira Borges PETROBRAS/UC Martius V. Rodriguez y Rodriguez PETROBRAS/UC RESUMO Dentro de um ambiente

Leia mais

Sumário. Expediente. Estatísticas e Mercado...03. Relatório ABEGÁS - Mercado e Distribuição Ano VI - Nº 50 - Julho 2012

Sumário. Expediente. Estatísticas e Mercado...03. Relatório ABEGÁS - Mercado e Distribuição Ano VI - Nº 50 - Julho 2012 Sumário...03 Expediente Conselho Deliberativo ABEGÁS - Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado Presidente: Luis Domenech Vice-Presidente: Aldo Guedes Conselheiros: Bruno Armbrust,

Leia mais

CO-PROCESSAMENTO VOTORANTIM CIMENTOS Case: UNIDADE RIO BRANCO DO SUL - Paraná

CO-PROCESSAMENTO VOTORANTIM CIMENTOS Case: UNIDADE RIO BRANCO DO SUL - Paraná CO-PROCESSAMENTO VOTORANTIM CIMENTOS Case: UNIDADE RIO BRANCO DO SUL - Paraná Rejane Afonso Coordenação de Co-processamento e meioambiente fábrica Rio Branco Co -processamento Dados técnicos: Co-processamento

Leia mais

COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS.

COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS. COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS. A Rio Quality existe com o objetivo de proporcionar a total satisfação dos clientes e contribuir para o sucesso de todos. Essa integração se dá através do investimento

Leia mais

Moda em SP, reúso de água é praxe na indústria

Moda em SP, reúso de água é praxe na indústria Moda em SP, reúso de água é praxe na indústria - Dotadas de poderosas estações de tratamento, montadoras chegam a recuperar 99% da água usada no processo produtivo Incomodada com a recente crise de abastecimento

Leia mais

MERCADO BRASILEIRO DE ÓLEO LUBRIFICANTE POLÍTICA PÚBLICA APLICADA AO SETOR PRODUÇÃO - DISTRIBUIÇÃO & DESTINAÇÃO DO LUBRIFICANTE USADO OU CONTAMINADO

MERCADO BRASILEIRO DE ÓLEO LUBRIFICANTE POLÍTICA PÚBLICA APLICADA AO SETOR PRODUÇÃO - DISTRIBUIÇÃO & DESTINAÇÃO DO LUBRIFICANTE USADO OU CONTAMINADO MERCADO BRASILEIRO DE ÓLEO LUBRIFICANTE POLÍTICA PÚBLICA APLICADA AO SETOR PRODUÇÃO - DISTRIBUIÇÃO & DESTINAÇÃO DO LUBRIFICANTE USADO OU CONTAMINADO FORTALEZA 01-08-2013 1 LEI DO PETRÓLEO LEI Nº 9.478

Leia mais

Sumário. Expediente. Estatísticas e Mercado...4. Relatório ABEGÁS - Mercado e Distribuição Ano VI - Nº 46 - Janeiro 2012

Sumário. Expediente. Estatísticas e Mercado...4. Relatório ABEGÁS - Mercado e Distribuição Ano VI - Nº 46 - Janeiro 2012 Sumário...4 Expediente Conselho Deliberativo ABEGÁS - Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado Presidente: Luis Domenech Vice-Presidente: Aldo Guedes Conselheiros: Bruno Armbrust,

Leia mais

Mercedes-Benz destaca na Rio+20 as vantagens ambientais do uso de diesel de cana e biodiesel em caminhões e ônibus

Mercedes-Benz destaca na Rio+20 as vantagens ambientais do uso de diesel de cana e biodiesel em caminhões e ônibus Rio+20 Mercedes-Benz destaca na Rio+20 as vantagens ambientais do uso de diesel de cana e biodiesel em caminhões e ônibus Informação à imprensa 13 de junho de 2012 10 ônibus rodoviários O 500 RS da Mercedes-Benz,

Leia mais

Petrobras aprova Plano de Negócios 2010-2014

Petrobras aprova Plano de Negócios 2010-2014 1 Petrobras aprova Plano de Negócios 2010-2014 O Conselho de Administração aprovou o Plano de Negócios 2010-2014, com investimentos totais de US$ 224 bilhões, representando a média de US$ 44,8 bilhões

Leia mais

3 Emissões de Gases de Efeito Estufa

3 Emissões de Gases de Efeito Estufa 3 Emissões de Gases de Efeito Estufa 3.1. Metodologia Neste capítulo, com base na Matriz Energética do Estado do Rio de Janeiro, é apresentada a metodologia utilizada para as estimativas de emissões de

Leia mais

Syndarma e ANP discutem o uso do biodiesel nos motores marítimos

Syndarma e ANP discutem o uso do biodiesel nos motores marítimos Syndarma e ANP discutem o uso do biodiesel nos motores marítimos O Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima - Syndarma, como representante de uma significativa parcela das empresas de navegação

Leia mais

Prof. Paulo Medeiros

Prof. Paulo Medeiros Prof. Paulo Medeiros Em 2010 entrou em vigor no Brasil a lei dos Resíduos Sólidos. Seu objetivo principal é diminuir a destinação incorreta de resíduos ao meio ambiente. Ela define que todas as indústrias,

Leia mais

QUÍMICA SUSTENTÁVEL Carlos Fadigas 24/08/2011

QUÍMICA SUSTENTÁVEL Carlos Fadigas 24/08/2011 QUÍMICA SUSTENTÁVEL Carlos Fadigas 24/08/2011 AGENDA BRASKEM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL QUÍMICA SUSTENTÁVEL PILARES BRASKEM FUTURO VISÃO E ESTRATÉGIA AGENDA BRASKEM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL QUÍMICA

Leia mais

Medida Provisória 532/2011

Medida Provisória 532/2011 Ciclo de palestras e debates Agricultura em Debate Medida Provisória 532/2011 Manoel Polycarpo de Castro Neto Assessor da Diretoria da ANP Chefe da URF/DF Maio,2011 Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Relatório de Vista

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Relatório de Vista C o o r d e n a d o r i a d a s P r o m o t o r i a s d e J u s t i ç a d e D e f e s a d o M e i o A m b i e n t e d a s B a c i a s H i d r o g r á f i c a s d o s R i o s d a s V e l h a s e P a r a

Leia mais

Converter carro para GNV reduz gastos; veja prós e contras

Converter carro para GNV reduz gastos; veja prós e contras Converter carro para GNV reduz gastos; veja prós e contras Carro com dinheiro no compartimento do combustível: Para quem percorre quilometragens altas, a economia com o GNV pode compensar o custo do kit

Leia mais

Crescimento urbano e industrial dos anos 20 ao Estado Novo

Crescimento urbano e industrial dos anos 20 ao Estado Novo A UA UL LA MÓDULO 7 Crescimento urbano e industrial dos anos 20 ao Estado Novo Nesta aula O café foi o principal produto de exportação durante a República Velha. Os cafeicultores detinham o controle da

Leia mais

DESTINAÇÃO E DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS

DESTINAÇÃO E DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS DESTINAÇÃO E DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS Alternativas tecnológicas disponíveis. Variações de custo e de segurança das operações. Copyright Ecovalor Consultoria

Leia mais

Eficiência Energética e sustentabilidade ambiental CTCV Centro Tecnológico da cerâmica e do Vidro 25 de Fevereiro 2014

Eficiência Energética e sustentabilidade ambiental CTCV Centro Tecnológico da cerâmica e do Vidro 25 de Fevereiro 2014 Eficiência Energética e sustentabilidade ambiental CTCV Centro Tecnológico da cerâmica e do Vidro 25 de Fevereiro 2014 Soluções para coberturas Telhas e acessórios cerâmicas Fibrocimento Complementos para

Leia mais

PRINCÍPIOS COMERCIAIS DE HSEC

PRINCÍPIOS COMERCIAIS DE HSEC PRINCÍPIOS COMERCIAIS DE HSEC CONDUZINDO E EXPANDINDO NOSSOS NEGÓCIOSDE UMA MANEIRA RESPONSÁVEL E SUSTENTÁVEL HSEC APPROACH INTRODUCAO SOBRE NÓS A Trafigura é líder no mercado global de commodities. Suprimos,

Leia mais

Curiosidade logística: Naquele período havia congestionamento de navios graneleiros de soja.

Curiosidade logística: Naquele período havia congestionamento de navios graneleiros de soja. No período de 01 a 05 de junho de 2013, alunos das Faculdades Projeção dos cursos de Administração e Logística juntamente com os Professores Ivan Calderon e Eduardo Paixão, tiveram a oportunidade de conhecer

Leia mais

Participação dos Setores Socioeconômicos nas Emissões Totais do Setor Energia

Participação dos Setores Socioeconômicos nas Emissões Totais do Setor Energia INVENTÁRIO DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA DO ESTADO DE MINAS GERAIS ANO BASE 2005 O Governo do Estado, por meio da Fundação Estadual de Meio Ambiente FEAM, entidade da Secretaria Estadual de Meio

Leia mais

IMAGEM MERAMENTE ILUSTRATIVA. LOTEAMENTO FECHADO

IMAGEM MERAMENTE ILUSTRATIVA. LOTEAMENTO FECHADO IMAGEM MERAMENTE ILUSTRATIVA. LOTEAMENTO FECHADO localização estratégica, infraestrutura e segurança para seu negócio. IMAGEM AÉREA DO LOCAL/202. DRAMATIZAÇÃO DA ÁREA DO LOTEAMENTO. 750m 2 Perspectiva

Leia mais

Mercedes-Benz renova toda a linha de veículos comerciais no Brasil

Mercedes-Benz renova toda a linha de veículos comerciais no Brasil Corporativo Informação à Imprensa Mercedes-Benz renova toda a linha de veículos comerciais no Brasil Data: 23 de outubro de 2011 De forma inédita na indústria automobilística nacional, a Mercedes- Benz

Leia mais

Cliente: Sindicerv Veículo: www.estadao.com.br Data: 23-02-2010 Imagem Corporativa Femsa traz 5 cervejas europeias do portfólio da Heineken SÃO PAULO - A Femsa está trazendo ao Brasil cinco cervejas europeias

Leia mais

Sistema Gestão Ambiental

Sistema Gestão Ambiental Sistema Gestão Ambiental Sistema Gestão Ambiental - ISO 14001 Agora você vai conhecer o Sistema de Gestão Ambiental da MJRE CONSTRUTORA que está integrado ao SGI, entender os principais problemas ambientais

Leia mais

Conceito. são os diversos tipos de materiais ou processos dos quais se podem obter energia. Podem ser divididos em dois grandes grupos:

Conceito. são os diversos tipos de materiais ou processos dos quais se podem obter energia. Podem ser divididos em dois grandes grupos: Conceito são os diversos tipos de materiais ou processos dos quais se podem obter energia. Podem ser divididos em dois grandes grupos: Renováveis renovação em um curto período de tempo; Não renováveis

Leia mais

Tratamento de Efluentes

Tratamento de Efluentes Tratamento de Efluentes A IMPORTÂNCIA DO TRATAMENTO DE EFLUENTES E A REGULAMENTAÇÃO DO SETOR INTRODUÇÃO Conservar a qualidade da água é fundamental, uma vez que apenas 4% de toda água disponível no mundo

Leia mais

Encadeamento Produtivo entre Grandes e Pequenas Empresas. Recife, 19 de outubro de 2012

Encadeamento Produtivo entre Grandes e Pequenas Empresas. Recife, 19 de outubro de 2012 Encadeamento Produtivo entre Grandes e Pequenas Empresas Recife, 19 de outubro de 2012 Programa Vínculos Pernambuco (PVPE) Objetivo Geral Contribuir para geração de vínculos de negócios sustentáveis entre

Leia mais

www.maremaparts.com.br

www.maremaparts.com.br Objetivo: Atender às necessidades e especificações do mercado em revestimentos protetivos, impermeabilizantes e peças técnicas, entregando produtos e serviços, superando as expectativas de nossos parceiros

Leia mais

Biocombustível 100% Renovável Produção Pela Usina

Biocombustível 100% Renovável Produção Pela Usina Biocombustível 100% Renovável Produção Pela Usina 1. Quem somos 2. O que é o Ethabiodiesel 2.1. Diferencial competitivo 2.2. Certificações/Autorizações 3. Transportes com Ethabiodiesel Quem somos Vinna

Leia mais

Apimec Florianópolis. Dezembro 2013

Apimec Florianópolis. Dezembro 2013 Apimec Florianópolis Dezembro 2013 Exoneração de Responsabilidades Esta apresentação não constitui uma oferta, convite ou pedido de qualquer forma, para a subscrição ou compra de ações ou qualquer outro

Leia mais

Desde sua fundação em 1940, a Heimer tem se dedicado com sucesso à fabricação de Grupos Geradores de Energia, Grupos de Solda, Quadros de Comando,

Desde sua fundação em 1940, a Heimer tem se dedicado com sucesso à fabricação de Grupos Geradores de Energia, Grupos de Solda, Quadros de Comando, Desde sua fundação em 1940, a Heimer tem se dedicado com sucesso à fabricação de Grupos Geradores de Energia, Grupos de Solda, Quadros de Comando, Motobombas, Motores e Alternadores. Instalada num parque

Leia mais

Avaliação e Gestão de Riscos Industriais Refinaria Gabriel Passos REGAP

Avaliação e Gestão de Riscos Industriais Refinaria Gabriel Passos REGAP Avaliação e Gestão de Riscos Industriais Refinaria Gabriel Passos REGAP - João Eustáquio Beraldo Teixeira Engenheiro de Segurança do Trabalho - Marcos José Jeber Jardim Gerente de Segurança. Meio Ambiente

Leia mais

PROGRAMA DE ADOÇÃO DE PRINCÍPIOS SOCIOAMBIENTAIS

PROGRAMA DE ADOÇÃO DE PRINCÍPIOS SOCIOAMBIENTAIS A Copagaz A Copagaz, primeira empresa do Grupo Zahran, iniciou suas atividades em 1955 distribuindo uma tonelada de Gás Liquefeito de Petróleo - GLP por dia nos estados de São Paulo, Mato Grosso e Mato

Leia mais

Emissões e Consumo do Veículo Convencional e VEH: Resultados Medidos

Emissões e Consumo do Veículo Convencional e VEH: Resultados Medidos Emissões e Consumo do Veículo Convencional e VEH: Resultados Medidos Suzana Kahn Ribeiro Programa de Engenharia de Transportes COPPE/UFRJ IVIG Instituto Virtual Internacional de Mudanças Climáticas Estrutura

Leia mais

LOGÍSTICA REVERSA ACITSIGOL ASREVER

LOGÍSTICA REVERSA ACITSIGOL ASREVER Conceito LOGÍSTICA REVERSA ACITSIGOL ASREVER É uma área da logística que atua de forma a gerenciar e operacionalizar o retorno de bens e materiais, após sua venda e consumo, às suas origens, agregando

Leia mais

Guia de sustentabilidade para plásticos

Guia de sustentabilidade para plásticos Guia de sustentabilidade para plásticos Maio 2014 1 2 3 4 5 6 7 8 Introdução... 4 Contextualização dos plásticos... 6 Composição dos móveis e utensílios de plásticos...7 Requerimentos para materiais que

Leia mais

People. Passion. Performance.

People. Passion. Performance. People. Passion. Performance. Apresentando Chicago Pneumatic É simples assim. Você tem trabalho a fazer e clientes a atender. A CP está aqui para ajudá-lo a realizar seu trabalho, sem compromisso. Nosso

Leia mais

III - ANEXO I e ANEXO II (Conforme Resolução CONAMA n. 273/2000)

III - ANEXO I e ANEXO II (Conforme Resolução CONAMA n. 273/2000) III - ANEXO I e ANEXO II (Conforme Resolução CONAMA n. 273/2000) 1. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELO EMPREENDIMENTO Nome: Endereço: CEP: CPF: RG: e-mail: 2. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO Nome Fantasia:

Leia mais

Sumário. Atendimento e Qualidade em Manuseio, Transporte e Controle de Fluidos. www.amboretto.com.br. Quem Somos?...4. Política de Qualidade...

Sumário. Atendimento e Qualidade em Manuseio, Transporte e Controle de Fluidos. www.amboretto.com.br. Quem Somos?...4. Política de Qualidade... Atendimento e Qualidade em Manuseio, Transporte e Controle de Fluidos. Sumário Quem Somos?...4 Política de Qualidade...5 Amboretto Bombas...6 Amboretto Corporation...8 Centro de Engenharia e Projetos...

Leia mais

Relatório de Sustentabilidade 2014

Relatório de Sustentabilidade 2014 Relatório de Sustentabilidade 2014 Sumário Executivo Março de 2015 A Brasil Kirin Jovem, mas cheia de história A Brasil Kirin faz parte de um dos maiores grupos de bebidas do mundo, a japonesa Kirin Holdings

Leia mais

Relatório de Sustentabilidade 2014

Relatório de Sustentabilidade 2014 Relatório de Sustentabilidade 2014 Sumário Executivo Março de 2015 BrKirin_RAS2014_Compacta.indd 1 02/06/15 13:03 A Brasil Kirin Jovem, mas cheia de história A Brasil Kirin faz parte de um dos maiores

Leia mais

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE O DIESEL S-10

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE O DIESEL S-10 DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE O DIESEL S-10 1) O que significa DBTE? Diesel de Baixo Teor de Enxofre. Aqui no Brasil são dois os tipos: o S-50 (2012) e o S-10 a partir de 2.013, onde S= enxofre, 10 ou 50 ppm=

Leia mais

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO DE BIOLOGIA (EAD)

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO DE BIOLOGIA (EAD) UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO DE BIOLOGIA (EAD) TRABALHO DE BIOLOGIA GERAL RAQUEL ALVES DA SILVA CRUZ Rio de Janeiro, 15 de abril de 2008. TRABALHO DE BIOLOGIA GERAL TERMOELÉTRICAS

Leia mais

POR QUE EMBARCAR COM A LOG-IN? Soluções logísticas que integram Brasil e MERCOSUL

POR QUE EMBARCAR COM A LOG-IN? Soluções logísticas que integram Brasil e MERCOSUL POR QUE EMBARCAR COM A LOG-IN? Soluções logísticas que integram Brasil e MERCOSUL SOBRE LOG-IN BENEFÍCIOS MONITORAMENTO 24HS DAS CARGAS Monitoramento de risco e informação de todas as viagens; INTERMODALIDADE

Leia mais

FILOSOFIA EMPRESARIAL

FILOSOFIA EMPRESARIAL FILOSOFIA EMPRESARIAL FILOSOFIA EMPRESARIAL Bebidas S/A Troféu Prata FILOSOFIA EMPRESARIAL MISSÃO SACIAR NATURALMENTE A SEDE DOS GAÚCHOS. Bebidas S/A Troféu Prata FILOSOFIA EMPRESARIAL VISÃO QUEREMOS SER

Leia mais

Top de Marketing 2005

Top de Marketing 2005 Top de Marketing 2005 :: Introdução :: Responsabilidade Social e Ambiental :: Imagem :: Investimentos Introdução Cadeia da Petrobras - Resumo Cliente (ex.: Posto) Organograma Missão e Visão MISSÃO Atuar

Leia mais

Atuação Responsável. Programa. Requisitos do Sistema de Gestão. 20 anos do Atuação Responsável no Brasil. Responsável 1992-2012

Atuação Responsável. Programa. Requisitos do Sistema de Gestão. 20 anos do Atuação Responsável no Brasil. Responsável 1992-2012 Atuação Responsável anos 1992-2012 Programa Atuação Responsável 20 anos do Atuação Responsável no Brasil Requisitos do Sistema de Gestão Associação Brasileira da Indústria Química Associação Brasileira

Leia mais

Análise das Necessidades do Cliente da SKF. Energia e Sustentabilidade

Análise das Necessidades do Cliente da SKF. Energia e Sustentabilidade Análise das Necessidades do Cliente da SKF Energia e Sustentabilidade Análise das Necessidades do Cliente da SKF Energia e Sustentabilidade A indústria responde por um terço de todo o consumo de energia.

Leia mais

A Atividade Regulatória da ANP e sua Interação com o Processo de Licenciamento Ambiental.

A Atividade Regulatória da ANP e sua Interação com o Processo de Licenciamento Ambiental. 18 Encontro da ANAMMA Interpretação da Res. CONAMA nº 362/05 A Atividade Regulatória da ANP e sua Interação com o Processo de Licenciamento Ambiental. 12 de Agosto de 2008 Eduardo Carmo Agência Nacional

Leia mais

Energia nuclear 1 INTRODUÇÃO 2 FISSÃO NUCLEAR. leve usa como combustível o urânio 235 (também chamado de urânio enriquecido) e como

Energia nuclear 1 INTRODUÇÃO 2 FISSÃO NUCLEAR. leve usa como combustível o urânio 235 (também chamado de urânio enriquecido) e como 1 INTRODUÇÃO Energia nuclear Energia nuclear, energia liberada durante a fissão ou fusão dos núcleos atômicos. As quantidades de energia que podem ser obtidas mediante processos nucleares superam em muito

Leia mais

BIODIESEL ENERGIA MÓVEL GARANTIDA 100% ECOLOGICA PARA COPA E PARA O MUNDO

BIODIESEL ENERGIA MÓVEL GARANTIDA 100% ECOLOGICA PARA COPA E PARA O MUNDO BIODIESEL ENERGIA MÓVEL GARANTIDA 100% ECOLOGICA PARA COPA E PARA O MUNDO O que é BIODIESEL BIODIESEL é um combustível produzido a partir de óleos vegetais ou gordura animal, que pode ser utilizado em

Leia mais

www.oxiteno.com PERFIL INSTITUCIONAL AGO/2014 ÁFRICA - AMÉRICA - ÁSIA - EUROPA - OCEANIA

www.oxiteno.com PERFIL INSTITUCIONAL AGO/2014 ÁFRICA - AMÉRICA - ÁSIA - EUROPA - OCEANIA www.oxiteno.com PERFIL INSTITUCIONAL ÁFRICA - AMÉRICA - ÁSIA - EUROPA - OCEANIA AGO/2014 Criando soluções que promovem a evolução do mundo. INOVAÇÃO para transformar a vida das pessoas. Com atuação no

Leia mais

Relatório da Visita de Estudo à. Central Termoeléctrica da CEM em Coloane. Escola Portuguesa de Macau Disciplina: Física e Química A

Relatório da Visita de Estudo à. Central Termoeléctrica da CEM em Coloane. Escola Portuguesa de Macau Disciplina: Física e Química A Relatório da Visita de Estudo à Central Termoeléctrica da CEM em Coloane Escola Portuguesa de Macau Disciplina: Física e Química A Trabalho realizado por: António Sérgio Ribeiro, 10ºA, Nº3 Data: 19/03/2010

Leia mais

RELATÓRIO DOS ADMINISTRADORES EXERCÍCIO DE 2013

RELATÓRIO DOS ADMINISTRADORES EXERCÍCIO DE 2013 DESTAQUES DO EXERCÍCIO Aquisição de Unidade de Gás Oxo RELATÓRIO DOS ADMINISTRADORES EXERCÍCIO DE 2013 Em 6 de dezembro a Elekeiroz adquiriu os ativos da planta produtora de gás oxo da Air Products Brasil

Leia mais

CAPÍTULO 10 ENERGIAS RENOVÁVEIS FONTES ALTERNATIVAS

CAPÍTULO 10 ENERGIAS RENOVÁVEIS FONTES ALTERNATIVAS CAPÍTULO 10 ENERGIAS RENOVÁVEIS FONTES ALTERNATIVAS. O Sol, o vento, os mares...fontes naturais de energia que não agridem o meio ambiente. Será viável utilizá-las? A Energia renovável é aquela que é obtida

Leia mais