UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU GESTÃO DO CONHECIMENTO E DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EXPLORANDO O POTENCIAL DA PLATAFORMA LATTES COMO FONTE DE CONHECIMENTO ORGANIZACIONAL EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA Marcelo Vicente de Paula BRASÍLIA 2004

2 MARCELO VICENTE DE PAULA EXPLORANDO O POTENCIAL DA PLATAFORMA LATTES COMO FONTE DE CONHECIMENTO ORGANIZACIONAL EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA Dissertação apresentada ao programa de pósgraduação stricto sensu em Gestão do Conhecimento e da Tecnologia da Informação da Universidade Católica de Brasília, como requisito para obtenção do título de Mestre. Orientador: Prof. Dr. Hércules Antônio do Prado Co-orientador: Prof. Dr. Rogério Alvarenga BRASÍLIA 2004

3 À Ariadne e à Luciana Minha esposa e minha filha, doçura e força femininas que tanto emocionam a minha vida.

4 Aos meus pais, João e Julia Que sempre me apoiaram, da maneira que lhes foi possível, com amor e sacrifício, incentivando em mim o gosto pelos estudos e o desejo do saber.

5 Ao Criador, pelos milagres de cada dia e pela oportunidade de conviver com tantas pessoas especiais durante este projeto. Em especial aos meus orientadores, Prof. Dr. Hércules Prado e Prof. Dr. Rogério Alvarenga, que, mesmo nos momentos de maior dificuldade, tão bem souberam trazer a orientação necessária para continuar. Aos professores do programa de Gestão do Conhecimento e da Tecnologia da Informação, principalmente: Prof. Dra. Adelaide, Prof. Dr. Edílson, Prof. Dr. Gentil, Prof. Dra. Kátia, Prof. Dr. Nicolas, Prof. Dr. Paulo Fresneda. Ao CNPq, disponibilizou acesso aos seus bancos de dados, e a atenção de seus colaboradores, principalmente o Sr. Geraldo Sorte, Coordenador Geral de Informática, a Sra. Silvana Cosac, Assessora da Diretoria, e o Sr. Ricardo Lourenço, Consultor em C&T. Ao Grupo Stela, participante do projeto Plataforma Lattes, nas pessoas da Srta. Isabela Anciutti e do Sr. Denílson Sell.

6 RESUMO A Plataforma Lattes é um conjunto de sistemas de informação, bases de dados e portais Web voltados para a gestão de Ciência e Tecnologia, mantida pelo CNPq Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, fundação ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. A disponibilidade de uma rica fonte de informações sobre a pesquisa nacional existente na Plataforma Lattes abre oportunidades para a geração de conhecimento em Ciência & Tecnologia. Para explorar este potencial de conhecimento, serão apresentados dois estudos de caso. No primeiro buscou-se caracterizar orientadores responsáveis por casos de sucesso do Programa de Iniciação Científica do CNPq. No segundo estudo, o objetivo foi a identificação de linhas de pesquisa de um grupo de docentes, coerente com a sua produção científica e tecnológica, tomada da base de dados de currículos da Plataforma Lattes. No desenvolvimento dos estudos de caso foram aplicadas técnicas de Mineração de Dados (MD), no primeiro caso, e de Mineração de Texto (MT), no segundo. Os padrões encontrados nos processos de MD e MT foram interpretados por especialistas visando facilitar a transição padrãoconhecimento situada na interface entre as áreas de Descoberta de Conhecimento em Bases de Dados (DCBD) e Gestão do Conhecimento (GC). As principais contribuições deste trabalho foram: (a) um método para interpretação de padrões desenvolvidos a partir da Ontologia da Linguagem, no contexto de DCBD; (b) geração de conhecimento organizacional; e (c) exploração de novas possibilidades para a geração de conhecimento organizacional a partir da Plataforma Lattes. Palavras-chave: gestão do conhecimento, mineração de dados, mineração de texto, descoberta de conhecimento, Plataforma Lattes.

7 ABSTRACT The Plataforma Lattes is a framework composed by a set of information systems, databases, and Web portals addressed to Research and Development (R&D) management. CNPq - Brazilian Council of National Research and Technological Development, a foundation from the Ministry of R&D, maintains this framework. The availability of a rich source of information about R&D represents opportunities for creating knowledge in this realm. Exploring this potential of knowledge generation, two cases will be described. Firstly, the search for the characterization of professors who oriented students in Scientific Started Programs of CNPq. Secondly, the identification of research lines made by a group of professors, consistent with their scientific and technological production, extracted by Plataforma Lattes s databases. In the study cases, techniques of Data Mining (DM) and Text Mining (TM) were used. The patterns that have been found by DM and TM processes were interpreted by experts, envisioning to improve the transition pattern/knowledge that exist into the interface between Knowledge Discovery in Databases (KDD) and Knowledge Management (KM). The main contributions of this dissertation were: (a) an interpretation method for patterns developed using the Language Ontology as example; (b) organizational knowledge creation; (c) explore new ways to create organizational knowledge using the Plataforma Lattes. Keywords: knowledge management, data mining, text mining, knowledge discovery, Plataforma Lattes.

8 SUMÁRIO RESUMO...VI ABSTRACT... VII LISTA DE FIGURAS LISTA DE TABELAS LISTA DE TABELAS CAPÍTULO INTRODUÇÃO CONTEXTO DA PESQUISA DESCRIÇÃO DO PROBLEMA JUSTIFICATIVA OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos REVISÃO DA LITERATURA POSSIBILIDADES DE APLICAÇÃO DE DCDB NA PLATAFORMA LATTES CLASSIFICAÇÃO DA PESQUISA SUPOSIÇÕES CAPÍTULO REVISÃO DA LITERATURA A PLATAFORMA LATTES Sistemas de Informação da Plataforma Lattes Estrutura da Plataforma Lattes GESTÃO DO CONHECIMENTO Conceitos Iniciais Gestão do Conhecimento DESCOBERTA DE CONHECIMENTO EM BASES DE DADOS Conceito Histórico Etapas DESCOBERTA DE CONHECIMENTO EM TEXTOS TÉCNICAS DE MINERAÇÃO DE DADOS... 63

9 2.5.1 Tarefas Básicas Caracterização da Mineração de Dados Árvores de Decisão Redes Neuronais Artificiais Abordagens Híbridas Ferramenta para a Mineração de Dados TÉCNICAS DE MINERAÇÃO DE TEXTOS Mineração de Texto Tarefas Básicas Ferramenta para a Mineração de Texto ONTOLOGIA DA LINGUAGEM Atos lingüísticos básicos Juízos CAPÍTULO METODOLOGIA CONSIDERAÇÕES GERAIS Coleta e análise de dados Delimitação do estudo ESPECIFICAÇÃO DA PESQUISA Perfil do orientador do PIBIC Agrupamento de docentes a partir de suas publicações METODOLOGIA UTILIZADA NOS ESTUDOS DE CASO ETAPAS DA PESQUISA Gestão do Conhecimento Descoberta de Conhecimento em Bases de Dados Descoberta de Conhecimento em Textos CAPÍTULO ANÁLISE DOS RESULTADOS ESTUDO DE CASO: PERFIL DO ORIENTADOR DO PIBIC Resultados da Mineração de Dados Resultados finais ESTUDO DE CASO: AGRUPAMENTO DE DOCENTES Resultados da Mineração de Texto CONCLUSÕES E TRABALHOS FUTUROS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

10 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1: ESTRUTURA DO CURRÍCULO LATTES FIGURA 3: ESTRUTURA DO DIRETÓRIO DOS GRUPOS DE PESQUISA FIGURA 4: MODELO GENÉRICO DO GC [STOLL01 APUD SOUSA03] FIGURA 6: PRINCIPAIS ETAPAS DO PROCESSO DE DCBD FIGURA 7: APRESENTAÇÃO GEOMÉTRICA DE UMA ÁRVORE DE DECISÃO [LUCEN01] FIGURA 8: MODELO DE NEURÔNIO BIOLÓGICO E ARTIFICIAL [MEDLE98] FIGURA 9: REDE NEURONAL ARTIFICIAL COM UMA CAMADA INTERMEDIÁRIA [BRASI02] FIGURA 10: MODELO NEURAL COMBINATÓRIO [PRADO98] FIGURA 11: FUNÇÕES DE UM MODELO KBANN [OSORI99] FIGURA 12: RELAÇÃO DOS PACOTES DO WEKA ADAPTAÇÃO DE [SALGA02] FIGURA 13: EXEMPLO DE ARQUIVO.ARFF DO WEKA FIGURA 14: ALGORITMO APRIORI ROTINA PRINCIPAL FIGURA 15: CLASSIFICADORES NO WEKA FIGURA 16: ALGORITMOS DE AGRUPAMENTO DO WEKA FIGURA 17: TELA INICIAL DO WEKA FIGURA 18: CONFIGURAÇÃO DE PARÂMETROS NO WEKA FIGURA 19: TELA DE ENTRADA DO EUREKHA FIGURA 20: GRUPOS NO EUREKHA FIGURA 21: JANELA DE STOP WORDS DO EUREKHA FIGURA 25: GESTÃO DO CONHECIMENTO E DESCOBERTA DE CONHECIMENTO EM BD FIGURA 27: INTERAÇÃO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO E DA DESCOBERTA DE CONHECIMENTO FIGURA 28: ARQUIVO DE ENTRADA PARA O WEKA FIGURA 29: EUREKHA NOVO PROJETO/ABRIR PROJETO FIGURA 30: EUREKHA ADICIONAR ARQUIVOS FIGURA 31: EUREKHA LISTAS DE PALAVRAS NEGATIVAS FIGURA 32: EUREKHA IDENTIFICAR RELACIONAMENTOS FIGURA 33: EUREKHA VISUALIZAR GRUPOS FIGURA 34: EUREKHA REAGRUPAR FIGURA 35: AGRUPAMENTO 1998/ FIGURA 36: AGRUPAMENTO 2000/ FIGURA 37: AGRUPAMENTO 2002 A FIGURA 38: AGRUPAMENTO 1998 A MARÇO DE FIGURA 39: BOLSISTAS POR ORIENTADOR FIGURA 40: GRUPOS DE BOLSISTAS POR ORIENTADOR FIGURA 41: ALUNOS TITULADOS POR ORIENTADOR

11 FIGURA 42: RESUMO DO PERFIL DO ORIENTADOR FIGURA 43: PRODUÇÃO POR ANO I FIGURA 44: PRODUÇÃO POR ANO II FIGURA 45: PERCENTUAL DE TRABALHOS POR IDIOMA DE PUBLICAÇÃO

12 LISTA DE TABELAS TABELA 1: MODELOS DE GC [RUBESTEIN-MONTANO AT AL. APUD FERREI03] TABELA 2: PROCESSOS DO CONHECIMENTO [FERREI03] TABELA 3: DESCRIÇÃO DOS PACOTES DO WEKA ADAPTADO DE [SALGA02] TABELA 4: SOBRE AFIRMAÇÕES E DECLARAÇÕES TABELA 5: SOBRE PROMESSAS TABELA 6: QUANTIDADE DE PROCESSOS DE IC POR ANO TABELA 7: QUANTIDADE DE ALUNOS TITULADOS POR ANO TABELA 8: EX-BOLSISTAS PIBIC TITULADOS STRICTO SENSU TABELA 9: QUANTIDADES DE REGISTROS DE DOCENTES E PRODUÇÃO TABELA 10: LISTA DE PALAVRAS NEGATIVAS TABELA 11: CENTRÓIDES DOS AGRUPAMENTOS POR PERÍODO TABELA 12: MGCTI TOTAIS DE PRODUÇÃO POR ANO

13 13 CAPÍTULO 1 1 INTRODUÇÃO 1.1 Contexto da Pesquisa Nos últimos anos, a larga utilização de sistemas de informática deu origem a grandes bases de dados, a partir do armazenamento de informações coletadas incessantemente através dos mais diversos sistemas de automação. Segundo diversos autores, a maior riqueza destas grandes bases ainda não está sendo devidamente explorada, e sugerem que podem ser utilizadas técnicas específicas para se extrair delas conhecimentos não explícitos. Este assunto é tratado através de DCBD - Descoberta de Conhecimento de Bases de Dados, do inglês KDD - Knowledge Discovery in Databases. Segundo Fayyad [FAYYA96], DCBD é o processo não trivial de identificar, em dados, padrões válidos, novos e potencialmente úteis. Mineração de Dados é a parte deste processo onde se produzem conjuntos de padrões a partir da aplicação de algoritmos de exploração. Vale-se de diversos algoritmos que processam os dados e encontram esses "padrões válidos, novos e potencialmente úteis". Entretanto, embora os algoritmos atuais sejam capazes de descobrir padrões "válidos e novos", ainda não existe uma solução eficaz para determinar padrões potencialmente úteis. Assim, Mineração de Dados ainda requer uma interação muito forte com analistas humanos, que são, em última instância, os principais responsáveis pela determinação do valor dos padrões encontrados. Além disso, a condução do direcionamento da exploração de dados é também tarefa fundamentalmente confiada a analistas humanos. A Plataforma Lattes, uma iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia através do CNPq 1, constitui-se atualmente em um grande acervo de informações sobre os pesquisadores e sua produção científica e tecnológica, através do Currículo Lattes, o formulário eletrônico 1 CNPq: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

14 14 do MCT 2, do CNPq, da FINEP 3 e da CAPES 4 ; sobre os grupos de pesquisa existentes nas universidades, nas empresas e outras instituições ligadas à pesquisa científica; sobre as instituições que participam de projetos ligados ao CNPq e/ou mantém grupos de pesquisa. No contexto da Gestão do Conhecimento, a Plataforma Lattes apresenta um grande potencial de geração de conhecimento que pode ser utilizado na gestão da Ciência e Tecnologia. As diversas possibilidades de exploração dos dados armazenados podem trazer valiosas informações sobre o modus operandi da produção científica e tecnológica desenvolvida no país. Este trabalho apresenta uma proposta de utilização de técnicas de Descoberta de Conhecimento em Bases de Dados sobre os dados da Plataforma Lattes, com o objetivo de gerar conhecimento que possa ser utilizado na gestão de Ciência e Tecnologia. Tem o objetivo também de demonstrar que a Descoberta de Conhecimento em Bases de Dados pode ser utilizada como uma poderosa ferramenta para a geração de conhecimento, etapa fundamental dos processos de Gestão do Conhecimento. 1.2 Descrição do Problema O mundo cada vez mais globalizado e competitivo exige incrementos de qualidade e produtividade de quem pretende manter-se inserido no mercado mundial. Neste contexto, a produção científica e tecnológica é fundamental para o desenvolvimento do país, permitindo a obtenção de produtos e serviços com maior valor agregado para este mercado. Assim, ações no sentido de gerar conhecimento organizacional que possa ser utilizado na gestão da Ciência & Tecnologia são muito bem-vindas, sejam pelas agências do governo federal, pelas universidades, pelas empresas e instituições que mantêm atividades de pesquisa. O desenvolvimento da Plataforma Lattes representa uma iniciativa de se manter um grande conjunto de informações sobre a produção científica e tecnológica do país, de seus pesquisadores, dos trabalhos realizados, dos grupos de pesquisa e das operações de fomento à pesquisa patrocinados pelo CNPq. 2 MCT: Ministério da Ciência e da Tecnologia 3 FINEP: Financiadora de Estudos e Projetos do MCT 4 CAPES: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

15 15 A exploração das informações tratadas pela Plataforma Lattes representa uma oportunidade para a descoberta de conhecimento. Encontram-se armazenados vários gigabytes de dados sobre os itens anteriormente citados. Entretanto, esta exploração não é uma atividade simples. O grande volume de dados, a diversidade de informações coletadas, o grande número de relações possíveis torna o trabalho de extração de conhecimento uma tarefa que exige a utilização de técnicas sofisticadas. Outro desafio observado está na necessidade de facilitar o processo de análise e avaliação dos resultados dos algoritmos de mineração de dados e mineração de texto. A identificação do que é realmente útil e que pode acrescentar conhecimento à organização é uma das tarefas mais importantes de todo o processo. Atualmente, os gestores de ciência e tecnologia se beneficiariam da obtenção de informações como: a) Definição de perfis de pesquisadores. b) Definição de padrões de produtividade. c) Identificação de taxonomia. d) Descoberta de relações entre pesquisadores. e) Descoberta de relações entre grupos de pesquisa. f) Identificação de pesquisadores por área de atuação e sua relação com grupos de pesquisa. O problema a ser explorado neste trabalho refere-se à utilização de técnicas de Mineração de Dados e Mineração de Texto na Plataforma Lattes, com o objetivo de gerar conhecimento organizacional a partir do estabelecimento de relações entre os dados armazenados. Através de modelos de Descoberta de Conhecimento em Bases de Dados e de Gestão de conhecimento, pretende-se estabelecer um conjunto de possíveis aplicações para a Mineração de Dados na Plataforma Lattes, com a conseqüente geração de conhecimento para a gestão de Ciência & Tecnologia. 1.3 Justificativa A realização deste trabalho justifica-se pela necessidade de se obter conhecimento organizacional em gestão de Ciência & Tecnologia para subsidiar as decisões relacionadas a esta atividade (e.g. definição de prioridades, organização de grupos de pesquisa, alocação de recursos, entre outras), explorando a possibilidade de obtenção de conhecimento

16 16 organizacional a partir da aplicação de técnicas de Mineração de Dados e Mineração de Textos na base da Plataforma Lattes, utilizando um enfoque relacionado com a Gestão do Conhecimento. A utilização de algoritmos e ferramentas de Mineração de Dados pode revelar relações importantes entre os dados armazenados, e permitir uma conseqüente geração de conhecimento organizacional. Este conhecimento, devidamente tratado em um contexto de Gestão de Conhecimento pode vir a ser útil nos processos de tomada de decisão dos gestores de Ciência e Tecnologia, seja a nível federal, estadual, acadêmico ou empresarial. 1.4 Objetivos Objetivo Geral O objetivo deste trabalho é estudar técnicas de Mineração de Dados e definir aplicações destas técnicas na base de dados do Currículo Lattes, para prover os gestores de Ciência & Tecnologia de ferramentas que permitam utilizar o conhecimento não explícito presente neste grande conjunto de dados sobre a produção científica e sobre os pesquisadores. Esse conhecimento gerado deverá ser tratado em um contexto de Gestão do Conhecimento para sua utilização em processos de gestão de Ciência & Tecnologia Objetivos Específicos a) Apresentar conceitos envolvendo Mineração de Dados, Mineração de Textos e Gestão do Conhecimento. b) Enumerar possibilidades de Descoberta de Conhecimento em Bases de Dados na Plataforma Lattes. c) Apresentar estudo de caso de Mineração de Dados na Plataforma Lattes. d) Apresentar estudo de caso de Mineração de Texto na Plataforma Lattes. e) Apresentar um método para a interpretação de resultados de algoritmos de agrupamento. f) Contextualizar os resultados obtidos com a Mineração de Dados em relação a Gestão do Conhecimento

17 Revisão da Literatura Neste trabalho, os temas principais são: Descoberta de Conhecimento em Bases de Dados, notadamente as técnicas de Mineração de Dados e Mineração de Texto; e Gestão do Conhecimento. Assim, a revisão literária enfocou principalmente estes temas. No tópico Descoberta de Conhecimento em Bases de Dados, um dos principais autores é Fayyad [FAYYA96]. Citado em diversos artigos e livros sobre o tema, o autor propôs uma metodologia para orientar os trabalhos em DCBD. Para a realização deste trabalho, esta metodologia foi considerada. Além de Fayyad, outros autores como Witten e Eibe [WITTE99] aplicativo de Mineração de Dados WEKA, e Ming-Syan Chen [CHEN96] Mineração de Dados e Bancos de Dados, foram consultados. Também foram de grande valia dissertações de mestrado de Sousa [SOUSA03] e Edilberto Silva [SILVA02], assim como os trabalhos de mineração de texto de Wives [WIVES99]. Para a interpretação de resultados em Descoberta de Conhecimento, utilizou-se os trabalhos de Flores [FLORE88], Echeverría [ECHEV99] e Lucena [LUCEN02] sobre a Ontologia da Linguagem. No tópico Gestão do Conhecimento, os principais autores consultados foram Nonaka e Takeuchi [NONAK97] com importantes colaborações sobre a criação de conhecimento na empresa; Karl Wiig [WIIG93] também sobre a Gestão do Conhecimento empresarial; e a pesquisadora Stollenwerk [STOLL01], que elaborou um importante modelo de Gestão de Conhecimento, também utilizado neste trabalho. 1.6 Possibilidades de Aplicação de DCDB na Plataforma Lattes A pluralidade e o volume da base de dados da Plataforma Lattes é um ambiente propício para a descoberta de conhecimento, a partir da aplicação de técnicas de Descoberta de Conhecimento em Bases de Dados. Alguns exemplos de explorações que podem ser efetuadas: a) Mineração de texto para a geração de taxonomia dos Grupos de Pesquisa. b) Mineração de texto para a verificação da consistência entre as linhas de pesquisa e a produção científica e tecnológica. c) Agrupamento de pesquisadores a partir de sua produção científica e tecnológica.

18 18 d) Identificação de perfis de pesquisadores a partir de suas informações curriculares. e) Identificação de competências dos pesquisadores a partir de suas informações curriculares. f) Identificação de linhas de pesquisa a partir das informações da produção científica e tecnológica dos pesquisadores. 1.7 Classificação da pesquisa Quanto aos fins, este trabalho é classificado como uma proposta de pesquisa aplicada, uma vez que tem por objetivo o estudo e a utilização de técnicas de Mineração de Dados e Mineração de Texto na base do Currículo Lattes, para oferecer recursos de gestão de conhecimento em Ciência & Tecnologia. Quanto aos meios de investigação, foi utilizada a pesquisa bibliográfica, para a identificação das técnicas de Mineração de Dados aderentes ao objeto pesquisado; e a pesquisa documental, em documentos que tratam de questões sobre gestão da Ciência & Tecnologia. Foi utilizada também a pesquisa de laboratório, onde se experimentou a aplicação dos algoritmos selecionados em amostras da base de dados pesquisada; e estudos de casos, onde dados da Plataforma Lattes foram submetidos a algoritmos de Mineração de Dados e Mineração de Texto. 1.8 Suposições O trabalho proposto tratou das seguintes suposições: a) É viável a utilização de técnicas de Mineração de Dados e Mineração de Textos para disponibilizar ao usuário final acesso facilitado aos resultados obtidos em pesquisas na base de dados. b) É possível extrair conhecimento útil da base de dados do Currículo Lattes através da utilização de técnicas de Mineração de Dados e Mineração de Textos. a) A Descoberta de Conhecimento em Bases de Dados pode ser utilizada no contexto da Gestão do Conhecimento para a geração de conhecimento organizacional.

19 19 CAPÍTULO 2 2 REVISÃO DA LITERATURA 2.1 A Plataforma Lattes A Plataforma Lattes é um conjunto de sistemas de informação, bases de dados e portais Web voltados para a gestão de Ciência e Tecnologia [CNPQ03]. É composta pela integração de sistemas de informações distintos: a) Currículo Lattes b) Diretório de Grupos de Pesquisa c) Diretório de Instituições d) Sistema Gerencial de Fomento Sistemas de Informação da Plataforma Lattes Currículo Lattes Em 1998 foi iniciado um processo para a geração de um sistema informatizado que viesse padronizar e consolidar as informações curriculares dos pesquisadores interessados na obtenção de recursos de fomento à pesquisa. Até então, vinham sendo utilizados diversos formulários, informatizados ou não, que demandavam o preenchimento das mesmas informações em locais diferentes. Esta prática provocava um considerável transtorno em várias fases do processo, tanto para o pesquisador, que se via obrigado a prestar a mesma informação diversas vezes, em locais e formatos diferentes, quanto para os gestores das agências de governo responsáveis pela avaliação dos

20 20 processos. O projeto foi lançado em agosto de 1999, e, de uma base inicial de aproximadamente 35 mil currículos cadastrados, passou-se atualmente para um total de aproximadamente 350 mil currículos, um aumento de aproximadamente 1.000%. O Currículo Lattes está se consolidando como uma importante ferramenta de apoio à gestão de Ciência & Tecnologia, uma vez que permitiu uma racionalização no processo de cadastramento, armazenamento e consulta de dados curriculares, eliminando uma série de outros processos semelhantes e redundantes Diretórios de Grupos de Pesquisa O Diretório de Grupos de Pesquisa é um sistema que mantém uma base de dados com informações coletadas a partir de Foi desenvolvido pelo CNPq para manter informações sobre os grupos de pesquisa existentes no país. Os grupos de pesquisa podem ser definidos como um conjunto de pessoas organizadas hierarquicamente, a partir de uma liderança de destaque no ambiente de ciência e tecnologia, envolvidos permanentemente em atividades de pesquisa, cujo trabalho se organiza em linhas comuns aos membros do grupo, e que, de alguma maneira, compartilhem instalações e equipamentos. Estão localizados em universidades, instituições isoladas de ensino superior, institutos de pesquisa científica, institutos tecnológicos, laboratórios de pesquisa e desenvolvimento de empresas estatais ou ex-estatais e em algumas organizações nãogovernamentais com atuação em pesquisa científica ou tecnológica [CNPQ03]. Os principais objetivos deste sistema são: a) Manter um histórico das atividades dos grupos de pesquisa, preservando sua memória. b) Servir de base de consulta para a comunidade científica, que passa a contar com uma ferramenta que permite a identificação dos membros, dos trabalhos realizados, das linhas de pesquisa, facilitando o intercâmbio entre os pesquisadores. c) Prover os gestores de Ciência & Tecnologia de uma ferramenta para avaliação e planejamento dos investimentos em atividades de pesquisa, a partir de informações qualitativas e quantitativas sobre os trabalhos realizados no âmbito dos grupos.

21 Diretório de Instituições O Diretório de Instituições é um sistema que armazena informações sobre as universidades, institutos de pesquisa, empresas e organizações não-governamentais que mantenham algum tipo de relacionamento com a pesquisa científica e tecnológica. É fundamental para a gestão e operacionalização dos processos de fomento à pesquisa mantidos pelo CNPq, bem como na elaboração de informações estatísticas Sistema Gerencial de Fomento Segundo o CNPq, a função de fomento constitui-se na principal ação desenvolvida pelo CNPq, com vistas à promoção do desenvolvimento científico e tecnológico do País [CNPQ03]. São disponibilizados recursos para a capacitação tecnológica e científica, bem como são financiados projetos que possam estimular a geração do conhecimento necessário para o desenvolvimento econômico, social e cultural do país. As ações de fomento são operacionalizadas através de vários sistemas de informação. O sistema gerencial de fomento é uma iniciativa para permitir mais facilidade na execução de pesquisas nestas bases de dados, voltadas tanto para os gestores de Ciência e Tecnologia, quanto para a comunidade científica em geral, através de consultas disponibilizadas na Internet através da Plataforma Lattes Estrutura da Plataforma Lattes A Plataforma Lattes é resultado de um esforço para integrar sistemas de informações ligados à gestão de Ciência e Tecnologia. Além disso, o Projeto de Institucionalização da Plataforma Lattes está levando os sistemas da Plataforma para instituições de ensino e pesquisa que têm interesse em manter em bases locais as informações curriculares de seus pesquisadores, funcionários e quaisquer outros envolvidos em atividades de pesquisa e docência. A seguir, será apresentada a estrutura fundamental dos principais sistemas da Plataforma Lattes Currículo Lattes O Currículo Lattes é composto por módulos distintos:

22 22 a) Atualização off-line: o usuário pode instalar em seus computadores um conjunto de programas que permite o cadastramento das informações necessárias do Currículo Lattes, fazer todos os ajustes necessários e, posteriormente, transmiti-lo para a base de dados do CNPq. Para quem não dispõe de acesso rápido à Internet, ou que deseja manter as informações em seus computadores pessoais, este é o módulo indicado para o cadastramento e manutenção de seu currículo. b) Atualização on-line: o usuário pode acessar, em tempo real, a base de dados do CNPq e efetuar o cadastramento ou a atualização de seu currículo. Através de uma interface que pode ser acessada via navegadores Web, as informações curriculares são cadastradas, recuperadas e atualizadas sem a necessidade de armazenamento local. c) Buscas textuais: a partir da base operacional do Currículo Lattes, onde estão armazenadas as informações cadastradas tanto via Internet quanto via programas locais, são extraídas e consolidadas as informações curriculares necessárias ao serviço de busca textual. Através de um processo de indexação textual, são disponibilizadas diversas consultas, que utilizam como parâmetro tanto o nome do usuário quanto palavras-chaves relacionadas à sua produção científica e tecnológica. A base de dados do Currículo Lattes é formada fundamentalmente por dois componentes: a) Base de dados operacional: onde estão armazenadas as informações originais providas pelos usuários, no momento do cadastramento ou da atualização de seus currículos. É uma base de dados relacional composta por tabelas que mantém os dados em formato estruturado, adequado para a atualização on-line e off-line. b) Base de dados para as consultas textuais: é uma base de dados relacional com índices textuais, resultado de processos de extração e consolidação de dados oriundos da base operacional. Permite consultas a informações não estruturadas. A seguir, um figura com o organograma que representa o conjunto de informações armazenados na base de dados do Currículo Lattes:

23 23 Figura 1: Estrutura do Currículo Lattes a) Informações gerais a.1. Identificação a.2. Endereço a.3. Formação Acadêmica e Titulação a.4. Atuação profissional a.5. Áreas de atuação a.6. Idiomas a.7. Prêmios e títulos b) Produção Científica e Tecnológica b.1. Produção bibliográfica b.1.1. Trabalhos em eventos b.1.2. Artigos publicados b.1.3. Livros e capítulos b.1.4. Texto em jornal ou revista (magazine) b.1.5. Demais tipos de produção bibliográfica b.2. Produção técnica b.2.1. Softwares b.2.2. Produtos

24 24 b.2.3. Processos b.2.4. Trabalhos técnicos b.2.5. Demais tipos de produção técnica b.2.6. Propriedade intelectual b.3. Outra produção b.3.1. Produção artística e cultural b.3.2. Orientações concluídas b.3.3. Demais trabalhos b.3.4. Outras informações relevantes c) Informações complementares c.1. Formação complementar c.2. Participação em banca de trabalhos de conclusão c.3. Participações em eventos, congressos e outros c.4. Participações em bancas de comissões julgadoras c.5. Orientações em andamento Diretório dos Grupos de Pesquisa O Diretório de Grupos de Pesquisa é composto basicamente por dois módulos: a) Base corrente: organizado de maneira a permitir acesso diferenciado aos diferentes tipos de membros do Grupo, permite o cadastro e a manutenção das informações dos grupos de pesquisa constantemente atualizados. Tem por objetivo manter a base de dados operacional do Diretório, e registrar todas as informações pertinentes. Pode ser acessado através da Internet, e existem opções diferenciadas para: a.1. Dirigentes Institucionais de Pesquisa a.2. Líderes de Grupos de Pesquisa a.3. Pesquisadores de Grupos de Pesquisa a.4. Estudantes de Grupos de Pesquisa

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani Data Warehouse - Conceitos Hoje em dia uma organização precisa utilizar toda informação disponível para criar e manter vantagem competitiva. Sai na

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5 Para entender bancos de dados, é útil ter em mente que os elementos de dados que os compõem são divididos em níveis hierárquicos. Esses elementos de dados lógicos constituem os conceitos de dados básicos

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Esp. Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com Sistemas de informação Disciplina: Introdução a SI Noções de sistemas de informação Turma: 01º semestre Prof. Esp. Marcos Morais

Leia mais

Administração de Banco de Dados

Administração de Banco de Dados Administração de Banco de Dados Professora conteudista: Cida Atum Sumário Administração de Banco de Dados Unidade I 1 INTRODUÇÃO A BANCO DE DADOS...1 1.1 Histórico...1 1.2 Definições...2 1.3 Importância

Leia mais

Banco de Dados. Introdução. João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai. jef@ime.usp.br DCC-IME-USP

Banco de Dados. Introdução. João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai. jef@ime.usp.br DCC-IME-USP Banco de Dados Introdução João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai jef@ime.usp.br DCC-IME-USP Importância dos Bancos de Dados A competitividade das empresas depende de dados precisos e atualizados. Conforme

Leia mais

CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 1 CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2011.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 ARQUITETURA DE COMPUTADORES... 4 02 FILOSOFIA... 4 03 FUNDAMENTOS MATEMÁTICOS PARA COMPUTAÇÃO...

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em BD Curso Superior de Tecnologia em DAI

Curso Superior de Tecnologia em BD Curso Superior de Tecnologia em DAI Curso Superior de Tecnologia em BD Curso Superior de Tecnologia em DAI Fundamentos de Banco de Dados Aula 01 Introdução aos Sistemas de Bancos de Dados Introdução aos Sistemas de BD Objetivo Apresentar

Leia mais

A estruturação de Grupos de Pesquisa

A estruturação de Grupos de Pesquisa A estruturação de Grupos de Pesquisa Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós- Graduação O que é um Grupo de Pesquisa? Um conjunto de indivíduos organizados hierarquicamente em torno de uma ou, eventualmente, duas

Leia mais

APLICAÇÃO DE MINERAÇÃO DE DADOS PARA O LEVANTAMENTO DE PERFIS: ESTUDO DE CASO EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR PRIVADA

APLICAÇÃO DE MINERAÇÃO DE DADOS PARA O LEVANTAMENTO DE PERFIS: ESTUDO DE CASO EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR PRIVADA APLICAÇÃO DE MINERAÇÃO DE DADOS PARA O LEVANTAMENTO DE PERFIS: ESTUDO DE CASO EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR PRIVADA Lizianne Priscila Marques SOUTO 1 1 Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento de Dados

Módulo 4: Gerenciamento de Dados Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não

Leia mais

Banco de Dados I. Apresentação (mini-currículo) Conceitos. Disciplina Banco de Dados. Cont... Cont... Edson Thizon (edson@esucri.com.

Banco de Dados I. Apresentação (mini-currículo) Conceitos. Disciplina Banco de Dados. Cont... Cont... Edson Thizon (edson@esucri.com. Sistemas da Informação Banco de Dados I Edson Thizon (edson@esucri.com.br) 2008 Apresentação (mini-currículo) Formação Acadêmica Mestrando em Ciência da Computação (UFSC/ ) Créditos Concluídos. Bacharel

Leia mais

SISTEMAS DE APRENDIZADO PARA A IDENTIFICAÇÃO DO NÚMERO DE CAROÇOS DO FRUTO PEQUI LEARNING SYSTEMS FOR IDENTIFICATION OF PEQUI FRUIT SEEDS NUMBER

SISTEMAS DE APRENDIZADO PARA A IDENTIFICAÇÃO DO NÚMERO DE CAROÇOS DO FRUTO PEQUI LEARNING SYSTEMS FOR IDENTIFICATION OF PEQUI FRUIT SEEDS NUMBER SISTEMAS DE APRENDIZADO PARA A IDENTIFICAÇÃO DO NÚMERO DE CAROÇOS DO FRUTO PEQUI Fernando Luiz de Oliveira 1 Thereza Patrícia. P. Padilha 1 Conceição A. Previero 2 Leandro Maciel Almeida 1 RESUMO O processo

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTES DO MAGISTÉRIO SUPERIOR Edital nº 1, de 1 de março de

Leia mais

A Computação e as Classificações da Ciência

A Computação e as Classificações da Ciência A Computação e as Classificações da Ciência Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Classificações da Ciência A Computação

Leia mais

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Luís Rodolfo Vantagens e desvantagens de uma rede para a organização Maior agilidade com o uso intenso de redes de computadores; Grandes interações

Leia mais

Universidade Federal do Maranhão Reitor Dr. Natalino Salgado Filho. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Pró-Reitor Dr. Fernando Carvalho Silva

Universidade Federal do Maranhão Reitor Dr. Natalino Salgado Filho. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Pró-Reitor Dr. Fernando Carvalho Silva 1 Universidade Federal do Maranhão Reitor Dr. Natalino Salgado Filho Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Pró-Reitor Dr. Fernando Carvalho Silva Diretora do Departamento de Pós-Graduação Dra. Maria

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO As ações de pesquisa do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas constituem um processo educativo

Leia mais

Expressive Talking Heads: Um Estudo de Fala e Expressão Facial em Personagens Virtuais

Expressive Talking Heads: Um Estudo de Fala e Expressão Facial em Personagens Virtuais Expressive Talking Heads: Um Estudo de Fala e Expressão Facial em Personagens Virtuais Paula Salgado Lucena, Marcelo Gattass, Luiz Velho Departamento de Informática Pontifícia Universidade Católica do

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Lembrando... Aula 4 1 Lembrando... Aula 4 Sistemas de apoio

Leia mais

Qualis 2007 Perguntas Mais Frequentes

Qualis 2007 Perguntas Mais Frequentes Qualis 2007 Perguntas Mais Frequentes Conteúdo: 1. Há diferença nos conceitos de Qualis das Áreas e Qualis? 2. O que é WebQualis? 3. Como é construído o Qualis? 4. Gostaria de saber como faço para indicar

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

Questionário de Governança de TI 2014

Questionário de Governança de TI 2014 Questionário de Governança de TI 2014 De acordo com o Referencial Básico de Governança do Tribunal de Contas da União, a governança no setor público compreende essencialmente os mecanismos de liderança,

Leia mais

Introdução. Gerenciamento de Dados e Informação. Principais Tipos de SI. Papel de SI. Principais Tipos de SI. Principais Tipos de SI.

Introdução. Gerenciamento de Dados e Informação. Principais Tipos de SI. Papel de SI. Principais Tipos de SI. Principais Tipos de SI. Introdução Gerenciamento de Dados e Informação Introdução Sistema de Informação (SI) Coleção de atividades que regulam o compartilhamento e a distribuição de informações e o armazenamento de dados relevantes

Leia mais

GeraLattes: extração de informação gerencial de currículos de pesquisadores usando XML

GeraLattes: extração de informação gerencial de currículos de pesquisadores usando XML GeraLattes: extração de informação gerencial de currículos de pesquisadores usando XML Eder de Oliveira 1,2, Paulo Henrique de Souza Bermejo 1,2, Vinícius Medina Kern 1,2 1 UNIVALI, Centro de Educação

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DE UM PROGRAMA (MESTRADO) NOTA 3

CARACTERÍSTICAS DE UM PROGRAMA (MESTRADO) NOTA 3 CAPES - ÁREA DE ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA ÁREA 46 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA PROGRAMAS ACADÊMICOS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CARACTERÍSTICAS DE UM PROGRAMA (MESTRADO) NOTA 3 Para obter nota

Leia mais

Aula Nº 10 Planejamento da Comunicação

Aula Nº 10 Planejamento da Comunicação Aula Nº 10 Planejamento da Comunicação Objetivos da Aula: Os objetivos desta aula visam analisar as necessidades de informação para se manter os stakeholders internos e externos bem como a equipe de projetos

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Business Intelligence (BI)

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Business Intelligence (BI) Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Business Intelligence (BI) Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Business Intelligence Inteligência Competitiva tem por fornecer conhecimento

Leia mais

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL.

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. TayaraCrystina P. Benigno, UERN; tayara_bbg@hotmail.com Emerson Carlos da Silva, UERN; emersoncarlos90@hotmail.com

Leia mais

CAPÍTULO 5. Introdução ao Gerenciamento de Bancos de Dados.

CAPÍTULO 5. Introdução ao Gerenciamento de Bancos de Dados. CAPÍTULO 5. Introdução ao Gerenciamento de Bancos de Dados. VISÃO GERAL DO CAPÍTULO O objetivo do capítulo é enfatizar o gerenciamento dos recursos de dados de organizações que utilizam computadores. O

Leia mais

Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br

Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br Ementa Introdução a Banco de Dados (Conceito, propriedades), Arquivos de dados x Bancos de dados, Profissionais de Banco de dados,

Leia mais

GESTÃO DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÕES: UMA ABORDAGEM CONCEITUAL 1

GESTÃO DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÕES: UMA ABORDAGEM CONCEITUAL 1 GESTÃO DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÕES: UMA ABORDAGEM CONCEITUAL 1 Heide Miranda da SILVA 2 RESUMO As exigências do mercado atual somadas aos avanços das tecnologias de informação

Leia mais

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DOS CARGOS

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DOS CARGOS DENOMINAÇÃO DO CARGO: AUXILIAR DE BIBLIOTECA NÍVEL DE CLASSIFICAÇÃO: C DESCRIÇÃO DE ATIVIDADES TÍPICAS DO CARGO: Organizar, manter e disponibilizar os acervos bibliográficos para docentes, técnicos e alunos;

Leia mais

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr.

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. 15 Aula 15 Tópicos Especiais I Sistemas de Informação Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. Site Disciplina: http://fundti.blogspot.com.br/ Conceitos básicos sobre Sistemas de Informação Conceitos sobre Sistemas

Leia mais

DWARF DATAMINER: UMA FERRAMENTA GENÉRICA PARA MINERAÇÃO DE DADOS

DWARF DATAMINER: UMA FERRAMENTA GENÉRICA PARA MINERAÇÃO DE DADOS DWARF DATAMINER: UMA FERRAMENTA GENÉRICA PARA MINERAÇÃO DE DADOS Tácio Dias Palhão Mendes Bacharelando em Sistemas de Informação Bolsista de Iniciação Científica da FAPEMIG taciomendes@yahoo.com.br Prof.

Leia mais

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

Bancos de Dados. Conceitos F undamentais em S is temas de B ancos de Dados e s uas Aplicações

Bancos de Dados. Conceitos F undamentais em S is temas de B ancos de Dados e s uas Aplicações Conceitos F undamentais em S is temas de B ancos de Dados e s uas Aplicações Tópicos Conceitos Básicos Bancos de Dados Sistemas de Bancos de Dados Sistemas de Gerenciamento de Bancos de Dados Abstração

Leia mais

Anais do II Seminário de Atualização Florestal e XI Semana de Estudos Florestais. Deise Regina Lazzarotto

Anais do II Seminário de Atualização Florestal e XI Semana de Estudos Florestais. Deise Regina Lazzarotto SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS APLICADO AOS DADOS DO GRUPO DE PESQUISA BIODIVERSIDADE E SUSTENTABILIDADE DE ECOSSISTEMAS FLORESTAIS DE IRATI PR. Deise Regina Lazzarotto Departamento de Engenharia Florestal

Leia mais

COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR

COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR Fórum dos Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação Diretório Regional Nordeste 28 e 29 de Maio de 2009 AVALIAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO: MUDANÇAS RECENTES

Leia mais

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES Diretoria de Avaliação - DAV DOCUMENTO DE ÁREA 2009

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES Diretoria de Avaliação - DAV DOCUMENTO DE ÁREA 2009 Identificação Área de Avaliação: EDUCAÇÃO Coordenadora de Área: CLARILZA PRADO DE SOUSA Coordenadora-Adjunta de Área: ELIZABETH FERNANDES DE MACEDO Modalidade: Acadêmica I. Considerações gerais sobre o

Leia mais

Utilização de ferramentas de colaboração para Gestão do Conhecimento

Utilização de ferramentas de colaboração para Gestão do Conhecimento Utilização de ferramentas de colaboração para Gestão do Conhecimento Carlos Roberto de Souza Tavares 1 Carlos Mário Dal Col Zeve 2 RESUMO Um dos maiores problemas que as empresas atuais enfrentam refere-se

Leia mais

Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br

Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Programação com acesso a BD Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br 1 Modelos de Dados, Esquemas e Instâncias 2 Modelos de Dados, Esquemas e Instâncias Modelo de dados: Conjunto de conceitos

Leia mais

MBA em Administração e Gestão do Conhecimento

MBA em Administração e Gestão do Conhecimento MBA em Administração e Gestão do Conhecimento Gestão do Conhecimento Aula 3 Profa. Me. Ana Carolina Bustamante Olá! Bem-vindos à nossa terceira aula. Antes de mais nada, assista ao vídeo a seguir e conheça

Leia mais

MINERAÇÃO DE DADOS EDUCACIONAIS: UM ESTUDO DE CASO APLICADO AO PROCESSO SELETIVO DO IFSULDEMINAS CÂMPUS MUZAMBINHO

MINERAÇÃO DE DADOS EDUCACIONAIS: UM ESTUDO DE CASO APLICADO AO PROCESSO SELETIVO DO IFSULDEMINAS CÂMPUS MUZAMBINHO MINERAÇÃO DE DADOS EDUCACIONAIS: UM ESTUDO DE CASO APLICADO AO PROCESSO SELETIVO DO IFSULDEMINAS CÂMPUS MUZAMBINHO Fernanda Delizete Madeira 1 ; Aracele Garcia de Oliveira Fassbinder 2 INTRODUÇÃO Data

Leia mais

P2CEM. Pesquisa 2015/1. Elaboração de trabalho escrito. Profa. Dra. Zélia Soares Macedo Departamento de Física

P2CEM. Pesquisa 2015/1. Elaboração de trabalho escrito. Profa. Dra. Zélia Soares Macedo Departamento de Física P2CEM Pesquisa 2015/1 Elaboração de trabalho escrito Profa. Dra. Zélia Soares Macedo Departamento de Física Tipos de trabalho escrito: - monografia (1º semestre); - projeto (1º ou 2º semestre); - relatório

Leia mais

SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO SAD

SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO SAD SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO SAD Conceitos introdutórios Decisão Escolha feita entre duas ou mais alternativas. Tomada de decisão típica em organizações: Solução de problemas Exploração de oportunidades

Leia mais

Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Análise de Dados e Data Mining

Pós-Graduação Lato Sensu Especialização em Análise de Dados e Data Mining Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Análise de Dados e Data Mining Inscrições Abertas Início das Aulas: 24/03/2015 Dias e horários das aulas: Terça-Feira 19h00 às 22h45 Semanal Quinta-Feira 19h00

Leia mais

Perguntas e Respostas para Líderes de Grupo, Pesquisadores e Estudantes

Perguntas e Respostas para Líderes de Grupo, Pesquisadores e Estudantes Perguntas e Respostas para Líderes de Grupo, Pesquisadores e Estudantes QUESTÕES GERIAS Q.1. Quais os principais objetivos do Diretório? O Diretório possui três finalidades principais. No que se refere

Leia mais

PLATAFORMA URBANMOB Aplicativo para captura de trajetórias urbanas de objetos móveis

PLATAFORMA URBANMOB Aplicativo para captura de trajetórias urbanas de objetos móveis PLATAFORMA URBANMOB Aplicativo para captura de trajetórias urbanas de objetos móveis Gabriel Galvão da Gama 1 ; Reginaldo Rubens da Silva 2 ; Angelo Augusto Frozza 3 RESUMO Este artigo descreve um projeto

Leia mais

ESTRUTURAÇÃO DE UM BANCO DE DADOS DE IMAGENS ORBITAIS PARA WEBMAPPING

ESTRUTURAÇÃO DE UM BANCO DE DADOS DE IMAGENS ORBITAIS PARA WEBMAPPING ESTRUTURAÇÃO DE UM BANCO DE DADOS DE IMAGENS ORBITAIS PARA WEBMAPPING RAFAELA S. NIEMANN 1 ; SOPHIA D. RÔVERE 2 ; WILSON A. HOLLER 3 N 10508 RESUMO A organização de imagens de satélite direcionada à implementação

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 72/2009 Aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação, modalidade

Leia mais

Para construção dos modelos físicos, será estudado o modelo Relacional como originalmente proposto por Codd.

Para construção dos modelos físicos, será estudado o modelo Relacional como originalmente proposto por Codd. Apresentação Este curso tem como objetivo, oferecer uma noção geral sobre a construção de sistemas de banco de dados. Para isto, é necessário estudar modelos para a construção de projetos lógicos de bancos

Leia mais

Projeto Pedagógico do Curso

Projeto Pedagógico do Curso Projeto Pedagógico do Curso Fundamentação Diretrizes curriculares do MEC Diretrizes curriculares da SBC Carta de Princípios da UNICAP Projeto Pedagógico Institucional da UNICAP Diretrizes Curriculares

Leia mais

PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E EM DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E INOVAÇÃO (PIBIC, PIBIC - AF, PIBITI, PIBIC - EM) - PICDTI/PRPPG/UFPR

PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E EM DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E INOVAÇÃO (PIBIC, PIBIC - AF, PIBITI, PIBIC - EM) - PICDTI/PRPPG/UFPR PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E EM DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E INOVAÇÃO (PIBIC, PIBIC - AF, PIBITI, PIBIC - EM) - PICDTI/PRPPG/UFPR EDITAL 2015-2016 De acordo com a Legislação Vigente, Resolução RN

Leia mais

Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Sistema Gerenciador de Banco de Dados

Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Sistema Gerenciador de Banco de Dados Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) é constituído por um conjunto de dados associados a um conjunto de programas para acesso a esses

Leia mais

CURSO TECNOLÓGICO 2008/01 1º SEMESTRE. Programação e Estruturas de Dados Fundamentais

CURSO TECNOLÓGICO 2008/01 1º SEMESTRE. Programação e Estruturas de Dados Fundamentais 1º SEMESTRE Programação e Estruturas de Dados Fundamentais 8 Créditos Desenvolver a lógica de programação através da construção de algoritmos utilizando português estruturado Representar a solução de problemas

Leia mais

Unidade III PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE. Prof. Daniel Arthur Gennari Junior

Unidade III PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE. Prof. Daniel Arthur Gennari Junior Unidade III PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Prof. Daniel Arthur Gennari Junior Sobre esta aula Gestão do conhecimento e inteligência Corporativa Conceitos fundamentais Aplicações do

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Comunidades de Prática Grupos informais e interdisciplinares de pessoas unidas em torno de um interesse

Leia mais

GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA APLICADA. fgv.br/vestibular

GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA APLICADA. fgv.br/vestibular GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA APLICADA fgv.br/vestibular IDEALISMO, EXCELÊNCIA E CREDIBILIDADE A Fundação Getulio Vargas surgiu em 20 de dezembro de 1944 com o objetivo de preparar profissionais qualificados

Leia mais

Padrões de Contagem de Pontos de Função

Padrões de Contagem de Pontos de Função Padrões de Contagem de Pontos de Função Contexto Versão: 1.0.0 Objetivo O propósito deste documento é apresentar os padrões estabelecidos para utilização da técnica de Análise de Pontos de Função no ambiente

Leia mais

Business Intelligence e ferramentas de suporte

Business Intelligence e ferramentas de suporte O modelo apresentado na figura procura enfatizar dois aspectos: o primeiro é sobre os aplicativos que cobrem os sistemas que são executados baseados no conhecimento do negócio; sendo assim, o SCM faz o

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 PERFIL ALUNO Versão 1.0 2014 NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE

Leia mais

IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1

IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1 IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1 Banco de Dados Introdução Por: Robson do Nascimento Fidalgo rdnf@cin.ufpe.br IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO (PROENG) ASSESSORIA DE DESENVOLVIMENTO ASSESSORIA JURÍDICA

PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO (PROENG) ASSESSORIA DE DESENVOLVIMENTO ASSESSORIA JURÍDICA FORMULÁRIO DE ALTERAÇÃO DE EMENTAS CURSO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO MATRIZ(ES) CURRICULAR(ES): 2015 ALTERAÇÕES PASSAM A VIGORAR A PARTIR DO SEMESTRE: 1 Arquitetura de Computadores Arquitetura de Computadores

Leia mais

Introdução. Motivação. Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) Banco de Dados (BD) Sistema de Banco de Dados (SBD)

Introdução. Motivação. Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) Banco de Dados (BD) Sistema de Banco de Dados (SBD) Pós-graduação em Ciência da Computação CCM-202 Sistemas de Banco de Dados Introdução Profa. Maria Camila Nardini Barioni camila.barioni@ufabc.edu.br Bloco B - sala 937 2 quadrimestre de 2011 Motivação

Leia mais

COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA?

COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA? COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA? Conhecimento: Conhecimento: nada mais é que a apreensão da realidade, de forma real ou imaginada. Entendendo realidade como aquilo

Leia mais

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados:

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados: MC536 Introdução Sumário Conceitos preliminares Funcionalidades Características principais Usuários Vantagens do uso de BDs Tendências mais recentes em SGBDs Algumas desvantagens Modelos de dados Classificação

Leia mais

Fundamentos da inteligência de negócios: gestão da informação e de bancos de dados

Fundamentos da inteligência de negócios: gestão da informação e de bancos de dados Fundamentos da inteligência de negócios: gestão da informação e de bancos de dados slide 1 1 Copyright 2011 Pearson Education, Inc. publishing as Prentice Hall Objetivos de estudo Como um banco de dados

Leia mais

Gestão do Conhecimento Case Documentar

Gestão do Conhecimento Case Documentar Gestão do Conhecimento Case Documentar GESTÃO DO CONHECIMENTO CASE DOCUMENTAR Empresa: Documentar Tecnologia e Informação Localização: R. Barão de Macaúbas 460 20º Andar Santo Antônio BH/MG Segmento: Tecnologia,

Leia mais

Bases de Dados II 6638: BSc in Information Systems and Technologies. Cap. 1 Arquitectura de Sistemas de Bases de Dados. Module Introduction

Bases de Dados II 6638: BSc in Information Systems and Technologies. Cap. 1 Arquitectura de Sistemas de Bases de Dados. Module Introduction Bases de Dados II 6638: BSc in Information Systems and Technologies Cap. 1 Module Introduction Objectivos O propósito e a origem da arquitectura de base de dados a três níveis. O conteúdo dos níveis externo,

Leia mais

Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii. Parte I - Empresa e Sistemas, 1

Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii. Parte I - Empresa e Sistemas, 1 Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii Parte I - Empresa e Sistemas, 1 1 SISTEMA EMPRESA, 3 1.1 Teoria geral de sistemas, 3 1.1.1 Introdução e pressupostos, 3 1.1.2 Premissas

Leia mais

SISTEMAS INTELIGENTES DE APOIO À DECISÃO

SISTEMAS INTELIGENTES DE APOIO À DECISÃO SISTEMAS INTELIGENTES DE APOIO À DECISÃO As organizações estão ampliando significativamente suas tentativas para auxiliar a inteligência e a produtividade de seus trabalhadores do conhecimento com ferramentas

Leia mais

Universidade Federal de Santa Maria Curso de Arquivologia. Disciplina de Banco de Dados Aplicados à Arquivística. Versao 1.

Universidade Federal de Santa Maria Curso de Arquivologia. Disciplina de Banco de Dados Aplicados à Arquivística. Versao 1. Universidade Federal de Santa Maria Curso de Arquivologia Disciplina de Banco de Dados Aplicados à Arquivística Prof. Andre Zanki Cordenonsi Versao 1.0 Março de 2008 Tópicos Abordados Conceitos sobre Banco

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA GRADUAÇÃO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E ESTATÍSTICA DATA MINING EM VÍDEOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA GRADUAÇÃO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E ESTATÍSTICA DATA MINING EM VÍDEOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA GRADUAÇÃO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E ESTATÍSTICA DATA MINING EM VÍDEOS VINICIUS DA SILVEIRA SEGALIN FLORIANÓPOLIS OUTUBRO/2013 Sumário

Leia mais

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS Estabelece a política de pesquisa, desenvolvimento, inovação e extensão da Universidade Positivo (UP). O CONSELHO ACADÊMICO SUPERIOR (CAS), órgão da administração superior

Leia mais

Curso Tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação - 2013 -

Curso Tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação - 2013 - Curso Tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação - 2013 - O Curso Tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação é um curso da área de informática e tem seu desenho curricular estruturado por competências

Leia mais

Banco de Dados I Ementa:

Banco de Dados I Ementa: Banco de Dados I Ementa: Banco de Dados Sistema Gerenciador de Banco de Dados Usuários de um Banco de Dados Etapas de Modelagem, Projeto e Implementação de BD O Administrador de Dados e o Administrador

Leia mais

MAPEANDO AS CORRELAÇÕES ENTRE PRODUTIVIDADE E INVESTIMENTOS DE BOLSAS EM PROGRAMAS DE PÓSGRADUAÇÃO: o caso da Universidade Federal de Goiás

MAPEANDO AS CORRELAÇÕES ENTRE PRODUTIVIDADE E INVESTIMENTOS DE BOLSAS EM PROGRAMAS DE PÓSGRADUAÇÃO: o caso da Universidade Federal de Goiás MAPEANDO AS CORRELAÇÕES ENTRE PRODUTIVIDADE E INVESTIMENTOS DE BOLSAS EM PROGRAMAS DE PÓSGRADUAÇÃO: o caso da Universidade Federal de Goiás Dalton Lopes Martins (UFG) dmartins@gmail.com Arlon Silva (UFG)

Leia mais

As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R

As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R INTRODUÇÃO A pesquisa é um procedimento reflexivo e crítico de busca de respostas para problemas ainda não solucionados. O

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

Trabalho em equipe como fator facilitador da Gestão do Conhecimento

Trabalho em equipe como fator facilitador da Gestão do Conhecimento Trabalho em equipe como fator facilitador da Gestão do Conhecimento Viviane Maravieski Pereira (UTFPR) vivimaravieski@hotmail.com Isaura Alberton de Lima (UTFPR) alberton@cefetpr.br Resumo: Este artigo

Leia mais

Resumo dos principais conceitos. Resumo dos principais conceitos. Business Intelligence. Business Intelligence

Resumo dos principais conceitos. Resumo dos principais conceitos. Business Intelligence. Business Intelligence É um conjunto de conceitos e metodologias que, fazem uso de acontecimentos e sistemas e apoiam a tomada de decisões. Utilização de várias fontes de informação para se definir estratégias de competividade

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

Universidade do Estado de Minas Gerais Instituto Superior de Ensino e Pesquisa de Ituiutaba Sistemas de Informação Segurança e Auditoria de Sistemas

Universidade do Estado de Minas Gerais Instituto Superior de Ensino e Pesquisa de Ituiutaba Sistemas de Informação Segurança e Auditoria de Sistemas 1. Conceitos e Organização da Auditoria Universidade do Estado de Minas Gerais 1.1 Conceitos Auditoria é uma atividade que engloba o exame de operações, processos, sistemas e responsabilidades gerenciais

Leia mais

Projetos (PMO) : Oportunidades de Sinergia

Projetos (PMO) : Oportunidades de Sinergia Escritórios de Processos (BPM Office) e de Projetos (PMO) : Oportunidades de Sinergia Introdução...2 Uniformizando o entendimento dos conceitos... 4 Entendendo as principais similaridades... 5 Entendendo

Leia mais

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas.

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas. Extensão ETENSÃO A implementação da politica de Extensão, no Instituto Federal do Amazonas reafirma a missão deste Instituto e seu comprometimento com o desenvolvimento local e regional promovendo a integração

Leia mais

Etapas da evolução rumo a tomada de decisão: Aplicações Isoladas: dados duplicados, dados inconsistentes, processos duplicados.

Etapas da evolução rumo a tomada de decisão: Aplicações Isoladas: dados duplicados, dados inconsistentes, processos duplicados. Histórico Etapas da evolução rumo a tomada de decisão: Aplicações Isoladas: dados duplicados, dados inconsistentes, processos duplicados. Sistemas Integrados: racionalização de processos, manutenção dos

Leia mais

Desenvolvimento da Iluminação Pública no Brasil. Sistemas de gestão da iluminação pública

Desenvolvimento da Iluminação Pública no Brasil. Sistemas de gestão da iluminação pública 14 Capítulo IX Sistemas de gestão da iluminação pública Por Luciano Haas Rosito* Conforme apresentado no capítulo anterior, uma das oportunidades de melhoria na iluminação pública justamente refere-se

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC FLORIANÓPOLIS

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC FLORIANÓPOLIS FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC FLORIANÓPOLIS PORTARIA DE CREDENCIAMENTO DA FACULDADE Portaria Nº 3.544 de 13 de dezembro de 2002, publicada no DOU em 16 de dezembro de 2002. Diretor da Faculdade: José Carlos

Leia mais

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br Apresentação preparada para: I Congresso de Captação de Recursos e Sustentabilidade. Promovido

Leia mais

EDITAL Nº 02/2012 PROPP/UEMS/MCT/FINEP/CT- INFRA PROINFRA 01/2011

EDITAL Nº 02/2012 PROPP/UEMS/MCT/FINEP/CT- INFRA PROINFRA 01/2011 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DIVISÃO DE PESQUISA EDITAL Nº 02/2012 PROPP/UEMS/MCT/FINEP/CT- INFRA PROINFRA 01/2011 SELEÇÃO DE PROPOSTAS PARA APOIO

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO CST ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO 68 A disciplina estuda a área da informática como um todo e os conceitos fundamentais, abrangendo desde a

Leia mais

O USO DE INDICADORES DE PRODUÇÃO INTELECTUAL NO PROCESSO DE GESTÃO INSTITUCIONAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

O USO DE INDICADORES DE PRODUÇÃO INTELECTUAL NO PROCESSO DE GESTÃO INSTITUCIONAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL O USO DE INDICADORES DE PRODUÇÃO INTELECTUAL NO PROCESSO DE GESTÃO INSTITUCIONAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Janise Silva Borges da Costa, Beatriz Helena de Souza Cestari, Carla Metzler

Leia mais

Análise do Conteúdo e a Análise Documental

Análise do Conteúdo e a Análise Documental Análise do Conteúdo e a Análise Documental P R O F A. L I L L I A N A L V A R E S F A C U L D A D E D E C I Ê N C I A D A I N F O R M A Ç Ã O U N I V E R S I D A D E D E B R A S Í L I A Conceito Conceito

Leia mais

Banco de Dados. Uma coleção de dados relacionados [ELMASRI/NAVATHE]

Banco de Dados. Uma coleção de dados relacionados [ELMASRI/NAVATHE] 1/6 Banco de Dados O que é um Banco de Dados? Uma coleção de dados relacionados [ELMASRI/NAVATHE] Conjunto de dados integrados que tem por objetivo atender a uma comunidade específica [HEUSER] Um conjunto

Leia mais

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas 1. Apresentação do Problema Epitácio José Paes Brunet É cada vez mais expressiva, hoje, nas cidades brasileiras, uma nova cultura que passa

Leia mais

As etapas de automação

As etapas de automação As etapas de automação NEGREIROS, Leandro Ribeiro. Sistemas eletrônicos de gerenciamento de documentos arquivísticos: um questionário para escolha, aplicação e avaliação. Dissertação (mestrado em Ciência

Leia mais