EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NA DISCIPLINA CARTOGRAFIA ESCOLAR DURANTE FORMAÇÃO ACADÊMICA

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1 EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NA DISCIPLINA CARTOGRAFIA ESCOLAR DURANTE FORMAÇÃO ACADÊMICA Claudio Francisco da Costa 1977 Paulo Eduardo Ribeiro Vilma Célia Santana Carla Juscélia de Oliveira Souza Profa. Cartografia Escolar/Curso de Geografia/UFSJ Eixo de inscrição: 15 - A Geografia na educação básica: metodologia, tecnologia e formação docente. Resumo Este texto objetiva socializar uma experiência de ensino e pesquisa vivenciada na disciplina Prática de Ensino de Cartografia Escolar, no Curso de licenciatura em Geografia. A experiência compreendeu levantamento da habilidade cartográfica de alunos, de 9 a 13 anos, com a representação espacial e sua análise de acordo com a visão espacial. O objetivo foi verificar na prática questões discutidas durante a referida disciplina, principalmente os aspectos da alfabetização cartográfica. Os resultados mostraram que os oito alunos empregaram a visão horizontal em seus desenhos, 50% utilizaram também a visão vertical e apenas 12,5% a oblíqua. A mistura de pontos de vista em um mapa é comum entre as pessoas que não foram alfabetizadas com a Cartografia. A atividade desenvolvida pelos graduandos possibilitou conciliar discussão sobre alfabetização cartográfica e os resultados encontrados nos desenhos dos alunos. Palavras chave: Cartografia Escolar, Formação Professor, Experiência Acadêmica. Abstract This text aims to socialize the experience of teaching and research conducted in the discipline Teaching Practice School Cartography Course degree in Geography. The experience survey understood the cartographic skills of students, 9-13 years, with the spatial representation and analysis in accordance with the spatial vision. The objective was to verify in practice the issues discussed during this discipline, especially aspects of cartographic literacy. The results showed that the eight students used the horizontal vision in his drawings, 50% also used the vertical vision and only 12.5% oblique. The mixture of views on a map is common among people who were not literate with cartography. The activity developed by undergraduates possible to

2 reconcile discussion of cartographic literacy and the results found in the drawings of the students. Keywords: Cartography School, Teacher Training, Academic Experience. Introdução O presente trabalho discute a experiência com o ensino e pesquisa no contexto da disciplina de Pratica de Ensino de Cartografia, do curso de Licenciatura, em Geografia, da Universidade Federal de São João del-rei. Durante a referida disciplina, a turma da graduação, 2º período, foi solicitada a pensar e desenvolver uma atividade referente ao uso dos conhecimentos de Cartografia e de Geografia, na geografia escolar, para alunos do ensino fundamental II. Divididos em grupo, com até cinco componentes, os discentes tiveram liberdade para escolher qualquer conceito ou noção trabalhados no âmbito da Alfabetização Cartográfica De acordo com Laneve (1993 apud Pimenta et. al., 2008), o conhecer e refletir sobre a própria prática constitui um potencial para elevar a qualidade do ensino escolar. Iniciar essa reflexão ainda na formação inicial constitui ação positiva para a formação do professor de geografia. Com base nessa ideia, fomos orientados a trabalhar a interação prática/teoria/reflexão. Portanto, o nosso grupo escolheu realizar uma atividade prática e aplicada a alunos do ensino fundamental I e II a fim conhecer o ponto de vista deles, referente à representação espacial por meio do mapa mental do percurso escolar. Portanto, este trabalho objetiva socializar a experiência, seus resultados e discutir a sua importância na formação profissional do professor de Geografia. Fundamentação teórica e metodologia O embasamento teórico da atividade prática, proposta aos alunos, foi leituras de artigos relacionados à construção de conceitos cartográficos aplicados a cartografia escolar, acrescentado outro importante material que se trata do texto: Iniciando a Alfabetização Cartográfica de autoria de Luciana Cristina de Almeida, Ana Paula Nunes Chaves e Ruth Emília Nogueira Loch (2014). O trabalho foi realizado com um oito estudantes da escola básica, com idade entre 8 a 13 anos, sendo eles alunos de escolas públicas e privadas, de diferentes períodos. Inicialmente foi proposto a eles que realizassem um esboço de seu percurso, saindo de suas casas até à escola. Os alunos foram orientados apenas para que representasse o que julgassem relevante neste trajeto. Terminada esta etapa, foi

3 solicitado que os estudantes fizessem o desenho da fachada de suas respectivas escolas. As duas atividades tiveram o objetivo de avaliar os conhecimentos dos estudantes sobre os tipos de visões: vertical, horizontal e obliqua. Segundo Romano (2007), quando se parte do universo da criança para ensiná-la a observar a realidade, significa dar condições a ela condições para verificar todos os pontos importantes a partir da perspectiva da criança. Ainda segundo Romano (2007), as observações da realidade devem ser registradas por meio da escrita ou mesmo do desenho. A elaboração do mapa mental constitui uma ação que parte da criança e da sua realidade e segue a ideia do autor Na execução da atividade não foram aplicadas orientações referentes à alfabetização cartográfica, o intuito do grupo era fazer observações quanto às habilidades dos alunos em interpretar o espaço no qual eles estão inseridos, levando em consideração também a sua vivencia e a ideia de lugar. A duração da atividade foi de aproximadamente três aulas de 50 minutos cada. Resultados Os desenhos, contendo o mapa mental das oito crianças e jovens, foram analisados quanto à visão espacial utilizada nas representações. No Quadro 1, observamos que todos empregaram a visão horizontal em seus desenhos, enquanto 50% utilizou também a visão vertical e apenas 12,5% a oblíqua. Não foi surpresa verificar que nos desenhos estavam presentes, simultaneamente, as visões vertical, horizontal e oblíqua, pois a literatura sobre cartografia escolar aponta sobre essa dificuldade entre alunos não alfabetizados em cartografia. QUADRO 1: ELEMENTOS CARTOGRÁFICOS PRESENTES NOS MAPAS MENTAIS Alunos Horizontal Oblíqua Vertical Legenda G.M. J. C. X X M. V. C. C. X X X M. B. S. X X C. C. X X G. C. M. S. X X X E. R. X L. A. S X X A. V. S. C. X % 100% 12,5% 50% 37 5% Quadro 1: Elementos cartográficos presentes nos mapas mentais Fonte: Levantamento de campo, 2013.

4 Apesar de todos os participantes fazerem o mesmo trajeto casa/escola, suas representações tinham características distintas, deixando evidente que a percepção do espaço, por eles, apresenta diferenciações quanto aos elementos observados e quanto ao ponto de visão (Figuras 1 e 2) Figura 1: Desenho caminho de casa à escola. Fonte: Aluno 1 (10 anos) Figura 2: Desenho caminho de casa à escola. Fonte: Aluno 2 (11 anos) Na figura 1, observamos o rebatimento das casas, devido ao ponto de visão horizontal e a representação das ruas a partir do ponto de vista vertical. Na figura 2, notamos a riqueza de informação sobre os quarteirões do bairro e a fluxo indicando o percurso casa/escola. Nessa representação, o aluno utilizou somente o ponto de vista vertical, o que mostra entendimento da lógica de representação espacial em mapa mental. Quando o aluno cria o mapa do trajeto casa/ escola, o professor pode trabalhar com ele a ideia de alfabeto cartográfico. Partindo do princípio que o individuo consegue interpretar e representar o espaço ao seu redor, consequentemente será capaz de fazer a leitura de espaços em escalas ainda maiores. Mas para que este desempenho seja satisfatório, o desenvolvimento de atividades que estimulem o aluno deve iniciar nos primeiros anos de alfabetização, o seu desempenho dependerá se estes conceitos cartográficos forem inseridos ainda nas séries iniciais, com apoio de um material didático eficaz e com um professor capacitado que não deixe estes conceitos para trás. O papel do professor de geografia esta em levar ao aluno uma visão mais realista do mundo a sua volta, formando assim um cidadão com capacidade critica e questionadora. Conclusão

5 A experiência mostrou o quanto os estudantes, entre 8 e 13 anos, da escola básica se envolvem com atividades diferentes e prazerosas, que envolvem desenhar, falar do que eles conhecem, movimentar-se na sala de aula e socializar suas ideias. Atividades como a realizada pelo nosso grupo, na geografia escolar, fazem com que os alunos deixem de ser meros expectadores e se tornem sujeitos ativos, saibam se localizar, crie referências espaciais e desenvolvam estímulos a leitura e interpretação de mapas. Esse exercício de representar contribui para que os alunos possam entender o que é o espaço geográfico com uma visão ampliada sobre conceitos que abranja o universo político, econômico e social. Assim podemos tirar a concepção, equivocada, de que mapas só servem para ilustrar. Ao produzirem os próprios mapas, os alunos perceberam que eles não são como apenas figuras, em livros didáticos, mas fontes carregadas de informações Ao realizar essa atividade, como graduandos de licenciatura de geografia, tivemos a oportunidade de conciliar as discussões sobre alfabetização cartográfica, realizadas em sala, com os resultados encontrados nos desenhos dos alunos. Referências Bibliográficas ALMEIDA, Luciana C.; CHAVES,Ana Paula. ;LOCH, Ruth E. Iniciando a alfabetização cartográfica. Disponível em: Acesso em 09 de Abr PIMENTA, Selma G.et. al. Didática e formação de professores: percursos e perspectivas no Brasil e em Portugal. São Paulo: Cortez, ROMANO, S. M. M. Alfabetização cartográfica: a construção do conceito de visão vertical e a formação de professores. In: CASTELLAR, S (org.). Educação Geográfica: teorias e práticas docentes. 2ªed. São Paulo: Contexto, 2007

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