VIDEO OCULOGRAFIA DIGITAL

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1 VIDEO OCULOGRAFIA DIGITAL CÓDIGO CBHPM Vídeo oculografia digital (videonistagmografia) Video digital oculography Uma mini câmera de vídeo colocada num dos olhos com a ajuda de uma armação ocular, que capta os movimentos oculares e envia os dados para um computador que os registra e analisa. Os estímulos utilizados para desencadear o nistagmo, consistem em posições e movimentos específicos da cabeça e em fazer variar a temperatura da orelha, com a introdução de água ou ar, quente e/ou frio. Verificar o funcionamento do labirinto, fornecendo dados para identificar se determinada perturbação tem sua origem ao nível dos receptores da orelha interna, ou antes, nas estruturas nervosas centrais. O conjunto dos testes realizados durante o exame videonistagmográfico permite frequentemente um diagnóstico. Neste âmbito, é útil na decisão da necessidade de exames mais dispendiosos como a ressonância magnética.

2 TONSILECTOMIA A LASER CÓDIGO CBHPM Tonsilectomia a laser Laser tonsillectomy Técnica de dissecção das tonsilas a laser de CO2. Redução do sangramento, dispensando cauterização por eletrocautério e diminuição da dor referida no pós-operatório. Redução do tempo cirúrgico e redução do tempo de internação.

3 UVULOPALATOFARINGOPLASTIA POR RADIOFREQUÊNCIA CÓDIGO CBHPM Uvulopalatofaringoplastia por radiofrequência Uvulopalatopharyngoplasty radiofrequency Remoção dos tecidos do palato mole e úvula por radiofrequência, que cauteriza os tecidos, sem riscos de lesão neural,os quais serão reabsorvidos naturalmente pelo organismo. Provocar uma área de fibrose, aumentando o espaço das vias aéreas e diminuindo a ressonância e o ronco. Procedimento ambulatorial, com anestesia local e diminuição dos riscos de comprometimento da fala e deglutição.

4 RESSECÇÃO DE NASOANGIOFIBROMA POR VIDEOENDOSCOPIA CÓDIGO CBHPM Ressecção de nasoangiofibroma por videoendoscopia Endoscopic Surgery of nasopharyngeal angiofibroma Abordagem endoscópica para ressecção de tumores pequenos, limitados a nasofaringe, cavidade nasal, seios etmoidais e esfenoidal e fossa pterigopalatina. Permite uma visão ampliada e direta da lesão e relações anatômicas com estruturas adjacentes, promovendo melhor dissecção e controle do sangramento. Ausência de cicatrizes externas, disestesias e redução da possibilidade de deformidades craniofaciais. Maior controle do sangramento, redução do tempo cirúrgico e da internação. Minimização de recidivas.

5 OUTROS DEFEITOS CONGÊNITOS QUE NÃO A MICROTIA CÓDIGO CBHPM Outros defeitos congênitos que não a microtia Other congenital defects that not the microtia Remodelamento do pavilhão auricular por retirada do excesso de pele e reposicionamento de cartilagem, recuperando as dobras naturais. Correção do ângulo da orelha em relação à cabeça. Remoção de apêndices (restos embrionários). Garantir a anatomia padrão do pavilhão auricular, evitando situação de constrangimento, baixa autoestima e timidez. Remodelamento do pavilhão auricular.

6 INJEÇÃO DE DROGAS INTRATIMPÂNICAS CÓDIGO CBHPM Injeção de drogas intratimpânicas Injection of drugs intratympanic Injeção de drogas transtimpânicas. Garantir maior concentração da droga na perilinfa através da janela redonda e minimização dos efeitos colaterais sistêmicos da administração por outras vias. Ação mais rápida da droga por esta via, com menor risco e diminuição das internações para tratamentos clínicos.

7 TURBINOPLASTIA POR RADIOFREQUÊNCIA CÓDIGO CBHPM Turbinoplastia por radiofrequência Turbinoplasty radiofrequency Remoção dos tecidos dos cornetos nasais por radiofrequência, que cauteriza os tecidos, os quais serão reabsorvidos naturalmente pelo organismo. Provocar uma área de fibrose, aumentando o espaço da via aérea nasal. Procedimento ambulatorial, com anestesia local e diminuição dos riscos de hemorragia, sinéquias, ozena e alterações olfativas.

8 CORPOS ESTRANHOS RETIRADA SOB ANESTESIA GERAL/HOSPITAL (NARIZ) POR VIDEOENDOSCOPIA CÓDIGO CBHPM Corpos estranhos retirada sob anestesia geral/hospital (nariz) por videoendoscopia Foreign Bodies - removed under general anesthesia/hospital (nose) by videoendoscopy Visão direta e ampliada de toda fossa nasal pela fibra óptica. Remoção de corpos estranhos da fossa nasal em casos de dúvidas da presença dos mesmos ou do posicionamento posterior. Garantir o diagnóstico da presença ou não do corpo estranho e sua remoção. Diagnóstico imediato e resolução com efetividade.

9 OZENA TRATAMENTO CIRÚRGICO POR VIDEOENDOSCOPIA CÓDIGO CBHPM Ozena tratamento cirúrgico por videoendoscopia Ozena - surgical treatment by videoendoscopy Implante submucoso com visão direta e ampliada de silicone, teflon, dracon, cartilagem, osso macerado ou em fragmentos, para diminuir a cavidade nasal. Restaurar cirurgicamente a anatomofisiologia nasal. Visão direta e ampliada, favorecendo menor agressão à mucosa nasal, evitando a extrusão dos materiais implantados.

10 PERFURAÇÃO DO SEPTO NASAL POR VIDEOENDOSCOPIA CÓDIGO CBHPM Perfuração do septo nasal por videoendoscopia Perforation of the nasal septum - by videoendoscopy Visão direta e ampliada da cavidade nasal, facilitando a correta identificação do plano de clivagem para preparo e rotação de retalho mucoso e colocação do enxerto cartilaginoso. Restaurar cirurgicamente a anatomofisiologia nasal. Visão direta e ampliada, favorecendo menor agressão à mucosa nasal e vascularização, possibilitando maior efetividade para a pega do enxerto.

11 RINOSSEPTOPLASTIA FUNCIONAL POR VIDEOENDOSCOPIA CÓDIGO CBHPM Rinosseptoplastia funcional por videoendoscopia Functional Rhinoplasty by videoendoscopy Visão direta e ampliada da fossa nasal, para correção cirúrgica das deformidades das cartilagens e facilitar a via de acesso para correção das deformidades ósseas do septo e pirâmide nasal. Restaurar cirurgicamente a anatomofisiologia nasal, na correção das laterorrinias e deformidades das cartilagens alares e vestíbulo nasal, que determinam a obstrução nasal. Visão direta e ampliada, favorecendo menor agressão à mucosa nasal, restabelecendo a permeabilidade nasal e minimização de complicações como sangramentos e sinéquias. Diminui a necessidade de tamponamento nasal.

12 SEPTOPLASTIA FUNCIONAL POR VIDEOENDOSCOPIA CÓDIGO CBHPM Septoplastia funcional por videoendoscopia Functional Septoplasty by videoendoscopy Visão direta e ampliada da fossa nasal, para correção cirúrgica das deformidades das cartilagens e facilitar a via de acesso para correção das deformidades ósseas do septo. Restaurar cirurgicamente a anatomofisiologia nasal e deformidades osteocartilagenosas do septo e vestíbulo nasal, que determinam a obstrução nasal. Visão direta e ampliada, favorecendo menor agressão à mucosa nasal, restabelecendo a permeabilidade nasal e minimização de complicações como sangramentos e sinéquias. Diminui a necessidade de tamponamento nasal.

13 ANTROSTOMIA MAXILAR INTRANASAL POR VIDEOENDOSCOPIA CÓDIGO CBHPM Antrostomia maxilar intranasal por videoendoscopia Maxillary antrostomy intranasal by videoendoscopy Visão direta e ampliada da fossa nasal, para facilitar a via de acesso ao complexo osteomeatal e antro maxilar. Restaurar cirurgicamente a drenagem e ventilação nasossinusal. Visão direta e ampliada, favorecendo menor agressão à mucosa nasal, restabelecendo a permeabilidade nasossinusal e minimização de complicações como sangramentos, sinéquias e recidivas. Diminui a necessidade de tamponamento nasal.

14 ETMOIDECTOMIA INTRANASAL POR VIDEOENDOSCOPIA CÓDIGO CBHPM Etmoidectomia intranasal por videoendoscopia Intranasal Ethmoidectomy by videoendoscopy Visão direta e ampliada da fossa nasal, para facilitar a via de acesso ao complexo osteomeatal e seio etmoidal. Restaurar cirurgicamente a drenagem e ventilação nasossinusal. Visão direta e ampliada, favorecendo menor agressão à mucosa nasal, restabelecendo a permeabilidade nasossinusal e minimização de complicações como sangramentos, sinéquias e recidivas. Diminui a necessidade de tamponamento nasal.

15 ARTÉRIA MAXILAR INTERNA LIGADURA TRANSMAXILAR POR VIDEOENDOSCOPIA CÓDIGO CBHPM Artéria maxilar interna ligadura transmaxilar por videoendoscopia Internal maxillary artery - ligation transmaxillar by videoendoscopy Visão direta e ampliada da fossa nasal, para correção cirúrgica da hemorragia nasal refratária pela ligadura arterial. O acesso pode ser realizado pela fossa nasal ou transantral. Promover a cauterização endoscópica ou ligadura arterial e cessar a hemorragia. Visão direta e ampliada, favorecendo menor agressão à mucosa nasal e acesso direto à artéria sangrante. Diminui a necessidade de tamponamento nasal.

16 SINUSOTOMIA FRONTAL INTRANASAL COM BALÃO POR VIDEOENDOSCOPIA CÓDIGO CBHPM Sinusotomia frontal intranasal com balão por videoendoscopia Frontal sinusotomy intranasal with balloon by videoendoscopy Visão direta e ampliada da fossa nasal, para facilitar a via de acesso ao ósteo e ao seio frontal, utilizando um cateter balão pequeno e flexível que quando insuflado, permite alargar os óstios dos seios paranasais. Restabelecer a ventilação e drenagens normais, sem danificar o revestimento dos óstios. Com o óstio sinusal alargado é possível introduzir um outro cateter de irrigação, que vai permitir a lavagem e remoção de secreções do interior do seio frontal. Procedimento sem remoção de tecidos e com sangramento ínfimo. Menor risco de complicações cirúrgicas. Indicação em pacientes imunossupridos e clinicamente críticos.

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