1ª Fase - o início 2ª Fase - o passado 3ª Fase - a revolução informática

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1ª Fase - o início 2ª Fase - o passado 3ª Fase - a revolução informática"

Transcrição

1 ANÁLISE DO JOGO EM BASQUETEBOL - DA PRÉ-HISTÓRIA AO DATA MINING António Jaime Sampaio (Portugal) Gabinete de Basquetebol - UTAD O estudo dos Jogos Desportivos Colectivos é enquadrado em estruturas muito próprias que nos permitem analisar e identificar os diferentes elementos comuns que caracterizam a sistematização e organização do conhecimento (Oliveira, 1994). O basquetebol como actividade desportiva evoluída e em permanente renovação, não tem fugido a esta regra. De um modo muito particular, a análise do jogo, entendida como o estudo do jogo a partir da observação da actividade dos jogadores e das equipas, tem vindo ao longo dos tempos, a constituir um argumento de crescente importância nos processos de preparação desportiva (Garganta, 1996). Tal facto é traduzido pela quantidade e qualidade de informação disponibilizada para: Aceder ao conhecimento da organização do jogo e aos factores que concorrem para o sucesso desportivo; Planificar e organizar o treino, tornando os seus conteúdos mais objectivos e específicos; Regular a aprendizagem, o treino e a competição. Estes propósitos têm sido atingidos de uma forma gradual e muito consistente. De facto, as estruturas do jogo exigiram, de imediato, métodos e meios de análise capazes de acompanhar a sua evolução. Progressivamente, os métodos de observação directa foram substituídos por poderosos sistemas informáticos capazes de recolher e tratar os dados em tempo real. Contudo, a evolução deste processo decorreu em várias fases, que importa caracterizar: 1ª Fase - o início O registo manual através de métodos de observação directa constituiu-se como a principal característica desta fase. A observação directa ao condicionar a quantidade de indicadores a recolher, "obrigava" os treinadores a pré-seleccionarem o conjunto de indicadores do jogo a observar e registar. Por exemplo, no Basquetebol, a sugestão de observação centrava-se habitualmente, nos lançamentos e nos ressaltos, sem que para isso existisse suporte objectivo. Ou seja, nessa altura não estavam disponíveis estudos que evidenciassem a importância exclusiva desses indicadores de eficácia no desfecho final dos jogos. O tratamento desta informação era feito à posteriori, e naturalmente, por insuficiência de meios, absorvia bastante tempo aos treinadores. Reforçando esta ideia, Sanderson & Way (1977) estimaram em cerca de 40 horas o tempo necessário para analisar um simples jogo de Squash. 2ª Fase - o passado Esta 2ª fase de evolução caracteriza-se pela disponibilidade dos métodos de observação indirecta. De facto, o surgimento dos vídeo-gravadores proporcionou um enorme incremento nas recolhas de dados, que passaram a ser mais exaustivas, mais fiáveis (Hughes, 1996) e a estarem permanentemente disponíveis. No entanto, a capacidade de tratamento desta informação permanecia ainda muito reduzida, já que ainda estava longe o tempo da revolução informática. 3ª Fase - a revolução informática Surge uma grande revolução na informática. Os computadores tornam-se cada vez mais poderosos, e ao mesmo tempo mais acessíveis. Os softwares de aplicativos acompanharam esta evolução, consubstanciada em packages estatísticos cada vez mais rápidos e sofisticados. Todavia, os sistemas de observação e registo, perdem eficácia pelo facto da informação por eles gerada constituir material disperso e retalhado, afigurando-se confuso. Isto significa que, não obstante o recurso a meios sofisticados, a proliferação de bases de dados não garantia, por si só, o acesso a informação útil. A definição de referenciais conceptuais

2 delimitadores das categorias e indicadores a seleccionar, tornava-se imprescindível (Garganta, 1996). O ponto mais marcante desta fase prende-se com o facto da opinião dos treinadores ter deixado de ser utilizada como elemento referencial. As análises a realizar pressupõem que não se têm certezas nenhumas sobre o jogo e que será o tratamento dos dados a fornecernos todo o conhecimento (Marques, 1990). Nesta fase surgem os primeiros estudos, recorrentes a grandes amostras, que relacionam acções técnico-tácticas do jogo com a vitórias ou derrotas (Van Gundy, 1978; Pim, 1981). 4ª fase - o presente Todo o processo de recolha e tratamento de dados passou a ser dominado pelos meios informáticos. O software passou a ser elaborado de acordo com os constrangimentos que o jogo apresenta, complementando assim os packages estatísticos tradicionais. Contudo, estes sistemas sofisticados de análise do jogo, têm sido utilizados quase exclusivamente como auxiliares dos treinadores em equipas profissionais. Infelizmente, a informação por eles gerada não está disponível na bibliografia. Decorrente desta evolução, as recolhas e o tratamento dos dados passaram a ser realizados em tempo real. As vantagens que daqui advêm são evidentes, salientando-se o facto da possibilidade dos treinadores poderem intervir no jogo em tempo real. Por outro lado, a qualidade e a quantidade de informação gerada permite a construção de bancos de dados cada vez mais poderosos, a partir dos quais vai sendo possível perspectivar múltiplos contornos da performance no jogo. Mais recentemente, os interfaces mais sofisticados têm permitido a acoplação dos videogravadores aos microcomputadores e deste modo, torna-se possível, com custos cada vez mais reduzidos, o acesso à informação não só quantitativa mas também gráfica. Refirase neste particular o sistema de análise desenvolvido para o futebol por Franks & McGarry (1996). Nesta perspectiva mais actual, Hughes (1986) apresenta 4 grandes áreas para a análise quantitativa de dados: a análise de tempo e movimento; a avaliação táctica; a avaliação técnica e a compilação estatística dos dados. A informação derivada das avaliações anteriormente referidas, serve, segundo Franks et al. (1983), os seguintes propósitos: (i) proporcionar informação para o treinador intervir com feedbacks imediatos relativamente à prestação individual e colectiva; (ii) criar bancos de dados de acesso em tempo real; (iii) visualizar automaticamente a informação dos bancos de dados através de interfaces com os videogravadores e (iv) detectar pontos fortes e fracos na preparação desportiva das equipas. 5ª fase - o futuro Uma das vertentes do desenvolvimento do Basquetebol é, sem qualquer duvida, o rápido acesso a todo o tipo de informação existente sobre uma imensidão inimaginável de actividades relacionadas, directa ou indirectamente, com a sua prática (Turcoliver, 1996). Já em 1990 Marques referiu que esta etapa consistirá na criação de sistemas informáticos inteligentes que: Possibilitem o registo de todos os comportamentos passíveis de quantificação; Relacionem as acções técnicas com as estruturas tácticas; Possuam todo o conhecimento actual da modalidade bem como os níveis de prestação dos jogadores e equipas intervenientes. Nesta abrangência futurista, é muito provável que os processos de recolha de dados possam vir a ser melhorados com o aperfeiçoamento dos sistemas de voice-over (Hughes, 1996). Tal facto poderá permitir que qualquer pessoa, mesmo sem muita experiência, possa realizar recolhas de dados válidas e fiáveis. Por outro lado, o estado da arte parece reflectir o progresso nos processos de digitalização em vídeo associado ao armazenamento em grandes bancos de dados. Esta evolução irá permitir que os treinadores gastem menos tempo com os computadores e os vídeogravadores (Leonard, 1995), consequentemente o treino passará a ser muito mais válido e objectivo uma vez que se conhecem, com uma precisão mais elevada, os pontos fracos a melhorar.

3 Actualmente, vive-se um processo de transformação gradual. De facto, as facilidades que surgiram com os progressos tecnológicos na Informática aliado aos sistemas electrónicos de aquisição de dados facilitaram o aparecimento natural de grandes bases de dados. A utilização de tecnologias mais avançadas, já disponíveis em grandes industrias e na área financeira, como meio de analisar grandes quantidades de informação é uma das mais recentes evoluções (Carvalho, 1998). A ideia concreta da dimensão dos registos e variáveis inclusas nestes poderosos bancos de dados pode ser melhor entendida através dos exemplos apresentados por Hand (1998): a empresa norte americana Walmart realiza mais de 20 milhões de transações comerciais diariamente; a empresa norte americana AT&T tem 100 milhões de clientes e lida com 200 milhões de chamadas telefónicas diárias; a Mobil Oil armazena cerca de 100 terabytes de dados diariamente; sistema de observação da Terra construído pela NASA irá gerar 50 gigabytes de informação por hora no ano Entramos então na era dos "giga" e dos "terabytes" de dados, que alguns autores até designaram de "terrorbytes", devido às extremas dificuldades que se sentiram (e sentem) no provimento de algum sentido à informação recolhida. De facto, reunimos nas mais variadas áreas do conhecimento, bancos de dados tão grandes que se torna difícil sem qualquer auxilio, e mesmo com o auxilio dos métodos estatísticos disponíveis, responder a qualquer questão por muito simples que seja. O ser humano não está preparado para lidar com grandes volumes de dados e/ou espaços multidimensionais (Fayyad, 1998). Uma análise actual aos sistemas de observação e registo leva-nos a constatar que estes perdem eficácia pelo facto da informação gerada se tornar demasiado confusa (Gerish & Reichelt, 1993). Independentemente da maior sofisticação dos meios tecnológicos disponíveis, a proliferação de bases de dados não garante, por si só, o acesso a informação útil (Garganta, 1998). Perante o aparecimento destes bancos de dados e a certeza que aí se encontra informação oculta e preciosa, o passo seguinte foi direccionado para a construção de técnicas específicas de análise. O Data Mining surgiu como solução a este problema. Data Mining O interesse da comunidade científica pelo Data Mining tem crescido abruptamente. Em 1997, o 3º Congresso Internacional de Knowledge Discovery and Data Mining já contou com a participação de 700 pessoas. Dando resposta a esta rápida evolução, de imediato surgiu a 1ª publicação periódica - Data Mining and Knowledge Discovery - nos Estados Unidos da America, sob a direcção do Professor Usama Fayyad, um dos pioneiros desta área. Em termos gerais, o Data Mining é uma técnica que congrega 4 áreas de estudo fundamentais: a estatística, as bases de dados, o reconhecimento de padrões e a inteligência artificial (Hand, 1998). A sua principal utilidade reside na capacidade de reconhecer padrões e/ou modelos de comportamento através da análise de grandes bancos de dados integrados (informação numérica, imagens, áudio, texto,...). Este processo ocorre através da modelação das estruturas que provocam padrões de comportamento constantes e provavelmente replicáveis (Fayad, 1998) e recorre a técnicas estatísticas integradas como: Análise de Clusters, Regressões, Métodos Gerais de Classificação e Redes Bayesianas (Hand, 1998). Em termos estruturais os sistemas de Data Mining baseiam-se numa nova linguagem de programação. O "tradicional" SQL (Structured Query Language) foi abandonado devido às suas limitações de interactividade e fraco poder para tomadas de decisões autónomas. Surgiu então o OLAP (On-Line Analytical Process), que apresenta segundo as necessidades do programador várias ramificações (MOLAP? OLAP multidimensional, ROLAP? OLAP relacional, HOLAP? OLAP híbrido, DOLAP? OLAP para Desktops). O enquadramento global desta técnica de análise não tem sido muito pacífico. Enquanto que alguns autores integram o Data Mining na estatística (para ref. ver Hand, 1998), outros autores (para ref. ver Fayyad, 1998) englobam esta técnica num processo muito mais abrangente quando o incluem numa das etapas do processo de Pesquisa de Conhecimento em Bases de Dados (do inglês Knowledge Discovery in Databases). Segundo Fayyad (1998), este processo é constituído pelas seguintes etapas: (i) selecção e depuração dos dados; (ii)

4 transformação dos dados; (iii) Data Mining; (iv) Interpretação e avaliação e (v) Integração final. Enquanto que a estatística actual se centra sobretudo na análise de dados primária, i.e., os dados são recolhidos com a intenção de dar resposta a um problema, a preocupação central das técnicas de Data Mining centra-se na análise de dados secundárias, i.e., as bases de dados são construídas no intuito de à posteriori se identificarem padrões de comportamento até então desconhecidos e que se apresentem de grande utilidade para os investigadores. De certo modo, não existe um modelo teórico de suporte à investigação e podemos afirmar que os investigadores não sabem bem o que procuram. Callaghan (1998) refere-se a este facto como "fishing the data without an hipoteshis to verify". Apesar dos evidentes pontos fortes desta técnica de análise, os especialistas desta área têm-se debatido com alguns problemas importantes associados ao tamanho das bases de dados (Hand, 1998) e que naturalmente colocam em causa todo este novo processo. Destacamos neste âmbito os cuidados: i. na contaminação dos registos, as análises exploratórias de dados devem ser repensadas. Por exemplo, se excluirmos um outlier de uma amostra de 1000 registos (que representa 0.001% e que actualmente parece pacífico), quando nos reportamos a amostras de 1 bilião de registos, se excluir-mos os mesmos 0,001%, estaremos a excluir 1 milhão! ii. no processamento de dados em tempo real, o crescimento ininterrupto dos dados provoca alterações constantes nas interpretações a realizar. iii. nas relações esporádicas, a probabilidade de identificarmos associações inter/intra-registos e inter/intra-variáveis devidas ao acaso vai ser muito maior. O software disponível nesta área tem potencialidades de análise gerais e específicas. Construído por Hoschka & Klosgen em 1991 o Explora, é um sistema de características gerais, a informação a extrair e as características da base de dados podem ser ajustadas mediante as necessidades dos utilizadores. Dando resposta a problemas de áreas mais específicas surgiram o IDEA (Interactive Data Exploration and Analysis System), construído para a análise de mercado da empresa norte-americana AT&T (Fayyad, 1998; Hand, 1998) e o Advanced Scout, construído para a NBA (Bhandari et al., 1997) Advanced Scout O Advanced Scout foi construído em 1997 pelo cientista norte-americano Inderpal Bhandari e seus colaboradores, pertencentes ao IBM's Watson Research Center. Actualmente o programa é usado sistematicamente por 20 equipas da NBA e pelo próprio departamento de análise da liga em parceria com a IBM e algumas cadeias de televisão (Callaghan, 1998). De um modo simplista, o programa tem como objectivo ajudar os treinadores a mais facilmente analisarem e interpretarem a informação dos jogos, podendo funcionar de duas formas distintas: (i) respondendo a questões previamente definidas ou (ii) detectando padrões de comportamento (Carvalho, 1998). Bob Salmi, treinador das equipa profissional dos Mavericks de Dallas, expressou-se acerca da utilidade destes sistemas de análise do seguinte modo: "There are patterns in all your data. As coaches, we have ideas about why we win or lose, based on player performance and statistics. This technology allows us to get quick answers to questions and automatically identify patterns that may mean the difference between winning and losing". Torna-se então relativamente fácil perceber quais os sistemas ofensivos ou defensivos mais eficazes, com quais jogadores e em que circunstâncias, sob uma perspectiva transversal ou longitudinal. Como já foi referido anteriormente, estes sistemas são capazes de integrar informação de todos os tipos, facto que se torna imprescindível no caso do Basquetebol, uma vez que além de se ter um conhecimento mais válido acerca dos pontos fortes e fracos de ambas as equipas, podemos visualizar automaticamente e em tempo real toda a informação pretendida. Bibliografia

5 Bhandari, Inderpal; Colet, Edward; Parker, Jennifer; Pines, Zachary; Pratap, Rajiv; Ramanujam, Krishnakumar (1997) Advanced Scout: Data Mining and Knowledge Discovery in NBA Data. Data Mining and Knowledge Discovery, 1(1). Callaghan, D. (1998) NBA teams discover the power of data mining. Midrange systems, 8 (11). Carvalho, R. (1998) O acesso dos treinadores à informação. Treino Desportivo, 3. Fayyad, U. (1998) Diving into databases. Database Programming & Design, 3 (11). Franks, I.; Goodman, D.; Miller, G. (1983) Analysis Of Performance: Qualitative Or Quantitative. Sports, 15. Franks, I.; Macgarry, T. (1996) The Science Of Match Analysis. In: T. Reilly, (1996) Science and Soccer. E & FN Spon, London. Garganta, J. (1996) A Análise Do Jogo Em Futebol: Percurso Evolutivo E Tendências. Actas Das II Jornadas Do CEJD, FCDEF-UP. Garganta, J. (1998) A Modelação Táctica do jogo de Futebol: Estudo da organização da fase ofensiva em equipas de alto rendimento. Tese de Doutoramento, FCDEF-UP. Gerish G.; Reichelt, M. (1993) Computer and video aided analysis of football games. In T. Reilly; A. Lees; K. Davis & W.J. Murphy. Science and Football II. E. & F.N. Spon. London-New-York. Hand, D. (1998) Data mining: statistics and more? The American Statistician, 2 (52). Hugues, M. (1986) A Review Of Patterns Of Play In Squash. In: J. Watkins; T. Reilly; L. Burwitz (Eds). Sports Science. E & FN Spon, London. Hugues, M. (1996) Tactical Modelling In Soccer. Actas II Jornadas Do CEJD. FCDEF- UP. Leonard, K. (1995) The Development Of A Data Base Management System For A National Hockey League (NHL) Team. Journal Of Sport Behavior, 4. Marques, F. (1990) A Definição De Critérios De Eficácia Em Desportos Colectivos. Provas De APCC. FMH-UTL. Oliveira, J. (1994) Para Uma Teoria Do Basquetebol. Revista Horizonte, 72. Pim, R. (1981) An Investigation Of Selected Division I Basketball Conferences To Determine Statistical Variables That Lead To Winning Or Losing Games. Doctoral Thesis, Nortwestern State University Of Louisiana. Sanderson, F.; Way, K. (1977) The Development Of An Objective Method Of Game Analysis In Squash Rackets. British Journal Of Sports Medicine, 11. Turcoliver, D. (1996). How Often Do Teams Get Lucky. Journal Of Basketball Studies, Van Gundy, B. (1978) Correlates Of Victory. The Basketball Bulletin (Fall).

Uma plataforma estratégica

Uma plataforma estratégica Publicado: Fevereiro 2007 Autor: Rui Loureiro Sénior Partner Implementar o Help Desk Quando simplesmente pensamos em implementar um Help Desk, isso pode significar uma solução fácil de realizar ou algo

Leia mais

MESTRADO EM PESQUISA DE MERCADOS 2006 2007

MESTRADO EM PESQUISA DE MERCADOS 2006 2007 MESTRADO EM PESQUISA DE MERCADOS 2006 2007 PROGRAMA DAS DISCIPLINAS 1 1º trimestre PESQUISA DE MERCADOS Objectivos Pretende-se que os alunos: (a) adquiram os conceitos e semântica próprios do tema, (b)

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani Data Warehouse - Conceitos Hoje em dia uma organização precisa utilizar toda informação disponível para criar e manter vantagem competitiva. Sai na

Leia mais

Bases de Dados. O que é uma Base de Dados? Pós-Grduação em SIG

Bases de Dados. O que é uma Base de Dados? Pós-Grduação em SIG Bases de Dados O que é uma Base de Dados? Dados Pode-se começar por tentar dar uma definição do que são Dados. Os dados são factos em bruto, que não são necessáriamente relevantes para qualquer coisa que

Leia mais

PHC dteamcontrol Interno

PHC dteamcontrol Interno PHC dteamcontrol Interno A gestão remota de projectos em aberto A solução via Internet que permite acompanhar os projectos em aberto em que o utilizador se encontra envolvido, gerir eficazmente o seu tempo

Leia mais

PHC dteamcontrol Interno

PHC dteamcontrol Interno O módulo PHC dteamcontrol Interno permite acompanhar a gestão de todos os projectos abertos em que um utilizador se encontra envolvido. PHC dteamcontrol Interno A solução via Internet que permite acompanhar

Leia mais

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação O Business Analytics for Microsoft Business Solutions Navision ajuda-o a ter maior controlo do seu negócio, tomar rapidamente melhores decisões e equipar os seus funcionários para que estes possam contribuir

Leia mais

Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem

Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem Pedro Beça 1, Miguel Oliveira 1 e A. Manuel de Oliveira Duarte 2 1 Escola Aveiro Norte, Universidade de Aveiro 2 Escola Aveiro Norte, Departamento

Leia mais

ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho

ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho Sumário País Portugal Sector Saúde Perfil do Cliente O Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho envolve

Leia mais

EXEMPLO: QUANTIFICAÇÃO DAS AÇÕES OFENSIVAS DO GOALBALL NOS JOGOS PARALÍMPICOS DE LONDRES

EXEMPLO: QUANTIFICAÇÃO DAS AÇÕES OFENSIVAS DO GOALBALL NOS JOGOS PARALÍMPICOS DE LONDRES EXEMPLO: QUANTIFICAÇÃO DAS AÇÕES OFENSIVAS DO GOALBALL NOS JOGOS PARALÍMPICOS DE LONDRES 2012 Thiago Magalhães / UNICAMP Otávio Luis Piva da Cunha Furtado / UNICAMP Márcio Pereira Morato / USP Diego Henrique

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Esp. Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com Sistemas de informação Disciplina: Introdução a SI Noções de sistemas de informação Turma: 01º semestre Prof. Esp. Marcos Morais

Leia mais

Cadeira de Tecnologias de Informação. Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento.

Cadeira de Tecnologias de Informação. Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento. Cadeira de Tecnologias de Informação Ano lectivo 2007/08 Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento. Prof. Mário Caldeira Profª Ana Lucas Dr. Fernando Naves

Leia mais

1. ENQUADRAMENTO. Contacte-nos hoje para saber mais. Esta é a solução de Gestão do Desempenho de que a sua Empresa precisa!

1. ENQUADRAMENTO. Contacte-nos hoje para saber mais. Esta é a solução de Gestão do Desempenho de que a sua Empresa precisa! 1. ENQUADRAMENTO O PERSONIS é uma solução integrada de gestão e avaliação de desempenho que foi desenhada pela GlobalConsulting e suportada por uma aplicação desenvolvida pela CENTRAR numa estreita parceria,

Leia mais

Escola E.B. 2/3 dos Olivais

Escola E.B. 2/3 dos Olivais Escola E.B. 2/3 dos Olivais Esta planificação foi concebida como um instrumento necessário. Os objectivos da Educação Física no ensino básico bem como os princípios de organização das actividades nas aulas,

Leia mais

PERFIL ESTATÍSTICO DAS EQUIPAS DA ASSOCIACIÓN DE CLUBS DE BALONCESTO (A.C.B.)

PERFIL ESTATÍSTICO DAS EQUIPAS DA ASSOCIACIÓN DE CLUBS DE BALONCESTO (A.C.B.) PERFIL ATÍSTICO DAS EQUIPAS DA ASSOCIACIÓN DE CLUBS DE BALONCO (A.C.B.) N.M. Leite Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real - Portugal nleite@utad.pt A identificação dos factores que levam

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Lembrando... Aula 4 1 Lembrando... Aula 4 Sistemas de apoio

Leia mais

PHC Recursos Humanos CS

PHC Recursos Humanos CS PHC Recursos Humanos CS A gestão total dos Recursos Humanos A solução que permite a optimização da selecção e recrutamento, a correcta descrição de funções, a execução das avaliações de desempenho e a

Leia mais

A gestão completa dos seus recursos humanos

A gestão completa dos seus recursos humanos PHC Recursos Humanos CS DESCRITIVO Optimize a selecção e recrutamento, proceda à correcta descrição de funções, execute as avaliações de desempenho e avalie as acções de formação. PHC Recursos Humanos

Leia mais

Vantagem Garantida PHC

Vantagem Garantida PHC Vantagem Garantida PHC O Vantagem Garantida PHC é um aliado para tirar maior partido das aplicações PHC A solução que permite à empresa rentabilizar o seu investimento, obtendo software actualizado, formação

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO. webqda - SOFTWARE DE APOIO À ANÁLISE QUALITATIVA. Entidade de formação credenciada e homologada

CURSO DE FORMAÇÃO. webqda - SOFTWARE DE APOIO À ANÁLISE QUALITATIVA. Entidade de formação credenciada e homologada CURSO DE FORMAÇÃO webqda - SOFTWARE DE APOIO À ANÁLISE QUALITATIVA Entidade de formação credenciada e homologada 1. Fundamentação A investigação nas ciências humanas e sociais tem passado nas últimas décadas

Leia mais

Análise comparativa da posse de bola do F.C Barcelona x São Paulo FC x SC Internacional e as ações ofensivas geradas.

Análise comparativa da posse de bola do F.C Barcelona x São Paulo FC x SC Internacional e as ações ofensivas geradas. Análise comparativa da posse de bola do F.C Barcelona x São Paulo FC x SC Internacional e as ações ofensivas geradas. Comparação entre as principais escolas do futebol mundial mostra que a diferenças estão

Leia mais

ultimate design and technology.

ultimate design and technology. ultimate design and technology. -- Do it or do not. There is no try. yoda, 1980 4 DIGITAL IMPULSE DIGITAL IMPULSE 5 estas são as nossas raízes. -- Quando dizemos que somos de um sítio, o verbo não poderia

Leia mais

O que é a ciência de dados (data science). Discussão do conceito. Luís Borges Gouveia Universidade Fernando Pessoa Versão 1.

O que é a ciência de dados (data science). Discussão do conceito. Luís Borges Gouveia Universidade Fernando Pessoa Versão 1. O que é a ciência de dados (data science). Discussão do conceito Luís Borges Gouveia Universidade Fernando Pessoa Versão 1.3, Outubro, 2015 Nota prévia Esta apresentação tem por objetivo, proporcionar

Leia mais

FORMAÇÃO EM GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS NOS SECTORES HOTELEIRO E TURÍSTICO (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Março/Abril 2004)

FORMAÇÃO EM GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS NOS SECTORES HOTELEIRO E TURÍSTICO (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Março/Abril 2004) FORMAÇÃO EM GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS NOS SECTORES HOTELEIRO E TURÍSTICO (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Março/Abril 2004) por António Jorge Costa, Presidente do Instituto de Planeamento

Leia mais

Chapter 3. Análise de Negócios e Visualização de Dados

Chapter 3. Análise de Negócios e Visualização de Dados Chapter 3 Análise de Negócios e Visualização de Dados Objetivos de Aprendizado Descrever a análise de negócios (BA) e sua importância par as organizações Listar e descrever brevemente os principais métodos

Leia mais

O Contributo do Cluster da Electrónica e Telecomunicações para o Desenvolvimento Económico Espanhol

O Contributo do Cluster da Electrónica e Telecomunicações para o Desenvolvimento Económico Espanhol O Contributo do Cluster da Electrónica e Telecomunicações para o Desenvolvimento Económico Espanhol O presente estudo visa caracterizar o cluster da electrónica, informática e telecomunicações (ICT), emergente

Leia mais

Call centres, regiões e ensino superior

Call centres, regiões e ensino superior Call centres, regiões e ensino superior Call centres, regiões e ensino superior Frank Peck Center for Regional Economic Development University of Central Lancashire (UK) A UCLAN (Universidade de Central

Leia mais

Colaborações em ambientes online predispõem a criação de comunidades de

Colaborações em ambientes online predispõem a criação de comunidades de Ficha de Leitura Tipo de documento: Artigo Título: Colaboração em Ambientes Online na Resolução de Tarefas de Aprendizagem Autor: Miranda Luísa, Morais Carlos, Dias Paulo Assunto/Sinopse/Resenha: Neste

Leia mais

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 1.1

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 1.1 Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 1.1 SISTEMA DE APOIO À DECISÃO Grupo: Denilson Neves Diego Antônio Nelson Santiago Sabrina Dantas CONCEITO É UM SISTEMA QUE AUXILIA O PROCESSO DE DECISÃO

Leia mais

FORMAÇÃO EM GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS NOS SECTORES HOTELEIRO E TURÍSTICO

FORMAÇÃO EM GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS NOS SECTORES HOTELEIRO E TURÍSTICO FORMAÇÃO EM GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS NOS SECTORES HOTELEIRO E TURÍSTICO (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Março/Abril 2004) por António Jorge Costa, Presidente do Instituto de Planeamento

Leia mais

Observação. Saber observar implica confrontar indícios com a experiência anterior para os poder interpretar.

Observação. Saber observar implica confrontar indícios com a experiência anterior para os poder interpretar. Observação A observação é um ato natural, é um modo de apreensão do que se passa. A criação de uma atitude de observação consciente passa por um treino da atenção, de forma a seleccionar a informação pertinente

Leia mais

GESTÃO. Gestão dos Processos e Operações Gestão de Sistemas e Tecnologias de Informação (dentro do capítulo 6) CLF

GESTÃO. Gestão dos Processos e Operações Gestão de Sistemas e Tecnologias de Informação (dentro do capítulo 6) CLF GESTÃO Gestão dos Processos e Operações Gestão de Sistemas e Tecnologias de Informação (dentro do capítulo 6) Informação e Decisões Gerir envolve tomar muitas e frequentes decisões Para decidir com eficácia

Leia mais

DOCUMENTO METODOLÓGICO

DOCUMENTO METODOLÓGICO DOCUMENTO METODOLÓGICO Operação Estatística Estatísticas das Custas Pagas nos Tribunais. Código: 483 Versão: 1.0 Setembro de 2010 INTRODUÇÃO A Direcção-Geral da Política de Justiça, antigo Gabinete de

Leia mais

Curso de Engenharia de Sistemas e Informática - 5º Ano. Ficha T. Prática n.º 1

Curso de Engenharia de Sistemas e Informática - 5º Ano. Ficha T. Prática n.º 1 Análise Inteligente de Dados Objectivo: Curso de Engenharia de Sistemas e Informática - 5º Ano Ficha T. Prática n.º 1 Estudo do paradigma multidimensional com introdução de uma extensão ao diagrama E/R

Leia mais

CASO DE ESTUDO SOBRE SIG

CASO DE ESTUDO SOBRE SIG Laboratório Regional de Engenharia Civil Agência Regional da Energia e Ambiente da Região Autónoma da Madeira Câmara Municipal do Funchal Sistema Integrado para a Implementação de Sustentabilidade CASO

Leia mais

Sociedade União 1º.Dezembro. Das teorias generalistas. à ESPECIFICIDADE do treino em Futebol. Programação e. Periodização do.

Sociedade União 1º.Dezembro. Das teorias generalistas. à ESPECIFICIDADE do treino em Futebol. Programação e. Periodização do. Sociedade União 1º.Dezembro Das teorias generalistas à ESPECIFICIDADE do treino em Futebol Programação e Periodização do Treino em Futebol 1 Programação e Periodização do Treino em Futebol Ter a convicção

Leia mais

As Organizações e os Sistemas de Informação

As Organizações e os Sistemas de Informação As Organizações e os Sistemas de Informação Uma Introdução Luís Paulo Peixoto dos Santos Junho, 2002 Uma organização é uma estrutura complexa e formal cujo objectivo é gerar produtos ou serviços, com ou

Leia mais

PHC dteamcontrol Externo

PHC dteamcontrol Externo PHC dteamcontrol Externo A gestão remota de projectos e de informação A solução via Internet que permite aos seus Clientes participarem nos projectos em que estão envolvidos, interagindo na optimização

Leia mais

População Portuguesa. Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação 2002 DOCUMENTO METODOLÓGICO

População Portuguesa. Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação 2002 DOCUMENTO METODOLÓGICO População Portuguesa Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação 2002 DOCUMENTO METODOLÓGICO ÍNDICE 1. IDENTIFICAÇÃO E OBJECTIVOS DO INQUÉRITO...3 2. RECOLHA E TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO...3

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Tipos de SI Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + Introdução 2 n As organizações modernas competem entre si para satisfazer as necessidades dos seus clientes de um modo

Leia mais

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE Objectivos gerais do módulo No final do módulo, deverá estar apto a: Definir o conceito de Help Desk; Identificar os diferentes tipos de Help Desk; Diagnosticar

Leia mais

A importância da Psicologia no Desporto

A importância da Psicologia no Desporto ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE ESCOLAS DE FUTEBOL APEF A importância da Psicologia no Desporto Pedro Teques Departamento de Psicologia e Comunicação da APEF Direcção de Contacto: Pedro Teques, Departamento de

Leia mais

PRA. Portefólio Reflexivo de Aprendizagem. A mediadora: Dr.ª Vera Ramos

PRA. Portefólio Reflexivo de Aprendizagem. A mediadora: Dr.ª Vera Ramos PRA Portefólio Reflexivo de Aprendizagem A mediadora: Dr.ª Vera Ramos Portefólio Reflexivo de Aprendizagem é: um conjunto coerente de documentação reflectidamente seleccionada, significativamente comentada

Leia mais

7 Conclusões. 7.1 Retrospectiva do trabalho desenvolvido. Capítulo VII

7 Conclusões. 7.1 Retrospectiva do trabalho desenvolvido. Capítulo VII Capítulo VII 7 Conclusões Este capítulo tem como propósito apresentar, por um lado, uma retrospectiva do trabalho desenvolvido e, por outro, perspectivar o trabalho futuro com vista a implementar um conjunto

Leia mais

WOSM (World Open Source Monitoring): o melhor sistema do mundo de inteligência de mídia

WOSM (World Open Source Monitoring): o melhor sistema do mundo de inteligência de mídia 1 WOSM (World Open Source Monitoring): o melhor sistema do mundo de inteligência de mídia WOSM é um sistema de monitoramento de mídia único no mundo. Gera percursos de leitura dos dados transversais, acessíveis,

Leia mais

foram previstas inicia-se um círculo vicioso em que é feito um pedido aos informáticos, esse pedido entra na «linha de montagem» das queries, e num

foram previstas inicia-se um círculo vicioso em que é feito um pedido aos informáticos, esse pedido entra na «linha de montagem» das queries, e num PREFÁCIO Actualmente estamos confrontados com um mundo fascinante em que todos os dias surgem novidades no universo das novas tecnologias da informação, mas em que velhos problemas no que concerne à falta

Leia mais

DOCUMENTO METODOLÓGICO. Operação Estatística Estatísticas dos Tribunais das Comunidades Europeias

DOCUMENTO METODOLÓGICO. Operação Estatística Estatísticas dos Tribunais das Comunidades Europeias DOCUMENTO METODOLÓGICO Operação Estatística Estatísticas dos Tribunais das Comunidades Europeias Código: 484 Versão: 1.0 Abril de 2010 1 INTRODUÇÃO A operação estatística relativa aos processos dos Tribunais

Leia mais

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000 ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário Gestão da Qualidade 2005 1 As Normas da família ISO 9000 ISO 9000 descreve os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade e especifica

Leia mais

INOVAÇÃO, INVESTIGAÇÃO & DESENVOLVIMENTO E RELAÇÕES UNIVERSIDADE-EMPRESA.

INOVAÇÃO, INVESTIGAÇÃO & DESENVOLVIMENTO E RELAÇÕES UNIVERSIDADE-EMPRESA. Conferência 6 de Outubro, FC Gulbenkian Lisboa INOVAÇÃO, INVESTIGAÇÃO & DESENVOLVIMENTO E RELAÇÕES UNIVERSIDADE-EMPRESA. MANUEL CALDEIRA CABRAL UNIVERSIDADE DO MINHO MANUEL CALDEIRA CABRAL DIAGNÓSTICO(S)

Leia mais

Curso de Especialização Tecnológica em Aplicações Informáticas de Gestão (CET-AIG)

Curso de Especialização Tecnológica em Aplicações Informáticas de Gestão (CET-AIG) Curso de Especialização Tecnológica em Aplicações Informáticas de Gestão (CET-AIG) 1. Plano Curricular do curso O curso de especialização tecnológica em Aplicações Informáticas de Gestão integra as componentes

Leia mais

Estudo comparativo do comportamento táctico na variante 'GR3x3GR' utilizando

Estudo comparativo do comportamento táctico na variante 'GR3x3GR' utilizando Estudo comparativo do comportamento táctico na variante 'GR3x3GR' utilizando balizas de futsal e de futebol de sete Estudio comparativo del comportamiento táctico en la variante 'GR3x3GR' utilizando arcos

Leia mais

Resumo dos principais conceitos. Resumo dos principais conceitos. Business Intelligence. Business Intelligence

Resumo dos principais conceitos. Resumo dos principais conceitos. Business Intelligence. Business Intelligence É um conjunto de conceitos e metodologias que, fazem uso de acontecimentos e sistemas e apoiam a tomada de decisões. Utilização de várias fontes de informação para se definir estratégias de competividade

Leia mais

Matemática Aplicada às Ciências Sociais

Matemática Aplicada às Ciências Sociais DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA Matemática Aplicada às Ciências Sociais Ensino Regular Curso Geral de Ciências Sociais e Humanas 10º Ano Planificação 2014/2015 Índice Finalidades... 2 Objectivos e competências

Leia mais

BPstat. manual do utilizador. Banco de Portugal BPstat Estatísticas online Manual do Utilizador 1/24

BPstat. manual do utilizador. Banco de Portugal BPstat Estatísticas online Manual do Utilizador 1/24 BPstat manual do utilizador Banco de Portugal BPstat Estatísticas online Manual do Utilizador 1/24 BANCO DE PORTUGAL Av. Almirante Reis, 71 1150-012 Lisboa www.bportugal.pt Edição Departamento de Estatística

Leia mais

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM?

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? As Áreas de Conteúdo são áreas em que se manifesta o desenvolvimento humano ao longo da vida e são comuns a todos os graus de ensino. Na educação pré-escolar

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2. ANÁLISE ESTRATÉGICA

1. INTRODUÇÃO 2. ANÁLISE ESTRATÉGICA CADERNO FICHA 11. RECUPERAÇÃO 11.4. OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS O presente documento constitui uma Ficha que é parte integrante de um Caderno temático, de âmbito mais alargado, não podendo, por isso, ser interpretado

Leia mais

Espírito Santo Private Banking aumenta eficiência na gestão de clientes com Dynamics CRM

Espírito Santo Private Banking aumenta eficiência na gestão de clientes com Dynamics CRM Microsoft Dynamics CRM Customer Solution Case Study Espírito Santo Private Banking Espírito Santo Private Banking aumenta eficiência na gestão de clientes com Dynamics CRM Sumário País Portugal Sector

Leia mais

PRINCIPIOS GERAIS PARA A ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE JOGO

PRINCIPIOS GERAIS PARA A ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE JOGO PRINCIPIOS GERAIS PARA A ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE JOGO ANTÓNIO GUERRA DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO DA FPV CONHEÇA A SUA EQUIPA E A COMPETIÇÃO ONDE PARTICIPA Primeiro que tudo têm de conhecer a sua equipa,

Leia mais

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal SAÚDEGLOBAL AON Portugal Breve Apresentação do Negócio DADOS DE CARACTERIZAÇÃO Designação Comercial Saúdeglobal N.º Colaboradores N.º de Estabelecimentos Dispersão Geográfica Nacional Facturação em 2010

Leia mais

ICC Europe Howzat Text Portuguese Version

ICC Europe Howzat Text Portuguese Version ICC Europe Howzat Text Portuguese Version Bem-vindo ao Howzat! A ECB Coach Education em parceria com a ICC Europe está empenhada em disponibilizar recursos de nível mundial; o Howzat! foi pensado para

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL-CONTROCAR RESUMO

SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL-CONTROCAR RESUMO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL-CONTROCAR SOUZA, R. C. F. 1 VERONA, E. D. 2 RESUMO Este artigo mostra o desenvolvimento de um sistema computacional (CONTROCAR) voltado para gerenciamento de empresas que

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Documento orientador

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Documento orientador CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Documento orientador 1. ENQUADRAMENTO LEGAL Compete ao conselho pedagógico, enquanto órgão de gestão pedagógica da escola, definir, anualmente, os critérios gerais de avaliação e

Leia mais

na relação entre os sistemas de informação e as pessoas, negócio e organizações." - ISJ,

na relação entre os sistemas de informação e as pessoas, negócio e organizações. - ISJ, 1. Introdução Este trabalho enquadra-se na área de Engenharia de Requisitos (ER). O problema abordado é o da insatisfação com as aplicações das Tecnologias de Informação (TI), utilizadas para suportar

Leia mais

Barómetro das Profissões

Barómetro das Profissões Número 1T/2011 Período: 1 de Janeiro a 31 de Março Abril 2011 Realizado por Isabel Machado para IPAM Carreiras INTRODUÇÃO O presente Barómetro trimestral inserido na investigação do IPAM Carreiras pretende

Leia mais

Desenvolvimento Pessoal e Social em Desporto. O Domínio Sócio-Afectivo

Desenvolvimento Pessoal e Social em Desporto. O Domínio Sócio-Afectivo Desenvolvimento Pessoal e Social em Desporto O Domínio Sócio-Afectivo Questões É possível sistematizar a nossa intervenção nesta área? Que objectivos são concretizáveis? Que conteúdos seleccionar? Que

Leia mais

Sistemas de Apoio à Decisão. Vocabulário e conceitos Vista geral

Sistemas de Apoio à Decisão. Vocabulário e conceitos Vista geral Sistemas de Apoio à Decisão Vocabulário e conceitos Vista geral Decisão A escolha de uma entre várias alternativas Processo de tomada de decisão (decision making) Avaliar o problema Recolher e verificar

Leia mais

Tecnologia de Base de Dados Introdução à Base de Dados

Tecnologia de Base de Dados Introdução à Base de Dados Introdução à Base de Dados MSc. Eugénio Alberto Macumbe Plano Temático 1. Introdução à Base de Dados; 2. Modelo Relacional; 3. Modelação de dados; 4. Formas Normais e Processo de Normalização; 5. Operações

Leia mais

Requisitos de business intelligence para TI: O que todo gerente de TI deve saber sobre as necessidades reais de usuários comerciais para BI

Requisitos de business intelligence para TI: O que todo gerente de TI deve saber sobre as necessidades reais de usuários comerciais para BI Requisitos de business intelligence para TI: O que todo gerente de TI deve saber sobre as necessidades reais de usuários comerciais para BI Janeiro de 2011 p2 Usuários comerciais e organizações precisam

Leia mais

Introdução ao e-learning

Introdução ao e-learning Introdução ao e-learning Francisco Restivo FEUP/IDIT fjr@fe.up.pt Guião Ser um e-aprendente competente Trabalho de casa: pensar num curso Ser um desenhador de cursos competente Trabalho de casa: desenhar

Leia mais

PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI

PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI (1) PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI Docente: Turma: T15 Grupo 5 Mestre António Cardão Pito João Curinha; Rui Pratas; Susana Rosa; Tomás Cruz Tópicos (2) Planeamento Estratégico de SI/TI Evolução dos SI

Leia mais

BARÓMETRO TRIMESTRAL DO COMÉRCIO ELECTRÓNICO EM PORTUGAL 2º TRIMESTRE DE 2014 RELATÓRIO DE RESULTADOS

BARÓMETRO TRIMESTRAL DO COMÉRCIO ELECTRÓNICO EM PORTUGAL 2º TRIMESTRE DE 2014 RELATÓRIO DE RESULTADOS BARÓMETRO TRIMESTRAL DO COMÉRCIO ELECTRÓNICO EM PORTUGAL 2º TRIMESTRE DE 2014 RELATÓRIO DE RESULTADOS Índice Introdução 03 Ficha Técnica 05 Sumário Executivo 06 Relatório de Resultados 07 Entidades Inquiridas

Leia mais

Qualidade e Inovação. CONTROLO DA QUALIDADE Qualidade e Inovação Trabalho de grupo

Qualidade e Inovação. CONTROLO DA QUALIDADE Qualidade e Inovação Trabalho de grupo CONTROLO DA QUALIDADE Qualidade e Inovação Trabalho de grupo Curso de Arte e Multimédia/Design 2º Semestre 1º Ciclo Ano lectivo 2007/2008 Docente: José Carlos Marques Discentes: Ana Pedro nº 2068207/ Encarnação

Leia mais

Curso Técnico Superior Profissional em Desenvolvimento Web

Curso Técnico Superior Profissional em Desenvolvimento Web Curso Técnico Superior Profissional em Desenvolvimento Web PROVA DE AVALIAÇÃO DE CAPACIDADE REFERENCIAL DE CONHECIMENTOS E APTIDÕES Áreas relevantes para o curso de acordo com o n.º 4 do art.º 11.º do

Leia mais

Projecto Netliga. Proposta de desenvolvimento de jogo interactivo multiutilizador. Ruido Visual Telecomunicações Interactivas 24/11/2000 MV

Projecto Netliga. Proposta de desenvolvimento de jogo interactivo multiutilizador. Ruido Visual Telecomunicações Interactivas 24/11/2000 MV Projecto Netliga Proposta de desenvolvimento de jogo interactivo multiutilizador Ruido Visual Telecomunicações Interactivas 24/11/2000 MV 0. INTRODUÇÃO... 3 1.OBJECTIVOS... 4 2.DESCRIÇÃO... 5 3.CONCORRÊNCIA...

Leia mais

Newsletter 2. Estudo multicanal da ActOne ABRIL 2012

Newsletter 2. Estudo multicanal da ActOne ABRIL 2012 Newsletter 2 ABRIL 2012 Estudo multicanal da ActOne DIMs, emails, telefone, internet, sites, congressos, iphone, livros, vídeos, artigos, visitas, multicanal, marketing digital, email marketing, e-detailing

Leia mais

Palavras-chave: Futebol; Performance; Posse de bola; Seleção espanhola.

Palavras-chave: Futebol; Performance; Posse de bola; Seleção espanhola. ANÁLISE DA POSSE DE BOLA DA SELEÇÃO ESPANHOLA NA COPA DO MUNDO DE FUTEBOL FIFA - ÁFRICA DO SUL/2010: ESTUDO COMPARATIVO ENTRE AS FASES CLASSIFICATÓRIA E ELIMINATÓRIA. Andrade, M.O.C a ; Padilha, M. a.b

Leia mais

43. Inovar a supervisão em Enfermagem: um projecto de investigação-intervenção

43. Inovar a supervisão em Enfermagem: um projecto de investigação-intervenção 43. Inovar a supervisão em Enfermagem: um projecto de investigação-intervenção Ana Macedo 1*, Rafaela Rosário 1, Flávia Vieira 2, Maria Silva 1, Fátima Braga 1, Cláudia Augusto 1, Cristins Araújo Martins

Leia mais

Prova INSS RJ - 2007 cargo: Fiscal de Rendas

Prova INSS RJ - 2007 cargo: Fiscal de Rendas Prova INSS RJ - 2007 cargo: Fiscal de Rendas Material de Apoio de Informática - Prof(a) Ana Lucia 53. Uma rede de microcomputadores acessa os recursos da Internet e utiliza o endereço IP 138.159.0.0/16,

Leia mais

Thiago Hernandes de Souza

Thiago Hernandes de Souza Thiago Hernandes de Souza SQL Avançado e Teoria Relacional Copyright Editora Ciência Moderna Ltda., 2013 Todos os direitos para a língua portuguesa reservados pela EDITORA CIÊNCIA MODERNA LTDA. De acordo

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANÁLISE DE DADOS E GESTÃO DE INFORMAÇÃO Grupo de trabalho Armando Mendes Áurea Sousa Fátima Brilhante Rita Marques Brandão Osvaldo Silva Fevereiro 2010 Enquadramento e justificação

Leia mais

PHC Recursos Humanos CS

PHC Recursos Humanos CS PHCRecursos Humanos CS DESCRITIVO Optimize a selecção e recrutamento, proceda à correcta descrição de funções, execute as avaliações de desempenho e avalie as acções de formação. PHC Recursos Humanos CS

Leia mais

PORTARIA N Nº 184 Rio de Janeiro, 27 de dezembro de 2012.

PORTARIA N Nº 184 Rio de Janeiro, 27 de dezembro de 2012. PORTARIA N Nº 184 Rio de Janeiro, 27 de dezembro de. ACRESCENTA A ARQUITETURA DE PADRÕES TECNOLÓGICOS DE INTEROPERABILIDADE -, NO SEGMENTO RECURSOS TECNOLÓGICOS, O PADRÃO TECNOLÓGICO SISTEMAS DE GERENCIAMENTO

Leia mais

O aumento da força de vendas da empresa

O aumento da força de vendas da empresa PHC dcrm O aumento da força de vendas da empresa O enfoque total na actividade do cliente, através do acesso remoto à informação comercial, aumentando assim a capacidade de resposta aos potenciais negócios

Leia mais

A solução ç ideal para p o aumento da eficiência administrativa da área de formação.

A solução ç ideal para p o aumento da eficiência administrativa da área de formação. Descritivo completo PHC dformação A solução ç ideal para p o aumento da eficiência administrativa da área de formação. Benefícios Comunicação dinâmica e directa com os formandos; Redução de tarefas administrativas

Leia mais

Business Intelligence & Performance Management

Business Intelligence & Performance Management Como medir a evolução do meu negócio? Tenho informação para esta decisão? A medição da performance é uma dimensão fundamental para qualquer actividade de gestão. Recorrentemente, qualquer gestor vê-se

Leia mais

Abordagem Formativa Web-Based. Success does not happen by accident. It happens by Design.

Abordagem Formativa Web-Based. Success does not happen by accident. It happens by Design. Abordagem Formativa Web-Based Success does not happen by accident. It happens by Design. Objectivo, Processo, Resultado Objectivo desta Apresentação Introduzir as características e benefícios chave de

Leia mais

Documento de apresentação Software de Gestão e Avaliação da Formação

Documento de apresentação Software de Gestão e Avaliação da Formação Documento de apresentação Software de Gestão e Avaliação da Janeiro-2010 Para a boa gestão de pessoas, as empresas devem elevar o RH à posição de poder e primazia na organização e garantir que o pessoal

Leia mais

Trabalho Elaborado por: Paulo Borges N.º 21391 Vítor Miguel N.º 25932 Ariel Assunção N.º 25972 João Mapisse N.º 31332 Vera Dinis N.

Trabalho Elaborado por: Paulo Borges N.º 21391 Vítor Miguel N.º 25932 Ariel Assunção N.º 25972 João Mapisse N.º 31332 Vera Dinis N. Trabalho Elaborado por: Paulo Borges N.º 21391 Vítor Miguel N.º 25932 Ariel Assunção N.º 25972 João Mapisse N.º 31332 Vera Dinis N.º 32603 INTRODUÇÃO Na área do controlo de gestão chamamos atenção para

Leia mais

1.1 A abordagem seguida no livro

1.1 A abordagem seguida no livro 1- Introdução A área de administração de sistemas e redes assume cada vez mais um papel fundamental no âmbito das tecnologias da informação. Trata-se, na realidade, de uma área bastante exigente do ponto

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

JORNALISTAS E PÚBLICO: NOVAS FUNÇÕES NO AMBIENTE ONLINE

JORNALISTAS E PÚBLICO: NOVAS FUNÇÕES NO AMBIENTE ONLINE JORNALISTAS E PÚBLICO: NOVAS FUNÇÕES NO AMBIENTE ONLINE Elizabete Barbosa Índice Antes de mais, julgo ser importante distinguir informação e jornalismo, dois conceitos que, não raras vezes, são confundidos.

Leia mais

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Participamos num processo acelerado de transformações sociais, políticas e tecnológicas que alteram radicalmente o contexto e as

Leia mais

PHC dcrm. Aumente o potencial da força de vendas da sua empresa, ao aceder remotamente à informação comercial necessária à sua actividade

PHC dcrm. Aumente o potencial da força de vendas da sua empresa, ao aceder remotamente à informação comercial necessária à sua actividade O módulo PHC dcrm permite aos comerciais da sua empresa focalizar toda a actividade no cliente, aumentando a capacidade de resposta aos potenciais negócios da empresa. PHC dcrm Aumente o potencial da força

Leia mais

Programa de Parcerias e Submissão de Propostas 2014/15

Programa de Parcerias e Submissão de Propostas 2014/15 DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA Programa de Parcerias e Submissão de Propostas 2014/15 O Departamento de Informática (DI) da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) procura criar e estreitar

Leia mais

PHC dcrm. Aumente o potencial da força de vendas da sua empresa ao aceder remotamente à informação comercial necessária à sua actividade

PHC dcrm. Aumente o potencial da força de vendas da sua empresa ao aceder remotamente à informação comercial necessária à sua actividade PHC dcrm DESCRITIVO O módulo PHC dcrm permite aos comerciais da sua empresa focalizar toda a actividade no cliente, aumentando a capacidade de resposta aos potenciais negócios da empresa. PHC dcrm Aumente

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV Bloco Comercial CRM e AFV Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre os Módulos CRM e AFV, que fazem parte do Bloco Comercial. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas

Leia mais

Projectos de investigação

Projectos de investigação Teses e Projectos de Investigação 261 Projectos de investigação Software Educativo Multimédia: Estrutura, Interface e Aprendizagem Responsável: Ana Amélia Amorim Carvalho Departamento de Currículo e Tecnologia

Leia mais

ESTUDO DE REMUNERAÇÃO 2013. Specialists in human resources recruitment www.michaelpage.pt

ESTUDO DE REMUNERAÇÃO 2013. Specialists in human resources recruitment www.michaelpage.pt ESTUDO DE REMUNERAÇÃO 2013 Healthcare Human Resources & Life Sciences Specialists in human resources recruitment www.michaelpage.pt Human Resources Estudo de Remuneração 2013 Apresentamos-lhe os Estudos

Leia mais

O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma.

O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma. O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma. Universidade de Aveiro Mestrado em Gestão da Informação Christelle Soigné Palavras-chave Ensino superior. e-learning.

Leia mais

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel.

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. Projecto A Oficina+ ANECRA é uma iniciativa criada em 1996, no âmbito da Padronização de Oficinas ANECRA. Este projecto visa reconhecer a qualidade

Leia mais