Guia de Produtos Madeireiros

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1 Guia de Produtos Madeireiros FEVEREIRO 2014

2 Introdução...3 Madeira ilegal x madeira legal x madeira certificada Madeira Ilegal Madeira Legal Madeira Certificada... 8 Principais instituições Forest StewardshipCouncil (FSC) Programme for the Endorsement of Forest Certification (PEFC) e Programa Brasileiro de Certificação Florestal (Cerflor)...20 Passo a passo para obtenção da certificação do FSC Passo a passo para obtenção da certificação do Cerflor Considerações finais Anexos...31

3 1 Introdução O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 assumiu o compromisso de motivar a transformação sustentável por meio dos Jogos, com a integração de critérios de sustentabilidade em todo o ciclo de gestão do evento. Isso compreenderá diversas etapas de trabalho, que abrangem desde as iniciativas de concepção e planejamento até as atividades de implementação, revisão e pós-evento. A questão da sustentabilidade será trabalhada a partir dos três princípios de desenvolvimento sustentável ratificados pela Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento Rio 92 e que hoje estão sendo utilizados como base para o Rio 2016: Planeta: redução do impacto ambiental causado pelos projetos relacionados aos Jogos Rio 2016, com manutenção de pegada ambiental reduzida. Pessoas: planejamento e execução dos Jogos Rio 2016 de forma inclusiva, de modo que os Jogos sejam para todos. Prosperidade: contribuição para desenvolvimento econômico do estado e da cidade do Rio de Janeiro, com garantia de responsabilidade e transparência em tudo o que se refere ao planejamento, à gestão e ao relato dos projetos envolvidos nos Jogos Rio Dentro do contexto de sustentabilidade, o Comitê desenvolveu o Guia da Cadeia de Suprimentos Sustentável 1, documento que considera os aspectos ambientais, sociais, éticos e econômicos presentes ao longo do ciclo de vida de produtos e serviços que serão objeto dos processos de aquisições e de licenciamento pelo Rio 2016, integrando-os nas práticas de negócios definidas para os Jogos. 1 O Guia da Cadeia de Suprimentos Sustentável está disponível no Portal de Suprimentos do Comitê Rio 2016 em: 3

4 No âmbito das compras sustentáveis, o Rio 2016 se comprometeu em adquirir exclusivamente madeira e produtos madeireiros certificados para utilização nas instalações dos Jogos, seguindo normas e padrões internacionalmente reconhecidos, a partir de princípios e critérios de manejo florestal responsável. Desta forma, este Guia de Produtos Madeireiros visa informar e auxiliar o potencial fornecedor de produtos ao Comitê Rio 2016 em suas escolhas, levando em consideração as melhores práticas e formas para obtenção da certificação de seus materiais ou para aquisição de materiais certificados. O Guia está dividido em quatro partes, nas quais serão abordados os seguintes temas: diferenciação entre madeira ilegal, legal e certificada; principais sistemas de certificação de produtos florestais; passo a passo para adquirir o selo de certificação; e principais espécies de madeira comercializadas no Brasil e seus usos. 4

5 2 Madeira ilegal x madeira legal x madeira certificada A preocupação com a sustentabilidade faz parte do cotidiano de diversos setores da economia. Muitas empresas estão repensando suas atitudes e a produzindo materiais de forma a assegurar o cumprimento de premissas dentro do que se entende por "ecologicamente correto". Na mesma direção das empresas, os consumidores estão priorizando produtos que causam menos impacto ao ambiente. Diante deste cenário, a produção florestal foi aperfeiçoada, justamente para atender novas demandas derivadas da crescente conscientização em relação à procedência do produto, modo de extração, práticas socioambientais da empresa etc. No entanto, mesmo com avanços no marco regulatório para a atividade florestal, ainda são verificados problemas relativos ao desmatamento ilegal em diversas partes do mundo. 2.1 Madeira Ilegal A exploração ilegal é aquela realizada em desacordo com a legislação vigente nacional ou local. A ilegalidade pode se dar na extração e/ou exploração da madeira ou no transporte e comercialização. Na exploração de floresta natural, madeira ilegal é aquela extraída sem a devida licença ou em desacordo com a licença expedida por órgão competente. No caso de reflorestamento ou aflorestamento, é a madeira proveniente de plantios sem licença (nos estados em que a legislação estadual exige licenciamento) ou que, de algum modo, desobedecem determinações das legislações federal, estadual e municipal. Durante as etapas de processamento, transporte e comercialização, é a madeira com documentação incorreta, incompleta ou fraudulenta. O suborno ou corrupção de fiscais podem igualmente tornar a madeira ilegal. Cabe destacar que a ilegalidade não está relacionada somente ao desmatamento e/ou manejo florestal realizados em desacordo com a legislação, mas também pode ocorrer na 5

6 Exploração ilegal: madeira extraída ou removida sem licença exigida ou em desacordo com uma licença ou lei de exploração. Inclui-se aqui a madeira que é roubada. cadeia de custódia 2, ou seja, no caminho que a madeira percorre desde a floresta até o consumidor final. Globalmente, estima-se que aproximadamente metade da exploração florestal realizada em regiões da Ásia, África Central, Rússia e América do Sul seja ilegal. No Brasil, calcula-se que entre 64% e 80% da produção anual de madeira ilegal sejam provenientes da região da Amazônia Legal. 2.2 Madeira Legal A extração legal de madeira é aquela realizada de acordo com os parâmetros exigidos pela legislação brasileira (federal, estadual e municipal) e conforme licença expedida por órgão competente. As fontes de madeira legal são: manejo de floresta natural ou floresta nativa, manejo de floresta plantada ou plantios florestais, e conversão de áreas de florestas em outros usos do solo. As autorizações e licenças que regulam a produção de madeira legal são, em linhas gerais: Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS): documento técnico básico que contém as diretrizes e procedimentos para a administração da floresta natural ou plantada, visando a obtenção de benefícios econômicos, sociais e ambientais. A aprovação do plano de manejo cabe ao IBAMA ou ao órgão ambiental estadual Plano de Operação Anual (POA): documento técnico que discrimina o volume por espécie existente na floresta natural e a proposta de volume a ser colhido em determinado ano. A aprovação do POA através da Autorização de Exploração (AUTEX) cabe ao IBAMA ou órgão ambiental estadual 2 A floresta certificada na modalidade de manejo florestal fornece madeira e recursos florestais para as empresas certificadas e na modalidade cadeia de custódia para que a cadeia do produto certificado se complete, ou seja, a cadeia de custódia refere-se ao caminho que a madeira percorre, desde a extração, passando pelo transporte, beneficiamento na fábrica, empresa, até o consumidor final. 6

7 Autorização de Desmate para Uso Alternativo do Solo: quando ocorre a substituição de florestas e formações sucessoras por outras coberturas do solo, tais como projetos de assentamento para reforma agrária, agropecuários, industriais, de geração e transmissão de energia, de mineração e de transporte. A autorização de desmate é expedida pelo IBAMA ou órgão ambiental estadual Autorização para Supressão da Vegetação Licença ambiental: em alguns estados, os plantios florestais são sujeitos ao licenciamento pelo órgão ambiental Uma vez que as árvores tenham sido abatidas, para que as espécies nativas sejam transportadas e processadas, é necessária documentação adicional: Documento de Origem Florestal DOF: representa a licença obrigatória para o controle do transporte de produto e subproduto florestal de origem nativa (Regulamentado pela Portaria MMA nº 253, de 18 de agosto de 2006) Inscrição no Cadastro Técnico Federal do IBAMA CTF: cadastro que contém o registro das pessoas físicas e jurídicas que, em âmbito nacional, desenvolvem atividades potencialmente poluidoras e utilizadoras de recursos ambientais, conforme art. 17, inciso II, da Lei nº 6.938, de 1981 Nota fiscal da mercadoria Comprovante de recolhimento de impostos em acordo com legislação federal e estadual, incluso ICMS no transporte de produtos entre estados Espécies exóticas de madeira tais como eucalipto, pinus, acácia e teca são isentos de DOF e Inscrição no Cadastro Técnico Federal do IBAMA, mas necessitam igualmente de nota fiscal e comprovante de recolhimento de impostos quando aplicável. A extração legal de madeira é aquela realizada de acordo com os parâmetros exigidos pela legislação brasileira (federal, estadual e municipal) e conforme licença expedida por órgão competente 7

8 2.3 Madeira Certificada A madeira certificada é aquela que, além de cumprir com os requisitos legais, atende aos critérios sociais e ambientais adicionais, ou seja, além da documentação listada anteriormente, possui o selo de certificação de alguma instituição independente reconhecida internacionalmente para atestar o bom manejo florestal. A certificação de manejo florestal aplica-se tanto para florestas plantadas como para florestas naturais (ou nativas). Cabe destacar que a certificação não é um mecanismo governamental. Ela é voluntária e, para obtê-la, o empreendimento florestal (empresas de quaisquer escalas ou comunidades) precisa atender aos critérios que vão além do simples cumprimento da legalidade, demonstrando um alto desempenho socioambiental. A seguir, será apresentado um quadro da situação da certificação no Brasil, construído a partir dos dados revelados por pesquisa realizada pelo FSC Brasil no ano de 2013, com 85% dos organismos (entidades/empresas) certificados em manejo florestal no Brasil. Eles foram questionados sobre sua respectiva produção no ano de 2012, de forma que fosse possível construir um retrato da oferta de madeira no país 3. Em 2012, ,83 hectares de florestas brasileiras estavam certificadas pelo FSC. Desse total, ,57 hectares eram de florestas plantadas. Os ,26 hectares restantes de florestas nativas estavam inteiramente inseridos na Amazônia Legal. 3 Esta pesquisa será publicada na íntegra no site do FSC Brasil. 8

9 Plantações com certificação FSC no Brasil em 2012 (ha/uf) Tempo de certificado Plantações (por EMFs) SP ,49 MG ,70 PR ,72 BA ,00 MS ,00 PA ,00 SC ,16 RS ,31 AP ,79 RR MT ES , ,13 791,00 Até 1 ano 1 < 5 anos 5 < 10 anos Mais de 10 anos 25% 42% 22% 11% Plantações com certificação FSC no Brasil em 2012 (ha/uf) Tempo de certificado Plantações (por EMFs) PA AM RO AC MT , , , , ,26 Até 1 ano 1 < 5 anos 5 < 10 anos Mais de 10 anos 17% 11% 67% 5% Getty Images 9

10 Considerando a amostra de 85% da área de plantações certificadas pelo FSC que foi foco da pesquisa, foram produzidos, em 2012, 37,1 milhões de m³ de madeira certificada em tora, especialmente eucalipto (66%), pinus (34%) e, em menor escala, araucária e outras espécies. Produção 2012 de espécies plantadas com certificação FSC por região e espécie (m³) Região Espécie Produção 2012 (m³) Sul Pinus ,43 Eucalipto ,12 Araucária ,18 Acácia ,00 Sudeste Eucalipto ,43 Pinus ,15 Cupressuslusitanica ,38 Araucaria ,47 Cunninghamialanceolata 6.186,50 Cryptomeriajaponica 196,86 Centro Oeste Eucalipto ,10 Nordeste Eucalipto ,00 Amazônia Legal Eucalipto ,00 Pinus ,00 Tectona/Teca 2.058,34 TOTAL ,96 10

11 Dentre as florestas nativas certificadas pelo FSC na Amazônia Legal, destaca-se a existência de pouco mais de 1,5 milhão de hectares de produtos florestais não madeireiros, área localizada na Terra Indígena do Baú, estado do Pará, e que produz óleo de castanha, resina de breu e castanhas. Dos quase 1 milhão de hectares relacionados exclusivamente à produção madeireira, o volume de toras certificadas em 2012 foi de aproximadamente 340 mil m³, o que representou um decréscimo em relação à 2011, cujo volume fora de 540 mil m³. Esta oscilação se deveu a vários fatores, comumente relacionados à instabilidade da demanda e à dificuldade de obtenção de documentos para exploração e comercialização. A diversidade de espécies manejadas é uma característica marcante do manejo em florestas nativas na Amazônia Legal. No ano de 2012, mereceu destaque a comercialização de Dinizia excelsa (Angelim vermelho 32%), seguida da Manilkara (Maçaranduba 11%). Espécies Nativas Produção 2012 Dinizia excelsa 32% Manilkara / Maçaranduba 11% Qualeaparaensis 6% Ocotea 6% Hymenolobium / Angelim Pedra 5% Dipteryxodorata / Cumaru 3% Erismauncinatum 3% Caryocar 3% Cariniana 3% Goupia glabra 1% Astroniumlecointei / Muiracatiara 1% Peltogyneparadoxa / Roxinho 1% Apuleiamolaris / Garapeira 1% Hymenaeacoubaril / Jatobá 1% Qualea Albiflora / Quaruba 1% 11

12 A madeira nativa é utilizada prioritariamente no setor da construção civil, e, em menor escala, no moveleiro. Marcenarias, serrarias, fábricas de papel e celulose, bem como gráficas, entre outros setores da cadeia produtiva florestal, que optam por garantir a origem de sua matéria-prima e comercializar produtos certificados para os consumidores finais, estão nos casos de certificação de cadeia de custódia. Veja abaixo um panorama dos certificados de cadeia de custódia emitidos pelo FSC até novembro de Universo da certificação FSC no Brasil em 2012 COC por tipo de estabelecimento Produtos florestais não madeireiros Papel e celulose Moveleiro Construção Civil Universo da certificação FSC no Brasil em COC Região Papel e celulose Produtos Madeireiros (moveleiro e construção civil) Produtos não Madeireiros N NE CO SE SUL

13 3 Principais instituições Existem diversos sistemas de certificação florestal já operacionalizados no mundo. No Brasil, há o Forest Stewardship Council (FSC) e o Programa Brasileiro de Certificação Florestal (Cerflor), que aplica as diretrizes do Programme for the Endorsement of Forest Certification (PEFC). A seguir, serão apresentados princípios, critérios e informações relevantes dos dois sistemas utilizados no Brasil. 3.1 Forest Stewardship Council (FSC) O FSC é uma organização independente, não governamental, sem fins lucrativos, cuja missão é difundir e facilitar o bom manejo das florestas brasileiras, conforme princípios e critérios que conciliam as salvaguardas ecológicas com os benefícios sociais e a viabilidade econômica. Foi criado em 1993 e sua sede está localizada em Bonn, na Alemanha. Dali, é coordenado o desenvolvimento de políticas globais para o manejo florestal. Cabe às representações do FSC em cada país adaptar tais padrões aos contextos locais através de consultas públicas à sociedade e às organizações de base. No Brasil, a discussão sobre o FSC foi iniciada em 1996 como um grupo de trabalho criado para tratar da adaptação do padrão internacional à realidade do país. Em 2001, foi constituída a organização não governamental Conselho Brasileiro de Manejo Florestal, que passou a ser reconhecida oficialmente como representação nacional do FSC no ano seguinte. Os princípios e critérios estabelecidos pelo FSC estão apoiados em tripé de sustentabilidade para garantir a exploração dos recursos florestais de forma ambientalmente correta, socialmente benéfica e economicamente viável. Do ponto de vista ambiental, isso significa que o manejo florestal deve respeitar a integridade da floresta e sua capacidade de regeneração. Sob a perspectiva do socialmente benéfico, deve-se 13

14 considerar os direitos de seus trabalhadores e das comunidades próximas à área explorada as populações tradicionais devem ter seu direito ao uso da terra reconhecido e as leis trabalhistas devem ser rigorosamente cumpridas. Quanto ao aspecto econômico, é essencial que a operação de manejo florestal realize investimentos para melhorias de gestão e gere lucros. Os 10 princípios que permeiam todas as atividades do FSC são: Obediência às leis, tratados, convenções e acordos ratificados pelo país Respeito aos direitos dos trabalhadores e seu bem-estar social e econômico Respeito aos direitos dos povos indígenas e tradicionais Relacionamento com a comunidade que contribua para manter e aumentar o bem-estar social e econômico local Uso múltiplo dos produtos e serviços da floresta, aliando sustentabilidade econômica com benefícios ambientais e sociais Cuidado com os valores da floresta e minimização dos impactos ambientais adoção de Plano de manejo consistente com as políticas e objetivos da organização, e proporcional à escala, à intensidade e ao risco Monitoramento e avaliação do plano de manejo e de seus impactos feito de forma participativa, e proporcional à escala, à intensidade e ao risco das atividades Manutenção e/ou melhoria das áreas de alto valor de conservação nas unidades de manejo Implementação das atividades de gestão de acordo com as políticas econômicas, ambientais e sociais dos presentes princípios e critérios. 14

15 O que é manejo florestal? Extração seletiva de madeiras e outros produtos florestais com impacto reduzido na floresta, a partir do mapeamento das espécies e técnicas que conservam as funções ecológicas do ambiente e permitem a regeneração vegetal para uso futuro Atualmente existem três modalidades de certificação do FSC: Manejo Florestal, Cadeia de Custódia e Madeira Controlada. A certificação de Manejo Florestal garante que a lida com a floresta se dá de forma responsável, de acordo com os princípios e critérios da certificação FSC. Todos os produtores podem obter o certificado, sejam pequenos, grandes ou participantes de associações comunitárias. Essas florestas podem ser naturais ou plantadas, públicas ou privadas. A certificação de manejo florestal pode ser caracterizada por tipo de produto: madeireiros como toras ou pranchas ou não madeireiros como óleos, sementes e castanhas. A norma que regulamenta a certificação de Manejo Florestal é a FSC-STD (Princípios e Critérios do Manejo Florestal FSC) que pode ser acessada no site do FSC Brasil: fsc.org.br. A certificação de Cadeia de Custódia (CoC) garante a rastreabilidade, desde a produção da matéria-prima que sai das florestas até a chegada às mãos do consumidor final. Aplica-se aos produtores que processam a matéria-prima de florestas certificadas. Por exemplo: as serrarias, os designers e as gráficas que desejam utilizar o selo FSC em seus produtos, precisam obter o certificado para garantir a rastreabilidade de toda a cadeia produtiva. A norma que regulamenta a certificação da Cadeia de Custódia é a FSC-STD (Padrão para certificação da Cadeia de Custódia FSC), que pode ser acessada no site do FSC Brasil: fsc.org.br. A modalidade de certificação reconhecida como Madeira Controlada averigua a origem da madeira que compõe os produtos certificados como de fontes mistas, que não podem ultrapassar o limite de 30% do total de madeira utilizada na composição do produto. 15

16 Para uma madeira ser considerada de origem controlada, é necessário atestar que ela não incorre em nenhum dos cinco critérios de risco: violação à legislação, aos direitos trabalhistas, tradicionais, à preservação de florestas de alto valor de conservação, à não conversão de mata nativa para fins de plantio e não envolvimento com transgênicos. A norma que regulamenta a certificação de Madeira Controlada é a FSC-STD (Padrão para certificação FSC Madeira Controlada), que pode ser acessada no site do FSC Brasil: fsc.org.br. Selos dos materiais certificados: Material certificado FSC Puro: material virgem certificado FSC, proveniente de plantações ou florestas certificadas pelo FSC e que não foi misturado com insumos de outra categoria de material ao longo da cadeia de suprimentos. Os produtos FSC 100% são elegíveis para uso em grupos de produtos FSC 100% ou FSC Misto Material certificado FSC Misto: material virgem com certificação FSC, baseado em insumos de fontes certificadas FSC, fontes controladas e/ou recuperadas e fornecido com uma declaração de porcentagem ou uma declaração de crédito 4. O material é elegível apenas para ser usado no grupo de produtos FSC Misto Material certificado FSC Reciclado: material certificado FSC com base em insumo exclusivo de fontes recuperadas e fornecido com uma declaração de porcentagem ou uma declaração de crédito. Os materiais ou produtos FSC Reciclados são elegíveis para uso em grupos de produtos FSC Misto ou FSC Reciclado 4 Declaração de crédito: Parte de uma declaração FSC para produtos FSC Mistos ou FSC Reciclados que especifica que a quantidade total pode ser usada como insumo FSC ou insumo pós-consumo para cálculos subsequentes de porcentagens de insumos ou crédito FSC. As declarações aplicáveis são FSC Crédito Misto ou FSC Crédito Misto. Declaração de porcentagem: Parte de uma declaração FSC para produtos FSC Mistos ou para produtos FSC Reciclados que especifica a porcentagem do seu insumo FSC ou de seu insumo pós-consumo, respectivamente. Compradores de tais produtos têm que usar a declaração de porcentagem para cálculos subsequentes de crédito FSC ou de porcentagens de insumos. 16

17 O processo para obtenção do selo envolve uma auditora a ser realizada pela certificadora credenciada pelo sistema FSC. Cabe destacar, que o FSC Internacional (FSC IC), através da Accreditation Services International (ASI), estabelece regras para tal credenciamento, acompanhando os que serão responsáveis pela liberação do selo FSC. Para garantir a credibilidade e acompanhar a evolução da certificação mundial, as certificadoras são monitoradas constantemente pela ASI. Veja, a seguir, a relação das certificadoras atualmente credenciadas pelo sistema FSC 5 : Swiss Association for Quality and Management Systems (SQS) Representante no Brasil: Apcer Brasil Associação Portuguesa de Certificação Tel Alameda Lorena, º andar CEP: Jardim Paulista São Paulo SP TÜV Nord Cert GmbH (TUEV) Representante no Brasil: BRTÜV Avaliações da Qualidade S.A. Tel Alameda Madeira, 222 3º andar CEP: Alphaville Barueri São Paulo SP Det Norske Veritas Certification AB (DNV) Tel Av. Alfredo Egydio de Souza Aranha, 100 Bloco D 3º andar CEP: Vila Cruzeiro São Paulo SP Control Union Certifications B. V. (CU) Tel Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1485 Torre Norte 7 andar CEP: Jardim Paulistano São Paulo - SP GFA Consulting Group GmbH (GFA) Tel Caixa Postal CEP: Curitiba PR 5 Os contatos das certificadoras podem ser obtidos no site do FSC Brasil: 17

18 Institut für Marktökologie (IMO) Tel Rua Isabel de Castela, 136 CEP: São Paulo SP Rainforest Alliance (RA & SW) Representante no Brasil: IMAFLORA (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola) Tel Estrada Chico Mendes, 185 Bairro Sertãozinho Caixa Postal 411 CEP: Piracicaba SP QMI SAI Global Assurance Services (QMI) Representante no Brasil: SAI Global Serviços Empresariais Ltda Tel Rua Pascoal Vita, 535 cj 109 Vila Madalena São Paulo SP Scientific Certification Systems (SCS) Representante no Brasil: Sysflor Tel / R. Senador Salgado Filho, 1385 sala 110 CEP: Curitiba PR Soil Association Woodmark (SA) Tel. 44 (0) / South Plaza Marlborough St.Bristol BS1 3NX UK Bureau Veritas Certification (BVC) Tel Av. do Café, 277 5º andar Torre B CEP: Vila Guarani São Paulo SP SGS South Africa (Pty)Ltd. (SGS) Tel Av. Andrômeda, 832 5º andar CEP: Barueri São Paulo SP 18

19 Para confirmar a veracidade do certificado de Manejo Florestal e de Cadeia de Custódia ou obter mais informações sobre um produto certificado, basta acessar 6 e consultar um banco de dados mundial de certificados do sistema FSC. A pesquisa pode ser feita com o código do certificado, com o da licença, com o nome da empresa ou mesmo com o tipo do produto. 6 O FSC Brasil disponibiliza em seu site um guia para consulta no banco de dados: 19

20 3.2 Programme for the Endorsement of Forest Certification (PEFC) e Programa Brasileiro de Certificação Florestal (Cerflor) A certificação PEFC foi cria da em 1999, em caráter voluntário, com base em cri té rios específicos sobre proteção florestal na Europa e hoje é reconhecida pela comunidade eu ro peia. O Cerflor é membro do PEFC desde 2001, tendo sido avaliado e reconhecido internacionalmente pelo programa em O Inmetro, responsável pela gestão do Cerflor, é o representante do PEFC no país. O Cerflor é um programa voluntário, multiparticipativo e transparente que tem como objetivo a certificação do manejo florestal e da cadeia de custódia, segundo o atendimento dos princípios, critérios e indicadores aplicáveis para todo o território nacional prescritos nas normas elaboradas pela ABNT e integradas ao Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade e ao Inmetro. PRINCÍPIOS DO CERFLOR Obediência à legislação Racionalidade no uso dos recursos florestais em curto, médio e longo prazos, em busca da sua sustentabilidade Zelo pela diversidade biológica Respeito às águas, ao solo e ao ar Desenvolvimento ambiental, econômico e social das regiões em que se insere a atividade florestal 20

21 As duas modalidades aplicadas pela Cerflor apresentam regulamentação própria, conforme apresentado a seguir: Manejo sustentável Portaria INMETRO n.º 547, de 25 de outubro de 2012 Estabelece os critérios para o Programa de Avaliação da Conformidade para Manejo Florestal Sustentável, por meio do mecanismo de certificação, atendendo aos requisitos da ABNT NBR ou da ABNT NBR 15789, visando promover as boas práticas de manejo florestal sustentável de florestas plantadas e nativas. Cadeia de Custódia Portaria INMETRO n.º 512, de 16 de outubro de 2012 Estabelece os critérios para o Programa de Avaliação da Conformidade para Cadeia de Custódia para Produtos de Base Florestal, por meio do mecanismo de certificação, atendendo aos requisitos da ABNT NBR ou PEFC ST 2002, visando identificar a origem da matéria-prima utilizada nos produtos em qualquer ponto da cadeia de custódia, da floresta ao uso final. O selo de certificação utilizado pelo Cerflor/PEFC garante que o produto apresenta bom manejo. 21

22 O processo de certificação necessário para obtenção do selo envolve uma auditoria a ser realizada por uma das certificadoras credenciadas: BVQI do Brasil Sociedade Certificadora Ltda Tel: Avenida do Café, 277 5ª Andar CEP: Vila Guarani São Paulo SP BRTÜV Avaliações da Qualidade S. A. Tel: Alameda Madeira, 222 3º A CJ 31 CEP: Alphaville Barueri São Paulo SP Para consultar as empresas certificadas pelo Cerflor é só acessar o site do programa e clicar nas empresas certificadas, conforme a figura abaixo. 22

23 4 Passo a passo para obtenção da certificação do FSC O processo de obtenção do selo FSC, envolve, em um primeiro momento, a adoção de uma série de procedimentos e regras de conduta por parte do empreendimento que busca ser certificado Na sequência, inclui uma auditoria a ser realizada por uma das certificadoras credenciadas (apresentadas nas páginas anteriores desse guia). Etapas do processo de certificação de Manejo Florestal 1º passo: produtor florestal entra em contato com uma certificadora independente, credenciada pelo FSC. 2º passo: a certificadora faz a avaliação do desempenho da atividade com base em normas mundialmente utilizadas. São realizadas consultas públicas para que grupos de interesse possam se manifestar. 3º passo: a operação florestal pode precisar passar por uma etapa de adequação às exigências ambientais, sociais e econômicas da certificação. 4º passo: após auditoria, se tudo estiver conforme o exigido, o selo de certificação é conferido ao manejo florestal, garantindo que a madeira e outros produtos são extraídos dentro dos padrões FSC. 5º passo: a certificadora faz o monitoramento anual da atividade em campo. Se alguma norma não estiver sendo obedecida, a operação florestal é advertida para fazer a correção da irregularidade, sob pena de perder o selo, caso não haja atendimento às regras. 23

24 Etapas do processo de certificação Cadeia de Custódia A certificação cadeia de custódia garante que, durante todo o processo de fabricação do produto, a identidade do lote de matéria-prima foi preservada e que não houve mistura com materiais de fontes controversas ou com lotes de matéria-prima controlada acima do mix permitido pela norma. A certificação ocorre segundo as seguintes etapas: 1º passo: a serraria, indústria ou organização entra em contato com uma certificadora independente, credenciada pelo FSC. 2º passo: após auditoria, se tudo estiver de acordo, o selo de certificação é conferido a serraria, indústria ou organização, garantindo que a madeira e outros produtos têm sua rastreabilidade preservada e dão origem a produtos de acordo com as normas do FSC (no caso de produtos de fontes mistas). 3º passo: a certificadora faz o monitoramento anual da atividade em campo. Se alguma norma não estiver sendo obedecida, a operação é advertida para fazer a correção da irregularidade, sob pena de perder o selo, caso não haja atendimento às regras. Getty Images 24

25 O que é rastreabilidade? É o controle realizado desde a extração da floresta nativa ou plantada, passando por todos os processos de manufatura até a venda ao consumidor, com garantia de que o produto final tem origem na área de manejo alvo da certificação. Nas etapas de beneficiamento, assegura-se que não há mistura de matéria-prima certificada com a convencional ou que essa combinação acontece dentro das regras previstas em legislação. Custo da certificação Para informações sobre custos da certificação, bem como para procedimento e prazos envolvidos, é preciso entrar em contato com as próprias certificadoras credenciadas. As categorias de custo comuns a todas incluem: Auditoria de avaliação: envolve os custos de avaliação no empreendimento, para obtenção da certificação, incluindo o tempo técnico e administrativo, bem como as despesas da equipe de auditoria nos locais abrangidos pela certificação. Auditorias anuais para manutenção do certificado: pelo menos uma auditoria de monitoramento deve ser realizada anualmente, para verificar o desempenho do empreendimento frente aos requisitos da certificação Cadeia de custódia. Taxas anuais de certificação: garantem a manutenção do sistema de certificação como um todo. São calculadas de acordo com o faturamento anual de cada empreendimento. 25

26 5 Passo a passo para obtenção da certificação do Cerflor A certificação tem como objetivo indicar graus adequados de confiabilidade dos produtores florestais e está em conformidade com a ABNT NBR /2004 ou ABNT NBR /2012. Existem três tipos de auditoria que são realizados com os produtores, cada um com seus processos específicos: avaliação inicial, avaliação de manutenção e avaliação de recertificação. Os processos relativos a cada uma das avaliações são detalhados abaixo: Avaliação Inicial 1º Passo: solicitação da certificação apresentar documento descritivo da AMF 7 ou UMF 8 a ser avaliada e descrever o escopo da certificação desejada, com base na ABNT NBR , ABNT NBR e ABNT NBR º Passo: análise da Solicitação e da Conformidade da Documentação, por parte da certificadora. 3º Passo: visita prévia após análise e aprovação da solicitação e da documentação, o OAC 9 pode realizar visita prévia, com objetivo de planejar a auditoria inicial. 4º Passo: auditoria Interna (FASE I) O OAC deve verificar nos órgãos públicos competentes o cumprimento da legislação pelo solicitante da certificação, seguindo o Princípio 1 da ABNT NBR ou da ABNT NBR e manter os respectivos registros. 7 AMF: Área de Manejo Florestal 8 UMF: Unidade de Manejo Florestal 9 OAC: Organismo de Avaliação da Conformidade Organismo credenciado pela CGCRE que realiza os serviços de avaliação da conformidade, devendo ser, especificamente, um Organismo de Certificação do Manejo Florestal (OCF) com escopo para manejo de florestas plantadas ou manejo de florestas nativas. 26

27 5º Passo: auditoria externa (FASE II) deve ser realizada nas instalações do solicitante da certificação, para que seja avaliada a implementação dos requisitos descritos na ABNT NBR ou ABNT NBR , conforme escopo solicitado. 6º Passo: caso seja identificada alguma não conformidade na avaliação inicial, o solicitante da certificação terá prazo acordado com o OAC para tomar as devidas ações corretivas com o objetivo de sanar as não conformidades. 7º Passo: emissão do Certificado de Conformidade a decisão sobre a concessão da certificação é de responsabilidade do OAC e deve ocorrer com base nas informações obtidas durante a etapa de análise da documentação e auditoria inicial (Fase I e Fase II), considerada a recomendação da Comissão de Certificação. CGety Images 27

28 Avaliação de Manutenção 1º Passo: análise da Conformidade da Documentação O OAC realiza a análise da documentação (original) anteriormente enviada pelo requerente, em particular quanto a sua disponibilidade, organização e recuperação. 2º Passo: auditoria de manutenção nesta fase, o OAC deve verificar os registros que comprovem o atendimento aos requisitos contidos neste documento e na ABNT NBR ou ABNT NBR Passo: tratamento de não conformidades na etapa de Avaliação de Manutenção. 4º Passo: confirmação da Manutenção após a análise crítica, incluindo as informações sobre a documentação, auditorias, tratamento de não conformidades e tratamento de reclamações, o OAC deve emitir a confirmação da manutenção. Avaliação de Recertificação 1º Passo: solicitação de Recertificação para que não haja interrupção na validade da certificação, a confirmação da recertificação deve ocorrer antes do encerramento do prazo de validade do Certificado de Conformidade. 2º Passo: análise da Solicitação e da Conformidade da Documentação. 28

29 6 Considerações finais A questão da discussão da necessidade de certificação florestal é recente no Brasil. No entanto, muitas empresas já se conscientizaram da relevância de sua participação nesse processo. Como parte do compromisso firmado pelo Comitê Rio 2016, todas as aquisições de produtos madeireiros deverão ter o selo de certificação FSC ou Cerflor. A seguir, é apresentado um fluxograma com o comparativo entre a madeira ilegal e a madeira certificada, no caso FSC. Nele são detalhados os principais problemas relacionados à extração ilegal de produtos madeireiros. 29

30 30

31 7 Anexos Classificação dos produtos florestais: tipos e espécies Quanto ao tipo de floresta de origem, os produtos podem ser classificados como oriundos de: floresta natural ou nativa floresta plantada ou de reflorestamento floresta mista No Brasil, a maior parte da madeira nativa é proveniente da Amazônia e as espécies de madeira tropical brasileira mais comuns serão relacionadas a seguir. As principais espécies florestais exóticas cultivadas no país são: eucalipto (presente em todas as regiões do país), pinus (principalmente na região Sul e estado de São Paulo), acácia e teca em menor escala. Quanto ao tipo de tecido vegetal de origem, os produtos florestais podem ser classificados em: madeireiros aqueles oriundos de material lenhoso, ou grosseiramente, do caule e dos galhos das árvores não madeireiros aqueles oriundos das raízes, folhas, sementes e frutos No conjunto de produtos madeireiros, está não só a madeira, mas também o papel, o papelão, a celulose e o carvão vegetal. Alguns produtos florestais não madeireiros são: castanha-dobrasil, polpa de açaí, óleo de andiroba, óleo de copaíba, fibras para cestaria, entre outros. Quanto ao tipo de processamento do material lenhoso, os produtos florestais podem ser classificados em: 31

32 madeira sólida: tábuas, pranchas, vigas, vigotes, dormentes e outros cortes de madeira que dão origem a uma enormidade de produtos tais como pisos, portas, esquadrias, móveis, objetos, embalagens ou pallets de madeira madeira laminada e/ou reconstituída: por diferentes processos são obtidos os painéis de chapas de madeira. Exemplos: MDF, HDF, OSB, compensado, aglomerado e outros. Estas matérias-primas, por sua vez, podem dar origem a pisos, portas, móveis e objetos em madeira fibras de madeira obtidas por processamento mecânico e/ou químico dão origem à celulose, papel e papelão. A aplicação destes produtos é muito diversa: indústria gráfica, alimentícia (celulose para fins alimentícios), química (celulose utilizada em medicamentos), de tecelagem (produção de tecidos como o poliéster e tencell) e muitos outros usos No que se refere às espécies de madeira mais utilizadas em produtos madeireiros, seguem algumas tabelas que compilam dados do Catálogo de Produtos FSC, de dezembro 2013, e do Catálogo de Madeiras para a Construção Civil, IPT, de junho de Espécies tradicionais Espécies alternativas Eucalipto (Eucalyptus spp.) Pinus (Pinus spp.) Angelim vermelho (Dinizia excelsa spp.) Angelim pedra (Hymenolobium spp.) Cambará (Qualea spp. ou Vochysiaceae spp.) Cedrinho (Erisma uncinatum spp.) Cumaru (Dipteryx odorata spp.) Cupiúba (Goupia glabra spp.) Garapa (Apuleia leiocarpa spp.) Itaúba (Mezilaurus itauba spp.) Jatobá (Hymenaea spp.) Cedroarana (Cedrelinga catenifomis) Curupixa (Micropholis Venulosa) Oiticica Amarela (Clarisia racemosa) Pequiá (Caryocar villosum) Piquiarana (Caryocar glabrum) Tachi (Tachigali myrmecophilla) Tatajuba (Bagassa guianensis) Tauari (Couratari spp) Tauari vermelho (Cariniana micrantha) Roxinho Uxi (Endopleura uchi) Massaranduba (Manilkara spp.) Sucupira (Diplotropis spp e Bowdichia spp.) 32

33 Espécies de madeira utilizadas na fabricação de pisos de madeira Espécies tradicionais Espécies alternativas Eucalipto (Eucalyptus spp.) Pinus (Pinus spp.) Teca (Tectona grandis) Copaíba (Copaifera spp) Cumaru (Dipteryx odorata spp.) Ipe (Tabebuia spp.) Itaúba (Mezilaurus itauba spp.) Jatobá (Hymenaea spp.) Massaranduba (Manilkara spp.) Sucupira (Diplotropis spp e Bowdichia spp.) Tauari (Couratari spp.) Garapa (Apuleia leiocarpa spp.) Espécies utilizadas na fabricação de portas e janelas em madeira Espécies tradicionais Espécies alternativas Eucalipto (Eucalyptus spp.) Pinus (Pinus spp.) Araucária (Araucaria angustifolia) Angelim pedra (Hymenolobium spp.) Cumaru (Dipteryx odorata spp.) Sucupira (Diplotropis spp e Bowdichia spp.) Curupixá (Micropholis Venulosa) Cedroarana (Cedrelinga catenifomis) Garapa (Apuleia leiocarpa spp.) Oiticica amarela (Clarisia racemosa) Tatajuba (Bagassa guianensis) Tauari (Couratari spp) Espécies utilizadas na produção de painéis e chapas de madeira Espécies tradicionais Espécies alternativas Eucalipto (Eucalyptus spp.) Pinus (Pinus spp.) Araucária (Araucaria angustifolia) Sumaúma (Ceiba pentandra) Paricá (Shizolobium amazonicum) Matérias-primas de madeira utilizadas na produção de móveis Principais matérias prima Painéis e chapas Pinus Eucalipto Madeira Tropical diversas 33

34 A reprodução, sob qualquer forma, deste documento é terminantemente proibida, salvo mediante a prévia e expressa (por escrito) autorização do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio Eventuais autorizações para reprodução deverão ser solicitadas, por via eletrônica, para o endereço imagem da capa: Getty Images fb.com/rio2016 twitter.com/rio2016 youtube.com/rio2016 plus.google.com/+rio2016 instagram.com/rio2016 Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 rio2016.com

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