Edwin V. Meyer e Juan Carlos López Porcel. Os riscos da Pessoa Designada em Terra (DPA) Modelo de classificação de riscos estratégicos

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1 VERSÃO BRASILEIRA Edwin V. Meyer e Juan Carlos López Porcel Acreditamos no valor da seguradora Gerente Geral e Gerente de Riscos e Seguros da ArcelorMittal Os riscos da Pessoa Designada em Terra (DPA) Análise de suas funções e responsabilidades CÉSAR GARCÍA ANO XXX 116 SEGUNDO QUADRIMESTRE 2013 Modelo de classificação de riscos estratégicos Um novo desafio da Gerência de Riscos RAFAEL PASCUAL Governo corporativo nas seguradoras latino-americanas Situação atual na região PABLO SOUTO A reconstrução após o terremoto de 27/2 no Chile O papel do setor segurador PÍA MORA E ISABEL BRAIN

2 A BIBLIOTECA FM AO ALCANCE DA SUA MÃO Descubra o aplicativo gratuito para dispositivos móveis: Biblioteca FM. Acesse todos os serviços do Centro de Documentação e as novidades em um só clique. Baixe documentos em sua biblioteca digital integrada e acesse-os posteriormente sem a necessidade de conexão. Instale gratuitamente o aplicativo através da App Store e Google Play ou escaneando os seguintes códigos QR: Para mais informações:

3 editorial Impulso para melhorar e inovar Os aniversários são uma oportunidade para fazer um balanço do passado e medir forças perante o futuro. Faz três décadas que a revista Gerência de Riscos e Seguros nasceu. Se nos olharmos no espelho do nosso projeto inicial, podemos sentir-nos orgulhosos do caminho percorrido. No início dos anos oitenta, um grupo de diretores da MAPFRE concordou sobre a conveniência de lançar uma publicação especializada no assunto, na época inovador, de Gerência de Riscos, para divulgar e desenvolver seu conhecimento. Desde o início contamos com o apoio e a fidelidade cruciais de um conjunto de leitores especializados que só tem crescido e que sustenta a história de sucesso desta revista. A eles devemos grande parte do que somos. Depois destes trinta anos, o certo é que, com algumas tristes perspectivas econômicas a curto prazo, o número de artigos e estudos que tratam sobre a crise continua crescendo. Tudo indica que essa enxurrada de notícias desalentadoras parece dispor-nos a ceder à nostalgia e deixar-nos levar pelo fatalismo. É verdade que a crise está se prolongando tanto que começamos a notar certo esgotamento e perda de fé. Já não sabemos mais quando vamos sair desta situação. Mas por que parecemos tão mais profundos quando estamos mais pessimistas? Este prestígio do negativo se deve ao contraste com o pensamento positivo dos tão injuriados «brotos verdes» ou sinais de recuperação. No entanto, a razão mais profunda para não nos rendermos é que, embora as coisas nem sempre saiam como imaginamos, estamos vendo que uma situação política, um fato social, pode ter como efeito um impulso maior para melhorarmos e inovarmos. Nunca podemos deixar de pensar que o melhor está por vir. Nossa modesta contribuição neste número consiste na apresentação de nossa habitual entrevista que traz, de uma só vez, a visão corporativa e a opinião de Edwin V. Meyer, Diretor Geral e responsável mundial por Riscos e Seguros da ArcelorMittal, e de Juan Carlos López Porcel, responsável local pelo Sul da Europa, Norte da África e México da mesma empresa. A ArcelorMittal é a maior companhia siderúrgica mundial, com presença em mais de 60 países, uma produtora global de aço que aposta na inovação e no desenvolvimento e que conseguiu reduzir consideravelmente seu consumo energético e as emissões de dióxido de carbono na atmosfera. O primeiro artigo que abre esta seção descreve a figura da pessoa designada em terra (DPA) como responsável pela supervisão de determinados aspectos operacionais dos navios, sendo o intermediário entre as equipes a bordo e as em terra, e cuja missão é garantir a segurança operacional da embarcação. 3

4 editorial No segundo artigo, o autor, docente do Instituto de Ciências do Seguro da FUNDACIÓN MAPFRE, desenvolve um interessante modelo de classificação de riscos estratégicos - os que estão ligados à formulação dos planos estratégicos das organizações -, concluindo que hoje em dia «já não basta gerenciar o o quê, mas também é necessário gerenciar o como». O terceiro e último artigo deste número apresenta, a partir da perspectiva de seu autor, o Professor do Departamento de Economia e da Escola de Negócios da Universidade Católica Argentina, uma análise da situação atual da governança corporativa das seguradoras latino-americanas, reunindo as iniciativas existentes e desenhando um panorama da situação atual nessa região através do cálculo de um índice de transparência e difusão. No Observatório de Sinistros são apresentadas as consequências do terrível sismo de 8,8 graus ocorrido no Chile em 27 de fevereiro de 2010, que representou um forte golpe para a economia do país, embora não tenha chegado a deixá-la fora de combate. Deste modo, é possível ver como existe uma forte correlação entre desastres e desenvolvimento. O desenvolvimento tem um papel importante no aumento ou na redução do risco de desastres. Hoje em dia, três anos após o ocorrido, cumpriu-se grande parte da etapa de recuperação da infraestrutura principal e da atividade econômica. O desafio futuro é avançar rumo à reconstrução definitiva das zonas atingidas e renovar a vida cotidiana da população. Com as habituais seções de livros e de notícias sobre a Agers, encerramos este número, que, como de costume, esperamos ser do seu agrado. FUNDACIÓN MAPFRE Instituto de Ciencias del Seguro Paseo de Recoletos, Madrid (España) Tel.: Fax: PRESIDENTA: Mercedes Sanz Septién DIRETOR: José Luis Ibáñez Götzens CHEFE DE REDAÇÃO: Ana Sojo Gil COORDENAÇÃO: María Rodrigo López CONSELHO DE REDAÇÃO: Irene Albarrán Lozano, Alfredo Arán Iglesia, Francisco Arenas Ros, Montserrat Guillén Estany, César López López, Jorge Luzzi, Francisco Martínez García, Ignacio Martínez de Baroja y Ruíz de Ojeda, Eduardo Pavelek Zamora, Mª Teresa Piserra de Castro, César Quevedo Seises, Daniel San Millán del Río, Francois Settembrino. DESIGN E REALIZAÇÃO EDITORIAL: Comark XXI. Consultores de Comunicação e Marketing do Século XXI S.L. IMPRIME: CGA Versão Brasileira: FUNDACIÓN MAPFRE - Delegação Brasil DIREÇÃO: Fátima Lima COORDENAÇÃO: Renata Pappalardo e Gabriela Freitas REVISÃO: Maristela Leal Casati PROJETO GRÁFICO E DESIGN ADAPTADO: bmew Propaganda A revista Gerência de Riscos e Seguros não se responsabiliza pelo conteúdo de nenhum artigo ou trabalho assinado por seus autores, e o fato de publicá-los não implica concordância ou identificação com os trabalhos expostos nesta publicação. É proibida a reprodução total ou parcial dos textos e ilustrações desta revista sem a autorização prévia do editor. 4

5 índice SEGUNDO QUADRIMESTRE 2013 Obs.: Versão brasileira traduzida, originalmente, da edição espanhola da Revista Gerencia de Riesgos y Seguros, 2º Quadrimestre de Atualidades 6 Novidades legislativas. Assembleia Geral da IGREA. Biblioteca FM. XXIII Congressos Internacionais MAPFRE Global Risks. Monetização de danos por acidentes. Vítimas fatais por acidentes na Espanha em Mais responsabilidade para as petroleiras. Proposta para o novo Código Mercantil. O FIDAC e as indenizações do «caso Prestige». Rotulagem da indústria alimentícia. Agenda Entrevista 14 Edwin V. Meyer e Juan Carlos López Porcel, Gerente Geral e Gerente de Riscos e Seguros da ArcelorMittal Acreditamos no valor da seguradora Estudos Os riscos da Pessoa Designada em Terra (DPA) CÉSAR GARCÍA Modelo de classificação de riscos estratégicos RAFAEL PASCUAL Governança corporativa nas seguradoras latino-americanas PABLO SOUTO Relatório Ranking dos maiores grupos seguradores europeus Não Vida 2012 CENTRO DE ESTUDOS Observatório de sinistros A reconstrução após o terremoto de 27/2 no Chile PÍA MORA E ISABEL BRAIN Livros 89 Notícias AGERS 92 Caderno Nacional 96 Fernando Simões, presidente do grupo JSL 5

6 LEGISLAÇÃO Novidades Regulamento (UE) nº 462/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 21 de maio de 2013, pelo qual se modifica o Regulamento (CE) nº 1060/2009 sobre as agências de qualificação creditícia. D.O.U.E. núm. L 146/1, de 31 de maio de Circular 2/2013, de 9 de maio, da Comissão Nacional do Mercado de Valores, sobre o documento com os dados fundamentais para o investidor e o folheto das instituições de investimento coletivo. B.O.E. núm. 124, de 24 de maio de Real Decreto 270/2013, de 19 de abril, sobre o certificado do seguro ou a garantia financeira da responsabilidade civil no transporte de passageiros por mar em caso de acidente. B.O.E. núm. 111, de 9 de maio de Resolução de 11 de abril de 2013, do Congresso dos Deputados, pela qual se ordena a publicação do Acordo de convalidação do Real Decreto-lei 6/2013, de 22 de março, de proteção aos titulares de determinados produtos de poupança e investimento e outras medidas de caráter financeiro. B.O.E. núm. 92, de 17 de abril de Resolução de 21 de janeiro de 2013, da Direção Geral de Seguros e Fundos de Pensões, pela qual se publicam os valores das indenizações por morte, lesões permanentes e invalidez temporária resultantes da aplicação durante 2013 do sistema para avaliação dos danos e prejuízos causados às pessoas em acidentes de circulação. B.O.E. núm. 26, de 30 de janeiro de atualidades Assembleia Geral e eleições do Conselho de Diretores da IGREA No dia 4 de junho foram realizadas em Madri a Assembleia Geral da IGREA e a eleição dos membros do seu Conselho de Diretores. Os ocupantes para os cargos de presidente, vice-presidente e secretário geral da Associação foram eleitos no Conselho de Diretores realizado em 10 de junho, onde se definiram as diretrizes para os três próximos anos. Além disso, a Assembleia Geral aprovou por unanimidade as contas do exercício de 2012 e o orçamento operacional para Também foi acordado o programa das próximas atividades para os associados no decorrer deste ano de 2013, que se centrará em reuniões periódicas sobre a cobertura de riscos emergentes como Lucros Cessantes Contingentes, assim como a análise da situação atual do mercado no que se refere ao risco político e aos seguros de caução, especialmente o bonding nos Estados Unidos. Além disso, em relação ao desenvolvimento da profissão, serão realizadas 6

7 outras duas reuniões de caráter mais estratégico, destinadas a analisar a posição do gerente de riscos nas empresas e a potenciação da função nas mesmas. Destaca-se também uma sessão exclusiva para gerentes de riscos no próximo dia 12 de novembro, onde se analisará, do ponto de vista legal, a cláusula de «juro financeiro» nos programas internacionais emitidos na Espanha, bem como a cláusula follow form nos programas colocados com apólice guarda-chuva. Esta sessão contará com a opinião de dois prestigiosos escritórios de advogados especialistas em direito segurador e se encerrará com um debate com os gerentes de riscos presentes no evento. Eleições no Conselho de Diretores da IGREA Em 18 de junho foram eleitos os ocupantes para os cargos executivos no Conselho de Diretores da IGREA para os próximos três anos: Presidente: Daniel San Millán. Ferrovial Vice-presidente: Elisa María Rojo. Grupo DIA Secretário Geral: Vicente Martín. Endesa Tesoureira: Cristina San Sebastián Iberdrola O congresso de Tendências de Mercado para 2014 será realizado em novembro. Você já pode acessar grátis o Centro de Documentação do seu celular ou tablet A FUNDACIÓN MAPFRE acaba de lançar a «Biblioteca FM», um aplicativo para dispositivos móveis que permite a todos os interessados acessar de forma gratuita o serviço de informações especializadas em seguros, Gerência de Riscos, segurança e meio ambiente oferecido pelo Centro de Documentação. O novo aplicativo, disponível para tablets e smartphones (IOS e Android), permite aos usuários consultar o catálogo geral de publicações, que conta com mais de referências bibliográficas, o catálogo de revistas e a seção de «novidades». A «Biblioteca FM» também permite realizar buscas relacionadas com os temas anteriormente citados, de forma cômoda e rápida, e oferece a possibilidade aos interessados de baixar documentos de acesso livre para posteriormente lê-los em seu dispositivo, sem precisarem se conectar à Internet. É possível baixar o aplicativo através da app Store ou Google Play. XXIII Congressos Internacionais MAPFRE Global Risks O Presidente da MAPFRE, Antonio Huertas, encerrou a 23ª edição dos Congressos Internacionais MAPFRE GLOBAL RISKS, que reuniram, durante dois dias em Sevilha, mais de 500 especialistas em Gerência de Riscos procedentes de 15 países. Durante sua apresentação, Antonio Huertas destacou que o grupo segurador acompanhou as empresas espanholas em seu processo de internacionalização, «apoiando seu sucesso e atendendo a todas as suas necessidades», e ressaltou que a MAPFRE GLOBAL 7

8 RISKS, além de consolidar as relações com os grandes corretores mundiais, analisará outros países da região onde for iniciar novos negócios. Ele também apresentou publicamente neste fórum o posicionamento estratégico da MAPFRE, que pretende transformar o Grupo na seguradora global de confiança, baseando sua atividade nos valores de solvência, integridade, vocação de serviço e inovação para a liderança, com uma equipe comprometida. «Queremos transmitir confiança em todas as nossas operações no mundo, já que somos um grupo global. Nosso trabalho a serviço de grandes grupos multinacionais e nos setores globais de atividade é uma boa carta de apresentação», garantiu o Presidente da MAPFRE. Alfredo Castelo, Presidente da MAPFRE GLOBAL RISKS, foi o encarregado de inaugurar este fórum, no qual apresentou a evolução da empresa que, desde sua criação em 2009, tem consolidado sua presença na Espanha e na América Latina e quase duplicou seu volume de negócio nesse período. Ele também falou sobre os novos desafios que têm de enfrentar, que incluem aumentar a presença e o volume de negócios na Europa e em outras regiões, como Estados Unidos ou Ásia. O prefeito de Sevilha, Juan Ignacio Zoido, também participou destes congressos, que se tornaram referência para os profissionais da Gerência de Riscos. Durante o evento, debateu-se, entre outros aspectos de interesse, sobre a gestão dos riscos catastróficos, baseando-se nas experiências obtidas após o terremoto de Fukushima e as enchentes na Tailândia. Também foi realizado um módulo de segurança, no qual foram tratados temas como os ciberriscos nas empresas globalizadas. Monetização de danos por acidentes Na avaliação da intensidade dos danos potenciais dos riscos de sinistros, costuma-se enfrentar a dificuldade em atribuir valores econômicos de pessoas e ativos intangíveis afetados. A avaliação de danos de ativos materiais, como terrenos, edifícios, maquinaria, instalações e produtos, é mais simples, pois se baseia nos preços de mercado. Quando se trata de avaliar os montantes econômicos dos danos pessoais, na Espanha dispõe-se de uma ferramenta muito útil: a resolução de 21 de janeiro de 2013, pela qual se publicam os valores das indenizações por morte, lesões permanentes e invalidez temporária por acidentes de trânsito e que é atualizada e promulgada no início de cada ano pela Direção Geral de Seguros e Fundos de Pensões. Esta tabela é utilizada como base de referência nos acidentes de trânsito pelos juízes e companhias seguradoras na hora de estabelecer as indenizações por danos pessoais, corporais e morais. Ela também é amplamente utilizada nos acidentes de trabalho e, em menor escala, em outros âmbitos em que é possível transferir e adaptar com 8

9 facilidade os valores da tabela de acidentes de trânsito. Todavia, no bloco dos ativos intangíveis de uma empresa (imagem, marca, reputação, pesquisa, finanças, informações vitais, entre outras e, em geral, o meio ambiente) não se conta com tabelas amplamente reconhecidas nacional ou internacionalmente que permitam atribuir valores aceitos na técnica seguradora. Desde o início do ano e, para efeito da aplicação da Lei 26/7 de Responsabilidade Ambiental, o Ministério da Agricultura, Alimentação e Meio Ambiente ativou a página MORA (Monetização do Risco Ambiental), que oferece uma metodologia e preços unitários para a avaliação monetária dos danos ao meio ambiente. A avaliação econômica do risco facilita o estabelecimento da garantia financeira (como, por exemplo, o seguro de responsabilidade civil) que as empresas afetadas têm de determinar. Vítimas fatais em acidentes na Espanha em 2012 Mais uma vez o tráfego viário encabeça a lista de vítimas fatais em acidentes em 2012, que mundialmente estima-se ter atingido 1,24 milhão de óbitos, com uma taxa de mortalidade de 176 por cada milhão de habitantes. As cifras correspondentes à Espanha se situam em óbitos e uma taxa de 44, e na União Europeia elas são e 60, respectivamente. Merece destaque o fato de que na União Europeia e na Espanha a maior acidentalidade se concentra nas atividades domésticas e de lazer, com uma estimativa de e falecidos e uma taxa de mortalidade de 199 e 137, respectivamente. No caso da Espanha, essa taxa é dez vezes maior que as de acidentes de trabalho e três vezes maior que as de trânsito, embora se dê atenção apenas à dimensão dos riscos e dos acidentes domésticos e de lazer, ou seja, não são feitas campanhas de prevenção à altura de sua gravidade, como se faz nos âmbitos de trabalho e do trânsito. Tabela 1. Causas de acidentes com vítimas fatais e taxa de mortalidade resultante (número de mortes por milhão de habitantes). Acidente Mundo Espanha União Europeia Tráfego viário (176) 2060 (44) (60) Doméstico e de lazer (141) (137) (199) Homicídios e assassinatos (88) 363 (7,6) (10) Acidentes de trabalho (112) 585 (43) (36) Incêndios (11) 148 (3) (8) Catástrofes naturais (1,3) - - 9

10 Mais responsabilidade para as petroleiras Pouco mais de três anos depois do acidente sofrido pela plataforma Deepwater Horizon da British Petroleum no Golfo do México (vide número 113 da revista Gerência de Riscos e Seguros, Observatório de Sinistros. 2012), a União Europeia aprovou uma nova regulamentação que dificulta a concessão de licenças às plataformas petrolíferas que operam em alto-mar e responsabiliza os operadores de refinarias de petróleo e gás pelos danos ao meio ambiente causados no mar até 370 quilômetros da costa, em vez dos 22 quilômetros atuais. Para obter uma licença, antes de iniciar as perfurações, as companhias deverão apresentar planos de emergência que cubram todos os riscos e propor soluções aos órgãos competentes dos Estados membros caso esses danos ocorram. Elas também comunicarão os incidentes graves em que tenham se envolvido. Antes que as perfurações comecem, os órgãos competentes dos Estados membros, que deverão ser independentes e terão competências para multar e paralisar as extrações, devem verificar se os operadores têm capacidade técnica e financeira suficiente para garantir a segurança de suas atividades em alto-mar e a proteção do meio ambiente do lugar perfurado. Proposta para o novo Código Mercantil Quase sete anos depois de ter recebido a encomenda, a Segunda Seção da Comissão Geral de Codificação apresentou um texto completo que moderniza e atualiza o Código de Comércio vigente desde 1885 para favorecer a atividade econômica mediante normas que garantam a unidade de mercado. A proposta dos especialistas para o novo Código Mercantil compila e integra em um único texto toda a legislação mercantil existente e incorpora temas que até agora careciam de regulamentação legal, mas que já são totalmente habituais nas relações mercantis. Colaboraram para esta proposta mais de 60 especialistas no assunto. O trabalho foi dirigido por Alberto Bercovitz, que explica que, entre os mais de artigos que integram este novo Código, dividido em sete livros e um título preliminar, foram introduzidos 10

11 temas que até então estavam fora da regulamentação legal. Assim ocorreu, por exemplo, com os contratos eletrônicos, turísticos, de distribuição ou financeiros mercantis que não estavam respaldados por uma lei. Incorporou-se a regulamentação sobre a transmissão das empresas e as modalidades modernas de contratação, como a realizada em leilão público ou a automática. Resumindo, este texto, cuja proposta será estudada e debatida em diferentes âmbitos pelo ministério até que ele elabore seu próprio projeto, pretende assegurar a unidade de mercado nas relações jurídicas privadas dos empresários e demais operadores econômicos mediante a renovação e a atualização de uma regulamentação que precisava ser adaptada à realidade do século XXI. Prestige, indenizações não aceitas pelo FIDAC O Fundo Internacional de Indenização de Danos devidos à Contaminação por Hidrocarbonetos (FIDAC) não aceitou a inclusão de indenizações por danos morais e ambientais puros ocorridos no naufrágio do Prestige. O FIDAC considera que as quantidades reclamadas pelos Estados espanhol e francês ultrapassam o limite máximo fixado para indenizações por este tipo de sinistro no momento em que ele aconteceu. A França pede 67,5 milhões de euros e o FIDAC admite 38,5; a Espanha solicita 970 milhões de euros perante os 300 milhões reconhecidos. Os peritos do FIDAC declararam que conceitos como danos morais e ambientais puros ou a repercussão no turismo não podem ser incluídos como «admissíveis» conforme os critérios do Fundo. O FIDAC também indica que vários municípios franceses não esclareceram por que reivindicam estes gastos tão diferentes das quantias investidas na luta contra a poluição e por haver diferenças com o custo real assumido. Quanto à Junta da Galiza, o diretor do FIDAC declarou que apresentou notas fiscais, mas não deu quase nenhuma explicação e insistiu que as notas apresentadas nunca foram acompanhadas de justificativas, apesar de terem sido exigidas em diversas ocasiões, incorrendo em falta de rigor na hora de determinar a perda. O Fundo já abonou 114 milhões de euros para danos e ainda tem de pagar pouco menos de 40 milhões. No momento do sinistro do Prestige o limite de indenização estava fixado em 115 milhões de euros. 11

12 Rotulagem na indústria alimentícia Nos anos 90, a equipe de advogados norte-americanos da Don Barrett processou as grandes empresas de tabaco e conseguiu uma indenização de 240 bilhões de dólares por danos e prejuízos causados aos fumantes enfermos com câncer. Agora eles estão se preparando para processar 30 multinacionais da indústria alimentícia. A equipe jurídica, especializada em grandes pleitos coletivos, não quer demonstrar que certos alimentos são prejudiciais à saúde ou que sua propaganda é enganosa; seu objetivo é demonstrar que a informação dada nos rótulos é falsa ou ilegal. Don Barrett relaciona os problemas de sobrepeso e obesidade dos americanos diretamente com a alimentação e fixa em 300 milhões de dólares anuais o custo para a Previdência Social. Não é só a obesidade: o diabetes, o câncer, as patologias coronárias e os acidentes cardiovasculares também estão entre as 10 doenças que mais mortes causam. Para evitar contrair estas doenças, ele propõe que os consumidores recebam informações precisas sobre o que comem, o que fará com que mudem seus hábitos alimentares. Em declaração à BBC, Barrett afirmou: «Temos provas irrefutáveis de que os fabricantes ocultam a verdadeira quantidade de açúcares e gorduras presentes nos seus alimentos. Eles nos enganam sobre os ingredientes supostamente naturais e costumam mentir com relação ao número de calorias que um produto contém. Se o produto é ilegal, então não pode ser vendido. As empresas responsáveis deverão retirar de venda os produtos mal-rotulados e indenizar os consumidores que os compraram». A maioria dos processos é direcionada aos produtos que indicam em seus rótulos que contêm ingredientes «naturais, não transgênicos ou sabores artificiais; que são preparados de forma artesanal e comercializados como alimento saudável». Barrett acrescenta que «continua-se rotulando mal porque os consumidores são mais propensos a comprar um produto que supostamente seja saudável, e os fabricantes poderão aumentar o preço por isso». A realização do julgamento está prevista para o final deste ano.

13 agenda AGENDA 2013 CONGRESSOS E CONFERÊNCIAS EVENTO DATAS LOCAL CONVOCANTE Conferência Seguro de Arte de outubro Budapeste (Hungria) IFASIC Congresso Risco e Seguro. RISCO de outubro Las Palmas dºe Gran Canaria (Espanha) Univ. de Las Palmas de Gran Canaria Congresso ERM 3-5 de novembro San Francisco, CA (EUA) RIMS IX Assembleia CRO 5-7 de novembro Zurique (Suíça) Associação de Genebra Conferência Anual 8-11 de dezembro Baltimore, MD (EUA) SRA 13

14 entrevista A visão da Gerência de Riscos na ArcelorMittal consiste em proteger a continuidade das operações e a conta de resultados, ou melhor, diz Meyer, «buscar um benefício por meio de uma abordagem equilibrada entre redução, retenção e transferência de riscos». Na Espanha, a área trata de minimizar os riscos mediante «a adoção de proteções e políticas de prevenção adequadas», acrescenta López Porcel. Edwin V. Meyer GERENTE GERAL, GERÊNCIA DE RISCOS E SEGUROS, GRUPO ARCELORMITTAL «Acreditamos no valor da seguradora e no estabelecimento de relações de confiança a longo prazo» Texto: ALICIA OLIVAS Fotos: ALBERTO CARRASCO 14

15 Juan Carlos López Porcel GERENTE, GERÊNCIA DE RISCOS E SEGUROS, ARCELORMITTAL ESPANHA «O êxito é possível, sempre e quando o risco for mensurável e estiver controlado» Que valor vocês dão à Gerência de Riscos num grupo como a ArcelorMittal, a empresa siderúrgica mais importante globalmente, com presença em mais de 60 países de quatro continentes e funcionários em todo o mundo? Em linhas gerais, como é o sistema de gerenciamento de riscos implantado em seu grupo? Edwin V. Meyer (doravante EVM): A ArcelorMittal incorpora há anos a Gerência de Riscos em sua estrutura operacional e na empresa. Criamos um Comitê de Gestão de Riscos com membros de todas as unidades operacionais da empresa sob a presidência de 15

16 estudo SEMPRE ABORDAMOS A INCORPORAÇÃO DE NOVAS AQUISIÇÕES COMEÇANDO PELA DETECÇÃO DOS RISCOS (EVM) Sudhir Maheshwari, membro do nosso Comitê de Direção. O comitê responde diretamente ao subcomitê de Gerência de Riscos do conselho da ArcelorMittal e se reúne regularmente. O responsável pela Gerência de Riscos do nosso grupo é o secretário do Comitê de Gerência de Riscos, encarregado de facilitar, documentar e analisar diversos dados sobre riscos recebidos dos diferentes departamentos corporativos e operacionais da empresa. Esta informação inclui os riscos empresariais detectados no âmbito do plano anual da empresa por áreas especializadas: Saúde e Segurança, Riscos Ambientais, Gerência de Riscos de Ativos, Gestão de Projetos, Tesouraria, Finanças, Jurídico e Seguros. Os relatórios trimestrais de Gerência de Riscos corporativos deixam evidentes os riscos, ordenados por gravidade e probabilidade, isto é, pela possibilidade de que ocorram. Em linhas gerais, em nosso registro de riscos predominam os riscos provenientes de fatores econômicos, financeiros, legais e geopolíticos, similares aos de outras empresas internacionais. Além disso, existem riscos estratégicos e de exploração para a companhia em geral e específicos para cada unidade de negócio. Na área de riscos seguráveis, estudamos aqueles relacionados com nossas responsabilidades, nossos ativos e nosso quadro de funcionários. Como companhia global dedicada à siderurgia e à mineração, contamos com ativos muito volumosos em todo o mundo, o que inclui riscos por interrupções significativas da atividade, pela responsabilidade relacionada com nossas operações, por nossas cotações na bolsa e por nossos produtos. Contamos ainda com um quadro de aproximadamente funcionários em todo o mundo, o que pode gerar responsabilidades de caráter médico, em caso de acidentes e de pensões. A área de Riscos e Seguros se encarrega de propor a retenção de riscos mais econômica, de transferir riscos e de recomendar as solicitações de autosseguro através de nossa companhia de seguros cativa. Como se realiza o processo de gestão de riscos na Espanha? Juan Carlos López Porcel (doravante JCLP): A Gerência de Riscos na Espanha colabora com o departamento de Riscos e Seguros da empresa, definindo os perfis de riscos, analisando as situações locais para perdas catastróficas e incluindo as interdependências das companhias do grupo. Tratamos de minimizar nossos riscos adotando proteções e políticas de prevenção adequadas, assessorando nossas companhias com as melhores ideias e comentários utilizados em nosso grupo em termos globais, aproveitando a experiência passada e buscando a melhor solução possível. Do mesmo modo, desempenhamos uma função de representação da ArcelorMittal no que diz respeito às relações com as autoridades legisladoras na Espanha (Direção Geral de Seguros) para garantir o respeito da legislação local. Por último, cabe destacar que a cúpula dirigente está plenamente envolvida no dia a dia, sempre recebendo informações, assistindo às reuniões dos comitês de riscos e participando com propostas e decisões, o que proporciona o respaldo adequado à nossa área de trabalho. 16

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18 entrevista Risco, oportunidade e ameaça É IMPRESCINDÍVEL ADOTAR UM PLANEJAMENTO ESTRUTURADO DA GESTÃO DOS RISCOS EMPRESARIAIS (EVM) O risco está no cerne de toda atividade empresarial. É possível a glória sem risco? EVM: De fato, por um lado consideramos o risco como uma oportunidade e, por outro, como uma ameaça. Por exemplo, todos os nossos grandes investimentos em novas obras e reformas devem se submeter a um processo exaustivo de avaliação e de análise de detecção de riscos, dos pontos de vista financeiro e de riscos de exploração. É preciso detectar, medir e avaliar os riscos, particularmente com respeito a certos parâmetros de eficiência financeira. A área de seguros participa do processo e recomenda o equilíbrio mais rentável entre retenção e transferência de riscos. Além disso, colaboramos com a seguradora para instaurar medidas adequadas de controle do risco no início do projeto e fazemos o acompanhamento por meio de visitas regulares ao centro. Qual é a perspectiva sobre o risco na Espanha? JCLP: No que diz respeito à Espanha, sentimo-nos confortáveis avaliando possíveis situações de risco e pensando em como evitá-las. Também é uma questão de motivação, embora assumir riscos não signifique buscar emoções extremas, já que temos uma posição consideravelmente preventiva. Usando um exemplo de uma experiência diferente para entender esta questão, temos o recorde obtido recentemente por Felix Baumgartner, com um salto de 36,3 quilômetros da estratosfera em que atingiu uma velocidade de quilômetros por hora. Parece um risco extraordinário, mas se os detalhes são conhecidos, até o risco fica incrivelmente minimizado após cinco anos de preparação com os meios técnicos e os equipamentos. Portanto, o êxito é possível, sempre e quando o risco for mensurável e estiver controlado. 18 Gerência de Riscos e Seguros nº

19 Aquisições, avaliação de riscos Desde a sua criação, a ArcelorMittal cresceu rapidamente através de importantes aquisições. Como a Gerência de Riscos mede os riscos de compras ou a entrada em novos países, principalmente em mercados emergentes? EVM: Em termos de capacidade de produção, a ArcelorMittal é a maior companhia siderúrgica e uma das maiores dedicadas à mineração do ferro, bem como uma das principais produtoras de carvão coque no mundo. Realizamos operações industriais em 20 países e estamos presentes em mais de 60. Sempre abordamos a incorporação de novas aquisições começando pela detecção dos riscos e avaliando as ameaças aos ativos e em termos de responsabilidade. Cumprimos estritamente a legislação e as regulamentações do país sobre seguros quando vamos incorporar novas aquisições a nossos programas internacionais. Do ponto de vista legal, quais são os obstáculos que alguns dos países de sua área de atuação (Europa do Sul, México e África do Norte) apresentam? JCLP: Em algumas ocasiões foi interessante descobrir as diferenças que existem entre as legislações de cada país. Devido à sinistralidade histórica, a Argélia conta com uma legislação obrigatória em termos de danos catastróficos nacionais semelhante ao Consórcio de Compensação de Seguros na Espanha, e no México nós temos que obrigatoriamente apoiar-nos em uma seguradora local BUSCAR O EQUILÍBRIO CORRETO ENTRE O AUTOSSEGURO E A TRANSFERÊNCIA DE RISCOS PARA O MERCADO DE SEGUROS É UMA DE NOSSAS INCUMBÊNCIAS- CHAVE (EVM) para acionar nossos programas, motivo pelo qual sempre existe uma possível diferença a ser estudada e considerada antes de tomar qualquer decisão. A Espanha tem algum risco diferente com relação aos demais países onde vocês estão presentes? JCLP: Por sermos uma empresa multinacional, o mapa de riscos é uniforme. Nos países desenvolvidos, os riscos específicos são regulados pela legislação local. Na Espanha temos alguns exemplos reais, como a legislação ambiental, mais ampla que a simples transposição da diretriz europeia. Do mesmo modo, existem conceitos exclusivos do mercado espanhol vinculados à legislação local, como a responsabilidade civil patronal, além de outras estruturas que proporcionam soluções particulares, como a cobertura oferecida pelo Consórcio de Compensação de Seguros. Uma gestão do risco adequada precisa ter um enfoque preventivo claro. Como se consegue envolver toda a organização neste objetivo? EVM: Nossa visão da gestão do risco e da contribuição que a área de Riscos e Seguros tem de dar consiste em última instância em proteger a continuidade das operações e da nossa conta de resultados, ou ainda buscar um benefício usando uma abordagem que equilibre redução, retenção e transferência de riscos. Tanto os departamentos corporativos como todas as unidades operacionais devem detectar todos os riscos empresariais dentro de seu plano de negócio. 19

20 entrevista JCLP: Além disso, acreditamos que o processo de comunicação é primordial em nossa função, já que é necessário envolver previamente as equipes internas para obter suas opiniões na busca da melhor solução. Objetivo: a segurança Seu objetivo é ser a empresa mais segura do setor. Em que consiste o programa Journey to Zero? EVM: O primeiro objetivo da ArcelorMittal é manter nossos empregados seguros e ilesos, isto é, a saúde e a segurança são o objetivo número um dos empregados da ArcelorMittal, e este desafio está plenamente integrado e contemplado em nossas avaliações de desempenho individual. O programa de saúde e segurança Journey to Zero atesta a nossa crença de que é possível conseguir um ambiente de trabalho sem acidentes dentro de uma empresa industrial multicultural com operações diversificadas em todo o mundo. Também consideramos que a formação é um aspecto importante em nosso campo, já que exerce uma influência real nos resultados da nossa empresa. Por este motivo, tentamos compartilhar os conhecimentos sobre riscos e seguros internamente em nossa organização, participando de cursos e seminários organizados pela Universidade ArcelorMittal, onde Juan Carlos (na Espanha) e eu mesmo (em Luxemburgo) somos credenciados como docentes. Além disso, colaboramos com associações profissionais do setor. Em termos gerais, faço parte do Conselho de Diretores da FERMA (Federação Europeia de Associações de Gerência de Riscos), enquanto que na Espanha Juan Carlos é membro do POR SERMOS UMA EMPRESA MULTINACIONAL, O MAPA DE RISCOS É UNIFORME (JCLP) Conselho de Diretores da AGERS (Associação Espanhola de Gerência de Riscos e de Seguros), o que nos permite obter um panorama completo das tendências de nosso setor graças à troca de experiências. Sinistros, redução dos danos E o que vocês fazem na ArcelorMittal quando os mecanismos de prevenção falham e os riscos se materializam em sinistros? EVM: Os sinistros fazem parte da área de Riscos e Seguros e são considerados na hora de guiar nossas atividades de redução a partir das conclusões extraídas e eles influem em nossa estratégia de retenção e transferência de riscos. Acreditamos na retenção de nossa série de sinistros de baixa gravidade e alta frequência e no asseguramento dos de alta gravidade e baixa frequência, bem como em segurar os sinistros graves que possam ser catastróficos. Buscar o equilíbrio entre a retenção direta, o autosseguro através de nossa empresa cativa e a transferência de riscos ao mercado de seguros é uma de nossas principais incumbências. Cremos firmemente no valor da seguradora e no estabelecimento de relações de confiança a longo prazo. A ArcelorMittal é uma companhia bastante jovem, surgida em 2006 após a fusão da Mittal Steel e da Arcelor, cujos programas de seguros não se unificaram até o início de 2007, razão pela qual ela possui um histórico de sinistros de sete anos apenas. Ao longo dos anos temos tido uma série de sinistros de PD/BI (Danos Materiais/ Lucros Cessantes), mas nenhum deles causou disputas insuperáveis com a seguradora. Nossa equipe de seguros tem sido 20 Gerência de Riscos e Seguros nº

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