CAPÍTULO 2 DIODO SEMICONDUTOR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CAPÍTULO 2 DIODO SEMICONDUTOR"

Transcrição

1 CAPÍTULO 2 DIODO SEMICONDUTO O diodo semicondutor é um dispositivo, ou componente eletrônico, composto de um cristal semicondutor de silício, ou germânio, em uma película cristalina cujas faces opostas são dopadas por diferentes gases durante sua formação. É o tipo mais simples de componente eletrônico semicondutor, usado como retificador de corrente alternada. O termo diodo é usualmente reservado a dispositivos para sinais baixos, com correntes iguais ou menores a 1A. O diodo apresenta uma queda de tensão 1 conhecida como barreira potencial, tensão de joelho ou tensão de limiar. Tal é de 0,3V para diodos de germânio e 0,7V para diodos de silício. Em nossos estudos, sempre consideraremos diodos de silício, a menos que se indique o contrário. A Figura 2.1 apresenta alguns modelos de diodos semicondutores de silício disponíveis no mercado. É também apresentada a simbologia do diodo em comparação ao seu aspecto real. O terminal positivo do mesmo é o ânodo, indicado pela letra A. O terminal negativo do mesmo é o cátodo, indicado pela letra K. Note que a barra fina junto ao cátodo, na simbologia, tem coincidência com a faixa de cor branca ou cinza (em geral), em comparação ao aspecto real do componente. (a) (b) (c) Figura 2.1 (a) Alguns modelos de diodos semicondutores de silício disponíveis no mercado, mostrados em escala. (b) Diodos usados em retificadores de baixa e ou média corrente. (c) Simbologia do diodo semicondutor em comparação com seu aspecto real. O terminal positivo é o ânodo, indicado por A. O terminal negativo é o cátodo, indicado por K. Comportamento do Diodo em Circuitos de Corrente Contínua O diodo semicondutor é um componente elétrico projetado para conduzir a corrente elétrica com muito mais facilidade em um sentido do que no outro. Quando colocado em um simples circuito bateria-lâmpada, como ilustrado na Figura 2.2, o diodo pode permitir ou, então, impedir a passagem da corrente elétrica através da lâmpada, dependendo da polaridade da tensão aplicada no circuito. (a) (b) Figura 2.2 (a) Diodo polarizado diretamente. (b) Diodo polarizado reversamente. 1 Daqui para diante, queda de tensão é o mesmo que tensão.

2 Na Figura 2.2-(a) o diodo está polarizado diretamente, de maneira que há corrente no circuito e a lâmpada fica acesa. Neste caso, o positivo da fonte de fem é aplicado ao ânodo do diodo (que é positivo). O negativo da fonte de fem é aplicado, indiretamente por meio da carga (isto é, a lâmpada), ao cátodo do diodo (que é negativo). Assim, o diodo conduz diretamente a corrente elétrica, considerando esta no sentido convencional 2. Na Figura 2.2-(b) o diodo está polarizado reversamente, de maneira que não há corrente no circuito e a lâmpada fica apagada. Neste caso, o negativo da fonte de fem é aplicado ao ânodo do diodo (que é positivo). O positivo da fonte de fem é aplicado, indiretamente por meio da carga (isto é, a lâmpada), ao cátodo do diodo (que é negativo). Assim, o diodo não conduz 3 corrente elétrica alguma. Da análise acima, vemos que o diodo funciona idealmente como uma chave fechada, quando tal está polarizado diretamente, e como uma chave aberta, quando tal está polarizado reversamente. Entretanto, quando polarizado diretamente, devemos considerar a queda de tensão do diodo. Assim, uma fonte de tensão de 10V polarizando diretamente um diodo de silício, em série com uma resistência, fará com que haja uma queda de tensão de 9,3 V na resistência, pois 0,7V ficam no diodo. Já em polarização reversa, o diodo fará o papel de uma chave aberta. Assim, não circula corrente no circuito, de maneira que não haverá tensão no resitor. Logo, toda a fem de 10V aparecerá entre os terminais do diodo. A principal função de um diodo semicondutor, em circuitos retificadores de corrente, é transformar corrente alternada senoidal em corrente contínua pulsante. No semiciclo negativo de uma corrente alternada senoidal o diodo fará a função de uma chave aberta, não circulando corrente elétrica no circuito. A principal função de um diodo semicondutor, em circuitos de corrente contínua, é controlar o fluxo da corrente, permitindo que esta circule apenas em um sentido. A Dopagem do Diodo Semicondutor e os Cristais P e N O silício puro é um mau condutor de eletricidade. Tal só vem a se tornar um bom condutor de eletricidade por meio de um processo de dopagem. A dopagem no diodo é feita pela introdução de elementos dentro de cristais tetravalentes, normalmente feitos de silício e germânio. Dopando esses cristais com elementos trivalentes, tais obterão átomos com sete elétrons na camada de valência, os quais necessitam de mais um elétron para a neutralização (cristal P, de positivo). Para a formação do cristal do tipo P, utiliza-se principalmente o elemento químico indio. Dopando os cristais tetravalentes com elementos pentavalentes, tais obterão átomos neutralizados (com oito elétrons na camada de valência) e um elétron excedente (cristal N, de negativo). Para a formação do cristal N, utiliza-se principalmente o elemento fósforo. Quanto maior a intensidade da dopagem, maior será a condutibilidade dos cristais, pois suas estruturas apresentarão um número maior de portadores livres (lacunas 4 e elétrons livres) e poucas impurezas que impedem a condução da corrente elétrica. Após dopadas, cada face dos dois tipos de cristais (P e N) apresentará uma determinada característica diferente da oposta, gerando regiões de condução do cristal. Uma apresentará excesso de elétrons, enquanto na outra faltará estes (lacunas). Entre ambas as regiões haverá uma região de equilíbrio por recombinação de cargas positivas e negativas, conhecida como camada de depleção, a qual possui a denominada barreira de potencial. Outro fator que influencia na condução desses materiais é a temperatura. Quanto maior for sua temperatura, maior será a condutibilidade pelo fato da energia térmica ter a capacidade de quebrar algumas ligações covalentes da estrutura. Isto acarreta o aparecimento de mais portadores livres para a condução de corrente elétrica. A razão que fez o silício se tornar totalmente superior ao germânio na fabricação de diodos, transistores e outros componentes semicondutores é que tal não apresenta elétros livres à temeperatura ambiente, quando comparado ao germânio. 2 O denominado sentido convencional para a corrente considera esta formada por portadores de carga positiva. Assim, o sentido da corrente é do terminal negativo para o positivo, dentro do gerador, e do terminal positivo para o negativo, por fora do gerador, através do condutor elétrico (resistência). 3 Não conduz ou, então conduz precariamente a corrente, de maneira que esta não apresenta efeito mensurável. 4 As lacunas comportam-se como cargas elétricas positivas. Porém, tais não devem ser confundidas com os prótons. 2

3 Polarização do Diodo A polarização do diodo é dependente da polarização da fonte de fem, conforme explicado anteriormente. A polarização é direta quando o pólo positivo da fonte de fem entra em contato com o lado do cristal P (denominado ânodo) e o pólo negativo da fonte entra em contato com o lado do cristal N (denomindado cátodo). Assim, se a tensão da fonte de fem for maior que a tensão de limiar do diodo, os portadores livres se repelirão por causa da polaridade da fonte de fem e conseguirão ultrapassar a junção P-N, movimentando-os e permitindo a passagem de corrente elétrica. A polarização é reversa quando o inverso ocorre. Assim, ocorrerá uma atração das lacunas do anodo (cristal P) pela polarização negativa da fonte de fem e uma atração dos elétrons livres do cátodo (cristal N) pela polarização positiva da fonte, sem existir um fluxo de portadores livres na junção P-N, ocasionando no bloqueio da corrente elétrica. Pelo fato dos diodos fabricados não serem ideais (pois tais contém impurezas), a condução de corrente elétrica no diodo (polarização direta) sofre uma resistência menor que 1Ω, que é quase desprezível. O bloqueio de corrente elétrica no diodo (polarização reversa) não é total devido novamente à presença de impurezas, tendo uma pequena corrente que é conduzida na ordem de microampéres, denominada de corrente de fuga, que também é quase desprezível. Porém, se aumentarmos a tensão reversa o suficiente, o diodo eventualmente atingirá sua tensão de ruptura. Dessa maneira, o diodo passa a conduzir intensamente, resultando na denominada corrente de avalanche. A Figura 2.3 ilustra esses detalhes em um gráfico da corrente I contra a tensão V para um diodo semicondutor de silício. O gráfico é um esboço da denominada curva do diodo. Figura 2.3 O diodo polarizado diretamente não conduz até que se ultrapasse a barreira potencial, também chamada de tensão de joelho ou tensão de limiar. É por isso que a corrente é pequena demais para os primeiros décimos de volt iniciais. No diodo de silício, esta tensão é em torno de 0,7V. Quando se reverte a polarização do diodo, obtém-se uma corrente reversa extremamente pequena (conhecida como corrente de fuga), a qual um amperímetro dificilmente registra (por falta de escalas menores para corrente). Se aumentarmos a tensão reversa o suficiente, ele eventualmente atingirá sua tensão de ruptura, passando a conduzir intensamente, resultando na denominada corrente de avalanche. Abaixo, segue a tabela com as medidas de corrente para as respectivas medidas de tensão em um circuito série contendo um diodo semicondutor de silício 1N4004 polarizado diretamente, um resistor de 1kΩ/(1/4W) e uma fonte de fem (variável, na realidade). O diagrama do circuito também é mostrado na Figura 2.4. Polarização Direta: ε(volts) I (ma) 0 0 0,5 0, ,33 2 1,30 3 2,28 4 3,25 5 4,30 Figura 2.4 Diodo em polarização direta. 3

4 Para o cálculo da corrente no circuito com o diodo em polarização direta temos, pela lei das malhas, que I VD = ε, (2.1) onde ε é a fem (da fonte de tensão), V D é a tensão de limiar do diodo e é a resistência usada no circuito. Abaixo, segue a tabela com as medidas de corrente para as respectivas medidas de tensão no circuito da Figura 2.4, porém considerando o diodo semicondutor de silício 1N4004 polarizado reversamente. O diagrama do circuito é mostrado na Figura 2.5. Polarização eversa: ε(volts) I(mA) 0 0 0, Figura 2.5 Diodo em polarização reversa. Do experimento com o diodo em polarização direta, vemos que tal passa a conduzir corrente somente próximo aos 0,7V de sua tensão de limiar. Já com o diodo em polarização reversa, não houve condução de corrente, como era de se esperar. Teste de Diodos com o Multímetro Os diodos, assim como qualquer componente eletrônico, operam em determinadas faixas de correntes elétricas, as quais são especificadas em seu invólucro ou são dadas pelo fabricante, em folhetos técnicos. Além da corrente, a tensão inversa (quando o diodo está polarizado reversamente) também é um fator que deve ser analisado para a montagem de um circuito, e que tem suas especificicações fornecidas pelo fabricante. Se o diodo for submetido a uma corrente ou tensão reversa superior a que ele suporta, tal pode ser danificado, ficando em curto ou em aberto. Utilizando de um ohmímetro ou um multímetro com teste de diodo, pode-se verificar se ele está com defeito. Colocando-se as pontas de prova desses aparelhos nas extremidades do diodo (cátodo e ânodo), verifica-se que existe condução quando se coloca a ponteira positiva no ânodo e a negativa no catodo, além de indicar isolação quando ocorre o inverso. Assim, o diodo está em perfeitas condições de operação. Também, com este procedimento é possível a localização do cátodo e do ânodo, em caso de dúvidas (devido a problemas de identificação da faixa branca/cinza que representa o cátodo). Porém, se os aparelhos de medição indicarem condução dos dois caminhos do diodo, ele está com defeito, pois apresenta-se em curto. Caso os aparelhos indicarem isolação nos dois caminhos, ele também está com defeito, pois apresenta-se aberto. Use o teste de diodo disponível nos multímetros para examinar os diodos, transistores, retificadores controlados a silício (SCs) e outros dispositivos semicondutores, os quais serão estudados mais adiante. Esta função testa a junção de um dispositivo semicondutor, enviando uma corrente através da junção, e, em seguida, mede a queda de tensão na junção. Uma boa junção de silício apresenta uma queda entre 0,5V e 0,8V. Para testar um diodo semicondutor, configure o multímetro como mostrado na Figura 2.6. Para leituras de polarização em qualquer componente semicondutor, coloque a ponta de prova vermelha no terminal positivo do componente e a ponta de prova preta no terminal negativo do componente. Em um dado circuito, um diodo 4

5 semicondutor em boas condições deve continuar a produzir uma polarização entre 0,5V e 0,8V. No entanto, a leitura da polarização pode variar dependendo da resistência em outros percursos entre as pontas de prova. Figura 2.6 Teste de diodos semicondutores de silício com multímetro. Se o diodo estiver em bom estado (0,5V < tensão de polarização < 0,85V), será emitido um bipe curto (caso o multímetro seja dotado deste sistema). Se a leitura indicar uma tensão de polarização de aproximadamente 0,1V (tensão de polarização 0,1V) será emitido um bipe contínuo (caso o multímetro seja dotado deste sistema). Isso significa que há um curto-circuito neste componente. Se o diodo estiver aberto, a tela do aparelho indicará OL ou, simplesmente 1. no canto esquerdo do visor, indicando fora de escala. Nunca teste o diodo semicondutor diretamente no circuito em questão, quer este esteja ou não desligado. Neste caso, a conexão do diodo com demais dispositivos do circuito (resistores, capacitores, indutores, circuitos integrados, etc) influirá na sua medida, acarretando erros devidos, dentre outros diversos fatores, à impedância existente no circuito entre os pontos de conexão das ponteiras de prova do multímetro, conforme mencionado anteriormente. Em suma, teste o diodo independentemente do circuito, conforme ilustrado na Figura 2.6. EXECÍCIOS POPOSTOS 1. Considere o circuito do diodo semicondutor de silício em polarização direta mostrado na Figura 2.4. Considerando que fem do circuito, suposta ideal, seja de 9V, a resistência de 1kΩ e a tensão de limiar do diodo tipicamente de 0,7V, determine a corrente do circuito. 2. Considere o circuito do diodo semicondutor de silício em polarização direta mostrado na Figura 2.4. Sendo a resistência de 10kΩ e a corrente que atravessa o circuito de 1,13mA, determine a fem do circuito, suposta ideal. Considere a tensão de limiar do diodo tipicamente de 0,7V. 5

6 3. Dado o circuito abaixo, de fem ideal, determine o valor da intensidade da corrente que percorre o diodo. Considere a tensão de limiar do diodo semicondutor de silício tipicamente de 0,7V. Dica: lembre do teorema de Thevenin e aplique-o para o diodo. ε = 12V = azul, preto, vermelho = 50% = Observação: Despreze as tolerâncias das resistências para os cálculos dessa questão. 4. Considere o circuito abaixo, de fem ideal. Sabe-se que a tensão Thevenin do circuito, do ponto de vista do diodo, é de 9,7V. A corrente que atravessa o diodo é de 3,6mA. O resistor 2 não é conhecido. Considerando a tensão de limiar do diodo semicondutor de silício tipicamente de 0,7V, determine: 1 3 = marrom, preto, laranja = verde, preto, marrom Observação: Despreze as tolerâncias das resistências para os cálculos dessa questão. a) O valor do resistor 2. b) O valor da fem do circuito. Dica: lembre do teorema de Thevenin e aplique-o para o diodo. ESPOSTAS DOS EXECÍCIOS POPOSTOS 1. 8,3mA V. 3. 1,1mA. 4. a) 2,5kΩ; b) 48,5V. 6

Diodo semicondutor. Índice. Comportamento em circuitos

Diodo semicondutor. Índice. Comportamento em circuitos semicondutor Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (Redirecionado de ) [1][2] semicondutor é um dispositivo ou componente eletrônico composto de cristal semicondutor de silício ou germânio numa película

Leia mais

Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Exatas e da Natureza Departamento de Informática

Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Exatas e da Natureza Departamento de Informática Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Exatas e da Natureza Departamento de Informática Francisco Erberto de Sousa 11111971 Saulo Bezerra Alves - 11111958 Relatório: Capacitor, Resistor, Diodo

Leia mais

DIODOS. Professor João Luiz Cesarino Ferreira

DIODOS. Professor João Luiz Cesarino Ferreira DIODOS A união de um cristal tipo p e um cristal tipo n, obtém-se uma junção pn, que é um dispositivo de estado sólido simples: o diodo semicondutor de junção. Figura 1 Devido a repulsão mútua os elétrons

Leia mais

DIODO SEMICONDUTOR. Conceitos Básicos. Prof. Marcelo Wendling Ago/2011

DIODO SEMICONDUTOR. Conceitos Básicos. Prof. Marcelo Wendling Ago/2011 DIODO SEMICONDUTOR Prof. Marcelo Wendling Ago/2011 Conceitos Básicos O diodo semicondutor é um componente que pode comportar-se como condutor ou isolante elétrico, dependendo da forma como a tensão é aplicada

Leia mais

Diodos. TE214 Fundamentos da Eletrônica Engenharia Elétrica

Diodos. TE214 Fundamentos da Eletrônica Engenharia Elétrica Diodos TE214 Fundamentos da Eletrônica Engenharia Elétrica Sumário Circuitos Retificadores Circuitos Limitadores e Grampeadores Operação Física dos Diodos Circuitos Retificadores O diodo retificador converte

Leia mais

Prof. Rogério Eletrônica Geral 1

Prof. Rogério Eletrônica Geral 1 Prof. Rogério Eletrônica Geral 1 Apostila 2 Diodos 2 COMPONENTES SEMICONDUTORES 1-Diodos Um diodo semicondutor é uma estrutura P-N que, dentro de seus limites de tensão e de corrente, permite a passagem

Leia mais

CAPÍTULO 4 DISPOSITIVOS SEMICONDUTORES

CAPÍTULO 4 DISPOSITIVOS SEMICONDUTORES CAPÍTULO 4 DISPOSITIVOS SEMICONDUTORES INTRODUÇÃO Os materiais semicondutores são elementos cuja resistência situa-se entre a dos condutores e a dos isolantes. Dependendo de sua estrutura qualquer elemento

Leia mais

Lista I de Eletrônica Analógica

Lista I de Eletrônica Analógica Lista I de Eletrônica Analógica Prof. Gabriel Vinicios Silva Maganha (http://www.gvensino.com.br) Bons estudos! Cronograma de Estudos: 1. Os Semicondutores são materiais que possuem: ( A ) Nenhum elétron

Leia mais

É um dispositivo que permite modificar uma tensão alternada, aumentando-a ou diminuindo-a.

É um dispositivo que permite modificar uma tensão alternada, aumentando-a ou diminuindo-a. Prof. Dr. Sérgio Turano de Souza Transformador Um transformador é um dispositivo destinado a transmitir energia elétrica ou potência elétrica de um circuito a outro, induzindo tensões, correntes e/ou de

Leia mais

INTRODUÇÃO AOS SEMICONDUTORES Extrato do capítulo 2 de (Malvino, 1986).

INTRODUÇÃO AOS SEMICONDUTORES Extrato do capítulo 2 de (Malvino, 1986). INTRODUÇÃO AOS SEMICONDUTORES Extrato do capítulo 2 de (Malvino, 1986). 2.1. TEORIA DO SEMICONDUTOR ESTRUTURA ATÔMICA Modelo de Bohr para o átomo (Figura 2.1 (a)) o Núcleo rodeado por elétrons em órbita.

Leia mais

23/5/2010. Circuitos Elétricos 2º Ano Engenharia da Computação SEMICONDUTORES

23/5/2010. Circuitos Elétricos 2º Ano Engenharia da Computação SEMICONDUTORES ESTUDO DO Os átomos de germânio e silício tem uma camada de valência com 4 elétrons. Quando os átomos de germânio (ou silício) agrupam-se entre si, formam uma estrutura cristalina, ou seja, são substâncias

Leia mais

UNISANTA Universidade Santa Cecília Santos SP Disciplina: Eletrônica I Próf: João Inácio

UNISANTA Universidade Santa Cecília Santos SP Disciplina: Eletrônica I Próf: João Inácio Exercícios 1 Materiais Semicondutores e Junção PN 1- Em relação à teoria clássica que trata da estrutura da matéria (átomo- prótons e elétrons) descreva o que faz um material ser mal ou bom condutor de

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO EM ELETRÔNICA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO EM ELETRÔNICA CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO EM ELETRÔNICA 26. Com relação aos materiais semicondutores, utilizados na fabricação de componentes eletrônicos, analise as afirmativas abaixo. I. Os materiais semicondutores

Leia mais

ELETRÔNICA BÁSICA. Versão 1.0. Wagner da Silva Zanco 2006. http://www.wagnerzanco.com.br suporte@wagnerzanco.com.br

ELETRÔNICA BÁSICA. Versão 1.0. Wagner da Silva Zanco 2006. http://www.wagnerzanco.com.br suporte@wagnerzanco.com.br ELETRÔNICA BÁSICA Versão 1.0 Wagner da Silva Zanco 2006 http://www.wagnerzanco.com.br suporte@wagnerzanco.com.br Objetivo O objetivo desta apostila é servir como parte do material didático utilizado no

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA ELETRÔNICA 1 - ET74C -- Profª Elisabete N Moraes SEMICONDUTOR

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA ELETRÔNICA 1 - ET74C -- Profª Elisabete N Moraes SEMICONDUTOR UNIVERSIDDE TECNOLÓGIC FEDERL DO PRNÁ DEPRTMENTO CDÊMICO DE ELETROTÉCNIC ELETRÔNIC 1 ET74C Profª Elisabete N Moraes UL 2 FORMÇÃO DO DIODO SEMICONDUTOR Em 21 de agosto de 2015. REVISÃO: OPERÇÃO SIMPLIFICD

Leia mais

MAF 1292. Eletricidade e Eletrônica

MAF 1292. Eletricidade e Eletrônica PONTIFÍCIA UNIERIDADE CATÓICA DE GOIÁ DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E FÍICA Professor: Renato Medeiros MAF 1292 Eletricidade e Eletrônica NOTA DE AUA II Goiânia 2014 Diodos Retificadores Aqui trataremos dos

Leia mais

fig. 1 - símbolo básico do diodo

fig. 1 - símbolo básico do diodo DIODOS São componentes que permitem a passagem da corrente elétrica em apenas um sentido. Produzidos à partir de semicondutores, materiais criados em laboratórios uma vez que não existem na natureza, que

Leia mais

Semicondutores. Prof. Marcelo Wendling 2009 Versão 1.0

Semicondutores. Prof. Marcelo Wendling 2009 Versão 1.0 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA "JÚLIO DE MESQUITA FILHO" CAMPUS DE GUARATINGUETÁ Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá Prof. Carlos Augusto Patrício Amorim Semicondutores Prof. Marcelo Wendling 2009

Leia mais

DISPOSITIVOS A ESTADO SÓLIDO FUNCIONANDO COMO CHAVES ELETRÔNICAS. Impurezas em materiais semicondutores e as junções PN

DISPOSITIVOS A ESTADO SÓLIDO FUNCIONANDO COMO CHAVES ELETRÔNICAS. Impurezas em materiais semicondutores e as junções PN DISPOSITIVOS A ESTADO SÓLIDO FUNCIONANDO COMO CHAVES ELETRÔNICAS Os dispositivos a estado sólido podem ser usados como amplificadores ou como chaves. Na eletrônica de potência, eles são usados principalmente

Leia mais

Prof. Antonio Carlos Santos. Aula 7: Polarização de Transistores

Prof. Antonio Carlos Santos. Aula 7: Polarização de Transistores IF-UFRJ Elementos de Eletrônica Analógica Prof. Antonio Carlos Santos Mestrado Profissional em Ensino de Física Aula 7: Polarização de Transistores Este material foi baseado em livros e manuais existentes

Leia mais

DIODO SEMICONDUTOR. íon negativo. elétron livre. buraco livre. região de depleção. tipo p. diodo

DIODO SEMICONDUTOR. íon negativo. elétron livre. buraco livre. região de depleção. tipo p. diodo DIODO SEMICONDUOR INRODUÇÃO Materiais semicondutores são a base de todos os dispositivos eletrônicos. Um semicondutor pode ter sua condutividade controlada por meio da adição de átomos de outros materiais,

Leia mais

COORDENADORIA DE ELETROTÉCNICA ELETRÔNICA BÁSICA - LISTA DE EXERCÍCIOS DIODOS SEMICONDUTORES. II III IV Dopagem com impureza. II Lado da junção a) N

COORDENADORIA DE ELETROTÉCNICA ELETRÔNICA BÁSICA - LISTA DE EXERCÍCIOS DIODOS SEMICONDUTORES. II III IV Dopagem com impureza. II Lado da junção a) N COORDENADORIA DE ELETROTÉCNICA ELETRÔNICA BÁSICA - LISTA DE EXERCÍCIOS DIODOS SEMICONDUTORES 1. Associe as informações das colunas I, II, III e IV referentes às características do semicondutor I II III

Leia mais

Polarização Reversa. Polarização Reversa. Polarização Reversa. Polarização Reversa. Polarização Reversa. Polarização Reversa

Polarização Reversa. Polarização Reversa. Polarização Reversa. Polarização Reversa. Polarização Reversa. Polarização Reversa Diodo semicondutor Diodo semicondutor Ao conjunto de materiais n e p com a camada de depleção formada damos o nome de diodo de junção ou diodo semicondutor. Símbolo: 2 Diodo Semicondutor O diodo pode apresentar

Leia mais

Lista de Exercícios 1 Eletrônica Analógica

Lista de Exercícios 1 Eletrônica Analógica Lista de Exercícios 1 Eletrônica Analógica Prof. Gabriel Vinicios Silva Maganha www.gvensino.com.br 1) Quantos elétrons de valência tem um átomo de silício? a) 0 b) 1 c) 2 d) 4 e) 8 2) Marque qual ou quais

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS O diodo de junção possui duas regiões de materiais semicondutores dos tipos N e P. Esse dispositivo é amplamente aplicado em circuitos chaveados, como, por exemplo, fontes de

Leia mais

Circuitos Retificadores

Circuitos Retificadores Circuitos Retificadores 1- INTRODUÇÃO Os circuito retificadores, são circuitos elétricos utilizados em sua maioria para a conversão de tensões alternadas em contínuas, utilizando para isto no processo

Leia mais

FEPI Centro Universitário de Itajubá Eletrônica Básica

FEPI Centro Universitário de Itajubá Eletrônica Básica FEPI Centro Universitário de Itajubá Eletrônica Básica Prof. Evaldo Renó Faria Cintra 1 Diodo Semicondutor Polarização Direta e Reversa Curva Característica Níveis de Resistência e Modelos Efeitos Capacitivos

Leia mais

O inglês John A. Fleming, em 16 de novembro de 1904, percebeu que ao se juntar um elemento P a um elemento N, teria a seguinte situação: o elemento P

O inglês John A. Fleming, em 16 de novembro de 1904, percebeu que ao se juntar um elemento P a um elemento N, teria a seguinte situação: o elemento P O inglês John A. Fleming, em 16 de novembro de 1904, percebeu que ao se juntar um elemento P a um elemento N, teria a seguinte situação: o elemento P tem excesso de lacunas; o elemento N tem excesso de

Leia mais

CIRCUITOS ELÉTRICOS I 0. (4.1)

CIRCUITOS ELÉTRICOS I 0. (4.1) ELETICIDADE CAPÍTULO CICUITOS ELÉTICOS Conforme visto no Capítulo, um circuito elétrico constitui um caminho condutor fechado pelo qual se permite conduzir uma corrente elétrica. Um circuito elétrico pode

Leia mais

1. Materiais Semicondutores

1. Materiais Semicondutores 1. Professor: Vlademir de Oliveira Disciplina: Eletrônica I Conteúdo Teoria Materiais semicondutores Dispositivos semicondutores: diodo, transistor bipolar (TBJ), transistor de efeito de campo (FET e MOSFET)

Leia mais

Análise de Circuitos com Díodos

Análise de Circuitos com Díodos Teoria dos Circuitos e Fundamentos de Electrónica 1 Análise de Circuitos com Díodos Teresa Mendes de Almeida TeresaMAlmeida@ist.utl.pt DEEC Área Científica de Electrónica T.M.Almeida IST-DEEC- ACElectrónica

Leia mais

Física Experimental II. Instrumentos de Medida

Física Experimental II. Instrumentos de Medida Física Experimental II Instrumentos de Medida Conceitos Básicos I 1. Corrente Elétrica: chamamos de corrente elétrica qualquer movimento de cargas de um ponto a outro. Quando o movimento de cargas se dá

Leia mais

LABORATÓRIO DE ELETRICIDADE ANALÓGICA LELA2

LABORATÓRIO DE ELETRICIDADE ANALÓGICA LELA2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO CAMPUS DE PRESIDENTE EPITÁCIO LABORATÓRIO DE ELETRICIDADE ANALÓGICA LELA2 CURSO: TÉCNICO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

Leia mais

Apostila de Física 30 Geradores Elétricos

Apostila de Física 30 Geradores Elétricos Apostila de Física 30 Geradores Elétricos 1.0 Definições Gerador elétrico Aparelho que transforma qualquer forma de energia em energia elétrica. Exemplos: Usinas hidrelétricas Geradores mecânicos. Pilhas

Leia mais

ELETRICIDADE: CIRCUITOS ELÉTRICOS Experimento 1 Parte II: Medidas de corrente elétrica, tensão e resistência em circuitos de corrente

ELETRICIDADE: CIRCUITOS ELÉTRICOS Experimento 1 Parte II: Medidas de corrente elétrica, tensão e resistência em circuitos de corrente OBJETIVOS 9 contínua NOME ESCOLA EQUIPE SÉRIE PERÍODO DATA Familiarizar-se com o multímetro, realizando medidas de corrente, tensão e resistência. INTRODUÇÃO Corrente elétrica FÍSICA ELETRICIDADE: CIRCUITOS

Leia mais

Cap.4 - Medição de Tensão e Corrente Cap. 5 - Medidas com Multímetros Analógicos e Digitais

Cap.4 - Medição de Tensão e Corrente Cap. 5 - Medidas com Multímetros Analógicos e Digitais Universidade Federal de Itajubá UNIFEI Cap.4 - Cap. 5 - Medidas com Multímetros Analógicos e Digitais Prof. Dr. Fernando Nunes Belchior fnbelchior@hotmail.com fnbelchior@unifei.edu.br Medição de Tensão

Leia mais

CURSO DE TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS INDUSTRIAIS

CURSO DE TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS INDUSTRIAIS UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ COORDENAÇÃO DE ELETRÔNICA - COELE Apostila didática: CURSO DE TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS INDUSTRIAIS Apostila didática: ELETRÔNICA INDUSTRIAL, Me. Eng.

Leia mais

AULA LAB 01 LABORATÓRIO SEMICONDUTORES DE POTÊNCIA

AULA LAB 01 LABORATÓRIO SEMICONDUTORES DE POTÊNCIA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOIA DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETRÔNICA CURSO TÉCNICO DE ELETRÔNICA Eletrônica de Potência AULA LAB 01 LABORATÓRIO SEMICONDUTORES DE POTÊNCIA

Leia mais

Eletrônica Diodo 01 CIN-UPPE

Eletrônica Diodo 01 CIN-UPPE Eletrônica Diodo 01 CIN-UPPE Diodo A natureza de uma junção p-n é que a corrente elétrica será conduzida em apenas uma direção (direção direta) no sentido da seta e não na direção contrária (reversa).

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO INTRODUÇÃO À MICROELETRÔNICA RELATÓRIO PARCIAL 1

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO INTRODUÇÃO À MICROELETRÔNICA RELATÓRIO PARCIAL 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO INTRODUÇÃO À MICROELETRÔNICA RELATÓRIO PARCIAL 1 ALUNO THIAGO PAULINO SILVA GALINDO (ECTHIAGOUFPB@GMAIL.COM)

Leia mais

Circuitos Elétricos 1º parte. Introdução Geradores elétricos Chaves e fusíveis Aprofundando Equação do gerador Potência e rendimento

Circuitos Elétricos 1º parte. Introdução Geradores elétricos Chaves e fusíveis Aprofundando Equação do gerador Potência e rendimento Circuitos Elétricos 1º parte Introdução Geradores elétricos Chaves e fusíveis Aprofundando Equação do gerador Potência e rendimento Introdução Um circuito elétrico é constituido de interconexão de vários

Leia mais

Sumário. Circuitos Retificadores Circuitos Limitadores e Grampeadores Operação Física dos Diodos. Diodos. Circuitos Retificadores

Sumário. Circuitos Retificadores Circuitos Limitadores e Grampeadores Operação Física dos Diodos. Diodos. Circuitos Retificadores Sumário Diodos Circuitos Retificadores Circuitos Limitadores e Grampeadores TE214 Fundamentos da Eletrônica Engenharia Elétrica Circuitos Retificadores Circuitos Retificadores: Meia Onda O diodo retificador

Leia mais

Universidade Federal Fluminense UFF Escola de Engenharia TCE Curso de Engenharia de Telecomunicações TGT

Universidade Federal Fluminense UFF Escola de Engenharia TCE Curso de Engenharia de Telecomunicações TGT Universidade Federal Fluminense UFF Escola de Engenharia TCE Curso de Engenharia de Telecomunicações TGT Programa de Educação Tutorial PET Grupo PET-Tele Dicas PET-Tele Uma breve introdução à componentes

Leia mais

Eletrônica Básica. Eletrônica Básica. Educador Social: Alexandre Gomes. Rua Jorge Tasso Neto, 318 - Apipucos, Recife-PE Fone: (81) 3441 1428

Eletrônica Básica. Eletrônica Básica. Educador Social: Alexandre Gomes. Rua Jorge Tasso Neto, 318 - Apipucos, Recife-PE Fone: (81) 3441 1428 Eletrônica Básica Educador Social: Alexandre Gomes Multimetro Resistores Varistor Termistor Fusível Capacitores Diodos Transistores Fonte de Alimentação Eletrônica Básica: Guia Prático Multimetro É o aparelho

Leia mais

Instituição Escola Técnica Sandra Silva. Direção Sandra Silva. Título do Trabalho Fonte de Alimentação. Áreas Eletrônica

Instituição Escola Técnica Sandra Silva. Direção Sandra Silva. Título do Trabalho Fonte de Alimentação. Áreas Eletrônica Instituição Escola Técnica Sandra Silva Direção Sandra Silva Título do Trabalho Fonte de Alimentação Áreas Eletrônica Coordenador Geral Carlos Augusto Gomes Neves Professores Orientadores Chrystian Pereira

Leia mais

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DOS MATERIAIS SEMICONDUTORES

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DOS MATERIAIS SEMICONDUTORES 1 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DOS MATERIAIS SEMICONDUTORES INTRODUÇÃO O material básico utilizado na construção de dispositivos eletrônicos semicondutores, não é um bom condutor, nem um bom isolante. Compare

Leia mais

Instituto Educacional São João da Escócia Colégio Pelicano Curso Técnico de Eletrônica. FET - Transistor de Efeito de Campo

Instituto Educacional São João da Escócia Colégio Pelicano Curso Técnico de Eletrônica. FET - Transistor de Efeito de Campo 1 FET - Transistor de Efeito de Campo Introdução Uma importante classe de transistor são os dispositivos FET (Field Effect Transistor). Transistor de Efeito de Campo. Como nos Transistores de Junção Bipolar

Leia mais

EXPERIMENTO 1: MEDIDAS ELÉTRICAS

EXPERIMENTO 1: MEDIDAS ELÉTRICAS EXPERIMENTO 1: MEDIDAS ELÉTRICAS 1.1 OBJETIVOS Familiarização com instrumentos de medidas e circuitos elétricos. Utilização do multímetro nas funções: voltímetro, amperímetro e ohmímetro. Avaliação dos

Leia mais

O Capacitor Q = V. C. V C = Vcc. (1 e t/τ ) τ = R. C

O Capacitor Q = V. C. V C = Vcc. (1 e t/τ ) τ = R. C O Capacitor Componente eletrônico constituído de duas placas condutoras, separadas por um material isolante. É um componente que, embora não conduza corrente elétrica entre seus terminais, é capaz de armazenar

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ELETRO-ELETRÔNICA

DEPARTAMENTO DE ELETRO-ELETRÔNICA DEPARTAMENTO DE ELETRO-ELETRÔNICA ELETRÔNICA ELETRÔNICA 2 ÍNDICE 1 DIODO SEMICONDUTOR E RETIFICAÇÃO 4 1.1 FÍSICA DOS SEMICONDUTORES 4 A ESTRUTURA DO ÁTOMO 4 ESTUDO DO SEMICONDUTORES 4 1.2 DIODO 7 POLARIZAÇÃO

Leia mais

7 -MATERIAIS SEMICONDUTORES

7 -MATERIAIS SEMICONDUTORES 7 -MATERIAIS SEMICONDUTORES 1 Isolantes, Semicondutores e Metais Isolante é um condutor de eletricidade muito pobre; Metal é um excelente condutor de eletricidade; Semicondutor possui condutividade entre

Leia mais

Trabalho. Eletrônica de potencia

Trabalho. Eletrônica de potencia [MSG1] Comentário: Centro Universo de Educação e Desenvolvimento Trabalho Eletrônica de potencia Aluno: Curso: Técnico em Automação e Controle Industrial Professor: Henrique 2/5/09 Centro Universo de Educação

Leia mais

Elétricos. Prof. Josemar dos Santos prof.josemar@gmail.com

Elétricos. Prof. Josemar dos Santos prof.josemar@gmail.com Controle de Motores Elétricos Diodo Retificador Prof. Josemar dos Santos prof.josemar@gmail.com Constituição Um diodo retificador é constituído por uma junção PN de material semicondutor (silício ou germânio)

Leia mais

Projeto de Ensino. Ensino de Física: Placas Fotovoltaicas

Projeto de Ensino. Ensino de Física: Placas Fotovoltaicas UNICENTRO-CEDETEG Departamento de Física Projeto de Ensino Ensino de Física: Placas Fotovoltaicas Petiano: Allison Klosowski Tutor: Eduardo Vicentini Guarapuava 2011. SUMÁRIO I. INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA...

Leia mais

Eletrônica Básica. Os prótons estão sempre presentes no núcleo e têm carga elétrica positiva.

Eletrônica Básica. Os prótons estão sempre presentes no núcleo e têm carga elétrica positiva. Eletrônica Básica 1. Teoria Básica dos Semicondutores. 2. Diodo de Junção PN. 3. Complementos. 4. Diodos Especiais 5. Circuitos com Diodo. 6. Transistores. 1 Eletrônica Básica 1. Teoria Básica dos Semicondutores

Leia mais

SOLUÇÃO DE CIRCUITOS COM DIODO

SOLUÇÃO DE CIRCUITOS COM DIODO 08/0/04 UNVERAE ECNOLÓGCA FEERAL O PARANÁ EPARAMENO ACAÊMCO E ELEROÉCNCA ELERÔNCA - E74C -- Profª Elisabete N Moraes AULA 4 MOELO MAEMÁCO O OO EMCONUOR Em 8 de outubro de 04. OLUÇÃO E CRCUO COM OO. Análise

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO DIGITAL MODELO IK-1000

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO DIGITAL MODELO IK-1000 MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO DIGITAL MODELO IK-1000 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do instrumento ÍNDICE 1. Introdução...01 2. Regras de segurança...01

Leia mais

CENTRO TECNOLÓGICO ESTADUAL PAROBÉ CURSO DE ELETRÔNICA

CENTRO TECNOLÓGICO ESTADUAL PAROBÉ CURSO DE ELETRÔNICA CENTRO TECNOLÓGO ESTADUAL PAROBÉ CURSO DE ELETRÔNA LABORATÓRIO DE ELETRÔNA ANALÓGA I Prática: 6 Assunto: Transistor Bipolar 1 Objetivos: Testar as junções e identificar o tipo de um transistor com o multímetro.

Leia mais

Aula Prática 6 Circuitos Elétricos III Carga e Descarga da Capacitores

Aula Prática 6 Circuitos Elétricos III Carga e Descarga da Capacitores Aula Prática 6 Circuitos Elétricos III Carga e Descarga da Capacitores Disciplinas: Física III (ENG 06034) Fundamentos de Física III (ENG 10079) Física Experimental II ( DQF 10441) Depto Química e Física

Leia mais

O uso dos diodos nos alternadores implicam numa série de cuidados, tais como:

O uso dos diodos nos alternadores implicam numa série de cuidados, tais como: Resumo - Alternador O uso dos diodos nos alternadores implicam numa série de cuidados, tais como: Não ligar a bateria com polaridade invertida; Não ligar o alternador sem carga ou retirar a carga com alternador

Leia mais

Melhoria da Qualidade Buscar constantemente a melhoria do desempenho no trabalho, visando à excelência dos resultados.

Melhoria da Qualidade Buscar constantemente a melhoria do desempenho no trabalho, visando à excelência dos resultados. Sumário Introdução 5 Capacitor 6 Descarga do capacitor 9 Capacitância 12 Área das armaduras 12 Espessura do dielétrico 12 Natureza do dielétrico 12 Tensão de trabalho 14 Tipos de capacitores 15 Capacitores

Leia mais

Introdução a Circuitos de Corrente Contínua

Introdução a Circuitos de Corrente Contínua Nesta prática vamos nos familiarizar com os componentes e instrumentos que serão utilizados durante o curso. Também faremos a verificação experimental da Lei de Ohm e discutiremos alguns casos em que ela

Leia mais

Curso Técnico de Eletrônica Eletrônica Linear II NA1 Transistores Bipolares Aluno: Revisão de conteúdo Data: 20/03/2010

Curso Técnico de Eletrônica Eletrônica Linear II NA1 Transistores Bipolares Aluno: Revisão de conteúdo Data: 20/03/2010 Curso Técnico de Eletrônica Eletrônica Linear II NA1 Transistores Bipolares Aluno: Revisão de conteúdo Data: 20/03/2010 TRANSISTORES BIPOLARES O transistor de junção bipolar é um dispositivo semicondutor

Leia mais

Teoria dos Semicondutores e o Diodo Semicondutor. Prof. Jonathan Pereira

Teoria dos Semicondutores e o Diodo Semicondutor. Prof. Jonathan Pereira Teoria dos Semicondutores e o Diodo Semicondutor Prof. Jonathan Pereira Bandas de Energia Figura 1 - Modelo atômico de Niels Bohr 2 Bandas de Energia A quantidade de elétrons

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO DIGITAL MODELO MD-1000

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO DIGITAL MODELO MD-1000 MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO DIGITAL MODELO MD-1000 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do instrumento =1= ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. REGRAS DE SEGURANÇA...

Leia mais

Lista de Exercícios de Eletrônica Analógica. Semicondutores, Diodos e Retificadores

Lista de Exercícios de Eletrônica Analógica. Semicondutores, Diodos e Retificadores Lista de Exercícios de Eletrônica Analógica Semicondutores, Diodos e Retificadores Questões sobre Semicondutores: 1) O que é um material semicondutor? Dê 2 exemplos. 2) O que é camada de valência? 3) O

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO DIGITAL MODELO MD-1600

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO DIGITAL MODELO MD-1600 MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO DIGITAL MODELO MD-1600 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do instrumento ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...3 2. REGRAS DE SEGURANÇA...3

Leia mais

EEL7011 Eletricidade Básica Aula 1

EEL7011 Eletricidade Básica Aula 1 Introdução Teórica: Aula 1 Fontes de Tensão e Resistores Materiais condutores Os materiais condutores caracterizam- se por possuírem elétrons que estão sujeitos a pequenas forças de atração de seu núcleo,

Leia mais

Transitores CMOS, história e tecnologia

Transitores CMOS, história e tecnologia Transitores CMOS, história e tecnologia Fernando Müller da Silva Gustavo Paulo Medeiros da Silva 6 de novembro de 2015 Resumo Este trabalho foi desenvolvido com intuito de compreender a tecnologia utilizada

Leia mais

Texto Teórico 04: Multímetro e Fonte de Alimentação CC.

Texto Teórico 04: Multímetro e Fonte de Alimentação CC. Texto Teórico 04: Multímetro e Fonte de Alimentação CC. I - MULTÍMETRO O multímetro, também denominado multiteste, é um equipamento versátil, capaz de desempenhar 3 funções básicas distintas, selecionadas

Leia mais

RADIOELETRICIDADE. O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO

RADIOELETRICIDADE. O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO RADIOELETRICIDADE O candidato deverá acertar, no mínimo: Classe B 50% Classe A 70% TESTE DE AVALIAÇÃO Fonte: ANATEL DEZ/2008 RADIOELETRICIDADE TESTE DE AVALIAÇÃO 635 A maior intensidade do campo magnético

Leia mais

Experiência 06 Resistores e Propriedades dos Semicondutores

Experiência 06 Resistores e Propriedades dos Semicondutores Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Elétrica Laboratório de Materiais Elétricos EEL 7051 Professor Clóvis Antônio Petry Experiência 06 Resistores e Propriedades dos Semicondutores

Leia mais

Lista de Exercícios 1 Eletrônica Analógica

Lista de Exercícios 1 Eletrônica Analógica Lista de Exercícios 1 Eletrônica Analógica Prof. Gabriel Vinicios Silva Maganha www.gvensino.com.br 1) Quantos elétrons de valência tem um átomo de silício? a) 0 b) 1 c) 2 d) 4 e) 8 2) Marque qual ou quais

Leia mais

Circuitos com Diodos. Eletrônica I Alexandre Almeida Eletrônica dos Semicondutores.

Circuitos com Diodos. Eletrônica I Alexandre Almeida Eletrônica dos Semicondutores. Circuitos com Diodos Eletrônica I Alexandre Almeida Eletrônica dos Semicondutores. O TRANSFORMADOR DE ENTRADA As companhias de energia elétrica no Brasil fornecem.umatensão senoidal monofásica de 127V

Leia mais

eletroeletrônica I Uma máquina industrial apresentou defeito. Máquinas eletromecânicas

eletroeletrônica I Uma máquina industrial apresentou defeito. Máquinas eletromecânicas A U A UL LA Manutenção eletroeletrônica I Uma máquina industrial apresentou defeito. O operador chamou a manutenção mecânica, que solucionou o problema. Indagado sobre o tipo de defeito encontrado, o mecânico

Leia mais

IFBA MOSFET. CELET Coordenação do Curso Técnico em Eletrônica Professor: Edvaldo Moraes Ruas, EE. Vitória da Conquista - 2009

IFBA MOSFET. CELET Coordenação do Curso Técnico em Eletrônica Professor: Edvaldo Moraes Ruas, EE. Vitória da Conquista - 2009 IFBA MOSFET CELET Coordenação do Curso Técnico em Eletrônica Professor: Edvaldo Moraes Ruas, EE Vitória da Conquista - 2009 MOSFET s - introdução Semicondutor FET de óxido metálico, ou Mosfet (Metal Oxide

Leia mais

Física Experimental - Eletricidade - Quadro eletroeletrônico II CC e AC - EQ230B.

Física Experimental - Eletricidade - Quadro eletroeletrônico II CC e AC - EQ230B. Índice Remissivo... 4 Abertura... 6 As instruções identificadas no canto superior direito da página pelos números que se iniciam pelos algarismos 199 são destinadas ao professor.... 6 All of the basic

Leia mais

Exercícios Leis de Kirchhoff

Exercícios Leis de Kirchhoff Exercícios Leis de Kirchhoff 1-Sobre o esquema a seguir, sabe-se que i 1 = 2A;U AB = 6V; R 2 = 2 Ω e R 3 = 10 Ω. Então, a tensão entre C e D, em volts, vale: a) 10 b) 20 c) 30 d) 40 e) 50 Os valores medidos

Leia mais

Há um conjunto de dispositivos electrónicos que são designados por díodos. Estes dispositivos têm 3 características fundamentais comuns:

Há um conjunto de dispositivos electrónicos que são designados por díodos. Estes dispositivos têm 3 características fundamentais comuns: Díodos Há um conjunto de dispositivos electrónicos que são designados por díodos. Estes dispositivos têm 3 características fundamentais comuns: Têm dois terminais (tal como uma resistência). A corrente

Leia mais

Circuitos de Corrente Contínua

Circuitos de Corrente Contínua Circuitos de Corrente Contínua Conceitos básicos de eletricidade Fundamentos de Eletrostática Potencial, Diferença de Potencial, Corrente Tipos de Materiais Circuito Elétrico Resistores 1 Circuitos de

Leia mais

Fig. 2.2 - Painel do multímetro com a função ohmímetro em destaque.

Fig. 2.2 - Painel do multímetro com a função ohmímetro em destaque. 2 MULTÍMETRO 2.1 - Objetivos Aprender a manusear o multímetro na realização de medidas de tensões e correntes elétricas, contínuas e alternadas, bem como medir resistências elétricas. 2.2 - Introdução

Leia mais

Eletrônica Industrial Aula 02. Curso Técnico em Eletroeletrônica Prof. Daniel dos Santos Matos

Eletrônica Industrial Aula 02. Curso Técnico em Eletroeletrônica Prof. Daniel dos Santos Matos Eletrônica Industrial Aula 02 Curso Técnico em Eletroeletrônica Prof. Daniel dos Santos Matos E-mail: daniel.matos@ifsc.edu.br Eletrônica Industrial Programa da Aula: Introdução Bandas de Energia Definição

Leia mais

TRANSISTORES DE EFEITO DE CAMPO

TRANSISTORES DE EFEITO DE CAMPO Engenharia Elétrica Eletrônica Professor: Alvaro Cesar Otoni Lombardi Os Transistores Bipolares de Junção (TBJ ou BJT) São controlados pela variação da corrente de base (na maioria das aplicações) 1 Os

Leia mais

Corrente elétrica corrente elétrica.

Corrente elétrica corrente elétrica. Corrente elétrica Vimos que os elétrons se deslocam com facilidade em corpos condutores. O deslocamento dessas cargas elétricas é chamado de corrente elétrica. A corrente elétrica é responsável pelo funcionamento

Leia mais

MATERIAIS ELÉTRICOS: COMPÊNDIO DE TRABALHOS VOLUME 6. ANÁLISE MICROSCÓPICA DO DIODO ZENER - Luiz Carlos Cavagnoli...558

MATERIAIS ELÉTRICOS: COMPÊNDIO DE TRABALHOS VOLUME 6. ANÁLISE MICROSCÓPICA DO DIODO ZENER - Luiz Carlos Cavagnoli...558 557 MATERIAIS ELÉTRICOS: COMPÊNDIO DE TRABALHOS VOLUME 6 SUMÁRIO ANÁLISE MICROSCÓPICA DO DIODO ZENER - Luiz Carlos Cavagnoli...558 DIODO SCHOTTKY - Larissa Andréia Wagner Machado...572 DIODOS SEMICONDUTORES

Leia mais

Lucas Pinheiro Corrêa RELATÓRIO DE MICROELETRÔNICA

Lucas Pinheiro Corrêa RELATÓRIO DE MICROELETRÔNICA Lucas Pinheiro Corrêa RELATÓRIO DE MICROELETRÔNICA Universidade Federal da Paraíba Centro de Informática 27 de outubro de 2011 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...03 1.FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA...04 1.1.RESISTORES...04 1.2.CAPACITORES...07

Leia mais

EEL7011 Eletricidade Básica Aula 2

EEL7011 Eletricidade Básica Aula 2 Introdução Teórica Aula 2: Lei de Ohm e Associação de Resistores Georg Simon Ohm Georg Simon Ohm (789-854) foi um físico e matemático alemão. Entre 826 e 827, Ohm desenvolveu a primeira teoria matemática

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO ANALÓGICO MODELO SK-20 rev. 01/2006

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO ANALÓGICO MODELO SK-20 rev. 01/2006 MANUAL DE INSTRUÇÕES DO MULTÍMETRO ANALÓGICO MODELO SK-20 rev. 01/2006 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do instrumento ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 1 2. REGRAS DE

Leia mais

Os elementos de circuito que estudámos até agora foram elementos lineares. Ou seja, se duplicamos a ddp aos terminais de um

Os elementos de circuito que estudámos até agora foram elementos lineares. Ou seja, se duplicamos a ddp aos terminais de um O Díodo Os elementos de circuito que estudámos até agora foram elementos lineares. Ou seja, se duplicamos a ddp aos terminais de um componente, a intensidade da corrente eléctrica que o percorre também

Leia mais

Física Experimental B Turma G

Física Experimental B Turma G Grupo de Supercondutividade e Magnetismo Física Experimental B Turma G Prof. Dr. Maycon Motta São Carlos-SP, Brasil, 2015 Prof. Dr. Maycon Motta E-mail: m.motta@df.ufscar.br Site: www.gsm.ufscar.br/mmotta

Leia mais

Antes de estudar a tecnologia de implementação do transistor um estudo rápido de uma junção;

Antes de estudar a tecnologia de implementação do transistor um estudo rápido de uma junção; Transistor O transistor é um elemento ativo e principal da eletrônica. Sendo um elemento ativo o transistor é utilizado ativamente na construção dos circuitos lineares e digitais. Os transistores podem

Leia mais

Instrumentos de Medidas Elétricas I Voltímetros, Amperímetros e Ohmímetros

Instrumentos de Medidas Elétricas I Voltímetros, Amperímetros e Ohmímetros nstrumentos de Medidas Elétricas Nesta prática vamos estudar o princípios de funcionamentos de instrumentos de medidas elétrica, em particular, voltímetros, amperímetros e ohmímetros. Sempre que surgir

Leia mais

APOSTILA DE ELETRICIDADE BÁSICA

APOSTILA DE ELETRICIDADE BÁSICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO CAMPUS DE PRESIDENTE EPITÁCIO APOSTILA DE ELETRICIDADE BÁSICA Prof. Andryos da Silva Lemes Esta apostila é destinada

Leia mais

Microeletrônica. Germano Maioli Penello. http://www.lee.eng.uerj.br/~germano/microeletronica%20_%202015-1.html

Microeletrônica. Germano Maioli Penello. http://www.lee.eng.uerj.br/~germano/microeletronica%20_%202015-1.html Microeletrônica Germano Maioli Penello http://www.lee.eng.uerj.br/~germano/microeletronica%20_%202015-1.html Sala 5145 (sala 17 do laboratorio de engenharia elétrica) 1 Pauta (14/04/2015) ÁQUILA ROSA FIGUEIREDO

Leia mais

Eletrodinâmica. Circuito Elétrico

Eletrodinâmica. Circuito Elétrico Eletrodinâmica Circuito Elétrico Para entendermos o funcionamento dos aparelhos elétricos, é necessário investigar as cargas elétricas em movimento ordenado, que percorrem os circuitos elétricos. Eletrodinâmica

Leia mais

I Retificador de meia onda

I Retificador de meia onda Circuitos retificadores Introdução A tensão fornecida pela concessionária de energia elétrica é alternada ao passo que os dispositivos eletrônicos operam com tensão contínua. Então é necessário retificá-la

Leia mais

Eletrônica. Básica. Prof. Eng. Romeu Corradi Júnior

Eletrônica. Básica. Prof. Eng. Romeu Corradi Júnior Eletrônica Básica Prof. Eng. omeu orradi Júnior Eletrônica Dispositivo de estado sólido Eletrônica Básica Prof. Eng. omeu orradi Jr. 1. ntrodução Esta apostila tem o objetivo de proporcionar ao aluno um

Leia mais

Aula 05. Resistores em Série e em Paralelo Leis de Kirchhoff- Parte I

Aula 05. Resistores em Série e em Paralelo Leis de Kirchhoff- Parte I Aula 05 Resistores em Série e em Paralelo Leis de Kirchhoff- Parte I Circuito Elétrico Básico e suas componentes. \ Resistores em Série Em uma associação de resistores em série, a corrente elétrica ( contínua)

Leia mais

Circuitos Lógicos. Aulas Práticas

Circuitos Lógicos. Aulas Práticas Circuitos Lógicos Aulas Práticas A Protoboard A Protoboard A Protoboard é um equipamento que permite interconectar dispositivos eletrônicos tais como resistores, diodos, transistores, circuitos integrados

Leia mais

Detectores de Partículas. Thiago Tomei IFT-UNESP Março 2009

Detectores de Partículas. Thiago Tomei IFT-UNESP Março 2009 Detectores de Partículas Thiago Tomei IFT-UNESP Março 2009 Sumário Modelo geral de um detector. Medidas destrutivas e não-destrutivas. Exemplos de detectores. Tempo de vôo. Detectores a gás. Câmara de

Leia mais