Discente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. Docente do Curso de Ciências Contábeis da UNOESTE. E mail:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Discente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. Docente do Curso de Ciências Contábeis da UNOESTE. E mail: irene@unoeste.br"

Transcrição

1 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA NA MICRO E PEQUENA EMPRESA Cassia de Matos Ramos 1, Dayane Cristina da Silva 1, Nathana Adriani Piovesana 1, Irene Caires da Silva 2 1 Discente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. Docente do Curso de Ciências Contábeis da UNOESTE. E mail: RESUMO Calcular os custos e formar, corretamente, o preço de venda é um dos pontos fundamentais para qualquer negócio, porém, para as Micro e Pequenas Empresas, esses processos acabam sendo um pouco mais complicados, dada a dificuldade dos empresários e empreendedores em fazer a contabilização de seus custos. Os objetivos desta pesquisa consistem em analisarmos o processo de formação do preço de venda; identificar qual a melhor forma aplicável em uma micro e pequena empresa, tornando possível a tomada de decisão a respeito; estudar os custos e identificar quais os métodos existentes de apropriação de custos; identificar as principais estratégias que as pequenas empresas usam para a formação do preço de venda. Explorando a vasta área da Contabilidade de Custo, podemos chegar a métodos que auxiliam as empresas a terem um maior controle de seus custos. Primeiramente, deve ser identificado o método existente, mesmo que simples, para, daí, então, partirmos para um novo método. A partir da abordagem qualitativa de análise dos dados, chegamos á conclusão de que o melhor método, dentre os vistos, com melhor resultado seria o Método de Custeio Variável/Direto, pois, assim, a pequena Empresa melhoraria a qualidade de informação na tomada de decisão mais precisa, dando, desse modo, a oportunidade de as Micro e Pequenas Empresas continuarem no mercado. Palavras chave: Micro e Pequena Empresa; Contabilidade de Custo; Método de Custeio; Preço de Venda. INTRODUÇÃO Vivemos uma era de grandes transformações, que, com o advento da globalização somado ao desenvolvimento tecnológico, delineiam um novo cenário empresarial mais competitivo, em que, diariamente, milhares de micro e pequenas empresas abrem as portas e outros milhares as fecham, inclusive nos primeiros anos de existência. A contabilidade de custos é a parte da ciência contábil que estuda os gastos incorridos para a obtenção de produtos ou serviços; analisa os custos, com a finalidade de controlar e estabelecer os níveis do preço de venda de determinado bem ou serviço, gerando o lucro desejável para o negócio. Muitas pequenas empresas fecham suas portas logo nos primeiros anos, originando o questionamento que conduz este projeto de pesquisa: O que as leva a esse resultado negativo e como administrá lo de forma a alcançar o propósito do lucro pelo qual a micro e a pequena empresa foram abertas?

2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, Os objetivos desta pesquisa consistem em analisar o processo de formação do preço de venda; identificar qual a melhor forma aplicável em uma micro e pequena empresa, tornando possível uma tomada de decisão a respeito; estudar os custos e identificar quais os métodos existentes de apropriação de custos; identificar as principais estratégias que as pequenas empresas utilizam para a formação do preço de venda. Dada a importância das informações de custos no meio empresarial, devemos buscar o aprimoramento da Contabilidade que analisa e gerencia esse tipo de informação. Segundo Leone (2000), um sistema de custos produz relatórios importantes, que indicam os custos de produção, as margens de contribuição e de lucratividade dos produtos. Segundo Bernardi (2007), conhecer e interpretar os custos operacionais são fatores essenciais para o funcionamento de uma entidade, tendo ela a visão de obter lucros. Contudo uma correta seleção dos sistemas e critérios que deverão ser utilizados para a determinação e análise dos custos reveste se de suma importância para uma correta orientação dos processos de gestão. Desse modo, os gestores deverão analisar as características específicas de cada sistema de custeio, a fim de verificar aquele que mais se ajusta com a estrutura física e operacional da empresa. Deve se considerar aquele que mais pode contribuir para a análise dos custos e formação do preço, bem como dar suporte na busca de vantagens competitivas para a empresa. A formação do preço de venda nas micro e pequenas empresas tem fundamental importância para a sociedade no mundo competitivo em que vivemos. Este estudo tem um caráter explorador, descritivo e analítico sobre o tema Formação do preço de venda na micro e pequena empresa. A pesquisa baseia se na revisão bibliográfica de livros e artigos científicos, especialmente nas seguintes palavras chave: Micro e Pequena Empresa, Contabilidade de Custos, Método de Custeio, Preço de Venda. Após a leitura e análise do material coletado, foi realizado um artigo, utilizando a abordagem qualitativa. FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Em uma empresa comercial, onde os produtos são adquiridos, prontos para a revenda, a formação do preço final é bem mais fácil de ser apurada, uma vez identificados os custos e os gastos, sabendo qual margem de lucro pretendemos obter. Dessa forma, somando esses três itens, podemos obter o preço de venda. Mas, de acordo com estudo realizado por Megliorini (2007, p. 175 e 176), é ponderado que, Embora o gestor possa calcular os custos de um produto com o

3 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, máximo rigor, utilizando diferentes métodos de custeio (por absorção, variável, ABC etc.), no momento de definir o preço, ele se depara com um problema operacional altamente complexo. Além de proporcionar um retorno adequado ao investimento realizado, o preço está sujeito a aspectos que fogem ao controle da empresa, como as regulamentações governamentais, o avanço tecnológico, a obsolescência, a mudança de gosto do consumidor, os preços da concorrência, entre outros. Assim, decidir o preço de um produto envolve muito mais que simplesmente efetuar cálculos. Na formação do preço, deve ser levado em consideração que não só os fatores internos mas também devem ser observados fatores externos que possam interferir no processo de formação do preço. MÉTODOS DE FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Para o cálculo do preço de venda, existem vários métodos que podem ser utilizados. Segundo Bianchi (2007, p.5), os métodos utilizados como auxílio, na formação do preço de venda, podem ser: Método baseado no custo da mercadoria; Método baseado nas decisões das empresas concorrentes; Método baseado nas características de mercado; Método misto. De acordo com alguns autores, dentre esses métodos, o mais comum é o baseado nos custos, que consiste em identificar o custo do produto ou serviço e adicionar uma margem padrão de lucro. CUSTO Segundo Santos et. al. (2006, p.20), podem se considerar custos como (...) sendo o consumo de ativos necessários para a produção do produto ou a colocação da mercadoria à disposição dos clientes no estabelecimento comercial (...). Todavia, nas empresas comerciais que compram as mercadorias já prontas, para repassá las aos clientes, os custos correspondem aos gastos relativos à aquisição das mercadorias; na demonstração de resultados, os custos correspondem à quantidade vendida. (MEGLIORINI, 2007, p. 5). Os custos são gastos que estão relacionados ao processo de produção de bem ou serviços nas empresas produtoras. Já, nas empresas comerciais, os custos estão relacionados aos gastos diretos e indiretos, para se colocar o produto à venda.

4 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, CUSTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Saber identificar o que são custos e gastos é de total importância, para que a empresa tenha uma margem de lucro que a mantenha no mercado, pois é por meio desse conhecimento que se obtém o preço de venda. De acordo com a pesquisa realizada, um bom sistema de custos deve constituir se, prioritariamente, de qualquer administração, ter instrumentos que o auxiliem nos controles e nas tomadas de decisões. (CREPALDI, 2010, p. 2). Sendo assim, o conhecimento dos custos é vital para se saber se, dado o preço, o produto é rentável; ou, se não rentável, se é possível reduzi los (os custos). (MARTINS, 2010, p.22). MÉTODOS DE CUSTEIO Custeio por Absorção Esse método é utilizado na maioria das indústrias, pois, além de atender as exigências fiscais, consiste em apropriar ao produto fabricado os custos diretos e indiretos. Crepaldi (2010, p.229) afirma que, Nesse método de custeio, todos os Custos de Produção são apropriados aos produtos do período. Os custos de produção podem ser apropriados diretamente, como é o caso de material direto e mão de obra direta; ou indiretamente, como é o caso dos custos indiretos de fabricação. Os gastos que não pertencem ao processo produtivo, como as despesas, são excluídos. Custeio Variável (Direto) Esse método de custeio é também conhecido como Custeio Direto, pois desconsidera os custos fixos e considera, como custos de produção de um período, apenas os custos variáveis. Partindo do princípio de que os custos da produção são, em geral, apurados mensalmente e de que os gastos imputados aos custos devem ser aqueles efetivamente incorridos e registrados contabilmente, esse sistema de apuração de custos depende de um adequado suporte do sistema contábil, na forma de um plano de contas que separe, já no estágio de registro dos gastos, os custos variáveis e os custos fixos de produção, com adequado rigor. (CREPALDI, 2010, p.232) Custeio ABC (activity based costing) O custeio ABC (Custeio baseado em atividades) tem como propósito apropriar os custos às

5 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, suas respectivas atividades, evitando tomadas de decisões equivocadas por rateios dos custos indiretos. Segundo Megliorini (2007, p.152), A primeira etapa do custeio ABC é identificar as atividades executadas em cada departamento. Sugere se identificar aquelas consideradas mais relevantes, para o que se podem utilizar diversas técnicas, tais como: entrevistas com os gestores, aplicação de questionários aos gestores e observação direta. Custo Padrão Esse tipo de custeio é conhecido por levar em consideração um preço padrão do produto, com uma meta já definida, para ser alcançada. Segundo Santos et. al. (2006, p. 256), O princípio do custo padrão é definir um parâmetro inicial, para implementar padrões de comportamento de custos. Portanto, o padrão servirá de parâmetro inicial para referência dos custos das atividades. E Crepaldi (2010, p.296) complementa, destacando que devemos ter, em mente, que sua finalidade básica é proporcionar um instrumento de controle à administração da empresa. Margem de Contribuição A margem de contribuição consiste na diferença entre o preço de venda de um produto menos todos os gastos variáveis de um determinado produto. Segundo Megliorini (2007, p.114), A margem de contribuição é o montante que resta do preço de venda de um produto depois da dedução de seus custos e despesas variáveis. Sendo assim, podemos analisar qual produto está contribuindo, melhor, com a receita da empresa e, com esse levantamento de dados, ajuda la nas suas tomadas de decisões. MICRO E PEQUENAS EMPRESAS As micro e pequenas empresas são classificadas por suas características. A Lei geral da Micro e Pequena Empresa, de dezembro de 2006, traz a definição mais comum e utilizada. De acordo com essa Lei, as micro empresas são aquelas que possuem um faturamento anual de, no máximo, R$240 mil. E as pequenas devem ter um faturamento entre R$ ,01 e R$2,4 milhões anualmente. Uma outra classificação é feita pelo SEBRAE Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, que traz uma definição onde as micros e pequenas empresas são classificadas pela quantidade de empregados que possui. Empregando até 9 (nove) pessoas no comércio e serviços, ou até 19 (dezenove) nas indústrias e nas construções estão classificadas as

6 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, micro empresas. As pequenas empresas são assim classificadas, tendo de 10 a 49 empregados no comércio e serviços; e de 20 a 99 empregados nas indústrias e construções. MÉTODOS DE CUSTEIO INDICADOS PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Encontrar autores que falam, especificamente, de métodos de custos é um tanto difícil, pois não se encontram, facilmente, os autores que abordam esse assunto. Gomes (2005): São poucos os autores que abordam a utilização de métodos de custeio para micro e pequenas empresas, a bibliografia nessa área é escassa. Porém os livros citam a importância da contabilidade de custos para todas as empresas, independentemente de seu porte. Segundo uma pesquisa bibliográfica feita por Gomes (2005, p.45), são encontrados apenas nove autores que analisam os métodos de custeio indicados para a pequena empresa, cinco deles: Zimmerer, Scarborough, Baumback, Kassai e Casanova. Esses autores recomendam o uso do método do custeio variável direto, enquanto outros três Carmello, Huppert e Schoeps recomendam o uso do sistema variável direto e o de absorção. desenvolveu um método para pequenas empresas, adaptando o ABC. E o ultimo autor, Hicks, CONCLUSÃO O presente trabalho teve como objetivo identificar fórmulas aplicáveis às micro e pequenas empresas, auxiliando as na tomada de decisão. Desse modo, com as pesquisas bibliográficas realizadas, concluímos que, dentre os métodos existentes de custeio, os indicados para essas empresas são o custeio ABC, o custeio por absorção e o custeio variável, sendo que, entre estes, o custo variável tem maior destaque, por ser mais indicado. No estudo do conceito e identificação dos custos, verificamos que, para se calcularem os custos, é necessário sabermos identificar quais são eles dentro da empresa, seja na produção, venda ou na prestação de serviços. Essa difícil mensuração de custo, assim vista pela falta de conhecimento dos gestores dessas empresas, está listada como um dos principais motivos que as levam a fecharem suas portas. Dentre os métodos de formação de preço de venda, foi possível observarmos que, na formação do preço de venda que traga bons resultados, é necessário que se tenham identificado os custos e os gastos, bem como qual a margem de lucro desejada. Entre os vários métodos existentes de formação do preço de venda, o método mais comum é o baseado nos custos.

7 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, REFERÊNCIAS BERNARDI, L.A. Manual de formação de preços: políticas, estratégias e fundamentos. 3. ed. São Paulo: Atlas, BIANCHI, R.; ANUNCIATO, K.M. A importância das informações contábeis para formação do preço de venda nas micro e pequenas empresas no município de Sapezel MT. 15 f. In: Congresso Virtual Brasileiro Administração, Disponível em <http://www.convibra.com.br/2007/congresso/artigos/295.pdf>. Acesso em 02 abr BRASIL. Congresso Nacional. Lei Geral da Micro e Pequena Empresa. Lei Complementar nº123, de 14 de dezembro de Institui o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte; altera dispositivos das Leis n o e 8.213, ambas de 24 de julho de 1991, da Consolidação das Leis do Trabalho CLT, aprovada pelo Decreto Lei n o 5.452, de 1 o de maio de 1943, da Lei n o , de 14 de fevereiro de 2001, da Lei Complementar n o 63, de 11 de janeiro de 1990; e revoga as Leis n o 9.317, de 5 de dezembro de 1996, e 9.841, de 5 de outubro de Diário Oficial da União, Brasília, DF, 15 dez Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp123.htm>. Acesso em: 02 abr CREPALDI, A. S. Curso Básico de Contabilidade de Custos. 5. ed. São Paulo: Atlas, GOMES, G. S. Uma proposta de aplicação de um método de custeio para uma pequena empresa f. Monografia apresentada à Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis. Disponível em: <http://tcc.bu.ufsc.br/contabeis294287>. Acesso em 23 mar LEONE, G. Custos: Planejamento, Implantação e Controle. 3. ed. São Paulo: Atlas, MARTINS, E. Contabilidade de Custos. 10. ed. São Paulo: Atlas, MEGLIORINI, E. Custos: Análise e Gestão. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, SANTOS, J. L.; ET. AL. Fundamentos de Contabilidade de Custos. São Paulo: Atlas, SEBRAE Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Critérios e conceitos para classificação de empresas: Saiba como classificar empresas por porte. Disponível em: <http://www.sebrae.com.br/uf/goias/indicadores das mpe/classificacao empresarial>. Acesso em 09 abr

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 553 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Irene Caires da Silva 1, Tamires Fernanda Costa de Jesus, Tiago Pinheiro 1 Docente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Discente

Leia mais

CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA

CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA MARCIO REIS - R.A MICHELE CRISTINE RODRIGUES DE OLIVEIRA R.A 1039074 RENATA COSTA DA SILVA SIMIÃO R.A 1039444 Ciências Contábeis CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA Orientador: Prof.

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS 1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Ciências Econômicas e Gerencias Curso de Ciências Contábeis Controladoria em Agronegócios ANÁLISE COMPARATIVA DO CUSTEIO POR ABSORÇÃO E DO

Leia mais

DECISÃO DE COMPRAR OU PRODUZIR: UM ESTUDO REALIZADO EM UMA EMPRESA NA ÁREA TÊXTIL

DECISÃO DE COMPRAR OU PRODUZIR: UM ESTUDO REALIZADO EM UMA EMPRESA NA ÁREA TÊXTIL DECISÃO DE COMPRAR OU PRODUZIR: UM ESTUDO REALIZADO EM UMA EMPRESA NA ÁREA TÊXTIL Edzana Roberta Ferreira Da Cunha Vieira Lucena UFRN Jefferson Douglas Barbosa UFRN (84) 99932-3975 jeffersondouglasg3hotmail.com

Leia mais

ARTIGOS COMPLETOS...789

ARTIGOS COMPLETOS...789 Anais do Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão - ENEPE 788 ARTIGOS COMPLETOS...789 RELATOS DE EXPERIÊNCIAS...796 Anais do Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão - ENEPE 789 ARTIGOS COMPLETOS A UTILIZAÇÃO

Leia mais

P ortal da Classe Contábil w w w.classecontabil.com.br. Artigo

P ortal da Classe Contábil w w w.classecontabil.com.br. Artigo P ortal da Classe Contábil w w w.classecontabil.com.br Artigo 31/10 A utilização da contabilidade de custos na formação do preço de venda INTRODUÇÃ O Atualmente a Contabilidade de Custos é vista sob dois

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DA CONTABILIDADE GERENCIAL NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE PRESIDENTE PRUDENTE SP

A UTILIZAÇÃO DA CONTABILIDADE GERENCIAL NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE PRESIDENTE PRUDENTE SP Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 392 A UTILIZAÇÃO DA CONTABILIDADE GERENCIAL NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE PRESIDENTE PRUDENTE SP Débora Regina

Leia mais

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA 7CCSADFCMT01 A UTILIZAÇÃO DA CONTABILIDADE DE CUSTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Marília Caroline Freire Cunha (1) ; Maria Sueli Arnoud Fernandes (3). Centro de Ciências Sociais Aplicadas/Departamento

Leia mais

CUSTEIO POR ABSORÇÃO X CUSTEIO ABC

CUSTEIO POR ABSORÇÃO X CUSTEIO ABC Resumo CUSTEIO POR ABSORÇÃO X CUSTEIO ABC Ana Paula Ferreira Azevedo Faculdade de Ciências Econômicas, Administrativas e da Computação Dom Bosco Associação Educacional Dom Bosco E-mail: apfazevedo@ig.com.br

Leia mais

FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA

FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA Laércio Dahmer 1 Vandersézar Casturino2 Resumo O atual mercado competitivo tem evidenciado as dificuldades financeiras da microempresa.

Leia mais

REVISTA SCIENTIFIC MAGAZINE

REVISTA SCIENTIFIC MAGAZINE APLICAÇÃO DA CONTABILIDADE DE CUSTO NO SALÃO DE BELEZA X Virginia Tavares 1 RESUMO O presente artigo tem como objetivo analisar na prática como acontece a aplicação da contabilidade de custo numa empresa

Leia mais

GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO

GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 109 GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO Claudinei Higino da Silva,

Leia mais

SISTEMA DE CUSTEIO ABC ACTIVITY BASED COSTING. Jaime José Veloso

SISTEMA DE CUSTEIO ABC ACTIVITY BASED COSTING. Jaime José Veloso SISTEMA DE CUSTEIO ABC ACTIVITY BASED COSTING Métodos de Custeio Os métodos de custeio são as maneiras de alocação dos custos aos produtos e serviços. São três os métodos mais utilizados: Custeio por absorção

Leia mais

Título: Gestão dos custos em Micro e Pequenas empresas

Título: Gestão dos custos em Micro e Pequenas empresas Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão de Projetos - Turma nº150 31/08/2015 Título: Gestão dos custos em Micro e Pequenas empresas Geanderson Geraldo Silva Oliveira geandersongg@yahoo.com.br

Leia mais

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL. Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL. Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br Prof. Elias Garcia Bacharel em Ciências Contábeis 1988 Especialização em Contabilidade

Leia mais

O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia

O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia Elaine Gomes Assis (UNIMINAS) elainega@uniminas.br Luciane

Leia mais

APLICAÇÃO DOS MÉTODOS DE CUSTEIO: VARIÁVEL E POR ABSORÇÃO, PARA O PROCESSO DECISÓRIO GERENCIAL DOS CUSTOS

APLICAÇÃO DOS MÉTODOS DE CUSTEIO: VARIÁVEL E POR ABSORÇÃO, PARA O PROCESSO DECISÓRIO GERENCIAL DOS CUSTOS APLICAÇÃO DOS MÉTODOS DE CUSTEIO: VARIÁVEL E POR ABSORÇÃO, PARA O PROCESSO DECISÓRIO GERENCIAL DOS CUSTOS ANACLETO G. 1 1. INTRODUÇÃO Este estudo tem a finalidade de apuração dos resultados aplicados pelos

Leia mais

UMA ANÁLISE DO PROCESSO FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA EM UMA EMPRESA VAREJISTA DA CIDADE DE TIMÓTEO MINAS GERAIS

UMA ANÁLISE DO PROCESSO FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA EM UMA EMPRESA VAREJISTA DA CIDADE DE TIMÓTEO MINAS GERAIS UMA ANÁLISE DO PROCESSO FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA EM UMA EMPRESA VAREJISTA DA CIDADE DE TIMÓTEO MINAS GERAIS Matheus Silva Dornelas / Aluno de Administração Msc. José Geraldo Teixeira / Professor (Unileste)

Leia mais

Resumo Aula-tema 07: Gestão de Custos

Resumo Aula-tema 07: Gestão de Custos Resumo Aula-tema 07: Gestão de Custos Vimos até então que a gestão contábil e a gestão financeira são de extrema importância para decisões gerenciais, pois possibilitam ao pequeno gestor compreender as

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE DE CUSTOS PARA A FORMAÇÃO DE PREÇOS NA PEQUENA EMPRESA Por: Márcia Valéria Vieira Souza Orientador

Leia mais

Engenharia de Produção Custos Industriais Fundamentação Conceitual de Custos Luizete Aparecida Fabbris

Engenharia de Produção Custos Industriais Fundamentação Conceitual de Custos Luizete Aparecida Fabbris Tema Fundamentação Conceitual de Custos Projeto Curso Disciplina Tema Professor Pós-graduação Engenharia de Produção Custos Industriais Fundamentação Conceitual de Custos Luizete Aparecida Fabbris Introdução

Leia mais

29/10/2014. Métodos de Custeio TEORIA DA DECISÃO MODELOS DE DECISÃO TEORIA DA MENSURAÇÃO MODELOS DE MENSURAÇÃO. Formas de Custeio

29/10/2014. Métodos de Custeio TEORIA DA DECISÃO MODELOS DE DECISÃO TEORIA DA MENSURAÇÃO MODELOS DE MENSURAÇÃO. Formas de Custeio Gestão de Custos TEORIA DA DECISÃO MODELOS DE DECISÃO Métodos de Custeio TEORIA DA MENSURAÇÃO MODELOS DE MENSURAÇÃO Formas de Custeio TEORIA DA INFORMAÇÃO MODELOS DE INFORMAÇÃO Sistemas de acumulação A

Leia mais

CONTROLADORIA: UM MECANISMO DE AUXILIO A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E A TOMADA DE DECISÃO 1 RESUMO

CONTROLADORIA: UM MECANISMO DE AUXILIO A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E A TOMADA DE DECISÃO 1 RESUMO CONTROLADORIA: UM MECANISMO DE AUXILIO A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E A TOMADA DE DECISÃO 1 GELAIN, Anna Júlia Lorenzzon 2 ; LORENZETT, Daniel Benitti 3 ; GODOY, Taís Pentiado 4 ; LOSEKANN, Andresa Girardi

Leia mais

Prof. Paulo Arnaldo Olak olak@uel.br

Prof. Paulo Arnaldo Olak olak@uel.br 6C0N021 Contabilidade Gerencial Prof. Paulo Arnaldo Olak olak@uel.br Programa da Disciplina Introdução e delimitações Importância da formação do preço de venda na gestão do lucro. Principais elementos

Leia mais

DESPESAS FIXAS. O que são Despesas Fixas?

DESPESAS FIXAS. O que são Despesas Fixas? Conceitos de Gestão O intuito desse treinamento, é apresentar aos usuários do software Profit, conceitos de gestão que possam ser utilizados em conjunto com as informações disponibilizadas pelo sistema.

Leia mais

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA?

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA? MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA? Que nome estranho! O que é isso? Essa expressão, Margem de Contribuição, pode soar estranha aos ouvidos, mas entender o que significa ajudará muito

Leia mais

PLANO DE ENSINO PRÉ-REQUISITOS: CON III

PLANO DE ENSINO PRÉ-REQUISITOS: CON III UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ALTO VALE DO ITAJAÍ CEAVI DIREÇÃO DE ENSINO DEN DEPARTAMENTO: CIÊNCIAS CONTÁBEIS PLANO DE ENSINO DISCIPLINA: CONTABILIDADE

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE QUAL CRITÉRIO DE CUSTO UTILIZAR NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA? Por: Maikon Bruno Cordeiro da Silva Rodrigues Orientador Prof.

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA Pró-Reitoria Acadêmica Setor de Pesquisa

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA Pró-Reitoria Acadêmica Setor de Pesquisa FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO DE PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Coordenação/Colegiado ao(s) qual(is) será vinculado: Curso (s) : Ciências Contábeis Nome do projeto: LEVANTAMENTO E APLICAÇÃO DO OS MÉTODOS

Leia mais

Gestão de custos um fator de sobrevivência para as empresas

Gestão de custos um fator de sobrevivência para as empresas Gestão de custos um fator de sobrevivência para as empresas Paula Michelle Purcidonio (UTFPR) ppurcidonio@ig.com.br Kazuo Hatakeyama (UTFPR) hatakeyama@pg.cefetpr.br Resumo Com a atual competitividade

Leia mais

Formação do Preço de Venda

Formação do Preço de Venda CURSO DE ADM - 5º PERÍODO - FASF Objetivo Refletir sobre a importância de se conhecer e identificar a FORMAÇÃO DE PREÇO, como fator determinante para a sobrevivência da exploração da atividade da empresa.

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIOS Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico em Administração

Leia mais

ASPECTOS CONCEITUAIS OBJETIVOS planejamento tomada de decisão

ASPECTOS CONCEITUAIS OBJETIVOS planejamento tomada de decisão FACULDADES INTEGRADAS DO TAPAJÓS DISCIPLINA: CONTABILIDADE GERENCIAL PROFESSOR: JOSÉ DE JESUS PINHEIRO NETO ASSUNTO: REVISÃO CONCEITUAL EM CONTABILIDADE DE CUSTOS ASPECTOS CONCEITUAIS A Contabilidade de

Leia mais

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma empresa

A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma empresa Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Engenharia de Custos e Orçamentos Turma 01 10 de outubro de 2012 A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS: UM ESTUDO DE CASO NAS EMPRESAS DO RAMO DE INFORMÁTICA EM UMA CIDADE DO INTERIOR DO PARARÁ

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS: UM ESTUDO DE CASO NAS EMPRESAS DO RAMO DE INFORMÁTICA EM UMA CIDADE DO INTERIOR DO PARARÁ FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS: UM ESTUDO DE CASO NAS EMPRESAS DO RAMO DE INFORMÁTICA EM UMA CIDADE DO INTERIOR DO PARARÁ Everaldo Veres Zahaikevitch - professor da UTFPR, everaldo.veres@bol.com.br

Leia mais

A CONTABILIDADE COMO INSTRUMENTO DE AUXÍLIO NO CONTROLE DO MEIO AMBIENTE

A CONTABILIDADE COMO INSTRUMENTO DE AUXÍLIO NO CONTROLE DO MEIO AMBIENTE 546 A CONTABILIDADE COMO INSTRUMENTO DE AUXÍLIO NO CONTROLE DO MEIO AMBIENTE Irene Caires da Silva 1, Ana Carlina Toni Pereira 2, Carlile Serafim Pestana 2, Fernando Henrique Grigoletto dos Santos 2, Henrique

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE MONITORIA - EDITAL Nº08/2013.2 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

PROCESSO SELETIVO DE MONITORIA - EDITAL Nº08/2013.2 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: DIRETORIA ACADÊMICA COORDENAÇÃO DE APOIO DIDÁTICO PEDAGÓGICO COMISSÃO PRÓPRIA DE MONITORIA PROCESSO SELETIVO DE MONITORIA - EDITAL Nº08/2013.2 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS CONTABILIDADE

Leia mais

Custeio Variável e Margem de Contribuição

Custeio Variável e Margem de Contribuição Tema Custeio Variável e Margem de Contribuição Projeto Curso Disciplina Tema Professora Pós-graduação MBA em Engenharia da Produção Custos Industriais Custeio Variável e Margem de Contribuição Luizete

Leia mais

Aplicação do modelo de apuração de resultado sob a ótica da gestão econômica à micro e pequena indústria de panificação: um estudo de caso.

Aplicação do modelo de apuração de resultado sob a ótica da gestão econômica à micro e pequena indústria de panificação: um estudo de caso. Aplicação do modelo de apuração de resultado sob a ótica da gestão econômica à micro e pequena indústria de panificação: um estudo de caso. Francisco Carlos Fernandes (FURB) fernandes.francisco@uol.com.br

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora. O que são

Leia mais

Esquema Básico da Contabilidade de Custos

Esquema Básico da Contabilidade de Custos Tema Esquema Básico da Contabilidade De Custos Projeto Curso Disciplina Tema Professor Engenharia de Produção Custos Industriais Esquema Básico da Contabilidade de Custos Luizete Aparecida Fabbris Kenedy

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

CONTABILIDADE PARA PEQUENAS EMPRESAS: A Utilização da Contabilidade como Instrumento de Auxílio às Micro e Pequenas Empresas

CONTABILIDADE PARA PEQUENAS EMPRESAS: A Utilização da Contabilidade como Instrumento de Auxílio às Micro e Pequenas Empresas CONTABILIDADE PARA PEQUENAS EMPRESAS: A Utilização da Contabilidade como Instrumento de Auxílio às Micro e Pequenas Empresas Geovana Alves de Lima Fedato 1 Claiton Pazzini Goulart 2 Lyss Paula de Oliveira

Leia mais

Seminário. Contabilidade de Custos Conceitos Societários e Gerenciais. Setembro 2012. Elaborado por: Sidney Leone

Seminário. Contabilidade de Custos Conceitos Societários e Gerenciais. Setembro 2012. Elaborado por: Sidney Leone Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

CUSTEIO VARIÁVEL COMO UM INSTRUMENTO DE GESTÃO PARA AS EMPRESAS RURAIS

CUSTEIO VARIÁVEL COMO UM INSTRUMENTO DE GESTÃO PARA AS EMPRESAS RURAIS CUSTEIO VARIÁVEL COMO UM INSTRUMENTO DE GESTÃO PARA AS EMPRESAS RURAIS Aline de Souza Malavazi (PG UEM) Dayane Eiko Fugita ( PG UEM) Paulo Moreira da Rosa, Dr. (UEM) Resumo Devido às novas complexidades

Leia mais

CURSO TÉCNICO EM OPERAÇÕES COMERCIAIS CONTABILIDADE. Sônia Maria de Araújo Maria Selma da Costa Cabral. Operações com mercadorias / Preço de vendas

CURSO TÉCNICO EM OPERAÇÕES COMERCIAIS CONTABILIDADE. Sônia Maria de Araújo Maria Selma da Costa Cabral. Operações com mercadorias / Preço de vendas CURSO TÉCNICO EM OPERAÇÕES COMERCIAIS 14 CONTABILIDADE Operações com mercadorias / Preço de vendas Sônia Maria de Araújo Maria Selma da Costa Cabral Governo Federal Ministério da Educação Projeto Gráfico

Leia mais

GESTÃO DE CUSTO DAS EMPRESAS RURAIS PRODUTORAS DE GRÃOS

GESTÃO DE CUSTO DAS EMPRESAS RURAIS PRODUTORAS DE GRÃOS GESTÃO DE CUSTO DAS EMPRESAS RURAIS PRODUTORAS DE GRÃOS Resumo O agronegócio brasileiro a cada ano aumenta sua participação no mercado mundial e apresentam grande importância econômica e social para o

Leia mais

GESTÃO ORÇAMENTÁRIA. João Milan Júnior Tel.: 011 9897 8665 joao@planis.com.br

GESTÃO ORÇAMENTÁRIA. João Milan Júnior Tel.: 011 9897 8665 joao@planis.com.br GESTÃO ORÇAMENTÁRIA João Milan Júnior Tel.: 011 9897 8665 joao@planis.com.br EMPRESAS OBJETIVOS INDIVIDUAIS em instituições de Saúde devido as corporações profissionais, que detém graus de autonomia diferenciados,

Leia mais

Análise e Aplicação de Controle de Custos na Gestão por Processo: Estudo de caso em uma indústria de implementos agrícolas.

Análise e Aplicação de Controle de Custos na Gestão por Processo: Estudo de caso em uma indústria de implementos agrícolas. Análise e Aplicação de Controle de Custos na Gestão por Processo: Estudo de caso em uma indústria de implementos agrícolas. Cátia Raquel Felden Bartz (FAHOR) catia@fahor.com.br Jonas Mazardo (FAHOR) jonas_mazardo@yahoo.com.br>,

Leia mais

RESUMOS COM RESULTADOS... 986 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 988

RESUMOS COM RESULTADOS... 986 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 988 985 RESUMOS COM RESULTADOS... 986 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 988 RESUMOS COM RESULTADOS 986 ANÁLISE DOS PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS, NA ELABORAÇÃO DO ORÇAMENTO PÚBLICO... 987 987 Ensino (ENAENS) ANÁLISE

Leia mais

Equívocos na metodologia de formação do preço de venda: Análise da metodologia adotada pelo SEBRAE

Equívocos na metodologia de formação do preço de venda: Análise da metodologia adotada pelo SEBRAE Equívocos na metodologia de formação do preço de venda: Análise da metodologia adotada pelo SEBRAE Divonsir de Jesuz da Silva Dutra (CEFET-PR) Dr. Kazuo Hatakeyama (CEFET-PR)

Leia mais

Revista Contabilidade & Amazônia. Fluxo de Caixa como Ferramenta de Gestão Financeira para Microempresas

Revista Contabilidade & Amazônia. Fluxo de Caixa como Ferramenta de Gestão Financeira para Microempresas Revista Contabilidade & Amazônia Disponível em http://www.contabilidadeamazonia.com.br/ Revista Contabilidade & Amazônia, Sinop, v. 1, n. 1, art. 1, pp. 1-7, Jan./Dez. 2008 Fluxo de Caixa como Ferramenta

Leia mais

CONTABILIDADE SOCIAL: O BALANÇO SOCIAL EVIDENCIANDO A RESPONSABILIDADE SOCIAL NAS ORGANIZAÇÕES.

CONTABILIDADE SOCIAL: O BALANÇO SOCIAL EVIDENCIANDO A RESPONSABILIDADE SOCIAL NAS ORGANIZAÇÕES. Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 417 CONTABILIDADE SOCIAL: O BALANÇO SOCIAL EVIDENCIANDO A RESPONSABILIDADE SOCIAL NAS ORGANIZAÇÕES. Alice da Silva

Leia mais

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS ANA BEATRIZ DALRI BRIOSO¹, DAYANE GRAZIELE FANELLI¹, GRAZIELA BALDASSO¹, LAURIANE CARDOSO DA SILVA¹, JULIANO VARANDAS GROPPO². 1 Alunos do 8º semestre

Leia mais

Amanda dos Santos Saraiva, Júlio César Campioni Lima, Tatiana Vieira dos Santos, Pedro Teófilo de Sá

Amanda dos Santos Saraiva, Júlio César Campioni Lima, Tatiana Vieira dos Santos, Pedro Teófilo de Sá Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 409 ASPECTOS DAS SOCIEDADES ANÔNIMA E LIMITADA Amanda dos Santos Saraiva, Júlio César Campioni Lima, Tatiana Vieira

Leia mais

ANÁLISE CUSTO-VOLUME-LUCRO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO PARA UMA MICRO EMPRESA DO SETOR VAREJISTA

ANÁLISE CUSTO-VOLUME-LUCRO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO PARA UMA MICRO EMPRESA DO SETOR VAREJISTA ANÁLISE CUSTO-VOLUME-LUCRO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO PARA UMA MICRO EMPRESA DO SETOR VAREJISTA LAERCIO ROGERIO FRIEDRICH (UNISC ) laerciof@unisc.br Denise Swarowsky (UNISC ) deniseswarowsky@yahoo.com.br

Leia mais

A CONTABILIDADE E SUA IMPORTÂNCIA PARA UM GRUPO DE EMPRESAS COMERCIAIS 1

A CONTABILIDADE E SUA IMPORTÂNCIA PARA UM GRUPO DE EMPRESAS COMERCIAIS 1 A CONTABILIDADE E SUA IMPORTÂNCIA PARA UM GRUPO DE EMPRESAS COMERCIAIS 1 SILVA, Cleusa Pereira da 2 ; FELICE, Luciana Maria Vizzotto 4 ; LORENZETT, Daniel Benitti 3 ; VIERO, Claudinei 4 1 Trabalho de Pesquisa

Leia mais

Questão em foco: O ROI do Gerenciamento de Portfólio de Produto. O Guia para prever o retorno do investimento do PPM

Questão em foco: O ROI do Gerenciamento de Portfólio de Produto. O Guia para prever o retorno do investimento do PPM Questão em foco: O ROI do Gerenciamento de Portfólio de Produto O Guia para prever o retorno do investimento do PPM Tech-Clarity, Inc. 2008 Sumário Introdução à questão... 3 Cálculo dos benefícios do Gerenciamento

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE CUSTEIO EM UM LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE SOLOS DO OESTE DE MINAS GERAIS

IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE CUSTEIO EM UM LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE SOLOS DO OESTE DE MINAS GERAIS IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE CUSTEIO EM UM LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE SOLOS DO OESTE DE MINAS GERAIS RESUMO Giselle ALVES; Érik DOMINIK * CEFET Bambuí; CEFET Bambuí O objetivo deste estudo é a análise da

Leia mais

ANÁLISE CUSTO - VOLUME - LUCRO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS.

ANÁLISE CUSTO - VOLUME - LUCRO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS. ANÁLISE CUSTO - VOLUME - LUCRO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS. Thaisa Rodrigues Marcondes 1, Maria Auxiliadora Antunes 2 ¹ Universidade do Vale do Paraíba/Faculdade de Ciências

Leia mais

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO OS NEGÓCIOS Odilio Sepulcri* INTRODUÇÃO A sobrevivência dos negócios, dentre outros fatores, se dará pela sua capacidade de gerar lucro. O lucro, para um determinado produto, independente da forma como

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA I

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA I 1 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA I 2 CELSO ABREU DE ARAUJO Administrador - FACIG MBA Gestão Empresarial - FGV Mestrando Adm. Empresas - UDELMAR Telefone: 33-8432-3939 e- mail: celsoaaraujo@gmail.com

Leia mais

APOSTILA DE ANÁLISE DE CUSTOS

APOSTILA DE ANÁLISE DE CUSTOS APOSTILA DE ANÁLISE DE CUSTOS Prof Fabio Uchôas de Lima São Paulo 2013 Não é permitida a cópia ou reprodução, no todo ou em parte, sem o expresso consentimento deste autor com base na Lei 9.610/92. Contato:

Leia mais

IMPORTANTES ÁREAS PARA SUCESSO DE UMA EMPRESA

IMPORTANTES ÁREAS PARA SUCESSO DE UMA EMPRESA IMPORTANTES ÁREAS PARA SUCESSO DE UMA EMPRESA SILVA, Paulo Henrique Rodrigues da Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerencias E-mail: ph.rs@hotmail.com SILVA, Thiago Ferreira da Docente da Faculdade

Leia mais

TÍTULO: ABORDAGEM CONCEITUAL DO SISTEMA DE CUSTEIO NA TOMADA DE DECISÃO

TÍTULO: ABORDAGEM CONCEITUAL DO SISTEMA DE CUSTEIO NA TOMADA DE DECISÃO TÍTULO: ABORDAGEM CONCEITUAL DO SISTEMA DE CUSTEIO NA TOMADA DE DECISÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADES INTEGRADAS DE SANTA FÉ DO SUL

Leia mais

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE 1. INTRODUÇÃO A contabilidade foi aos poucos se transformando em um importante instrumento para se manter um controle sobre o patrimônio da empresa e prestar contas e informações sobre gastos e lucros

Leia mais

Terminologias e Classificações

Terminologias e Classificações Terminologias e Classificações Ramos da Contabilidade Definições Contabilidade Financeira: ciência social aplicada que capta, registra, resume, interpreta e evidencia fenômenos que afetam a situação financeira

Leia mais

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

O Método de Custeio por Absorção e o Método de Custeio Variável

O Método de Custeio por Absorção e o Método de Custeio Variável O Método de Custeio por Absorção e o Método de Custeio Variável por Carlos Alexandre Sá Existem três métodos de apuração dos Custos das Vendas 1 : o método de custeio por absorção, o método de custeio

Leia mais

Utilização da Margem de Contribuição: Um enfoque gerencial

Utilização da Margem de Contribuição: Um enfoque gerencial Utilização da Margem de Contribuição: Um enfoque gerencial Manoel Salésio Mattos (UNesc) salesio@unescnet.br Joselito Mariotto (UNESC) joselito@unescnet.br Wilson Antunes Amorim (UNESC) wilson@unescnet.br

Leia mais

Guia de Recursos e Funcionalidades

Guia de Recursos e Funcionalidades Guia de Recursos e Funcionalidades Sobre o Treasy O Treasy é uma solução completa para Planejamento e Controladoria, com o melhor custo x benefício do mercado. Confira alguns dos recursos disponíveis para

Leia mais

Faculdade Pitágoras de Uberlândia. Administração

Faculdade Pitágoras de Uberlândia. Administração Faculdade Pitágoras de Uberlândia Apostila de Administração Prof. Walteno Martins Parreira Júnior www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.com 2014 SUMÁRIO 1 O PLANO DE NEGÓCIOS...2 1.1 SUMÁRIO EXECUTIVO...5

Leia mais

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CÂMPUS CANOAS ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING RENAN ROLIM WALENCZUK Canoas, Agosto de 2014 SUMÁRIO 1 INTODUÇÃO...03 2 ERP (ENTERPRISE

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16. Estoques. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB)

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16. Estoques. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16 Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA PARA AS DECISÕES EMPRESARIAIS Cristiane Aparecida MOTA 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2 Marcela de Souza CABRAL 3

FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA PARA AS DECISÕES EMPRESARIAIS Cristiane Aparecida MOTA 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2 Marcela de Souza CABRAL 3 1 FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA PARA AS DECISÕES EMPRESARIAIS Cristiane Aparecida MOTA 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2 Marcela de Souza CABRAL 3 RESUMO: Este trabalho tem a intenção de demonstrar a

Leia mais

ANÁLISE DO MÉTODO DE CUSTEIO ABC E FORMAÇÃO DE PREÇOS POR MARK-UP: UM ESTUDO DE CASO NUMA EMPRESA DE VAREJO DE MADEIRAS

ANÁLISE DO MÉTODO DE CUSTEIO ABC E FORMAÇÃO DE PREÇOS POR MARK-UP: UM ESTUDO DE CASO NUMA EMPRESA DE VAREJO DE MADEIRAS ANÁLISE DO MÉTODO DE CUSTEIO ABC E FORMAÇÃO DE PREÇOS POR MARK-UP: UM ESTUDO DE CASO NUMA EMPRESA DE VAREJO DE MADEIRAS Margarete Fatima Mezzomo Monteiro (FMGR) magamezzomo@hotmail.com Natalia Tomaz da

Leia mais

Um Estudo de Caso sobre a Gestão de Custos em uma Micro Empresa de Descartáveis Diversos

Um Estudo de Caso sobre a Gestão de Custos em uma Micro Empresa de Descartáveis Diversos Um Estudo de Caso sobre a Gestão de Custos em uma Micro Empresa de Descartáveis Diversos Keila Graciela Ribeiro Soares kgrstoaki@gmail.com UFSJ Ademir Rodrigo Ribeiro rodrigo_007_ribeiro@hotmail.com UFSJ

Leia mais

Gerenciamento de custos em situações de risco: uma abordagem do custeio variável aplicando o Método de Monte Carlo

Gerenciamento de custos em situações de risco: uma abordagem do custeio variável aplicando o Método de Monte Carlo Gerenciamento de custos em situações de risco: uma abordagem do custeio variável aplicando o Método de Monte Carlo Pablo Rogers (UFU) msc_pablo@yahoo.com.br Eduardo José dos Santos (UFU) eduardo.js@brturbo.com

Leia mais

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade?

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade? Nas atividades empresariais, a área financeira assume, a cada dia, funções mais amplas de coordenação entre o operacional e as expectativas dos acionistas na busca de resultados com os menores riscos.

Leia mais

"Gestão Contábil para micro e. pequenas empresas: tomada

Gestão Contábil para micro e. pequenas empresas: tomada "Gestão Contábil para micro e pequenas empresas: tomada de decisão Julio Cesar. Pergunta: - O que é importante na tomada de decisão. O que devemos saber para decidir algo?? Algumas INFORMAÇÕES acerca do

Leia mais

Um Estudo Sobre Sistemas de Custeio em Empresas do Setor Hoteleiro: O Caso da Rede Carioca de Hotéis S.A.

Um Estudo Sobre Sistemas de Custeio em Empresas do Setor Hoteleiro: O Caso da Rede Carioca de Hotéis S.A. Um Estudo Sobre Sistemas de Custeio em Empresas do Setor Hoteleiro: O Caso da Rede Carioca de Hotéis S.A. Adriano Rodrigues Ricardo de Assis Faria Maria Luiza de Souza Fuentes Resumo: Este estudo se propõe

Leia mais

APLICABILIDADE DA CONTABILIDADE GERENCIAL COMO FERRAMENTA DE GESTÃO PARA TOMADA DE DECISÕES NAS INDÚSTRIAS ASSOCIADAS À ACIP DE PINHALZINHO/SC

APLICABILIDADE DA CONTABILIDADE GERENCIAL COMO FERRAMENTA DE GESTÃO PARA TOMADA DE DECISÕES NAS INDÚSTRIAS ASSOCIADAS À ACIP DE PINHALZINHO/SC VIII CIAEC 043 APLICABILIDADE DA CONTABILIDADE GERENCIAL COMO FERRAMENTA DE GESTÃO PARA TOMADA DE DECISÕES NAS INDÚSTRIAS ASSOCIADAS À ACIP DE PINHALZINHO/SC Alex Fabiano Bertollo Santana Centro Universitário

Leia mais

Palavras-chave: Comportamento, Ambiente Organizacional, Satisfação.

Palavras-chave: Comportamento, Ambiente Organizacional, Satisfação. a 9 de Dezembro Clima organizacional: uma análise comparativa entre a empresa x e a empresa y do setor varejista de eletrodomésticos e móveis, que disputam o mesmo nicho no município de Bambuí-MG Franciele

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº.

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº. Disciplina Contabilidade e Sistemas de Custos CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS TURMA 5º CCN Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº. 01 Introdução

Leia mais

FRANCISCO JOSÉ DE CARVALHO SILVA AYESCA DE CASTRO SILVA OLIVEIRA

FRANCISCO JOSÉ DE CARVALHO SILVA AYESCA DE CASTRO SILVA OLIVEIRA FRANCISCO JOSÉ DE CARVALHO SILVA AYESCA DE CASTRO SILVA OLIVEIRA IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE CUSTEIO VARIÁVEL: INFLUÊNCIA PARA A FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA DO PRODUTO Projeto de pesquisa apresentado ao curso

Leia mais

ANÁLISE DOS CUSTOS DE COMERCIALIZAÇÃO

ANÁLISE DOS CUSTOS DE COMERCIALIZAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

CONTABILIDADE GERENCIAL: UM ESTUDO ACERCA DA UTILIZAÇÃO DE MÉTODOS DE FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA DO PRODUTO EM EMPRESA DO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL

CONTABILIDADE GERENCIAL: UM ESTUDO ACERCA DA UTILIZAÇÃO DE MÉTODOS DE FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA DO PRODUTO EM EMPRESA DO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL ISSN 1984-9354 CONTABILIDADE GERENCIAL: UM ESTUDO ACERCA DA UTILIZAÇÃO DE MÉTODOS DE FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA DO PRODUTO EM EMPRESA DO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL Carlos Eduardo de Oliveira (UFU) Cristiane

Leia mais

Administração Financeira e Orçamento Empresarial UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARA INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAS APLICADAS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

Administração Financeira e Orçamento Empresarial UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARA INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAS APLICADAS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARA INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAS APLICADAS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS PROF: HEBER LAVOR MOREIRA GISELE KARINA NASCIMENTO MESQUITA MARIA SANTANA AMARAL Flor de Lis MATERIAL

Leia mais

Q u al i f i c a ç ã o f o r m al d o s r e s p o n s á v e i s P ó s g r a d u a d o s

Q u al i f i c a ç ã o f o r m al d o s r e s p o n s á v e i s P ó s g r a d u a d o s Justificativa do trabalho As Empresas, com fim lucrativo ou não, enfrentam dificuldades para determinar o preço de seus produtos ou serviços, visto que o preço sofre grande influência do mercado, levando

Leia mais

5 Plano Financeiro. Investimento total. investimentos fixos; capital de giro; investimentos pré-operacionais. 5.1 Estimativa dos investimentos fixos

5 Plano Financeiro. Investimento total. investimentos fixos; capital de giro; investimentos pré-operacionais. 5.1 Estimativa dos investimentos fixos 5 Plano Financeiro Investimento total Nessa etapa, você irá determinar o total de recursos a ser investido para que a empresa comece a funcionar. O investimento total é formado pelos: investimentos fixos;

Leia mais

NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS)

NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS) NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS) Temas para Discussão 1) DISPOSIÇÕES GERAIS 2) DEFINIÇÕES GERAIS 3) CARACTERÍSTICAS E ATRIBUTOS DA INFORMAÇÃO DE CUSTOS 4) EVIDENCIAÇÃO

Leia mais

EM ENFERMAGEM PROF. DRA. SARAH MUNHOZ ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM CONSULTORA PHILIPS HEALTH CRITICAL CARE

EM ENFERMAGEM PROF. DRA. SARAH MUNHOZ ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM CONSULTORA PHILIPS HEALTH CRITICAL CARE SEMINÁRIO PAULISTA DE GESTÃO EM ENFERMAGEM PROF. DRA. SARAH MUNHOZ ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM CONSULTORA PHILIPS HEALTH CRITICAL CARE SUS Do ponto de vista de negócios Organizações/Saúde podem

Leia mais

ADMNINISTRAÇÃO FINANCEIRA: a importância de se controlar as finanças de uma empresa.

ADMNINISTRAÇÃO FINANCEIRA: a importância de se controlar as finanças de uma empresa. Helton Vieira ADMNINISTRAÇÃO FINANCEIRA: a importância de se controlar as finanças de uma empresa. Trabalho apresentado ao curso de Administração de Empresas do Centro Universitário Newton Paiva, na disciplina

Leia mais

ENTENDENDO OS DEMONSTRATIVOS DE CUSTOS DO GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL

ENTENDENDO OS DEMONSTRATIVOS DE CUSTOS DO GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA SUBSECRETARIA DE CONTABILIDADE COORDENAÇÃO DE CUSTOS GOVERNAMENTAIS ENTENDENDO OS DEMONSTRATIVOS DE CUSTOS DO GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL Março

Leia mais

CURSO DE CAPACITAÇÃO EM MÓDULOS ESCOLA DE EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO - UENF

CURSO DE CAPACITAÇÃO EM MÓDULOS ESCOLA DE EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO - UENF CURSO DE CAPACITAÇÃO EM MÓDULOS ESCOLA DE EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO - UENF Módulo I: A CONTABILIDADE COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO DE NEGÓCIOS Breve contextualização

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais