Circuito Económico e Contabilidade Nacional

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1 Circuito Económico e Contabilidade Nacional Visão das actividades económicas em termos de circuito. Relacionamento dos agentes pelas operações: - relacionamento em termos de equilíbrio ou, - desequilíbrio. Contas Nacionais. Significado. Conceitos pós 1976 e Circuito económico e Leontief. A interdependência das actividades. Procura e produção. 1. Represente o circuito económico com as seguintes actividades: a. emprego e produção, actividade do Estado, formação de capital e poupança; b. o mesmo que em a) e ainda: relações com o exterior; c. sugira uma quantificação das diferentes operações apresentadas em a) e b) de forma que a poupança das famílias seja positiva e a das empresas negativa. d. ao representar as entradas e saídas em cada uma das contas dos diferentes agentes procure isolar as operações que traduzem despesas, rendimentos e produção. 2. Considere esta mesma folha de papel. Suponha que lhe custou 5. Decomponha este valor nas suas diferentes componentes de acordo com o método dos valores finais e do valor acrescentado. 3. O critério de residência dos factores é importante em Contabilidade Nacional? Porquê? 4. Sabe definir Produto Interno Bruto? Distinga produto interno de produto nacional. O que faz distinguir o bruto de líquido? 5. Distinga preços base de preços de aquisição. Quais as diferenças entre preços base e preços no produtor? 6. Se pretender calcular as despesas reais orçamentadas pelo Estado, qual o índice de preços que acha mais conveniente utilizar, I.P.C., P.I. do PIB, P.I. do Consumo Público? 7. Como calcula o valor da produção: - do Comércio - das Administrações Públicas - da Actividade Bancária? C.P. - 1

2 8. O Produto dos bancos corresponde a consumo intermédio de que outras actividades? 9. Sabe o que são actividades imputadas em Contabilidade Nacional? Dê um exemplo. 10. Distinga genericamente as diferentes ópticas de cálculo do produto. 11. Diga como obtêm o agregado P.I.B. a preços de mercado de acordo com as três ópticas (rendimento, produção e despesa)? 12. Calcule o P.I.B. a preços de aquisição sabendo que: Rubricas A B Remunerações dos residentes recebidas do resto do mundo Remunerações pagas pelos residents Impostos à produção e importação Excedente bruto de exploração/rendimento misto Subsídios à produção e importação Com base nos seguintes valores: Rubricas A B Procura Interna Impostos Subsídios sobre os produtos Total do VAB a preços base Calcule o P.I.B. e a diferença entre Exportações e as Importações. 14. Como pode passar do P.I.B. ao Produto Nacional Bruto e ao Rendimento Nacional Líquido? Exemplifique com os valores de dois anos. 15. Considere os seguintes dados referentes a uma economia hipotética, para os períodos assinalados, em unidades monetárias: Despesas de Consumo Final(1985)= 912 Saldo B. Comercial(1986)= -55 PIBpm(1986)= 1000 Rend. Primários Líquidos Recebidos do Exterior(1986)= 20 Consumo de capital fixo (amortizações) (1986)= 10 Impostos Indirectos-Subsídios(1986)= 50 C.P. - 2

3 Sabendo que as Despesas de Consumo Final apresentaram a seguinte evolução (em índices): , e Calcule para 1986: a) a Formação Bruta de Capital b) o Rendimento Nacional Líquido c) a Procura Interna 2. Sabendo que o PIB(1989)= 1125, calcule a taxa de crescimento médio do período Nos quadros em baixo, com valores de economias hipotéticas para dois anos consecutivos, preencha as casas vazias. Valor acrescentado bruto Impostos sobre os produtos Subsídios sobre os produtos Produto interno bruto Despesa de consumo final Formação bruta de capital Formação bruta de capital fixo Variação de existências Aquisições líquidas de cessões de objectos de valor Exportação de bens (fob) e serviços Importação de bens (fob) e serviços Produto interno bruto Remunerações Impostos menos subsídios à produção e importação Excedente de exploração/rendimento misto, bruto Produto interno bruto C.P. - 3

4 Produto interno bruto Rendimentos primários recebidos do resto do mundo Remunerações recebidas do resto do mundo Impostos sobre a produção e importação recebidos do resto do mundo 0 0 Subsídios recebidos do resto do mundo Rendimentos de propriedade recebidos do resto do mundo Rendimentos primários pagos ao resto do mundo Remunerações pagas ao resto do mundo Impostos sobre a produção e importação pagos ao resto do mundo Subsídios pagos ao resto do mundo 0 0 Rendimentos de propriedade pagos ao resto do mundo Rendimento nacional bruto Rendimento nacional bruto Consumo de capital fixo Rendimento nacional líquido Transferências correntes recebidas do resto do mundo Transferências correntes pagas ao resto do mundo Rendimento nacional disponível líquido Rendimento disponível bruto Rendimento nacional disponível líquido Despesa de consumo final Poupança líquida Transferências de capital recebidas do resto do mundo Transferências de capital pagas ao resto do mundo Formação bruta de capital Aquisições líquidas de cessões de activos não financeiros não produzidos Consumo de capital fixo Capacidade/Necessidade líquida de financiamento Poupança bruta C.P. - 4

5 17. Distinga Ramo de Sector de actividade económica. Dê um exemplo com uma Refinaria de Petróleo. 18. Tem alguma ideia das diferenças entre uma matriz de coeficientes técnicos nacional e total? 19. Defina coeficientes técnicos de uma matriz. Exemplifique com a 1,2 e a 2,1. Interprete esses coeficientes. 20. Qual o significado atribuído a complementaridade na matriz dos coeficientes técnicos? Dê um exemplo admitindo que apenas o consumo intermédio do ramo I de produto do ramo II duplica. 19. Distinga produto interno de produção bruta na matriz de fluxos. 20. (EKA12) A matriz de coeficientes técnicos que a seguir apresentamos resultou da agregação dos três sectores da industria que constavam de uma dada matriz: Agricultura Indústria Serviços Agricultura Indústria Serviços a) Sabendo que as produções brutas foram de , e mil contos preencha o quadro dos consumos intermédios. b) Porque razão o coeficiente a 13 é inferior ao coeficiente a 12? Que significado atribui ao facto de o maior valor daqueles coeficientes ser a 22? c) Proponha uma alteração dos coeficientes técnicos acima de forma a expressar uma economia: i) onde o consumo de produtos agrícolas por parte da Indústria passou a ser mais elevado; ii) onde os Serviços ocupam um lugar mais importante como consumidores da produção agrícola, dos próprios Serviços e finalmente da Indústria, admitindo ainda uma redução do peso das suas remunerações de factores de produção na produção bruta. C.P. - 5

6 21. Se está seguro de que compreendeu a lógica da construção de uma matriz de input/output, então não terá dificuldade em completar o que falta ao seguinte quadro de fluxos: I II Soma P. Final TOTAL I II Soma Impostos - Subsídios s/ Produtos 8 20 Outros Impostos Líquidos Remunerações dos F. Produção Importação TOTAL 22. Procure explicitar as maiores diferenças nos coeficientes técnicos que encontra nos quadros de 1980 a Avance com alguma interpretação para o que constatou. 23. Faça agora o mesmo que em 22. mas para os coeficientes da matriz inversa de Leontief, para os mesmo anos. 1 Outros impostos líquidos de outros subsídios à produção. Como exemplos de outros impostos à produção temos a Contribuição Autarquica, o Imposto Municipal de Veículos e Taxas e Licenças Profissionais (como a licença de pesca, por exemplo). As Bonificações de Juros e os Subsídios para Garantia Agrícola, são por sua vez exemplos de outros subsídios à produção. 2 Para o que deve consultar o livro Introdução à Economia. C.P. - 6

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