APRESENTAÇÃO CÓDIGO MARÍTIMO DE CABO VERDE

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "APRESENTAÇÃO CÓDIGO MARÍTIMO DE CABO VERDE"

Transcrição

1 WORKSHOP MODERNIZAÇÃO INSTITUCIONAL DO SECTOR MARÍTIMO E PORTUÁRIO Mindelo,14 dl de Dezembro de APRESENTAÇÃO CÓDIGO MARÍTIMO DE CABO VERDE Por: Silvestre Beneditino Évora Administrador do IMP Edifício do Ex-Comando Naval C.P. 7 Avenida Marginal S. Vicente - Cabo Verde (00 238) (00 238)

2 PREÂMBULO Com a ascensão de Cabo Verde à independência, manteve se em vigor no País o sistema normativo de direito marítimo herdado de Portugal, consubstanciado, fundamentalmente, no Código Comercial Português, dos finais do século XIX (1888), paraalém de diversos outros diplomasavulsos, regulando matériasrelacionadas com o sector marítimo e portuário não contempladas nesse código. Jánadécadadeoitentasentiu se a necessidade premente de modernizar esistematizar a legislação marítima e portuária, tendo sido contratada, uma consultora internacional para proceder à sistematização e adaptação da legislação dispersa às exigências e recomendações das Convenções Internacionais do sector, designadamente da OMI, (Organização Marítima Internacional) e OIT (Organização Internacional do Trabalho), o que levou à elaboração de um projecto de Código Marítimo de Cabo Verde que, mau grado, não viria a ser submetido a aprovação. Na décadad de noventa, mais precisamente em 1993, sentindo se, cada vezmais, a imperiosa necessidade de modernização da legislação marítima, de per si, obsoleta, procede se à publicação de uma série de leis e regulamentos, imposta, aliás, pela forte dinâmica de modernização dos padrões internacionais do transporte marítimo a nível mundial

3 São exemplos desse esforço legislativo de então, os seguintes Diplomas Legais: Decreto-Lei Nº 117/92, de 28 de Setembro, que fixa o imposto de tonelagem devido pelas embarcações que escalam os portos nacionais; i Lei Nº 60/IV/92, de 21 de Dezembro, que delimita as áreas marítimas de Cabo Verde; Decreto-Lei Nº24/93, de 10 de Maio, que regula a actividade de afretador marítimo; Decreto-Lei Nº25/93, de 10 de Maio, que regulamenta o contrato de afretamento de navio; Decreto-LeiD t LiNº26/93, de 10 de Mi Maio, que dfi define e regula o acesso à idúti indústria de transportest marítimos. Decreto-Lei Nº 60/93, de 02 de Novembro, que aprova o regulamento da exploração dos portos de Cabo Verde; Decreto-Lei Nº 15/95, de 20 de Março, que define o regime jurídico do operador portuário. Em 1998, novo esforço legislativo conduz à aprovação dos seguintes diplomas: Decreto-Lei Nº34/98, de 31 de Agosto, que aprovaa o Regulamento das Capitanias de Cabo Verde; Decreto-Lei Nº 35/98, de 31 de Agosto, que isenta de autorização prévia ministerial a aquisição, alienação ou modificação dos navios já construídos ou a construir por qualquer pessoa singular; Decreto-Lei Nº 36/98, de 31 de Agosto, que define o regime jurídico do contrato de transporte de passageiro por mar; Decreto-Lei Nº 37/98, de 31 de Agosto, que estabelece a regulamentação do registo convencional de navios; Decreto-Lei Nº38/98, de 31 de Agosto, que determina as entidades competentes para as vistorias e fiscalização das condições de segurança da navegação marítima e das embarcações; Decreto-Lei Nº 39/98, de 31 de Agosto, que regulamenta a arqueação das embarcações; Decreto-Lei Nº41/98, de 7 de Setembro, que regula os papéis de bordo; Decreto-Lei Nº 42/98, de 7 de Setembro, que regulamenta os navios tomados a casco nu por armadores nacionais; Decreto-Lei Nº 43/98, de 7 de Setembro, que aplica o regime geral das contra-ordenações à infracção das disposições da legislação marítima e procede à actualização do montante das coimas; Decreto-Lei Nº44/98, de 7 de Setembro, que estabelece o estatuto legal do navio; Decreto-Lei Nº 45/98, de 7 de Setembro, que estabelece os requisitos a observar pelas entidades que exercem a actividade de Agente Marítimo;

4 São exemplos desse esforço legislativo de então, os seguintes Diplomas Legais: Decreto-Lei Nº 46/98, de 7 de Setembro, que regula os privilégios e as hipotecas marítimas; Decreto-Lei Nº 47/98, de 7 de Setembro, que define o regime jurídico de salvação marítima; Decreto-Lei Nº 55/99, de 06 de Setembro, que especifica as actividades de segurança, higiene e saúde no trabalho. Na primeira década do ano 2000, são aprovados novos diplomas, a saber: Decreto-Lei Nº 4/00, de 14 de Fevereiro, que aprova o regulamento de inscrição marítima e lotação de navios da marinha mercante e pesca, (RIM); Decreto-Lei Nº 5/00, de 14 de Fevereiro, que revoga os artigos 626º a 633º do Código Comercial; Decreto-Lei Nº 6/00, de 14 de Fevereiro, que define as avarias marítimas; Decreto-Lei Nº 7/00, de 14 de Fevereiro, que define a arribada forçada; Decreto-Lei Nº11/00, de 21 de Fevereiro, que define a abalroação de navios; Decreto-Lei Nº 23/00, de 05 de Junho, que define o regime jurídico das empresas transitárias; Decreto-Lei Nº 24/00, de 05 de Junho, que estabelece o estatuto do comandante; Decreto-Lei Nº 25/00, de 05 de Junho, que define o contrato de transporte de mercadorias por mar; Decreto-Lei Nº 17/01, de 10 de Setembro, que aprova o regulamento do serviço radioeléctrico das embarcações; Decreto-Lei Nº 02/02, de 21 de Janeiro, que estabelece a proibição da extracção de areia nas dunas, nas praias e águas interiores, revogando o Decreto-Lei Nº 69/97; Decreto Regulamentar Nº 03/02, que aprova o regulamento da náutica de recreio; Decreto-Lei Nº 24/02, de 02 de Setembro, que estabelece o regime jurídico de exploração de embarcações em actividades marítimo-turísticas; Decreto-Lei Nº 21/04, de 31 de Maio, que regulamenta o concurso público para designação do prestador do serviço público de transporte marítimo de carga e passageiros; Decreto-Lei Nº 24/04, de 07 de Junho, que define as bases da concessão do serviço público de transporte marítimo de carga e passageiros; Decreto-LeiD Li Nº 26/04, de 21 de Junho, que aprova o regulamento que atribui i competência aos organismos nacionais, i em matéria de segurança marítima. Lei Nº 44/VI/04, de 12 de Julho, que define e estabelece o regime jurídico dos bens do domínio público marítimo do Estado.

5 Surge, pois, na sequência desse esforço legislativo, o presente Código Marítimo, preparado no âmbito do Projecto de Cooperação Técnica do Governo de Espanha com o Governo de Cabo Verde. O Código Marítimo resultou como corolário da conveniência em recodificar o normativo de direito marítimo já existente, integrando-o num único corpo legislativo, ao mesmo tempo que se introduziu algumas instituições, até agora carentes de regulação mas, de indubitável interesse face às circunstâncias da navegação marítima contemporânea e ao direito marítimo comparado. O texto do Código Marítimo, integrando a normativa privada e a normativa pública do sector, visa ser um instrumento de mais fácil consulta, interpretação eaplicação por parte dos poderes judiciais e públicos, contribuindo, assazmente, para um fácil manuseamento por parte de todos os operadores relacionados com o tráfego marítimo. O modelo de texto articulado do Código Marítimo consta de um total de 842 artigos, estruturados em doze Livros, que, por sua vez, se dividem em Títulos, estes em Capítulos, e, em ocasiões, tendo em atenção a extensão da matéria, os Capítulos se sub-dividem em Secções.

6 As matérias versadas pelos diversos Livros são as seguintes: Livro I Das Disposições Gerais. Livro II Dos espaços pç Marítimos e do Regime da Navegação. gç Livro III Dos Portos. Livro IV Dos Navios, Embarcações e Artefactos Navais. Livro V Dos Sujeitos da Navegação Livro VI Da Ordenação Económica do Transporte Marítimo. Livro VII Dos Contratos de exploração de Navios e dos Contratos Auxiliares. Livro VIII Dos Riscos de Mar e Acidentes da Navegação. Livro IX Da Limitação Global de Responsabilidade. Livro X Do Seguro Marítimo Livro XI Dos Procedimentos Marítimos. Livro XII Das infracções e Sanções Administrativas. i ti

7 O modelo ficou estruturado à volta dos seguintes elementos básicos, que são considerados eixos ordenadores da matéria da navegação marítima: O meio aquático em que se realiza a navegação e o regime de direito público a que esta está sujeita; O veículo no qual se realiza a navegação; As pessoas protagonistas das actividades marítimas; A regulação económica do transporte marítimo; O regime jurídico privado dos negócios típicos da navegação; gç As contingências e riscos com que se deparam os navegantes; Os instrumentos paliativos de tais riscos, que são o direito destes a limitarem i sua responsabilidade, d a coberto do seguro.

8 LIVRO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS O Livro I (Disposições Gerais) possui uma grande importância face à delimitação, aplicação e interpretação da matéria regulada pelo Código. Com efeito, contém um conjunto de normas, que acolhem o objecto e âmbito de aplicação assim como, a enumeração e hierarquia das fontes e alguns critérios especiais de interpretação. O Título I trata do objecto, âmbito, fontes e interpretação e começa com a determinação, no artigo 1º, do objecto do Código, dfiid definido este de modo amplo ecompreensivo dos espaços marítimos nacionais e das relações e situações jurídicas nascidas por ocasião da navegação pelo mar e do transporte marítimo. Outro critério iéi empregado é o da distinçãoi entre navios, embarcações e artefactos navais (que são definidos respectivamente no Título I do Livro IV). Aqui, e com a finalidade de evitar reiterações constantes e desnecessárias ao longo do articulado, optou se pela técnica de centrar a regulação nos navios, se bem que, assinalando, ao mesmo tempo, que as normas dirigidasi id àqueles entender se ãoassim mesmo extensíveis às embarcações e aos artefactos navais, pelo menos no que seja conforme com sua natureza e actividade, salvaguardando os casos em que expressamente se excluam. A finalidade d da navegação foi utilizada também comocritério i pararemeter preferencialmente a desportiva ou de recreio à sua legislação específica, ficando as normas do Código a cumprir uma função subsidiária. Uma das consequências imediatas desta remissão regulamentar é que a promulgação do Código não afectará a vigência dos modernos regulamentos reguladores do sector de náutica de recreio (Decreto Regulamentar nº 3/2002; Decreto lei nº. 24/2002; e Decreto lei nº. 54/2005).

9 LIVRO II - DOS ESPAÇOS MARÍTIMOS E DO REGIME DA NAVEGAÇÃO O Livro II está estruturado t em oito Títulos e, no seu conjunto, contém todas as normas básicas de direito público relativas à polícia e ordenação administrativa da navegação, assim como ao regime dos espaços onde esta se verifica, incluindo i as prescrições iõ gerais sobre segurança, prevenção e luta contra a poluição do meio marinho e salvamento marítimo. Com carácter geral e sem prejuízo das menções que se irão fazendo às convenções específicas, há que advertir que todo o Livro II foi desenhado à vista das normas jurídico públicas contidas nas convenções marítimas internacionais sobre a matéria. Não apenas a CNUDMAR, sem dúvida, o mais importante t deles, mas também as Convenções da Organização Marítima Internacional na sua função integradora e complementar das normas em matéria de segurança da navegação e prevenção da poluição causada por navios.

10 LIVRO III DOS PORTOS O Livro III trata dos portos e é composto por três Títulos. O Título primeiro é dedicado às disposições gerais, às operações portuárias e aos serviços portuários náuticos. O texto procura não invadir a denominada legislação portuária, matéria que, por incidir idi sobre realidades d políticas, económicas e sociais ii muito específicas, sempre contou com uma certa regulação autónoma e está, além do mais, submetida a frequentes mudanças. Assim, em tudo quanto não estiver previsto na normativa portuária especial, serão aplicáveis as disposições do Código. Dada a sua especial relevância para a navegação marítima, foi definido e minimamente regulado, no texto modelo, os serviços portuários náuticos, que são os de pilotagem, reboque, atracação, desatracação, e demais serviços prestados aos navios na zona portuária para facilitar a sua manobra. Enquanto o serviço de reboque, de atracação e desatracação é obrigatório para os q ç q, ç ç g p navios de arqueação bruta superiores a toneladas, seguindo as disposições vigentes, a obrigatoriedade da pilotagem é remetida aos portos e casos que sejam determinados pela administração marítima.

11 LIVRO IV DOS NAVIOS, EMBARCAÇÕES E ARTEFACTOS NAVAIS O Livro IV pretendeu recolher um regime harmonicamente integrado e sistematicamente ordenado do direito público e privado regulador dos navios, embarcações e artefactos navais. Consta de quatro Títulos. O Título I começa com os conceitos, natureza e classes. Aqui, o unitário conceito clássico do navio articula se em três categorias: navios, embarcações e artefactos navais. Estabelece se um conceito de navio caracterizado pelo seu comprimento e generalidade: todo engenho flutuante com coberta corrida, de comprimento superior a 24 metros e destinado à navegação por água. Quanto à natureza, o navio se configura de forma unitária como bem móvel de natureza composta, mas acrescentando lhe a nota de sujeição à publicidade registável. A publicidade registável é consequência da possibilidade de sua identificação individual e permite ao navio ser considerado como objecto unitário de tráfego jurídico e a constituição sobre o mesmo de todo tipo de direitos reais, incluída a hipoteca.

12 LIVRO V DOS SUJEITOS DA NAVEGAÇÃO O Livro V, dedicado aos sujeitos da navegação, está integrado por três Títulos de grande extensão, os quais se dedicam respectivamente aos proprietários e armadores de navios, aos gestores, aos agentes marítimos e transitários e aos marítimos. O Capítulo I do Título I contém as definições do proprietário do navio e do armador, além de estabelecer o regime de presunções que servem para a identificação deste último.

13 LIVROVI VI DA ORDENAÇÃOECONÓMICA ECONÓMICA DOTRANSPORTE MARÍTIMO O Livro VI, com uma extensão moderada está distribuído em três Títulos, que, no seu conjunto, pretendem refundir, actualizar e complementar as distintas disposições nacionais reguladoras do chamado direito público económico do transporte marítimo. Dito de outro modo, trata se de oferecer de forma harmónica e integrada o conjunto de normas que regulam o acesso ao mercado e a prestação de serviços de transporte marítimo de mercadorias e de passageiros, incluindo, nalguns casos, a publicitação de tais serviços.

14 LIVRO VII DOS CONTRATOS DE EXPLORAÇÃO DE NAVIOS E DOS CONTRATOS AUXILIARES OLivroVIIsitua se já num núcleo das relações jurídico privadas, de cuja natureza participam praticamente todas as suas disposições. Dentro dos contratos de exploração do navio regula se, em primeiro lugar: o de fretamento (Título I), configurado historicamente como o contrato básico do tráfego marítimo; íi o contrato de transporte marítimo de mercadorias (Título II); o de transporte marítimo de passageiros (Título III), e o contrato de reboque (Título IV).

15 LIVRO VIII DOS RISCOS DE MAR E ACIDENTES DA NAVEGAÇÃO OLivroVIII é também extenso e está dividido em cinco Títulos, com um conteúdo centrado no direito privado, mas com presença também de normas jurídico públicas (algumas no Título sobre salvamento e a maioria dl delas dd dedicadasd aos naufrágios). Sob a rubrica geral de Riscos de mar e acidentes da navegação, foram recolhidas e sistematizadas as normas atinentes àqueles eventos extraordinários e acidentais típicos da navegação marítima que não podem ser resolvidas, precisamente por sua própria p especialidade, mediante a aplicação das normas do direito comum. Em concreto, se recolhem, em Títulos separados, as avarias; as abordagens; os salvamentos; os naufrágios e a poluição marítima, como únicos eventos específicos da navegação que são considerados carentes de uma norma especial.

16 LIVRO IX DA LIMITAÇÃO GLOBAL DE RESPONSABILIDADE O Livro IX distribui se em quatro Títulos e é uma adaptação das disposições da Convenção sobre limitação da responsabilidade nascida de reclamações de Direito Marítimo (Londres, 19 de Dezembro de 1976), junto com seu Protocolo de 1996 (LLMC/76/96), que ainda não está vigente em Cabo Verde. A Convenção LLMC/76/96 é chamada a jogar um papel complementar quase indispensável para a eficácia de outras convenções, como é o caso da Convenção BUNKERS/2001, cuja ratificação futura por Cabo Verde se considera muito aconselhável. e

17 LIVRO X DO SEGURO MARÍTIMO Porque a difusão no mercado segurador de modelos contratuais surgidos no âmbito internacional, junto com a peculiar forma de cobertura da responsabilidade civil dos armadores, própria dos Clubes de Protecção e Indemnização, os P&I clubs, deixou obsoleta as legislações do século XIX, tornou se necessária a modernização dos preceitos legais específicos do seguro marítimo. Com este objectivo se dedicou o Livro X do Código. Com base nessas premissas, o Livro X consta de quatro Títulos, dedicados, respectivamente, às disposições comuns a todas as modalidades de seguro marítimo; ao seguro de cascos; ao de mercadorias; e a outras modalidades de seguro marítimo (de frete; de gastos, de salvamento e de responsabilidade civil).

18 LIVRO XI DOS PROCEDIMENTOS MARÍTIMOS O Livro XI, que se ocupa das normas processuais, tem subjacente uma premissa inevitável: o respeito pelos preceitos contidos na legislação processual civil. De acordo, pois, com essa premissa básica, no Título XI regulam se distintos procedimentos que abarcam desde o embargo preventivo de navios e a venda judicial dos mesmos, ao procedimento para liquidar a avaria grossa ou para limitar a responsabilidade por créditos marítimos, passando pelo de depósito e venda judicial de mercadorias.

19 LIVRO XII DAS INFRACÇÕES E SANÇÕES ADMINISTRATIVAS O Livro XII é o último e o seu conteúdo é recolhido completamente da normativa que figura no Decreto Lei nº. 43/98, que prevê o regime geral de infracções às disposiçõesi sobre a legislação l marítima e actualiza o valor das multas. Também são incorporadas e refundidas as diversas normas sobre infracções e sanções contidas nas disposições administrativas sobre domínio público marítimo; navios; sujeitos da navegação e acidentes marítimos, íi que foram mencionadas ao longo desta memória. Muitas delas possuem um grau regulamentar que, como tal, é inadequado para incluir um regime sancionatório, atento ao princípio p de legalidade ou de reserva de Lei que é hábito reger se nesta matéria.

20 DISPOSIÇÕES FINAIS Entre as disposições finais que, a seu tempo e neste caso, conformaram o Código Marítimo de CaboVerde, otextomodeloquis proporcionar p unicamente três. A primeira refere se à actualização dos montantes de indemnização previstos nos Livros VII e IX, baseada nos índices de inflação, a cargo do Governo, evitando se, assim, a rigidez que envolve toda a tramitação parlamentar para levar a cabo esse tipo de modificações. A segunda contém a lista das disposições, geralmente de grau administrativo, que se verão mais ou menos afectadas pelas novas disposições do Código e que terão, portanto, de requerer uma certa revisão, quando não uma substituição pelos novos regulamentos a promulgar em desenvolvimento daquele. A terceira fixa a lista das disposições revogadas directamente, ao serem refundidas no Código. Neste ponto merece comentário especial a plena revogação do Livro III do Código Comercial, que se considerou possível e conveniente tendo em conta que ocontratoariscomarítimo(título IV do Livro III do Código Comercial), único não substituído pelas novas disposições do Código Marítimo, é uma instituição claramente obsoleta, que não se revê já no direito marítimo comparado por ter sido substituída, na prática, por outros meios mais eficazes para o financiamentoi das expedições marítimas.

21 Muito obrigado! Silvestre Évora Administrador Executivo IMP Edifício da Ex-Comando Naval C.P. 7 Avenida Marginal S. Vicente - Cabo Verde (00 238) (00 238)

22 Decreto Legislativo nº 10/2010: Regime jurídico dos Portos de Cabo Verde. LEI DOS PORTOS DEZEMBRO 2010 Apresentação: José Fortes (ENAPOR) 22

23 Objectivos da Lei Uma lei geral da actividade portuária que garante coerência e modernidade d institucional i i ao sector. Promove a modernização dos portos; Promove a participação privada na actividade portuária; Promove a competitividade e a concorrência; Consolida e actualiza toda a matéria portuária anteriormente em legislação dispersa; Faz o enquadramento geral da actividade portuária: Estabelecendo a organização institucional do sector; Definindo as formas de gestão e exploração dos bens e serviços; Precisando os domínios de intervenção pública e privada; Fazendo o enquadramento da regulação económica do sector; Definindo os requisitos para o acesso e exercício das actividades; A Lei permite a assunção de vertentes mais públicas ou mais privadasemfunçãodosinteressesestratégicosdecadaportoou do todo portuário. 23

24 Organização Institucional do sector portuário Governo Ministério dos Transportes IMP - Regulador marítimo e portuário Investimentos em Infra-estruturas Manutenção de Infra-estruturas Outros serviços Pilotagem Reboque Amarração Movimentação de mercadorias Handling Passageiros 24

25 Lei dos Portos 13 TÍTULOS Título I: Disposições Gerais Ocupa se doobjecto,doâmbito de aplicação e das definições. A inclusão de uma disposição sobre as definições destina se a fornecer um conjunto de noções orientadoras para a compreensão dos conceitos utilizados. Artigo 1.º Objecto O diploma estabelece o regime jurídico dos portos, zonas portuárias e terminais, regula o acesso e o exercício das actividades e operações portuárias e fixa o quadro institucional da intervenção pública e da actuação dos particulares. Artigo 2º Âmbito de aplicação O diploma aplica se a toda a actividade iidd portuária ái exercida em Cabo Cb Verde, qualquer que seja o tipo de porto, zona portuária e terminal. 25

26 Lei dos Portos 13 TÍTULOS Artigo 3.º Definições a) Actividade portuária A actividade relacionada com a construção, exploração e desenvolvimento dos portos e respectivas zonas portuárias, terminais e serviços portuários prestados às embarcações, carga e passageiros; e) Administração portuária É a entidade encarregada directamente pelo Estado da administração, gestão e exploração dos portos, zonas portuárias e terminais; o) Operação portuária A prestação de serviços portuários nas áreas de prestação de serviço público ou privativo dos portos, zonas portuárias e terminais; p) Operador portuário A pessoajurídicacertificada certificada pelaautoridade autoridade competente para a execução de operação portuária na zona de jurisdição portuária; 26

27 Lei dos Portos 13 TÍTULOS Artigo 3.º Definições q) Porto Os domínios aquáticos e terrestres naturais ou artificiais e as instalações fixas e flutuantes aptas para as operações de fundeio, atracação, desatracação e permanência de navios ou artefactos navais para efectuar operações de transferência de cargas entre os meios de transportes aquático e terrestre ou embarque e desembarque de passageiros, bem como outros serviços que podem ser prestados, designadamente a navios e a artefactos tf t navais, a passageiros e a cargas; v) Zona de jurisdição portuária Toda a área marítima dedicada à entrada, estadia e saída de navios e os fundeadouros adjacentes, assim como toda a área terrestre onde se realizam as operações portuárias e demais actividades relativas ao movimento de passageiros e mercadorias, bem como os espaços aquáticos e terrestres para desenvolvimento futuro nos casos em que estes sejam incluídos e aprovados pelo Governo. 27

28 Lei dos Portos Título II: Portos e Zonas Portuárias É definida a classificação dos portos com base em três critérios: Titularidade, Uso e Destino Art. 4º Classificação dos portos segundo a titularidade. 2. São portos públicos aqueles criados pelo Estado ou por entidades públicas; 3. São portos privados aqueles criados por investidores privadosem terrenos de sua propriedade ou concessionados e em áreas marítimas de domínio público concessionadas. Art. 5º Classificação dos portos segundo o uso 1. Os portos segundo o seu uso são de uso público ou de uso privado 2. Portos de uso público são aqueles que pela sua localizaçã e características da sua actividade id d operacional ldevem prestar serviço a todo o utilizador que o requeira. 3. Portos de uso privado são portos que oferecem e prestam serviços a navios, armadores, carregadores e recebedores de mercadorias, exclusivamente no interesse próprio dos seus títulares ou de terceiros vinculados contratualmente com eles. l 28

29 Lei dos Portos Título II: Portos e Zonas Portuárias É definida a classificação dos portos com base em três critérios: Titularidade, Uso e Destino Art. 6º Classificação dos portos segundo o destino. 1. Os portos, segundo o seu destino, independentemente da natureza jurídica da entidade titular e dos seu uso, podem ser: a) Comerciais; b) Industriais; c) De recreio; d) Pesqueiros; e) Militares; Art. 8º Definição e estabelecimento dos portos 1. É da competência do Governo a definição e os estabelecimento dos portos e respectivas zonas portuárias, bem como os terminais ou áreas de uso público e privado, situados fora dos portos e respectivas zonas portuárias, a aprovar por Decreto Regulamentar. 29

30 Título III: Bens do Estado Lei dos Portos Regula e estrutura a intervenção pública em matéria portuária: Capítulo I: Domínio público São definidos os bens do domínio público portuário e a forma como se processa a utilização comum. Art. 9º Bens do domínio público portuário 1. Pertencem ao domínio público portuário: a) Os terrenos e águas compreendidos na zona portuária; e b) As obras, construções e instalações aquáticas e terrestres afectadas ao serviço dos portos e à actividade portuária. 2. O domínio público portuário é da titularidade do Estado. Capítulo II: Serviços portuários São definidos os tipos de serviços portuários e caracterizam se os mesmos pela sua universalidade. N á d ã d i úbli d ái i i i ái ã Nas áreas de prestação de serviço público dos portos, zonas portuárias e terminais, os serviços portuários são prestados a todos os utilizadores de modo permanente, uniforme e regular e em condições equitativas no referente à qualidade, oportunidade e preço. 30

31 Título III: Bens do Estado Lei dos Portos Regula e estrutura a intervenção pública em matéria portuária: Capítulo III: Exercício das atribuições do Estado Divide se em domínios essenciais pelos quais se reparte a intervenção do Estado, sendo:» O de regulação, exercido pela Entidade Reguladora do Sector Portuário, (Instituto Marítimo e Portuário IMP)» O de administração, gestão e exploração, exercido por concessão pela Administração Portuária que podem ser sociedades de capitais públicos ou entidades privadas (Empresa Nacional de Administração dos Portos, SA ENAPOR) 31

32 Título III: Bens do Estado Lei dos Portos Regula e estrutura a intervenção pública em matéria portuária: Capítulo IV: Concessão Define os tipos de concessão, as atribuições das entidades concessionárias, a utilização do serviço pelo público, o prazo da concessão e os elementos que devem constar do contrato de concessão. Art. 15º Tipos de concessão: A concessão pode ser integral ou parcial. Na concessão integral é concessionada toda a infra estrutura e a totalidade dos serviços, bem como a gestão e a administração do porto. A concessão parcial pode ser de infra estruturas, de serviços portuários, de terminais ou de parcelas do porto. Art. 18º Prazo da concessão: O prazo da concessão é fixado em função dos projectos, do montante dos investimentos, da qualidade do serviço do porto, do benefício aos utentes e das tarifas e preços propostos. Art. 19º Elementos do contrato de concessão 32

33 Lei dos Portos Título III: Bens do Estado Regula e estrutura a intervenção pública em matéria portuária: Capítulo V: Usos privativos Define o regime jurídico dos usos privativos do domínio público portuário. Capítulo VI: Disposições comuns Neste capítulo é tratada a matéria da fiscalização das concessões e das licenças, a transmissão e constituição de ónus sobre as concessões ou as licenças, a modificação das concessões e das licenças e a extinção das concessões e das licenças. 33

34 Lei dos Portos Título IV: Serviços e operação portuária Está organizado em dois capítulos: Capítulo I: Regime jurídico da operação portuária Regula o regime jurídico da operação portuária e distribui se por duas secções: Secção I: Disposições gerais, que prevê os serviços básicos não concessionados nem licenciados, Art. 43º Serviços básicos não concessionados nem licenciados A Administração Portuária, enquanto entidade titular de poderes de direcção, supervisão, iã coordenação, controlo e fiscalização, sancionatórios i e de promoção geral do porto, bem como de gestão da zona portuária, deve assegurar os serviços básicos, necessários ao regular funcionamento do porto directa ou indirectamente t associados id à operação portuária, que não se encontram concessionados ou licenciados. 34

35 Lei dos Portos Título IV: Serviços e operação portuária Está organizado em dois capítulos: Capítulo I: Regime jurídico da operação portuária Regula o regime jurídico da operação portuária e distribui se por duas secções: Secção II: Prestação da Operação Portuária Que regula a prestação da operação portuária, precisando quem presta a operação portuária, a forma da sua prestação e o seu regime jurídico, bem como a realização de operação portuária em áreas dominiais portuárias de uso privativo. 35

36 Lei dos Portos Título IV: Serviços e operação portuária Está organizado em dois capítulos: Capítulo II: Operadores portuários (distribui se se por 4 secções) Secção I: Disposições gerais Ocupa se do conceito de operador portuário, da natureza jurídica que assume quem pretenda exercer a actividade, da entidadecompetente para a certificação, da necessidade de título paraaoperaçãoemcadaportoedaentidade competente para a suaatribuição. 36

37 Lei dos Portos Título IV: Serviços e operação portuária Está organizado em dois capítulos: Capítulo II: Operadores portuários (distribui se por 4 secções) Secção I: Disposições gerais Artigo 47.º Conceito Os operadores portuários são as entidades certificadas para o exercício da actividade id d de operação portuária. Artigo 49.º Competência para a certificação O certificado para o acesso à actividade de operador portuário é da competência da entidade reguladora do sector portuário a qual deve elaborar um registo nacional de operadores portuários. Artigo 50.º Título para operação em cada porto Compete à Administração Portuária, com jurisdição na respectiva área dominial portuária, atribuir o título através do qual o operador portuário devidamente certificado nos termos da presente lei é autorizado a operar num determinado porto. 37

Aprovado pelo Decreto Legislativo nº 41, de 10 de junho de 1980 - DOU de 13.06.80

Aprovado pelo Decreto Legislativo nº 41, de 10 de junho de 1980 - DOU de 13.06.80 Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Portuguesa sobre Transportes e Navegação Marítima Assinado em 23 de maio de 1978 Aprovado pelo Decreto Legislativo nº 41,

Leia mais

Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP

Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP Em Geral Na sequência da publicação do novo Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12

Leia mais

DIÁRIO DA REPÚBLICA SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE S U M Á R I O. Terça-feira, 11 de Setembro de 2007 Número 44 ASSEMBLEIA NACIONAL

DIÁRIO DA REPÚBLICA SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE S U M Á R I O. Terça-feira, 11 de Setembro de 2007 Número 44 ASSEMBLEIA NACIONAL Terça-feira, 11 de Setembro de 2007 Número 44 SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE DIÁRIO DA REPÚBLICA S U M Á R I O ASSEMBLEIA NACIONAL Lei n.º 13/2007. Lei de Base de Segurança Marítima e de Prevenção contra a Poluição

Leia mais

Ministério das Pescas

Ministério das Pescas Ministério das Pescas Decreto Executivo n.º 30/06 de 0 de Março Havendo necessidade de se regulamentar a estrutura e o funcionamento da Direcção Nacional de InfraEstruturas e Pesquisa de Mercados a que

Leia mais

Decreto-Lei n.º 255/99 de 7 de Julho- Versão27-08-2013. Texto consolidado com as alterações introduzidas pela Lei 5/2013 (texto sublinhado a amarelo)

Decreto-Lei n.º 255/99 de 7 de Julho- Versão27-08-2013. Texto consolidado com as alterações introduzidas pela Lei 5/2013 (texto sublinhado a amarelo) Decreto-Lei n.º 255/99 de 7 de Julho- Versão27-08-2013 Texto consolidado com as alterações introduzidas pela Lei 5/2013 (texto sublinhado a amarelo) Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito 1. O

Leia mais

Acordo entro e Governo da República Portuguesa e o Governo da República Federativa do Brasil sobre Transporte e Navegação Marítima.

Acordo entro e Governo da República Portuguesa e o Governo da República Federativa do Brasil sobre Transporte e Navegação Marítima. Decreto n.º 53/79 de 12 de Junho Acordo sobre Transporte e Navegação Marítima entre o Governo da República Portuguesa e o Governo da República Federativa do Brasil O Governo decreta, nos termos da alínea

Leia mais

LEI Nº 9.432, DE 8 DE JANEIRO DE 1997.

LEI Nº 9.432, DE 8 DE JANEIRO DE 1997. LEI Nº 9.432, DE 8 DE JANEIRO DE 1997. - 1 - LEI Nº 9.432, DE 8 DE JANEIRO DE 1997. Dispõe sobre a ordenação do transporte aquaviário e dá outras providências O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que

Leia mais

PORTARIA N.º 715/89 de 23 de Agosto

PORTARIA N.º 715/89 de 23 de Agosto PORTARIA N.º 715/89 de 23 de Agosto Com a publicação do Decreto-Lei n.º 96/89, de 28 de Março, foi instituído, na Zona Franca da Região Autónoma da Madeira, o Registo Internacional de Navios da Madeira

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA 170 Diário da República, 1.ª série N.º 9 14 de janeiro de 2013 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 3/2013 de 14 de janeiro Primeira alteração ao Decreto -Lei n.º 280/93, de 13 de agosto, que estabelece o regime

Leia mais

CONDIÇÕES DO CONTRATO DE CONCESSÃO DE EXPLORAÇÃO DO ESTABELECIMENTO SITO NO PORTO DE RECREIO DE OLHÃO

CONDIÇÕES DO CONTRATO DE CONCESSÃO DE EXPLORAÇÃO DO ESTABELECIMENTO SITO NO PORTO DE RECREIO DE OLHÃO CONDIÇÕES DO CONTRATO DE CONCESSÃO DE EXPLORAÇÃO DO ESTABELECIMENTO SITO NO PORTO DE RECREIO DE OLHÃO 1.- OBJECTO DO CONTRATO 1.1. - O contrato terá por objecto a concessão de exploração do Snack-Bar-Restaurante

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa Missão APA Administração do Porto de Aveiro, S.A. A sustentabilidade do Porto de Aveiro é a garantia do seu futuro. A génese do Porto de Aveiro está ligada à história da Ria e

Leia mais

NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS

NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS NEWSLETTER SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS 2.º Trimestre I SISTEMAS DE GARANTIA DE DEPÓSITOS 2 II Legislação A. Direito Bancário Institucional

Leia mais

Assim: Nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 198.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte: CAPÍTULO I. Disposições gerais. Artigo 1.

Assim: Nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 198.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte: CAPÍTULO I. Disposições gerais. Artigo 1. Decreto-Lei n.º / No quadro da política comum de transportes e para reforçar a protecção dos consumidores, a Comissão Europeia entendeu ser fundamental garantir um nível de seguro mínimo comum e adequado

Leia mais

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO Considerando que os Municípios dispõem de atribuições no domínio da promoção do desenvolvimento, de acordo com o disposto na alínea n) do n.º 1 do

Leia mais

Decreto-Lei 96/89, de 28 de Março - I Série Decreto-Lei 96/89 Cria o Registo Internacional de Navios da Madeira (MAR) Publicação: DR nº 72/89 I SÉRIE

Decreto-Lei 96/89, de 28 de Março - I Série Decreto-Lei 96/89 Cria o Registo Internacional de Navios da Madeira (MAR) Publicação: DR nº 72/89 I SÉRIE Decreto-Lei 96/89, de 28 de Março - I Série Decreto-Lei 96/89 Cria o Registo Internacional de Navios da Madeira (MAR) Publicação: DR nº 72/89 I SÉRIE A competição internacional no sector da marinha de

Leia mais

REGULAMENTO DE TARIFAS DA MARINA DA PRAIA DA VITÓRIA

REGULAMENTO DE TARIFAS DA MARINA DA PRAIA DA VITÓRIA ÍNDICE Artigo 1º - Disposições Gerais...3 Artigo 2.º - Definições...3 Artigo 3.º - Aplicação de Tarifas...4 Artigo 4.º - Formas de pagamento...5 Artigo 5.º - Documentos...5 Artigo 6.º - Tipos de Estacionamento...6

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE BRAGANÇA

CÂMARA MUNICIPAL DE BRAGANÇA CÂMARA MUNICIPAL DE BRAGANÇA Regulamento do Processo de Fiscalização das Obras Particulares Sujeitas a Licenciamento Municipal Preâmbulo Estabelece o artigo 24º. do DL 445/91, de 20 Novembro, com a redacção

Leia mais

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DO ÂMBITO DA APLICAÇÃO

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DO ÂMBITO DA APLICAÇÃO LEI Nº 9.432, DE 8 DE JANEIRO DE 1997 Dispõe sobre a ordenação do transporte aquaviário e dá outras providências. DOU 09.01.97 O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu

Leia mais

ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A.

ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A. ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A. CAPÍTULO I Denominação, duração, sede e objecto Artigo 1.º Denominação e duração 1 - A sociedade adopta a forma de sociedade anónima de capitais

Leia mais

AGÊNCIA DE REGULAÇÃO ECONÓMICA MODELO DE GOVERNAÇÃO

AGÊNCIA DE REGULAÇÃO ECONÓMICA MODELO DE GOVERNAÇÃO MODELO DE GOVERNAÇÃO Praia, 07 de Julho de 2009 João Renato Lima REGULAÇÃO EM CABO VERDE De acordo com Constituição da República revista em 2002, cabe ao Estado regular o mercado e a actividade económica

Leia mais

第 三 章 執 行 預 算 第 135/2005 號 行 政 長 官 批 示. 7) Executar o plano de formação de pessoal; ( 七 ) 執 行 人 員 培 訓 計 劃 ;

第 三 章 執 行 預 算 第 135/2005 號 行 政 長 官 批 示. 7) Executar o plano de formação de pessoal; ( 七 ) 執 行 人 員 培 訓 計 劃 ; N.º 19 9-5-2005 BOLETIM OFICIAL DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU I SÉRIE 545 ( 七 ) 執 行 人 員 培 訓 計 劃 ; ( 八 ) 核 實 收 支 文 件, 並 為 船 舶 建 造 廠 的 正 常 運 作 提 供 輔 助 7) Executar o plano de formação de pessoal;

Leia mais

Referencial Elaboração do Contrato de Consórcio

Referencial Elaboração do Contrato de Consórcio Referencial Elaboração do Contrato de Consórcio Sistema de Incentivos à I&DT e Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONTRATO CONSÓRCIO EXTERNO Aplicável a projectos de I&DT

Leia mais

DECRETO Nº 61.867, DE 07 DE DEZEMBRO DE 1967

DECRETO Nº 61.867, DE 07 DE DEZEMBRO DE 1967 DECRETO Nº 61.867, DE 07 DE DEZEMBRO DE 1967 Regulamenta os seguros obrigatórios previstos no artigo 20 do Decreto-lei nº 73, de 21.11.66, e dá outras providências O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da

Leia mais

DECRETO Nº 61.867, DE 07 DE DEZEMBRO DE 1967: Regulamenta os seguros

DECRETO Nº 61.867, DE 07 DE DEZEMBRO DE 1967: Regulamenta os seguros DECRETO Nº 61.867, DE 07 DE DEZEMBRO DE 1967: Regulamenta os seguros obrigatórios previstos no artigo 20 do Decreto-lei nº 73, de 21.11.66, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da

Leia mais

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de Regulamento (CEE) nº 1768/92 do Conselho, de 18 de Junho de 1992, relativo à criação de um certificado complementar de protecção para os medicamentos Jornal Oficial nº L 182 de 02/07/1992 p. 0001-0005

Leia mais

Lei n.º 1/2005 de 10 de Janeiro.

Lei n.º 1/2005 de 10 de Janeiro. Lei n.º 1/2005 de 10 de Janeiro. Regula a utilização de câmaras de vídeo pelas forças e serviços de segurança em locais públicos de utilização comum A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea

Leia mais

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Artigo 102.º Objecto É aprovado o regime especial aplicável aos fundos de investimento imobiliário para arrendamento

Leia mais

REGULAMENTO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AO EXTERIOR DA UNIVERSIDADE DO PORTO

REGULAMENTO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AO EXTERIOR DA UNIVERSIDADE DO PORTO Regulamentos REGULAMENTO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AO EXTERIOR DA UNIVERSIDADE DO PORTO A prestação de serviços ao exterior por docentes com contrato em funções públicas, em regime de dedicação exclusiva,

Leia mais

PROJECTO. Artigo 1.º. Objecto

PROJECTO. Artigo 1.º. Objecto PROJECTO NORMA REGULAMENTAR N.º X/2007-R, de [...] SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL DOS MEDIADORES DE SEGUROS O Decreto-Lei n.º 144/2006, de 31 de Julho, que procedeu a uma revisão global

Leia mais

MUNICÍPIO DE MACHICO REGULAMENTO DO LICENCIAMENTO ZERO 1

MUNICÍPIO DE MACHICO REGULAMENTO DO LICENCIAMENTO ZERO 1 MUNICÍPIO DE MACHICO REGULAMENTO DO LICENCIAMENTO ZERO 1 Nota Justificativa A simplificação do exercício de atividades decorrente da publicação e entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 48/2011, de 1 de abril

Leia mais

(Regimento para o Conselho Nacional de Protecção Civil) Decreto-Regulamentar n.º 3/2002 De 12 de Junho

(Regimento para o Conselho Nacional de Protecção Civil) Decreto-Regulamentar n.º 3/2002 De 12 de Junho I SÉRIE N.º 20 B. O. DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 12 DE JULHO DE 2001 (Regimento para o Conselho Nacional de Protecção Civil) Decreto-Regulamentar n.º 3/2002 De 12 de Junho A Lei de Bases de Protecção Civil,

Leia mais

NORMA REGULAMENTAR N.º 18/2007-R, de 31 de Dezembro SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL DOS MEDIADORES D E SEGUROS

NORMA REGULAMENTAR N.º 18/2007-R, de 31 de Dezembro SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL DOS MEDIADORES D E SEGUROS Não dispensa a consulta do regulamento publicado em Diário da República NORMA REGULAMENTAR N.º 18/2007-R, de 31 de Dezembro SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL DOS MEDIADORES D E SEGUROS O Decreto-Lei

Leia mais

PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR. Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar. Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel.

PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR. Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar. Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel. PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel.pt Transparência e Segurança: www.jogoremoto.pt A REGULAÇÃO EM PORTUGAL

Leia mais

MAR - Registo Internacional de Navios da Madeira

MAR - Registo Internacional de Navios da Madeira MAR - Registo Internacional de Navios da Madeira MAR: Registo Internacional de Navios da Madeira S.D.M. - Sociedade de Desenvolvimento da Madeira, S.A. Rua da Mouraria, n.º 9-1.º P. O. Box 4164, 9001-801

Leia mais

Decreto-Lei n.º 125/2008, de 21 de Julho

Decreto-Lei n.º 125/2008, de 21 de Julho Decreto-Lei n.º 125/2008, de 21 de Julho Introduz um regime de fiscalização e de sanção contra-ordenacional aplicável a infracções aos deveres previstos no Regulamento (CE) n.º 1781/2006, do Parlamento

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA NOTA JUSTIFICATIVA Em conformidade com os poderes regulamentares que lhes são atribuídos pelos artigos 112º n.º 8 e 241º da Lei Constitucional, devem os Municípios aprovar os respectivos regulamentos municipais,

Leia mais

M U N I C Í P I O D E B R A G A

M U N I C Í P I O D E B R A G A REGULAMENTO MUNICIPAL RESPEITANTE AO FUNCIONAMENTO DE RECINTOS DE ESPECTÁCULOS E DIVERTIMENTOS PÚBLICOS EM RECINTOS ITINERANTES OU IMPROVISADOS E À REALIZAÇÃO ACIDENTAL DE ESPECTÁCULOS DE NATUREZA ARTÍSTICA

Leia mais

MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO

MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO Sofia Vale Agosto de 2015 Foi publicada recentemente a nova Lei do Investimento Privado 1 (doravante A Nova LIP ), que contém

Leia mais

1º O Tribunal Marítimo emitirá, para as embarcações incluídas no REB, o Certificado de Registro Especial Brasileira.

1º O Tribunal Marítimo emitirá, para as embarcações incluídas no REB, o Certificado de Registro Especial Brasileira. DECRETO Nº 2.256, DE 17 DE JUNHO DE 1997 Regulamenta o Registro Especial Brasileiro-REB para embarcações de que trata a Lei nº 9.432, de 8 de janeiro de 1997. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição

Leia mais

1 - O novo capítulo IX que se segue é adicionado ao anexo: «CAPÍTULO IX Gestão para a exploração segura dos navios. Regra 1 Definições

1 - O novo capítulo IX que se segue é adicionado ao anexo: «CAPÍTULO IX Gestão para a exploração segura dos navios. Regra 1 Definições Decreto n.º 21/98 Emendas ao anexo da Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar, 1974 (SOLAS 74), adoptadas pela Conferência SOLAS 1994, que se referem à introdução dos novos capítulos

Leia mais

União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde

União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde Legislação da União Europeia Legislação nacional Jurisprudência TJUE Diretiva 2011/24 Proposta de Lei 206/XII Direitos e deveres

Leia mais

Decreto-Lei nº 70/2004, de 25 de Março

Decreto-Lei nº 70/2004, de 25 de Março Decreto-Lei nº 70/2004, de 25 de Março O Decreto-Lei nº 172/99, de 20 de Maio, reconheceu no ordenamento nacional os warrants autónomos qualificando-os como valores mobiliários. Em decorrência de normas

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS CENTROS COORDENADORES DE TRANSPORTES DE CAMINHA E VILA PRAIA DE ÂNCORA

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS CENTROS COORDENADORES DE TRANSPORTES DE CAMINHA E VILA PRAIA DE ÂNCORA REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS CENTROS COORDENADORES DE TRANSPORTES DE CAMINHA E VILA PRAIA DE ÂNCORA 1990 1 CAPÍTULO I OBJECTIVO E ÂMBITO DE APLICAÇÕES ARTIGO 1º - O presente regulamento destina-se

Leia mais

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA NOTA JUSTIFICATIVA A Lei 159/99, de 14 de Setembro, estabelece no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os Conselhos locais de Educação. A Lei 169/99, de 18

Leia mais

O NOVO ENQUADRAMENTO JURIDICO DAS EMPRESAS DE ANIMAÇÃO TURÍSTICA

O NOVO ENQUADRAMENTO JURIDICO DAS EMPRESAS DE ANIMAÇÃO TURÍSTICA O NOVO ENQUADRAMENTO JURIDICO DAS EMPRESAS DE ANIMAÇÃO TURÍSTICA 10 de Fevereiro de 2010 Elsa Correia Gavinho 1 Novo enquadramento jurídico das EAT 2 1 - As razões para a mudança 2 - As principais alterações

Leia mais

Aprovado pelo Decreto Legislativo nº 59, de 28.06.80 - DCN de 03 de julho de 1980

Aprovado pelo Decreto Legislativo nº 59, de 28.06.80 - DCN de 03 de julho de 1980 Convênio sobre Transportes Marítimos entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Popular da China Assinado em 22 de maio de 1979 Aprovado pelo Decreto Legislativo nº 59,

Leia mais

Conselho Municipal de Educação

Conselho Municipal de Educação 1 Regimento do (CME) do Município de Vila Nova de Paiva A Lei 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo 19, n.º2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos locais

Leia mais

MINISTÉRIOS DA SAÚDE, DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DA REFORMA DO ESTADO E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

MINISTÉRIOS DA SAÚDE, DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DA REFORMA DO ESTADO E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MINISTÉRIOS DA SAÚDE, DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DA REFORMA DO ESTADO E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Portaria n. 390/2002 de 11 de Abril A Resolução do Conselho de Ministros n.º 166/2000,

Leia mais

Por outro lado, estabelece ainda o referido preceito a susceptibilidade da Norma Regulamentar emitida se aplicar igualmente aos mediadores de seguros.

Por outro lado, estabelece ainda o referido preceito a susceptibilidade da Norma Regulamentar emitida se aplicar igualmente aos mediadores de seguros. Não dispensa a consulta da Norma Regulamentar publicada em Diário da República NORMA REGULAMENTAR N.º 03/2010-R, DE 18 DE MARÇO DE 2010 Publicidade Pelo Decreto-Lei n.º 8-A/2002, de 11 de Janeiro, foram

Leia mais

Certificados de Capacidade dos Pescadores

Certificados de Capacidade dos Pescadores 1 CONVENÇÃO N. 125 Certificados de Capacidade dos Pescadores I Aprovada na 50ª reunião da Conferência Internacional do Trabalho (Genebra 1966), entrou em vigor no plano internacional em 15.7.69. II Dados

Leia mais

ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n 5/02 de 16 de Abril

ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n 5/02 de 16 de Abril ASSEMBLEIA NACIONAL Lei n 5/02 de 16 de Abril o amplo debate político e académico desenvolvido a partir de meados da década de 80 do século XX, no âmbito da implementação do Programa de Saneamento Económico

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO y Câmara Municipal de Redondo CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO O DL 7/2003, de 15 de Janeiro, que prevê a constituição do Conselho Municipal de Educação, regulou as suas competências

Leia mais

Prevenção de Acidentes do Trabalho dos Marítimos

Prevenção de Acidentes do Trabalho dos Marítimos 1 CONVENÇÃO N. 134 Prevenção de Acidentes do Trabalho dos Marítimos I Aprovada na 55ª reunião da Conferência Internacional do Trabalho (Genebra 1970), entrou em vigor no plano internacional em 17 de fevereiro

Leia mais

Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro

Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro O Decreto nº 31/94, de 5 de Agosto, estabelece no ponto 2 do artigo 18º, a obrigatoriedade da criação e organização de Serviços de Segurança e Higiene no Trabalho

Leia mais

DECRETO-LEI N.º 96/89 de 28 de Março

DECRETO-LEI N.º 96/89 de 28 de Março DECRETO-LEI N.º 96/89 de 28 de Março A competição internacional no sector da marinha de comércio é extremamente forte, tendo conduzido à baixa acentuada e prolongada dos fretes marítimos, facto este que

Leia mais

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA O Sistema de Certificação de Entidades Formadoras, consagrado na Resolução do Conselho de Ministros nº 173/2007, que aprova

Leia mais

Decreto-Lei n.º 15/97/M. de 5 de Maio

Decreto-Lei n.º 15/97/M. de 5 de Maio Decreto-Lei n.º 15/97/M de 5 de Maio Desenvolveram-se, nos últimos tempos, as sociedades dedicadas à entrega rápida de pequenos valores em numerário, entre diversos países e territórios, prestando serviços,

Leia mais

NOVOS DEVERES DE INFORMAÇÃO NO ÂMBITO DA PUBLICIDADE AO CRÉDITO

NOVOS DEVERES DE INFORMAÇÃO NO ÂMBITO DA PUBLICIDADE AO CRÉDITO TMT N.º 1/2009 MAR/ABRIL 2009 NOVOS DEVERES DE INFORMAÇÃO NO ÂMBITO DA PUBLICIDADE AO CRÉDITO A informação divulgada pelas Instituições de Crédito relativamente aos produtos que estas oferecem tem sido

Leia mais

Não obstante o seu reconhecimento internacional, a actividade de engenharia naval em Portugal não se encontra regulada no que respeita à exigência de

Não obstante o seu reconhecimento internacional, a actividade de engenharia naval em Portugal não se encontra regulada no que respeita à exigência de Não obstante o seu reconhecimento internacional, a actividade de engenharia naval em Portugal não se encontra regulada no que respeita à exigência de qualificações técnicas dos profissionais responsáveis

Leia mais

Lei quadro da Dívida Pública

Lei quadro da Dívida Pública Lei quadro da Dívida Pública Lei n.º 7/98 de 3 de Fevereiro (com as alterações introduzidas pelo artigo 81º da Lei n.º 87-B/98, de 31 de Dezembro) Regime geral de emissão e gestão da dívida pública A Assembleia

Leia mais

ACORDO DE RECIFE ACORDO PARA A APLICAÇÃO DOS CONTROLES INTEGRADOS EM FRONTEIRA ENTRE OS PAÍSES DO MERCOSUL

ACORDO DE RECIFE ACORDO PARA A APLICAÇÃO DOS CONTROLES INTEGRADOS EM FRONTEIRA ENTRE OS PAÍSES DO MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC N 5/93 ACORDO DE RECIFE ACORDO PARA A APLICAÇÃO DOS CONTROLES INTEGRADOS EM FRONTEIRA ENTRE OS PAÍSES DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: o Art. 13 do Tratado de Assunção, o Art. 10 da Decisão

Leia mais

Regulamento de Tarifas Máximas do Terminal de Cruzeiros de Lisboa

Regulamento de Tarifas Máximas do Terminal de Cruzeiros de Lisboa Regulamento de Tarifas Máximas do Terminal de Cruzeiros de Lisboa 2015 Cabe à LCT Lisbon Cruise Terminals, Ld.ª, enquanto empresa concessionária do Terminal de Cruzeiros de Lisboa, nos termos do Contrato

Leia mais

REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA. Preâmbulo

REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA. Preâmbulo REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Preâmbulo Tendo em conta que a UFP: É titulada pela Fundação Ensino e Cultura Fernando Pessoa, sua entidade Instituidora e a quem

Leia mais

Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro

Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro O Decreto nº 31/94, de 5 de Agosto, estabelece no ponto 2 do artigo 18º, a obrigatoriedade da criação e organização de Serviços de Segurança e Higiene no Trabalho

Leia mais

Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto *

Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2002, de 26 de Julho, que aprovou o Programa para a Produtividade e o Crescimento da Economia, foi delineado

Leia mais

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DE ZONAS DE ESTACIONAMENTO DE DURAÇÃO LIMITADA CONTROLADAS POR MEIOS MECÂNICOS (PARCÓMETROS).

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DE ZONAS DE ESTACIONAMENTO DE DURAÇÃO LIMITADA CONTROLADAS POR MEIOS MECÂNICOS (PARCÓMETROS). REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DE ZONAS DE ESTACIONAMENTO DE DURAÇÃO LIMITADA CONTROLADAS POR MEIOS MECÂNICOS (PARCÓMETROS). Legislação habilitante - Considerando o artigo 64, nº 1, al u) da Lei 169/99, de

Leia mais

Por despacho do Presidente da Assembleia da República de 26 de Julho de 2004, foi aprovado

Por despacho do Presidente da Assembleia da República de 26 de Julho de 2004, foi aprovado Regulamento dos Estágios da Assembleia da República para Ingresso nas Carreiras Técnica Superior Parlamentar, Técnica Parlamentar, de Programador Parlamentar e de Operador de Sistemas Parlamentar Despacho

Leia mais

Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R

Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R AVALIAÇÃO DOS TERRENOS E EDIFÍCIOS DAS EMPRESAS DE SEGUROS E DOS FUNDOS DE PENSÕES Considerando que, de acordo com a regulamentação

Leia mais

MUNICÍPIO DE PORTEL CÂMARA MUNICIPAL

MUNICÍPIO DE PORTEL CÂMARA MUNICIPAL MUNICÍPIO DE PORTEL CÂMARA MUNICIPAL Sistema da Industria Responsável _ SIR Projeto de alteração à Tabela de taxas e licenças municipais decorrente da aplicação do SIR _ Sistema da Industria Responsável

Leia mais

TEXTO INTEGRAL. Artigo 1.º (Objecto)

TEXTO INTEGRAL. Artigo 1.º (Objecto) DATA : Segunda-feira, 16 de Julho de 1990 NÚMERO : 162/90 SÉRIE I EMISSOR : Ministério da Indústria e Energia DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 232/90 SUMÁRIO: Estabelece os princípios a que deve obedecer

Leia mais

Carta registada com A/R Ao Conselho de Administração do. Consulta Pública sobre Cadastro de Infra-estruturas

Carta registada com A/R Ao Conselho de Administração do. Consulta Pública sobre Cadastro de Infra-estruturas Carta registada com A/R Ao Conselho de Administração do. - 1 B - A ü t o r i d a d e ~ d e ~ Av.JoséMalhobl2 1099-017 Lisboa Lisboa, 16 de Outubro de 2007 Assunto: Consulta Pública sobre Cadastro de Infra-estruturas

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSPECÇÃO DE ASCENSORES, MONTA-CARGAS, ESCADAS MECÂNICAS E TAPETES ROLANTES. Preâmbulo

REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSPECÇÃO DE ASCENSORES, MONTA-CARGAS, ESCADAS MECÂNICAS E TAPETES ROLANTES. Preâmbulo REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSPECÇÃO DE ASCENSORES, MONTA-CARGAS, ESCADAS MECÂNICAS E TAPETES ROLANTES Preâmbulo O Decreto-Lei n. 295/98, de 22 de Setembro, que transpôs para o direito interno a Directiva

Leia mais

Lei de Minas REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE. Lei nº 14/2002, de 26 de Junho

Lei de Minas REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE. Lei nº 14/2002, de 26 de Junho Lei de Minas REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei nº 14/2002, de 26 de Junho Os recursos minerais da República de Moçambique, quando racionalmente avaliados e utilizados, constituem um factor

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns

REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO I Disposições Comuns SECÇÃO I Disposições gerais Artigo 1.º Objecto O presente regulamento procede

Leia mais

Ministério dos Transportes

Ministério dos Transportes Ministério dos Transportes Decreto Lei 1/05 De 17 de Janeiro Convindo estabelecer as normas orgânicas e funcionais que se coadunam com as actuais exigências da organização do Ministério dos Transportes,

Leia mais

ACORDO SOBRE PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES CELEBRADO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA E A ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL PARA AS MIGRAÇÕES.

ACORDO SOBRE PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES CELEBRADO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA E A ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL PARA AS MIGRAÇÕES. Resolução da Assembleia da República n.º 30/98 Acordo sobre Privilégios e Imunidades Celebrado entre o Governo da República Portuguesa e a Organização Internacional para as Migrações, assinado em Lisboa

Leia mais

Ministério das Obras Públicas

Ministério das Obras Públicas Ministério das Obras Públicas ESTATUTO ORGÂNICO DO MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS CAPÍTULO I Natureza e Atribuições Artigo 1.º (Natureza) O Ministério das Obras Públicas é o órgão da administração pública

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS RELATIVAS À CONSULTA PÚBLICA SOBRE A PROPOSTA DE REGULAMENTO-QUADRO DO BCE RELATIVO AO MECANISMO ÚNICO DE SUPERVISÃO

PERGUNTAS E RESPOSTAS RELATIVAS À CONSULTA PÚBLICA SOBRE A PROPOSTA DE REGULAMENTO-QUADRO DO BCE RELATIVO AO MECANISMO ÚNICO DE SUPERVISÃO PERGUNTAS E RESPOSTAS RELATIVAS À CONSULTA PÚBLICA SOBRE A PROPOSTA DE REGULAMENTO-QUADRO DO BCE RELATIVO AO MECANISMO ÚNICO DE SUPERVISÃO 1 QUANDO É QUE O BCE ASSUMIRÁ A SUPERVISÃO DOS BANCOS? O BCE assumirá

Leia mais

Direito à informação ao consumo seguro. Entidades que supervisionam as empresas/instituições

Direito à informação ao consumo seguro. Entidades que supervisionam as empresas/instituições Direito à informação ao consumo seguro Entidades que supervisionam as empresas/instituições Escola B+S Ângelo Augusto da Silva Projeto de Educação Financeira Banco de Portugal Bancos O Banco de Portugal

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO, EXPLORAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO, EXPLORAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO, EXPLORAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM A Câmara Municipal de Óbidos, sob proposta do seu Presidente, no uso das competências que lhe são conferidas por

Leia mais

Vital Moreira. Coimbra, 5 de Abril de 2001

Vital Moreira. Coimbra, 5 de Abril de 2001 A regulação do gás natural Vital Moreira Coimbra, 5 de Abril de 2001 A directiva comunitária do gás natural Directiva 98/30/CE, de 22-07-1998 Regras comuns para o mercado do gás natural Objectivos: - implementar

Leia mais

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Ponto de situação em 31 de Outubro de 2007 As listas de consumidores com direito à restituição de caução foram

Leia mais

DELIBERAÇÃO n.º 86 /CD/2010

DELIBERAÇÃO n.º 86 /CD/2010 DELIBERAÇÃO n.º 86 /CD/2010 Assunto: Modelo de Alvará das Farmácias de Dispensa de Medicamentos ao Público nos Hospitais do Serviço Nacional de Saúde. A entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 241/2009, de

Leia mais

www.juristep.com Lei n.º 7/2008, de 27 de Agosto

www.juristep.com Lei n.º 7/2008, de 27 de Agosto Lei n.º 7/2008, de 27 de Agosto CÓDIGO DE INVESTIMENTOS Este texto tem carácter meramente informativo e não dispensa a consulta dos diplomas originais, conforme publicados no Diário da República. Quando

Leia mais

UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE CENTRO DE BIOTECNOLOGIA REGULAMENTO DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO. CAPÍTULO I Das disposições gerais

UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE CENTRO DE BIOTECNOLOGIA REGULAMENTO DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO. CAPÍTULO I Das disposições gerais UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE CENTRO DE BIOTECNOLOGIA REGULAMENTO DE ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO CAPÍTULO I Das disposições gerais ARTIGO 1 (Denominação, natureza jurídica e finalidade) O Centro de Biotecnologia,

Leia mais

Nota de Informação Preçários das instituições de crédito passam a ter novas regras

Nota de Informação Preçários das instituições de crédito passam a ter novas regras Nota de Informação Preçários das instituições de crédito passam a ter novas regras O Banco de Portugal acaba de publicar novas regras para os Preçários, que vêm reforçar e harmonizar a informação sobre

Leia mais

DECRETO N.º 418/XII. Cria o Inventário Nacional dos Profissionais de Saúde

DECRETO N.º 418/XII. Cria o Inventário Nacional dos Profissionais de Saúde DECRETO N.º 418/XII Cria o Inventário Nacional dos Profissionais de Saúde A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.º Objeto 1 - A

Leia mais

CÓDIGOS ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE ACESSO E DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE ORGANIZAÇÃO DE CAMPOS DE FÉRIAS

CÓDIGOS ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE ACESSO E DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE ORGANIZAÇÃO DE CAMPOS DE FÉRIAS CÓDIGOS ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE ACESSO E DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE ORGANIZAÇÃO DE CAMPOS DE FÉRIAS TERMOS DE DISPONIBILIZAÇÃO E DE UTILIZAÇÃO A selecção dos textos legislativos disponibilizados

Leia mais

Regulamento Do Arquivo da Junta de Freguesia de Avanca. Junta de Freguesia de Avanca Sector de Arquivo

Regulamento Do Arquivo da Junta de Freguesia de Avanca. Junta de Freguesia de Avanca Sector de Arquivo Regulamento Do Arquivo da Junta de Freguesia de Avanca Junta de Freguesia de Avanca Sector de Arquivo Avanca 2009 Preâmbulo O Arquivo é, sem dúvida, a materialização da memória colectiva. É com base neste

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO VIII DA ORDEM SOCIAL CAPÍTULO II DA SEGURIDADE SOCIAL Seção II Da Saúde Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante

Leia mais

P R E M I S S A S P A R A E L A B O R A Ç Ã O D E C O N T R A T O D E P R E S T A Ç Ã O D E S E R V I Ç O S D E A R Q U I T E C T U R A

P R E M I S S A S P A R A E L A B O R A Ç Ã O D E C O N T R A T O D E P R E S T A Ç Ã O D E S E R V I Ç O S D E A R Q U I T E C T U R A P R E M I S S A S P A R A E L A B O R A Ç Ã O D E C O N T R A T O D E P R E S T A Ç Ã O D E S E R V I Ç O S D E A R Q U I T E C T U R A O Pelouro do Apoio à Prática Profissional entendeu estabelecer um

Leia mais

Uma rede que nos une

Uma rede que nos une Uma rede que nos une Uma rede que nos une O IMTT - Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, I.P. é um organismo da Administração Central, dotado de autonomia administrativa e financeira,

Leia mais

Aviso do Banco de Portugal n.º 2/2010

Aviso do Banco de Portugal n.º 2/2010 Aviso do Banco de Portugal n.º 2/2010 A Instrução n.º 27/2003 consagrou no ordenamento jurídico nacional os procedimentos mais relevantes da Recomendação da Comissão n.º 2001/193/CE, de 1 de Março de 2001,

Leia mais

- CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAGOS - PREÂMBULO

- CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAGOS - PREÂMBULO PREÂMBULO A Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei nº 46/86 de 14 de Outubro) consagrou a interacção com a comunidade educativa local como um pilar fundamental da política educativa. Por essa razão o nº

Leia mais

MUNICÍPIO DE CASTRO VERDE CÂMARA MUNICIPAL

MUNICÍPIO DE CASTRO VERDE CÂMARA MUNICIPAL MUNICÍPIO DE CASTRO VERDE CÂMARA MUNICIPAL EDITAL (nº112/2013) António João Fernandes Colaço, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Castro Verde, no uso da competência delegada conforme despacho do Presidente

Leia mais

DOCUMENTO DE CONSULTA MODELO DE ABERTURA À INICIATIVA PRIVADA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DE LISBOA

DOCUMENTO DE CONSULTA MODELO DE ABERTURA À INICIATIVA PRIVADA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DE LISBOA DOCUMENTO DE CONSULTA MODELO DE ABERTURA À INICIATIVA PRIVADA DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DE LISBOA Fevereiro de 2014 AVISO: Este Documento de Consulta é exclusivamente informativo,

Leia mais

Decreto-Lei nº 220/94, de 23 de Agosto

Decreto-Lei nº 220/94, de 23 de Agosto Decreto-Lei nº 220/94, de 23 de Agosto Enquanto o mercado dos produtos e serviços financeiros foi regulado de forma administrativa, a procura que lhes era dirigida defrontava condições do lado da oferta

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO GABINETE DO PRESIDENTE

REGULAMENTO INTERNO DO GABINETE DO PRESIDENTE REGULAMENTO INTERNO DO GABINETE DO PRESIDENTE CAPÍTULO I Objecto ARTIGO.º (Objecto) O presente regulamento define a composição e o regime jurídico do pessoal do Gabinete do Presidente do Tribunal de Contas.

Leia mais

DESEJOSOS de desenvolver a navegação marítima comercial entre os países,

DESEJOSOS de desenvolver a navegação marítima comercial entre os países, Acordo sobre Navegação Marítima Comercial entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Popular da Bulgária Assinado em 19 de agosto de 1982 Aprovado pelo Decreto Legislativo

Leia mais

Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis. Enquadramento Legal

Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis. Enquadramento Legal AICCOPN Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis - Obrigações Gerais do Empregador SERVIÇOS DE ENGENHARIA/SEGURANÇA AICCOPN - 07 de Junho de

Leia mais