Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite. Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho

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1 Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho

2 DISCIPLINA PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÕES II

3 ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE PREVENÇÃO, COMBATE A INCÊNDIO E PÂNICO Aula 54 Prof JURACY GOMES DE FIGUEIREDO

4 CENÁRIO DA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO Desenvolvimento Tecnológico - Grandes áreas compartimentadas -emprego de fachadas envidraçadas -Incorporação de materiais combustíveis aos elementos construtivos; -Instalações, Equipamentos de serviços.

5 CENÁRIO DA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO CONSEQUÊNCIA: AUMENTO DO RISCO DE INCÊNDIO

6 CENÁRIO DA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO A história não foi diferente que em outros países, sendo necessário a ocorrência de várias tragédias, até que houvesse a sensibilização da sociedade organizada em exigir do Governo a criação de normas na construção civil, obrigando os engenheiros e arquitetos a preverem sistemas preventivos e anti pânico nas edificações coletivas a serem construídas.

7 CENÁRIO DA SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO ANO LEGISLAÇÃO (MG) 2001 LEI DEC DEC INST. TÉCNICAS 2008 DEC

8 PROTOCOLO DE PROJETOS NO CBMMG

9 PROTOCOLO DE PROJETOS NO CBMMG

10 PROTOCOLO DE PROJETOS NO CBMMG

11 PROTOCOLO DE PROJETOS NO CBMMG

12 PROTOCOLO DE PROJETOS NO CBMMG

13 PROTOCOLO DE PROJETOS NO CBMMG

14 CASE DADOS DA EDIFICAÇÃO - ATIVIDADE: ESCRITÓRIO - ÁREA CONSTRUÍDA: ,82 m2 - ALTURA: 55,47 m

15 DADOS DA EDIFICAÇÃO: ATIVIDADE: ESCRITÓRIO ÁREA CONSTRUÍDA: ,82 m2 ALTURA: 55,47 m

16 CLASSIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À OCUPAÇÃO Ver Tabela 1 do Decreto /2008.

17 DEFINIÇÃO DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA IT 01 (PORTARIA 11/2011) PROTEÇÃO PASSIVA SAÍDA DE EMERGÊNCIA CARGA INCÊNDIO ALARME SINALIZAÇÃO EXTINTORES HIDRANTES CHUVEIROS UTOMÁTICOS

18 IMPACTO DIRETOS- COMPATIBILIZAÇÃO DE PROJETOS HIDRÁULICO PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO ESTRUTURAL ELÉTRICO ARQUITETURA

19 PROTEÇÃO PASSIVA: SEG. ESTRUTURAL E COMPARTIMENTAÇÃO IT 06 CBMMG Segurança Estrutural nas edificações IT 07 CBMMG Compartimentação Horizontal e Vertical NBR Exigência de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações; NBR Dimensionamento de estruturas de aço de edifícios em situação de incêndio NBR NBR 15200/2004 Projeto de estrutura de concreto em situação de Incêndio.

20 PROTEÇÃO PASSIVA: SEGURANÇA ESTRUTURAL TRRF Tempo requerido de resistência ao fogo dos elementos estruturais e de compartimentação que integram as edificações para que, em situação de incêndio, seja evitado o colapso estrutural por tempo suficiente (consensual)

21 PROTEÇÃO PASSIVA: SEGURANÇA ESTRUTURAL Estes tempos requeridos são função do incêndio padrão. Não é tempo de evacuação, não é tempo de chegada do Corpo de Bombeiros, não é tempo de duração do incêndio, é resultante do consenso da sociedade. admite-se que a temperatura dos gases do ambiente em chamas respeite as curvas padronizadas para ensaio

22 PROTEÇÃO PASSIVA: SEGURANÇA ESTRUTURAL IT 06 CBMMG Segurança Estrutural nas edificações NBR Exigência de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações; NBR Dimensionamento de estruturas de aço de edifícios em situação de incêndio NBR NBR 15200/2004 Projeto de estrutura de concreto em situação de incêndio Procedimento

23 PROTEÇÃO PASSIVA: SEGURANÇA ESTRUTURAL TABELA B (IT 06) EDIFICAÇÃO ALTA : CT( TRRF 120 MINUTOS)

24 PROTEÇÃO PASSIVA: SEGURANÇA ESTRUTURAL DOCUMENTOS FORMAIS MEMORIAL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DAS ESTRUTURAS

25 PROTEÇÃO PASSIVA: SEGURANÇA ESTRUTURAL APRESENTAÇÃO EM PROJETO(IT 01) Ver desenho a seguir

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28 PROTEÇÃO PASSIVA: SEGURANÇA ESTRUTURAL - IT 01

29 PROTEÇÃO PASSIVA: SEGURANÇA ESTRUTURAL - IT 01

30 PROTEÇÃO PASSIVA: SEGURANÇA ESTRUTURAL ERROS COMUNS - Compatibilização de projetos na fase inicial envolvendo o especialista em estruturas: Ex: Alvenaria Estrutural, Estruturas Metálicas, Estruturas Mistas

31 PROTEÇÃO PASSIVA : COMPARTIMENTAÇÃO Tem como objetivo dificultar a propagação do incêndio entre pavimentos e compartimentos, restringindo a passagem de calor, chamas e fumaça. IT 07 CBMMG Compartimentação Horizontal e Vertical

32 PROTEÇÃO PASSIVA: COMPARTIMENTAÇÃO EXIGÊNCIAS (ANEXO B DA IT 07)

33 PROTEÇÃO PASSIVA: COMPARTIMENTAÇÃO CONSULTATAR ANEXO B IT 07

34 PROTEÇÃO PASSIVA: COMPARTIMENTAÇÃO EXIGÊNCIAS COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL -Paredes de compartimentação; - Portas corta-fogo; - Vedadores corta-fogo; - Registros corta-fogo ("dampers"); - Selos corta-fogo; - Afastamento horizontal entre aberturas.

35 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL NESTLÊ 2001

36 PROTEÇÃO PASSIVA : COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL

37 PROTEÇÃO PASSIVA : COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL PORTA CORTA-FOGO

38 PROTEÇÃO PASSIVA: COMPARTIMENTAÇÃO - EXIGÊNCIAS COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL - Entrepisos corta-fogo; - Enclausuramento de escadas, elevadores,monta carga, poços(paredes e portas); - selos,registros, vedadores(corta fogo); - Entre pavimentos consecutivos; - Selagem perimetral corta-fogo.

39 PROTEÇÃO PASSIVA : COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL

40 PROTEÇÃO PASSIVA : COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL

41 PROTEÇÃO PASSIVA : COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL Passagem de instalações através de laje.

42 PROTEÇÃO PASSIVA : COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL Passagem de instalações através de laje.

43 PROTEÇÃO PASSIVA : COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL (FACHADA)

44 PROTEÇÃO PASSIVA : COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL (FACHADA)

45 PROTEÇÃO PASSIVA : COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL (FACHADA) alvenaria PISO fachada envidraçada TETO alvenaria

46 PROTEÇÃO PASSIVA : COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL (FACHADA)

47 PROTEÇÃO PASSIVA : COMPARTIMENTAÇÃO SELAGEM CORTA- FOGO(PERIMETAL)

48 PROTEÇÃO PASSIVA : COMPARTIMENTAÇÃO APRESENTAÇÃO

49 PROTEÇÃO PASSIVA : COMPARTIMENTAÇÃO LEGENDA

50 PROTEÇÃO PASSIVA : COMPARTIMENTAÇÃO

51 PROTEÇÃO PASSIVA : COMPARTIMENTAÇÃO

52 PROTEÇÃO PASSIVA : COMPARTIMENTAÇÃO

53 PROTEÇÃO PASSIVA : COMPARTIMENTAÇÃO ERROS COMUNS: - Compatibilização de projetos na fase inicial envolvendo o Arquiteto. Ex: -Distância horizontal e vertical entre as aberturas na fachada. -Varandas sem distâncias entre aberturas verticais.

54 SAÍDA DE EMERGÊNCIA

55 SAÍDA DE EMERGÊNCIA - NÚMERO E TIPO DE ESCADA TAB. 6 NÚMERO DE SAÍDAS NO PAVIMENTO

56 SAÍDA DE EMERGÊNCIA NÚMERO E TIPO DE ESCADA CONSULTAR TAB. 6 - NÚMERO DE SAÍDAS NO PAVIMENTO

57 NÚMERO: 2 SAÍDA DE EMERGÊNCIA TIPO : ESCADA A PROVA DE FUMAÇA

58 NÚMERO:02 SAÍDA DE EMERGÊNCIA TIPO DE ESCADA :PRESSURIZADA

59 SAÍDA DE EMERGÊNCIA - APRESENTAÇÃO

60 SAÍDA DE EMERGÊNCIA APRESENTAÇÃO - DETALHES

61 SAÍDA DE EMERGÊNCIA APRESENTAÇÃO - DETALHES

62 SAÍDA DE EMERGÊNCIA ERROS COMUNS - Compatibilização de projetos na fase inicial envolvendo Arquiteto

63 SAÍDA DE EMERGÊNCIA ERROS COMUNS: TAB. 5 - DISTÂNCIAS MÁXIMAS A PERCORRER

64 SAÍDA DE EMERGÊNCIA ERROS COMUNS: TAB. 5 DISTÂNCIAS MÁXIMAS A PERCORRER

65 SAÍDA DE EMERGÊNCIA ERROS COMUNS: TAB. 5 LARGURA DAS PORTAS 0,80m - 1 UP, com N 1. 1,00 m - 2 UP, com 1 N 2; 1,5 m, em duas folhas- 3 UP, com 2 N 3; 2,0 m, em duas folhas- 4 UP, com 3 N 4. N = P C

66 SAÍDA DE EMERGÊNCIA ERROS COMUNS: NÚMERO MÍNIMO DE DEGRAUS

67 CARGA INCÊNDIO IT 09 - CBMMG ANEXO A Cargas de incêndio específicas por ocupação

68 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA INSTRUÇÃO TÉCNICA 13-CBMMG NBR SISTEMA DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA

69 Iluminação mínima 3 Lux - áreas planas sem obstáculos 5 Lux - escadas ou áreas com obstáculos h3 A sombra é minha ou sua??? A intensidade??? h1 h2 2h 2h Iluminação max. 2h3 2 h1 Iluminação mínima 2 h2

70 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA APRESENTAÇÃO

71 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA APRESENTAÇÃO

72 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA ERROS COMUNS -Distância entre as luminárias maior que > 4 x Altura de Instalação; -Falta de compatibilização com o projeto elétrico e outros;

73 DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO INSTRUÇÃO TÉCNICA 14 - CBMMG NBR SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME

74 DETECCÃO E ALARME DE INCÊNDIO BASE DO PROJETO Plantas de Localização das áreas a serem protegidas; Descrição da ocupação previstas nas áreas; Localização dos equipamentos e sistemas de proteção; Indicação dos pontos dos detectores, da central, das sirenes e de outros equipamentos de sinalização e controle distribuídos na fábrica.

75 DETECCÃO E ALARME DE INCÊNDIO BASE DO PROJETO Descrição do funcionamento do sistema desde a detecção automática e manual até o alarme e controle da fábrica; Descrição técnica da instalação ( acionadores manuais, das sirenes, dos indicadores, etc. ); Exigências do cliente ou da seguradora em relação aos serviços que o sistema deve prestar ao usuário e de sua disponibilidade ( manutenção periódica ).

76 DETECCÃO E ALARME DE INCÊNDIO SISTEMA ENDEREÇÁVEL INCÊNDIO PORTEIRO 60s(se não atende painel) (Alerta moradores sobre o evento) (Aciona Pressurização da escada)

77 DETECCÃO E ALARME DE INCÊNDIO - DIAGRAMA Distribuição e interligação elétrica dos Componentes do Alarme Ver diagrama ilustrativo a seguir

78

79 DIAGRAMA DETECCÃO E ALARME DE INCÊNDIO Entradas Detectores automáticos Acionadores manuais

80 DIAGRAMA DETECCÃO E ALARME DE INCÊNDIO Saídas Sirenes eletrônicas indicação luminosa equipamentos audiovisuais combate automático pressurização

81 DIAGRAMA DETECÃO E ALARME DE INCÊNDIO Interligados Painel de Comando Alarme Central

82 DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDO - APRESENTAÇÃO

83 DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDO APRESENTAÇÃO

84 DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDO ERROS COMUNS - Compatibilização de projetos na fase do estrutural, hidráulico, elétrico.

85 SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA IT 15 - CBMMG Distâncias de observação S 2 L 2000 S = área do sinal (m²) L = distância de observação (m) h = é altura da letra

86 SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA - APRESENTAÇÃO

87 SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA APRESENTAÇÃO

88 EXTINTOR DE INCÊNDIO IT 16 CBMMG - APRESENTAÇÃO

89 EXTINTOR DE INCÊNDIO APRESENTAÇÃO

90 SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHO Sistema a ser adotado e Reserva Técnica de Incêndio Consultar TAB. 4 - IT 17

91 SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHO CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA TIPO 3 Ver Tabela 2 Tipos de sistema de proteção por hidrantes ou mangotinhos a seguir

92 Tabela 2 - Tipos de Sistema de Proteção por Hidrantes ou Mangotinhos Sistema Tipo Esguicho Mangueiras de incêndio Número de expedições Diâmetro (mm) Comprimento Máximo (m) Vazão mínima ao hidrante mais desfavorável (LPM)* Mangotinho 1 Jato regulável 25 ou 32 45¹ Simples Hidrante 2 Jato compacto Ø 13 mm ou regulável Simples 125 Hidrante 3 Jato compacto Ø 16 mm ou regulável Simples 250 Hidrante 4 Jato compacto Ø 19 mm ou regulável 40 ou Simples 400 Hidrante 5 Jato compacto Ø 25 mm ou regulável Duplo 650

93 SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHO Lançamento da rede de hidrantes(tubos de Aço Galvanizado)

94 SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHO CÁLCULO HIDRÁULICO PREMISSAS 2 hidrantes mais desfavoráveis Vazão inicial 250 LPM; Bomba de Reforço; Fórmulas constantes na IT

95 SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHO CÁLCULO HIDRÁULICO

96 SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHO CÁLCULO HIDRÁULICO BOMBA DE REFORÇO γ. Q. hmt P = n

97 SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHO - APRESENTAÇÃO

98 SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHO APRESENTAÇÃO PLANTAS COM DETALHES

99 SISTEMA DE HIDRANTES E MANGOTINHO ERROS MAIS COMUNS Falta de compatibilização com projeto estrutural; Não verificação da pressão nos Hidrantes mais favoráveis; Cobertura do hidrante: Não atende caminhamento; Especificação incorreta de materiais(ex: mangueiras)

100 DIMENSIONAMENTO DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS POR CÁLCULO HIDRÁULICO NBR 10897/2007 2ª ED. Premissa - o cálculo é feito em função da área mais remota(desfavorável), considerando um conjuntos de bicos sendo acionados.

101 Admite se o acionamento de um chuveiro automático de uma área a ser protegida, considerando o ponto mais desfavorável hidraulicamente da instalação. BASE DO MÉTODO CHUVEIRO ACIONADO

102 BASE DO MÉTODO Admite-se ainda que a aspersão de água deste chuveiro não é suficiente para extinguir o foco do incêndio e o calor gerado continua a subir e depois se propaga horizontalmente junto ao teto até alcançar o chuveiro adjacente, aquecendo o elemento termossensível, até a temperatura de acionamento. CHUVEIRO ACIONADO

103 CHUVEIRO AUTOMÁTICO BASE DO MÉTODO FOCO DO INCÊNDIO

104 CHUVEIRO AUTOMÁTICO BASE DO MÉTODO ESCOLHE-SE A ÁREA SETORIAL DA ÁREA TOTAL DO PAVIMENTO, GERALMENTE MAIS AFASTADA DO SISTEMA DE BOMBAS, CUJOS CHUVEIROS SÃO OS HIDRAULICAMENTE MAIS DESFAVORÁVEIS DA INSTALAÇÃO

105 DADOS DA EDIFICAÇÃO OCUPAÇÃO: SERVIÇO PROFISSIONAL NÚMERO DE PAVIMENTOS(TIPO): 05 SOBRESSOLOS + 16 PAVIMENTOS + COBERTURA. CLASSIFICAÇÃO DO RISCO: ORDINÁRIO PÉ DIREITO: 2,9 METROS ESPESSURA DA LAJE: 10 cm CONSTRUÇÃO: INCOMBUSTÍVEL

106 DADOS DA EDIFICAÇÃO: ATIVIDADE: Escritório ÁREA CONSTRUÍDA: 19 mil m2 ALTURA: 55,47 m

107 1. CLASSE DE RISCO DA EDIFICAÇÃO Risco Ordinário/ Leve ( ANEXO A- NBR 10897) Escritório Risco Leve Estacionamento Risco Ordinário(opção)

108 2. ÁREA DE COBERTURA E ESPAÇAMENTO MÁXIMO PARA RISCOS ORDINÁRIO(CHUV. PENDENTES E COB. PADRÃO) TAB. 7 NBR Método de cálculo hidráulico: Risco Ordinário: Área de Cobertura: 12,1 m2 Espaçamento Máximo entre chuveiros: 3,6m

109 3. ESPAÇAMENTO MÍNIMO ENTRE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS E PAREDE TAB. 11 NBR Entre Chuveiros: 1,80 m2 Entre Chuveiro e parede: 100 mm

110 4. ÀREA A SER PROTEGIDA 16º PAVIMENTO(ÁREA MAIS REMOTA )

111 CÁLCULO DA REDE DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS NO AMBIENTE Características da rede Rede aberta - espinha de peixe Chuveiros automáticos pendentes Material Aço Galvanizado Arbitrou-se distâncias entre os chuveiros, ramais ( tentativas): As = S x L

112 CÁLCULO DA REDE DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS NO AMBIENTE Área de Cobertura por chuveiro automático Área de Cobertura por chuveiro automático A s = S x L = 12,1 m 2 S = 3,34 m ( ao longo dos ramais) L = 3,37 m ( entre os ramais) A c = a x b = 11,26 m 2 (< 12,1 m 2 )

113 DETERMINAÇÃO DA REDE DE CHUVEIROS AUTOM. NO AMBIENTE

114 DETERMINAÇÃO DA ÁREA DE APLICAÇÃO E DA DENSIDADE DE ÁGUA

115 Área de aplicação e densidade de água Área = 140 m 2 Densidade = 6,1 litros/min.m 2 ÁREA DE APLICAÇÃO E DA DENSIDADE DE ÁGUA Curva de densidade/área

116 ÁREA DE APLICAÇÃO E DA DENSIDADE DE ÁGUA DETERMINAÇÃO DO LADO MAIOR DE APLICAÇÃO Área de aplicação tem a forma retangular; Lado maior sempre na direção dos ramais ( mínimo 20% maior que o outro lado)

117 ÁREA DE APLICAÇÃO E DA DENSIDADE DE ÁGUA Nº de Chuveiros automáticos na área de aplicação Área de cobertura A c = a x b = 11,26 m 2 Área de aplicação 140 m2 13 CHUVEIROS

118 ÁREA DE APLICAÇÃO E DA DENSIDADE DE ÁGUA

119 ÁREA DE APLICAÇÃO E DA DENSIDADE DE ÁGUA A 9 B 12 C 10 D E

120 RAMAL I DETERMINAÇÃO DA VAZÃO E PRESSÃO Chuveiro 1 Vazão - Q 1 Q = 6,1 x 11,26 = 68,684 litros/min

121 RAMAL I Chuveiro 1 Pressão P 1 DETERMINAÇÃO DA VAZÃO E PRESSÃO = 73,71Kpa = 7,37mca Optamos em utilizar o Chuv. diâmetro interno 13mm, fator K 80 DN15 mm Tabela 1

122 DETERMINAÇÃO DA VAZÃO E PRESSÃO RAMAL I Segmento : 2-1 Vazão Q 2-1 Q = 68,684 l/min Diâmetro D = 0,023mm = 25mm

123 DETERMINAÇÃO DA VAZÃO E PRESSÃO RAMAL I Segmento : 2-1 Perda de carga - hp 2-1

124 DETERMINAÇÃO DA VAZÃO E PRESSÃO O procedimento deve ser feito trecho a trecho até o Reservatório de Incêndio Definindo se o diâmetro da tubulação atendendo ao parâmetro da velocidade que deve ser menor ou igual a 5m/s no recalque e menor ou igual a 7m/s na sucção da Bomba

125 SELEÇÃO DA BOMBA DADOS DE ENTRADA Hman = 52, 00 m Q = 1298,92L/min = 78,00 m 3 /h

126 SELEÇÃO DA BOMBA SELEÇÃO POR MEIO DO DIAGRAMA DE SELEÇÃO E DAS CURVAS CARACTERÍSTICAS Primeira etapa - Vamos adotar um motor de 2 polos, 60 Hz com RPM -Entrar no diagrama de seleção ou gráfico de quadrícula com hm t e vazão definidos. Segunda etapa Gráfico que contém as curvas características da bomba selecionada para se ter informações mais detalhadas do sistema

127 SELEÇÃO DA BOMBA Etapa 1 Gráfico de quadrícula BOMBAS MEGANORM E MEGANORBLOC Tamanho Ø recalque 50 mm; Ø médio do rotor 160 mm

128 SELEÇÃO DA BOMBA- ETAPA 2 Rendimento= 78,5%( interpolar) Ø do rotor 167 mm NPSH = 3,2 m Potência do motor= 20 CV Curvas características da Bomba

129 SELEÇÃO DA BOMBA PRIMEIRA BOMBA PRINCIPAL P = 20 CV Q = 78 m 3 /h BOMBA DE PRESSURIZAÇÃO (Jokey) Q = 1,2 m 3 /h Pressão Máxima = 52, 00 mca

130 RESERVA TÉCNICA DE INCÊNDIO Volume Total = Vazão da Bomba x Tempo mínimo de operação do sistema Volume Total = 0,0216 m 3 /s x 3600 s = 78 m 3

131 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS APRESENTAÇÃO

132 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS APRESENTAÇÃO PLANTA DE DETALHES

133 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS ERROS MAIS COMUNS Falta de compatibilização com projeto estrutural; Distanciamento entre os chuveiros; Diâmetro da tubulação; Especificação incorreta de materiais.

134 MUITO OBRIGADO!

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