A Estratégia Brasileira de Microeletrônica: oportunidades e desafios para estruturação de um ecossistema regional

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1 ESTUDOS E PESQUISAS Nº 560 A Estratégia Brasileira de Microeletrônica: oportunidades e desafios para estruturação de um ecossistema regional Mauricio Neves * XXVI Fórum Nacional Desacorrentando Prometeu Um Novo Brasil: Brasil das Reformas e das Oportunidades E o povo nas ruas - como transformar em trunfo para o Desenvolvimento Rio de Janeiro, de maio de 2014 * Superintendente do BNDES. Versão Preliminar Texto sujeito à revisões pelo(s) autor(es). Copyright INAE - Instituto Nacional de Altos Estudos. Todos os direitos reservados. Permitida a cópia desde que citada a fonte. All rights reserved. Copy permitted since source cited. INAE - Instituto Nacional de Altos Estudos - Rua Sete de Setembro, 71-8º andar - Rio de Janeiro Tel.: (21) Fax: (21) web:

2 A Estratégia Brasileira de Microeletrônica: Oportunidades e Desafios para Estruturação de um Ecossistema Regional Mauricio Neves / Superintendente do BNDES / D.Sc. Eng. Produção (COPPE/UFRJ) e M.Sc. Public Policies for S,T&I (SPRU/Sussex) 13/05/2014

3 Conclusão 1 Habemus Estratégia Existe no Brasil, em fase de implementação, uma estratégia para inserção do país na indústria de semicondutores, ainda que sua origem seja emergente e implícita (processo estratégico a la Mintzberg ). Gt Semicondutores Ações de Mercado

4 Manufatura de CI Projeto de CI Etapas da cadeia produtiva Conclusão 1 Habemus Estratégia Concepção Projeto Fabricação (front end) Encapsulamento e teste (back end) Serviço ao cliente Concepção do produto, realizada ou não em conjunto com o fabricante do bem final Projeto (design) do componente Fabricação do wafer através de processo físico -químico, (etapa denominada frontend) Montagem, encapsulamento e teste (etapa denominada backend) Comercialização e serviço ao cliente ARM MIPS Design House, Software e SIP Qualcomm Nvidia Fabless Fabless Intel Tower Jazz TSMC UMC Dedicated Foundries Assembly & Test Services (ATS) Amkor ASE IDM (fabricantes integrados) Inclui manufatura Não inclui manufatura XXX Exemplo de empresas Notas: IDM = Integrated Device Manufacturers; SIP = Silicon Intellectual Property; Fonte: Análise Consórcio adaptada

5 Conclusão 1 Habemus Estratégia Ecossistema Microeletrônico INCT NAMITEC E COMUNIDADE CIENTÍFICA FORNECEDORES Concepção CADEIA PRODUTIVA DE CIs Projeto Domínio do Projeto de CI como elo fundamental para Diferenciação de produtos Fabricação Encapsu - lamento e teste Serviço ao cliente Domínio da Manufatura de CI: IDMs com tecnologia de processo madura e Back End (via PPB) ESTÍMULOS AO MERCADO: PPB, PORTARIA 950, COMPRAS DO GOVERNO, FINANCIAMENTO ARCABOUÇO LEGAL: INCENTIVOS FISCAIS DO PADIS, REGIME ESPECIAL NA LINHA AZUL INFRAESTRUTURA e RH: PROGRAMAS DE FORMAÇÃO DE PROJETISTAS (CADENCE) APOIO FINANCEIRO: EQUITY, CRÉDITO E NÃO REEMBOLSÁVEL

6 Conclusão 2 Desenvolver os embriões Embriões em crescimento que formam a base da nossa inserção industrial em microeletrônica e enfatizam concepção e projeto em seu modelo de negócios.

7 Conclusão 2 Desenvolver os embriões Sem o fortalecimento dos embriões, o necessário investimento em ciência se reprime pela insuficiência do Sistema Nacional de Inovação Computadore s Consumo/Jogos Comunicações Automotiva Governo/Militar Médica Industrial Sensores Cartões Inteligentes Micro Fluidicos Tecnologia de processo madura: 420 wafers/day 200mm Mixed Signal/ Hybrids nm

8 Conclusão 3 Apoio governamental demanda Potência e Resiliência Por que desenvolver uma estratégia brasileira para inserção em microeletrônica? Além do impacto direto na balança comercial, o desenvolvimento da indústria de microeletrônica exerce uma série de outras impactos positivos Balança Comercial de Semicondutores (Déficit) Aumento do patamar de inovação, da competitividade e do adensamento do complexo eletrônico brasileiro Aumento da agregação de valor local e fortalecimento do processo de inovação tecnológica no Brasil => impacto na produtividade, por exemplo, via bens de capital Menor dependência de fornecedores externos de tecnologia: soberania nacional e impactos na indústria de defesa Atração de projetos intensivos em capital, no caso do elo de fabricação (maior relação Investimento fixo/pib) Geração de empregos qualificados em alta-tecnologia

9 Conclusão 3 Apoio governamental demanda Potência e Resiliência É uma das indústrias mais subsidiadas em todo o mundo, seja em países desenvolvidos seja em países em desenvolvimento. Estímulos consideram, entre outros, fundos não reembolsáveis para as empresas. Exemplos de Políticas e Incentivos para a Indústria de Semicondutores (Fonte: Gutierrez e Leal, 2004)

10 Conclusão 3 Apoio governamental demanda Potência e Resiliência É uma Guerra de longo prazo...trata-se de maratona e não de corrida de 100 metros! Líderes do Mercado Mundial de Semicondutores em Vendas (US$ Bilhões)

11 Conclusão 4 Caminho correto com velocidade inadequada Trajetórias tecnológicas para indústria de semicondutores (Fonte: ITRS, 2012:16)

12 Conclusão 4 Caminho correto com velocidade inadequada Drivers para crescimento no uso de tecnologias a longo das décadas (1960 a 2020E) Fonte: Adaptado de Morgan Stanley, 2009 Mercado de CIs e sua Perspectiva de Crescimento Fonte: IC Insights, 2014

13 Conclusão 4 Caminho correto com velocidade inadequada Governo não está respondendo sua declaração de agenda prioritária (PITCE, PDP e PBM) com o devido timing demandado pela dinâmica da indústria de alta tecnologia: Ex 1: São necessidade ajustes no PADIS (discussão iniciada em 2012)?; Ex 2: Problemas logísticos serão superados (demora na adequação da linha Chega azul)?; de diagnóstico => Ex 3: Poder Soluções de compra compatíveis será utilizado?; Ex 4: PPB com de memória a velocidade e Portaria 950 serão fortalecidos?; Ex 5: CI Brasil dessa será indústria fortalecido!!!(orçamento, integração, gestão, sustentabilidade)?; Ex 6: INCT Namitec será fortalecido?; Ex 7: CEITEC => como lidar com as dificuldades impostas por seu modelo atual? etc.

14 Conclusão 5 Conviver com a Incerteza 6% 3% 33% 33% 6% 19%

15 Conclusão das Conclusões 1) MARATONA => O setor de semicondutores exige estratégia de Estado, de Nação, perpassando mandatos. 2) RISCOS E INCERTEZAS => Uma política pública regional de semicondutores deve ser vista como uma mistura de projeto de Nações com elementos de uma espécie de aposta, repleta de riscos e incertezas, porém justificada pelo potencial de externalidades. 3) EMPOWERMENT => Aqueles que formulam e gerem a política pública de semicondutores devem ser efetivamente mandatados para agir com velocidade. A analogia de que o bonde passou para a inserção brasileira em alta tecnologia possui, em sua essência, o pressuposto de que os trilhos estariam bem definidos. No caso da indústria de nano e microeletrônica é possível afirmar que existem estratégias e modelos tão distintos entre si que, em uma perspectiva evolucionária dinâmica, são geradores de janelas de oportunidade para inserção do Brasil de forma diferenciada, sobretudo no contexto atual de constituição de aliança para formação de um ecossistema regional

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